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  • A Federação mandou iniciar a partida: uma ofensa ao clube, e sobretudo às mulheres


    Mariana Sá | Twitter @imastargirl

    Árbitra Simone Xavier de Paula e Silva reconheceu que o estado do campo era ruim, mas alegou ter recebido ordens para dar início ao jogo, independentemente das condições do gramado. | Foto Flamengo

    Na noite desta terça-feira (15), o Flamengo expôs em seu site oficial uma situação que chamou a atenção de muitas pessoas. A partida entre o clube e o Barcelona-RJ, válida pelo Campeonato Estadual Feminino, não aconteceu graças à péssima condição do gramado. Situações como essa não são tão incomuns quanto muitos imaginam e, infelizmente, as mulheres brasileiras sofrem com isso há anos.

    Oito anos atrás, durante a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2007, as atletas entraram em campo após perderem a final com a faixa “Brasil, precisamos de apoio”. Aquele foi um pedido de socorro silencioso, um grito por ajuda ignorado. Podemos ter evoluído desde então, entretanto andamos lentamente, quase parando.

    O futebol feminino sofre todos os dias com o descaso daqueles que deveriam ser os primeiros a investir. A luta contra o preconceito é diária, seja das iniciantes ou de jogadoras da seleção, dentro ou fora de campo. Enquanto outros países evoluem cada vez mais, o Brasil fica pra trás e é difícil esperar uma mudança dessa situação.

    Há alguns meses o Flamengo se uniu a Marinha para iniciar o projeto do futebol feminino no clube. As meninas se destacaram com vários resultados positivos e seguem fortes na disputa do Campeonato Brasileiro e do Carioca. No Estadual, a campanha da equipe é 100% com oito vitórias e incríveis 50 gols marcados, sem levar nenhum.

    A FERJ, que organiza o Campeonato Estadual, é uma das federações com a pior política para o futebol feminino. Os altos valores para a inscrição de times e o baixo investimento na competição prejudicam e muito a evolução das equipes. Situações como a vivida pelo Flamengo/Marinha são consequência desse descaso.

    A atitude do clube de não permitir a entrada das meninas em campo é mais do que certa. Todos os envolvidos sabiam do risco e estavam cientes de que colocar as meninas para jogar seria pôr em jogo meses de trabalho. É muito claro que não havia condições de realizar a partida, mas apenas o Flamengo/Marinha se opôs a esse absurdo.

    Está nas mãos da FERJ definir se o clube leva ou não o WO na partida. Infelizmente, a Federação está longe de pensar no bem do esporte carioca, então podemos esperar qualquer decisão. Quem perde com isso não é só o Flamengo, campeonato ou qualquer um. Perde o futebol feminino, que enfrenta esse tipo de dificuldade não pela primeira e certamente não pela última vez.

     

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  • A fábula do menino que xingava

     

    Gerrinson. R. de Andrade | Twitter: @GerriRodrian

     

    Existem muitas terapias para mentes desajustadas.

     

    Imaginem: o menino xinga todo mundo na rua.

    Passa o leiteiro, o menino xinga.

    – Vagabundo!

    Passa o afiador de facas, passa o carteiro, passa a vizinha voltando, o menino xinga:

    – Safado! Peidorreiro! Gorda-porca!

    O dia todo o menino xinga. Seu avô, já acostumado, se desculpava a todo mundo:

    – Não teve jeito, já falei pro menino parar, que isso é coisa feia, que ninguém gosta dele assim. Mas ofensa de retardado a gente precisa relevar.

    O menino era só xingamento. Xingava de corno-manso, de corno-cebola, de corno-churrasco. Sua vontade era só xingar, meio que nos escondidos, atrás de muro, de poste ou de carro estacionado.

    Um dia cedo, quando já xingava, o transeunte vestido de Flamengo na revolta chegou junto, pegou no susto e deu uma bofetada que o menino caiu de olho aberto, no nocaute.

    O menino foi pra casa tropeçando, se apoiando nas paredes. O avô foi que lhe disse:

    – Agora vê se toma jeito, aprende.  Jumento!

    O moleque conseguia mal falar, boca dormente. Foi pro quarto, deitou na cama, e grunhiu:

    – Flamerda…

    Pegou seu celular, ligou o 3G, instalou aplicativo e abriu uma conta no Twitter.

    Passou a xingar com gosto, sem medo de levar bofetão.

    Tomou gosto ainda mais, baixou ferramenta, fez avatar no Illustrator. Ficou profissionalizado, com seguidor.

    Xingava o Flamengo 87 vezes por dia, chamava de urubu com preconceito, que era time filho da mãe Globo, que só ganha no apito. E barbarizava ofendendo Zico.

    O avô ficou inclusive satisfeito com o tal Twitter. Xingando no computador, o moleque deixava a vizinhança em paz.

    E o avô até entendeu que nesse tal Twitter muito demente se trata, faz terapia e se realiza nas suas fantasias.

    Orra, é Mengo!

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    Tem coisa que só o Mengo faz por você

    80 milhões de torcedores!

