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  • Boletim Olímpico do Mengão: Vôlei, Basquete, Futsal, Judô, Society…

     

        Bruno Vasconcellos (Twitter: @BruNoCellos_CRF)

     

     

    VÔLEI

    Em reportagem publicada no Mundo Bola, o diretor-executivo de esportes olímpicos revelou que há interesse do Flamengo em disputar a Superliga. O ex- jogador de basquete do Flamengo ressaltou a importância que o campeonato teria caso o Rubro-Negro participasse. Vido porém deixou claro que apesar do entusiasmo da torcida, o clube enfrentaria dificuldades como:

    Montar um time competitivo
    Patrocínio
    Ginásio para mandar seus jogos

    Marcelo descartou a possibilidade do Flamengo fazer algo parecido com o São Paulo. Não pensa em “emprestar” camisa para qualquer outra equipe. E ressaltou que existem outros tipos de parceria sendo negociadas, para fins diferentes. O clube continuará investindo na reestruturação das categorias de base.

    O Mengo vêm obtendo resultados muito bons. Em março, Júlia Queirós integrou a equipe infanto-juvenil do Rio de Janeiro no Campeonato de Seleções,  no Centro de Desenvolvimento do Voleibol, em Saquarema. Abel Martins, técnico do clube, atuou como assistente técnico.

    Na primeira fase, todos jogam entre si nos grupos. Os dois primeiros de cada chave e os dois melhores terceiros avançam à fase final. Os três últimos colocados da competição caem para a segunda divisão em 2016.

    Conheça alguns atletas do voleibol rubro-negro com destaque e muito futuro no profissional:

    Juvenil Feminino – Carolina Barbosa, Juliana Becker, Giovanna Kuntz.
    Infanto-Juvenil Masculino – Pedro Reis, Renato Franco, Guilherme Santos.
    Juvenil Masculino – Jonas Paixão, Ramon Figueiredo, Luís Phelippe Soares, Marcos Paulo da Silva, Nivaldo Holmes, Daniel Silva.

    Vido disse que a prioridade do clube é o fortalecimento das categorias de base (Foto: Site Oficial)

    BASQUETE

    O orgulho da Nação perdeu a oportunidade de abrir vantagem nos playoffs do NBB7. No segundo jogo das quartas de finais da competição o Flamengo foi derrotado pelo São José por 82×76, no Tijuca Tênis Clube.  O jogo foi equilibrado. O Mais Querido se saiu vitorioso no primeiro período (21 a 20), mas viu o adversário se recuperar no segundo (41 a 35). A equipe comandada por José Neto voltou melhor do intervalo e teve nas mãos de Marquinhos suas melhores jogadas. A vitória do Fla no terceiro quarto empatou  o jogo (57×57). Já última etapa, Caio Torres, um velho conhecido da torcida rubro-negra teve uma atuação espetacular e desequilibrou o jogo à favor do time paulista (82 a 76).

    SAIBA MAIS

    O São José empatou a série em 1 a 1 e fará os dois próximos jogos no Ginásio Lineu de Moura, em São José dos Campos.

    Próximos jogos:

    28/04/2015 às 20h
    Transmissão: Portal do LNB

    30/04/2015 às 19h30
    Transmissão: SporTV
    JUDÔ

    Bárbara Timo em ação (Foto: Flamengo Oficial)

    Pelo Pan-americano de Judô que aconteceu em Edmonton, no Canadá, a judoca do Mengão Barbara Timo ficou com a quinta colocação na classificação geral. Barbara venceu suas duas primeiras lutas contra a argentina Lucia Cantero e a brasileira Maria Portela. Em seu terceiro duelo Timo acabou sendo derrotada pela tricampeã mundial Yuri Alvear. Na disputa pelo bronze um outro tropeço, desta vez para cubana Onix Aldama.

    A equipe feminina do Brasil que conta com as rubro-negras Barbara Timo e também com a técnica Rosicleia Campos fechou no segundo lugar, ficando com a medalha de prata.
    REINAUGURAÇÃO DO GINÁSIO KANELA E DO CAMPO SOCIETY

    Bandeira discursa ao lado de Póvoa na inauguração do Kanela (Foto: Site Oficial)

    No sábado (25.04) foi realizado na Gávea e reinauguração do Ginásio Renan Togo Soares ‘Kanela’ e do campo de Society. O novo gramado é de material fibrilado em polietileno, com 5 mm de altura, da fabricante Sportlink. Também foram prestadas homenagens a personalidades do vôlei e futsal que fizeram história no Flamengo, como Jackeline, Isabel, Ênio Figueiredo e Cid Escarlate. Ídolos de ambos os esportes estiveram presentes na cerimônia. SAIBA MAIS

  • Jornalista esclarece pontos importantes sobre a Superliga

                       Lucas Dantas (Twitter: @lucasdantas), à convite do Mundo Bola Informação

    O Flamengo e a Superliga

    Uma notícia dada na última semana, às vésperas da decisão da Superliga Feminina 2014-2015, dava conta de um interesse do Flamengo em voltar para a competição que não disputa desde 2005, no naipe das mulheres, e 97, no masculino. O último título (se não me engano, o único) foi com elas, em 2001, naquela final contra o Vasco, no Maracanãzinho. Foi também a última vez que nem Osasco e Rio de Janeiro não estiveram na final (pelo menos uma das equipes).

