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  • Após tropeços, Fla tenta recuperação contra o Bangu na Taça Rio Sub-20

    A Taça Rio Sub-20 vai entrando em sua reta final

     

    Bruno Vasconcellos


     

    Time enfrenta o Bangu em Moça Bonita (Foto: Flamengo Oficial)

     

    A 12° rodada será disputada neste final de semana e promete agitar o final de semana pelos campos cariocas. O Flamengo está na segunda colocação, com 24 pontos conquistados, a três do líder Botafogo. O Bangu é o nono colocado e está a 5 pontos do G4. O jogo acontece neste sábado, às 11h, no estádio de Moça Bonita.

    O time de Zé Ricardo tem esperanças de se sagrar  do segundo turno e consequentemente ficar com o título carioca da categoria, já que conquistara a Taça Guanabara, o primeiro turno do campeonato.

    Os meninos da Gávea não vencem a duas rodadas, empate sem gols com o Vasco no último domingo (21.06) e derrota  em casa por 3 a 2 para o Tigres do Brasil. Já o Bangu vem de uma boa sequência, vitórias sobre  Macaé e Friburguense, ambas conquistadas em Moça Bonita.

    O último confronto entre Flamengo x Bangu aconteceu no dia 25 de março, na Gávea, pela Taça Guanabara. O time rubro-negro goleou a equipe banguense pelo placar de 4 a1. Cafu, Thiago Santos e Natan duas vezes, marcaram pelo Fla.

    Após disputarem o Mundial Sub-20 na Nova Zelândia, o lateral esquerdo Jorge e o meia Jajá foram integrados oficialmente ao time profissional nesta semana. O goleiro Daniel segue a disposição de Cristóvão Borges.

    Provável escalação:
    Bangu: André, Matheus, Rodrigo Neves, Thiago, Walker, Marcos Paulo, Carlinhos, Igor Salles, Neto e Marcos Junior.
    Técnico: Ronaldo da Silva dos Santos.

    Flamengo: João Lopes, Thiago Ennes, Léo Duarte, Rafael Dumas, Marquinhos, Ronaldo, Paquetá, Cafu, Matheus Sávio, Thiago Santos e Douglas Baggio.
    Técnico: Zé Ricardo.

    Torcida rubro-negra da Zona Oeste pode comparecer em Moça Bonita neste sabado, a entrada é franca!

  • O ex-jogador do Flamengo que se tornou escritor premiado


    Diogo Almeida


     

    José Roberto Padilha voltou à carga novamente. O ex-jogador de futebol com passagem pelo Fluminense, Flamengo e Santa Cruz já havia ,em julho de 2013, redigido um texto direcionado a outro jogador do Flamengo: Renato Abreu. Porém, naquela ocasião, a crítica foi totalmente direcionada para a diretoria rubro negra.

    Renato Abreu, um talentoso meia-esquerda de 35 anos, 73 gols marcados, artilheiro da década da maior nação do nosso futebol, melhor jogador do Estadual 2011, bicampeão da Taça GB 2007/2011, bicampeão estadual 2007/2011, campeão da Copa do Brasil de 2006 e várias vezes convocado para a seleção brasileira, com a chegada de um novo treinador foi afastado do elenco rubro-negro. Não foi colocado no banco de reservas como deveria, em respeito ao seu passado no clube, mas convidado a treinar sozinho para que seu talento como cobrador de faltas, verdadeiros mísseis desferidos fora da área, de falta, pênalti ou de escanteios, não possam ser testemunhados nem pela imprensa, nem pelos torcedores. Eu disse convidado? Desculpe-me, foi abrir seu computador durante o recesso da Copa das Confederações, e leu no site oficial do seu clube a seguinte nota “O Clube de Regatas do Flamengo acertou, na tarde desta segunda-feira, a rescisão do contrato do atleta Renato Abreu. A diretoria agradece pelos serviços prestados e deseja boa sorte ao jogador!”.

    Agora o então secretário de esportes do munícipio de Três Rios, interior do Rio de Janeiro, direcionou suas baterias para a baixa performance de Cirino nos últimos tempos, em fase que só piora a cada jogo. O texto publicado no blog do jornalista Renato Maurício Prado correlacionou a má fase do atacante paranaense às noitadas no Rio. Antes de ser apenas um texto crítico sobre um jogador iludido com os encantos que a fama e a riqueza proporcionam, o que chamou a atenção de todos foi o tom emotivo e a forma carinhosa com que descreveu à sua saída do Fluminense e chegada ao Mais Querido:

