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  • Gangorra de sentimentos



    Thauan Rocha (@Thauan_R e @Flaimparcial)   Facebook:       Flamenguista Imparcial


    Há pouco tempo eu estava vendo os jogos do Mengão e torcia para que acabassem assim que o árbitro indicava o início do jogo. Já vimos vários times fracos, com um futebol horroroso, mas existia a esperança que pelo menos os jogadores iriam se entregar em campo, não faltaria disposição. Isso contagia. Se os próprios jogadores, que ganham pra isso, não estão dispostos, imagine o torcedor que vê seu time de coração ser ofendido por quem deveria ajuda-lo.

    E aí vemos que o Flamengo vai demitir aquele técnico que fez um péssimo trabalho durante meses, que ajudou o time a começar a colocar o pé na lama. Nesse momento nós já empurramos nossa esperança pra cima. Então contratam um técnico que não é muito experiente, apesar de alguns trabalhos bons, seu pouco tempo de trabalho e calmaria deixam alguns em dúvida. Ficamos então no meio termo, no momento da incerteza. Uma derrota e caímos, ficamos com uma raiva absurda. No próximo jogo vem uma vitória e já começamos a gritar “O Hepta é logo ali”, “Estão deixando a gente sonhar”, “Libertadores é obrigação” e por aí vai.

    Às vezes fico impressionado como grande parte da torcida (me incluo nessa) vive muito mais nos extremos. Apesar de muitos dizerem que sempre é assim, chegam alguns momentos que a gente consegue perceber isso com clareza. A gente percebe o quanto o Flamengo afeta os nossos sentimentos como se fosse uma criança usando uma gangorra. Às vezes a mudança é devagar, outras vezes é bem rápida, mas certamente vai subir e descer constantemente.

    Agora do outro lado temos uma criança gordinha (Guerrero) que acaba nos fazendo ir lá pra cima, antes era uma um pouco menos gorda (Sheik) que fez a gente subir um pouco, mas que sozinha não tinha tanto peso para sustentar. Se essa criança vai aguentar nos segurar por muito tempo? Eu não sei. Sinceramente, acho que ainda vamos subir e descer muitas vezes, mas espero que as outras crianças venham ajuda-la, até porque segurar 40 milhões de apaixonados não é nada fácil. A única coisa que eu sei é que não sairei dessa brincadeira nem tão cedo.

     

    SRN!

     
      

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  • Quem disse que o Esporte Olímpico ia acabar? Flamengo inaugura Dojô com apoio do comitê olímpico americano

    Reforma de local de treinamento para os judocas é concluída!



    Diogo Almeida | Twitter @DidaZico


     

    Mais um espaço do Clube de Regatas do Flamengo ganhou nova cara, visando as Olimpíadas de 2016. Esse é mais um ganho na infra-estrutura dos esportes olímpicos do Flamengo, que contou com o apoio do Comitê norte-americano para a modernização.

    A inauguração oficial será realizada neste sábado (11/07), bem cedo, à partir das 8:30h, com a presença de atletas e ex-atletas. O clube não confirmou nomes, mas o evento é todo dedicado aos que honraram o kimono sagrado do Mengão. Espera-se um sábado marcante e muito festivo na história do Mengo.

    O Flamengo aos poucos vai reformando toda sua área de treinos, além da reestruturação das Escolinhas – agora chamadas unicamente por Escola de Esportes Sempre Flamengo -, as reformas dos equipamentos e espaços de treinos para as equipes de competição avançam cada vez mais. É flagrante o esforço dos departamentos ligados à gestão dos EEOO’s  para que o Fla volte a ser a maior potência olímpica brasileira.

    Vale ressaltar que, além da injeção de recursos dos Estados Unidos, o Flamengo utiliza aporte co convênio realizado com a Confederação Brasileira de Clubes.

    Depois das reformas nos ginásios Togo Renan e do Hélio Maurício, ter um Dojô adequado para o treinamento dos mais badalados atletas do país e do mundo com certeza deixa a Nação ainda mais orgulhosa.

     
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  • Flamengo 120 anos! Casa da Moeda vai produzir 30 mil medalhas

    O pontapé inicial para as comemorações de 120 anos do clube mais popular do Brasil será dado nessa sexta-feira, dia 10.