    Neurônios Rubro-Negros

     

     

     

  • Eu não sou carioca, mas o Flamengo é – Só me odeie depois de ler.

     


    José Peralta | Twitter @CRFlamenguismo

     

    Preliminarmente, ressalto que este post reflete exclusivamente a opinião do autor (no caso, eu), não cabendo ao Mundo Bola nenhuma responsabilidade. Destaco, ainda, que o conteúdo a seguir não é recomendado para aqueles com baixa capacidade de interpretação de texto.

    Eu não sou carioca, mas o Flamengo é. É isso, inclusive, que afirma o artigo 1º do Estatuto do Clube, in verbis:

    “Art. 1º O CLUBE DE REGATAS DO FLAMENGO, neste Estatuto denominado FLAMENGO, fundado em 15 de novembro de 1895, na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil, onde tem sede e foro, situado na Avenida Borges de Medeiros, nº 997, Lagoa (…)”

    É óbvio ululante que isso não significa dizer que o Flamengo é um clube “local”. Muito pelo contrário, sua torcida está espalhada por todos os cantos do país e é justamente isso que o faz ser o “Mais Querido”.

    O Flamengo tem um alcance nacional, sua torcida é nacional, sua paixão é nacional, mas sua sede fica no município do Rio de Janeiro. Você pode gostar ou não, mas isso não é uma opinião, é um fato.

    Neste momento, boa parte dos leitores já fecharam a aba de seu navegador e outros tantos estão nutrindo um ódio profundo pela minha pessoa. Contudo, em nenhum momento disse que o Flamengo não deva mandar jogos fora de sua cidade-sede.

     

    Em Natal-RN: vitória e alegria geral | Foto Gilvan de Souza/Flamengo

     

    Pois bem, digo agora: Na minha opinião pessoal (perdão pelo pleonasmo), o Flamengo não deve mandar jogos fora de sua cidade-sede – salvo exceções, que serão apresentadas mais adiante.

    Ainda tem alguém aí? Bem, vamos em frente.

    Eu me baseio em uma lógica muito simples: um clube de futebol deve jogar em sua cidade. O argumento é fraco? Talvez, mas é apenas a minha desimportante opinião, provavelmente gerada pelo meu lado conservador.

    Quiçá também pese o fato disso ser uma tradição um tanto quanto comum no futebol. Que clube manda jogos fora de sua cidade (região metropolitana, vai)? Lembro do Santos, que vez ou outra manda seus jogos na capital, onde tem um bom número de torcedores. Quem mais?

    Real Madrid, Manchester United, Juventus, Ajax, River Plate… posso estar enganado, mas não consigo me recordar desses times mandando jogos oficiais fora de seus domínios.

    Ainda tem alguém aqui?

    Vou apresentar as exceções. Atolado em dívidas, acho válido que, com cautela, o Flamengo venda um mando ou outro, desde que isso represente de fato uma grande vantagem econômica. Além do mais, é lindo poder ver o Flamengo encher o estádio em Brasília ou em Natal. É comovente ver a alegria de um rubro-negro Off-Rio ao recepcionar o clube que ama em sua cidade.

    Do ponto de vista do marketing, também é excelente. Reforça os laços com o torcedor, expõe a marca e traz diversos outros benefícios que não sou o mais indicado para listar.

    Em 2013, os jogos fora do Rio também foram fundamentais para pressionar o Maracanã S/A por um melhor acordo. Ano que vem será igual, visto que vai ser quase impossível jogar na cidade por conta dos Jogos Olímpicos.

    Amistosos fora do Rio também são bem-vindos, assim como (na minha irrelevante opinião) jogos das fases iniciais da Copa do Brasil.

     

    Em Brasília-DF: decepção transformou-se em vaias e pouco apoio | Foto Gilvan de Souza/Flamengo

     

    Contudo, eu gostaria de relembrar duas coisas: Que (i) eu não sou carioca, mas que (ii) o Flamengo é (tecnicamente, claro. Numa visão mais filosófica, é mais do que nacional, é interplanetário).

    Mas e o torcedor que mora longe? Antes de responder, não sei se já falei, mas não sou carioca (ah, e não moro e nem nunca morei na capital fluminense). Bem, o torcedor que mora longe não verá o Flamengo com a frequência desejada. Faz parte do ônus de ter escolhido torcer pelo maior clube do país.

    É a minoria, mas alguns pensam estar fazendo um favor ao torcer pelo Flamengo. Isso é um disparate!

    O ST Off-Rio é o que mais sofre, tem pouquíssimas vantagens e merece muito mais (incluindo promoções que o leve aos jogos), mas o Flamengo, salvo exceções, deve mandar as partidas oficiais em seu estádio, que já foi o da Rua Paysandu, a Gávea e há um bom tempo é o Maracanã (espero que não por muito mais tempo, mas isso não é tema para esse texto).

