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  • GreNal: A Rivalidade que Define o Futebol Gaúcho

    O Gre-Nal não é apenas um clássico é parte da rotina de quem vive o futebol em Porto Alegre. Desde o primeiro confronto, em 18 de julho de 1909, quando o Grêmio venceu o Internacional por 10 a 0, o jogo passou a representar algo além das quatro linhas.

    São mais de 400 duelos marcados por disputas acirradas, provocações e muita história. Em 2015, o placar de 5 a 0 para o Grêmio reacendeu a lembrança daquela primeira goleada e mostrou que, independentemente da fase, o clássico sempre carrega o peso da camisa e da tradição.

    Nos números, o Inter leva vantagem, com 165 vitórias contra 142 do Grêmio, além de 141 empates. Mas quem acompanha o Gre-Nal sabe: cada partida tem vida própria.

    É um jogo que começa dias antes e termina muito depois do apito final, nas conversas entre amigos, nas arquibancadas, nas ruas da cidade. O Gre-Nal é isso: rivalidade em estado puro, do jeito gaúcho de viver o futebol.

    https://www.netshoes.com.br/especiais/futebol/times-de-futebol-fut/rivalidades-e-classicos-fut-tim/as-maiores-rivalidades-entre-os-clubes-do-futebol-brasileiro

    https://www.souimortal.com.br/historia-gremio/rivalidades-e-classicos

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Grenal

  • Cabe no Grêmio? Bitello agita torcedores nas redes com possível retorno ao Imortal

    Destaque do Grêmio entre 2022 e 2023, o meia Bitello ainda desperta saudade nos torcedores tricolores – que têm pedido seu retorno nas redes sociais. O atleta, que hoje atua pelo Dynamo Moscow, da Rússia, curtiu comentários de torcedores desejando sua volta em 2026.

    Continuidade de Arthur Melo é prioridade da nova gestão do Grêmio

    Aos 25 anos, o meia-atacante é um dos principais nomes da equipe russa, com cinco gols e duas assistências na atual temporada. Apesar da boa fase no leste europeu, o ex-Imortal avalia um retorno ao futebol brasileiro e tem o Tricolor como prioridade, segundo a “Esporte Band RS”.

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    Além da identificação de Bitello com o Grêmio, outro fator que pode facilitar o clube uma volta ao clube é a atual multa rescisória do atleta. Embora tenha renovado com o Dynamo Moscow até 2031, o jogador pediu a redução do valor de sua multa visando um novo desafio na carreira.

    No momento, não há nenhuma movimentação por parte do Tricolor Gaúcho pela contratação do meia. A nova diretoria do clube deve definir o planejamento para a próxima janela de transferências assim que assumir o comando em dezembro.

    Bitello curtiu comentários de gremistas pedindo sua volta

    Print de torcedores do Grêmio pedindo a volta de Bitello
    Foto: Reprodução/Internet
    Print de torcedores do Grêmio pedindo a volta de Bitello
    Foto: Reprodução/Internet

    Nas redes sociais, torcedores gremistas se animaram com a possibilidade de Bitello retornar ao Tricolor Gaúcho. Confira alguns comentários:

    “Bitello potencializou até o Carballo, imagina ele com o Arthur”, @VieiraEHD.

    “Nem era para ter saído, se tivesse ficado tinha ganho o brasileiro com o Suárez”, @5013silvaSilva.

    “Pode voltar e assumir a 10. Bitello jogou com Carballo e Cristaldo e fez ambos jogarem bola, imagina ele num meio com Arthur e o Villa marcando por eles”, @Yan_R14.

    “Poucas coisas me fariam mais feliz que ver uma meiuca com Arthur e Bitellinho”, @LucasHolzschuh.

    Como foi a passagem de Bitello pelo Grêmio?

    Revelado pelo FC Cascavel, Bitello integrou as categorias de base do Imortal em 2019 e estreou profissionalmente pelo Grêmio em 2021, quando jogou apenas duas partidas. Na temporada seguinte, pela Série B, o meia-atacante ganhou espaço na equipe e disputou 48 partidas, com dez gols marcados e três assistências.

    Em 2023, o jogador foi um dos destaques da campanha do Tricolor Gaúcho na primeira divisão ao lado de Luís Suárez. Em seu último ano pelo clube, marcou nove gols e deu seis assistências em 43 jogos.

    Desde setembro de 2023 no Dynamo Moscow, Bitello já balançou as redes 18 vezes na Rússia, além de 15 passes para gol em 80 partidas.

