Sesi Franca x FlaBasquete: confira onde assistir e os melhores palpites para o duelo do NBB nesta quarta-feira, 12/11.
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Um dos maiores clássicos do basquete nacional agita a rodada desta quarta-feira (12/11). O Sesi Franca, atual tetracampeão do NBB, recebe o FlaBasquete, líder invicto da atual temporada.
O FlaBasquete chega com 100% de aproveitamento (8 vitórias em 8 jogos), enquanto o Sesi Franca ocupa a terceira posição com 75% de aproveitamento (6 vitórias e 2 derrotas). Este jogo é uma reedição da semifinal da última temporada, vencida por Franca.
Se você busca os melhores palpites para Sesi Franca x FlaBasquete, confira nossa análise completa com odds e estatísticas dos times e dos jogadores.
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Onde assistir Sesi Franca x FlaBasquete
Sesi Franca x FlaBasquete se enfrentam nesta quarta-feira (12/11), às 19h30 (horário de Brasília) e terá transmissão da ESPN, XSports, Sesi Franca TV e Flamengo TV.
Veja abaixo tudo que precisa saber sobre Sesi Franca x FlaBasquete.
Jogo: Sesi Franca x FlaBasquete, NBB
Data: Quarta-feira, 12 de novembro
Horário: 19h30 (de Brasília)
Local: Ginásio Pedrocão, Franca
Onde Vai Passar: ESPN, XSports, Sesi Franca TV e Flamengo TV
Você pode assistir Franca x FlaBasquete ao vivo no vídeo abaixo, da Flamengo TV:
Sesi Franca x FlaBasquete: Palpite do MundoBola
O melhor palpite para Sesi Franca x FlaBasquete é a Vencedor (incl. Tempo Extra) – FlaBasquete, com odd 1.81.
Nossa análise aponta para o time visitante. O FlaBasquete é a única equipe 100% na competição, com 8 vitórias em 8 jogos, na temporada atual até o momento. Além disso, possui o melhor ataque da liga, com média de 91.63 pontos por jogo.
Embora o Sesi Franca seja o atual tetracampeão e jogue no Pedrocão, o momento do time carioca, que também lidera a liga em saldo de pontos (+158), nos dá confiança para esta escolha. Além disso, esperamos que o Flamengo venha com sede de vingança pelos confrontos da semifinal do último NBB.
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Outras apostas para Sesi Franca x FlaBasquete
Palpite: Handicap +6.5 Sesi Franca, odd 1.38.
Palpite: Acima 163.5 pontos, odd 1.80.
Handicap +6.5 Sesi Franca, odd 1.38
Mesmo que nossa análise principal aponte o FlaBasquete como favorito, não esperamos um jogo fácil. O Sesi Franca joga em casa e venceu o último e decisivo confronto direto na semifinal passada.
O Sesi Franca tem 75% de aproveitamento na temporada (6 vitórias e 2 derrotas).
O último encontro entre as duas equipes foi decidido por 3 pontos (98-95).
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Acima 163.5 pontos, odd 1.80
Esta aposta tem grande valor estatístico. O FlaBasquete tem o melhor ataque da liga (91.63 pontos por jogo) e o Sesi Franca também tem um ataque potente (85.38 pontos), na temporada atual até o momento.
A média de pontos somada das duas equipes na temporada é de 177.01 pontos (91.63 + 85.38).
O último encontro entre as equipes, na semifinal da temporada passada, terminou 98-95, somando 193 pontos.
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Retrospecto Sesi Franca x FlaBasquete
Este é um confronto histórico do basquete brasileiro. As equipes já se enfrentaram 65 vezes, com uma pequena vantagem para o FlaBasquete: 35 vitórias contra 30 do Sesi Franca.
Considerando apenas os jogos do NBB, a vantagem rubro-negra diminui: são 31 vitórias do FlaBasquete contra 27 de Franca em 58 partidas.
O último encontro foi decisivo: na semifinal da temporada passada, o Sesi Franca venceu o Jogo 5 por 98 a 95 e, posteriormente, se sagrou tetracampeão.
Estatísticas de jogadores da partida Sesi Franca x FlaBasquete
Para analisar as estatísticas de jogadores de Sesi Franca x FlaBasquete, separamos os destaques de cada equipe na temporada atual até o momento.
Destaques do Sesi Franca (na temporada atual até o momento):
Felício: Média de 13.6 pontos e 10.1 rebotes.
Zu Jr.: Média de 15.0 pontos.
David Jackson: Média de 15.0 pontos (em 3 jogos).
Georginho: Média de 14.3 pontos e 10.0 rebotes (em 3 jogos).
Laterza: Média de 11.1 pontos e 6.6 assistências.
Destaques do FlaBasquete (na temporada atual até o momento):
Gui: Média de 14.0 pontos (em 5 jogos).
Negrete: Média de 12.6 pontos e 3.6 lances livres certos por jogo.
Alexey: Média de 12.1 pontos e 8.8 assistências.
Wesley: Média de 11.4 pontos e 4.4 rebotes.
Cummings: Média de 10.1 pontos e 3.6 rebotes.
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Aviso de Jogo Responsável: as apostas esportivas envolvem riscos financeiros. Não há resultados garantidos, e as odds podem variar até o início e durante a partida. Aposte com responsabilidade, apenas valores que esteja disposto a perder. Proibido para menores de 18 anos.
O meia Oscar segue internado no Einstein Hospital Israelita, em São Paulo, nesta quarta-feira (12), para a realização de um check-up detalhado. O jogador do Tricolor passou mal e desmaiou durante os exames de rotina da pré-temporada, realizados no CT da Barra Funda na última terça-feira, devido a alterações cardíacas.
A boa notícia inicial é que nenhuma anomalia foi identificada nos exames feitos pelo meia nas últimas horas. Segundo o “ge”, Oscar já passou por eletrocardiograma, ecocardiograma e um ultrassom no pescoço.
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Esses procedimentos fazem parte de um protocolo médico rigoroso para identificar a causa exata do desmaio, ocorrido enquanto o atleta realizava um exercício em uma bicicleta ergométrica.
Oscar não se recorda de ter passado mal
Para um diagnóstico mais profundo, o jogador passa agora por um exame chamado “Holter”. Trata-se de um monitoramento contínuo do ritmo cardíaco, que utiliza um aparelho portátil para registrar toda a atividade elétrica do coração por, no mínimo, 24 horas.
