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  • Como será 2016?

    Cinco jogos.

    Com duas vitórias, dois empates (sendo um seguido de derrota nos pênaltis) e uma derrota, efetivamente, o Flamengo voltou a ser pauta de debate entre molambos e não-molambos. E, entre opiniões sóbrias e tresloucadas, um mar de críticas. Seja pelo conjunto, pelas contratações, pelas evidentes fragilidades que o time ainda apresenta, pelo esquema de jogo ou pelo futebol até agora pouco constante (e empolgante), o futebol rubro-negro tem levantado dúvidas sobre “como será 2016?“.

    Um fascinante exercício de futurologia.

    Quando a Chapa Azul assumiu o Flamengo, em 2013, contaram-nos o seguinte: “ó, tá foda. Vamos precisar da compreensão de vocês! Teremos alguns anos de vacas magras para, num futuro não muito distante, sermos uma potência. Beleza?”. “Beleza”, disse, surpreendentemente, a Magnética. E, assim, começava uma nova narrativa na história flamenga.

    Ao longo de três parcos anos, o Flamengo contentou-se com campanhas medíocres (exceção à improvável conquista da Copa do Brasil, em 2013); o futebol do clube, tocado com raro (para aquela diretoria, não para a história recente do clube) amadorismo no período, ficou à espera do seu messias. Era pra ser o Carlos Eduardo, ficou claro que era o Elias; era pra ser o Marcelo Moreno e quem assumiu a responsa foi o Brocador; e foi assim com Mugni, com Canteros, com Éverton, Marcelo Cirino… até chegar em Guerrero.

    A contratação do peruano, mais do que um puta ganho técnico, era um sinal: estamos virando a página, o capítulo “sofrência na miséria” acabou. Agora, é vida nova.

    A estreia do camisa 9 foi como um conto de fadas. Não tardou para o contrapeso Alan Patrick emergir como o “camisa 10 que faltava”. E aí veio Éderson, com passagem pela seleção. E tinha Sheik, o potencial “novo Pet de 2009”. E Kayke, da problemática base rubro-negra, aparecia como o substituto ideal pro ataque. E a torcida, sedenta pelo próximo passo em direção à categoria de potência, mordeu a isca. Alternando atuações empolgantes e episódios deprimentes, 2015 terminou de maneira melancólica, alimentando ainda mais a pergunta que origina esse blá-blá-blá todo: como será o futuro?

     

    Então esse é o cara que jogava menos que o Fabiano Oliveira?

     

    Peguem o elenco do Flamengo que inicia 2016 e comparem com os elencos dos últimos 3, 4 anos. Temos muito mais talento e opções do que em anos anteriores. Isso significa que 1) devemos performar melhor e 2) temos um teto mais alto, um limite que nos permite ir muito além. Há deficiências no plantel, é claro. Fraquezas que são potencializadas à medida em que nosso conjunto não consegue replicar as ideias do novo comandante.

    (Lembremos, por favor: o Muricy foi estudar o estilo de jogo do Barcelona, atualizar seus conhecimento sobre o jogo e NÃO roubar os poderes dos jogadores culés para enfrentar os Looney Tunes).

    E aí é elementar, mas não custa lembrar: ninguém emula o estilo de jogo do Barcelona com 3 semanas de treino. Especialmente quando você tem um sem-número de jogadores cujo QI de futebol é baixo e/ou já possuem um estilo de jogo consolidado. Ou alguém espera, sinceramente, que o Márcio Araújo desenvolva novas ferramentas ao seu jogo depois dos 30? Ou que o Sheik, com sabe-se lá quantos anos, seja um ponta insinuante e agressivo como o Neymar? E o Wallace, será que arranja uma Shakira nessa folia?

     

    Se continuar vaiando eu renovo até 2020

     

    Dito isto, devemos nos preocupar exclusivamente em como desenvolver um estilo de jogo que permita ao elenco rubro-negro bater nesse teto de capacidade. E, pra tanto, é necessário se perguntar o quanto realmente importam esses primeiros cinco resultados? Oras, dois jogos amistosos cujo objetivo era festejar com a Nação no Nordeste e conhecer as caras novas, dois outros jogos num torneio que torcida e clube não sabem se sabotam ou não.

    Por fim, o jogo que deveria mais importar: a vitória contra o Atlético, com boa atuação na segunda etapa, amplo domínio das ações, comportamento vibrante dos atletas e alternativas que demonstram um pouco desse nosso potencial. É bem verdade que o primeiro tempo foi monótono, lembrando a identidade modorrenta de 2015. Mas é um início de trabalho, um processo de construção. Não apenas de um “onze ideal”, mas de um padrão de jogo, de uma identidade coletiva.