    Penso que o sonho do torcedor deveria ser ir ao encontro do Flamengo, não o contrário. Alguns têm o privilégio de morar na cidade do clube do coração (não sei se já falei, mas não é o meu caso), mas vida tem desses percalços.

    Caso ainda tenha alguém por aqui, gostaria de finalizar dizendo que foi linda a festa que o torcedor fez no Mané Garrincha. O time perdeu porque jogou mal, simples. Perdeu como perde no Rio. Foi vaiado como é vaiado no Rio.

    Tivesse vencido por 8 a 0, minha opinião seria a mesma: O Flamengo, salvo exceções, deve mandar seus jogos no Rio de Janeiro.

     

     

    PS: um abraço a todos os rubro-negros que, assim como eu (frise-se, registre-se, saliente-se) não nasceram/moram na Cidade Maravilhosa.

     

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  • A Nação só é nacional quando convém

     
     

    Luiz Filipe Machado | Twitter @luizfilipecm

    Brasília passou a SEMANA respirando o jogo do Flamengo. 64 mil ingressos vendidos até a véspera do jogo. E não vendeu mais porque não tinha. Teve gente chorando ingresso até a hora do jogo. Só o que se via era preto e vermelho na rua.

    O DFTV passou todos os dias falando do Flamengo. Quando não era matéria sobre o jogo, passava alguém usando o manto atrás do repórter.

    Eu nunca tinha ido a um estádio absolutamente lotado. Na hora que eu entrei, passei uns 5 minutos olhando as arquibancadas. Embasbacado. Só depois fui conseguir olhar pro campo. A torcida cantava, fazia olha, curtia o jogo mesmo antes da bola rolar. Com 30 segundos de jogo o Flamengo já tinha perdido uma bola ridícula, mesmo assim a torcida vibrou com a defesa do PV.

    Aí o Flamengo legou o primeiro gol e a torcida continuou apoiando. Até o anti do Luiz Carlos Júnior elogiou a empolgação da torcida, aos 20 minutos.

    Mesmo com as exageradas vaias ao César Martins, a torcida continuou cantando. Inclusive, na hora que o Flamengo deu a saída de bola, depois do segundo gol, a torcida cantou. E gradualmente apareciam aplausos e diminuíam as vaias ao César Martins.

    Agora eu penso pra você imaginar a situação do torcedor de Brasília.

    O Flamengo vinha de 6 vitórias seguidas. Os ingressos foram embora antes do dia do jogo, com a torcida enfrentando filas enormes pra comprar as entradas. E até os STs passando mais de uma hora em fila para retirar os ingressos. Só se via camisa do Flamengo nas ruas. Festa no aeroporto, festa no hotel, festa antes de começar o jogo, e o time não reage? A torcida fica impaciente.

    O Canteros estava tão desligado que mais de uma vez, vi jogadores do Flamengo arrumarem o posicionamento dele. O ÚNICO jogador que passou os 90 minutos ligado foi o Pará. Esse ganha meu respeito a cada jogo.

    Agora eu vou bancar o “jogo no estádio é diferente”. Estou vendo o jogo gravado, enquanto escrevo. E aos 38′ a torcida se indigna com algo que nem dá pra notar. Eu lembro o que foi. O time NÃO SE MEXIA. Ninguém aparecia pra dar opção de jogo. E isso era TODA HORA. A saída ida defesa pro ataque morria porque ninguém dava opção.

    Você não ficaria indignado se apoiasse o time e os jogadores parecessem nem ligar pra isso? O @piroquio definiu muito bem a química torcida/time:

     

    Em poucos momentos a torcida ficou calada no primeiro tempo. Imagino que a vaia na saída do time tenha sido indignação por isso. A torcida empurrava e o time nem ligava. E o Coritiba, sem torcida, tava muito mais ligado no jogo. Ou seria que os 12 torcedores deles fizeram mais barulho que nossos 67.000?

    No segundo tempo, com o time precisando de 2 gols pro empate, cansei de ver o Flamengo atacando com 5 e o Coritiba defendendo com 8, 9. Parecia que estávamos confortáveis com a derrota.

    E mesmo com o time apático, a torcida ainda gritava VAMOS FLAMENGO aos 16′ do segundo tempo, a plenos pulmões. Sem contar com reações a cada lance, até os 40′.

    Eu acho absurdo gritar olé pro próprio time. Nem vou tentar defender isso.

    Mas isso não acontece só no Mané Garrincha:

     

     

     

    Então, nada de cagar regra na cabeça de quem “não sabe torcer”.

    Ainda vi reclamações sobre os torcedores que saíram do estádio antes do fim do jogo.

    A gente não tem o costume de ir a jogo de futebol, muito menos em meio de semana. Eu mesmo duvidei que fosse encher o estádio. Mesmo com o Mané Garrincha sendo muito central, o acesso é ruim. Passei 40 minutos na fila pra conseguir entrar no estádio. Eu que voltei pra casa de carro demorei. Imagina a galera que foi pra casa de ônibus? Que deve ter caminhado uma meia hora só pra chegar na rodoviária, pra pegar um ônibus e chegar em casa lá pra 1h da manhã. Reclamam que o metrô do Rio é ruim, mas o de Brasília é praticamente inexistente. Repetindo, aqui não existe o costume de ir a estádio no meio da semana e sair tarde, precisando trabalhar no outro dia. Isso pesa. Além disso, o torcedor que apoiou o time, e não viu NENHUMA REAÇÃO encheu o saco. É uma via de mão dupla.