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  • Barcelona quer Harry Kane como substituto de Lewandowksi

    O Barcelona pode tirar mais um atacante do Bayern de Munique. Lewandowski foi o primeiro, e agora que o centroavante deixou de ser titular, os culés devem buscar outro nome na Alemanha: Harry Kane.

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    O atacante inglês é o principal alvo barcelonista para 2026, de acordo com o renomado jornal The Guardian, e o clube espanhol quer pagar a multa milionária de R$ 347,7 milhões para levar o jogador.

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    É que Lewandoski tem contrato até o final de 2025/26, e o Barcelona quer ter um centroavante a altura assim que o período se encerrar. Por isso, a ideia é contratar Harry Kane no meio da temporada, na janela de janeiro, já para assumir essa vaga que será deixada pelo polonês.

    Até porque o atacante estrangeiro já não tem o mesmo prestígio e enfrenta dificuldades para se manter entre os titulares. Harry Kane, então, já chegaria como principal opção para o ataque, fazendo com que a saída de Lewandowski fosse menos sentido no meio do próximo ano.

    Lewandowski e Harry Kane na última temporada

    Para comparação, Lewandoski só jogou 12 vezes na temporada, marcando sete gols. Apenas cinco partidas foram como titular. Harry Kane já tem 17 partidas e incríveis 23 gols pelo Bayern de Munique, um número muito superior.

    Valores pagos pelo Bayern de Munique por Harry Kane

    Harry Kane está no Bayern de Munique desde a temporada passada, quando os alemães pagaram R$ 538 milhões, além de bônus de R$ 107,6 milhões ao Tottenham para levar o craque inglês a Munique.

    A multa rescisória é alta, mas o Barcelona estuda pagar a quantia para pular qualquer negociação e poder contar com o atacante inglês assim que possível.

  • Continuidade de Arthur Melo é prioridade da nova gestão do Grêmio

    Recém-eleito presidente do Grêmio, Odorico Roman já tem uma pauta central e urgente para desenhar o planejamento esportivo de 2026: a permanência do volante Arthur. Diante das incertezas sobre a capacidade competitiva do time para o próximo ano, a nova direção entende que manter o camisa 29 é o pilar fundamental para a montagem de um elenco forte.

    Cebolinha de volta? Grêmio mostra interesse e Flamengo impõe condição

    O contrato de empréstimo de Arthur junto à Juventus, da Itália, vai até junho de 2026. No entanto, o principal desafio da negociação é o fato de o acordo não possuir um valor de compra fixado.

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    Isso obriga o Grêmio a iniciar uma negociação do zero com o clube italiano, exigindo um investimento considerável para garantir a permanência do jogador em definitivo.

    Plano do Grêmio para comprar Arthur

    Segundo o portal “Gremistas”, a primeira tarefa da gestão Odorico Roman será encontrar um caminho ou uma fonte de receita que dê ao Grêmio a capacidade financeira para bancar a operação.

    A nova diretoria já avalia cenários, e não está descartada a busca por apoio externo, como o do investidor Celso Rigo, figura conhecida por auxiliar o clube em grandes contratações no passado.

    A cúpula gremista também está ciente de que o tempo é um fator crucial. O excelente desempenho de Arthur nestes primeiros meses de retorno ao Tricolor naturalmente atrai o interesse de outros clubes.

    A avaliação interna é clara: se o Grêmio demorar, a concorrência aumentará, inflando os valores e dificultando um desfecho positivo.

    Por isso, a estratégia central será se antecipar. A ideia é abrir conversas formais com a Juventus antes que outros clubes entrem na disputa, tentando garantir uma vantagem na negociação.

    A expectativa é que as movimentações mais concretas envolvendo a montagem do elenco para 2026, incluindo a “missão Arthur”, comecem efetivamente a partir de dezembro, quando a nova direção assume oficialmente o clube.

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  • Corinthians: base e formação

    A base do Corinthians se firmou como uma das mais produtivas do futebol brasileiro, acumulando conquistas e revelando grandes talentos que vestiram o manto alvinegro. Com títulos de torneios de base e promessas que viraram profissionais, o clube paulistano reforça ano a ano sua reputação como formador de atletas.

    A história da base corintiana remonta ao mítico “Terrão” do Parque São Jorge, onde muitos jovens deram os primeiros passos no futebol. O DNA formador do clube privilegia, segundo os relatados, técnica, tática, disciplina e identificação com a camisa, atributos que o clube considera essenciais no processo de avaliação dos talentos.