    Para o Flamengo, é bom disputar a Superliga? Me pediram essa análise e achei que seria legal falar um pouco. Como jornalista que trabalha diretamente no mundo do voleibol e em viagens e coberturas, vi muitos ginásios, ouvi muita coisa, li muitas notícias e acompanhei de perto, principalmente nas conversas em off, sobre o esporte no país. Não sou e nem pretendo ser o dono da razão, mas queria mostrar que existem coisas que vão além da simples vontade de montar um time. Claro que o Flamengo sabe disso. Mas muitos torcedores não sabem, então acho que seria legal falar um pouco (ou muito. Senta que lá vem história).

    Público: O voleibol é o segundo esporte mais popular do país, dizem. No coletivo é, com certeza. Mas não sei como está o quadro MMA x vôlei. Saindo de Rio e São Paulo, o esporte é muito forte em diversas praças importantes, com ginásios sempre recebendo públicos de 2 mil a 6 mil pessoas, dependendo de sua capacidade. Muitos desses públicos são empurrados pela presença de atletas da seleção brasileira nos times. Sesi, Cruzeiro, Minas, Rio, Taubaté e Osasco lotam os ginásios onde jogam, independentemente do adversário e de sua posição na tabela. Ginásios, diga-se, fracos, velhos e com estrutura precária na maioria das vezes. Mas o público fiel comparece. Em Cuiabá, para a Copa Brasil feminina, não havia espaço vazio na arquibancada. Em Maringá, em janeiro do ano passado, o Chico Neto teve sua lotação de 6 mil pessoas preenchida nas finais masculina e feminina, com venda de ingressos a 30 reais.

    Claro que um time de vôlei do Flamengo ajudaria, muito, a manter ou até aumentar, nas cidades com ginásios disponíveis, essa média acima. E se montar um time com atletas de seleção ou pelo menos uma equipe nível 5-6 (explico depois), já é uma garantia de boa audiência. Mas isso na audiência física, no local. Porém, não esperem rendas financeiras. O ingresso do vôlei não chega a 30 reais, quando muito. Numa final, cujos preços e lucros são da CBV, eles sobem o valor, mas ao clube cabe apenas uma pequena quantidade de ingressos. Times pequenos aproveitam a vinda dos grandes para ganhar algum trocado com ingressos, mas para o Flamengo, essa conta não vale a pena.

    Adendo: vale ressaltar que as torcidas são diferentes. Uma torcida de vôlei é bem diferente, em tudo, da de futebol. Claro que quando juntam os esportes as semelhanças aparecerão, mas o público, o perfil, a cara de quem vai a jogo de vôlei normalmente é BEM DIFERENTE do futebol.

    Audiência TV: “Ah, o Sportv vai bombar com o Mengão no vôlei”. Sim, é claro que um jogo do Flamengo no Sportv deverá dar uma audiência maior que o normal da Superliga mas, como em tudo na vida, o termômetro será o time em si e a fase do jogo. Os horários de transmissão da Superliga são sexta, 21h30, para elas, e sábado, 21h30, para eles. Se as pessoas já reclamam com o futebol nesse horário, e isso rola um dia no campeonato, imagina uma constante? Não tenho acesso aos números do “canal campeão”, mas sei, de off, que o vôlei não é a melhor das audiências, quando fora de fase decisiva. Um Flamengo x Juiz de Fora de tabela, num sábado às 21h30, teria seu público no ginásio em torno de 500 pessoas, máximo. Quantas na frente da TV? Vôlei é um esporte de tempo indeterminado. Pode durar 1 hora como 2 horas e meia. É um esporte de quem gosta. Quem não gosta ou assiste esporadicamente, vê apenas quando o jogo tem apelo.

    Local: onde jogar? Alguns times, quase todos, na verdade, contam com apoios de prefeituras para utilizar os ginásios que ficariam às escuras se não fosse o vôlei. Osasco, Brasil Kirin, São Bernardo, Maringá, Montes Claros… a lista é grande. E faz sentido. Antes que pensem em “farra do dinheiro público”, isso é uma das tarefas da prefeitura, sim, e é bom para a cidade e para o esporte. É um apoio que não agride ninguém, muito pelo contrário. Mas, no caso do Flamengo, como seria isso? O Maracanazinho não viria de graça, ainda mais para manter jogos com públicos pequenos. O Tijuca tem dono. A Arena da Barra, idem. Todo mundo aí quer ganhar dinheiro com aluguel. Onde o Flamengo jogaria?