    Aliás, seguindo a cartilha do Torcedor do Maracanã, eu devo ser um baita coxinha. Durante o jogo, eu fico quieto, tenso. Reajo a cada lance. Xingo juiz, fico gritando com os jogadores como se eles fossem me ouvir, saio quase sem voz. Mas não sou de ficar cantando as músicas o tempo todo. Se tivesse uma câmera me filmando o tempo todo, iam me chamar de FlaCoxinha pra baixo. Desculpem, é assim que eu torço. Acho sensacional quem pula e canta o tempo todo, mas eu sou diferente. Nem por isso sou menos rubro negro que você.

    Apesar disso tudo, no final ainda vi um torcedor tirando uma selfie, sorrindo. Eu sei que a galera do Maracanã, que vê o time toda semana, patrulha isso. Não pode sorrir em derrota, nem tirar selfie. Mas aquele cara, que pagou no ingresso ⅓ do que vale o celular que ele usou pra foto, pra ver o Flamengo uma vez na vida, vai lembrar pro resto da vida do dia que ele lotou o Mané Garrincha, e o Flamengo não jogou bola.

    Eu só queria entender como que o Flamengo perdeu de 3×0, em casa pro Corinthians. Ou por que o, LANTERNA, Vasco nos tirou da Copa do Brasil em pleno Maracanã. E até queria que me explicassem porque vencemos em Natal, com 20 mil na torcida. A galera de lá torce melhor que a de Brasília, ou o TIME jogou bem lá?

    Não dá pra se gabar da Nação e ficar enchendo o saco da torcida OffRio. O Flamengo não é o Corinthians. Nossa torcida é nacional. Se gabem disso, mas respeitem quem não mora na cidade sede do Clube.

    Só não posto aqui a SELFIE que tirei com a minha mulher, no estádio, porque ela é tímida. Mas eu tirei. E comi churros.

     

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  • ATUAÇÕES: Em noite de pouca inspiração; nenhum destaque individual. Notas de Flamengo 0 x 2 Coritiba



    Por: Hesley Menezes (@_hesleymenezes)      Raony Furtado (@UrubuMatuto)

    Oswaldo mexeu muito mal, e não conseguiu fazer com que a equipe furasse o bloqueio do Coritiba (Foto: Flamengo Oficial/Gilvan de Souza)

    Paulo Victor: Foi seguro quando pôde, mas vacilou ao esperar pelo juiz no segundo gol do Coritiba. NOTA 5,5.

    Pará: Não teve a intenção de tocar com a mão na bola e foi vítima da interpretação do toque dentro da área. Buscou o ataque e sempre estava buscando cumprir sua obrigação na defesa. Segue com boas atuações e dedicação máxima. NOTA 5.

    Samir: Deixou o atacante do Coritiba em condições no segundo gol. Fez antecipações e conseguiu boa finalização em cobrança de escanteio. NOTA 6.

    César Martins: Começou nervoso, mas depois entrou no jogo junto com o restante do time. Cometeu erros bobos no início e o Coritiba soube aproveitar. NOTA 4.

    Jorge: Atuação limitada do jovem lateral. Assim como o restante do time, não comprometeu na defesa, mas foi tímido no ataque. NOTA 5.

    Márcio Araújo: Sempre incansável, não jogou tudo que mostrou nas últimas partidas. NOTA 4.

    Canteros: Foi o mais lúcido do primeiro tempo, tentou organizar as jogadas com calma, sem a pressão da torcida. Voltou mal do intervalo. NOTA 4.

    Alan Patrick: Não brilhou como nos últimos jogos, mas teve bons lampejos na faixa central do campo e sem ou algumas boas jogadas. NOTA 5.

    Everton: Partida ruim do camisa 22 do Fla. Pouco produziu pelo seu espaço no campo. Deu poucas opções pra triangulações, ou infiltrações na linha de fundo. NOTA 3.

    Paulinho: Na melhor chance que teve no primeiro tempo, isolou. Tentou jogadas individuais em faixas perigosas do campo e perdeu muitas vezes a bola. NOTA 3.

    Kayke: Fez sua pior partida vestindo a camisa do Flamengo. Dificilmente jogará tão mal assim outra vez. Errou tudo que tentou. Péssimo no jogo todo. NOTA 2.

    Ederson: Não jogou bem. Tentou, tentou, tentou… nada fez. Vale de boa avaliação sua disposição na partida. NOTA 5.

    Cirino:Jogou poucos minutos. Não pôde fazer muita coisa no jogo. O Coritiba jogava fechado, e o jogo não era pra velocidade, sua principal característica. NOTA 5.

