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  • Dominante desde o início, Fla vence a quarta no NBB

    O FlaBasquete foi até a capital cearense, no ginásio Paulo Sarasate, enfrentar o Basquete Cearense pela sexta rodada do Novo Basquete Brasil 8. A equipe da casa, comandada por Alberto Bial, foi para a quadra com: Davi, Toledo, Leo Wazkiewickz, Audrei e Felipe. Já José Neto mandou a quadra o seguinte quinteto: Rafa Luz, Marquinhos, Rafael Mineiro, JP Batista e Jerome Meyinsse.

    No primeiro quarto, o rubro-negro não começou bem, mas após uma corrida de 10 a 0, o Orgulho da Nação abriu 10 a 2, e com grande participação de Rafael Mineiro autor de três assistências, a vantagem foi aumentada para 15 a 4, forçando o pedido de tempo de Alberto Bial. Após o tempo, a vantagem só aumentou, graças a uma ótima marcação coletiva e o primeiro quarto terminou com dezesseis pontos de frente, 25 a 9. Destaques para Marquinhos (FLA) com 10 pontos, Rafael Mineiro (FLA) com 3 assistências e Davi (CEA) com 4 rebotes.

    No segundo quarto, a equipe cearense começou melhor, mas só conseguiu marcar dois pontos, 25 a 11, mesmo assim Neto pediu tempo para organizar a equipe. Após o tempo seus comandados se organizaram melhor para aumentar a vantagem, 37 a 16, mas uma reação do Basquete Cearense recolocou a desvantagem dos cearenses em 16 pontos, nada que diminuísse o ótimo jogo coletivo do atual tricampeão nacional que foi para o intervalo com a partida praticamente definida, 44 a 33. Destaques do quarto foram Duda Machado (CEA) com 8 pontos, Marcelinho (FLA) com 6 pontos e JP Batista (FLA) com 3 rebotes.

    No terceiro quarto, a equipe carioca voltou melhor, mas não conseguiu aumentar a vantagem, e com uma boa partida de Duda Machado, irmõa de Marcelinho, e um bom quarto de Audrei, a equipe cearense cortou a vantagem para 15 pontos, 58 a 43, forçando o pedido de tempo de José Neto. Após o tempo, Marcelinho deu show e o rubro-negro terminou o quarto com uma corrida de 10 a 2, indo para o último quarto vencendo por 68 a 45. Destaques do quarto foram Audrei (CEA) com 10 pontos e Marcelinho (FLA) com 8 pontos.

    No último quarto, o Basquete Cearense novamente cortou a vantagem para 16 pontos, 76 a 50, com ajudas de Toledo e Tiagão, forçando mais um tempo de Neto. Após o tempo, a equipe cearense ainda tentou diminuir mais a vantagem, sem sucesso, e assim o Orgulho da Nação conquistou a quarta vitória em seis partidas no NBB 8

    Na próxima rodada o Flamengo vai até Salvador enfrenta o Universo Vitória, no ginásio Ginásio Poliesportivo de Cajazeiras.

    Destaques:

    Flamengo:

    Pontos: Marquinhos com 25 pontos

    Assistências: Rafa Luz, Gegê e Rafa Mineiro com 4 assistências

    Rebotes: JP Batista e Jason Robinson com 5 rebotes

    Basquete Cearense:

    Pontos: Duda Machado com 17 pontos

    Assistências: Davi com 4 assistências

    Rebotes: Davi com 6 rebotes

  • A Hora é Essa!

    Esta manhã fomos surpreendidos com o anúncio bombástico da Chapa Verde de que caso vençam a eleição o treinador será Jorge Sampaoli, ex-treinador da poderosa LaU e da atual seleção campeã da Copa América.

    Talvez a mais antiga memória que todos temos de Sampaoli foi a goleada humilhante que a La U, treinada por ele, deu no Flamengo na Sul-Americana de 2011, quando o time brigava no G4 e tinha Ronaldinho Gaúcho e Thiago Neves.

    Sampaoli, discípulo de Bielsa, tornou-se conhecido ao treinar a Universidad de Chile (La U) onde começou em dezembro de 2010, ganhando o campeonato Chileno de 2011 (Apertura e Clausura), além da Copa Sul-Americana, já em 2012 chegou a semifinal da Libertadores e venceu o Apertura antes de ir para a seleção do Chile, sensação da Copa do Mundo em 2014 e campeã da Copa América de 2015 sob muita pressão por ser o país sede.

    Todos aqui conhecem o trabalho consistente de Sampaoli, a preferência por times ofensivos que sabem ficar e trabalhar a bola, marcam forte e jogam com muita raça, muita vontade, tirando ao máximo de cada jogador. Um parâmetro interessante de comparação é ver como Valdivia sempre rendeu muito mais na seleção do que no Palmeiras mesmo sem o mesmo tempo de treinamento que num clube.

    Um indicador interessante e que mostra muito de como Sampaoli não só se preocupa com o trabalho tático e técnico, mas sabe chegar ao jogador e lidar mesmo com os boleiros, foi o pedido dele para que o departamento de TI da seleção chilena fizesse modificações em um jogo de futebol conhecido no mercado de games para que os jogadores pudessem através do jogo de videogame aprender a se posicionar em campo com e sem a bola e se inserir na filosofia do Sampaoli e todos vimos o resultado já que a seleção venceu a Copa América jogando o melhor futebol da competição.