    O Cruzeiro joga em Contagem, a 30 minutos de Belo Horizonte, no ginásio poliesportivo cedido pela prefeitura. Tanto o Sada, do milionário Vittorio Medioli, quanto o Cruzeiro Esporte Clube poderiam alugar um ginásio em BH, certo? Por que? Não é melhor ir para uma cidade ao lado, onde a prefeitura pode ceder um (bom) espaço que estará sempre cheio de cruzeirenses? O Flamengo poderia fazer isso? Por que não? Volta Redonda tem torcida de vôlei e local para jogos. O ginásio da Ilha São João é da prefeitura. O time sofreu com problemas financeiros e acabou. A torcida ficou órfã. Precisa dizer mais?

    Nome: Nesse ponto, o Flamengo nada de braçada. Ao contrário da esmagadora maioria dos times da Superliga, o nome seria Flamengo e só Flamengo. Pode arrumar o patrocinador que for, mas o nome será Flamengo. E o patrocinador não poderá reclamar porque, além de ter estampada sua marca em todos os lugares (mesmo que a Globo não diga o nome, a marca estará lá, como é no futebol), poderá vender camisas com sua logo. Sim, isso mesmo. E vai ganhar.

    Nas duas últimas finais de Superliga que fui no Mineirinho, a camisa do Cruzeiro com a marca verde do Sada na barriga dividia espaço com a tradicional azul do time de futebol, se não fosse mais numerosa. Ela é mais barata que a do futebol, mas é oficial e ainda ajuda o esporte específico. A torcida comprará e desfilará coma camisa, sem dúvidas. Para os fãs de vôlei, um deleite e mais uma opção de Manto para comprar. Só vi vantagens…

    Time: aqui é um ponto complicado. Masculino ou feminino? O que é melhor? Notadamente a audiência e apelo de mídia do time masculino é maior que o feminino (e olha que são elas as bicampeãs olímpicas). Mas os naipes possuem suas particularidades na hora de montar uma equipe, a começar pelo ranking.

    Para quem não sabe, esse ranking deveria equilibrar as equipes impedindo que um messias venha e compre todo mundo, montando uma máquina de voleibol. No masculino isso funciona, em termos. No feminino, os nove anos seguidos da mesma final provam que não funciona. Não vou entrar nos detalhes do ranking porque isso pede um texto exclusivo. O que importa é que para a próxima temporada, os times já estão quase fechados. E com isso entende-se que os melhores jogadores já têm “dono”. A oferta no voleibol não é como no futebol. O esporte é diferente a montagem de elenco também. Você monta um time com 12 nomes dependendo de cada jogo e momento da partida, ou até já pensando na final. Qualquer time que queira vencer a Superliga Masculina sabe que em determinado momento precisará bater o Cruzeiro, então precisa montar seu time pensando em como fazer isso. O mesmo no feminino, com Osasco ou Rio. Aí precisa de um bloqueador para determinados momentos, um ponteiro passador quando precisar segurar o jogo, um saque forte para quebrar o passe adversário, blablabla…

    A ideia é montar no masculino. Porém, no feminino, por incrível que pareça, pode ser mais fácil, uma vez que muitas importantes jogadoras estão no exterior e quando repatriadas voltam com uma bela bonificação de pontos. Com duas “gringas” 7 e algumas jogadoras 5 já se forma um belíssimo time para a competição. Mas o Rio já tem o Rexona. Vale a pena montar um time para rivalizar com um projeto de anos? E juntar os dois? Bernardinho e a líbero Fabi gostariam da ideia, aposto…

    Base: Nesse ponto o Flamengo ganharia muito. Aliás, o time já tem uma categoria de base bem ativa e com certeza pode trazer dali alguns atletas para fortalecer o time principal. Afinal, craque o Flamengo… vocês sabem. E quem é contra qualquer projeto que visa fortalecer o esporte nacional? Muito melhor, mais econômico e produtivo que sair pagando fortunas para atletas consagrados, é pegar um time feito em casa, trazer algumas peças pontuais para dar liga e experiência e botar a prata da casa para jogar. Com isso, consolida o projeto, revela atletas e aumenta receita de escolinhas e afins. Inclusive, se o Flamengo optar por começar com a base já será um grande negócio para marcar território. Depois, mostrando que a parada é séria, vai ter jogador fazendo fila na porta para jogar em um time que não vai acabar depois de um ano. O Flamengo precisa mostrar que não é aventureiro (embora, no Brasil, qualquer projeto esportivo além do futebol é uma aventura), mas um time sólido. E Superliga, com projeto, só se ganha depois de alguns anos. O Cruzeiro é o que é hoje porque roeu muito osso no início. A outra opção é derramar um caminhão de dinheiro e montar uma sucursal da Seleção Brasileira.

    Calendário: Ponto crítico. A Superliga vai de agosto/setembro até abril/maio. Só São Paulo tem um estadual forte. Minas é um par ou ímpar entre Cruzeiro e Minas Tênis e o resto do Brasil não tem nada. Como ocorre em muitos times, periga os jogadores ficarem treinando e disputando amistosos até começar a Superliga. E se forem eliminados antes dos playoffs, corta uns dois meses desse calendário. Uma sugestão seria montar a equipe e ir para os EUA ou Europa disputar torneios de pré-temporada. Daria uma boa bagagem.