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    Quanto à estrutura, as categorias de base funcionam dentro de um complexo mais amplo sob o guarda-chuva do CT Joaquim Grava, que abriga equipes Sub-11 até Sub-20, com campos, alojamentos e suporte educacional para os atletas em formação.

    Corinthians e negociações milionárias

    Gabriel Moscardo Corinthians PSG
    Moscardo anunciado no PSG
    (Foto: Divulgação/PSG)

    Nos últimos anos, a base tem mostrado seu valor também fora de campo. Um dos exemplos mais recentes é o jovem Gabriel Moscardo, formado nas categorias do Corinthians desde 2017, cuja transferência para o Paris Saint‑Germain está avaliada em cerca de 20 milhões de euros (aproximadamente R$ 107 milhões), mais bônus que podem levar o total a cerca de 22 milhões.

    Outro exemplo é o atacante Wesley (19 anos na época da negociação), vendido ao Al‑Nassr da Arábia Saudita por US$ 20 milhões (aproximadamente R$ 110 milhões), com possibilidade de bônus adicionais.

    Mais um caso recente é o do meia-atacante Pedro, também revelado no Parque São Jorge e atualmente no Zenit, da Rússia. O jogador entrou na mira do Al-Ittihad, que apresentou proposta de cerca de 35 milhões de euros (aproximadamente R$ 222 milhões). O Corinthians, que possui 30% dos direitos econômicos, receberia algo em torno de R$ 66 milhões aos cofres caso a transferência seja confirmada.

    Formação de ídolos

    O Corinthians tem uma longa tradição de revelar ídolos que marcaram época: jogadores que saíram da base, vestiram a camisa profissional e conquistaram títulos, gerando forte identificação com a torcida.

    Rivellino

    Rivellino pelo Corinthians
    Rivellino no Corinthians
    (Foto: Arquivo/Corinthians)

    Revelado nas categorias de base do Corinthians no início dos anos 1960, Roberto Rivellino é considerado um dos maiores jogadores da história do clube — e, para muitos, o símbolo máximo da fase do “Terrão”. O meia-atacante chegou ao Timão ainda adolescente, depois de se destacar no futsal do Clube Atlético Indiano, e rapidamente chamou atenção pela habilidade refinada com a bola.

    Seu domínio de perna esquerda, o drible curto e o chute potente se tornaram marcas registradas e lhe renderam o apelido de “Reizinho do Parque”, uma homenagem direta ao Parque São Jorge, sede social e campo de treinos corinthiano.

    Rivellino estreou no time profissional em 1965, em meio a um jejum de títulos que já durava mais de uma década. Mesmo sem grandes conquistas coletivas, ele rapidamente se tornou o principal nome da equipe, conduzindo o Corinthians em campanhas marcantes, como a do Campeonato Paulista de 1974, quando o clube voltou à final após longos anos sem disputar o troféu.

    Embora o Timão tenha perdido o título para o Palmeiras, aquela temporada consolidou Rivellino como ídolo absoluto. O meia também brilhou em jogos históricos, como na goleada por 4 a 1 sobre o Santos, em 1971, e nas exibições que enchiam o Pacaembu.

    Mesmo sem conquistar títulos de expressão pelo clube, Rivellino personificou o sentimento do torcedor durante o período de maior seca de taças do Corinthians. Sua saída, em 1974, após a derrota na final do Paulistão, foi cercada de polêmica — muitos dirigentes o culparam injustamente pelo fracasso, o que levou à sua transferência para o Fluminense, onde conquistaria títulos e continuidade na carreira.

    Ainda assim, o nome de Rivellino continuou ecoando no Parque São Jorge. Décadas depois, o próprio jogador voltaria a afirmar que “o Corinthians foi o clube que me fez jogador e me fez homem”.

    Na Seleção Brasileira, Rivellino foi campeão mundial em 1970, atuando ao lado de Pelé, Tostão, Jairzinho e Gérson, o que projetou também a imagem do Corinthians como clube formador de grandes talentos técnicos. Até hoje, o “Reizinho do Parque” é lembrado como o elo entre a base e a essência cultural do Timão: talento nascido no Terrão, moldado em dificuldades e eternizado pelo amor à camisa alvinegra.

    Casagrande

    Walter Casagrande estreava pelo Corinthians
    Casagrande na estreia pelo Corinthians
    (Foto: Nelson Coelho)

    Formado nas categorias de base do Corinthians, Walter Casagrande Júnior representa uma das gerações mais emblemáticas do futebol alvinegro — não apenas pela bola jogada, mas pelo que simbolizou fora das quatro linhas. Nascido em São Paulo, Casagrande chegou ao clube no fim da década de 1970, vindo das categorias juvenis do Caldense e do Nacional-SP.