    É agora que muitos de vocês perguntam: E como ele pode trabalhar no Flamengo sem estrutura e com jogadores descompromissados e etc.?

    Esse é um ótimo momento para “se livrar” dos jogadores problemáticos, os contratos da maioria deles terminam em dezembro e os outros tem mercado, podem ser negociados seja por empréstimo ou venda. A limpeza precisa ter foco em quem não pode melhorar, “frutas podres” ou aqueles com nível técnico muito baixo independente de outros fatores extracampo.

    Sobre a infraestrutura não há muito o que discutir, todos sabem que o CT é inadequado e não comporta uma série de coisas, mas também sabemos que o módulo profissional estará terminado em 6 meses (Promessa de todas as chapas inclusive. Atualizando: A Chapa Azul promete em um ano), assim teremos toda uma estrutura adequada para o Campeonato Brasileiro, além de uma empresa de suporte e acompanhamento de desempenho que agregará todo o componente de inteligência.

    Obviamente não há dinheiro para tudo, alguns estão questionando o quanto é válido investir pesado no treinador e não ter dinheiro para investir pesado no time. E, é claro, não dá para ter um time estrelado de uma temporada para outra, nem o Corinthians fez isso.

    A diferença é que um treinador bom/mediano só faz time campeão quando há nomes de peso, o dinheiro necessário para adquirir e manter jogadores desse nível é muito maior que o dinheiro que se investiria tendo um treinador top, excelente, com um time base mediano.

    Se olharmos a carreira de Sampaoli veremos que não é novidade para ele estar em um clube que está se estruturando e precisa implementar uma filosofia, pelo contrário, portanto é um desafio que ele conhece e que já superou algumas vezes. Além disto, a La U que Sampaoli treinava era um clube que ao fim da temporada vendia sem dó os jogadores que se destacavam e não investia pesado, a política de compra eram apostas de times menores e jogadores da base e Sampaoli fez mais de um time campeão atuando dessa forma, operando com jogadores de baixo custo, desconhecidos, e vários jovens da base.

    A própria seleção chilena tem muitos jogadores revelados por Sampaoli e em 2012 ninguém apostava muito nos jogadores da seleção, quase nenhum estava nas grandes ligas europeias, mas o cenário para eles mudou após Sampaoli assumir a seleção e começar a tirar o máximo deles. É isso que grandes treinadores fazem, tiram 110% do time, fazem jogadores medianos se tornarem bons jogadores e bons jogadores atuarem como craques.

    O plantel do Flamengo hoje tem jogadores que já mostraram muito futebol em temporadas anteriores, mas caíram muito de produção esse ano pelo péssimo trabalho da comissão técnica, tais como Guerrero, que veio voando do Corinthians e caiu, Canteros que jogou muito em 2014 pelo Flamengo, Jonas que foi destaque absoluto em 2014, o próprio Gabriel que sempre rende quando está bem fisicamente e se apaga quando está fora de forma. A base do Flamengo é boa, pode ser ótima com mais 2 ou 3 jogadores de nível, alguns reforços pontuais, tudo depende do bom trabalho físico, técnico e, principalmente, tático.

    Com o clube recuperado financeiramente, administrativamente, a ponto de ter uma infraestrutura de primeira linha nos próximos meses, exatamente no momento em que se definirá a filosofia de trabalho que envolverá base e profissional para as próximas décadas, tendo a oportunidade de começar a temporada com um novo treinador, não tem momento mais adequado para a vinda de um treinador de ponta, um professor de fato, até porque um movimento errado, um treinador ainda preso ao futebol do século passado, pode condenar o futebol, no mínimo, pelos próximos 10 anos.

    Não quero um treinador que fará o Flamengo alcançar o Corinthians, quero um comandante que fará o Flamengo alcançar os clubes que disputam a Liga dos Campeões.

    Saudações Rubro-Negras

  • A estrutura para o futuro futebol do Flamengo

     

    Hoje o texto é longo, propositivo e que contém opinião minha e de Edmílson Varejão, Mestre em Economia pela FGV, Secretário do Conselho Deliberativo do Flamengo, que além disso é um dos coordenadores da Chapa Azul. Tive acesso a documentos sobre o futuro do futebol do Flamengo, documentos estes que Varejão ajudou a formular para a campanha, para o Flamengo, a instituição. Nada do que direi será novidade para os associados que assistiram a apresentação da Chapa nos últimos dias, já que estes documentos são a base da apresentação. Pretendemos demonstrar de forma um pouco mais aprofundada como ficará o futebol do Flamengo em 2016. Digo aqui, que não será possível dissociar o texto das eleições, faltando uma semana. Não há como. Porém, como boa parte das ações, está sendo executada ou será executada em 2016.

    Se ao longo do último triênio a gestão batalhou para colocar a casa em ordem, foi para criar condições para que nos próximos anos recuperemos a condição de maior clube de futebol do Brasil. No mínimo. Os ajustes financeiros promovidos pela gestão ao longo dos últimos anos, possibilitaram a disposição de recursos para investimentos no próximo triênio. O futebol será prioridade. Dentro e fora de campo. Esse projeto, com aspectos já em andamento, tem cinco pilares fundamentais:

     

    1. Centro de Treinamento: Em 2016 será finalizado o módulo profissional com os recursos economizados do PROFUT. A estrutura provisória atual será utilizada pelas divisões de base;
    2. Divisões de Base: Com 11 dos 28 jogadores do plantel, a base já apresenta avanços visíveis. Uma meta plausível é ter aproximadamente 50% da equipe (elenco) formada por pratas da casa, e com maior qualidade, como o exemplo do lateral Jorge, convocado para a seleção olímpica.