    Sei que às vezes é foda, mas não dá pra ficar vaiando jogador com cinco jogos na conta. Tumultua o ambiente, coloca uma pressão escrota e que nada tem a ver com o momento da temporada. Nosso teto é bem mais alto que isso. Faltam Mancuello, Cuellar, Éderson, Kayke. Quem sabe ainda um zagueiro. Fora as caras da base que invariavelmente serão testadas.

    Aprendamos a dar relevância pro que merece. Vencemos o jogo mais importante que tivemos até, tivemos alguns (poucos, é verdade) ótimos momentos nos poucos testes do ano. Há muito pra melhorar, sem dúvida, mas fica aí a aposta: 2016 será muito bom!

     

     

     


    @Danisendebo

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  • Após 10 anos, Flamengo volta a enfrentar a Portuguesa-RJ no Carioca

    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

    Depois da vitória contra o Macaé e uma breve pausa no Carioca por conta do carnaval, o Flamengo volta a campo nesta quarta-feira (10) com novidade no time titular. O Mais Querido vai até o estádio Raulino de Oliveira para enfrentar a Portuguesa pela terceira rodada da competição, em um duelo que está marcado para às 21h45 (horário de Brasília) e terá transmissão em tempo real do @Mundo Bola_CRF.

    Com quatro pontos conquistados em dois jogos e em terceiro colocado na tabela de classificação do Grupo B, o Mengão precisa da vitória para entrar definitivamente na briga pela liderança. Para isso o técnico Muricy Ramalho, que tem usado a competição como laboratório para Brasileiro, deve mexer novamente na equipe. O argentino Mancuello finalmente teve seus problemas de documentação resolvidos e deve ganhar a vaga de Alan Patrick.

    O colombiano Cuellar é outro que poderia fazer sua estreia com o Manto Sagrado, mas não foi possível regularizar sua situação junto a CBF, pois a entidade aproveitou o feriado prolongado e fechou as portas por cinco dias. Sendo assim, o nome do volante só deverá aparecer no BID na quinta-feira (11), ficando a disposição de Muricy para o clássico de domingo.

    O adversário: 

    Recém promovida à Série A do Estadual, a Portuguesa ocupa neste momento a quinta posição do Grupo B, com três pontos, quatro gols marcados e outros quatro sofridos. O destaque da Lusa fica por conta do atacante Rafael Paty, que já balançou as redes adversárias em duas oportunidades.

    Flamengo e Portuguesa voltam a se enfrentar após 10 anos. A última vez que isso aconteceu foi em 2006, no empate em 2 a 2 pela Taça Guanabara. Na oportunidade, os gols do Fla foram marcador pelo lateral Juan e o meia Fellype Gabriel. Com o resultado, o rubro-negro estabeleceu uma invencibilidade de 9 jogos sobre a Lusa, com oito vitórias e um empate.

    Arbitragem

    O comando do apito desta partida fica por conta de Philip Georg Bennett, auxiliado por Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa e Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha. O árbitro completa 30 anos exatamente nesta quarta-feira, é formado em jornalismo e faz parte do quadro de arbitragem da CBF na categoria CBF-2.

    Esta será a quarta vez que Philip Georg trabalhará como figura principal de um jogo do Maior do Mundo. Nas outras, o Flamengo saiu com o triunfo em duas oportunidades.

    19/01/2014 — Flamengo 1×0 Audax
    08/02/2014 — Flamengo 0x3 Fluminense
    14/03/2015 — Tigres 1×3 Flamengo

    Somando todas as atuações, o juiz aplicou contra atletas rubro-negros uma quantia de sete cartões amarelos e nenhum vermelho.

    Falas dos atletas

    “Não dá para comparar, né?! É bem diferente mesmo, tem uma cobrança maior, uma proporção maior. Jogar no Flamengo era um sonho que estou realizando.” — Willian Arão falando sobre sua saída do Botafogo e chegada ao Flamengo.

    “A entrada dele vai mudar a forma que a equipe joga normalmente. Ele joga pela esquerda e conversou comigo. Falou que podia passar a bola, que receberia ela de volta. Na defesa, ele disse que vai me ajudar no setor.” — Jorge avaliando a parceria com Mancuello.

    “Eu confesso que sofro um pouco com o calor porque não estou muito acostumado com isso. Mas a minha adaptação não é o problema, pois temos um grupo muito bom de trabalho e estou melhorando fisicamente.” — Mancuello comentando sobre adaptação ao Rio de Janeiro.