Um detalhe que aumentou a preocupação da equipe médica e do próprio atleta é que Oscar não se lembra de ter passado mal. O meia teria ficado desacordado por aproximadamente dois minutos após a intercorrência.
Conforme noticiado anteriormente, o susto fez o jogador de 34 anos repensar sua carreira, e a possibilidade de uma aposentadoria antecipada é real. Por isso, o diagnóstico final obtido através desses exames será determinante para Oscar decidir qual será seu futuro no futebol.
Mensagem do jogador e onda de apoio
Buscando tranquilizar a torcida tricolor e seus fãs, Oscar utilizou uma rede social na manhã desta quarta-feira.
“Muito obrigado pelas mensagens e orações. Vai ficar tudo bem, se Deus quiser”, escreveu o meia.
O jogador tem recebido uma grande corrente de apoio de familiares, amigos e do mundo do futebol. A irmã do atleta, Dani Emboada, e sua mãe postaram mensagens de fé e agradeceram o carinho recebido.
O Chelsea, clube que Oscar defendeu na Inglaterra entre 2012 e 2017, também publicou uma nota oficial de apoio: “Os pensamentos de todos no Chelsea FC estão com nosso ex-jogador Oscar e sua família neste momento difícil.”
The thoughts of everyone at Chelsea FC are with our former player Oscar and his family at this difficult time. ? https://t.co/CfGER4pwbj
A temporada ainda não acabou, mas o Corinthians já começa a pensar em 2026. Mesmo na semifinal da Copa do Brasil e brigando por uma vaga na Libertadores pelo Brasileirão, o time já trabalha os próximos passos. Assim, deve definir em breve a não renovação de dois jogadores.
Segundo o jornal ‘Gazeta Esportiva’, Talles Magno e Romero tem futuro indefinido no Corinthians. O primeiro está emprestado ao Timão e não deve ser contratado em definitivo junto ao New York City FC. Já o paraguaio tem contrato até o final desse ano e a diretoria não tem intenção de renovar.
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Tanto Talles quanto Romero eram presença constante nas partidas do Corinthians. Ambos nunca foram titulares absolutos, geralmente entrando no segundo tempo. No entanto, durante a temporada, até isso perderam.
Com a queda de desempenho e antipatia da torcida, Romero e Talles perderam espaço no Corinthians. No entanto, isso muito tem a ver, também, com a ascensão de crias do terrão, como Gui Negão, Dieguinho e Kayke. Os jovens aproveitaram bem as oportunidades que surgiram e fizeram com que Dorival empurrasse os outros dois, mais experientes, para o fim da fila.
Próximo jogo do Corinthians
Com Talles Magno e Romero possivelmente no banco, o próximo jogo do Corinthians será diante o São Paulo. O clássico ‘Majestoso’ acontece após a Data Fifa, no dia 20. O duelo será na Neo Química Arena, às 19h30 (horário de Brasília).
O Corinthians vinha embalado por três vitórias seguidas, até sofrer com duas derrotas seguidas, para RB Bragantino e Ceará, na última rodada. Assim, ocupa atualmente a 13ª colocação do Brasileirão, com 42 pontos somados. A distância para o G7 é de nove pontos, e para o rival, São Paulo, três.
A Conmebol confirmou, nesta quarta-feira (12), o uso do impedimento semiautomático (SAOT) e da tecnologia da linha do gol (GLT) na final da Libertadores, que será disputada entre Flamengo e Palmeiras no próximo dia 29 de novembro, em Lima, no Peru.
Pelo segundo ano consecutivo, a entidade máxima do futebol sul-americano aplicará o pacote tecnológico em suas principais decisões. Além da final da Libertadores, o duelo entre Lanús e Atlético-MG pela Copa Sul-Americana, marcado para o dia 22 em Assunção, também contará com os recursos.
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Como funciona a tecnologia que será utilizada em Flamengo x Palmeiras?
Para garantir a precisão nas finais, a Conmebol detalhou o aparato técnico que será utilizado. O sistema opera com 24 câmeras especializadas instaladas ao redor do estádio, sendo 14 dedicadas exclusivamente à tecnologia da linha do gol (GLT) e 10 voltadas para o impedimento semiautomático (SAOT).
Segundo a entidade, essas câmeras operam com capacidade superior a 200 quadros por segundo e resolução acima de 500 pixels por metro.
O SAOT é viabilizado por meio de um rastreamento óptico automatizado que registra a posição em tempo real de cada jogador e da bola”. O sistema é robusto, capaz de processar mais de um milhão de pontos de dados por segundo.
A Conmebol destacou que a combinação das tecnologias permite a determinação altamente precisa de impedimentos e lances na linha do gol, garantindo decisões mais rápidas, precisas e confiáveis.
Tecnologia também chegará ao Brasil
A novidade que Flamengo e Palmeiras encontrarão na decisão continental também desembarcará em breve no futebol brasileiro. Na última segunda-feira (10), a CBF anunciou a implementação do impedimento semiautomático a partir da primeira rodada do Brasileirão 2026, que terá início em 28 de janeiro.
O Brasileirão utilizará o serviço prestado pela Genius Sports, mesma fornecedora da Premier League (Inglaterra), que adotou a tecnologia em abril deste ano.
No sistema que será usado no Brasil, 30 câmeras (aparelhos do modelo iPhone) são posicionadas em locais estratégicos do estádio, captando 100 frames (quadros) por segundo em resolução 4K, o dobro de quadros de uma câmera de transmissão comum.
Apesar do nome, o sistema é “semiautomático” porque a decisão final sobre a irregularidade ainda depende da validação dos operadores do VAR e, posteriormente, do árbitro de campo.
Após a confirmação, uma reprodução em 3D do lance é exibida nos telões e na transmissão, mostrando um “muro” branco para a linha de impedimento e uma “pulsação” animada na parte do corpo do atacante que estiver adiantada. Veja abaixo:
A chegada de Abel Ferreira ao Palmeiras, em novembro de 2020, não apenas mudou o patamar do clube a nível nacional, mas o reescreveu na história da Copa Conmebol Libertadores. Rapidamente, o técnico português se transformou em um nome vitorioso do Alviverde no século XXI e se consolidou como um dos maiores especialistas na competição continental.