    Em 1976, com sua idade, saia da concentração do Flamengo, em São Conrado, para estrear no Fla-Flu do troca-troca. Não tinha dormido direito. Havia deixado meu time de coração, o que defendi desde os 16 anos até os profissionais, e estava ansioso, pensando como me comportaria defendendo uma camisa por profissão. Não mais como prazer e por paixão. Até que o ônibus, antes de ultrapassar o túnel Dois Irmãos, passou diante da favela da Rocinha. Pela janela, vi gente despencando por aquelas escadas em euforia em direção ao Maracanã. Gente simples, humilde, trabalhadora, que se dirigia ao estádio para dar sentido a sua vida. Uma vitória do Fla, e esta fé estava escancarada nos olhos de cada torcedor, era o combustível que precisavam para ser feliz. E a medida que nos aproximávamos do Mário Filho, mais gente vinha chegando, como numa procissão. Por respeito a eles, lutei 90 minutos como se o adversário fosse mesmo um adversário.

    O Mundo Bola entrou em contato com José Roberto Padilha e descobriu que além de atual secretário de esportes de uma pequena cidade fluminense, ele também é um escritor premiado. “Crônicas de um ex-jogador”, seu 4º livro, recebeu medalha de bronze do I Prêmio João Saldanha de Jornalismo Esportivo de 2010.

    Quando pedimos para reproduzir seu texto nesta matéria, Zé Roberto, como era conhecido em seus tempos de ponta, nos deixou à vontade para reproduzir seu e texto e ainda acrescentou com uma certa espirituosidade: “Só esqueci de dizer para ele, Marcelo, provar domingo que estou errado, porque 3 dos meus quatro filhos são rubro-negros e vão agradecer. A nós dois.”

    “Bom dia, Marcelo. Temos algo em comum: chegamos como promessas à Gávea, aos 23 anos. Eu vindo de um troca-troca com o Fluminense, você como destaque no Atlético Paranaense. Mesmo sendo tricolor, mas amante do futebol arte, juntei-me à nação rubro-negra para reverenciá-lo”.

    Sim, porque você parecia o atacante que está fazendo falta ao futebol brasileiro. E o Flamengo seria a porta que o levaria à seleção. Habilidoso e veloz, suas atuações celebravam o surgimento de um novo Jairzinho, um Müller, um Búfalo Gil que levantava a torcida em cada contra-ataque. Os grandes times do futebol brasileiro sempre contaram com um, pois os gênios que empunham a dez precisavam de uma flecha para acionar o seu habilidoso arco em direção ao gol adversário.

    Você começou bem, mas foi caindo de produção e fui temendo pelas suas atuações na noite do Rio. De tão bonita e concorrida, é um colírio para o turista. E uma armadilha para os que chegam à Gávea e não encontram os atletas que encontrei. Outro dia, na Internet, havia sua foto entre Pico, Éverton e outros candidatos ao sumiço, com uma “long neck” às mãos comemorando… a zona do rebaixamento?

    Em 1976, com sua idade, saia da concentração do Flamengo, em São Conrado, para estrear no Fla-Flu do troca-troca. Não tinha dormido direito. Havia deixado meu time de coração, o que defendi desde os 16 anos até os profissionais, e estava ansioso, pensando como me comportaria defendendo uma camisa por profissão. Não mais como prazer e por paixão. Até que o ônibus, antes de ultrapassar o túnel Dois Irmãos, passou diante da favela da Rocinha. Pela janela, vi gente despencando por aquelas escadas em euforia em direção ao Maracanã. Gente simples, humilde, trabalhadora, que se dirigia ao estádio para dar sentido a sua vida. Uma vitória do Fla, e esta fé estava escancarada nos olhos de cada torcedor, era o combustível que precisavam para ser feliz. E a medida que nos aproximávamos do Mário Filho, mais gente vinha chegando, como numa procissão. Por respeito a eles, lutei 90 minutos como se o adversário fosse mesmo um adversário.

    Não tive sorte dentro de campo. Na quinta partida defendendo o clube, fraturei o tornozelo direito, passei dois meses com gesso e quando voltei, pressionado e com botinha de esparadrapo, era cedo demais para a lesão e cumpri meu contrato capengando. Ao seu final, restou-me tentar a vida em Recife, no Santa Cruz. Mas tive sorte fora de campo. Nos vestiários, no dia a dia com meus companheiros. Zico, Junior, Cantarele, Jaime, Rondinelli, Geraldo, Tadeu e Luisinho eram autênticos funcionários da nação. Treinavam em dois períodos, dormiam cedo, se cuidavam. Tinha samba no ônibus e cerveja gelada, mas apenas no domingo. Após o dever. Nos juniores, chegando, surgiam Adilio, Andrade, Leandro, Tita e Julio César. Era uma família que, quando se juntou, ganhou tudo. Viraram exemplos porque conquistaram o mundo. Mas, antes respeitaram sua nação. Honraram o futebol.