    Resumindo, acho que seria muito bom o Flamengo voltar a jogar a Superliga. E com certeza os dirigentes sabem de tudo o que falei aí em cima. Isso é mais para o pessoal de fora, que não conhece bem como funcionam as coisas e acha que basta botar a camisa em quadra que a torcida fora faz o resto. Não é. Mas que seria um espetáculo ver a Nação dominar o Maracanazinho em mais uma final, isso seria. Imagina, Flamengo campeão mundial de futebol, basquete e agora vôlei?

  • Foco no Brasileiro

    Flamengo inicia treinamentos no CT George Helal visando a estreia no Brasileiro, dia 10 de maio

    Por Igor Pedrazzi - Mundo Bola Informação

    13 dias. Tempo suficiente para consertar alguns erros e preparar a equipe para fazer uma boa estreia contra o São Paulo, no dia 10 de maio pelo Brasileirão 2015. O Flamengo iniciou a maratona de treinos hoje no CT George Helal, após 4 dias de folga para os jogadores. O elenco se reapresentou na manhã dessa segunda feira, e treinará em dois períodos.

    Armero realizou seu primeiro trabalho ao lado do restante do elenco. (Foto: Gilvan de Souza – Flamengo)

    Nesta manhã, parte do elenco realizou trabalhos de recuperação e reforço muscular na academia e o restante do elenco deu algumas voltas pelo gramado. Novidade no treinamento de hoje foi o lateral Armero, que teve o primeiro contato com o restante do elenco e fez parte do grupo que foi à campo para correr.

    Almir que também é recém chegado, mas que já realizou sua estreia, treinou normalmente e ainda precisa de alguns dias para alcançar sua forma física ideal. A intenção é que todos os jogadores estejam a disposição para o primeiro jogo do Brasileiro, com exceção de Nixon que se recupera de cirurgia no joelho. Até mesmo Samir, que pouco jogou esse ano por conta de lesão muscular no começo de março, deve retornar.

    O Flamengo treinará durante essa semana no Rio. Ainda não foi definida a programação para a próxima semana. A princípio a equipe se deslocaria para Atibaia, mas a notícia de que o São Paulo estaria interessado em mandar o jogo no estádio Mané Garrincha (DF), pode alterar o destino da última semana de treinos, que seriam realizados em Brasília, local do primeiro jogo.

    O elenco retornará as atividades às 16 horas, no CT George Helal.

     

  • Retrospectiva do futebol RN de janeiro a abril – Parte III

      Mariana Sá (Twitter: @imastargirl) 
    
      Luiza Sá (Twitter: luizasaribeiro)

     

     

    A perda da Taça Guanabara

    O péssimo jogo contra o Nova Iguaçu determinou a perda do título para o rubro-negro e uma dor de cabeça tremenda. As reclamações por parte dos torcedores ficaram ainda mais intensas à medida que o clube não convencia. De “salto alto” e sem mostrar poder de reação, o Flamengo não fez questão de vencer e ficou no empate por 0x0. Como o Botafogo teve todos os resultados que precisava, o alvinegro deixou o clube da Gávea para trás e levantou a Taça Guanabara.

    Polêmica e eliminação

    A primeira semifinal foi resumida em pouco futebol e muitas faltas. A arbitragem irritou as duas torcidas. Discussões sobre expulsões, faltas mal marcadas, cartões mal aplicados e uma partida fraca técnica e taticamente definiram o confronto, que terminou com um sonoro 0x0 no placar.

    Já o segundo jogo foi diferente. O Flamengo entrou bem no primeiro tempo e ameaçou algumas vezes. Mesmo com alguns erros do juiz, tudo seguia em ordem. Até que a segunda etapa começou e com ela um rubro-negro apático surgiu. Um pênalti mal marcado para o Vasco mudou completamente o rumo da partida e o Mais Querido parecia não ter nem força para reagir.

    A impressão que ficou desses dois confrontos foi que o time da Gávea jogava pelo regulamento, que diz que a equipe de melhor campanha precisa apenas de dois empates. Sem dúvida a postura em campo diminuiu a culpa que a arbitragem teve no resultado.

    O que vimos e o que esperar

    Não dá para negar que falta muito para o Flamengo chegar ao lugar ideal. Depois de um 2014 terrível, o principal desejo é que em campo o time volte a ter aquela força que nos tirou da última posição. Com novos reforços e a esperança de mais contratações, o treinador Vanderlei Luxemburgo, além de melhorar sua própria postura.precisa de um time com vontade de vencer.

    Uma das coisas que mais chamou atenção foram os altos números de lesões e o tempo que os jogadores demoram para se recuperar. O departamento médico do Flamengo parece não dar conta e isso já entrou para a lista de preocupações para as próximas competições.