O impacto de Abel Ferreira na Libertadores foi imediato: em pouco tempo, ele guiou o Palmeiras a dois títulos consecutivos (2020 e 2021), igualando o feito de clubes lendários e sendo o primeiro técnico no século a alcançar o bicampeonato consecutivo por um time brasileiro. Os números e recordes do treinador na competição sul-americana o colocam em um patamar exclusivo.
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? Abel Ferreira na Libertadores: o legado do português
A trajetória de Abel Ferreira no Palmeiras é sinônimo de sucesso na América do Sul. O português não só conquistou os títulos mais cobiçados, como estabeleceu uma cultura de alta performance e mentalidade vencedora que transformou o Palmeiras num gigante temido na competição.
Aqui estão os principais pontos que definem o reinado de Abel Ferreira na Libertadores:
? Abel Ferreira com desempenho incrível na Libertadores
Bicampeonato Consecutivo (2020 e 2021): Abel Ferreira é o primeiro técnico a ganhar duas Libertadores seguidas por um time brasileiro no século XXI.
Aproveitamento de Elite: O técnico mantém um aproveitamento superior a 70% (chegando a 73,6%) dos pontos disputados na Libertadores, um número que comprova a sua consistência.
Mais Vitórias que a Maioria dos Clubes: A nível de estatísticas, Abel Ferreira, sozinho, acumula mais vitórias na Libertadores do que mais de 20 clubes brasileiros que já disputaram a competição.
O Rei do Mata-Mata: O Palmeiras de Abel Ferreira possui uma impressionante taxa de sucesso em fases eliminatórias, demonstrando sua maestria em preparar a equipe para os confrontos de vida ou morte.
? Títulos e conquistas de Abel Ferreira (foco internacional)
Competição
Títulos com Abel Ferreira
Anos
Copa Libertadores
2
2020 e 2021
Recopa Sul-Americana
1
2022
Outros Títulos (Nacionais)
8
Brasileirão (2022, 2023), Copa do Brasil (2020), Paulistão (2022, 2023, 2024), Supercopa do Brasil (2023), Campeão Portugal sub-19 (2012)
? Tática e filosofia de Jjogo
Embora tenha recebido o apelido de “retranqueiro” (que ele usa com humor), a verdade é que o Palmeiras de Abel Ferreira é uma máquina tática. O sucesso na Libertadores é construído sobre:
Consistência Defensiva: Uma defesa sólida (o seu lema é “defender bem para atacar melhor”) que minimiza as oportunidades dos adversários, crucial no ambiente da Libertadores.
Ataque Eficiente: A equipa equilibra a solidez com um ataque de transição rápida e eficaz, sendo frequentemente uma das equipas com mais golos marcados na competição.
Gestão de Elenco: A capacidade de utilizar o elenco completo e manter a intensidade em múltiplos torneios é uma marca registrada que assegura o alto nível durante as longas temporadas.
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? Todos os títulos da carreira de Abel Ferreira
Abel Ferreira, um dos treinadores mais vitoriosos da história do Palmeiras, acumulou um total de 7 títulos principais, abrangendo competições internacionais e nacionais de alto nível, além de uma conquista nas categorias de base em Portugal.
Competição
Nível
Títulos Vencidos
Copa Libertadores
Internacional
2
Recopa Sudamericana
Internacional
1
Brasileirão Série A
Nacional
2
Copa do Brasil
Nacional
1
Supercopa do Brasil
Nacional
1
I Divisão Juniores A (Sub-19)
Base/Nacional
1
Total de Títulos Principais
8
Este quadro resume as principais conquistas que Abel Ferreira alcançou na sua carreira, a maioria delas à frente do Palmeiras.
⚽ Abel Ferreira na Libertadores 2025: Palmeiras (30 gols)
O Palmeiras demonstra ser a equipe mais eficiente ofensivamente, tendo o estatuto de Melhor Ataque da competição,
Este dado é crucial, pois mostra que, mesmo com a reputação de Abel Ferreira de ser “retranqueiro” (que ele usa com humor), a equipe tem uma capacidade de finalização e criação de jogadas que a coloca no topo em termos de golos marcados.
O alto número de gols (30) em comparação com o Gols Globais (371) e a Média (2,41) por jogo da competição, ressalta o poder ofensivo do Verdão em relação aos seus adversários.
? Destaques ofensivos e defensivos Copa Libertadores
Melhor Ataque – Poder de Fogo do Palmeiras: O Palmeiras lidera esta estatística com um total de 30 Gols marcados, confirmando a sua grande eficácia ofensiva na competição.
Pior Ataque: Defensor Sporting (+1) – 0 Golos
Melhor Defesa: Boca Juniors (+3) – 2 Golos sofridos
Pior Defesa: Alianza Lima – 17 Golos Sofridos
? Análise de desempenho: campanha na Copa Libertadores
Os dados refletem uma campanha de absoluta excelência e domínio, com a equipe a alcançar a final da Copa Libertadores 2025 com estatísticas impressionantes. O equilíbrio entre um ataque extremamente eficaz e uma defesa sólida é a chave para o sucesso registado.
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? Estatísticas chave da campanha na Libertadores
Abaixo estão os principais indicadores da performance da equipa ao longo dos 12 jogos disputados (excluindo a final):
Métrica
Valor
Análise de Desempenho
Jogos Disputados
12
Campanha completa até a Final.
Taxa de Vitórias
83% (10 Vitórias)
Taxa de sucesso elevadíssima, demonstrando domínio total sobre os adversários.
Empates/Derrotas
1 Empate (8%) / 1 Derrota (8%)
Perdas de pontos mínimas (apenas 2 jogos em 12).
Gols Marcados
30 Gols
Média de 2,5 Gols por Jogo (G/J), um ataque de alto poder.
Gols Sofridos
9 Gols Sofridos
Média de 0,75 Gols por Jogo (G/J), confirmando uma defesa muito segura.
Jogos sem Perder (Máximo)
10 Jogos
Longa sequência de invencibilidade que sustentou a campanha.
Jogos a Vencer (Máximo)
7 Jogos
Maior série de vitórias consecutivas.
? Consistência e domínio nas duas Áreas
Ataque Demolidor: A taxa de 83% de Jogos Em que marcou indica que a equipa falhou o gol em apenas 2 dos 12 jogos, mantendo uma consistência ofensiva impressionante.