    Ficha Técnica

    Portuguesa x Flamengo

    Local: Raulino de Oliveira (Estádio da Cidadania)

    Horário: 21h45 (horário de Brasília)

    Arbitragem: Philip Georg Bennett

    Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa e Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha

    Provável escalação do Flamengo: Paulo Victor, Rodinei, Wallace, Juan, Jorge; Márcio Araújo, Willian Arão, Mancuello; Marcelo Cirino, Emerson e Guerrero. Técnico: Muricy Ramalho

    Transmissão: TV Globo (RJ, ES, SE, PB, RN, PI, MA, PA, AM, RO, AC, AP, DF), Premiere e tempo real no @Mundo Bola_CRF.


    @bruno_vicente1

     

  • Após vitória sobre Paulistano, Olivinha destaca a qualidade do elenco do Fla

    (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

    Na última quinta-feira (4), o Flamengo conquistou mais uma vitória, atingindo, assim, treze de invencibilidade – 10 no NBB e 3 na LDA. O resultado positivo veio em cima de um dos possíveis adversários nos playoffs, o Paulistano, e foi importante para dar mais tranquilidade a equipe no campeonato. Após a partida, o Mundo Bola falou com Olivinha sobre o desempenho da equipe, Liga das Américas e a próxima partida.

    O confronto

    Os dois primeiros quartos não foram bons para o FlaBasquete. Errando muito ofensivamente, demorou até que saísse a primeira cesta. Os adversários também tinham dificuldade, pois, além da defesa rubro-negra funcionar, a pontaria não estava afiada. O ala/pivô admitiu o problema inicial, mas destacou o poder da defesa.

    “Foi um jogo difícil, complicado. A gente sabia, é um adversário que está brigando com a gente pelas primeiras posições. Não começamos o jogo tão bem, demoramos mais de três minutos para fazer a primeira cesta, mas depois a equipe se encontrou. Conseguimos fazer uma boa partida, principalmente na defesa, pois sofremos 65 pontos e saímos com a vitória”, disse.

    Desempenho

    O ponto principal da equipe nos últimos duelos tem sido a mudança de postura no segundo tempo de jogo. Sobre isso, o camisa 16 destacou a qualidade do grupo e o principal pedido de José Neto nos vestiários.

    “O Neto sempre pede pra gente conseguir manter o ritmo na partida. A gente começa em um ritmo e termina no mesmo pela capacidade física que a nossa equipe está tendo e pela qualidade técnica que nossa equipe tem também. Isso nos ajuda bastante durante o jogo, então a gente fica feliz de poder contribuir um pouco e ajudar o Flamengo a sair com as vitórias”.

    Liga das Américas

    (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

    Essa reação também pôde ser vista na participação do Orgulho da Nação na Liga das Américas. Apesar da dificuldade encontrada, o Fla conseguiu sair com o saldo positivo e em primeiro lugar no grupo.

    “Foi muito boa nossa participação, conseguimos o nosso objetivo. Foram três jogos e três vitórias, saímos de lá invictos. Agora nós estamos esperando a fase semifinal. A gente sabe que não vai ser moleza, vai ter só pedreira. Mas estamos prontos e queremos muito buscar esse título novamente”, comentou o veterano rubro-negro.

    Próximo jogo

    O próximo desafio do Flamengo será contra o Basquete Cearense, no Tijuca Tênis Clube. A data ainda será definida, pois a Liga aguarda a divulgação da data da segunda fase da LDA 2016. Olivinha destacou que será mais uma partida complicada, mas conta com o apoio da torcida para passar por mais essa pedreira.

    “Expectativa de mais um jogo difícil. A gente sabe que o Basquete Cearense vem em uma excelente campanha também, está brigando para entrar no G4. Mas a gente sabe também da qualidade da nossa equipe. Vamos jogar dentro de casa, com o apoio da nossa torcida, então a gente espera mais uma vitória”.

  • Em jogo com clima de Playoff, Fla bate Paulistano com autoridade

    Rafa Luz foi um dos destaques do FlaBasquete, com um grande segundo tempo de partida (Foto: Gilvan de Souza/ Flamengo)

    No duelo mais aguardado da rodada, o Flamengo (1º) recebeu o Paulistano (3º) na noite de quinta-feira (04) no Tijuca Tênis Clube, buscando manter a série invicta, que hoje está em 12 partidas, além de manter a liderança do Novo Basquete Brasil 8.

    O duelo de hoje também foi entre os técnicos, ambos auxiliares de Ruben Magnano na Seleção masculina. José Neto mandou à quadra o seguinte quinteto titular: Rafael Luz, Jason Robinson, Marquinhos, Olivinha e Jerome Meyinsse. Gustavo de Conti, buscava consolidar a reação do Paulistano e escalou Dawkins, Valtinho, Jhonatan, Gemerson e Caio Torres.