    Permita-me um conselho, Marcelo. Largue esta turma. E volte a treinar e dormir cedo. Se cuidar. Brindar com “Stelinha” apenas quando atingirem o G-4. O anti legado que Ronaldinho Gaúcho deixou ao clube foi abrir sua mansão a semana toda para o pagode. Implantou o desrespeito com o torcedor, atrasou a vida de tantas promessas, como você, que poderiam chegar à seleção, mas que hoje não passam de “adrianos”. Dignos de pena pelos atletas que poderiam ser diante de dom concedido para reverter uma injustiça social. Só depende de você mudar este jogo. Um grande abraço. Zé Roberto”.

  • Em treinamento na Gávea, Cristóvão esboça time titular para o clássico

    Equipe realiza último trabalho antes do clássico de domingo com portões abertos na Gávea



     

    Elenco reunido no gramado da Gávea antes do início do trabalho tático. (Foto: Luiza Sá – Flamengo Oficial)

     

    Depois de uma semana livre pra treinar, o Flamengo encerra as atividades visando o jogo contra o Vasco, na Arena Pantanal, que vai acontecer nesse domingo, 18:30. E ao contrário dos primeiros trabalhos, o treino de hoje foi realizado na Gávea, nesta tarde, com portões abertos.

    E no início da atividade, goleiros treinavam em separado com o preparador Wagner Miranda. César será mantido no gol, já que Paulo Victor nem aos treinamentos voltou, por conta de uma lesão na fíbula. O restante do elenco, divididos em quatro grupos, aqueciam com o tradicional bobinho. Canteros e Gabriel, que assustaram durante a semana sentindo lesões no joelho e tornozelo, treinaram normalmente e não serão problemas para o jogo. Nixon, que passou por uma ressonância magnética no coração, após sentir falta de ar no treino, também está 100% de volta.

    Após a atividade física, Cristóvão comandou um trabalho tático, ataque contra defesa. Foco na criação de jogadas e correções do posicionamento defensivo para afastar as bolas que chegavam. Mantendo o mistério do restante da semana, até então nenhum indício dos 11 que iniciarão o jogo. Vale lembrar, que durante a semana Anderson Pico tomou a vaga de Pará na esquerda, que vinha atuando improvisado. Mas, na segunda parte do treinamento tático, alguns pontos puderam ser observados. Cristóvão dividiu o elenco, e em cada parte do campo, um esboço da defesa e do ataque que podem começar o clássico. Em uma metade do campo, César, Luiz Antônio, Wallace, Samir, Anderson Pico, Jonas, Márcio Araújo e Canteros aprimoravam o posicionamento defensivo e saída de bola. O ataque, do outro lado, com Emerson, Everton e Eduardo, treinava junto com os laterais, que cruzavam para finalizações.

    Sendo assim, o mais provável é que o Flamengo entre em campo com César, Luiz Antônio, Wallace, Samir e Anderson Pico. Jonas, Márcio Araújo, Canteros. Everton, Emerson Sheik e Eduardo da Silva.

    Ainda houve tempo para treinamento de pênaltis e faltas, com Eduardo e Alan Patrick tendo bom aproveitamento nos fundamentos. O Flamengo viaja ainda hoje para o Mato Grosso, onde realizará um treinamento na manhã deste sábado, na Arena Pantanal, às 10 da manhã. No domingo, clássico contra o Vasco, 18:30.

    @Mundo Bola_CRF

     

  • Flamengo pretende jogar contra o Santos em Brasília


    Diogo Almeida


     

    O clássico entre Flamengo e Santos pela 16º rodada do Brasileiro deve acontecer longe do Rio de Janeiro. Marcado para o Maracanã, o Flamengo quer levar o jogo contra o atual 12º colocado para o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha.

    Como mandante da partida, o Mengão pensa em agraciar sua imensa torcida – maioria absoluta na Capital Federal -, além de poder contemplar os STs da cidade. Depois do Rio de Janeiro, Brasília é a cidade com maior número de membros do programa Nação. E já reservou o estádio. As tratativas com as outras partes envolvidas devem ocorrer ao longo do mês de julho. O jogo tem data marcada para 2 de agosto.

    Flamengo x Santos já se enfrentaram no Mané Garrincha como segundo evento-teste antes da Copa das Confederações, em maio de  2013. O jogo ficou marcado pela invasão da torcida do Fla e uma renda estratosférica de R$ 6.948.710,00, para um público de 63.501 pessoas, a maioria absoluta de rubro-negros. Além disso também foi o último jogo de Neymar antes da polêmica transferência para o Barcelona. O jogo terminou empatado em 0 a 0 com um show da torcida brasiliense fechada com o certo.