     

    As próximas gerações são mais promissoras, no sub-15, por exemplo, atingiu recentemente a marca de 80 jogos de invencibilidade, culminando na convocação de seis jogadores para a seleção brasileira da categoria. O lema “Craque o Flamengo Faz em Casa” será muito valorizado.

     

    1. Qualidade profissional: Contar com os melhores profissionais é fundamental para atingirmos os melhores resultados. Devido a maior disponibilidade de recursos será possível reforçar o elenco, e o mesmo acontecerá com a comissão técnica, que ainda contará com programas contínuos de treinamento e capacitação.
    2. Raça e determinação: valores fundamentais para a nossa torcida e para a instituição. O compromisso com a vitória é premissa fundamental para vestir o Manto Sagrado. Quem não se enquadrar estará fora dos planos.
    3. Maximização da performance: O Flamengo está atento ao diferencial competitivo que os avanços recentes que a tecnologia aliada à preparação tem proporcionado aos clubes e seleções que se utilizam dessas ferramentas. Com a finalização do Centro de Treinamento e o aumento da nossa capacidade de investimento, avançaremos para ser um clube brasileiro com as melhores condições de desenvolvimento profissional dos seus atletas. Existem dois projetos estruturantes já em andamento:
      1. Inteligência e Mercado: Projeto iniciado em 2013, visa monitorar bases de dados de jogos e jogadores para: (a) embasar a comissão técnica das melhores informações acerca da nossa equipe e das rivais, e (b) identificar as melhores opções de mercado para as posições carentes no elenco, visando aumentar a taxa de acerto nas contratações;
      2. Excelência em Performance: Projeto iniciado em 2014, visa maximizar a performance dos nossos atletas através de treinamentos individualizados focados em (a) psicologia, (b) nutrição, (c) treinamento físico e (d) recuperação física e de lesões. Para acelerar esse projeto, ainda em estado embrionário, o clube está em vias de contratar a EXOS, empresa líder mundial em treinamento de atletas de alta performance, e parceira da Seleção Alemã de futebol desde 2005, UFC, equipes da NFL, NBA, entre outras grandes marcas.

     

    Além de se pensar em estrutura, será preciso enxergar como funcionaremos, para a garantia da fixação do conhecimento, para que ele permaneça e em como poderemos expandir esse conhecimento, moldá-lo. Para a imaginada mudança de paradigma é preciso investimento. Em profissionais de melhor qualidade, muito treinamento e controle das ações da pasta; processos e gestão. Governança.

    Uma das promessas de três anos atrás era a profissionalização da gestão, logicamente a do futebol inclusa. Para isso foi necessário mudar profundamente a estrutura organizacional do clube. Mudanças desse tipo demandam um processo de aprendizagem por parte das instituições e, até por isso, podem causar certa desconfiança enquanto não se estabelecem. Apresentamos a seguir da forma mais transparente possível, a versão reduzida do modelo de governança e comando proposto, e em execução, no Flamengo:

     

    A linha tracejada representa a divisão entre as duas instâncias complementares de gestão: na parte superior estão os dirigentes eleitos, liderados pelo presidente e os vice-presidentes. Eles têm como atribuição definir a estratégia e metas de gestão e supervisionar a execução. Na parte inferior da linha está a instância profissional composta pelos profissionais contratados e que tem dedicação exclusiva ao clube. Sua atribuição é executar a estratégia definida e prestar contas. As setas representam as linhas de comando e temos quatro atores principais na tomada de decisão: O Comitê de Futebol (ou Conselho Gestor), Vice de Futebol, CEO e o Diretor de Futebol. Independentemente das pessoas que ocupam essas posições cada uma tem suas atribuições.

     

    Comitê de Futebol

    • Mitigar riscos associados às esferas financeira, jurídica e de imagem do clube;
    • Aprovar e acompanhar o orçamento e planejamento e metas do departamento;
    • Elaborar/acompanhar planos de ação para contornar o não atingimento de metas ou em cenários de crise;
    • Cobrar a constante evolução da gestão e incentivar a elaboração de normas e procedimentos.

     

    Vice-Presidente de Futebol

    • Desdobrar as decisões do Conselho e do Comitê para o Departamento de Futebol;
    • Acompanhar execução do planejamento;
    • Acompanhar rotina do futebol junto ao diretor executivo e outros membros do departamento.

     

    CEO

    • Ser o elo entre demais diretorias e futebol. Ex: marketing, financeiro e etc;
    • Elaboração e acompanhamento do orçamento anual, metas e demais medidas de desempenho;
    • Deve garantir a elaboração e execução da filosofia de gestão do futebol alinhada com a filosofia de gestão do clube como um todo.

     

    Diretor Executivo de Futebol

    • Executar a gestão cotidiana do departamento em linha com o planejamento e metas estabelecidos;
    • Prestar contas ao CEO e ao VP de Futebol;
    • Se comunicar com imprensa, outros departamentos, VP Futebol e Comitê Gestor.
    • Elaborar orçamento do futebol.