    Rápido, forte fisicamente e com presença de área, Casagrande se destacou no time júnior e subiu ao elenco principal em 1980, ainda com 17 anos, depois de marcar gols decisivos nas competições de base do Estado.

    No profissional, o atacante encontrou um Corinthians em transformação. O clube vivia o início da Democracia Corinthiana, movimento que uniu jogadores, comissão técnica e dirigentes em uma experiência pioneira de autogestão no futebol brasileiro. Liderados por Sócrates, Wladimir e Casagrande, os atletas passaram a decidir coletivamente questões internas, como horários de treinos, contratações e concentração.

    O camisa 9, formado na base, foi um dos mais engajados no processo, defendendo publicamente a liberdade dos jogadores e o direito de expressão política, em plena ditadura militar.

    Dentro de campo, Casagrande viveu um dos períodos mais marcantes da história do clube. Ele foi protagonista nas conquistas do Campeonato Paulista de 1982 e 1983, títulos que marcaram o auge da Democracia Corinthiana e consolidaram o Corinthians como símbolo de resistência e vanguarda.

    Seu faro de gol e sua entrega em campo o tornaram ídolo da Fiel — um jogador que unia raça e carisma, espelhando o espírito do torcedor. Um dos jogos mais lembrados de sua passagem foi a vitória por 3 a 1 sobre o São Paulo, em 1983, quando marcou e comemorou com punho cerrado, gesto que se tornaria imagem icônica do movimento.

    Após deixar o clube em 1986 rumo ao futebol europeu — com passagens por Porto, Torino e Ascoli —, Casagrande manteve laços fortes com o Corinthians. Ao retornar ao Brasil, seguiu como voz ativa em defesa dos valores que representou dentro do campo: democracia, consciência social e identificação com o torcedor comum. Como comentarista e cronista, continuou a se declarar “cria do Terrão”.

    Wladimir

    Busto em homenagem a Wladimir
    Homenagem ao lateral Wladimir
    (Foto: José Manoel Idalgo/Ag. Corinthians)

     

    Entre os jogadores formados nas categorias de base do Corinthians, poucos carregam tanta representatividade quanto Wladimir Rodrigues dos Santos.

    Nascido em São Paulo em 1954, o lateral-esquerdo chegou ainda adolescente ao clube, em meados de 1971, e rapidamente se destacou no Terrão pela disciplina tática, preparo físico e regularidade. Subiu ao profissional em 1972, com apenas 18 anos, e iniciou uma trajetória que o transformaria em uma verdadeira lenda alvinegra.

    Durante mais de uma década, Wladimir foi titular absoluto da lateral esquerda e sinônimo de constância e profissionalismo. Participou da equipe que encerrou a fila de 23 anos sem títulos do Corinthians, com a conquista do Campeonato Paulista de 1977, e se tornou uma figura fundamental na reconstrução do clube.

    Sua liderança silenciosa, aliada a uma postura exemplar dentro e fora de campo, fez com que fosse respeitado tanto por companheiros quanto por adversários. Em campo, era conhecido pelo vigor defensivo, bom apoio ao ataque e por ser um dos primeiros laterais modernos do futebol brasileiro, com transições rápidas e boa leitura de jogo.

    Nos anos 1980, Wladimir viveu o auge da carreira. Tornou-se um dos pilares da Democracia Corinthiana, movimento político e social que marcou o futebol brasileiro durante a ditadura militar.

    Ao lado de Sócrates, Casagrande e Zenon, o lateral foi um dos principais defensores da autogestão e da liberdade dentro do clube — participando ativamente das assembleias de jogadores e sendo um dos primeiros atletas a falar abertamente sobre igualdade racial e direitos trabalhistas no esporte.

    Com 805 partidas oficiais, Wladimir é até hoje o jogador que mais vezes vestiu a camisa do Corinthians — um recorde que simboliza não apenas longevidade, mas também lealdade e compromisso com o clube. Conquistou três Campeonatos Paulistas (1977, 1979 e 1983) e marcou 32 gols ao longo da carreira.

    Depois de se aposentar, seguiu envolvido em projetos sociais e em debates sobre o papel do atleta como cidadão. A própria Fiel o consagrou como “o maior lateral da história do Corinthians”, e até hoje seu nome é lembrado com respeito e afeto nas arquibancadas do Parque São Jorge.

