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  • Kayke é elogiado por Oswaldo e fala sobre titularidade

    Kayke foi apresentado pelo Flamengo no início de agosto. Contratado para ser o substituto imediato de Guerrero, o camisa 27 tem aproveitado as oportunidades que sugiram. Autor de dois gols na goleada por 4 a 1, sobre o Goiás, o atacante ultrapassou o centroavante peruano em número de gols e já divide opiniões entre os torcedores.

    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

    O brasiliense de 27 anos  tem se mostrado mais efetivo que o centroavante da seleção peruana. Em 14 jogos marcou 6 gols, mesmo não sendo titular na maioria deles. Já Paolo Guerrero balançou a rede apenas quatro vezes em 16 jogos. Oswaldo de Oliveira elogiou o jogador e evitou comparações.

    — Fiquei muito feliz com o Kayke. Um cara determinado, trabalhador. Vamos esperar que ele continue marcando gols, porque estamos precisando… O Guerrero é um grande jogador. O Kayke está se tornando um grande jogador. Parabéns ao Flamengo que tem esses dois jogadores.

    O artilheiro agradeceu o elogio do treinador  e falou sobre a confiança que têm recebido.

    — O professor tem me dado muita moral desde que chegou aqui. Nunca hesitou em me colocar nos jogos. A gente sabe que, anteriormente, a titularidade era uma coisa que era distante realmente, e você conquista ela de acordo com suas performances. Acredito que venho fazendo meu melhor para que isso um dia realmente aconteça. Espero que esteja próximo.

    Kayke é prata da casa e logo na sua chegada falou da concorrência que enfrentaria com Guerrero.
    — Ele é um cara que admiro. É um dos melhores atacantes do futebol brasileiro. Futuramente, me vejo atuando junto com ele. Para mim, é uma forma de inspirar e melhorar sempre no dia a dia. Pressão é normal. Costumo ter sorte nas minhas estreias.

    Trajetória de Kayke no Flamengo 

     

    Foto: Gilvan de Souza/ Flamengo

    Autor de quase 200 gols na base rubro-negra, Kayke não teve o mesmo sucesso quando chegou aos profissionais. Fez apenas quatro partidas, todas em 2007.  Na sua volta ao Mais Querido, após oito anos, kayke estreou contra o Atlético-PR, no Maracanã. Jogo vencido pelo rubro-negro carioca pelo placar de 3 a 2. Na oportunidade Kayke entrou no segundo tempo, no lugar de Ederson, que também fazia sua estreia naquela noite. O jogador se movimentou bastante e até chegou marcar um gol que foi acertadamente anulado pelo árbitro, pois Kayke estava em posição de impedimento.

    A titularidade veio na partida contra o Sport, na Arena Pernambuco, pela 22ª rodada do Brasileirão. O nervosismo atrapalhou o jogador que perdeu boas oportunidades, algumas até frente a frente com o goleiro. Passada a pressão do primeiro jogo como titular, Kayke continuou na equipe e brilhou, fazendo dois gols na vitória de 3 a 0 sobre o Avaí na rodada seguinte.

    Kayke comemorando o seu primeiro gol como profissional no Flamengo. Foto: Site Oficial

    No seu primeiro clássico no retorno ao Flamengo, o camisa 27 não passou em branco, marcou o segundo gol do triunfo rubro-negro no Fla-Flu  (3×1).

    A fase do time era boa. O atacante subiu de produção junto com seus companheiros e foi peça fundamental diante da Chapecoense, anotando o gol que sacramentou a vitória por 3 a 1 na Arena Condá. Depois desse jogo o artilheiro viveu um jejum de gols, assim como o seu concorrente. Vale ressaltar que o Guerrero se recuperou de uma lesão do tornozelo direito e reassumiu a titularidade da equipe.

    Nesse domingo (09.11) Kayke teve uma nova oportunidade de começar jogando, já que Guerrero fora expulso no último jogo do Fla. O brasiliense mostrou que seu faro está aferido e anotou dois gols na goleada sobre o Goias, no Maracanã. Com 26 gols na temporada, o atacante está na briga pelo Troféu Artilheiro do Ano. Ricardo Oliveira lidera a disputa com 36.

  • Com uma atuação brilhante de Allan Patrick, Flamengo volta a vencer no Brasileirão

    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

    A torcida rubro-negra pôde finalmente soltar o grito de gol que estava preso na garganta. Após um mês, o Flamengo voltou a balançar as redes e  a vencer no Campeonato Brasileiro. Com uma atuação brilhante de Allan Patrick, o Mais Querido derrotou o Goiás por 4 a 1, deixando o adversário numa situação ainda mais complicada na competição. O próximo compromisso do Flamengo será o amistoso em comemoração aos 120 anos do clube, contra o Orlando City.

    Com um silêncio assustador da torcida no Maracanã, o Flamengo começou o jogo partindo para cima do Goiás. Pelo lado, Gabriel levava vantagem sobre a zaga esmeraldina. A cada vez que tocava na bola, Allan e Pará eram hostilizados pela torcida. Precisando somar pontos para escapar da zona da degola, o Goiás não ficou esperando o Flamengo não. Toda vez que tinha a posse de bola, partia com uma  certa facilidade ao ataque.