     

    Abaixo do Diretor Executivo de Futebol temos outros cargos que merecem destaque, sendo um deles o de Gerente de Futebol Profissional, que se encontra vago e será prioridade no próximo triênio. Este tem como atribuição trabalhar ao lado do treinador e oferecer as condições necessárias para o bom funcionamento do departamento de futebol profissional, incluindo parte disciplinar. Vale destacar que esse modelo organizacional visa ser compatível com a profissionalização da gestão do clube e a participação dos dirigentes, na defesa dos interesses e das tradições do Flamengo.

    Acreditamos que esse modelo pode e deve ser aprimorado ao longo do tempo, continuamente, sendo o mais indicado para um clube do porte do Flamengo nos dias atuais. Além do mais, este modelo é estabelecido em outras áreas do clube, além do futebol, Fla-Gávea e nos vitoriosos Esportes Olímpicos, por exemplo.

    O futuro do futebol do Flamengo está nas CATEGORIAS DE BASE e alguns resultados já aparecem, como a adequação do clube e sua certificação como clube formador, recebido em junho de 2015. Tal certificação segue uma série de critérios rigorosos que levam em conta aspectos técnicos e estruturais. Agora os atletas da base estão blindados ante a contratação de outros clubes já a partir dos 14 anos, por conta desse mecanismo de formação, advindo da certificação. Finalizaremos o módulo da Base do CT ainda nesse triênio, com a ajuda de patrocinadores, recursos incentivados e investimento próprio, em seu tempo.

    Até lá teremos a possibilidade de incorporar a estrutura provisória utilizada pelo departamento profissional a partir da finalização do Módulo Profissional previsto para 2016. Foram estruturados os departamentos de psicologia, fisiologia, médico, serviço social, fisiologia, pedagogia e nutrição. Tudo para oferecer todo o suporte que é necessário para a formação plena de um atleta. Simplificarei o que será (já é) executado em tópicos:

     

    Captação e manutenção de talentos

    • Contamos com equipe de Inteligência e Mercado que analisa dados e seis observadores técnicos. Pretendemos avançar ainda mais nessa área, ampliando-a se necessário;
    • Benefícios financeiros de auxílio-transporte e refeição acompanhada por nutricionista para garantir a permanência dos atletas de baixa renda;
    • Maior infraestrutura de alojamento (capacidade de 60 jovens) e de cuidados para receber atletas de fora do Rio. Depois da construção do CT da base, a capacidade para receber estes jovens será ampliada.

     

    Filosofia de jogo

    • Estruturamos metodologia definida e unificada em todas as categorias;
    • Parte técnica: mapeamos os fundamentos que devem ser ensinados em cada categoria, com avaliação individualizada;
    • Parte tática: busca-se adaptá-los aos diversos esquemas táticos praticados e prepará-los para desempenhar mais de uma posição em campo;
    • Parte física e mental: Contratação de consultoria da EXOS, empresa líder mundial em treinamento de atletas de alta performance;
    • A formação do atleta só será completa se este também se formar como cidadão. Pensando nisso destacamos os setores:
      • Pedagógico: visa acompanhar o desenvolvimento dos jovens, incluindo a gestão escolar e de cursos extracurriculares de línguas e permanecendo próximo de pais e responsáveis;
      • Psicológico: visa fortalecer a autoconsciência do atleta, identificar características comportamentais e evitar eventuais problemas extracampo.
    • A comissão técnica também é parte fundamental. Estes passarão por processo constante de capacitação e serão bonificados por metas de aproveitamento de jogadores e convocações.

     

    Transição entre categorias e base/profissional

    • A primeira transição planejada é a entre o futsal e o campo. Pensando nisso, integramos o Futsal ao departamento de futebol. Nas transições intercategorias, há reuniões semanais entre os coordenadores de cada categoria para avaliação dos atletas;
    • A transição mais importante é para o profissional. Traçamos planejamento para cada jogador, envolvendo treinos no profissional e retorno para a base;
    • Os jogadores atingem a maturidade profissional até os 23 anos. Para o próximo triênio planejamos criar um time sub-23. Primeiro teste será o Campeonato Carioca;
    • A base já apresenta avanços visíveis. Ao longo do ano de 2015 tivemos 17 jogadores convocados para as seleções de base: 10 no sub-15, 5 no sub-17 e 2 no sub-20. Destaque para o lateral Jorge, convocado paras as seleções sub-20 e olímpica;
    • Com o trabalho que já está em curso, somado aos aprimoramentos futuros, não temos dúvida que cumpriremos nossa meta de 50% da equipe formada por pratas da casa com cada vez mais qualidade técnica e identificação com as tradições do Flamengo.

     

    Na minha última coluna expliquei mais ou menos o que seria a vinda do Sistema EXOS para o futebol do Flamengo. A primeira parte do projeto CRF/EXOS – diagnóstico – já foi finalizado. Revelou-se que temos um longo caminho a ser percorrido, mas com totais condições de êxito ainda no primeiro ano. Além do treinamento em si, a empresa proporciona capacitação aos profissionais da comissão técnica e consultoria em layout das instalações do CT e na compra de equipamentos.