    Diogo Almeida | Twiiter @DidaZico


     

    A Casa da Moeda do Brasil, instituição centenária responsável por atender à demanda de fabricação de moedas no país uniu-se ao Clube de Regatas do Flamengo e vai confeccionar medalhas comemorativas ao centésimo vigésimo ano de raça, amor e paixão do clube mais representativo da cultura brasileira.

    E para falar sobre a parceria e os processos de desenvolvimento, manufatura, vendas e outras curiosidades, o nosso clube promove uma coletiva hoje com presença do vice-presidente geral do Flamengo, Walter D’Agostino, e Paulo Ricardo Mattos Ferreira, diretor de Cédula e Moedas da Casa da Moeda.

    A marca comemorativa foi escolhida através de votação popular pela internet, com torcedores do Mais Querido do Mundo. Serão produzidos cinco modelos diferentes da peça. No total, serão cunhadas 30 mil unidades, divididas da seguinte forma:

    15 mil medalhas de bronze, que custarão R$ 80
    10 mil medalhas de bronze resinadas, que custarão R$ 125
    3.500 medalhas de bronze dourado resinadas, que custarão R$ 250
    1.250 medalhas de prata resinadas, que custarão R$ 355
    250 medalhas de ouro, que custarão R$ 26.200

    As vendas começam em novembro, mês em que o clube completa 120 anos de história.

     

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  • Time Sub-17 do Fla empata com Sport na estreia na Taça BH

             Noite de empates para a base rubro-negra



    Bruno Vasconcellos | Twitter:@BruNoCellos_CRF)


     

    Começou hoje a caminhada do Flamengo rumo ao  Tetracampeonato da Taça BH de Futebol Junior. A  competição que é uma das mais tradicionais das  categorias de base do país chega à sua 31ª edição. O  torneio deste ano traz uma novidade. A Taça desceu de  categoria e pela primeira vez será disputada por  equipes sub-17, deixando de rivalizar com a Taça São    Paulo disputada em janeiro. O principal motivo para a  mudança é que o Campeonato Brasileiro, agora  organizado pela CBF, ainda está em andamento.

    Campeão em 1986, 2003 e 2007, o Flamengo está no  grupo 7 ao lado de Sport, Coritiba, Chapecoense e  Soacial-MG. A equipe que viajou  para Belo Horizonte é a mesma que até semana passada estava disputando o Campeonato Carioca. O Fla terá como sede o estádio Paulo Campos, em São João Del Rei.

    Jogadores inscritos: Gabriel, Kleber, Thuler, Arthur, Michael, Théo, Lucas, Hugo, Matheus Iacovelli, Pepê, Antônio Carlos, Léo, Bernardo, Dantas, Emerson, Juan Lucas, Carvalheira, Patrick, Lucas Abreu, Marcelinho, Pablo, Hugo Souza, Diego Esch, Juninho e Marques. Treinador: Gilmar Pipoca
     

    Estreia contra o Sport

    Em seu jogo de estreia, o Flamengo empatou com o Sport pelo placar de 1 a 1. O jogo foi pautado pelo equilíbrio entre as equipes. O gramado não apresentava as melhores condições, mas os jovens jogadores driblaram esta dificuldade e conseguiram fazer um bom duelo. O Sport abriu o placar no último minuto da primeira etapa, Alison marcou para o Leão da Ilha do Retiro. No segundo tempo o volume de jogo do time carioca foi maior. Matheus Iacovelli teve a chance de empatar logo no início, mas seu xará, o goleiro pernambucano defendeu o pênalti cobrado pelo meio-campista Flamenguista. A pressão do Mengão continuou e o empate veio nos pés de Lucas.
     

    Programação de jogos:

    Dia 9 às 20h – Flamengo 1×1 Sport
    Dia 11 às 15h30 – Flamengo x Social-MG
    Dia 15 às 20h – Flamengo x Coritiba
    Dia 17 às 20h – Flamengo x Chapecoense

     

    Flamengo avança para segunda fase do Brasileiro Sub-20

    Pelo Campeonato Brasileiro Sub-20, o Flamengo empatou com o Grêmio por 2 a 2 no estádio Antônio Ramos, em Gravataí-RS, e avançou para a próxima fase da competição. O Rubro-Negro ficou na segunda colocação do seu grupo que teve como líder o Vitória. Os oito classificados agora voltam a se enfrentar em nova fase de grupos. Serão duas chaves com quatro clubes. De um lado Flamengo, Fluminense, Vasco e Palmeiras, do outro, Bahia, Vitória, Cruzeiro e Ponte Preta. O melhor de cada avança, de onde sairá o campeão do Brasileirão Sub-20.