    Outros grandes nomes da base do Corinthians

    • Wladimir – maior número de jogos da história do Corinthians, símbolo da Democracia Corinthiana e cria do Terrão.
    • Biro-Biro – surgiu na base e virou sinônimo de raça e identificação com a Fiel durante a década de 1980.
    • Viola – formado na base, marcou o gol do título paulista de 1988 e participou da conquista do Mundial de 2000.
    • Wilson Mano – revelado no clube, foi peça importante no título brasileiro de 1990.
    • Dinei – cria do Terrão e único jogador tricampeão brasileiro pelo Corinthians (1990, 1998 e 1999).
    • Neco – primeiro grande ídolo do Corinthians, revelado ainda nos primórdios do clube, bicampeão paulista (1914 e 1916)
    • Éverton Ribeiro – campeão da Copa São Paulo de 2005 pela base corinthiana antes de se destacar em outros clubes.
    • Del Debbio – formado no Corinthians nos anos 1920, foi multicampeão paulista e ícone da defesa alvinegra.
    • Fábio Santos – lateral revelado no clube, retornou em 2020 e se tornou uma das lideranças do elenco.
    • Gil – zagueiro formado no Corinthians, ídolo da era recente com mais de 350 partidas pelo clube.
    • – revelado aos 16 anos, tornou-se artilheiro e campeão brasileiro em 2005 e 2017.
    • Guilherme Arana – lateral-esquerdo da base, destaque nos títulos brasileiros de 2015 e 2017.
    • Ronaldo (goleiro) – formado no Terrão, foi destaque no fim dos anos 1990 e início dos 2000, sendo campeão brasileiro e da Copa do Brasil.
    • Fagner – formado no Corinthians, voltou ao clube após passagem na Europa e se firmou como um dos maiores laterais da história recente.
    • Marquinhos – zagueiro revelado na base, campeão da Libertadores e do Mundial em 2012 antes de ser vendido ao PSG.
  • Allan desperta interesse de clubes da Premier League

    Em alta no Palmeiras, o meia-atacante Allan tem despertado interesse de equipes do futebol europeu, especialmente da Premier League. O Everton, da Inglaterra, estuda apresentar uma proposta oficial pelo jovem brasileiro na próxima janela de transferências, em janeiro de 2026.

    De acordo com o jornal “As”, os Toffees buscam atletas que tenham a capacidade de agregar valor ao elenco atual, mas que também apresentem projeção de revenda futura. Com isso, o clube de Liverpool estuda se movimentar nos bastidores em busca da joia palmeirense.

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    Além do Everton, equipes como Brighton, Fulham e West Ham também monitoram Allan. O Cria da Academia chegou a ser procurado pelo Zenit, da Rússia, em outubro. No entanto, o Verdão recusou uma oferta de 15 milhões de euros (cerca de 93,7 milhões), mais bonificações, segundo a “ESPN”.

    As boas atuações do atleta fazem o Palmeiras apostar em sua valorização nos próximos meses, com a estimativa de propostas em torno de 30 milhões de euros (R$ 184 milhões) pelo jogador. Com a reta final da temporada, o jovem pode se destacar ainda mais pelo Alviverde na disputa pelos títulos da Libertadores e do Brasileirão.

    Cobiçado pela Premier League, Allan estreou profissionalmente pelo Palmeiras em 2025

    Em sua primeira temporada como profissional, Allan já tem encantado os torcedores do Palmeiras e figura entre as principais armas do ataque da equipe de Abel Ferreira. Em 2025, o Cria da Academia soma 48 partidas disputadas, com dois gols marcados e seis assistências.

    Vale lembrar que o meia-atacante chegou a atuar em dois jogos pela Copinha, com duas assistências distribuídas. As boas atuações do jovem justificam o interesse de clubes da Premier League e reforçam a qualidade do trabalho do Verdão com suas categorias de base.

    Nos últimos anos, o Palmeiras revelou diversos jogadores para o futebol brasileiro, que têm gerado impacto no time profissional e lucro para os cofres do clube com vendas milionárias. Allan pode ser o próximo Cria da Academia negociado para a Europa por cifras elevadas.

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  • Ídolos Eternos do Fluminense

    É impossível falar da história do Fluminense sem citar os jogadores que marcaram época no clube, ajudando a construir a trajetória do Tricolor das Laranjeiras, seja nos grandes resultados em campo, na consolidação no futebol brasileiro e, claro, na conquista de títulos.

    Por isso, vamos relembrar a seguir os principais ídolos eternos do Fluzão!