    Primeiro Período

    A partida começou equilibrada, como esperado, mas com muitos erros. O Rubro-Negro que não conseguia encontrar espaços no garrafão adversário, ficando nos três minutos iniciais sem pontuar. Olivinha conseguiu tirar o zero do placar carioca. O Paulistano só havia conquistado três pontos com Dawkins, deixando a partida em 3 a 2, até a paralisação por causa do cronômetro de 24 segundos. Com o problema aparentemente resolvido, a partida recomeçou e as duas equipes melhoraram ofensivamente, mas foram precisos três ataques para que a partida fosse novamente paralisada pelo mesmo problema, 4 a 5.

    Após o problema ser resolvido por completo, o FlaBasquete viu a equipe paulista abrir a maior vantagem na partida, 13 a 6, e Marquinhos deu números finais ao quarto, cortando a vantagem para 13 a 8. Os destaques foram Caio Torres (CAP) com 8 rebotes e Olivinha (FLA) com 4 rebotes.

    Segundo Período

    O segundo período começou com Rafa Mineiro cortando a vantagem para dois pontos após cesta de três e a vantagem seguiu assim até que Marcelinho Machado, anotando sua primeira bola de três, colocou o FlaBasquete pela primeira vez na frente do placar, 16 a 15. Com falhas defensivas, os comandados de Neto permitiram outra vez uma escapada do Paulistano, 23 a 19. No entanto, com cinco pontos seguidos no garrafão, o Flamengo virou novamente para 24 a 23, forçando tempo de Gustavinho.

    Após o tempo, Gegê ampliou a vantagem com uma bola de três, 27 a 25, e Marcelinho anotou cinco pontos seguidos, assim como Valtinho pelo lado do time paulista, mantendo a diferença em dois pontos, 32 a 30, forçando outro tempo de Gustavinho. Após o tempo, Gemerson acertou outra de três e o primeiro tempo terminou empatado em 33 a 33 (25 a 20 Fla no quarto).

    Os destaques do quarto foram Marcelinho (FLA) com 9 pontos e Gruber (CAP) com 4 rebotes.

    Terceiro Período

    Na volta do intervalo, Meyinsse anotou os seis primeiros pontos do terceiro tempo após duas belíssimas jogadas trabalhadas e um ‘rebondunk’. A equipe visitante respondeu com duas bolas de três e empatou a partida em 39 a 39. A partir disso, o Mengão fez uma corrida de 7 a 0, abrindo 46 a 39 e forçando outro tempo de Gustavo de Conti. O rubro-negro continuou melhor e, jogando coletivamente abriu dez pontos de frente, 54 a 44.

    No fim do quarto, Valtinho cortou a diferença em um ponto, mas o tetracampeão do NBB foi com ótima vantagem para o último quarto, 54 a 45 (Fla 21 a 12 no quarto).

    Os destaques do quarto foram Meyinsse (FLA) com 8 pontos, Marquinhos (FLA) com 6 pontos e 3 rebotes e Rafael Mineiro (FLA) com 4 rebotes.

    Quarto Período

    O período final começou com o Paulistano anotando uma corrida de 8 a 0, seis pontos seguidos de Toyloy, cortando o placar para 54 a 53 e forçando tempo de José Neto. Após o tempo, a equipe paulista perdeu três chances de virar a partida e viu o FlaBasquete abrir vantagem novamente, 66 a 55, com enorme participação de Rafael Luz, forçando tempo tempo de Gustavinho. Antes do tempo, Caio Torres indignado com a arbitragem, levou técnica e o clima esquentou.

    Na volta, Mineiro e Dawkins trocaram bolas de três, e só restou ao Flamengo administrar a vitória no minuto final, Flamengo 75 x 65 Paulistano.

    O próximo compromisso do Orgulho da Nação é no dia 17/02 às 20h contra o Basquete Cearense no Tijuca Tênis Clube. Partida terá tempo real no @Mundo Bola_CRF .

    Destaques do Flamengo:

    Pontos: Marquinhos com 17 pontos

    Assistências: Marquinhos e Rafa Luz com 4 assistências cada

    Rebotes: Marquinhos com 8 rebotes

     

  • #VlogdoPoeta #6. CT, Arena e Bloco do FlaMaster

     

    A semana é de Carnaval e de certa forma ela foi maravilhosa para o Flamengo. Durante a semana vencemos o Macaé, a nossa primeira vitória no Estadual. Trago aqui informações sobre o andamento do CT após falar com Alexandre Wrobel, Vice-Presidente de Patrimônio, sobre a tal parceria com os árabes e para complementar, algo sobre a Arena. Trago ainda um pouquinho de como foi o Bloco do FlaMaster com os nossos ídolos.