  • Atuações: Com gol e assistência magnífica, Guerrero estreia e é o melhor em campo; notas de Internacional 1 x 2 Flamengo

    Com atuação esplendorosa de Guerrero em noite fria e chuvosa no Beira-Rio, Flamengo quebra tabu de 13 anos sem vencer em Porto Alegre pelo campeonato brasileiro. 

    Por: Hesley Menezes (@_hesleymenezes) e Raony Franco. (@__raony)

    César: 5 – Pouco exigido, se afobou em alguns lances. Escorregou numa bola recuada e quase compromete a partida do Fla. No geral foi firme e não teve culpa no gol.

    Ayrton: 6,5 – Mas uma partida consistente na lateral. Não comprometeu na defesa e só foi ao ataque quando foi preciso. Segue chamando a responsabilidade na bola parada.

    Marcelo: 8 – Mostrou que pode fazer boas partidas quando atua com seriedade, sem inventar. Fez o simples e garantiu segurança à defesa tirando praticamente tudo ao seu alcance. Sua entrega em campo hoje lhe compensou.

    Wallace: 7,5 – Foi bem nas antecipações e no comando da zaga rubro-negra. Junto com Jorge e Everton, fecharam o lado esquerdo do campo com qualidade. Com o time mais protegido por Jonas e Cáceres, se lançou menos ao ataque como vinha fazendo nos últimos jogos.

    Jorge: 7,5 – Mostrou que tem condições de ser titular no time. Firme na defesa e com boas chegadas ao ataque. Cometeu um erro bobo no gol do Inter, mas talvez pelo cansaço da intensa partida da defesa inteira. Não canso de me impressionar com a geladeira que é esse garoto. Pois trata-se de uma joia com 19 anos, que atua como um veterano de 30.

    Jonas: 8 – Mais uma belíssima partida de Jonas com a camisa do Flamengo. Formando dupla com Cáceres, deu a proteção que a zaga estava precisando, e o resultado foi excelente. O inter chegava com perigo poucas vezes. Quando não eram em chutes de fora da área, a bola aérea se tornava a principal arma do Inter.

    Cáceres: 8,5 – Voltou da Copa América voando. Raça e entrega em campo nós podemos esperar sempre do Cáceres, mas é surpreendente o que ele também vem fazendo com a bola nos pés. Vive sua melhor fase da carreira, sem dúvida alguma. Sua confiança é tanta, que lhe permite dar chapéu no meio do campo e chegar ao ataque como se fosse um meia-atacante de pura qualidade, deixando 2 zagueiros no chão com apenas um corte e finalizando com a perna que não é a boa. Como diria Milton Leite, QUE FAAAAAASE vive o paraguaio.

    Canteros: 7,5 – Jogando com mais liberdade, sem a responsabilidade de ajudar tanto na marcação, se lançou à frente muitas vezes durante o jogo. Quase sempre pela esquerda, criava boas chances para a finalização de algum parceiro vindo do meio. Mas foi pela direita que ele foi importante e criou as melhores chances do jogo. Na primeira, tocou de cabeça na medida para Guerrero balançar a rede. Na segunda, roubou a bola da defesa do Inter, ela espanou e subiu, mas ele dominou com muita categoria e, quase sem ângulo, chutou em cima de Muriel. A oscilação do argentino é nítida.

    Everton: 7 – Fazia atuação apagada com muitos erros no primeiro tempo. Mas melhorou na volta do intervalo, e foi coroado com o belíssimo gol que fez, depois da linda assistência de Guerrero.

    Emerson Sheik: 7,5 – Errou muitos passes no primeiro tempo, e também não vinha fazendo excelente partida. Mas subiu o nível no segundo tempo com muita entrega e disposição. Teve participação direta no segundo gol do Flamengo. No domínio de bola, ele já deixou o marcador no chão, girou e tocou pra Guerrero fazer o pivô, e deixar Everton livre pra finalizar pro fundo do gol. Na recomposição da defesa, foi importantíssimo ajudando na marcação pelo lado direito.