    O início da temporada mostra que a equipe ainda precisa de modificações e de “espírito rubro-negro”. Falta o sentimento de identificação vindo da torcida e a confiança dela, falta também ser o tipo de elenco que deixa a Nação esperançosa com uma classificação para a Libertadores e até um título nacional.

    Que o Flamengo recupere o que foi perdido e que chegue com força total ao Campeonato Brasileiro.

    Links:
    https://fla.mundobola.com/alguns-numeros-do-fla-no-carioca-2015/
    https://fla.mundobola.com/perdemos-o-carioca-e-dai/
    https://fla.mundobola.com/analise-da-arbitragem-de-flamengo-0-x-1-vasco/

  • Nem só de futebol vive o #Flamengo. No #Lulucast 2.0

    Nem só de futebol vive o #Flamengo. No #Lulucast 2.0 edição 15 @danisouto, @BrunaLugatti, @Cissa_Morena e @NivinhaFla falam sobre a vitória do Flamengo na Copa do Brasil. Com o resultado de 2 a 0 sobre o Salgueiro o rubro-negro eliminou o jogo da volta e está classificado para a próxima fase da competição. Mas o papo não parou por aí. As meninas também falaram sobre o #basquete. Mesmo com o apoio da torcida, que lotou o ginásio do Tijuca Tênis Clube nos dois jogos, o time não conseguiu vencer os jogos em casa e agora precisa vencer, pelo menos, uma das duas partidas que fará fora de casa contra o São José. As partidas ocorrerão nos próximos dias 28 e 30 de abril.

    Teve um papo super bacana sobre o Sócio-Torcedor do Flamengo. Falou-se sobre as vantagens e desvantagens de aderir ao programa. A força que antes vinha somente das arquibancadas começa a vir com força de outras fontes. O torcedor ajuda o clube mas o clube também precisa ajudar o torcedor. Apenas dessa forma faremos do Flamengo o clube que sonhamos!

    Vem papear com a gente também! Nosso encontro é todo #domingo, mas durante a semana podemos conversar através das redes sociais. Mande sua ideia, crítica, sugestão. Use #Lulucast nos comentários!

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  • O “Deus da Raça” completa 60 anos

    Nação em festa! Completou 60 anos o mitológico “Deus da Raça”, Rondinelli

    Por Igor Pedrazzi

    Toda Nação que habita esse gigante planeta Terra, tem alguma religião que predomina em seu território. Cristianismo, Islã, Budismo, Hinduísmo estão espalhados pelo mundo. E com a Nação Rubro Negra não é diferente, nossa religião é o Flamengo e também temos os nossos Deuses. E um deles completou 60 anos nesse 26 de abril.

    E no dia 26/04/1955, nascia lá em São José do Rio Pardo, interior de São Paulo, Antônio José Rondinelli Tobias. Em 1968 chegou na Gávea e deu início a sua carreira no Flamengo nas categorias de base. Em 1971 subiu para o time profissional e durante dois anos brigou por posição na defesa do Flamengo, até fincar os dois pés no time titular e começar a trilhar seu caminho para entrar pra história do clube mais querido do Brasil.

    O Deus da Raça, Rondinelli. Um dos imortais da história do Flamengo. (Foto: Flamengo)

    Zagueiro aguerrido, incansável. A expressão “bola perdida” pra ele não existia! Não havia lance que não pudesse ser evitado. Prova disso foi num Fla x Flu, quando Rondinelli cortou com a cabeça a “patada atômica” de Rivelino, lance que preocupou até mesmo o jogador adversário que temeu pela integridade física do nosso “Deus da Raça”

    Mas o lance que estará para sempre imortalizado e que faz parte de um dos mais lindos capítulos da história rubro negra, foi escrito em 1978. O Flamengo não conquistava o campeonato carioca há 3 anos, e estava ficando na fila por mais um já que o empate daria ao Vasco o título do torneio daquele ano. Mas aos 42 minutos do segunto tempo, o Fla descia pro ataque e Tita abria o jogo para Júnior na esquerda, o lateral fez o cruzamento e Marco Antônio cortou o lance para o Vasco. Escanteio pro Mengo. Na cobrança feita por Zico, a bola subiu caprichosamente enquanto Rondinelli  veio correndo desde a entrada da grande área: o zagueiro sobe até o terceiro andar e testa no canto direito de Leão. 1 x 0 Flamengo e o título de 1978 era nosso. Naquele 3 de dezembro de 1978 entrava pra história o gol do “Deus da Raça”.

    Com o Manto Sagrado, 11 títulos. 406 jogos e 12 gols. A taça mais importante foi a do Brasileiro de 1980, onde Rondinelli mais uma vez mostrou toda sua gana e vontade de vencer. Numa dividida com Éder do Atlético Mineiro, no primeiro jogo da decisão, uma fratura no maxilar o fez sair do jogo, impedindo-o de disputar o último jogo do campeonato daquele ano. Mesmo de longe, Rondinelli enviou um bilhete aos companheiros, lido por Cláudio Coutinho na preleção para o jogo decisivo. “Companheiros, estou bem. Vamos pras cabeças”, esse foi o recado do nosso eterno zagueiro aos companheiros, que naquele dia venceram por 3 x 2, conquistando o primeiro título brasileiro do Flamengo.