    Almir: Entrou pra tocar a bola pro lado. Arriscou um chute de fora sem perigo. NOTA 1.

    Oswaldo de Oliveira: Perdeu pela primeira vez no comando do Flamengo. E pra um time do Z4, com 70 mil rubro-negros no estádio. A tese do “jogo a jogo” parece não ter surtido efeito nos seus jogadores. O time entrou desconcentrado na defesa, coisa que não aconteceu nos últimos jogos. NOTA 3.

     

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  • O dia em que tudo deu errado


    Náyra M. Vieira | Twitter @NayraMV

    Time é derrotado em dia que tinha tudo pra ser histórico | Foto Flamengo

    Quem conhece a história do Flamengo sabe que não é exagero sentir um frio na espinha quando o time vem em boa fase e a torcida lota o estádio. Festa e Flamengo são coisas que juntas trazem memórias amargas, das quais prefiro nem falar pra não atrair. Brasília, como sempre, recebeu o Flamengo calorosamente, os jogadores foram muito procurados e o estádio estava lindo abarrotado de rubro-negros.

    Muitos dirão que o problema começa com o Flamengo mandando um jogo fora, mas isso realmente nada teve com o que vimos em campo. O erro começou por Oswaldo com 2 coisas que foram fundamentais para o resultado: Paulinho titular e uma linha de três zagueiros mal treinada.

    Quem lê meus textos sabe que desde a polêmica com Eduardo defendo que entre em campo o melhor time possível. Se há um jogador que não aguenta 90 minutos, que o substitua no intervalo ou com 60 minutos de jogo, o importante é entrar com o 11 ideal para depois não ter que correr atrás do resultado. Oswaldo, então, tinha que apenas voltar ao 4-1-4-1 variando pro 4-2-3-1 que vinha dando certo antes colocando no meio Everton aberto de um lado e Ederson de outro (posição, aliás, que o fez se destacar na Europa).

    Contudo, Paulinho virou titular por ter feito um golaço, numa jogada de sorte, já que no restante do jogo foi apenas mediano. Não é segredo pra ninguém o quanto a idolatria da torcida faz a cabeça de alguns jogadores subir rápido e Paulinho mostrou isso muito bem a partir 2014, o que resultou numa partida deplorável nessa quinta. Logo no início de jogo parecia obcecado por fazer lances de efeito, perdeu bolas bobas por querer sair driblando mesmo quando tinha opção de passe, inclusive a que na zona de defesa gerou o contra-ataque do Coritiba e culminou no pênalti bem marcado.

    Se Paulo Victor, que fez defesas difíceis e foi obrigado a fazer várias saídas do gol para evitar uma goleada, errou em algum momento foi no pênalti. Não é de hoje que Kleber bate no meio e, novamente, Paulo Victor tentou adivinhar e acabou vendo uma bola fácil entrar. O gol levou o psicológico do Flamengo a lona, o time começou a se precipitar e errar lances bobos, o fantasma do histórico de não conseguir virar jogos assombrando os jogadores.

    Foi então que o segundo erro fundamental de Oswaldo afetou diretamente o placar. Se antes Márcio Araújo ficava fixo a frente dos zagueiros, protegendo a zaga, hoje quando o time tinha a bola recuava como um 3° zagueiro pela esquerda, fazendo Samir e César Martins girarem, o que provocou muita confusão no posicionamento e deixou buracos na cobertura, principalmente por erros de César Martins.

    O 2° gol do Coritiba nasceu do passe errado do zagueiro César, que gerou um contra-ataque pela direita; Samir foi cobrir o buraco deixado por Pará e César Martins e ninguém entrou no lugar dele, o resultado foi uma falha geral. O cruzamento foi feito perto da linha de fundo, os jogadores do Flamengo simplesmente saíram pra fazer a linha de impedimento ignorando que a bola partira de uma posição à frente dos jogadores do Coritiba que entravam na área. Assim Henrique teve toda a liberdade para cabecear cara-a-cara com Paulo Victor.

    Nos vinte minutos seguintes o Flamengo oscilou e pouco conseguiu produzir, Wilson fez apenas uma defesa em cabeceio de Kayke, que acabava tendo que sair muito para ajudar na armação das jogadas, devido a inoperância de Everton e Paulinho pelos lados. Alan Patrick e Canteros até tentavam algo pelo meio, mas estavam muito marcados e o time não tinha o meio-campo, Jorge estava preso pela presença de Negueba e Pará não consegue desenvolver jogadas ofensivas sem ter com quem tabelar ou fazer uma triangulação.

    A esperança era que Oswaldo acertasse o time no intervalo, desse foco aos jogadores e recompusesse o meio-campo com Ederson no lugar de Paulinho. E, com estes movimentos, o 2° tempo começou todo do Flamengo que jogava o tempo todo no campo do adversário, chegando a ter quinze minutos de pura pressão, mas a defesa muito bem postada não dava espaços para criar, poucos jogadores entravam na área e a falta de finalizações acabou sendo uma consequência. Após a saída de Negueba, Jorge subiu de produção ao poder ir mais ao ataque, o gol parecia questão de tempo, mas poucos minutos depois Oswaldo fechou o caixão rubro-negro.