    Paolo Guerrero: 10 – Que jogador é esse, meu caros? Ele fez gol de centroavante, deu assistência de gênio, deu passe de calcanhar, deu passe de letra, fez pivô, saiu da área pra abrir espaço, sofreu um caminhão de faltas… Ufa! O cara é um verdadeiro monstro. Só a presença dele como referência em campo, fez o time mudar totalmente de patamar e elevar o nível. A imprensa, os torcedores, os analistas, todo mundo questionava antes de ele chegar ao Fla: ”Quem vai fazer a bola chegar no Guerrero?”. Tudo bem, foi só um jogo, mas nós enfrentamos o único time brasileiro na libertadores na casa deles, e a verdade é a seguinte: a bola tem como chegar, sim. Basta um mínimo de organização tática.

    Márcio Araújo: (sem nota) – Pouco tempo em campo.

    Cristóvão Borges: 8 – Ele chorou quando saiu o segundo gol. E admitiu: foi a emoção de saber que pode trabalhar bem mais tranquilo a partir de agora. A pressão sobre os ombros de Cristóvão era imensa antes do jogo. Mas perder pro Inter lá no sul é normal, e mesmo com a derrota, ele talvez não caísse do comando técnico do Flamengo ainda esta rodada. Mas nós ganhamos. E mais do que isso, quebramos um tabu de 13 anos e ganhamos bem, com autoridade, na bola. O resultado final foi 2×1, mas podia muito bem ter sido 3 ou 4×0 pro Flamengo. Com um time mais fechado no meio com Jonas, Cáceres e Canteros na marcação, o meio campo de grife do Inter foi engolido pelos volantes do Fla, e não assustou em nenhum momento do jogo. Everton e Sheik faziam a recomposição pelas laterais. Wallace e Marcelo não passavam do meio campo. Os laterais revesavam na hora de atacar. O que se viu em campo na noite fria e chuvosa de Porto Alegre foi um Flamengo muito mais organizado, sabendo o que fazer pra anular as ofensivas do adversário, pra na hora de contra atacar, usar a qualidade e velocidade dos homens de frente. Cristóvão pode não ser o melhor técnico do Brasil, mas ele já mostrou em outros times que tem capacidade de fazer seus times jogarem bem. O desempenho técnico do time, hoje, se deve muito à presença de Guerrero como referência. Mas a organização tática pra fazer essa bola chegar com qualidade lá na frente, sem sofrer sustos atrás, já é o dedo do treinador.

    Guerrero precisou de apenas 10 minutos em campo pra marcar seu primeiro gol com a camisa do Flamengo. (Foto: Flamengo Oficial)

     

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  • Em partida impecável, Flamengo vence o Inter fora de casa

    Guerrero estreia dando show, e Flamengo conquista vitória no Beira Rio após 13 anos!


    Igor Pedrazzi | Twiiter: @igor_pedrazzi


    “Não imaginei gol, mas sabia que ia ganhar”. Foi assim que Paolo Guerrero, o estreante da noite, saiu do gramado. Logo na sua estreia, o atacante já cai nas graças da Nação. Com apenas um treinamento com o restante do grupo, o peruano parecia velho conhecido do restante da equipe. Comandava as ações, distribuía bem a bola, fazia o pivô. E com um gol, e uma assistência para Everton, o Flamengo venceu o Internacional fora de casa, por 2 x 1.

    Num primeiro tempo fraco, de muito suor e disposição, o Flamengo era melhor, chegava com mais clareza ao campo do adversário e neutralizava as ações adversárias, enquanto o Inter finalizou sem perigo com Valdívia. Cristóvão, na partida de hoje, optou por um time mais experiente e fechado, colocando Cáceres ao lado do jovem Jonas, e sacando Alan Patrick do time, fazendo com que Éverton completasse o meio campo com Canteros. E logo aos 10 minutos, Guerrero já mostrava do que era capaz. Iniciou a jogada com um passe para Ayrton, que terminou com sua finalização de sola pro fundo da rede, após assistência de Canteros em cruzamento do lateral Jorge, que a cada dia que passa, parece estar mais acostumado com o peso de ser titular do Flamengo. A equipe rubro negra conseguia colocar a bola no chão, e ter qualidade na posse de bola, sem precipitações e chutões pra frente. O restante do primeiro tempo foi morno, sem grandes chances criadas pelas duas equipes.