Defesa Quase Imbatível: A equipa sofreu gols em apenas 42% dos Jogos (5 em 12), ou seja, a defesa conseguiu manter o “clean sheet” (zero gols sofridos) na maioria dos jogos.
Domínio no Mata-Mata: A equipe eliminou adversários fortes nas quartas de final (River Plate) e semifinais (LDU Quito), demonstrando a sua força nos confrontos decisivos.
Grande Final: A campanha culmina com a qualificação para a Final contra o Flamengo.
Qual time que mais ganha para Abel Ferreira?
O Clube de Regatas do Flamengo é o adversário que mais vezes venceu as equipes do técnico português Abel Ferreira.
? Confrontos e Resultados Contra Abel Ferreira
Clube
Jogos
Vitórias Abel
Empates
Derrotas
Pontos Por Jogo (PPJ)
Flamengo
16
3
5
8
0,88
São Paulo
25
9
10
6
1,48
Corinthians
21
8
8
5
1,52
FC Porto
7
0
2
5
0,29
Fortaleza
13
6
3
4
1,62
Análise dos adversários mais vencedores
Liderança do Flamengo: O Flamengo, em 16 jogos, é o time que mais vezes venceu as equipes de Abel Ferreira, indicando que os confrontos contra o Rubro-Negro costumam ser os mais equilibrados e desafiadores para o treinador.
São Paulo e Corinthians no Clássico: O São Paulo e o Corinthians, ambos rivais estaduais do Palmeiras, aparecem logo a seguir. O São Paulo tem 6 vitórias em 25 jogos e o Corinthians 5 vitórias em 21 jogos. Estes números refletem a intensidade dos clássicos paulistas.
Domínio do FC Porto: O registo do FC Porto é positivo para os dragões de Portugal e negativo para Abel Ferreira, com 7 jogos disputados e nenhuma vitória para o treinador português.
Fortaleza como Desafio: O Fortaleza, apesar de ter menos jogos no total, possui uma alta taxa de vitórias (4 vitórias em 13 jogos) contra Abel, refletindo a competitividade do clube nordestino.
A história de sucesso do São Paulo sempre esteve relacionada a paixão de sua torcida. Desde sua fundação, criado e refundado totalmente na base da fé e amor de torcedores, o clube tem os tricolores como maior patrimônio. Até por isso, não à toa são chamados de “torcida que conduz”.
Numa última pesquisa, divulgada pelo jornal ‘O Globo’, o São Paulo aparece como a 4ª maior torcida do país, com mais de 15 milhões de torcedores. Essa massa se reflete no Morumbi e também em outros estados do Brasil, se mostrando uma torcida plural e com tricolor ao redor do país. Nos últimos anos, inclusive, a torcida que conduz foi uma das grandes responsáveis por salvar o time ou empurrá-lo rumo a títulos.
Torcidas organizadas do São Paulo
O São Paulo foi o primeiro clube do Brasil a ter uma torcida organizada. A TUSP (Torcida Uniformizada do São Paulo), foi fundada em 1939. Desde então, a T.Os são paulinas so cresceram e hoje no estádio estimasse que mais de dez compareçam aos jogos. Porém, as principais e mais barulhentas acabam sendo: Independente, Dragões da Real e Falange.
Independente
A Independente é a principal torcida organizada do São Paulo Futebol Clube. Sua fundação ocorreu em 17 de abril de 1972, no centro da capital paulista.
A sede da torcida, conhecida como Casa da Independente, está localizada em frente ao Estádio do Morumbi, na Avenida Jules Rimet.
O grupo nasceu a partir de uma divisão interna entre integrantes da Torcida Uniformizada do São Paulo (TUSP), durante a participação do Tricolor na Copa Libertadores da América de 1972.
Dragões da Real
Também chamada de DDR, trata-se de uma torcida organizada do São Paulo Futebol Clube que atua igualmente como escola de samba. Enquanto a Independente se destaca nas arquibancadas de branco, a dragões pinta o Morumbi de vermelho. Seu lema é: Uma vida de amor ao São Paulo.
Falange
Fundada em 1989, a Falange tricolor é famosa pelos mosaicos no Morumbi. Inclusive, apesar da mais nova, foi a primeira a estender um bandeirão no estádio, com mais 1750 metros quadrados.
Cantos icônicos da torcida do São Paulo
Desde o hino, cantado assim que a bola rola, até as músicas que incendeiam o Morumbi, o São Paulo tem uma das torcidas mais vibrantes do Brasil. Alguns cânticos popularizam e são reconhecidos até por torcedores de outros times. Entoados principalmente pelas organizadas, são marcantes e fazem parte da história de um lugar que é trunfo para o time.
São Paulo é sentimento
Como eu te amo Tricolor
Vamos São Paulo (Vai lá, vai lá de coração)
Sou tricampeão mundial (A Copa do Brasil chegou de vez)
Presença digital e no exterior
O São Paulo é um dos times mais engajados na internet. Com milhares de seguidores em diversas plataformas, mostra o porquê tem uma das maiores torcidas do país. E também do mundo, contando com embaixadas em diversos países ao redor do planeta.
São Paulo online
Segundo dados do Repucom, o São Paulo conta com 23 milhões de seguidores nas redes sociais. Sendo assim, o 5º time do Brasil com mais engajamento. Os dados são de setembro de 2025.
No Instagram é onde o Tricolor se faz mais presente. Na rede social, são mais de sete milhões de seguidores.
Exterior
Além dos famosos consulados, com torcedores do Tricolor no Japão, Alemanha, Estados Unidos, Canadá e Irlanda, o clube é famoso por parcerias internacionais. O São Paulo nutre iniciativas com equipes como Inter de Milão, Stuttgart, Benfica e Barcelona. Além de escolinhas espalhadas ao redor do mundo que seguem a filosofia do time.
Maiores públicos e mosaicos
Tendo o Morumbi como sua casa, o São Paulo coleciona recordes de público. Além disso, conta com médias ao longo das temporadas que tem crescido ano após ano. Em relação aos mosaicos, não faz muito parte da tradição da equipe, mas possui seu histórico.
Maiores públicos do São Paulo no Morumbi:
Final do Paulistão 1980 – São Paulo 1 x 0 Santos (122.209 mil torcedores)
Final do Paulistão 1982 – São Paulo 3 x 2 Corinthians (117.061 mil torcedores)
Semifinal do Paulistão 1978 – São Paulo 1 x 0 Palmeiras (112.016 mil torcedores)
Mosaicos
“Mais popular” final da Copa do Brasil 2023
Bandeirão Calleri
O BANDEIRÃO DA DRAGÕES DA REAL EM HOMENAGEM A JONATHAN CALLERI ?