    O sistema possui metodologia de trabalho baseada em treinamentos individualizados com foco em quatro pilares: mentalidade (mindset), nutrição, treino físico (movement) e recuperação física e de lesões. Nossa melhor avaliação foi no pilar de mentalidade, fruto do trabalho da equipe liderada pelo Fernando Gonçalves. Nossa pior nota foi em nutrição, que demanda maior acompanhamento da hidratação e de todas as refeições dos jogadores. Identificou-se também necessidade de avaliação individual contínua baseada em avaliações funcionais e necessidade de equipamentos especializados. As primeiras atividades do plano de ação do projeto são:

     

    • Avaliação física: aprimorar os testes de movimentos, recuperação, força e resistência. Estes testes devem fornecer informações completas de cada atleta para assim programar seu treinamento. Reavaliação regular para monitoramento;
    • Treinamento e recuperação:
      • Aquisição de equipamentos especializados de última geração;
      • Estabelecimentos de protocolos padronizados para programa de redução de contusões, comunicação entre as áreas e planejamento de treinos individualizados baseados em avaliações funcionais;
    • Mentalidade: Melhorar a comunicação com elenco através de envio de mensagens de texto, comunicação nas viagens e mensagens estratégicas nos locais de treinamento.
    • Nutrição:
      • Educação nutricional para os jogadores (e famílias);
      • Monitorar diariamente a hidratação;
      • Incluir jantar e alimentação pós-treino, cortar doces e refrigerantes e melhorar alimentação nas viagens.
    • Gestão:
      • Capacitação contínua da comissão técnica em todos os itens listados acima;
      • Avançar na definição de metodologias padronizados;
      • Consolidação das informações em plataforma unificada de gestão dos dados;
      • Unificação de registros de informação das áreas de psicologia, fisiologia, médico, serviço social, fisiologia, pedagogia e nutrição. Comunicação constante;
      • Reuniões regulares entre as áreas para melhorar a comunicação interna.

     

    O contrato entre Flamengo e EXOS inclui a implantação completa das recomendações e da metodologia com a participação de pessoal especializado da empresa in loco. Para isso, o Flamengo terá dois profissionais sênior da empresa trabalhando no nosso CT, além de consultoria remota. Para que o jogador desempenhe o máximo do seu potencial técnico é preciso que se ofereça a ele as melhores condições de infraestrutura e de treinamento. O objetivo é ter o que há de mais moderno para o desenvolvimento profissional dos seus atletas.

    Depois do trabalho de consultoria, o Flamengo deve unificar o trabalho e os registros de informação das áreas de psicologia, fisiologia, médico, serviço social, fisiologia, pedagogia, nutrição e preparação física, que hoje não se comunicam. É preciso dotar o clube de profissionais que melhorem seu desempenho em campo, facilitando sua vida fora do campo. Precisamos trabalhar demais para que o Flamengo volte a ser gigantesco em campo.

    Finalizando, particularmente, eu, Luiz Filho, gostaria que o clube fizesse uma parceria com a Universidade do futebol, para se criar um modelo Flamengo, baseado em nossa cultura + Exos + UdoF, focado na formação de funcionários e treinadores com a Universidade do futebol. Criaria também uma espécie de secretaria permanente que cuide dos atletas recém-chegados. Escola para filhos, aula de línguas para estrangeiros e família, assistência para quem vem de fora do estado, também. Extensível a base. Isso facilitaria a criação de uma cultura própria, catalisaria os processos de aprendizagem, numa mudança completa de cultura, o que se pretende e deseja para o Flamengo.

    Precisamos montar um “banco de ideias”, buscar intercâmbio em Portugal (que tem ótimos cursos e universidades com programas voltados para o mundo do futebol), criar conteúdo, conhecimento, pesquisa. Para mim, os atletas devem saber sobre a história da “empresa”, do clube, como acontece normalmente em grandes empresas. Deveria ser obrigatória uma aula de introdução, como se fosse uma preparação e conscientização da “utilização de EPI”. Nossa cultura deve estar entranhada nas paredes do clube, do CT, na pele e na mente dos atletas, treinadores, profissionais que trabalham no Flamengo. Como ocorre nas maiores empresas do mundo. Só que voltando-se para o resultado esportivo, objetivo concreto do Clube de Regatas do Flamengo. Vitórias e títulos.

     

    Parabenizo ao Edmílson Varejão  pelo trabalho executado, pelo esforço e agradeço pela conversa e pelas informações. Obrigadaço!

     

     

     


    Luiz Filho escreve no blog Overlapping, da plataforma Mundo Bola Blogs. Twitter: @lavfilho
  • Sobre os cenários financeiros para o próximo triênio

     

     

    Por Cláudio Pracownik e Arian Bechara

     

    Tendo em vista o artigo intitulado “Finanças azuis são irreais” divulgado na 2º edição do jornal da chapa verde, e em razão das afirmações e questionamentos que ali são feitas pelo ex-Vice Presidente de Finanças e pelo ex-Vice Presidente de Planejamento, cabe a nós, que elaboramos os números e as projeções esclarecermos alguns pontos:

    – todas as premissas e critérios utilizados estão disponíveis no Anexo 1 do Plano de Metas, no endereço http://www.chapaazulfla.com.br/plano-de-metas.pdf. Diferente do discurso agressivo e bravateiro, a elaboração dos números obedeceu a critérios técnicos e são transparentes;

    – talvez uma das afirmações mais irreais, arrogantes e descabidas do tal artigo é que “os números apresentados só podem ter sido criados por alguém que não trabalhou no clube”. Os números em referência foram desenvolvidos pelo Cláudio Pracownik, Vice Presidente de Finanças, Arian Bechara, membro do Conselho Fiscal e por Benny Kessel, membro da Comissão Permanente de Finanças do Conselho Deliberativo. Todos com vasta experiência profissional no campo das finanças! Todos eles, ao contrário de outros tantos que optaram por sair no meio de seus mandatos, continuam trabalhando e contribuindo para o clube;