    NADA justifica Almir entrar num jogo do Flamengo.

    Oswaldo: Mudanças inexplicáveis|Foto Flamengo

    Após a saída de Canteros para a entrada de Almir, Alan Patrick sumiu, Ederson que vinha tentando e conseguindo boas jogadas caiu de rendimento, a bola começou a se aventurar no campo do Flamengo. Olhei o banco e Oswaldo não havia levado Baggio, era jogo pra ele em um 4-4-2, mas o único atacante era Cirino, que não fez nada diferente do que vem fazendo em sua má fase pós-carioca. Mesmo havendo tempo pra pressão, o Flamengo não produziu nada, não ameaçou, lembrou até o Flamengo de Luxemburgo, a derrota foi feia e a torcida não perdoou.

    Obviamente nada está perdido, fica mais difícil já que era a chance de tirar diferença para Corinthians e Atlético-MG, mas estão todos na briga e o Flamengo tem tudo para retomar o caminho da vitória, basta Oswaldo pensar sobre os erros que cometeu para nunca mais voltar a repeti-los.

    Não é hora para pessimismo, Guerrero volta no próximo jogo, a única baixa além dos que estão no DM é César Martins que levou o 3° amarelo hoje. O Flamengo ainda enfrentará todos os seus adversários diretos, a exceção do São Paulo, portanto sobram chances e domingo é a primeira contra o Atlético-MG, vamos continuar apoiando e acreditando.

    Saudações Rubro-Negras

     

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  • A ascensão do Império


    Patrícia Castelan | Twitter @patycastelan

    Os dois filmes da franquia “300” ultrapassaram todas as expectativas de seus produtores em público, renda e popularidade em nível mundial. A virilidade e coragem do pequeno exército de 300 homens espartanos logo fora associado pela Nação com a nossa estimada raça rubro-negra e o grito de bravura de Gerard Butler, o Rei Leônidas: “This is Sparta”; facilmente tornou se: “This is Flamengo”.

    Assim como no segundo filme, o Fla sofreu e teve um novo comandante: Guerrero. Paolo chegou à Gávea e marcou seu “primeiro gol” com as palavras: “Estou no maior Clube do mundo”. E quando toda a imprensa e alguns de nós, torcedores (inclusive eu), acharam que nos tornaríamos dependentes do nosso novo líder, o exército/elenco ressurgiu e tomou conta da situação. As demais contratações passaram a dar certo e Kayke, prata da casa, como bom espartano (flamenguista), tem feito a alegria da Nação com seus gols. Sem falar em Alan Patrick, desde que estreou melhora a cada jogo. E Pará: a grande surpresa do Flamengo. Pará tem dado um show de raça a cada partida/batalha e, melhorado seu futebol jogo a jogo.

    A vinda de Oswaldo tem, sem dúvida nenhuma, uma imensa participação nessa melhora do time e na recuperação de jogadores como Paulinho, Everton e Canteros, que passaram por fases muito ruins. Particularmente, melhor do que os gols que Guerrero fez, na hora que mais precisávamos, como bom líder, ele fez com que o elenco/exército recuperasse sua estima, bravura e tornar a gritar:”This is Flamengo” .

    Mesmo após as partidas dessa quarta-feira, continuamos em 4º lugar na classificação geral. Nossa próxima batalha será em Brasília contra o Coritiba na noite de hoje (17/09). A Nação fez sua parte e esgotou os 67 mil ingressos destinados ao Flamengo no Mané Garrincha. Novo recorde de publico do Brasileirão 15 (marca que já pertencia ao Fla).

    A Arena esta pronta e os exércitos também. Além do recorde de publico o Fla poderá quebrar também mais uma marca interna sua: somar 7 vitórias consecutivas. No momento, pela 3 vez em nossa historia, conquistamos 6 vitórias seguidas, como nos anos de 78 e 82:

    1978

    Americano 0 x 1 Flamengo
    Bangu 1 x 4 Flamengo
    Flamengo 2 x 1 Nacional-AM
    Flamengo 2 x 1 Portuguesa
    Flamengo 2 x 0 Paysandu
    XV de Piracicaba 1 x 2 Flamengo

    1982

    Flamengo 3 x 2 São Paulo
    Náutico 3 x 4 Flamengo
    Flamengo 5 x 0 Treze
    Flamengo 3 x 0 Ferroviário
    Treze 1 x 3 Flamengo
    Ferroviário 1 x 2 Flamengo

    2015
    Flamengo 2 x 1 São Paulo
    Sport 0 x 1 Flamengo
    Flamengo 3 x 0 Avaí
    Fluminense 1 x 3 Flamengo
    Flamengo 2 x 0 Cruzeiro
    Chapecoense 1 x 3 Flamengo

    Uma grande diferença entre 78 e 82 e q na sequência de agora, o Fla sofreu apenas 3 gols. Menos que nas demais campanhas.
    O exército/elenco do Coritiba é fraco. Tem tudo para quebrarmos mais esse recorde daqui a algumas horas. O Flamengo está chegando. Ocorra o que ocorrer na partida de hoje e nas demais, creio que estaremos na próxima Libertadores. Um futuro com grandes conquistas nos espera. Preparem-se para a Glória!