    O jogo era equilibrado até que aos 18′ Allan Patrick tabelou com Gabriel tirou dois jogadores da marcação e chutou rasteiro, no fundo da rede do goleiro Paulo Henrique. Um misto de manifestações se viu no Maraca. Alguns torcedores comemoram o gol, já outra parte da torcida preferiu continuar vaiando o jogador.  Aos 25′ Allan Patrick achou Emerson livre pela esquerda. O  atacante que teve uma avenida pela frente chutou em cima goleiro adversário, Gabriel pegou o rebote e finalizou, mas Felipe Macedo afastou para escanteio. Felipe Menezes o melhor jogador do Goiás conseguiu driblar meio time do Flamengo, porém acabou sendo desarmado por Jajá.

    O Flamengo visivelmente diminuiu seu ritmo, o Goiás teve três boas chances em cobranças de faltas, todas foram desperdiçadas  por Fred. No último lance do primeiro tempo, Sheik fez mais uma falta  absolutamente desnecessária no meio-campo. Deixou o braço em Diogo Barbosa. Felipe Menezes cobrou rápido, a zaga do Flamengo parou, Erick invadiu a área a bateu na saída de Paulo Victor empatando o jogo. No intervalo do jogo, as torcidas organizadas que  apenas se manifestavam  para vaiar os jogadores, se juntaram e cantaram hinos de protesto ao time “Vergonha, Vergonha, Vergonha, Time sem vergonha” era o canto entoado pela torcida.

    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

    Na volta do intervalo Jajá foi substituído por Jonas. O time voltou do vestiário debaixo de forte protesto da torcida. E parece que a pressão deu certo. Na primeira subida ao ataque, Pará cruzou para a área e Allan Patrick marcou o seu segundo gol na partida. Bem mais ligado na etapa complementar o Mengão não deu espaços para o Goiás. Três minutos após o segundo gol, Jorge achou Kayke livre, o atacante finalizou na saída do goleiro Paulo Henrique fazendo o terceiro do Mais Querido. Com a vantagem no placar e o time bem mais a vontade em campo, a torcida voltou a cantar canções de apoio ao time.

    O Goiás estava totalmente perdido em campo. As substituições feitas pelo técnico Danny Sergio não surtiram efeito. Pelo Flamengo, Gabriel deu lugar a Everton deixando o Flamengo bem mais  solto.  Melhor jogador em campo, Allan Patrick cobrou uma falta do lado direito da grande área. O cruzamento foi direto na cabeça de Kayke, que ampliou o marcador. Sem correr nenhum tipo de perigo na partida, Oswaldo de Oliveira colocou Canteros no lugar de A.Patrick. Depois do quarto gol, o Flamengo apenas administrou o jogo. A torcida voltou a cantar cânticos de protesto no final da partida.

    FLAMENGO 4X1 GOIÁS
    34ª rodada do Campeonato Brasileiro
    Data: 08/11/2015
    Estádio: Maracanã, RJ
    Horário: 17h
    Transmissão: Premiere FC
    Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP/FIFA)
    Assistente 1: Marcelo Carvalho Van Gasse (SP/FIFA)
    Assistente 2: Alex Ang Ribeiro (SP/CBF-2)

    Flamengo: Paulo Victor, Pará, César Martins, Wallace, Jorge, Marcio Araújo, Jajá (Jonas), Allan Patrick (Canteros), Gabriel (Everton), Emerson Sheik e Kayke. Técnico Oswaldo de Oliveira

    Goiás: Paulo Henrique, Clayton Sales, Fred, Felipe Camargo, Felipe Macedo, Diogo Barbosa, Rodrigo, David, Felipe Menezes, Bruno Henrique, Erick e Zé Love. Técnico: Danny Sergio

    12. 634 pagantes 15.421 presentes 513.917,50 renda

    Texto de Bruno Vasconcellos

  • Os 45 minutos mais estranhos da minha vida

     

    Em dia de goleada, o silêncio da torcida foi o mais marcante no Maracanã

     

    Ir ao Maracanã sempre foi uma forma de lazer, pelo menos para a minha família. Quando pisei no estádio pela primeira vez, com mais ou menos quatro anos, vi que aquele lugar seria para relaxar, independente do resultado em campo. Não que derrotas, eliminações e empates doloridos não me deixem chateada, pelo contrário, mas estar no meio de pessoas que compartilham do mesmo sentimento que eu e cantar para o Flamengo já me deixa em estado de euforia.

    Quando saí de casa hoje não imaginava o quanto seria diferente esse dia. Já tinha lido algo sobre um protesto da torcida, mas não dei muita atenção para ser sincera. Como todos iriam para o Maracanã e ninguém cantaria durante 45 minutos? Pra mim parecia um desafio, mas foi isso que aconteceu.

    (Foto: Divulgação/Flamengo)

    Pela primeira vez pude ouvir o som do rádio do homem que ficava distante de mim; pela primeira vez conseguia ouvir a mulher várias cadeiras abaixo xingando qualquer jogada que deu errado; pela primeira vez senti como se estivesse sozinha no Maracanã, sim, sozinha. E tudo aquilo era muito estranho. Pensei que apenas eu estivesse inteiramente perturbada com o momento, mas olhei para a minha mãe e ela parecia tão ou mais incomodada que eu. Para ela, que já viu muita coisa nessa vida de torcedora, aquela situação também era novidade.