    A confirmação da partida fora do estado deve acontecer até o dia 22 de julho. Visto que, pelo Estatuto do Torcedor, a alteração do local de uma partida de futebol deve ocorrer dez dias antes da data marcada para o acontecimento do jogo.

    Flamengo reservou o Mané Garrincha para o jogo contra o Santos – Foto: Divulgação.

  • Tarde de portões abertos na Gávea marca semana de treinos pela manhã


    Resumo da semana de treinos que termina hoje na Gávea com presença da torcida


     

    Da Redação

    SEMANA PRODUTIVA

    Semana sem jogos nos dia úteis quer dizer semana produtiva de treinos. Normalmente à tarde, a programação da semana surpreendeu com a escala de treinos sempre pela manhã, às 9:30h. Somente hoje, no único treino longe do Ninho do Urubu o elenco rubro-negro se reunirá à tarde. Esta sexta também marca o encontro com a torcida na Gávea. Os portões serão abertos às 14:30h para 400 torcedores – a entrada da torcida será pela entrada da Praça Nossa Senhora Auxiliadora, em frente ao CIEP (Ao lado da Gávea), informa o site oficial.

    A novidade de hoje é o retorno de Nixon aos treinamentos. O Departamento Médico do Flamengo liberou o atacante Nixon depois que todos os exames feitos no atleta para afastar qualquer risco de problema cardíaco deram negativo. Clinicamente o jogador está apto para jogar futebol. O jogador estava em ascensão técnica quando se machucou perante o Friburguense no início do ano. Depois de se submeter a uma cirurgia para corrigir um problema de nascença no tendão patelar do joelho esquerdo o jogador apresentou suspeitas de problemas cardíacos.

    Nixon sente contra o Friburguense (Foto: Site Oficial)

    QUINTA

    Em compensação, ontem o técnico Cristóvão Borges fez mistério. O treino foi fechado em grande parte da atividade desta quinta feira, portões fechados e muito segredo. Nada pôde ser visto do trabalho realizado, que a princípio era um trabalho tático, sem qualquer tipo de pista com relação aos 11 que iniciarão o jogo no próximo domingo.

    QUARTA

    A quarta-feira de manhã nublada reservou momentos de apreensão por causa de uma pancada que o meio-campista Canteros sofreu. Sentindo a coxa esquerda, o argentivo imediatamente foi poupado do treino no campo e seguiu para a academia onde deu continuidade à preparação. A comissão técnica confirmou que nada grave foi diagnosticado e o jogador está a disposição.

    O assistente Jayme de Almeida comandou treinamentos específicos com os zagueiros e os goleiros aprimoraram impulsão com o preparador Wagner Miranda.  Na primeira parte do treinamento com bola, grupo dividido em três em espaços reduzidos, tendo como objetivo tocar a bola de primeira sem cometer erros. Atividade técnica comandada com muita cobrança do treinador, que prima pela qualidade no passe desde que chegou ao clube.

    Novidade foi o retorno do armador Almir à preparação física, após lesão no cotovelo.

    Gabriel sofre torção e vira dúvida.

    TERÇA

    Jorge e Jajá. Parceiros na base, e agora no profissional. (Foto: Flamengo Oficial)

    Com a Nação abalada pela morte de Carlinhos, a terça-feira teve, para o elenco que chegava ao Ninho, a presença de mais dois reforços. Depois da ótima campanha na Nova Zelândia, Jajá e Jorge foram integrados definitivamente ao elenco profissional.

    Cristóvão como já de costume, dividiu o grupo e comandou trabalho de toques de bola e domínio, em campo reduzido. O fundamento tem tido certa evolução, e na última partida, apesar da derrota, o Flamengo teve um aproveitamento de 90% nos passes.

    Depois um treino de ataque contra defesa. E nessa parte do treinamento, Cristóvão sinalizou uma mudança no setor defensivo. Pará, que vinha atuando improvisado na lateral esquerda, deu vaga a Anderson Pico, que tem origem na posição. Sendo assim, César, Luiz Antônio, Wallace, Samir, Anderson Pico, Jonas, Canteros e Márcio Araújo compunham o sistema defensivo, que treinava situações de jogo com o ataque reserva. Na outra ponta do campo, atacantes titulares aprimoravam finalizações para o gol.

    SEGUNDA

    Depois de uma fraca atuação e derrota no sábado, dentro de casa, contra o Atlético Mineiro, o elenco retornou aos trabalhos na manhã desta segunda feira, no Ninho do Urubu.