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    O que é preciso para ser ídolo do Fluminense?

    Existem diversas marcas características em comum para os jogadores que se tornaram ídolos do Fluminense. Alguns foram revelados na base do clube, enquanto outros chegaram depois mas criaram forte identificação.

    Um fator importantíssimo é a entrega dentro de campo. A torcida do Fluminense preza pela raça, pelo suor em busca dos resultados. Não dá para ser ídolo do Fluzão sem deixar tudo de si durante as partidas. Além de, claro, gols marcados, vitórias, relação com a torcida e título conquistados.

    Conheça os ídolos eternos do Fluminense

    A seguir, reunimos nomes que marcaram a história do Fluminense e são adorados pelo torcedor como verdadeiros ídolos eternos.

    Castilho

    Carlos José de Castilho, ou simplesmente Castilho, é considerado não apenas o maior goleiro, como o maior ídolo da história do Fluminense em diversas pesquisas feitas com torcedores do clube.

    Atuou por lá de 1947 a 1965 e fez 697 jogos, sendo campeão da Copa Rio de 1952, tricampeão carioca e bicampeão do Torneio Rio-SP. Além dos feitos em campo, também era muito popular e construiu uma série de fãs tanto para ele próprio, quanto para o clube. Tem um busto especial em sua homenagem nas Laranjeiras.

    Assis e Washington

    Uma dupla de ídolos tão marcante que, juntos, ganharam o apelido de casal 20. Os dois chegaram em 1983 e Washington já marcou no jogo de estreia, contra o São Cristóvão pelo Campeonato Carioca. Assis fez o gol decisivo, no último minuto, contra o Fluminense, que deu o título estadual ao Tricolor.

    O Casal 20 ainda conquistou mais dois títulos estaduais e o Brasileirão de 1984, além de troféus internacionais como o Torneio de Seul, a Copa Kirin e o Torneio de Paris nos anos seguintes.

    Romerito

    Contratado pelo Fluzão em 1984, Romerito já chegou sendo importantíssimo para a história do clube. Com ele, o Fluminense foi campeão Carioca duas vezes e levou o Brasileirão no ano da sua chegada.

    Os gols decisivos deixaram o meia eternizado na história do Tricolor das Laranjeiras, além de tornarem o paraguaio um verdadeiro torcedor do Fluminense.

    Fred

    Fred é sinônimo de Fluminense e Fluminense é sinônimo de Fred. Poucos jogadores conseguiram ter uma relação tão próxima com um clube como o centroavante tem com o Tricolor das Laranjeiras.

    Contratado em 2009 após experiência no futebol francês, o atacante seguiu até 2016. Nesse período, conquistou dois títulos do Brasileirão, um carioca e a Copa da Primeira Liga. Além da campanha histórica em 2009 resgatando o Time de Guerreiros de um possível rebaixamento. 

    Fred ainda retornou ao Flu em 2020 e ficou até 2022, ganhando mais um estadual. Com 199 gols em 382 jogos, é o terceiro maior artilheiro da história do clube e o jogador com mais gols em campeonatos brasileiros.

    Telê Santana

    Um jogador que recebeu o apelido de Fio de Esperança, pois os torcedores acreditavam que com ele em campo o Fluminense sempre tinha chances de vencer, não tem como ficar fora da lista de ídolos.

    Um dos mais importantes atletas da história do futebol brasileiro, Telê Santana jogou 559 jogos no Fluminense entre 1950 e 1961, conquistando o título mundial de 1952, dois cariocas e dois torneios Rio-SP.

    Carlos Alberto Torres

    Uma das crias da base mais espetaculares do Fluminense em sua história. O Capita é bicampeão carioca, além de ter vencido dois torneios internacionais em 1976. 

    Foram 169 jogos, incríveis 19 gols marcados para um lateral-direito, além de ter sido importante depois que parou de jogar, como técnico, sendo campeão carioca em 1984 e trazendo o paraguaio Romerito para o Flu.

    Thiago Silva

    A reviravolta na carreira de Thiago Silva é um dos marcos de sua trajetória pelo Fluminense. Apesar de ter passado por categorias de base, deixou o time ainda com 15 anos para procurar oportunidades em outros clubes.

    Iniciou no profissional no RS Futebol, passou pelo Juventude e foi para a Europa, onde jogou pelo time B do Porto e Dínamo de Moscou. Porém, uma tuberculose agravada fez com que o zagueiro ficasse hospitalizado por seis meses. Ele chegou a cogitar parar de jogar futebol, mas voltou ao Brasil e mudou de ideia.