    Avistei um pouco mais acima um homem jogar cerveja no outro porque ele resolveu cantar alguma música, o mesmo motivo que causou uma confusão do outro lado e vaias a todos aqueles que ousassem se animar nos primeiros quarenta e cinco minutos. Que me desculpem aqueles que acham correto, mas pra mim o sentido de todo aquele silêncio se perdeu.

    Em contraste a isso tudo estava minha prima de seis anos, Júlia, que provavelmente era uma das pessoas mais animadas daquele lugar. Para ela não importava se o “Bonde da Stella” tinha voltado, se o estádio não estava tão cheio assim. Era tudo sobre a emoção de estar ali e gritar pelo time que sua família a ensinou a gostar. Toda essa confusão deixou de ser o principal quando ela virou e disse que o coração bateu mais forte na hora do gol. Isso sim é Flamengo.

    Podemos e devemos protestar pelo nível tão baixo apresentado nesse campeonato e principalmente nas últimas rodadas, mas nunca esquecer que jogadores passam, mas o Flamengo fica. A união que aconteceu no segundo tempo deveria fazer parte de todos os jogos, não só desse. Eu não canto para jogador x ou y, canto porque quero ver o meu time ganhar, quero voltar a viver os momentos de glória e sentir aquela felicidade das vitórias. Eu canto para o Flamengo e sempre vai ser assim. “Eu juro que no pior momento vou te apoiar até o final”.

     


    Luiza Sá faz parte da equipe Mundo Bola Informação e também participa do blog coletivo Cultura Rubro Negra, da plataforma Mundo Bola Blogs. Twitter: @luizasaribeiro
  • Deu a Lógica

    Os últimos dias foram conturbados para o Flamengo, primeiro a diretoria se submeteu a ameaça dos jogadores afastados e os reintegraram ao elenco, mas o pior é que sequer proibiram Oswaldo de escalá-los. E, o treinador disciplinador que fez um discurso “pra galera” na semana passada, logo colocou meio bonde no time titular e a outra metade no time reserva.

    Foto: André Durão

    As torcidas organizadas se uniram para protestar contra a sequência péssima de 7 derrotas em 8 jogos, time apático e a sequência de erros envolvendo a falta de disciplina do elenco e decisões equivocadas dos dirigentes. Primeiro foram pacificamente até a Gávea no sábado com faixas e protestaram pedindo para serem recebidos pelo presidente. No domingo haviam decidido que não cantariam, tocariam bateria ou balançariam bandeiras no 1° tempo, vaiariam os reintegrados e no 2° tempo se uniriam atrás do gol para juntas cantarem e tocarem.

    Minha opinião é que o protesto não foi um erro, inclusive deveria ter sido feito antes, há 3 ou 4 jogos quando o Flamengo ainda brigava pelo G4. Entretanto preferiram não vaiar ou protestar enquanto o Flamengo tinha chances, portanto não gostei de ver as reclamações de torcedores e da imprensa 7 x 1, afinal o que não pode é o time emporcalhar o manto como vinha fazendo.

    Vale ressaltar que isso não significa que as torcidas possam obrigar quem não quer protestar a fazê-lo, então as poucas confusões que houveram durante o jogo por esse motivo devem ser duramente criticadas.

    Sobre o adversário, as notícias eram as melhores possíveis. Além de ser o 2° pior visitante do campeonato, o Goiás vinha de 6 derrotas nos últimos 8 jogos e briga contra o rebaixamento. Oras, sendo o adversário tão frágil não seria o momento de pôr o time que começou contra o Grêmio e foi bem, apenas trocando Guerrero (suspenso) por Kayke? Isso seria justo com quem entrou na fria, mas Oswaldo em sua “brilhante” lógica resolveu colocar em campo os reintegrados para que estes ficassem bonitos na foto jogando contra um adversário fraco.

    Flamengo foi a campo com Paulo Victor – Pará, César Martins, Wallace, Jorge – Jajá, Márcio Araújo – Gabriel, Alan Patrick, Emerson – Kayke.

    A troca de Canteros pôr Jajá fragilizou a marcação no meio de campo, principalmente por Alan Patrick pouco ajudar defensivamente. Contudo o meio do Goiás conseguia ser ainda mais improdutivo, o que somado aos espaços na defesa esmeraldina dava muito espaço para o meio e ataque do Flamengo produzirem, não havia marcação na saída de bola e a pressão só começava na entrada da área.

    Logo de cara chamou a atenção tanto a facilidade com a qual o Flamengo chegava à área, quanto a facilidade de errar o último passe e as finalizações. Não importava quem tentava cruzar, a bola passava longe de onde deveria ir. Outro problema que atrapalhava o ataque era a presença de poucos jogadores dentro da área, geralmente apenas mais um além de Kayke, isso quando ele não saía pra ajudar a armar.

    Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

    Mas logo no início do jogo Alan Patrick tabelou com Gabriel, recebeu com caminho aberto e bateu colocado tirando do goleiro. O gol abriu o placar e fez algumas lágrimas de crocodilo serem derramadas na comemoração. Se o jogador estava sendo vaiado e não vinha rendendo a vários jogos a culpa era toda dele e de suas ações dentro e fora de campo, não cabe inverter e pôr a culpa na torcida.

    Após o gol o Flamengo teve mais uma chance com Sheik em um lance que mostrou o porquê de o Flamengo não dever renovar com ele. Nitidamente a cabeça funciona em uma velocidade e o corpo em outra, a idade chega para todos, não tem como fugir. Após a chance clara perdida o Flamengo ainda encontrava espaços, o Goiás havia sentido o gol, mas o time rubro-negro não conseguia levar perigo.