    Como já é de costume, os treinamentos das segundas após os jogos se iniciam na academia. Após aproximadamente uma hora de trabalho regenerativo, os atletas foram ao campo e começaram a atividade formando dois grupos e trabalhando o toque de bola rápido em campo reduzido, em dois toques sem baliza, com Cristóvão Borges cobrando agilidade e participação de todos.

    Na terceira atividade do dia, elenco dividido em dois grupos com a presença de apenas dois titulares, Emerson e Pará.

    Neste caso, apenas três toques eram permitidos e haviam balizas para o treinamento de conclusões a gol, também em campo

    Pará foi um dos destaques da atividade. Lateral marcou 5 gols. (Foto: Flamengo Oficial – Gilvan de Souza)

    reduzido. Pelo time sem colete estavam Daniel, Pará, Bressan, Frauches, Mugni, Ayrton, Cirino e Paulinho. E no time com colete João Lopes, A.Pico, Thallyson, Marcelo, Jonas, Alan Patrick, Arthur Maia e Emerson Sheik. Cristóvão foi reduzindo o número de jogadores dos times no coletivo, que havia começado em 6 contra 6, terminou em 2 contra 2, com a intenção de aumentar a qualidade nas tabelas e incentivar a criatividade.

    Antes do final das atividades, um rápido treinamento físico. E assim se iniciou a semana.

    CLÁSSICO LONGE DO MARACANÃ

    Logo depois do treino aberto de hoje o grupo viaja para Mato Grosso. O clássico contra o Vasco vale pela nona rodada do Brasileirão. Os dois times estão na zona de rebaixamento e a pressão por uma vitória para respirar no torneio é maior do que qualquer rivalidade por parte do Flamengo.

    No Vasco, o espírito é sempre de campeonato à parte. Eurico Miranda começou a semana com uma cartada que pra ele prometia abalar as estruturas e atingir o Mengão. Mas o tiro saiu pela culatra. Depois de acertada a vinda do lateral-direito Leonardo Moura, o jogador recuou e tenta um acerto com o Coritiba. Com muita polêmica e fogo cruzado entre o dirigente bufão e o jogador, quem saiu na pior foi Léo Moura. O lateral sofreu pressões dos “fãs” e agora corre o risco de ver seu desligamento do Fort Lauderdale Strikers virar ostracismo até o fim do ano.

     

     

  • Ajude o Flamengo FA a chegar em Ohio!



    Por Gustavo Duarte (Twitter: @gunevesduarte) – Do Blog Flatrip

     

    E aí galera!

    O post de hoje no FlaTrip tem tudo a ver com Flamengo e viagem. E também com futebol, mas nesse caso me refiro ao da bola redonda, ao do gol em forma de “Y” e que o gol vale seis pontos. Sim, nosso bate-papo de hoje vai falar de futebol americano e, obviamente, do nosso time, o Flamengo FA. Pra quem acha que o Mengão está de bobeira no esporte, não se engane: participando do Torneio Touchdown (o equivalente ao Campeonato Brasileiro da categoria) desde 2013, mandando suas partidas no Estádio Luso Brasileiro, na Ilha do Governador, nosso time foi campeão de sua conferência duas vezes (2013/2014) e chegou ao vice-campeonato em 2013. O elenco tem sido mantido ao longo desses anos e o melhor: reforçado. Até rolou reforço gringo pra temporada 2015. Aliás, os jogos são bem divertidos, costumam rolar nos sábados, tem narração no próprio estádio pra quem não manja muito das regras, vale muito a pena a experiência. Fica a dica.

     

    Quer ter um capacete dos Onças e ainda ajudar um jogador do Flamengo FA?

     

    Ter um time tão forte fez o Flamengo ser um clube que frequentemente cede jogadores para a Seleção Brasileira de Futebol Americano (sim, há uma), que conseguiu um feito inédito e até certo ponto espetacular, visto o apoio quase zero para o esporte no país: se classificar para o Mundial de Futebol Americano de 2015 (sim, também existe um!), que será disputado de 8 a 19 de julho em Ohio, Estados Unidos. Os Onças, como é conhecida nossa seleção, convocou 45 atletas, entre eles sete rubro-negros, entre eles o tight end Felipe Leiria, mais conhecido como Cebola, que foi um do destaques do Brasil na épica vitória sobre o Panamá, na casa deles, que garantiu nossa vaga na Copa. E é dele que nosso post vai falar.

     

    Cebola é o #88 do Flamengo FA desde 2013.