    “Quando comecei a jogar pelo Flamengo, aprendi logo que quem veste essa camisa tem de mostrar Garra e amor à torcida, não importa a qualidade de seu futebol. Caso contrário, é melhor ir embora”.

    Obrigado, Rondinelli. Que sua garra sirva de exemplo para todas as gerações do Flamengo. Afinal, vivemos de raça, amor e paixão. 

     

  • Pensando sobre o contínuo crescimento da Nação

    Flamengo….

    Mais que uma torcida, uma nação!

    Uma força da natureza!  
    Amado por muitos, invejado por todos devido sua grandeza, mas qual a explicação para seu crescimento?

    Qual o combustível dessa gigantesca pátria?

      Valdemir Henrique Vogt

    Teorias não faltam.

    Uma das mais propagadas por comentaristas/jornalistas da #imprensa7x1 é a do  apoio estatal. Até 1969 Rio de Janeiro era a capital do Brasil. A tecnologia era precária e o rádio tinha um papel importantíssimo na comunicação e entretenimento da população. A Rádio Nacional além da cobertura governamental fazia transmissão dos jogos realizados na cidade maravilhosa via AM devido seu longo alcance. Como quase não havia comunicação local fora das regiões metropolitanas a Rádio Nacional tinha hegemonia devido a força de seu sinal. Era comum as pessoas se reunirem em torno do rádio para acompanhar o noticiário, radionovelas e é claro o nosso amado futebol. O Rio de Janeiro deixou de ser a capital do país, mas o padrão das transmissões foi mantido.

    Aí está a origem das blasfêmias mais usadas pelos anti-Flamengo como: “Esse Flamídia”, “Flamengo é uma farsa, time do governo”, “Flamengo foi criado pela mídia e sem ela apoiando ele não é nada”, “Time da mídia, torcida modinha”.

    Essa linha de raciocínio é perfeita para uma pessoa cheia de ressentimentos ocasionados pelas inúmeras surras que o Mengão aplicou ao longo da história.

    Mas dois questionamentos jogam por terra qualquer idealismo anti-Flamengo:

    1° Se a nação é consequência das transmissões porque o fenômeno não se repetiu com Botafogo, Vasco e Fluminense?

    2° Se foi pelos resultados porque outros clubes com fases tão boas quanto a do Flamengo viram sua torcida crescer pouco ou até mesmo encolher?

    Muitos também atribuem nosso tamanho a geração de Zico e cia que encantou o mundo na década de 80 – um período de grande crescimento demográfico e popularização da TV em nosso país.

    É inegável o papel do Rádio no aumento da nossa torcida no início do Séc. XX, porém há outros fatores. Na foto o anúncio de programa esportivo na conhecida Rádio Continental

    Eu não vou ser hipócrita, é óbvio que todo este ambiente teve grande influência em nosso tamanho. Milhões de pessoas acompanhando um time vitorioso, repleto de craques e um futebol absolutamente encantador. Como não ser atraído por isso?

    Nossa Era de Ouro construiu uma grande base de torcedores e aí alguém pode falar: -ah, tá explicado, o gosto foi passando de pai pra filho.

    Isso é mais uma lenda. Em primeiro lugar, ainda que haja grande influência paterna os filhos tem uma tendência natural a questionar e desobedecer seus pais. Mesmo que permaneçam sob controle por algum tempo logo chega a adolescência com a tradicional rebeldia e não se enganem senhores, isso se aplica também na escolha do time de coração. É inútil tentar doutrinar a criança apresentando um cenário que não condiz com a realidade.

    Eu não tenho vergonha nenhuma de afirmar, para as gerações mais jovens como a minha a era de ouro do Mengão se resume a vídeos no YouTube e histórias que ouvimos. Nós não presenciamos aquele espetáculo, muito pelo contrário.

    Nós começamos a acompanhar o time em fuga de rebaixamento, eliminações históricas e todo um ambiente negativo fora de campo. Assistir jogadores como Negreiros, Rodrigo arroz e Jailton não é nada fácil.

    Mesmo nesse ambiente tão desfavorável a nação cresceu liderando todas as pesquisas independente da classe social, faixa etária, etnia ou religião. Somos milhões de flamenguistas espalhados por todo o mundo sempre exibindo com orgulho nosso manto rubro-negro. No Brasil estamos presentes desde São Paulo até Manaus, passando por condomínios de luxo até comunidades carentes, quilombolas , tribos indígenas e quando olhamos no local mais exótico possível lá está um manto sagrado.

    Todo esse contexto dá mais enfâse ao grande enigma rubro-negro. Afinal de contas, o que sustenta essa nação? Como você começou a ser Flamengo?