    Recuando e deixando o Goiás ter mais a bola, o Flamengo recolocou o adversário no jogo, foi agredido durante todo o último quarto do 1° tempo chegando a ter vários lances de bola parada a seu favor. E foi em uma cobrança rápida de falta que o Goiás pegou a defesa distraída, Pará sinalizando pro além não viu Erik passar por si para receber, Jorge tentou cobrir a falha, mas não chegou a tempo de evitar o empate no último lance do 1° tempo.

    No intervalo Oswaldo deve ter chamado a atenção para a importância do jogo, fragilidade do adversário e, mais importante, os jogadores deviam estar ouvindo as organizadas juntas, cobrando todo o time a plenos pulmões. A única alteração foi a entrada de Jonas no lugar de Jajá, o que poderia ter sido ruim ofensivamente se não houvesse saído um gol logo de início.

    Pará avançou no contra-ataque pegando a defesa do Goiás desarrumada, cruzou para a área e o goleiro se antecipou a Sheik, a sobra caiu nos pés de Alan Patrick que chutou de primeira, sem goleiro, para pôr o Flamengo novamente à frente do placar aos 3 minutos do 2° tempo.

    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

    O Goiás tentou ir com tudo para o ataque e deixou muito espaço atrás, assim 3 minutos depois, novo contra-ataque e Jorge lançou Kayke, que recebeu sozinho, de cara com o goleiro que saía do gol e finalizou com inteligência, marcando o 3°. O golpe fez o Goiás se perder em campo, deixar mais espaço e o Flamengo cresceu, pressionou até que Pará sofreu falta na lateral da área, Alan Patrick alçou a bola e Kayke subiu para cabecear sem chance pro goleiro.

    O quarto gol sacramentou o resultado aos 19 minutos do 2° tempo, as entradas de Éverton no lugar do extenuado Gabriel, que jogou muito bem, dando muitas opções no ataque, e de Canteros no lugar de Alan Patrick apenas estabilizaram o placar. Foi como se com a entrada do volante Oswaldo houvesse pedido pro time recuar e administrar.

    Se houvesse punição por falta de combatividade o jogo teria terminado empatado. O Flamengo atrás deixava o Goiás tocar a bola no meio-campo, enquanto o esmeraldino não atacava forte para não dar espaço pro rubro-negro. Foram quase vinte minutos de jogo sonolento, despretensioso, com o Goiás vez por outra aparecendo com algum perigo, mas até pelo medo de se expor atacando com apenas 3, no máximo 4 jogadores, o que dificultava qualquer ameaça real.

    No finzinho o Goiás pressionou, teve algumas chances de perigo, mas nada que diminuísse a facilidade da partida. No fim, contra um time que dava espaços na defesa, tinha um meio-campo improdutivo e um ataque com péssima pontaria, o Flamengo não fez mais que a obrigação e goleou.

    Que tenham o cenário em mente nos 10 dias de pausa do campeonato para não se iludirem, acharem que está tudo bem e todos se “recuperaram”, pois o próximo jogo é contra o Santos.

    Saudações Rubro-Negras

    Em tempo: Parabéns ao Jorge pela convocação para a seleção olímpica, se tudo der certo estará vestindo a amarelinha em 2016, no Rio de Janeiro, e aumentando bastante o valor dos seus direitos econômicos, que pertencem ao Flamengo.

     


    Nayra M. Vieira faz parte da equipe Mundo Bola Informação e também escreve no Blog Flamengo em Foco, da plataforma Mundo Bola Blogs. Twitter: @NayraMV
  • Atuações: Sob regência de Alan Patrick, Flamengo goleia Goiás

     

    PAULO VICTOR: Pouco exigido, se precipitou na saída do gol do Goiás. Errou alguns tiros de meta que podiam trazer riscos ao gol do Fla. NOTA 5

    PARÁ: Partida comum ao seu rendimento. Muito vaiado durante o jogo, mostrou a disposição que conhecemos. Participou de jogadas importantes no ataque, como o cruzamento que culminou com o segundo gol de Alan Patrick e sofreu a falta que Kayke marcou o quarto do Mengão. Na defesa usou de sua força física e velocidade para proteger seu lado. NOTA 7,5

    CÉSAR MARTINS: Assim como o capitão Wallace não teve muitos problemas, já que o Goiás pouco produziu no ataque ao Rubro-Negro. Ao contrário do que sempre tenta fazer, dessa vez não se aventurou muito ao ataque. Falhou em um lance, mas que não levou perigo ao gol do Fla. NOTA 6,5

    WALLACE: Atuação semelhante ao de seu companheiro de zaga. Porém com leve destaque nas antecipações. Com o fraco desempenho ofensivo do adversário, não precisou fazer esforço tão grande quanto faria contra times mais fortes. NOTA 6,5

    JORGE: Mostrou o porquê de estar sempre figurando nas convocações da seleção olímpica. Com atuação digna dos grandes da sua posição mostrou qualidade na defesa a no ataque. Deu passe magistral para um dos gols do nosso camisa 27 e demonstrou tranquilidade nos lances de defesa. Poderia ser apontado como um dos culpados no gol do Goiás, mas estava fazendo cobertura e não teve como se antecipar a rápida cobrança de falta dos esmeraldinos. NOTA 8,5

    MÁRCIO ARAÚJO: Jogou como aquele tão elogiado na sequência de vitórias do Mengão. Fez desarmes, buscou passes em profundidade e garantiu acertos nas bolas de sua obrigação. Mais uma partida pelo time. NOTA 7.