    No segundo tempo, Diego Aguirre promoveu alterações na equipe gaúcha. Nico Freitas e Rafael Moura substituíram respectivamente Rodrigo Dourado e Alisson Farias, buscando um maior poder ofensivo. O Flamengo, inteligentemente, trazia o Inter pro seu campo, e conseguia sair com a bola em velocidade nos pés, e poderia ter criado outras chances de gol, não fosse os erros de passe na hora de encaixar o contra ataque. Aos nove minutos, Canteros, sozinho na área, chutou em cima do goleiro Muriel, desperdiçando grande chance. O Inter, com um falso domínio de jogo, chegou a ter 62% de posse de bola aos 15 minutos do segundo tempo. Mas aos 20, em assistência belíssima de Paolo Guerrero, Everton finalizou com categoria no ângulo direito do goleiro adversário. 2 x 0 Flamengo e um tabu enorme caindo aos pedaços.

    Após o segundo gol, o Flamengo, muito organizado, conseguia neutralizar o Internacional, que tentava vir pro ataque sem coesão alguma. O Mengo mantinha a bola no pé com inteligência, e Guerrero cumpria importante função tática, prendendo zagueiros e fazendo o pivô com excelência. Aos 25′ e 26′, duas excelentes oportunidades desperdiçadas com Cáceres e Everton. Jogo controlado, mas com o Flamengo, nada pode ser muito tranquilo. Aos 47, a bola sobrou para Ernando, após Jorge afastar mal, e o zagueiro completou de canhota para o gol, no apagar das luzes.

    Com a vitória, o Flamengo alcançou a décima terceira colocação, e agora volta aos campos no próximo domingo, quando enfrenta o Corinthians, no Maracanã.

    FICHA TÉCNICA
    INTERNACIONAL 1 X 2 FLAMENGO

    Estádio: Beira Rio, em Porto Alegre (RS)
    Data/hora: 8/7/2015 – 22h (de Brasília)
    Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
    Auxiliares: Fabio Pereira (TO) e Bruno Raphael Pires (GO)
    Renda e público:
    Cartões amarelos: Jorge, Geferson, Nico Freitas e Rafael Moura
    Cartões vermelhos: – 

    GOLS: Guerrero (10’/1ºT), Everton (20’/2ºT) e Ernando (47’/2ºT)

    INTERNACIONAL: Muriel, William, Ernando, Alan Costa e Geferson; Rodrigo Dourado (Nico Freitas – Intervalo), Wellington Martins, D’Alessandro (Vitinho – 15’/2ºT), Alisson Farias (Rafael Moura – Intervalo) e Valdívia; Lisandro Lopez. Técnico: Diego Aguirre.

    FLAMENGO: Cesar, Ayrton, Wallace, Marcelo e Jorge; Cáceres (Márcio Araújo – 38’/2ºT), Jonas e Canteros; Everton, Emerson Sheik e Guerrero. Técnico: Cristovão Borges.

  • Bienvenido, El Depredador!



    Por Patrícia Castelan

    Apresentado ontem na Gávea, José Paolo Guerrero Gonzales chegou muito bem assessorado e dizendo verdades que doem nos ouvidos de todos os “antis” e “haters” espalhados pelo país. Meia dúzia. De fato. Especialmente da imprensa.

    Nosso novo atacante foi à coletiva para marcar gols de letra com frases como: “Flamengo é maior que o Bayern de Munique”; “Flamengo tem a maior torcida do mundo”; sendo este um dado reconhecido até pela velha inimiga do Flamengo e seja como for, autoridade máxima do futebol mundial: FIFA.

    Paolo não será de fato o 1º peruano que o Flamengo terá em sua história. Nos anos 2000, o rubro-negro carioca emprestou, por intermédio de Carpegiani, o expoente meia do Sporting Cristal, Jorge Soto. Curiosamente, Jorge ficou cerca de três meses no Flamengo. Preterido pelo técnico interino Carlos Cesar, que também não quis cumprir com o acordo de cedê-lo à Seleção Peruana,o meia/lateral não chegou a fazer nenhum jogo e retornou ao Sporting Cristal.

    Em entrevista recente ao site Globo Esporte, Jorge dissse que o Flamengo e os rubro-negros podem esperam muita luta e entrega de Guerrero.

    Com uma carreira bem sucedida por onde passou, Guerrero teve seu início no Alianza  Lima e ainda jovem foi para o Bayern de Munique, onde fez 70 jogos e 49 gols entre as temporadas de 2002 e 2006. Deveria ser o segundo peruano a atuar pelo Flamengo mas como ser segundo é com o nosso “amigo” de São Januário, esta noite, será o primeiro.

    Após excelente Copa América, Paolo ou “El Depredador”, não fez apenas gols importantíssimos pela sua Seleção, mas também pensou o jogo, criou, oportunizou gols aos seus companheiros de equipe. Chega ao rubro-negro carioca representando um divisor de águas. Como certeza para alguns, como eu, esperança para outros.