    Eu sou só um jovem da Fla-Twitter e mesmo que fosse um pesquisador experiente me faltaria palavras para explicar a origem de tamanho amor.

    Talvez a resposta seja individual, mas por diferentes caminhos fomos levados ao mesmo destino: Viver essa emoção incrível chamada FLAMENGO

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  • Vasco e Botafogo? Não, obrigado!

    Por Gerrinson. R. de Andrade (Twitter: @GerriRodrian) - Do Blog Orra, é Mengo!

    Vingadores: Era de Ultron, um entretenimento honesto

    Tinha um carinha que só gostava de loira baixinha – de máximo um e sessenta – clarinha, sem muitas sardas. Há loiras baixinhas no mundo, mas não são muitas. Quando encontrava alguma, aí o rapaz se lambuzava de alegria, gostava, pulava na rua pulando feito o flamenguista no natal de 2009. Era sonho, era troféu, era aquela vitória difícil.

    Um outro sujeito que havia era lá sem muitas preferências, topava de anão careca a mulher gorda de bigode, traveco ou mulher ou misturado, tanto lhe fazia a pele e o gosto. Tinha encontro todo dia, de segunda-feira, de manhã, quando quisesse. Tinha encontro de chamar junto o anão, a gorda, o negro tripé, a milf casada e a patota toda.

    E também se lambuzava vez ou outra. Até com loira baixinha, que também tá no mundo para gostar da vida.

    Para o futebol, serve a mesma coisa. Tem aqueles que assistem jogo do Portsmouth, do campeonato paranaense e de sub-15. Para esses, gol é toda hora, tanto faz o goleiro. Em época de copa do mundo, esses tarados deliram. E  vociferam com os mosaicos multijogos na transmissão.

    Eu, cá por mim, sou para o futebol como o cara que só gostava de loira pequena. Se não for para ver o Flamengo, qualquer outra coisa é melhor de fazer. Com a Era de Ultron, no cinema, com Demolidor, no Netflix, com outro capítulo de GoT pra ver, com tanta praia, praça, museu, bar, casa de parente, com tanta palavra cruzada pra fazer, como perder um só segundo com um Vasco e Botafogo?

    Se desse na telha ver a final alheia, seria apenas pelo fetiche. Fosse daquelas belas transas de Alexis Texas, um clássico bonito, legal de ver, mas este jogo é um coito de mulher sem bunda e homem de piroquinha – um pornozinho infame só para quem é bem libidinoso.

    Orra, é Mengo!

  • Flamengo na Superliga 2015/2016: Desafios e otimismo

     

     

         Diogo Almeida (Twitter: @DidaZico)

     

     

     

    Durante o evento de reinauguração do Ginásio Togo “Kanela” Renan, o Mundo Bola divulgou com exclusividade, a informação que o Flamengo pretende concentrar forças para a disputa da Superliga de Vôlei. – O Flamengo tem intenção de, a princípio, ter um time na superliga masculina de vôlei – disse o diretor-executivo de esportes olímpicos do clube, Marcelo Vido, ao repórter do Mundo Bola Informação, Rafael Lisboa.

    A afirmação, postada imediatamente no @Mundo Bola_CRF, causou muito entusiasmo na torcida e tomou as redes sociais rapidamente. Para responder as diversas indagações e sairmos um pouco da especulação, procuramos novamente Marcelo Vido. Por telefone, o ex-jogador revelou grandes dificuldades para a montagem de uma equipe para a disputa da competição que começa em outubro deste ano. Todavia demonstrou esperança: “Vamos voltar à Superliga, é um caminho que está sendo trilhado, mas não sei se para agora”.

     

    OPORTUNIDADE

    – Houve sim uma consulta. Se o Flamengo teria interesse em participar do Masculino este ano. Claro que há interesse. Contudo existem dificuldades grandes para a montagem de um time competitivo. Aliás, está é só uma das dificuldades. Temos que ter muita calma.

    CBV

    – Para o Flamengo entrar na Superliga teria de haver o convite da Confederação Brasileira de Voleibol. O nosso clube tem de apresentar uma série de garantias. Não há possibilidade do Flamengo disputar Superliga B, não é esse o caminho traçado. O que a gente aqui tem que fazer é continuar atento. A percepção do mercado é muito positiva. O Flamengo hoje é um gigante do futebol e um gigante do esporte olímpico brasileiro em reconstrução. Seria importante para a Superliga ter o Flamengo. Então o entendimento deles é esse. Mas como disse, é muito complicado ainda para este ano. O tempo é escasso.

    TIME

    – Estamos priorizando nossas categorias de base. Fazendo apenas aquilo que prometemos quando assumimos. Conseguimos a autossustentabilidade, agora não podemos ter um time de vôlei que não seja sustentado por ele mesmo. Partindo do princípio que a CBV nos consulte formalmente, precisamos de tempo para captação de patrocínio. Pode ser difícil arrumar patrocínio. Uma coisa é uma empresa sinalizar a vontade de estampar sua marca no manto rubro-negro, outra coisa é a gente apresentar os valores, tudo bonitinho. O Flamengo é grande, precisa de um time competitivo.