    JAJÁ: Atuação mediana. Errou passes relativamente fáceis, porém teve boa movimentação. Precisa melhorar na marcação e qualidade do passe, mesmo que esse seja pra quem está do lado ou não tão longe. NOTA 6

    Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

    ALAN PATRICK: Mais uma grande atuação do meia do Fla. Buscou o jogo no meio, tentou jogadas individuais, tabelas, finalizou, deu assistência, fez gols. Grande partida do camisa 19. NOTA 9

    GABRIEL: Esforçado, fez boas jogadas pelas pontas, sempre revezando com Émerson Sheik as aparições na direita e na esquerda. Mas é visivelmente limitado tecnicamente. NOTA 6,5

    EMERSON: Muita disposição como sempre, mas dessa vez jogando mais para o time. Teve boas chances em contra-ataques e quase marcou, porém o goleiro do Goiás fez excelente defesa, no rebote Gabriel quase marca. Sempre tentando lances de efeito, deu um lindo drible no jogador do Goiás por entre as pernas. NOTA 7

     

    https://www.youtube.com/watch?v=yYtBcuhDUOY

     

    KAYKE: Grande contratação do Flamengo. Se movimentou pelo ataque inteiro, saiu da área pra buscar o jogo, fez ótimas infiltrações e, numa delas, marcou o primeiro de seus dois gols. Além de marcar mais um gol na bola aérea, como atacante de ofício. Atuação de luxo do número 27 do time Rubro-Negro. NOTA 9,5

    OSWALDO DE OLIVEIRA: Parece ter sabido usar a turbulência como ingrediente motivador para o time. Montou o onde titular com características de inteligência e velocidade para envolver o Goiás e o fez com sucesso durante grande parte da partida. Fez mexidas inteligentes nesse jogo não permitindo que o time goiano buscasse qualquer reação no segundo tempo. NOTA7,5

    JONAS: Entrou no lugar de Jajá para fortalecer a marcação no meio e surtiu efeito. Sempre forte no combate ajudou muito a turma lá de trás. NOTA 7

    CANTEROS: Voltou ao time no lugar do cansado Alan Patrick para cadenciar a bola. Não fez muito ofensivamente, porém não trouxe problemas defensivos. NOTA 6

    EVERTON: Retornou aos campos com muita disposição. Se movimentou bem, sempre do meio para a esquerda. Tentou jogadas pela linha de fundo e apareceu bem para finalizações. NOTA 6

     

     

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    Raony Furtado faz parte da equipe Mundo Bola Informação e também escreve no Blog Urubu Matuto, da Plataforma Mundo Bola Blogs. Twitter: @UrubuMatuto

     

     

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  • Sub-15 não resiste e é eliminado

    Garotada perde para o Nova Iguaçu na Gávea

    O Flamengo começou melhor o jogo, sempre buscando o gol e forçando as jogadas. Nova Iguaçu jogava no contra-ataque. Antes de fazer o primeiro gol, o Rubro-Negro ainda acertou uma bola na trave. Logo depois, em boa jogada de Vinícius, Lincoln e Leandro, o último mandou para o fundo da rede, aos 15 min do 1º tempo.

    Após o gol, o Flamengo já não rendia como antes, embora ainda dominasse o jogo, e o Nova Iguaçu passou a buscar mais o jogo e a não esperar em seu campo. Fez o primeiro gol com Samuel, jogador convocado para a seleção Sub-15, assim como os Rubro-Negros Wesley, Patrick, Lincoln e Vinícius. Depois de dois minutos veio a virada do Nova Iguaçu com Giovane, que já tinha feito a jogada para o primeiro gol de seu time.

    Após a virada o Fla não conseguiu mais chegar ao gol do Nova Iguaçu, que melhorou e passou a dominar o jogo, quase fazendo o terceiro, mas foi marcado impedimento. Primeiro tempo acabou 2 x 1 para o Nova Iguaçu.

    No segundo tempo os times voltaram sem mudanças. Nova Iguaçu continuou melhor que o Flamengo durante quase toda a segunda etapa, o time da Gávea não se encontrou mais e o visitante procurava controlar o jogo. Depois da metade do segundo tempo o Mengo começou a pressionar mais pelo empate. O Mais Querido trocou Yuri por Henrique e Nova Iguaçu mudou Rodrigo por Breno e Vinicius por Luiz Mário. Na parada técnica o Flamengo mexeu novamente, saíram Wesley e Luan e entraram Marco Antônio e Vitor Gabriel.

    Mesmo com as mudanças o Mengão ainda assim não conseguiu envolver o adversário e só aos 30 min do 2 T o começou a aumentar a pressão. Zagueiro do Nova Iguaçu, Vitor Sales, foi expulso e com um a mais, a pressão aumentou muito, mas sem organização, criou chances mas não conseguiu reverter em gol e no final do jogo, do Fla, foi expulso por reclamação.