    Receita: o clube orçou para o ano de 2015, R$ 365 milhões, valores que foram revistos em setembro para R$ 350 milhões, já tendo sido realizados R$ 266 milhões nos primeiros nove meses. Tudo leva a crer que iremos fechar o ano em patamar próximo do previsto, valendo ressaltar que, a revisão orçamentária se deu em função da não performance das rubricas programa Nação Rubro-Negra e Projetos Incentivados, orçadas erroneamente pelo antigo VP de Marketing, Luiz Eduardo, que atualmente faz parte da chapa verde;

    Despesas: TODOS os cenários projetados pela Chapa Azul preveem a continuidade do pagamento das penhoras referentes ao Consórcio Plaza, assim como as demais penhoras atualmente existentes. Preveem ainda a quitação do empréstimo obtido junto ao Consórcio Maracanã, dentro do ano de 2016. Bastava uma rápida leitura no documento para que as bandeiras da leviandade não fossem desfraldadas;

    – em nenhum momento há a afirmação que os próximos três anos serão de “fartura financeira”, assim como em nenhum momento foi afirmado que novos empréstimos não seriam necessários, ao contrário, visando um melhor alinhamento do fluxo de caixa, foram previstas captações de R$ 30 milhões em 2016 e R$ 20 milhões em 2017. Bastava uma breve leitura no material divulgado e mais essa leviandade teria sido evitada;

    – agora, o que mais nos chamou a atenção foi a afirmação de que o clube ainda deve mais de R$ 550 milhões, desconsiderando o balancete de setembro e os efeitos do Profut na redução do endividamento. Das duas uma, ou pararam de acompanhar os números do clube após terem abandonado a gestão, ou surgiram dificuldades técnicas a esses vice-presidentes.

    Nosso planejamento prevê 3 tipos de cenários de resultados. A Chapa de oposição prevê apenas um cenário apocalíptico, estratégia banal para superar metas modestas e vender supostas competências excepcionais. O Flamengo é grande e deve ambicionar grandes metas!

    A Chapa Azul está à disposição de qualquer associado que tenha interesse em discutir tecnicamente sobre QUALQUER um dos números apresentados, uma vez que não se baseia em bravatas e frases prontas para montar seus cenários.

    Saudações rubro-negras.

  • Wallace se contradiz

     

     

    O Wallace deveria jogar mais bola e parar de falar.

    Ele é pago para jogar, algo que não está fazendo.

    Voltou a ser aquele zagueirinho mequetrefe de quando chegou ao Flamengo.

    Deu uma entrevista discordando o velho Jayme de Almeida, que disse ter sido uma vergonha a apatia dos jogadores na derrota do Flamengo diante do Atlético Paranaense.

    Quem é Wallace, na história rubro-negra, para discordar do Jayme?

    E o pior é que o próprio Wallace caiu em contradição logo depois, na mesma entrevista.

    Quando perguntado sobre que recado daria à torcida, em relação a tudo que ocorreu em 2015, veja a resposta do nosso, dito letrado, zagueiro:

    “O recado é que a gente tem que tomar vergonha na cara. Fazer uma autoanálise e saber que este ano foi uma vergonha”.

    Então ele agora dá razão ao Jayme?

    Foi mesmo uma vergonha?

    Que cara coerente…

    Se realmente o Muricy vier por aí, o Wallace que aprenda a jogar bola, senão dificilmente terá futuro no Flamengo.

    Pode perguntar ao meu amigo José Maria de Aquino, ilustre torcedor do São Paulo, se o Muricy é de dar moleza a jogadores.

    Fica calado, Wallace!

     

    LEIA OUTRAS POSTAGENS DO BLOG DO PASCHOAL


    Paschoal Ambrósio Filho é jornalista e autor dos livros 6x Mengão, 100 Anos de Bola, Raça e Paixão e PentaTri e escreve no Blog do Paschoal, da Plataforma Mundo Bola Blogs.
  • Para voltar a vencer, Fla visita Basquete Cearense

    Querendo reencontrar o caminho das vitórias, Flamengo vai à Fortaleza para enfrentar o Basquete Cearense.

    O Flamengo volta à quadra nesta terça-feira após a derrota para o invicto Paulistano no último dia 20. Válido pela 7ª rodada, o confronto entre o rubro-negro e o Basquete Cearense, no Ginásio Paulo Sarasate, promete ser interessante, já que as duas equipes vem de resultados negativos. A partida não terá transmissão da TV, mas o Mundo Bola fará tempo real no Twitter.

    O NBB 8 começou inconstante para o Flamengo. Em cinco jogos disputados, o rubro-negro venceu três e perdeu duas, tendo 60% de aproveitamento e algumas atuações ruins, o que é abaixo do esperado para esse início. Depois da derrota para o Paulistano por 67×60, o Mais Querido jogará novamente longe de seus domínios e tentará surpreender os cearenses. O único desfalque será Olivinha, que segue lesionado.

    O Basquete Cearense, que perdeu em casa para o Minas Tênis Clube por 64×69, também precisará se esforçar para não cometer os mesmos erros. O time tem duas vitórias em cinco jogos e tentará superar o Flamengo contando, mais uma vez, com o apoio de sua torcida.