    Não é só Guerrero. Armero, que ainda está impedido de jogar, também fez bela Copa América como Colômbia. Cáceres, contestado justamente antes de sua ida à Seleção do Paraguai, também fez excelente competição. São bons termômetros para acreditar que o Flamengo completo e renovado dará certo.

    Nenhum motivo no presente justifica minha confiança de que tudo dará certo mas, é só olhar um pouquinho atrás, como na Copa do Brasil de 2013, para achar fatos que dão lastro à certeza de que o jogo dessa noite contra o Inter, será um divisor de águas e que o Fla pode e deve chegar entre os quatro primeiros do Brasileiro ao final do ano. Teremos 27 jogos para isso. É tempo e pontos de sobra. É hora de confiar. Afinal, o rubro-negro jamais desanima porque sabe do que seu, e unicamente o seu Clube é capaz.

     
     

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  • Ex-jogador do Mengão e escritor, Zé Roberto envia segunda carta a Marcelo Cirino


    Da Redação


     

    Quando José Roberto Padilha escreveu uma carta ao atacante Marcelo, publicada originalmente no Blog do RMP, a Redação do fla.mundobola.com quis conhecer o ex-jogador que relatava tão bem sua relação de amor ao futebol e descreveu com tamanha emoção a grandeza de jogar no Flamengo.

    Entramos em contato e descobrimos que o ex-jogador da década de 70 hoje é secretário de esportes e lazer de Três Rios, município situado na região Centro-sul Fluminense do estado do Rio de Janeiro. Além disso, e o mais importante: é um escritor com vários livros publicados (leia a matéria).

    Hoje o Zé Roberto nos enviou um novo texto endereçado ao Marcelo Cirino. Convidamos vocês a lerem e compartilharem! (Será que o Marcelo leu o primeiro texto?). SRN!

    Obrigado, Cirino!

    Depois da minha carta aberta a você, Marcelo, publicada a duas semanas e escrita com a única intenção de lhe ajudar (se não fosse o atleta com as habilidades que admiro, bastava um Twitter) descobrimos um outro lado do ídolo que a TV não mostrava: a humildade. De outra feita, ao me reportar também em carta a um outro atleta, com a mesma intenção de lhe ajudar, este disparou do altos dos seus milhões: “Zé Roberto? Não conheço, não lembro. Deve ser um morto de fome!”. Esta expressão tem sido comumente usada por aqueles que estão vivendo seus quinze milhões de riqueza em relação aos que viveram épocas em que a bola pagava o suficiente, e reajustava salários pelo INPC como funcionários dos clubes, e não escorregavam nesta gangora entre o juniores e os profissionais. Muitas vezes um abismo , em que a cabeça e a carreira são perdidas sem a menor poupança.

    Há duas semanas você, Pico, Evérton e Paulinho, os stelinhas, pararam de fazer gracinhas fora de campo. Se concentraram nos treinamentos e o Renato, em sua coluna, postou que dormiram cedo. E produziram mais em três jogos, vencendo dois e perdendo um aos 45 minutos do segundo tempo. Meus parabéns, obrigado e dê um recado ao Cristovão: pouco adianta ter uma flecha no time e lhe tirar seu espaço para alcançar o alvo.  Se fosse tão perto o gol, como no Futsal, por exemplo, bastava um dardo. Se o seu forte é a velocidade, você precisa do contra ataque. Fiquei no domingo imaginando você do outro lado, jogando no Figueirense fechadinho e explorado nas roubadas de bola. Teria, no mínimo, ampliado o estrago que o ataque catarinense fez na defesa rubro negra.

    Espremido pelo toque curto e sem imaginação e querendo jogo, você ficou impedido três vezes. Complicado ainda mais pelo Flamengo não ter um Gérson, um Ganso, para lhe aproveitar em lançamentos longos e precisos. Jonas, Cáceres, trocam passes laterais e Éverton e Márcio Araújo correm com a bola. Se estivesse no Figueirense, iria ser comprado de novo por uma atuação que não poderia repetir em um sistema tático diferente. Não, você não é jogador de time pequeno, você é uma arma de como jogam os times pequenos. Fechados e usando os contra-ataques.