Embora a temporada de 2025 ainda esteja em disputa, com decisões pendentes na Libertadores e no Brasileirão, o planejamento do Flamengo para 2026 já começou. A diretoria traçou como prioridade máxima resistir ao assédio de outros clubes e manter a base principal do elenco titular.
Por outro lado, o Mengão buscará fazer caixa e aliviar a folha salarial com atletas que perderam espaço ao longo do ano.
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Segundo o “ge”, diferentemente do que ocorreu em 2025, quando negociou titulares importantes como Wesley e Gerson, a meta para 2026 é segurar os principais jogadores. O plano é manter a potência do elenco e fortalecê-lo apenas com peças pontuais.
As principais decisões sobre quem fica e quem sai só serão oficializadas ao término da temporada, mas o tema já é discutido internamente desde a última janela de transferências, quando a diretoria admitiu negociar alguns nomes, o que não avançou por falta de propostas consideradas interessantes.
Atletas que já estão de saída do Flamengo
Três jogadores do elenco atual já têm seus futuros traçados longe do Ninho do Urubu:
Matheus Cunha (goleiro): o jogador assinou um pré-contrato com o Cruzeiro e se apresenta ao clube mineiro em 2026.
Cleiton (zagueiro): o defensor tem um acordo encaminhado para se transferir ao Wolfsburg-ALE, ao fim do seu contrato.
Pablo (zagueiro): com vínculo somente até dezembro, o zagueiro já não faz parte dos planos e tem treinado à parte do elenco principal.
Lista de negociáveis
A diretoria focará as negociações em atletas que não conseguiram se firmar ou perderam relevância ao longo de 2025.
Um dos nomes considerados negociáveis é o de Allan. Com contrato até o fim de 2027, o volante teve oportunidades neste ano (34 jogos), mas não conseguiu se firmar a ponto de ser visto como indispensável.
As contratações dos meio-campistas Jorginho e Saúl no meio do ano elevaram o nível da concorrência e diminuíram ainda mais o espaço de Allan.
O setor ofensivo é o que deve sofrer mais alterações. Michael e Everton Cebolinhapuxam a fila. Ambos possuem salários considerados altos e, na avaliação interna, entregaram pouco retorno técnico em 2025. Michael chegou a receber propostas, mas não houve acordo financeiro. O clube entende que, para liberá-los, precisará receber ofertas que compensem o investimento feito.
Outro que está no fim da fila por oportunidades é Juninho. Contratado no início da temporada com o aval do técnico Filipe Luís, o atacante não se firmou.
Recentemente, mesmo com a lesão de Pedro, o Flamengo optou por improvisar outras peças na referência do ataque. O próprio treinador já indicou em coletivas que as chances são dadas com base no desempenho nos treinos, sinalizando que Juninho está atrás dos companheiros na disputa por posição.
A lateral-esquerda passará por avaliação. Atualmente, o Flamengo conta com três nomes: Alex Sandro, Matías Viña e Ayrton Lucas. Alex Sandro é o titular absoluto. Ayrton Lucas e Viña se revezam no banco, mas o uruguaio, que retornou de graves lesões sofridas em 2024, teve menos chances com Filipe Luís. Quando o titular é desfalque, o técnico tem priorizado a escalação de Ayrton.
Pedro vai jogar a final da Libertadores entre Flamengo e Palmeiras? É a pergunta do momento, desde que o centroavante lesionou o braço. E, pelo andar da carruagem, o atacante deve estar à disposição. O clube também atualiza os casos de Allan, Léo Ortiz e Jorginho.
Nesta quarta-feira (12), o Mengão apontou evolução incrível para o Camisa 9, afirmando que o craque já está na última fase de sua recuperação. A imobilização utilizada no braço, hoje, já é mais curta.
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O craque, inclusive, voltou a treinar, realizando atividades parcialmente com os demais jogadores, de acordo com o informativo do clube. Veja o que diz o Flamengo sobre a recuperação de Pedro, detalhadamente.
“Em função da boa evolução do quadro, o atacante avançou para o último estágio de sua reabilitação da fratura. Nesta quarta-feira (12), já com nova e mais curta imobilização, retomou as atividades parciais com o grupo, em exercícios ainda sem confronto direto. A programação de recuperação segue dentro do planejado pelo departamento médico do Flamengo”, diz o clube.
Além de Pedro: Flamengo atualiza casos de Jorginho, Léo Ortiz e Allan
Outros nomes importantes tiveram suas situações atualizadas: Allan, Jorginho e Léo Ortiz. O primeiro volante, que teve fascite plantar, ainda segue o tratamento com o Departamento Médico do Flamengo, sem grandes atualizações. Jorginho também teve boa notícia, fazendo trabalhos em campo com a fisioterapia e a preparação física rubro-negra.
Por fim, o zagueiro Léo Ortiz segue com dores no tornozelo por conta do trauma na região, mas segue o planejamento de recuperação do Flamengo. Inicialmente, a notícia não parece tão boa. Resta aguardar para ver se o zagueiro pode ter condições de jogo contra o Sport, no sábado (15), fora de casa.
Agustín Canobbio é, indiscutivelmente, um dos principais destaques do Fluminense na temporada 2025. Contratado no início do ano, o atacante uruguaio deslanchou sob o comando de Luis Zubeldía, vive o ano mais artilheiro de sua carreira e é titular absoluto da equipe.
No entanto, o sucesso no Tricolor contrasta com sua situação na Seleção Uruguaia. Apesar do protagonismo, Canobbio segue fora das listas do técnico Marcelo Bielsa, e a justificativa vai além do campo: um desentendimento pessoal entre os dois, ocorrido em 2024, ainda fecha as portas da Celeste para o jogador.
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Canobbio vive auge no Fluminense
No Fluminense, Canobbio encontrou sua melhor versão. Em 2025, ele soma 11 gols e cinco assistências, números que o colocam como o segundo maior artilheiro do elenco, atrás apenas de Germán Cano, que tem 20.