    Veja outros vídeos do #VlogdoPoeta:

    • #VlogdoPoeta #5. Gerente de conteúdo e protesto na FERJ
    • #VlogdoPoeta #4. Desimpedidos, Novo Manto e Cuellar
    • #VlogdoPoeta #3. Estádio, Ferjão e contratações. Part. Nivinha
    • #VlogDoPoeta #2 – Mancuello, contratações e Taça Asa Branca
    • #VlogDoPoeta #1 – Cobranças, Contratações e Primeira Liga

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    O Vlog do Poeta é uma produção do @BlogSerFlamengo que o fla.mundobola.com traz para seus leitores! Não deixe de comentar!

  • Flamengo e CS Sedan Ardennes: Intercâmbio esportivo e de negócios

    Bandeira acompanhado de Fahid e dirigentes da CBF. Reprodução CBF TV

    Na semana passada, a imprensa noticiou a visita de uma comitiva do clube francês CS Sedan Ardennes, da terceira divisão do futebol francês ao Ninho do Urubu. O motivo do encontro, de acordo com matéria assinada pelo jornalista Igor Siqueira, na coluna De Prima do diário esportivo Lance, foi a formatação de uma parceria que renderia até 30 milhões de reais, dinheiro este que seria investido no Centro de Treinamento George Helal.

    E ainda, agora de acordo com o jornalista Anselmo Gois, do Globo, quem fez o meio-campo entre a diretoria do Fla e o Sedan Ardennes foi nada menos do que Pelé, fato este bastante curioso tendo em vista a pouca ligação do Atleta do Século com o Clube de Regatas do Flamengo.

    O Sedan Ardennes é um clube de pouca expressão no futebol francêsFundado há quase um século como  I’Union Athlétique Sedan-Torcy, somente em 1956 chegou à primeira divisão. Em 1966, teve seu nome alterado para RC Paris-Sedan ao se fundir com outro pequeno francês, o RC-Paris. Em 1970, transformou-se no atual Club Sportiff Sedan Ardennes.

    No Ninho, estavam o presidente do Sedan Ardennes, Marc Dubois, e o príncipe saudita Fahad Bin Faisal Al Saud, que comprou o clube em maio de 2015. O presidente Bandeira, o CEO Fred Luz, o vice-presidente de marketing, José Rodrigo Sabino e o diretor-executivo de futebol Rodrigo Caetano foram os anfitriões presentes.

     

    Sedan em seu estádio diante de apaixonada torcida. Reprodução Twitter

     

    A reportagem entrou em contato com dirigentes do Flamengo. Flávio Godinho disse que o encontro foi apenas uma visita cordial entre dirigentes. José Rodrigo Sabino, indagado sobre algum acordo comercial envolvendo a imagem dos dois clubes em alguma parceria ou até mesma uma possível compra de naming rights do CT, apenas respondeu dizendo que “Foi apenas uma aproximação muito embrionária”. Que tipo de aproximação? Insistimos. “Intercâmbio de atletas e experiências”, respondeu, mantendo o suspense e a discrição em torno do assunto.

    Em relação aos valores envolvidos, o dirigente explicou que “existem detalhes que precisam amadurecer, como o aporte financeiro”. Isso foi tudo que pudemos conseguir. O presidente Bandeira foi procurado mas não conseguimos retorno.

    As declarações de Sabino, ainda que tangenciais, de certa forma mostram que sim, o Flamengo negocia com o CS Sedan Ardennes algum tipo de parceria. E isso pode vir a ser muito interessante para o clube em alguma áreas.

    Fazendo um exercício de imaginação em cima de pesquisas sobre o modelo de negócio firmado entre o clube francês e Fahad Bin Faisal Al Saud, podemos ter boas perspectivas em relação ao que — pelo menos — pode estar sendo discutido entre Sedan e Flamengo.

     

    Clube francês quer melhorar sua estrutura de formação e metodologias. Reprodução Site Oficial.

     

    A cidade de Sedan, localizada no departamento de Ardenas, é uma região montanhosa, bastante turística e que se estende por Luxemburgo e Bélgica. Apesar de ser um rica em minérios, em Sedan floresce a indústria do turismo. Devido ao seu relevo propício à prática de esportes ao ar livre é destino de milhares de pessoas. O CS Sedan possui torcida e tenta se reerguer através de um plano ancorado no aumento da relevância econômica da própria cidade.

    Em recente entrevista, Marc Dubois, ele mesmo um empresário do turismo, afirma que o clube será como um farol, a guiar negócios para a cidade. Parece que seu plano está indo bem. Depois de investir cerca de 2,5 milhões de euros de recursos próprios no clube, ofereceu um modelo de parceria para o príncipe Fahad, como uma ampliação de negócios da família real na cidade. Assim, o Sedan tem um plano de internacionalização da marca estruturado com o desejo de vários setores da economia de sua região. Atualmente disputa o Nacional, terceira divisão francesa, e a Coupe de France. Seus gestores apontam 2019, o ano de seu centenário, como meta para chegarem à Ligue 1. E isso passa pela melhoria da estrutura de formação de novos atletas.

