Victor Hugo está cada vez mais importante no Flamengo

Victor Hugo está cada vez mais importante no Flamengo

Titular nos últimos dois jogos do Flamengo, Victor Hugo tem conquistado seu espaço no estrelado elenco rubro-negro. Aos 19 anos, o meio-campista acumula boas atuações na temporada e desponta como um forte candidato a fazer parte do 11 inicial. Meia de origem, o camisa 29 tem atuado como segundo volante e já é fundamental na construção das jogadas do time de Jorge Sampaoli.

No canal “Falando de Tática”, o analista Raphael Rabello dissecou a importância de Victor Hugo no Flamengo e destacou as valências defensivas e principalmente as ofensivas da joia da base rubro-negra.

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“Ele tem sido essencial para a construção das jogadas do Flamengo. O Victor Hugo fez a base inteira como um camisa 10, mas parece que vestiu a camisa do segundo homem, que fecha espaços e é importante para construir a jogadas”, disse, antes de completar.

“Além de ser importante quando o time progride, em fases ofensivas, ele está cada vez melhor fechando as linhas de passe no momento defensivo. Assim, na medida que ele intercepta, ele já é o responsável por iniciar a transição e decidir por onde a equipe vai jogar. Mas ele é muito maduro, apesar da pouca idade, nas tomadas de decisão”, afirmou.

Victor Hugo fundamental nas vitórias do Flamengo na Copa do Brasil e Brasileirão

Assim, titular contra o Grêmio e contra o Atlético-MG, Victor Hugo teve papel importante nas duas partidas. Portanto, no “Falando de Tática”, Rabello também falou sobre as suas atuações:

“Ele tem muita capacidade de gerar linha de passe, de ser o homem livre. Contra o Grêmio, o Victor jogou 90 minutos e teve 92 toques, o segundo maior do jogo. Foi o cara que teve a maior porcentagem de acerto de passe, 90,8%. E você não pode falar que ele só acerta porque só da passe de lado. Ele joga muito curto, distribui sim, toca de lado para atrair o adversário, mas é um cara que faz passes longos e difíceis, em janelas pequenas e em profundidade”, disse.

“Contra o Atlético outra partidaça, 67 toques em 65 minutos. Arrasta a marcação, fixa, entende o espaço vazio. Sempre mapeia o espaço, quebra o pescoço para entender a posição nas suas costas. Ele tem um entendimento muito bom nesse mapeamento, e assim ele já sabe o que fazer antes de receber. Mas tem um ótimo controle do pé direito, circula muito a bola e joga muito rápido, o Victor Hugo é muito bom”, completou.

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