     

    A situação não é privilégio dele, mas de todos os jogadores e comissão técnica do Brasil. Simplesmente não há apoio algum e todos eles estão fazendo de tudo pra conseguirem recursos e viabilizarem essa viagem para Ohio. A forma que nosso tight end encontrou para angariar fundos foi oferecendo um prêmio sensacional pra quem curte o esporte, e que você não vai encontrar em lugar nenhum por aí: um capacete oficial da Seleção Brasileira de Futebol Americano! Pois é, você pode ter um capacete dos Onças nas suas mãos, basta comprar uma rifa e torcer pra ser sorteado! Vamos às regras…

     

    Os Onças estão representando! Saiba como ajudar!

     

    Qual é o esquema?

    O sorteio será realizado utilizando o resultado da loteria federal em 01 de Agosto de 2015, assim não há qualquer possibilidade de fraude no resultado, e será considerado ganhador(a) o número que coincidir com a última dezena no primeiro bilhete sorteado.

    Quanto custa cada rifa?

    O valor da rifa é de R$ 40. Pode-se comprar quantas rifas você quiser.

    Como comprar minha rifa?

    Quem quiser comprar uma rifa pode fazer pessoalmente com o próprio Cebola (os contatos estão abaixo) ou por depósito na conta corrente dele. Para poder identificar o comprador, escolha o número de sua rifa (ou de uma delas, caso queira comprar mais de uma rifa) e coloque nos centavos (tipo: se você quer 37, seu depósito será de R$ 40,37) e envie o comprovante para felipeleiria@ig.com.br ou pelo Whatsapp (21)99389-8922 junto com o(s) número(s) da(s) rifa(s) que desejar. Ah, confira NESSE LINK AQUI os números que já escolheram!

    Felipe Leiria de Castro

    Banco Caixa Econômica Federal

    CPF: 088.660.647-00

    Ag.: 0211

    C/c: 2673-0

     

    Um presentão pra quem curte Futebol Americano!

     

    E pronto! Viu como é fácil ajudar o Flamengo FA a representar nosso país em Ohio? Chame seus amigos e ajude a divulgar. Ah, pra quem quiser ajudar de outra forma e de maneira mais geral, o site BRASIL NO MUNDIAL está recebendo doações para ajudar o time. Só que lá não rola sorteio do capacete hehehe… De qualquer maneira, se você conhecer alguma empresa interessada em ajudar os Onças, entre em contato com o Cebola ou mande uma mensagem para a Fanpage da Confederação Brasileira de Futebol Americano. Os caras são guerreiros, merecem essa moral!

    Qualquer dúvida, pode entrar em contato com o jogador pelos contatos informados nesse post.

    Saudações Rubro-Negras!

  • Mistérios para o clássico

    Flamengo realiza atividade fechada no início do treinamento. Cristóvão não dá indícios de time titular



    Luiz Antônio teve bom aproveitamento nas cobranças de falta. (Foto: Flamengo Oficial – Gilvan de Souza)

    No último treinamento no Ninho do Urubu antes do clássico de domingo, contra o Vasco, mistério. Em grande parte da atividade desta quinta feira, portões fechados e muito segredo. Nada pôde ser visto do trabalho realizado, que a princípio era um trabalho tático, sem qualquer tipo de pista com relação aos 11 que iniciarão o jogo no próximo domingo.

    Com os portões abertos, aproximadamente uma hora e meia depois do início do treino, treinamento de finalizações. Canteros, que foi poupado ontem por levar uma pancada no joelho na terça, e Gabriel, que sofreu torção no tornozelo ontem, treinaram normalmente. Fora de campo, apenas Nixon. O jovem atacante passa por transição do departamento médico para o condicionamento físico, já que está recém operado. A maioria dos jogadores ficou na outra metade do campo finalizando com a bola rolando. Ayrton, Luiz Antônio e Samir treinavam faltas na outra parte do campo 1. Logo após o trabalho com finalizações, com bom aproveitamento do elenco, zagueiros treinavam em separado, sob o comando do auxiliar técnico Jayme de Almeida. Samir, Wallace, Bressan e Marcelo focavam na bola aérea.

    E durante o treinamento, uma polêmica visita. O lateral Leonardo Moura apareceu no Ninho do Urubu, após ter sinalizado acordo para jogar pelo Vasco durante o começo dessa semana. Visita para rever alguns amigos do elenco e ex funcionários, apenas. O ex jogador do Flamengo ao que indica, firmará acordo com o Coritiba.

    O elenco rubro negro realizará o último treinamento antes da viagem para Cuiabá, nesta sexta feira, às 14:30, na Gávea. Flamengo x Vasco se enfrentam no domingo, 18:30, na Arena Pantanal.

    @Mundo Bola_CRF

  • Flamengo até morrer, eu sou!