     

     

    Marc Dubois: “um centro de formação, um novo centro de treinamento e um complexo turístico surgirão para Montvillers.”

     

    “A ideia é desenvolver Chateau Montvilliers, que abriga o centro de treinamento e um complexo médico de esportes em Montvilliers: uma clínica de esportes. Um produto sobre o qual vamos trabalhar, que será aberta ao público. Vamos co-financiar tudo isso com o príncipe. É nas raízes do clube. Este ano, já estamos trabalhando com um centro de treinamento no Senegal. Já temos dois jovens senegaleses muito promissores que vieram e já estão aos poucos sendo usados na equipe principal”, declarou Dubois.

    Além do intercâmbio de atletas, via empréstimo ou até preferência de compra, clínicas e workshops para trocas de experiência entre profissionais da Comissão Técnica podem ser realizadas, tanto no Ninho quanto em Chateau Montvilliers. As categorias de Base dos dois clubes podem usfruir dos CTs no futuro, além de disputas de torneios e excursões com jogos e disputando torneios.

    Outra questão envolvendo a parceria pode ser a veracidade dos valores especulados no aporte finaceiro. Esse dinheiro serviria para terminar toda a estrutura do CT — Base e Profissional — em um tempo menor do que o projetado (e prometido), a saber, até o final desse ano para o Módulo Profissional e até 2018 para o Módulo da Base. Em troca, o time francês teria porcentagens dos direitos ecônomicos de nossos jogadores recém-formados.

    Em realação ao marketing, é de se esperar que a presença de Sabino envolva algum tipo de exposição da marca Flamengo. O príncipe Fahad tem muita influência em toda região que compreende países como a própria Arábia Saudita, além de Argélia, Marrocos e demais países do Golfo. Não é demais imaginar a abertura de algumas lojas em alguns desses centros de alta concentração de renda e paixão pelo futebol brasileiro.

     

     

    Transmissão de um clipe que confirma contatos são desenvolvidos com o clube  no Brasil.

     

    O Flamengo também pode conseguir trabalhar na viabilização de excursões com o time principal em época de pré-temporada ou amistosos pontuais em possíveis brechas no apertado calendário brasileiro. Outra boa ideia é convidar ídolos da hossa história para visitas, como embaixadores rubro-negros, ao Oriente Médio e na França, inclusive servindo como professores de futebol em clínicas e workshops. Zico, Adílio, Pet, entre outros, podem ser convidados a levar e elevar a marca Flamengo pelo mundo, principalmente o Oriente Médio, porta dourada de entrada do continente africano, rico em talentos.

     

     

     


    @DidaZico

     

  • Com atuação nota 6, Flamengo fica com os 3 pontos contra o Macaé

    Após o empate contra o Boavista, Muricy teria os retornos de Emerson Sheik e Gabriel, além de Alan Patrick regularizado após a abertura da janela. Esperava-se uma mudança não só de postura como de disposição tática do time, mas vimos apenas as trocas de jogadores em uma vitória com atuação mediana contra um time tecnicamente fraco.

    A escalação do jogo foi a mais próxima do time titular que Muricy imagina para a temporada com os retornos de Emerson e Alan Patrick: Paulo Victor – Rodinei, Wallace, Juan, Jorge – William Arão, Márcio Araújo, Alan Patrick – Marcelo Cirino, Guerrero, Emerson

    De cara podemos ver uma linha de 3 atacantes “de ofício”, o que por si só não define o 4-3-3, Emerson e Cirino poderiam recuar para uma linha de meio e atuar no 4-1-4-1, porém logo nos primeiros minutos podemos ver que de fato atuavam em uma linha de ataque estando não só posicionados a frente, entrando na área, como desobrigados de recompor defensivamente acompanhando o lateral adversário.

    No meio de campo o triângulo era de base alta, Márcio Araújo se posicionando entre os zagueiros, como faz desde o início do ano, enquanto Arão e Alan Patrick tinham liberdade para subir, inclusive ao mesmo tempo. Contudo, ao contrário do que foi visto nos últimos jogos, Jorge teve mais liberdade para subir e auxiliar no apoio.

    Como a linha de ataque é mais pesada e não recompõe tão bem, era de se imaginar que o meio tivesse mais dinâmica e os laterais não subissem ao mesmo tempo que os meias para manter a cobertura, mas nada disso foi visto e o time estava sempre mal posicionado nos contra-ataques. Obviamente contra o Macaé isso não é um problema grave, mas o estadual precisa ser um preparatório para o Brasileiro e, portanto, o time tem que desde já apresentar uma movimentação adequada, ocupando bem os espaços e apresentando um grau mínimo de compactação.