    É o mesmo que ter um Fred no comando do ataque e o Fluminense não aproveitar jogadas pelas pontas, desperdiçando sua maior qualidade dentro de uma grande área em que se desloca e cabeceia como poucos. O mesmo que reduzir a raia para o Bolt. Ampliar os espaços para os toques de magia do Falcão, que já tentou, sem sucesso, repeti-los no futebol. Cada um na sua raia, com seus talentos, encaixados num sistema para produzir o melhor que sabem.  Então, meus parabéns, obrigado, e que seu treinador possa lhe devolver os espaços que precisa para voar, e receber lançamentos, como o Jairzinho, para se firmar de vez… Será que ele seria artilheiro da Copa de 1970 com este atual meio campo rubro-negro? Já pensou você acionado por Gérson, Tostão, Pelé, Clodoaldo e Rivelino?


     

     

    Marcelo Cirino tem tudo para formar um grande ataque e fazer história no Flamengo | Foto Gilvan de Souza/Flamengo

     

     

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  • Mugni vai para clube argentino e frustra Atlético Paranaense


    Da Redação


     

    O meia argentino Lucas Mugni não é mais jogador do Flamengo. Pelo menos por um ano. O clube selou acordo de empréstimo ao Newell’s Old Boys, da argentina. O anúncio foi feito no site oficial do novo clube do jogador neste começo de tarde.

    – Seria rápido demais falar sobre objetivos. Primero quero acompanhar o grupo, ajudar a Comissão Técnica e o Newell’s. – declarou o jogador de apenas 23 anos.

    Revelado pelo Cólon de Santa Fé, o argentino regressa ao seu país depois de não conseguir mostrar um futebol efetivo para ser titular no maior clube do continente. Caso o clube de Rosario queira continuar com o jogador ao fim do empréstimo terá prioridade de compra. Os valores para a compra definitiva ainda não foram revelados. O Flamengo pagou cerca de 1,25 milhão de dólares – R$ 2,95 milhões em janeiro do ano passado – ao seu primeiro clube.

    Com a confirmação do atleta no Newell’s, frusta-se os planos do Atlético Paranaense. O rubro-negro do sul do país tentava a contração desde quando o jogador foi utilizado como volante no Carioca deste ano. O técnico Vanderlei Luxemburgo vetou a tranferência e também não usou mais o jogador no jogos seguintes.

    MUGNI JÁ GRAVA ENTREVISTA PARA O CANAL OFICIAL DO NEWELL’S

     

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  • Sem tiro de canhão! Flamengo arrasta processo e projeta valor muito abaixo do pedido por Ronaldinho


    Diogo Almeida | Twitter: @DidaZico


     

    Ronaldinho é um problema para o Flamengo desde a contratação, essa é a verdade. Produto do maior leilão em terras tupiniquins, Ronaldinho era visto como craque em decadência, mas seu alto potencial de visibilidade atraíria investidores, patrocínios, negócios… E quem sabe ele não recuperaria seu bom futebol?

    Palmeiras e Grêmio “anunciaram” a contratação por divesas vezes. O Palmeiras tinha como aliado investidores e a mídia paulistana desejosos em ver um craque da estatura do gaúcho nos holofotes da capital econômica do país. O Grêmio lutava pelo sentimento de saudosismo e pertencimento de Ronaldo de Assis Moreira, cidadão porto-alegrense e cria das categorias de base do clube que há anos não ganha nenhum título importante.

    As caixas de som gremistas foram e voltaram, os investidores palmeirenses recuaram, e a mídia entendeu que o destino era o Rio e o jogador desembarcou nas praias cariocas, rumo a um Flamengo que vinha de um terrível 2010, presidido pela vereadora que precisava de crédito para seu plano de aumentar o eleitorado através do Flamengo. Os altos valores de luvas, salários e até uma contrapartida ao Milan foram aceitos. O que interessava era a festa, o delírio, a catarse coletiva. O Flamengo, mais uma vez, se entregava aos desígnios de um craque sem identificação com o clube. A média entre marketing, percepção do mercado, títulos e dívidas com o jogador dificilmente daria saldo positivo.

    Flamengo é Flamengo – Ronaldo disse. Foi uma frase banal, de alguém que não tinha o que falar. E todos nós a adoramos. A verdade é que Flamengo é um clube tão inexprimível que não seria Ronaldinho Gaúcho o ser a conceituá-lo. Também é verdade que seria Ronaldinho Gaúcho o homem a exprimir algo tão simples e desproposital. Pois já foi dito que a ignorância é uma benção, e o poder de síntese também.