    O duelo marca o reencontro do pivô Tiagão com o rubro-negro, já que ele foi contratado para jogar o NBA Global Games com o Flamengo esse ano. No Basquete Cearense desde agosto de 2014, o jogador ganhou destaque ano passado, mas não vem atuando muito nesse NBB. Um dado interessante é que o recorde pessoal dele de pontos marcados em uma partida (27) foi justamente contra o Mengo, em 2009.

     

    Ficha Técnica:

    Ginásio: Ginásio Paulo Sarasate

    Data: 01/12/2015

    Horário: 20h30 (horário de Brasília); 19h30 (horário de Fortaleza)

  • Lulucast 2.0 #44 | Também sentimos vergonha, Jayme!

    No Lulucast 2.0 edição #44 @Bruna Lugatti, @Cissa_Morena, @danisouto falaram ainda sobre a saída do técnico Oswaldo de Oliveira, a possível vinda do Muricy Ramalho e sobre o Jayme de Almeida que, mais um vez, dirigiu o time interinamente.

    Durante o papo as meninas disseram quem elas queriam que continuasse no elenco do Flamengo.

    O próximo, e último, jogo do Flamengo pelo #Brasileirão será no próximo domingo, dia 6 de dezembro, contra o #Palmeiras, no #Maracanã.

    A gente não vê a hora desse campeonato acabar!

    Assista!

    Vem papear com a gente também! Nosso encontro é todo #domingo, mas durante a semana podemos conversar através das redes sociais. Mande sua ideia, crítica, sugestão. Use #Lulucast nos comentários!

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  • Tira o Manto que você é moleque!

    A semana começou com o anúncio vergonhoso de que o time após uma partida lamentável teria não 1, mas 2 dias de folga. Podemos até engolir o excesso de treinos em meio período pela falta de estrutura, mas 2 dias de folga com regenerativo quarta-feira é inaceitável! Esse tipo de comportamento frouxo da diretoria, que está longe de ser raro, já passa aos jogadores a falta de seriedade do trabalho.

    Jogadores estes que durante o ano se arrastaram em campo, mas frequentaram com intensidade a noite e as festinhas privadas, se lesionam com grande frequência e demoram a voltar, adoram arrumar suspensões pelo 3° amarelo, geralmente conseguido em lance bobo, mas inexplicavelmente nunca saem do time titular.

    A saída repentina de Oswaldo de Oliveira fez com que Jayme de Almeida voltasse ao comando do time, mas a única mudança que fez por opção foi na troca de Jonas por Canteros. Seu primeiro treino: Rachão.

    O Flamengo foi pro jogo com Paulo Victor – Pará, César Martins, Wallace, Éverton – Canteros, Márcio Araújo – Gabriel, Alan Patrick, Paulinho – Kayke. Dentre esses, 4 dos 5 afastados por má conduta, fora jogadores em fim de contrato que poderiam estar fora do time dando espaço para outro mostrar serviço.

    Nenhum dos dois times brigava por qualquer coisa, o Atlético-PR se despedia de seu estádio na temporada e foi o único time que entrou para jogar. Desde o início de jogo o Atlético-PR, treinado por Cristóvão, jogou solto, dominando a partida, se lambuzando nos erros de passe do Flamengo e encontrando muitos espaços na defesa.

    Não foram poucos os erros de passe na saída de bola, tão pouco os erros no “último passe” com o time do Flamengo todo no ataque, permitindo que o Atlético-PR tivesse um contra-ataque limpo. Quando tentavam lançar para um dos pontas, geralmente erravam o passe, quando subiam tocando a bola, ficavam a girando de um lado para outro no meio campo, procurando espaços que não existiam e, quando por sorte um aparecia, também erravam o passe de penetração.

    As poucas escapulidas que passaram pela defesa atleticana foram bisonhamente perdidas. Kayke pelo 3° jogo seguido perde chances por chutar em cima do goleiro, ao invés de tocar por cima na saída deste, some-se isso aos cruzamentos inomináveis de Pará, Éverton, Cirino e Paulinho e temos raras chances de finalização.

    Alan Patrick talvez seja o melhor retrato desse Flamengo deprimente, vergonhoso, nojento, que vemos em campo. Passeia pelo meio se omitindo sempre que possível, quando a bola vai em sua direção busca um passe lateral até estar perto demais para não ser incisivo e então erra, qualquer passe objetivo pra frente é feito com tanta displicência quanto seus passes pra trás e pros lados, a diferença é que os ofensivos geralmente resultam em contra-ataque adversário. Não é falta de técnica, mas falta de vontade de vencer, falta de vontade de conquistar a torcida, falta de vergonha na cara, falta de espirito rubro-negro.

    O primeiro gol saiu após Nikão avançar pelo meio e passar para Roberto que fez um golaço sem qualquer combate de Pará e César Martins. O Atlético-PR até deixou o Flamengo ter mais a posse, porém os erros faziam com que toda hora o time da casa chegasse na cara de Paulo Victor, o que permitiu Cléberson ampliar o placar aos 33 do 1° tempo.

    No intervalo, perdendo o jogo, Jayme inexplicavelmente trocou Canteros por Luiz Antônio, a popular troca de seis por meia dúzia que muda absolutamente nada taticamente ou sequer tirava um dos piores em campo. O resultado foi o Atlético-PR continuar muito melhor, mais intenso e ampliar o placar aos 22 do 2° tempo com Cléberson cabeceando sozinho após cobrança de escanteio. O quarto gol só não saiu por erro de finalização do Hernández, mas fez Jayme mexer.