     

     

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    Recorde!

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  • Brasília esquece o caos político e recebe o Flamengo como uma celebração de fé


    Felipe Henriques | Twitter @Lipe_Henry  e Diogo Almeida | Twitter @DidaZico

    Mané Garrincha receberá mais de 67mil rubro-negros. Na foto, mais 60 mil no Santos x Flamengo | Foto: Elza Fiúza/ABr)

    Esta quinta, dia 17 de setembro, marca o ápice de uma celebração flamenga que marcou os últimos dias na capital federal. É o dia que a rubronegrada vai seguir em peregrinação para um templo. O Mané Garrincha será o monumento construído para o culto, e a vitória marcará mais uma página sacra na história da Maior Torcida do Mundo.

    Depois da passagem divina do Fla, talvez o povo brasiliense consiga reunir forças para vencer o caos administrativo e falimentar do Estado Brasileiro. A Força Descomunal do Clube de Regatas do Flamengo e seus Súditos-Urubus estão trazendo a glória em cada coração que fecha com o certo.

    O Flamengo, embalado, 4º colocado com 41 pontos, mesma pontuação de Palmeiras e São Paulo. Foi uma mobilização emocionante por parte dos rubro-negros da região centro-oeste para conquistarem o direito de ver o Fla ao vivo, já que a carga total de ingressos foi esgotada antes mesmo de chegarmos às 24h anteriores ao apito inicial.

    Há quanto tempo isso não acontecia no futebol brasileiro? 67.000 ingressos vendidos antecipadamente. Recorde de público pagante no campeonato — o recorde de público presente já pertencia ao Mengão, na partida contra o Santos: 61.421 espectadores.

    O clima é de Raça, Amor e, principalmente, muita Fé. Na segunda passagem do Mengão em Brasília, em 2015 — a primeira havia sido em janeiro, em amistoso sem gols contra o Shakhtar Donetsk/UCR. A euforia flanática pode ser explicada pelas seis vitórias consecutivas do Urubu Arrasador no torneio, igualando aos recordes de vitórias rubro-negras na história do Brasileirão: 1978 e 1983. Vamos vencer! E colar mais ainda nos líderes à frente, pequenos Corinthians, Atlético MG e Grêmio.

    Abaixo, apenas uma pequena mostra do que somos capazes de fazer. o Meia Ederson, jogador paranaense, que mal jogou no Brasil, rodou por França e Itália… Acostumado aos sisudos palcos europeus, não conseguiu guardar sua emoção, e mesmo entre as barreiras que separam um jogador de futebol e declarações espontâneas, foi ao seu Twitter e desabafou (imagem). Depois declarou: “Ver a torcida no aeroporto foi um dos momentos mais marcante que vivi no futebol”.

     

    SRN!!!

     

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  • Faltando um mês para o NBA Global Games Rio, conheça mais da história do Orlando Magic


    Rafael Araujo Lisboa|Twitter @rafinhalisboa

     

    Fla já enfrentou o Magic na Flórida, em 2014 (Foto: Reprodução)

     

    Hoje (17) é uma data especial para quem ama o basquete, especialmente para os torcedores do Flamengo. Falta exatamente um mês para a histórica partida entre Flamengo x Orlando Magic pelo NBA Global Games.

    Especialmente para quem não conhece muito da história do adversário do Flamengo no NBA Global Games, vamos começar falando sobre a casa do nosso adversário e depois sobre a história do Magic.

    Orlando, cidade localizada no estado da Flórida, é famosa por suas atrações turísticas, como Universal Orlando Resort e Walt Disney World. Em 2012 recebeu mais de 55 milhões de turistas! É a cidade mais visitada nos Estados Unidos e a segunda mais visitada no mundo. O Orlando Magic foi fundado em 1989 e tem como donos a família DeVos. A equipe chegou duas vezes às finais do melhor basquete do mundo. Depois de ganhar a Conferência Leste enfrentou, nas temporadas 94-95 o Houston Rockets e, em 08-09 o Los Angeles Lakers.

    Mesmo sem ter ganho a NBA o Magic contou diversas vezes com grandes estrelas e lendas do Basquete em seu elenco, como Shaquille O’Neal, draftado pelo Orlando em 1992, que ficou de 1992 a 1996, ajudando o Magic à ganhar o título da Conferência na temporada 94-95, Anfernee “Penny” Hardaway, que ficou no Magic entre 1993 e 1999, e junto com O’Neal levou a equipe da Flórida ao título da Conferência Leste. A equipe também contou com Dwight Howard, que ficou na Flórida de 2004 a 2012, sendo extremamente fundamental na conquista do segundo título da equipe na conferência na temporada 08-09, e Vince “Vinsanity” Carter, que disputou somente a temporada 09-10, em que conduziu junto com Howard a equipe aos Playoffs.