    Seu retorno, em 2006, foi justamente para jogar pelo Fluminense. Aos poucos, conquistou o carinho do torcedor e nas duas temporadas seguintes se consolidou como ídolo, levando o time à final da Libertadores. Depois de fazer carreira internacional e com a Seleção Brasileira, retornou em 2024 e segue sendo peça fundamental para o time.

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    Outros craques da história do Fluminense

    Além de todos esses ídolos, outros merecem ser mencionados como Fortes, Mano, Oswaldo Gomes, Rivellino, Bigode, Escurinho, Preguinho, Branco, Paulo Cezar Caju, Renato Gaúcho, Gum, Dario Conca, Deco, Romário, Thiago Neves, Diego Cavalieri, Fábio, entre tantos outros.

    Referências:
    https://www.fluminense.com.br/sobre/idolos
    https://ge.globo.com/futebol/times/fluminense/votacao/quem-e-o-maior-idolo-da-historia-do-fluminense-25c29fac-6a42-42d9-b1db-a39174a1780a.ghtml
    https://www.lance.com.br/fluminense/idolos-fluminense.html

  • Corinthians perde prazo para quitar dívidas de quase R$ 200 milhões e pede mais 180 dias à Justiça

    O Corinthians não cumpriu o prazo de 180 dias determinado pela Justiça para adequar sua proposta e iniciar o plano de pagamento de credores dentro do Regime de Centralização de Execuções (RCE). A data limite expirou na semana passada, e o clube agora busca uma nova prorrogação no tribunal. A informação é da “ESPN”.

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    A situação causou imediata revolta entre os credores, que têm quase R$ 200 milhões a receber. A determinação judicial original era que o clube utilizasse os seis meses para “praticar todos os atos necessários à homologação do plano e início dos pagamentos”.

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    Caso o plano não fosse cumprido, a decisão previa autorização para a “continuidade das execuções individuais” contra o clube.

    Reação dos credores ao Corinthians

    O primeiro a se manifestar contra a demora foi o empresário André Cury. Em petição, o agente solicitou ao tribunal a retomada imediata das execuções individuais pelos “iminentes prejuízos ocasionados aos credores”.

    Cury pediu, “com a máxima urgência”, que sejam adotadas as providências necessárias para “restabelecer a legalidade processual”.

    A consequência da perda do prazo e da eventual aceitação do pedido de Cury é o cenário mais temido pela diretoria alvinegra: a possibilidade de dezenas de credores retomarem suas ações individuais. Isso culminaria em uma série de penhoras em sequência nas contas bancárias do Corinthians.

    Defesa do Corinthians

    Ciente da gravidade, o Corinthians também se manifestou nos autos. Em petição enviada à Justiça, o clube admitiu que a retomada das ações individuais pode “comprometer a efetividade do RCE” e deve ser evitada.

    O clube argumentou que o retorno das execuções levaria a uma “liquidação desordenada dos ativos”, descrevendo uma “verdadeira ‘corrida’” onde “os credores mais bélicos fatalmente atingiriam os principais ativos em menor espaço de tempo, frustrando, quiçá completamente, a expectativa dos demais credores”.

    Diante disso, o Corinthians solicitou formalmente a extensão do prazo por mais 180 dias, citando jurisprudências anteriores e a necessidade de “preservar a funcionalidade do processo”.

    Para justificar o atraso, o Corinthians alegou que o RCE é “complexo” e que o clube “vem fazendo tudo que está ao seu alcance” para obter a concordância dos credores.

    Segundo o clube, apenas quatro credores principais apresentam resistência ao plano: além de Cury, são citados os empresários Carlos Leite, Walter Caetano e a ex-patrocinadora Pixbet.

    Como solução, o Corinthians pediu à Justiça que seja instalada uma mediação com esses quatro dissidentes, para que os demais credores “não sejam prejudicados”.

    O clube defendeu o RCE como “de interesse público e de notável sucesso”, afirmando ser a ferramenta para “superar o momento de dificuldade econômico-financeiro”.

    Conforme informado pela “ESPN”, representantes do Corinthians tiveram uma reunião com membros do tribunal na semana passada para solicitar a extensão do prazo. Ainda não houve uma decisão oficial da Justiça sobre o pedido.

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  • Torcidas Organizadas do Flamengo criam vakinha para irem à final da Libertadores

    As famosas ‘vakinhas’, no site onde as pessoas podem fazer vaquinhas e receber contribuições financeiras de pessoas que compactuam com seus fins e objetivos, estão cada vez mais famosas. A febre chegou na torcida do Flamengo, e as torcidas organizadas do clube buscam assistir ao jogo contra o Palmeiras, pela final da Libertadores, com o apoio da Nação.