Além das estatísticas, o uruguaio se tornou uma peça fundamental no esquema de Zubeldía por sua intensa entrega física e disciplina tática. Sua capacidade de recomposição e ataque em velocidade o tornaram um dos pilares do time que atualmente ocupa a sétima posição no Brasileirão, dentro da zona de classificação para a Libertadores.
Ruptura com Bielsa na Copa América 2024
A ausência de Canobbio na seleção não é recente, embora sua boa fase no Fluminense a torne mais evidente. O atacante, que acumula 12 partidas pelo Uruguai e participou da Copa do Mundo de 2022, não é chamado desde a Copa América de 2024.
O torneio foi marcado por um clima de tensão interna. Luis Suárez, que se aposentou da seleção após a competição, expôs publicamente o distanciamento entre Bielsa e o elenco.
“Muitos jogadores fizeram reunião para pedir ao treinador que pelo menos nos desse bom dia. Ele nem sequer nos cumprimenta”, afirmou Suárez na época.
Canobbio, que defendia o Athletico-PR, também se mostrou insatisfeito. Durante a partida que valia o terceiro lugar, o atacante foi flagrado chutando copos e garrafas d’água à beira do gramado, irritado. Pouco depois, em entrevista ao programa “Minuto 1”, ele confirmou o descontentamento e reforçou as críticas de Suárez, alegando ter se sentido desrespeitado.
“Teve muita falta de respeito constantemente. Eu sou muito respeitoso, mas chegou uma hora que eu explodi. Em uma análise de vídeo que ele fez, acabou me culpando por alguma coisa. […] Me chocou muito a maneira como ele falou”, explicou Canobbio em 2024.
Desde então, o atacante não voltou a ser convocado.
Olhar de Bielsa para futebol brasileiro
Apesar da crise interna, Bielsa foi mantido no cargo. Na última convocação uruguaia, divulgada em 10 de novembro para amistosos contra México e Estados Unidos, o treinador provou que acompanha de perto o futebol brasileiro.
Oito atletas que atuam no Brasil foram chamados: Viña, Varela e Arrascaeta (Flamengo); Piquerez, Emi Martínez e Facundo Torres (Palmeiras); Puma Rodríguez (Vasco) e Laquintana (Bragantino). O nome de Canobbio, mais uma vez, ficou de fora.
O atacante não gosta mais de comentar publicamente o assunto. No entanto, segundo o “ge”, Canobbio ainda não desistiu de disputar a Copa do Mundo de 2026. Para pessoas próximas, o uruguaio diz que “o foco está no Fluminense, que caso uma nova convocação aconteça, será pela consequência do trabalho no clube”.
Enquanto a seleção joga, Canobbio descansa. O elenco do Fluminense ganhou dois dias de folga após o empate com o Cruzeiro e se reapresenta nesta quarta-feira (12). O próximo compromisso do Tricolor é apenas no dia 19 de novembro, após a Data Fifa, no clássico contra o Flamengo, às 21h30 (de Brasília), no Maracanã.
A galeria de ídolos do Corinthians reúne figuras cuja importância ultrapassa gols e taças: são referências culturais que moldaram identidade, comportamento da torcida e até posicionamentos sociais do clube. Entre os nomes que sintetizam essa tradição estão Wladimir (recordista de partidas pelo clube e símbolo de fidelidade), Roberto Rivellino (o “Reizinho do Parque”, referência técnica e ícone dos anos 60/70) e Sócrates (líder intelectual da Democracia Corinthiana, com papel político e simbólico decisivo).
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A construção dessa idolatria combina performance em campo e presença em momentos históricos: Wladimir entrou para a história com mais de 800 partidas pelo Timão, consolidando um laço de identificação lateralizado entre jogador e torcida; Rivellino projetou o clube ao patamar de formador de craques ao ser revelado no Terrão e brilhar nacionalmente; Sócrates, por sua vez, ampliou o papel do jogador para além do esporte ao liderar a Democracia Corinthiana, movimento que articulou futebol, cidadania e crítica política durante a ditadura.
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O impacto desses ídolos também foi objeto de análise acadêmica e jornalística: estudos sobre a construção da idolatria no futebol brasileiro mostram que fatores como representatividade social, performance em jogos decisivos e presença midiática explicam a perenidade de certas figuras; pesquisas de comunicação e sociologia do esporte apontam ainda que movimentos como a Democracia Corinthiana ampliaram o vínculo entre clube e sociedade civil, transformando jogadores em símbolos políticos e culturais.
Ídolos inconstestáveis do Corinthians
Wladimir: lealdade ao Corinthians
Homenagem a Wladimir (Foto: José Idalgo/Ag. Corinthians)
Wladimir Rodrigues dos Santos estreou pelo Corinthians em 1972 e construiu carreira marcada por regularidade: é o jogador com mais partidas oficiais pelo clube (cerca de 805–806 jogos) e autor de mais de 30 gols pelo Timão. Sua longevidade transformou-no em referência de fidelidade e profissionalismo para várias gerações da Fiel.
Em campo, Wladimir era lateral-esquerdo de boa presença ofensiva e equilíbrio defensivo — características que o mantiveram como titular por mais de uma década. Participou ativamente das campanhas que encerraram fases difíceis do clube, conquistando títulos paulistas (1977, 1979 e 1983) e se firmando como pilar técnico e emocional do elenco.
Além da estatística, sua importância ultrapassa números: Wladimir foi figura central na Democracia Corinthiana, dialogando com companheiros e torcedores e assumindo papel de liderança silenciosa; seu nome entrou para o repertório simbólico do clube como sinônimo de pertença. Por isso, sua história costuma ser lembrada tanto em acervos oficiais quanto em tributos da torcida.
Rivellino: ‘O reizinho do Parque’
Rivellino na estreia pelo Corinthians Foto: Arquivo/Corinthians
Roberto Rivellino chegou ao Corinthians ainda jovem e estreou no profissional em meados da década de 1960; foi no Parque São Jorge que consolidou sua fama de meia-crachá: drible curto, chute forte e cobranças de falta que o tornaram um dos jogadores mais admirados da época. Ele marcou mais de 140 gols pelo Corinthians e é lembrado como o “Reizinho do Parque”.
Sua projeção tomou dimensão nacional quando integrou a seleção brasileira campeã do mundo em 1970, o que também realçou a reputação do Corinthians como formador de talentos. Apesar de ter saído do clube sem um título estadual naquele período, Rivellino deixou legado técnico e identificação com a camisa que persistem até hoje — é citado frequentemente em perfis históricos e acervos do clube.