    Obviamente a troca pura e simples de Gabriel por Cirino e Paulinho por Jajá não adiantou muita coisa, o Flamengo continuava passivo, chegando muito pouco na área adversária. Do outro lado Walter –sim, aquele muito acima do peso – corria o campo inteiro no ataque, vencia a marcação na corrida e cabeceava sozinho várias e várias vezes!

    A apatia do time, o descaso com a torcida e com a história do clube, com a camisa que conquistou a alcunha de manto fez Jayme se declarar envergonhado na coletiva pós-jogo, mas aí eu pergunto: por que os escalou? Jayme é auxiliar há muito tempo, conhece bem o elenco, sabe quem são os vagabundos e quem se esforça, então por que escalou os que tratam o manto como pano de chão?

    A esses jogadores que todos sabemos bem quem são, só gostaria de dizer: Tirem esse Manto, seus vagabundos! Bando de moleques que não merecem sequer passar em frente à sede do clube.

    Saudações Rubro-Negras

    p.s.: Domingo será um ótimo dia para ir ao Maracanã protestar e xingar esses vagabundos no jogo contra o Palmeiras.

  • Flamengo joga mal e toma surra do Atlético/PR

    Desinteressado, Fla joga mal e toma sacode do Atlético/PR na Arena da Baixada

    Jogadores do CAP comemorando um dos três gols contra o Flamengo. (Foto: Reprodução)

    Em um jogo péssimo do Flamengo, o Atlético Paranaense não teve grandes dificuldades pra vencer o jogo.

    A partida que marcou o reencontro da equipe carioca com o ex-técnico Cristóvão Borges, e acabou sendo melhor pro treinador.

    Aos 13 minutos, Nikão fez boa jogada e rolou pra Roberto, que veio livre de trás, acertar um chute primoroso no ângulo de Paulo Victor, abrindo o marcador na Arena da Baixada.

    O Flamengo em nenhum momento conseguia controlar o jogo, sofria com a forte marcação do Atlético. Aos 33 minutos, Nikão cobrou falta, a zaga cochilou, e Cleberson de cabeça fez o segundo dos donos da casa.

    Na segunda etapa o ritmo diminuiu muito, e o Atlético ainda ditava o ritmo do jogo. Aos 22 minutos, a equipe do Paraná conseguiu o terceiro tento. Daniel Hernandez cobrou escanteio e de novo Cleberson, completamente livre, testou pro gol.

    Sem interesse, sem vontade, o Flamengo não teve forças pra reagir. A melhor chance do time foi ainda no primeiro tempo, com Kayke, mas Weverton defendeu a finalização do centroavante.

    FICHA DO JOGO:

    Atlético/PR 3×0 Flamengo

    37ª Rodada do Campeonato Brasileiro

    Local: Arena da Baixada

    Data: 29/11/2015

    Horário de início: 19h30

    FLAMENGO: Paulo Victor; Pará, César Martins, Wallace e Éverton: Márcio Araujo, Canteros (Luiz Antonio) e Alan Patrick; Pualinho (Jajá), Gabriel (Marcelo Cirino) e Kayke.

    ATLÉTICO/PR: Weverton; Alessandro (Eduardo), Vilches, Cleberson e Roberto; Otávio, Deivid, Sidcley, Marcos Guilherme (Daniel Hernandez) e Nikão (Marcos Gabriel); Walter.

    Publico Pagante: 23.975

    Publico Presente: 25.899

  • Arame liso

    Mais uma vez, o Flamengo não conta com o atacante e pseudo-artilheiro, Paolo Guerrero, na partida deste domingo contra o Atlético Paranaense, na Arena da Baixada.

    Pela terceira vez , por razões disciplinares, ele desfalca o time neste Brasileirão.

    No total, Guerrero jogou 18 partidas no Mengão e ficou de fora em 10 jogos, seja por suspensões, contusões ou por estar servindo à Seleção do Peru.

    Ele parece que não está nem aí para o fato de ser o jogador mais bem pago do elenco flamenguista.

    Também não quer saber se é importante para o time e a torcida.

    Nada profissional…

    Só é profissional quando vai ao banco receber seu polpudo salário…

    Reclama o tempo todo com os árbitros e dá-lhe cartões!

    Uma coleção de oito amarelos e um vermelho.

    Finge não saber que a orientação dos homens do apito é punir rigorosamente quem reclama muito e é chorão como o Guerrero.

    Fez apenas quatro gols!

    Está sem marcar há mais de 100 dias!

    É um verdadeiro arame liso!

    Arame liso, como muitos sabem, é aquele que não machuca ninguém, ao contrário do arame farpado.

    Só veremos o Guerrero em campo, na última rodada, contra o Palmeiras.

    Alguém esperava que esta contratação seria um fiasco para o Flamengo e que o clube jogaria tanto dinheiro fora?

    Vender esse cara não seria má ideia… Ou seria?

    Quem aposta em quê?

     

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    Paschoal Ambrósio Filho é jornalista e autor dos livros 6x Mengão, 100 Anos de Bola, Raça e Paixão e PentaTri e escreve no Blog do Paschoal, da Plataforma Mundo Bola Blogs.