    O Flamengo jogou melhor os primeiros 25 minutos, abriu o placar e podia até ter ampliado, mas depois dos dois gols sofridos aos 29 e 31 do 1º tempo, a equipe não conseguiu se organizar mais e agredir o adversário como nos primeiros minutos. No 2º tempo, Nova Iguaçu foi melhor, Flamengo pressionou, mas de forma desorganizada, não conseguindo chegar ao empate e assim sendo eliminado na semifinal da Taça Rio. Na Taça Guanabara, perdeu na final.

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    Leonardo Fernandes é colaborador do Mundo Bola, no Mundo Bola Informação.
  • Flamengo x Goiás | Vencer ou vencer

    Retomar o rumo…

     

    Para espantar a crise e os resultados ruins, o Flamengo vai em busca de uma vitória contra o Goiás neste domingo no Maracanã. O rubro-negro, que perdeu sete das últimas oito partidas, conta com a volta de algumas peças e espera passar os problemas para trás.

    Durante a semana, Oswaldo teve a volta de alguns nomes. Emerson Sheik, que cumpriu suspensão, deve ser titular, assim como Pará e Alan Patrick, dois dos cinco atletas afastados na semana passada que já foram reintegrados ao time. Em coletiva no Ninho do Urubu, Patrick disse: “Venho aqui em nome dos jogadores para dizer que temos vontade de continuar ajudando o Flamengo, pois sempre fomos profissionais nas vitórias e nas derrotas”. Everton e Paulinho devem ficar no banco de reservas.

    No retrospecto do duelo, 50 jogos disputados, 20 vitórias para o Flamengo, nove para o Goiás e 21 empates. O principal confronto entre as duas equipes foi em 1990 na final da Copa do Brasil, que completou 25 anos ontem (7). Na ocasião, o rubro-negro venceu o jogo de ida, em Juiz de Fora, por 1×0 e segurou o 0x0 no Serra Dourada, conquistando sua primeira taça da competição.

    Pelo primeiro turno, ainda na boa sequência de vitórias do Flamengo, Paolo Guerrero estava em grande fase e fez a assistência para Marcelo Cirino marcar o gol da vitória no estádio do adversário.

    Sem Guerrero, suspenso, com Sheik de volta e com Jajá elogiado no jogo passado, o time titular deve ser: Paulo Victor; Pará, César Martins, Wallace e Jorge; Márcio Araújo, Jajá e Alan Patrick; Gabriel, Emerson Sheik e Kayke.

     

    FICHA TÉCNICA:

    FLAMENGO X GOIÁS

    34ª rodada do Campeonato Brasileiro

    Data: 08/11/2015

    Estádio: Maracanã, RJ

    Horário: 17h

    Transmissão: Premiere FC

    Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP/FIFA)

    Assistente 1: Marcelo Carvalho Van Gasse (SP/FIFA)

    Assistente 2: Alex Ang Ribeiro (SP/CBF-2)

    Suspensos:

    FLAMENGO: Paolo Guerrero.

    GOIÁS: Patrick e Renan.

    Lesionados:

    FLAMENGO: Marcelo Cirino, Ederson e Nixon.

    GOIÁS: Valmir Lucas e Ygor.

  • A volta dos boêmios

     

    “Ele voltou, o boêmio voltou novamente…”

     

    Imagem: Reprodução

    A composição A VOLTA DO BOÊMIO de Adelino Moreira foi eternizada na voz do saudoso Nelson Gonçalves, mas seu estilo de vida vem sendo adotado ao longo da história por muitas personalidades, incluindo aqueles que deveriam ser atletas de futebol. Ocorre que o termo  “atleta”, no mundo do futebol brasileiro habitualmente é substituído pela palavra “jogador”. E jogador é aquele que participa de jogos, normalmente de azar. No futebol, a diferença é que, quando o jogador não joga, o azar fica para o time, o clube e sua torcida.

    Que me desculpem todos os que ficaram entusiasmados com os afastamentos de Pará, Cirino, Paulinho, Everton e Alan Patrick, mas o episódio foi mais trágico do que podíamos imaginar. O nível histórico de amadorismo no futebol brasileiro, e os antecedentes do próprio Flamengo demonstram que o preço da vontade, e da consequente ação dos dirigentes, pode ser muito alto. O último dispensado de forma abrupta, o goleiro Felipe, nos custou a bagatela de dois milhões de reais.

    Há um outro exemplo, que me nego sequer a citar o nome da figura, que ainda está sendo debatido no tribunal, capaz de nos gerar um passivo na casa das dezenas de milhões. E nem adianta dizer que foi da gestão anterior, pois o preço será pago por quem estiver debaixo da vidraça. O novo comando do Flamengo só será conhecido após o próximo  sete de dezembro. E, mesmo que o vencedor do pleito rubro-negro seja Bandeira de Melo, novos rumos devem ser tomados, no que tange ao futebol profissional.

    Constatado isso, e antes que pensem que eu concordo com as farras que já se tornaram tradicionais no meio futebolístico, cabe enfatizar que o profissionalismo é uma via de mão dupla. O atleta possui todo um arcabouço contratual de obrigações, com ênfase das imagens envolvidas, e da enorme responsabilidade diante da marca FLAMENGO. Todavia, quando há rompimento de qualquer compromisso, o posicionamento dos dirigentes deve ser apropriado e, dentro do possível, restrito ao Clube.