    Jogador  deve levar “apenas” 10Mi  | Foto Flamengo

    Para pagar Ronaldinho o Flamengo se aliou à Traffic para que o jogador pudesse ter a garantia de seu salário em dia. A empresa seria responsável por explorar a imagem do jogador.

    Ronaldinho foi tudo aquilo que a maioria previu que seria fora das quatro linhas. Festas que varavam as madrugadas cariocas eram uma constante. Vanderlei Luxemburgo, cada vez mais se revoltava com a o comportamento do astro. Muitas histórias de bastidores foram para debaixo do tapete, contudo, a paciência do treinador começou a incomodar o staff de Ronaldinho. Até que um dia as câmeras de segurança do hotel onde o Fla estava foram vistas em cadeia nacional . Quem viveu intensamente o Flamengo em 2011-2012 sabe como foi ver aquilo. A alegria de ser rubro-negro estava em baixa, o principal rival nacional ganhou a Libertadores que nós brincamos de jogar… E ainda existia o profundo trauma de 2010, quando os asseclas de Patrícia tentaram manchar a honra de Zico.

    O desempenho individual de Ronaldinho em campo não era tão ruim, também não chegava perto do esperado para um jogador tão caro. O torcedor viu um campeonato brasileiro de 2011  que poderia ter sido ganho. Faltou algo, faltou o compretimento de Ronaldinho. Ele não só vivia de balada como também era visto na noite com outros jogadores, inclusive jovens valores da geração que venceu a Copinha em janeiro de 2011.

    O desgaste com Luxa chegou ao fim e a queda-de-braços foi vencida pelo Dentuço. Logo após confirmar o time na fase de grupos com uma vitória sobre o fraco Real Potosí (depois de ser derrotado nos Andes) o treinador foi desvinculado da Comissão Técnica, no começo de 2012. Uma semana antes a mandatária rubro-negro falou em entrevista que Luxa não seria demitido.

    Patrícia Amorim parecia perdida, e estranhamente assinou um acordo com a Traffic assumindo toda a dívida com o jogador (!). Aliás, o contrato entre Flamengo e Traffic sempre foi alvo de muita especulação, não sendo muito bem explicado quais eram as contrapartidas financeiras da empresa e do Flamengo no acordo.

    2012 chegou e o Flamengo simplesmente deixou de pagar o jogador. Nesse meio tempo o clube se viu “assaltado” em sua própria casa pelo irmão e agente de Ronaldinho, o ex-jogador Assis fez um escândalo na loja oficial do clube na Gávea, pegou dezenas de peças e saiu dizendo que não ia pagar nada por que o Flamengo também não paga ninguém.

    O Flamengo era deboche, o jogador estava com salários atrasados e Patrícia confiava em seu poder maternal para manter o rapaz na Gávea. Já corria o quinto mês de atraso. As festas caligulinescas em sua mansão na Barra mostravam que dinheiro era a única coisa que não faltava a Ronaldinho. Aquele “Flamengo é Flamengo” virou piada… Em maio de 2012, naquele dia que  conseguiu a tutela antecipada na 9ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro, liminar concedida pelo juiz André Luiz Amorim Franco, Ronaldinho saiu pela porta dos fundos. Sua advogada cobra na justiça dívida de exatos R$ 40.177.714,00.

    A laudo emitido pelo perito judicial foi positivo para o Fla. A perícia, exigida pelo atual departamento jurídico, detectou danos à imagem da instituição causados pelo atleta no período que defendeu a equipe. O Mengo afirma que só vai pagar o valor devido e o laudo pericial foi ao encontro dessa prerrogativa. A advogada de Ronaldinho, Gislaine Nunes declara que não vai aceitar valores irrisórios.

    Hoje o Flamengo busca alongar o embate, se possível, até o Tribunal Superior do Trabalho. O jogador prejudicou por diversas vezes a imagem do clube – como atesta o referido laudo. O Flamengo não vai fazer acordo com um valor acima do devido, ou seja os salários corrigidos e encargos obrigatórios. “Nada perto de 30 ou 40 milhões” declarou uma pessoa ligada ao caso.

    No último round desta luta entre o velho Flamengo e o novo Flamengo, o ex-técnico Luxemburgo e o ex-diretor-executivo de futebol Zinho, arrolados como testemunhas pelo Fla não puderam comparecer. Novo encontro foi marcado para setembro. E está longe de ser o último.

     

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