No plano simbólico, Rivellino é referência de qualidade técnica em uma era em que o clube sofria com a ausência de grandes conquistas; sua postura e atuações alimentaram a narrativa de que o Terrão e a formação corinthiana produziam craques capazes de brilhar em nível nacional e internacional. Sua trajetória é assinalada tanto em reportagens históricas quanto em materiais de memória do clube.
Sócrates: o democrata corintiano
Sócrates, ídolo do Corinthians Foto: Arquivo Corinthians
Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira chegou ao Corinthians em 1978 e, além de sua elevada qualidade técnica como meio-campista, tornou-se o principal articulador do movimento conhecido como Democracia Corinthiana (início dos anos 1980). O fenômeno teve impacto desportivo — com títulos estaduais em 1979, 1982 e 1983 — e impacto político-cultural, ao unir futebol, cidadania e discurso público durante a ditadura militar.
No plano estritamente esportivo, Sócrates foi peça chave do meio-campo do Corinthians: visão de jogo, passes verticais e presença nas decisões definiram seu papel dentro do time; fora de campo, sua formação intelectual (médico) e engajamento em pautas democráticas ampliaram sua influência para além do estádio, transformando-o em símbolo de resistência e em referência para estudos sobre esportes e sociedade.
A relevância do movimento que Sócrates ajudou a liderar também foi tema de trabalhos acadêmicos e reportagens internacionais, que destacam como a experiência corinthiana articulou gestão participativa, discurso público e projeção midiática — elementos que solidificaram a idolatria em torno do jogador e consagraram a Democracia como capítulo central da história social do clube.
Nomes históricos
Cássio – o gigante corintiano
Cássio, maior goleiro da história do Corinthians (Foto: Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians)
Cássio Roberto Ramos tornou-se a figura mais decisiva do Corinthians no século XXI: contratado em 2012, foi peça-chave na campanha da Copa Libertadores de 2012 e no título mundial daquele ano, quando teve atuação decisiva na final contra o Chelsea, rendimento que lhe valeu o troféu de melhor jogador do Mundial.
Ao longo de mais de uma década de serviço ao clube, Cássio acumulou títulos importantes — Libertadores (2012), Campeonato Brasileiro (2015, 2017), Copas e estaduais — e se consolidou como ídolo da Fiel por atuações em jogos decisivos, defesas em pênaltis e liderança silenciosa no vestiário. Sua longevidade e regularidade transformaram-no no goleiro mais celebrado do clube na era moderna.
Além das conquistas, o vínculo emocional com a torcida vem de episódios concretos: defesas em decisões, reflexos em cobranças de pênalti e posturas em momentos de crise que foram narrados extensamente pela imprensa e pela própria comunicação do clube — fatores que o elevaram à condição de “xodó” da Fiel e personagem central da narrativa do Corinthians vencedor na última década.
O ‘Craque’ Neto
Homenagem ao Craque Neto Foto: José Manoel Idalgo/Ag. Corinthians
José Ferreira Neto (conhecido como Neto) ganhou status mitológico no Corinthians ao ser o principal protagonista do Campeonato Brasileiro de 1990, o primeiro título nacional da história do clube. Neto foi o jogador-chave daquela campanha: seu protagonismo em partidas decisivas e o carisma diante da torcida o transformaram em referência e no “xodó da Fiel” daquela geração.
Formado nas categorias do Guarani e contratado pelo Corinthians em 1988, Neto se consolidou tecnicamente como meia com faro de gol e capacidade de decidir jogos — atributos que se materializaram em gols e assistências durante a campanha de 1990. A relação com a torcida se intensificou pelo desempenho em partidas-chave e pela identificação pessoal: Neto tornou-se símbolo de uma virada histórica na narrativa do clube, convergindo esporte e afeto torcedor.
Depois do auge, Neto foi figura frequente na mídia como comentarista e referência, mantendo vínculo com a história do Corinthians e sendo constantemente citado em retrospectivas sobre o título de 1990 e sua importância simbólica para o clube.
Basílio: o gol que encerrou a fila
Basílio, ídolo do Corinthians Foto: Arquivo Corinthians
João Roberto Basílio entrou para o panteão corinthiano ao marcar o gol que encerrou o jejum de 23 anos sem títulos: Corinthians 1×0 Ponte Preta, final do Campeonato Paulista de 1977 — gol que até hoje é citado como o mais emblemático da história do clube, eleito por pesquisas internas como “o gol que mudou tudo”.
A importância de Basílio vai além do momento: sua atuação naquele campeonato e o símbolo do gol decisivo transformaram-no em figura de identificação para a geração que viveu a “sarna” da fila de títulos. A narrativa do alívio coletivo — a festa das ruas, as imagens icônicas e a voz de Osmar Santos narrando o lance — consolidaram o episódio como peça fundadora da memória emocional da Fiel.
Nas décadas seguintes, Basílio manteve vínculo afetivo com o clube e foi lembrado em homenagens e reportagens que resgatam o simbolismo daquele 13 de outubro de 1977; o lance segue presente em compilações históricas e em depoimentos sobre o poder do futebol como elemento social e cultural em São Paulo.
Marcelinho Carioca: o “Pé de Anjo”
Marcelinho Carioca, o ‘Pé de Anjo’ (Foto: Rogério Palatta/Ag. Corinthians)
Marcelo Pereira Surcin, o Marcelinho Carioca, é um dos maiores ídolos recentes do Corinthians: entrou para o inconsciente coletivo com cobranças de falta, gols decisivos e carisma, somando cerca de 433 jogos e 206 gols pelo clube — números que o colocam entre os maiores artilheiros e protagonistas da história corinthiana.
Marcelinho foi peça central nos títulos do fim dos anos 1990 (Brasileiros de 1998 e 1999) e no Mundial de Clubes em 2000, e consolidou sua imagem como jogador de técnica refinada e forte identificação com a Fiel — muitas de suas funções no time tinham a ver com o controle do ritmo, bolas paradas e capacidade de decidir em jogos-chave.
A paixão da torcida por Marcelinho inclui tanto a admiração técnica quanto episódios de confronto com gestões e questões internas, o que mostra a dimensão complexa da relação ídolo-torcida.