    No atual elenco do Magic, o Flamengo precisa tomar cuidado com alguns jogadores, em especial o armador Victor Oladipo, que é um dos principais jogadores da equipe, obtendo uma média de 17,8 pontos na última temporada, o ala-armador recém draftado Mario Hesonja que veio do Barcelona, que disputa a Liga ACB, o pivô Nikola Vucevic que teve 19,3 pontos e 10,9 rebotes de média na última temporada e o ala-pivô Tobias Harris, que obteve 17,1 pontos e 6,3 rebotes de média na temporada 14-15.

    Anote na agenda, torcedor: Flamengo x Orlando Magic no Sábado (17/10), às 18h30min na HSBC Arena.

    Compre seu ingresso: Ingressos Orlando Magic x Flamengo – NBA Global Games Rio 2015

     

     

    Coletiva de imprensa do Global Games 2015, Orlando Magic x Flamengo, partida que será realizada no Rio de Janeiro em outubro. (Foto: Armando Paiva/Eleven)

     

     

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  • O jogo mais importante dos últimos tempos na última semana

    Após tropeços de Corinthians e Atlético MG, Flamengo pode diminuir diferença para os líderes com vitória hoje. Elenco pode fazer história


    Após cumprir suspensão automática, Alan Patrick está de volta. (Foto: Flamengo Oficial/Gilvan de Souza)

    Número sete. Sem dúvida nenhuma, é o número que envolve a maior mística desde os primórdios até os tempos atuais. Pitágoras, o pai da matemática e numerologia, dizia que o número sete é sagrado, perfeito e poderoso. Alguns dizem que o número sete representa a totalidade, a consciência, a intuição, a espiritualidade e vontade. Sete, é o número de vitórias seguidas que o Flamengo pode alcançar nesta noite, entrando pra história como a maior sequência de vitórias do Clube no Brasileiro. Sete também significa hepta, que pode ter suas chances um pouco aumentadas em caso de sucesso na partida.

    E depois de uma consistente vitória sobre a Chapecoense, no último domingo, hoje é a vez da Nação do Distrito Federal e adjacências mostrar sua força. Todos os ingressos vendidos com mais de 24 horas de antecedência, com promessa de 70 mil Rubro Negros fazendo uma linda festa.

    Na partida de hoje, a equipe tem o importantíssimo retorno de Alan Patrick, voltando de suspensão. O meia, vem sendo o maestro da equipe, comandando o meio campo e ajudando com os seus gols. Ele tomará a vaga de Marcelo Cirino, que ainda parece estar fora de sintonia com o restante da equipe. O meia Ederson, que chegou a treinar ao lado de Alan no time titular, tem pouquíssimas chances de iniciar o jogo. Sendo assim, do meio pra frente veremos o que já estamos acostumados. Márcio Araújo, Canteros, Everton, Alan Patrick, Paulinho e Kayke. Wallace, Emerson e Armero, todos com problema na coxa, continuam fora da equipe titular ainda sem previsão de retorno. Paolo Guerrero deve voltar no final de semana, estando em fase final de recuperação de lesão ligamentar no tornozelo.

    O Coritiba, apesar de estar na zona de rebaixamento, tenta ensaiar uma fuga da degola. Dos últimos oito jogos, só perdeu dois. E tem no ataque um importante trunfo, o atacante Henrique Almeida que tem feito gols importantes nessa recente campanha do Coxa. O técnico Ney Franco tem um importante desfalque para hoje. O meia Ruy, com uma lesão confirmada na panturrilha, foi vetado pelo departamento médico. Sem definição sobre o substituto, até Negueba pode pintar entre os titulares.

    Flamengo e Coritiba se enfrentam nesta quinta, às 21 horas, no Mané Garrincha. Duelo válido pela 25ª rodada do Brasileirão. É a chance do Flamengo entrar pra história, e chegar junto no retrovisor de quem está a frente.

     

    FICHA TÉCNICA:
    FLAMENGO X CORITIBA

    Local: Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF)
    Data: 17 de setembro de 2015 (Quinta-feira)
    Horário: 21h (de Brasília)
    Árbitro: Marielson Alves Silva (BA)
    Assistentes: Cleriston Clay Barreto Rios (Fifa-SE) e Elicarlos Franco de Oliveira (BA)

    FLAMENGO: Paulo Victor, Pará, César Martins, Samir e Jorge; Márcio Araújo, Héctor Canteros, Alan Patrick e Everton; Paulinho e Kayke. Técnico: Oswaldo de Oliveira

    CORITIBA: Wilson, Leandro Silva, Walisson Maia (Rafael Marques), Juninho, Carlinhos, João Paulo, Alan Santos e Lucio Flavio; Negueba (Thiago Galhardo), Kleber e Henrique Almeida. Técnico: Ney Franco

     

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