    Por mais que o dirigentes estejam cobertos de razão, a simples forma de expor a decisão ao público pode servir de base para uma ação futura de reparação. E não adianta espernear, gritar, chamar os envolvidos de vagabundos, ameaçá-los. A situação exige cautela, e os advogados estão aí loucos para conseguir mais uma gorda indenização da viúva.

    Com relação ao fato, ou pior, a reincidência de fatos, nosso comportamento de torcedor é contraditório, para não dizer paradoxal. O problema, para um número significativo de torcedores, nem foi a farra. O que deixa de fato boa parte da Magnética enfurecida é a queda de rendimento dentro de campo, e a ausência de bons resultados. Um time que chegou a conquistar seis partidas consecutivas gerou bastante expectativa. Afinal, nem todos conseguirão levar a vida na cartilha de Renato Portalupi: https://www.youtube.com/watch?v=_Gyp9Uwi1D0

    Eu não fui jogador de  futebol profissional, mas tive a alegria de disputar competições pela escola e, principalmente, campeonatos na faculdade. Me recordo que alguns amigos iam direto da noitada para o jogo pela manhã. Alguns chegavam exaurindo álcool. Nem sei como conseguiam jogar. Mas a idade, a diferença técnica, e o amadorismo nunca levaram a quaisquer questionamentos. Porém, com atletas profissionais, o nível de exigência física e mental é inimaginável para o simples mortal. O sono perdido se reflete em campo. A queda de rendimento é consequência natural.

    Estas orgias não são de hoje. Em 2008, após empatar com o Atlético Mineiro em Belo Horizonte, o goleiro Bruno levou Diego Tardeli, Marcinho e outros para seu famoso sítio em Esmeraldas. O desfecho foi o pior possível. Ninguém foi punido. Por causa dos salários atrasados? Talvez…só sei que pouco tempo depois Marcinho se envolveu em uma confusão no Rio de Janeiro, o que acelerou sua ida para o exterior. Só para lembrar, o Flamengo chegou a ser líder daquela competição, e gerou alguma esperança na Taça Libertadores, mas o desmonte do elenco pôs tudo a perder.

    Vejo muitos enaltecendo o time de 2009. Como o Flamengo foi campeão, deslizes como o de Adriano, que queimou a perna em seus momentos de lazer e por pouco não comprometeu o título, foram oportunisticamente esquecidos. Nós temos que ser muito objetivos ao ter que reconhecer que Zé Roberto deu conta do recado, e acabou decidindo alguns jogos. Zé Roberto que viveu situação semelhante no Botafogo. Só que o time caiu tanto de rendimento com seu afastamento, que a comissão técnica teve que reintegrá-lo.

    Imagem: Reprodução

    A volta dos que não foram

    Em 2010 a coisa foi ainda pior. Alguns jogadores do Flamengo passaram a frequentar as páginas policiais em supostos envolvimentos com narcotraficantes e no assassinato de Eliza Samúdio. Mesmo assim, por conta do título de 2009 muitos flamenguistas atenuam os fatos, mantendo uma idolatria acrítica aos que mancharam o nome da instituição Flamengo. Até hoje, aqui em Belo Horizonte, mesmo Bruno tendo sido o goleiro das categorias de base, e do rebaixamento do Galo em 2005, ele é anunciado pela imprensa como o goleiro do Flamengo…

    Proponho uma enquete, já que estamos no clima. “Você aceitaria Bruno, ou Adriano, de volta para jogar no Flamengo? SIM ou NÃO?”. Dá pra fazer uma consulta no Twitter para cada um deles. Como Oswaldo de Oliveira não fez enquete, e certamente está apreensivo em relação ao seu futuro, ele exigiu o retorno dos afastados. Provavelmente nosso treinador chegou a conclusão de que Alan Patrick e Pará não possuem reservas à altura, por mais que isso possa nos assustar. Duas derrotas após o afastamento, aliadas às duas derrotas anteriores, serviram de alerta para o nosso treinador e dirigentes.

    Se pensarmos friamente, talvez cheguemos a conclusão de que o maior prejudicado com o afastamento tenha sido o próprio Flamengo. Não obstante a multa, o custo desses atletas é elevado. A comercialização deles ficaria dificultada, e no caso dos emprestados, ainda poderia trazer imbróglio com Grêmio e Palmeiras. Sou torcedor e estou muito chateado com o ocorrido e com a completa ausência de comprometimento dessa equipe dentro de campo. Mas acredito que as melhores soluções ficarão para as próximas temporadas. Ao contrário de alguns jogadores, eu me importo com o Flamengo e torcerei para que terminemos o campeonato de 2015 de forma honrosa.

    Que nos fique a lição definitiva para os próximos anos. Chega de pagar folha salarial de time campeão para grupos que se contentam em entregar a manutenção na primeira divisão. O Flamengo é um clube que nasceu para conquistar tudo que disputar. Espero piamente que nos inspiremos na base, e no lema, que formou o Flamengo vitorioso da década de 80: CRAQUE O FLAMENGO FAZ EM CASA!

    Cordiais saudações Rubro-Negras!

    Imagem: Reprodução

     

    https://www.youtube.com/watch?v=2FdkFFIPLRc


    Ricardo Martins escreve no Blog Mulambeiros, da Plataforma Mundo Bola Blogs.
  • Arbitragem: Juiz paulista apita Mengão x Goiás

     

    Foto: Reprodução

    O confronto entre Flamengo x Goiás, válido pela 34ª rodada do Campeonato brasileiro, contará com a arbitragem de Luiz Flávio de Oliveira – SP (FIFA) – e os auxiliares Marcelo Carvalho Van Gasse – SP (FIFA) – e Alex Ang Ribeiro – SP (CBF-2).