Além dos números e títulos, o legado de Marcelinho passa pela construção de um personagem midiático: declarações fortes, polêmicas e grande presença em campanhas e eventos do clube tornaram-no peça de memória popular — alguém cuja imagem é regularmente convocada em debates sobre o “DNA corinthiano” e sobre idolatria no futebol moderno.
Todos os ídolos da história do Corinthians
Ado – Goleiro reserva do time campeão paulista de 1977, símbolo de carisma e amor ao Timão.
Alessandro – Capitão da era mais vitoriosa do clube, levantou a Libertadores e o Mundial de 2012.
Ataliba – Atacante veloz dos anos 80, decisivo em clássicos e ídolo da Fiel pelo carisma.
Baltazar – Artilheiro histórico dos anos 50, conhecido como “Cabecinha de Ouro” pelos gols de cabeça.
Basílio – Marcou o gol do título paulista de 1977, encerrando o jejum de 23 anos sem conquistas.
Biro-Biro – Meio-campista incansável e carismático dos anos 80, símbolo da raça corintiana.
Cabeção – Goleiro lendário dos anos 50, reconhecido pela segurança e longevidade no clube.
Carbone – Destaque do ataque nos anos 50, parte de uma geração marcante no pós-guerra.
Casagrande – Atacante revelado no clube, ídolo da Democracia Corintiana e referência de paixão alvinegra.
Cássio – Goleiro mais vitorioso da história do clube, herói da Libertadores e do Mundial de 2012, símbolo de liderança e fidelidade à camisa alvinegra.
Chicão – Zagueiro-artilheiro da era Tite, símbolo da raça na conquista da Libertadores e do Mundial.
Cláudio – O “Gerente”, maior artilheiro da história do clube, ídolo absoluto das décadas de 40 e 50.
Danilo – Meia cerebral e decisivo, herói dos títulos da Libertadores e do Mundial de 2012.
De Maria – Jogador versátil dos anos 30, conhecido pela entrega e identificação com o Timão.
Del Debbio – Zagueiro técnico dos anos 20 e 30, campeão paulista e líder em campo.
Dida – Goleiro histórico da virada do século, destaque nos títulos do Paulistão e do Mundial de 2000.
Dinei – Campeão brasileiro em três décadas, sempre decisivo e identificado com o clube.
Dino Sani – Meio-campista elegante dos anos 50, marcou época pela classe e liderança.
Ditão – Zagueiro firme e respeitado, símbolo de lealdade nos anos 60.
Domingos da Guia – Um dos maiores zagueiros da história do futebol brasileiro, jogou no Timão nos anos 40.
Edílson – O “Capetinha”, irreverente e decisivo nas conquistas nacionais e na Libertadores de 2000.
Emerson Sheik – Herói da Libertadores 2012 com dois gols na final, eternizado na história do clube.
Ezequiel – Jogador de raça dos anos 70, lembrado pela entrega em campo.
Flávio Minuano – Artilheiro nato, goleador das décadas de 60 e 70.
Gamarra – Zagueiro paraguaio técnico e líder, símbolo de segurança nos anos 90.
Geraldão – Atacante poderoso dos anos 70, ídolo por sua força e faro de gol.
Gilmar – Goleiro bicampeão mundial pela Seleção, iniciou a carreira brilhante no Corinthians.
Idário – Defensor símbolo de raça e amor ao clube nos anos 50.
Liedson – Atacante artilheiro e decisivo no título brasileiro de 2011, ídolo recente da Fiel.
Luizão – Goleador do título do Mundial de 2000, fundamental na virada do século.
Luizinho – O “Pequeno Polegar”, craque refinado e símbolo de amor ao Timão nas décadas de 40 e 50.
Marcelinho Carioca – “Pé de Anjo”, maior ídolo dos anos 90, ícone das bolas paradas e títulos inesquecíveis.
Marcelo – Meia talentoso dos anos 80, lembrado por grandes atuações e identificação com o clube.
Neco – Primeiro grande ídolo da história, líder e craque das conquistas iniciais do Timão.
Neto – Camisa 10 da Democracia e herói do título brasileiro de 1990, ídolo eterno da torcida.
Oswaldo Brandão – Técnico lendário, campeão paulista em 1977 e símbolo de liderança.
Palhinha – Atacante decisivo dos anos 70, destaque nas campanhas paulistas.
Paulinho – Volante moderno e herói da Libertadores 2012, ídolo da era Tite.
Ralf – Volante marcador, símbolo de entrega nas conquistas de 2011 e 2015.
Rincón – Capitão da Libertadores e do Mundial 2000, exemplo de liderança e força.
Rivellino – Craque da base e um dos maiores da história do futebol brasileiro, símbolo técnico do Timão nos anos 60.
Roberto Belangero – Meio-campista elegante dos anos 50, ídolo por sua técnica refinada.
Ronaldo Fenômeno – Ídolo mundial que brilhou no Timão em 2009 e ajudou a reconstruir o clube.
Ronaldo Giovaneli – Goleiro carismático e ídolo popular dos anos 90, símbolo da Fiel em campo.
Ruço – Meio-campista valente dos anos 70, lembrado pela raça.
Rui Rei – Autor do gol do título paulista de 1979, herói corintiano.
Sócrates – Líder da Democracia Corintiana, símbolo político e técnico da história do clube.
Teleco – Artilheiro lendário dos anos 30, dono de média impressionante de gols.
Tevez – Craque argentino que encantou a Fiel no título brasileiro de 2005.
Tite – Técnico multicampeão, responsável pela era mais vitoriosa da história recente do Timão.
Tobias – Goleiro seguro nos anos 70, conhecido pela regularidade.
Tuffy – Goleiro dos anos 20, símbolo da fundação do espírito corintiano.
Tupãzinho – “Talismã da Fiel”, marcou o gol do título brasileiro de 1990.
Vampeta – Volante irreverente e campeão mundial, símbolo de entrega e carisma.
Viola – Herói do título paulista de 1988 e ícone da irreverência corintiana.
Wilson Mano – Volante firme e marcador, destaque nos anos 90.
Wladimir – Jogador que mais vestiu a camisa do Corinthians, símbolo de lealdade e identidade.
Zenon – Meia talentoso dos anos 80, conhecido pela elegância e precisão nas cobranças.
Zé Elias – Volante revelado no clube, símbolo da nova geração dos anos 90.
Zé Maria – O “Super Zé”, lateral incansável, símbolo de raça e fidelidade à camisa alvinegra.