    Raony Furtado – Blogueiro da Nação, Ceará


     

    “Se Euclides da Cunha fosse vivo teria preferido o Flamengo a Canudos para contar a história do povo brasileiro”
    Nelson Rodrigues

     

    Hoje vamos falar sobre ser Flamengo. Parece fácil, né? Engana-se! Ser grande causa inveja, amigos. É só lembrar que, sempre que joga fora de seus domínios, o torcedor é denominado de vergonha do lugar. O Flamengo é a vergonha do Brasil! Mas sinceramente, eu gosto disso. Incomodar pela grandeza é legal e prazeroso, nós que fechamos com o certo devemos ostentar o Manto sem medo.

    Você, de qualquer lugar desse mundo, diga a quem tentar te diminuir: Sou parte da maior torcida do mundo e faço a diferença. Eu sigo em frente onde os outros fraquejam, eu corro sempre para, jamais corro de, seja parte da grande bastilha inexpugnável citada pelo escritor e jornalista citado hoje. Essa camisa tem o poder de fazer tremer adversários regionais e nacionais, tem a fama de pesar naqueles que acham que são capazes de tudo em campo, o Manto Sagrado é tão poderoso que o número 10 não pode nem deve ser usado por qualquer um.

    Hoje não vivemos nossos melhores dias em termos de resultados, não tenho o direito de esconder os fatos. Mas quem mais pode ser o reforço tão desejado? Isso mesmo! VOCÊ!!! A camisa 12 não entra mais em campo graças a nós, que sofremos, vibramos e comemoramos junto com o Mais Querido. Então vista sua melhor roupa e vamos à luta junto daqueles que entram em campo, independente da qualidade técnica, o legado que eles defendem foi criado por nossos ídolos e jogadores que deixaram uma história de identificação e respeito. Então nada mais justo do que entrarmos em campo e valermos por mais 2 em campo, 10 e 12.

    Se é até morrer e não há ex-torcedor, que façamos valer esse casamento.

    SAUDAÇÕES RUBRO NEGRAS
    @__raony

  • Flamengo, qual é a sua cara?


    Por Flávio H. Souza


    Em qualquer empreendimento que se pretenda lançar ou mesmo gerenciar é preciso definir sua “cara”. O que ele é? O que representa? O que pretende? Como se mostra ao público externo e interno? Claro que muitos utilizam para esta definição nomenclaturas como “Missão”, “Valores”, “Visão”, etc. Mas, na real, qual é sua cara? É a pergunta que seu “staff”, clientes, fornecedores, enfim, todos “stakeholders” envolvidos querem saber.

    E o Flamengo hoje, 2015, mostra uma cara diferente de idos passados. Um clube administrativamente organizado, com contas e salários em dia. Com erros, claro, porque todos erram, mas dirigido por pessoas que buscam agir de forma correta embora ainda há várias carências a serem superadas. Um clube que, de uma fama justa no Brasil inteiro de ser uma bagunça administrativa, a ponto de dificultar vinda de reforços ou mesmo contratação de fornecedores diversos, passou a ser o único clube que, diferente dos demais, apóia a MP 671/2015, a MP do Futebol. Todos demais clubes pedem ainda mais facilidades de pagar a dívida e a flexibilização das das contrapartidas, como o fim da exigência de CND para disputa de campeonato. Ou sejam os demais clubes querem uma espécie de “Timemania 2, a missão”. Mas não o Flamengo. Não é mais sua “cara” fazer isto.

    A torcida reconhece. Apóia ver seu clube, finalmente, trilhar um caminho honesto, justo e responsável administrativamente, depois de anos e anos achincalhado publicamente devido a esbórnia que culminava em dívidas explosivas e resultados “7 a 1” em campo.

    O Flamengo Olímpico tem a mesma cara eficiente. Instalações sendo feitas, academias de ginástica, ginásios remodelados, basquete, ginástica olímpica, várias modalidades vencedoras, se tornou financeiramente autossustentável com os projetos de recursos oriundos de leis de incentivo. Mostra a cara moderna de superação administrativa, além de vencedora com o Basquete.

    Mas no futebol há uma profunda dicotomia. Não se percebe modernidade, não se percebe filosofia de gestão, nem planejamento, a “cara” do futebol do Flamengo nada tem a ver com o resto que o Flamengo apresenta. E ainda há um problema sério porque o futebol não é apenas um esporte, não, o futebol é onde a sociedade brasileira se identifica. E o futebol no Flamengo é força, raça, paixão, levantados por uma torcida frenética, com jogadores dedicados em campo.

    Qual a cara que a torcida percebe no futebol do Flamengo?