    Nos últimos 9 jogos, ele aplicou 48 cartões, sendo 45 amarelos e 3 vermelhos, média de 5.3 cartões por jogo. Luiz Flávio costuma se destacar pela falta de critério que vai desde a marcação de faltas até pênaltis e expulsões.

    Sua última atuação em uma partida do Mengão foi na vitória por 2 a 0 sobre o Joinville. Naquela oportunidade o apitador paulista mais uma vez teve um desempenho ruim principalmente por não expulsar o volante Kadu, que fez uma falta violenta no atacante Paolo Guerrero, mas foi punido apenas com um cartão amarelo.

     

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    Valdemir Henrique é colaborador do Mundo Bola, escreve sobre arbitragem no pré-jogo do Mundo Bola Informação. E é colunista no Blog Vivendo o Flamengo.

  • 34ª Rodada do Brasileiro: Semana de treinos do Flamengo

    Time tenta se reerguer diante do Goiás

    Após sofrer mais uma derrota no Campeonato Brasileiro, dessa vez para o Grêmio, o elenco rubro-negro voltou a treinar na terça-feira dia 03/11 visando o jogo contra o Goiás, no domingo 08/11 no Maracanã. Como já é de praxe, os titulares no jogo de domingo realizaram atividades físicas na sala de ginástica do CT enquanto os reservas treinaram no campo.
    A novidade do treino de terça ficou por conta da volta de Armero aos treinamentos. O lateral colombiano está recuperado de uma lesão na coxa e treinou normalmente entre os reservas. O meia-atacante Ederson realizou atividades físicas e com bola nessa fase final de recuperação.

    Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

    A atividade de quarta-feira não foi aberta à imprensa, que pôde observar apenas uma parte do treino. Oswaldo treinou toques rápidos da equipe titular, com a equipe reserva fazendo pressão para roubada de bola. Emerson Sheik e Jonas retornaram a equipe após cumprirem suspensão: Sheik pegou gancho de dois jogos no STJD e Jonas foi expulso no jogo contra o Corinthians.

    Mas o comentário do dia veio de uma decisão da diretoria: Após ter afastado 5 jogadores que foram flagrados em uma festa durante a semana de treinos, a diretoria voltou atrás e decidiu manter somente uma multa sobre o salário dos jogadores, reintegrando o grupo ao elenco. Paulinho, Everton, Pará, Alan Patrick e Cirino foram liberados para voltar a treinar com o restante do elenco e assim ficam à disposição de Oswaldo de Oliveira para o jogo contra o Goiás.

    E já no treino de quinta-feira 4 dos 5 reintegrados estavam treinando com os demais: Alan Patrick e Pará entre os titulares e Everton e Paulinho entre os reservas. Marcelo Cirino ainda se recupera de uma artroscopia no joelho e ficou na sala de fisioterapia. O time titular foi escalado com PV, Pará, César Martins, Wallace e Jorge; Márcio Araújo, Jajá e Alan Patrick; Gabriel, Emerson Sheik e Kayke. Após a atividade tática os jogadores ficaram treinando finalização. Vale lembrar que o atacante Paolo Guerrero foi expulso contra o Grêmio e cumpre suspensão automática nesta rodada.

    Após o término das atividades, Oswaldo conversou com a imprensa e explicou o perdão: “Errar e acertar faz parte do ser humano e todos estavam mostrando muita vontade de serem reintegrados e ajudarem o Flamengo nesta reta final do Campeonato Brasileiro”.

    A atividade de sexta-feira novamente não foi liberada à imprensa, que só conseguiu observar os últimos minutos do coletivo. Mas foi tempo suficiente para perceber que o técnico Oswaldo repetiu a escalação com dois dos cinco reintegrados no time titular. A equipe foi a campo novamente com Paulo Victor, Pará, César Martins, Wallace e Jorge; Márcio Araújo, Jajá e Alan Patrick; Gabriel, Emerson Sheik e Kayke.

    Após a atividade, houve treino de finalizações para alguns jogadores. Ederson realizou um trabalho físico-técnico intenso sob comando da preparação física no campo 2 do Ninho do Urubu. O meia-atacante está em fase final de recuperação de lesão no joelho direito.

    Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

    No treino da manhã deste sábado, Ederson se juntou ao grupo e participou de uma atividade com bola em campo reduzido. O meia-atacante já havia sido descartado por Oswaldo de Oliveira para o jogo deste domingo, devendo retornar somente na próxima rodada. No fim dos treinos alguns jogadores treinaram cobranças de falta, com destaque para Kayke, que acertou quase todas as cobranças que efetuou. O atacante será titular contra o Goiás na vaga de Guerrero, que cumpre suspenção por ter sido expulso no último fim de semana.

    O time titular que vai enfrentar o Goiás deve ter: Paulo Victor, Pará, César Martins, Wallace e Jorge; Márcio Araújo, Jajá e Alan Patrick; Gabriel, Emerson Sheik e Kayke.

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    George Castro faz parte da Equipe Mundo Bola Informação. Twitter: @George_CRF