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    Isso porque as torcidas organizadas podem fazer diferença nas arquibancadas. Sabendo disso, a Raça Rubro-Negra centralizou a divulgação e arrecadação para arrecadas fundos para levar a sua, e as demais torcidas para Lima, no Peru, onde ter o maior componente de torcedores dispostos a cantar e empurrar até o final pode fazer toda a diferença.

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    De acordo com a Raça Rubro-Negra, o valor arrecadado será utilizado para o aluguel dos ônibus que levarão os torcedores organizados até o Peru, além de instrumentos e materiais para que a festa rubro-negra no Monumental de U, de Lima, seja enlouquecedora. Veja o recado da torcida.

    “Fala, Nação! Criamos uma vakinha com o único objetivo de levar nossas torcidas para fazer a diferença nas arquibancadas da Final da Libertadores 2025, em Lima! Serão alugados ônibus para levar nossos integrantes, os instrumentos e todos os materiais para fazermos as nossas festas nas arquibancadas. Contamos com o apoio de toda a Nação Rubro-Negra, qualquer contribuição será muito bem-vinda e fará toda a diferença nessa caminhada. Vamos juntos rumo à Glória Eterna”, publica a Raça.

    Na imagem, a Raça deixa claro: o valor é para contribuir com todas as suas co-irmãs, que aparecem na arte: FlaManguaça, Falange, Urubuzada, Fla-Roots, Império Rubro-Negro e Nação 12. Além disso, eles deixam, logicamente, a chave do Pix: 5802059@vakinha.com.br.

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    Flamengo e Palmeiras jogam final da Libertadores no fim de novembro

    A grande final da Copa Libertadores 2026, entre Flamengo e Palmeiras, acontece no dia 29 de novembro. A partida está marcada para às 18h (de Brasília).

    O Rubro-Negro busca se vingar da decisão de 2021, quando os palmeirenses aproveitaram perda de bola de Andreas Pereira – hoje no Palmeiras – para marcar na prorrogação e ficar com a taça.

    Quem vencer entre Flamengo e Palmeiras se isolará como o brasileiro com mais Libertadores: quatro, já que ambos são tricampeões da América.

     

     

  • Cebolinha de volta? Grêmio mostra interesse e Flamengo impõe condição

    Cebolinha de volta? Grêmio mostra interesse e Flamengo impõe condição

    O Grêmio voltou a sondar a situação de Everton Cebolinha, atacante do Flamengo. O Imortal tem interesse em repatriar o atacante desde abril, mas intensifica as conversas agora no fim do ano. A equipe carioca, por sua vez, se posiciona sobre o assunto.

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    Segundo informações do ‘uol’, o jogador enfim correspondeu ao interesse do Grêmio. Após meses de sondagem, o atacante teria externado o interesse de retornar ao Imortal. Com a camisa tricolor, Cebolinha foi tricampeão gaúcho, campeão da Libertadores e da Copa do Brasil.

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    A tendência é que o Flamengo não imponha barreiras para uma possível saída de Cebolinha. No entanto, o clube pretende recuperar parte do investimento feito na contratação. O atacante foi comprado em 2022, junto ao Benfica, por R$ 70 milhões, e tem vínculo válido até o fim de 2027.

    Em duelo entre as equipes no Brasileirão, Cebolinha comentou sobre o desejo de retornar ao Grêmio. O atacante disse que ainda ama o clube e nutre muito carinho pela camisa tricolor. Assim, cravou que pensava em voltar “em um futuro bem próximo”.

    “O amor pelo clube (Grêmio) continua o mesmo, o carinho continua o mesmo. Como falei desde o dia que saí, penso em voltar em um futuro bem próximo. Quem sabe, mais para frente”, disse Cebolinha.

    Fase de Cebolinha no Flamengo

    Cebolinha atravessa sua pior temporada no Flamengo. Nas 34 partidas que disputou em 2025, marcou apenas quatro gols e deu duas assistências. Mas o que chama mais atenção é sua média de minutos em campo baixa.

    Nesse período, Cebolinha teve uma média de pouco mais de 37 minutos por partida. Isso evidencia que ele tem sido mais utilizado como opção no banco do que entre os titulares. Das 34 vezes em que entrou em campo, iniciou apenas 16 como titular, ou seja, menos da metade.

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