       

    Como podem ver há uma avenida na direita, os 2 ângulos do mesmo momento mostram que além de não haver recomposição rápida, os jogadores estavam ocupando espaços indevidos no ataque e, ao perder a bola, não tiveram velocidade para se reorganizar e nem cobertura adequada. Aliás, podemos ver 8 jogadores do Flamengo em seu campo, restando a pergunta: Onde estavam Cirino e Sheik? Reparem também em como Márcio Araújo e Alan Patrick nem correm para tentar ajudar.

    Acredito que para resolver o problema Muricy precise trabalhar o 4-1-4-1 sem a bola obrigatoriamente, podendo variar para o 3-4-3 com o volante entre linhas recuando para ficar entre os zagueiros, os laterais subindo para compor a linha de 4 central e os meias abertos subindo em diagonal para formar a trinca de atacantes. Com todos sabendo que espaços ocupar o problema da cobertura tende a diminuir, o problema é que nem todos os jogadores conseguem ter visão tática ou comprometimento defensivo e aí cabe a Muricy colocá-los no banco.

    Outro ponto que ficou bem claro ontem é que não dá para jogar com Arão ao lado de um meia que sobe para apoiar, pois assim como Alan Patrick, Mancuello é um meia que apoia e arma, aparecendo para chutar de fora, o que pede um meia que segure mais a posição para ajudar na cobertura, não pode ser um volante como Arão que sobe o tempo todo. Contra um time mais forte como os enfrentados no Campeonato Brasileiro ou na Liga, esse meio exposto é fatal.

    Ofensivamente o panorama foi um pouco melhor neste jogo, mas atribuo muito mais a individualidades que ao jogo coletivo. Guerrero e Cirino fizeram ótima partida e deram dinâmica ao ataque, Emerson Sheik teve momentos muito bons, mas no geral jogou mal, perdendo chances por displicência, sem velocidade para recompor a defesa ou até para acompanhar os contra-ataques após os 20 do 1° tempo, passando a andar em campo e pontualmente dar um pique ou outro.

    Alan Patrick fez uma partida horrorosa, apático como sempre e sem ajudar em absolutamente nada na defesa, nem quando a bola chegava no pé dele conseguia dar algum ritmo ou criar uma boa jogada. Aliás o Flamengo tem sentido falta justamente de ter no meio alguém que saiba enxergar o jogo e arriscar jogadas não óbvias, como uma inversão de jogo, um passe que desmarque um companheiro. Geralmente as jogadas não possuem amplitude, se concentram num lado ou em outro do campo e raramente se dão pelo meio.

    Jorge foi tímido no 1° tempo, mas subiu muito de produção quando Éverton entrou no 2° tempo no lugar de Alan Patrick e fez uma jogada de incrível habilidade na assistência para Cirino cabecear marcando o 2° gol do Flamengo. Por outro lado, Rodinei correu muito o jogo todo, pediu a bola querendo participar, mas não adianta ser tão ativo quando não se sabe o que fazer com a bola nos pés, pois por mais que chegue com certa facilidade a linha de fundo é péssimo em cruzamentos e suas opções de passe são sempre óbvias, o que faz com que geralmente a jogada de ataque morra consigo.

    Mas a “surpresa” do jogo foi novamente a boa atuação da dupla de zaga, que mesmo prejudicada pelos companheiros, atuou de modo seguro. Wallace fez boas coberturas, desarmes limpos, alguns cortes no meio de campo e, como cereja do bolo, conseguiu no fim do 1° tempo tabelar com Juan dentro da área e abrir o placar. A comemoração contida foi uma resposta a torcida que o vaiou desde o início do jogo e sem qualquer motivo.

    Fechando com chave de ouro o hall dos ídolos da FlaTT, Paulo Victor fez uma ótima partida com algumas defesas difíceis que incluíram saídas do gol para cortar levantamentos na pequena área, um contra um dentro da área e saltos para cobrir jogadores entrando sozinhos na falha de marcação.

    Três jogadores do Macaé livres, um alcança a bola obrigando PV a fazer boa defesa.

    Saudações Rubro-Negras

  • Atuações: Wallace e Cirino fazem gols de centroavante; Rodinei enfim estreia

    Paulo Victor: Continua saindo mal do gol em bolas aéreas. Mas fez boas defesas quando foi exigido. Nota 6,5.

    Rodinei: Finalmente estreou com a camisa do Flamengo. Foi um dos melhores do time na partida. Jogou mais solto e fez uma boa dupla com Marcelo Cirino. Por vezes, Guerrero também apareceu pra fazer triangulações e dar mais espaço pra velocidade do camisa 2 até a linha de fundo. NOTA 7.