    E não temos o planejamento adequado no futebol e nem jogadores dedicados em campo. Contratamos ainda por impulso, tapando buracos que a “vaga ideia” de como seria o ano vindouro não conseguiu prever. Os jogadores por deficiência de treinamento, falta de vontade, problemas táticos, enfim, sabe-se lá o motivo, não marcam sob pressão constante, não se deslocam de forma rápida para passes, não aproveitam espaços vazios, parecem um bando de cansados, partida após partida do Brasileiro. Eles não se identificam com a visão, ” a cara”, que a torcida do Flamengo projeta no time. Parecem burocratas enfastiados, cuja maior alegria do dia é a última marcação no cartão de ponto.

    E isto reflete na torcida, na quantidade potencial de novos ST´s que não se consegue atingir. O futebol do Flamengo não está representando a torcida. Precisamos que haja um choque de pensamento no futebol para ele mostrar uma outra cara à torcida e associados. Uma cara de busca de eficiência organizacional, de planejamento, com jogadores dedicados em campo. Precisamos de pessoas de qualidade técnica e executiva para este processo, além de um total revisão no perfil de jogadores a serem contratados, assim como no gerenciamento do dia-a-dia, cobrando responsabilidade profissional aos mesmos para melhor performance física e técnica nos jogos.

    E a cara do futebol não pode ser alijado da “cara” simbólica da torcida do Flamengo. Um não vive sem outro. A torcida do Flamengo é de todas as cores e níveis de renda. O torcedor de baixa renda tem que poder ir lá se manifestar nos estádios. O Flamengo é isto também. Sem ele não é Flamengo. Precisa criar nesta arena cara e abusiva do Maracanã um Setor Popular de ingressos mais baratos. Há o Setor Norte e sei que atualmente há uma tendência a se buscar isto. É louvável e necessário. Precisamos de todos. Sem todos não é Flamengo.

    Twitter: @PedradaRN

  • Sub omni saxo scorpius est

    Por Gerrinson. R. de Andrade (Twitter: @GerriRodrian) - Do Blog Orra, é Mengo!

    O Rei do Crime sabe como sabotar um adversário. E esmaga cabeça de jornalista abelhudo.

    estratégia de guerra
    procedimento básico

    pensar antes que o inimigo
    o que o inimigo vai pensar

    um Aliado que dizia
    antecipe a mente do Nazista

    aí o torcedor se pergunta
    se um vilão existisse que odiasse o Flamengo?

    é impossível haver um sabotador?
    um neurótico que odeie deteste

    que usaria de sórdidos esquemas para prejudicar,
    este inimigo teria quais armas?

    Incorporando esse inimigo,
    imaginando, calculando o que faria e pensaria

    primeiro penso
    ser discreto, permanecer invisível

    segundo
    ser constante

    terceiro
    não ter pressa, estabelecer um projeto

    quarto
    dinheiro para comprar pessoas

    suborne jogador
    antes de um jogo decisivo

    algum com fama de estabanado
    o jogador vai mal, é expulso

    time perde, normal,
    era estabanado

    ninguém desconfia
    de prejuízo em prejuízo

    faça isso muitas vezes
    estabeleça parcerias

    encontre um jeito de botar jogador vendido no clube
    jogador que vai jogar bem mas nem tanto

    suborne comissão técnica,
    ofereça triplo do salário

    muita gente não resiste a quinhentos mil
    vende até a pele do rabo

    quando grana não for problema
    ameaça é coisa certa

    arranja hackers, advogados,
    prostitutas, publicitários

    dedicados a trabalhar com agenda negativa,
    chantagem, desvio de foco, narcóticos

    tenha uma rede, uma corporação
    gente que também odeie

    contribua com a conta bancária de jornalistas
    faça-os denegrir diariamente o clube

    vai devagar, sabotando com maestria
    vai por uns anos, década inteira

    até mandar para a segunda divisão
    num esquema discreto

    calado
    comprado

    tenha acordos, gente na Fifa,
    na Conmebol, na CBF

    enquanto houver dinheiro
    oportunidades

    pessoas se vendem
    há vilanias inconcebíveis

    há tanta roubalheira
    quem pode acusar de inverossímil tal história?

    imaginação de leitor de HQ
    encontrando explicação para o que não compreende

    o homem comum, descrente
    atento para a infantilidade de pensar em conspirações

    acaba conformado
    põe culpa na incompetência, no azar

    é destino, acontece
    acha que é fugir das responsabilidades

    o que também é parte do plano
    o inimigo permanece invisível

    tudo vai como planejado
    estratégia de aniquilação

    se não puder destruir de uma vez,
    destrua o que for possível.

    Orra, é Mengo!