    PARCERIA

    – Não tem essa. Nunca faremos algo como o São Paulo fez agora com o Taubaté. Não vamos emprestar nossa camisa para uma equipe, por melhor que seja o projeto apresentado. Somos campeões neste esporte. O Flamengo monta sua equipe e atrai os patrocínio. Quem disputa a competição é o Flamengo. Agora, parceria estão sendo feitas sempre para as categorias de base. Mas deixo claro que para uma equipe profissional precisamos de patrocínio e o Flamengo não empresta sua camisa.

    CATEGORIAS DE BASE

    – Essa é a realidade: Estamos reestruturando nossas categorias de base. Como eu disse, o nosso ideal está sendo construindo. Somos um clube formador, sempre seremos, assim como na Natação, me perguntam muito sobre a equipe profissional de natação. Por que não temos ainda uma equipe profissional de ponta? Por que o foco é estruturar o Flamengo. O que adianta montar uma equipe profissional em todos os esportes e não dar local apropriado de treinamento, equipamentos de musculação, salário em dia e tudo mais? Os esportes olímpicos do Flamengo estão sendo modernizados, existe uma filosofia sendo construída pra cada esporte. Eu quero ir pra todos os campeonatos com a melhor equipe possível, quero ganhar tudo. Mas não adianta a gente fazer isso por um ano apenas, e usando um dinheiro não destinado.

    GINÁSIO PARA JOGOS

    – Veja bem: Onde o Flamengo vai mandar suas partidas? Perceba isso. A torcida sabe a dificuldade que é para o Basquete. A efetivação do voleibol rubro-negro nas grandes competições – feminino e masculino – passa por isso! Ora, taí a dificuldade imensa. O Tijuca já comporta o Basquete e o Rio de Janeiro com extrema dificuldade. Nossa Arena Multiuso ainda é apenas um projeto. Não tem como arcar com os custos da Arena da Barra e do Maracanãzinho, nem vamos cogitar isso. O Kanela foi reformado mais ainda precisa de melhoras que virão gradualmente, mas já pode ser usado para treinamento de um time profissional.

    FEMININO

    – A situação é idêntica em muitos aspectos.

    OTIMISMO

    – A gente gosta de desafia. O mundo do vôlei quer o Flamengo, essa é uma realidade atual, fruto da confiança que o Flamengo adquiriu hoje em dia. O Flamengo na Superliga é importante pra Superliga e para os demais clubes. Quem não quer transmitir Flamengo x Cruzeiro? Então, assim, estou otimista com a possibilidade de entrar na Superliga novamente. Prometer já pra 2015/2016? Não mesmo. Mas a gente gosta de um desafio, né? O tempo é pouco e tudo mais, mas… Quem sabe?


     

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  • Derrota inesperada

     

     

      Rafael Lisboa (Twitter: @rafinhalisboa)

     

     

     

    Flamengo e São José se enfrentaram na noite desse sábado pela segunda partida válida pelas quartas de final do Novo Basquete Brasil 7. No jogo 1, o Flamengo atropelou a equipe joseana por 85 a 62.

    O primeiro quarto do jogo 2 já mostrou que as coisas não seriam tão simples para os comandados de José Neto. Se no jogo 1 o Flamengo venceu o primeiro período por 28 a 15, hoje o rubro-negro venceu por apenas 1 ponto, 21 a 20.

    No segundo período o destaque foi Betinho do São José, com 8 pontos, o ala/armador da equipe paulista liderou a equipe para a vitória no quarto, 21 a 14, e para levar a equipe para o intervalo vencendo por 41 a 35, Vale ressaltar que esse foi o primeiro quarto que terminou com a equipe paulista vitoriosa na série, até aqui.

    Na volta do intervalo, o Flamengo voltou melhor, com mais atitude, e com um jogador em especial que desequilibrou, e apareceu(pois estava mal na partida): Marquinhos. O ala rubro-negro ‘colocou a bola debaixo do braço’ e levou o rubro-negro à vitória no quarto, 22 a 16, empatando o jogo em 57.

    No último quarto, o equilíbrio e a alternância de liderança no placar foram o retrato do período, e aí um velho conhecido do torcedor do Flamengo mostrou serviço: Caio Torres desequilibrou, pegando rebotes importantíssimos e pontuando de maneira decisiva para levar a equipe do São José à vitória no quarto, 25 a 19, e no jogo, 82 a 76. Com isso, o

    São José empata a série em 1 a 1, e ‘inverte’ o mando de quadra, jogando por duas vitórias nos dois próximos jogos em casa.

    Destaques:

    Flamengo: Marquinhos com 19 pontos

    São José: Laws com 17 pontos

    São José surpreende e série agora está empatada (Foto: Site Oficial)