    Wallace: Vaiado pela torcida ainda no aquecimento, o contestado capitão do Flamengo abriu o placar no Moacyrzão como um exímio centroavante. Abriu bem a jogada pela esquerda, recebeu a bola de volta, já dominou girando e chutando colocado no canto. Gol de camisa 9! Ainda falhou na defesa, mas na (não) comemoração do seu gol, ficou claro o apoio dos seus companheiros. NOTA 7.

    Juan: Mais uma boa partida do veterano zagueiro. Tem qualidade, mas não tem velocidade. Mas tem inteligência para jogar sem se complicar. Se posiciona bem na defesa e não precisa apostar corrida com os adversários. NOTA 6,5.

    Jorge: Novamente não fazia um bom jogo. Mas a qualidade sempre supera a desconfiança. E foi assim que o jovem lateral do Flamengo espantou as críticas. Em apenas um lance, mostrou porque é titular e tem um futuro promissor. Como jogador de futsal, deu um drible seco no marcador e, de trivela, colocou a bola na cabeça do Cirino para selar o placar contra o Macaé. NOTA 6,5.

    Márcio Araújo: É peça chave no meio-campo. Mesmo contra a vontade da maioria dos torcedores, ainda é essencial no apoio aos zagueiros e na saída de bola. Sempre que ele não se apresenta, alguém lá atrás tem que dar o chutão. Fez roubadas, antecipações, mas falhou em alguns lances pela esquerda. Não ajudou nas coberturas em lances que levaram um certo perigo ao gol do Flamengo. NOTA 6.

    Willian Arão: Está no ataque, na defesa, everywhere. Incansável e muito produtivo, participou de lances de perigo e ajudou bastante na defesa. NOTA 6,5.

    Alan Patrick: Retorno bem apagado. Errou passes bobos, nao conseguiu criar jogadas de perigo e desperdiçou chances claras de gol. Saiu pra entrada de Everton antes dos 20 do segundo tempo. NOTA 5,5.

    Marcelo Cirino: Partida excelente do atacante camisa 7. Driblou, buscou jogadas em velocidade, tentou gol de letra, deu passes importantes, ajudou na defesa, fez de tudo. Como prêmio, deixou sua marca após linda jogada de Jorge. NOTA 7,5.

    Sheik: Quando joga para o time, é muito eficiente. Se movimentou, mudou de lado, apareceu com perigo, mas não converteu os lances que teve em gol e apagou um pouco sua partida. Mesmo aos 37 anos, está vendendo saúde. NOTA 5,5. 

    Guerrero: Muita movimentação, consciência tática e sempre um perigo na área. Hoje não deixou o seu, mas participou das jogadas dos dois gols. Está em outro momento técnico e tático no Flamengo. NOTA 6,5. 

    Everton: Corre muito. Joga pouco. Errou cruzamentos, não conseguiu dar sequência a jogadas, mas mudou um pouco a dinâmica no meio e dificultou a marcação do Macaé. Em outros momentos mostrou que pode jogar mais que vem apresentando. NOTA 5,5.

    Gabriel: Joga numa voltagem acima do normal dos outros jogadores, mas sua limitação técnica complica suas atuações. Participou de lances de perigo e quase faz golaço de falta. Qualidade supera a desconfiança. Força de vontade também? Para Gabriel, só lhe resta isso. Nada além do que sua dedicação em campo. Em um time com a grandes almejos, somente dedicação e força de vontade não deveriam ser requisitos para os interesses do Flamengo. NOTA 5,5.

  • Flamengo vence a primeira no Campeonato Carioca

    Foto: Flamengo

    Depois do empate contra o Boavista no final de semana, o Flamengo voltou a campo para enfrentar o Macaé no Moacyrzão, partida válida pela segunda rodada do Campeonato Carioca. Com domínio de bola no primeiro tempo, o Flamengo conseguiu um gol no final e, apesar de sofrer na segunda etapa, marcou mais um e fechou o placar.

    Sem poder contar com Mancuello e Cúellar, Muricy Ramalho só pôde escalar Alan Patrick, já que sua situação foi a única regularizada. Com isso, Chiquinho e Everton saíram para as entradas do meia e de Sheik, que retornou aos onze iniciais depois de ser poupado no último sábado.

    O próximo compromisso do Flamengo é contra a Portuguesa-RJ, dia 10/02, no Raulino de Oliveira, às 21h45.

     

    O JOGO:

    Durante o primeiro tempo, o Flamengo conseguiu mais posse de bola e dominou o Macaé, mantendo as ações concentradas no campo do adversário. Porém, o rubro-negro teve muita dificuldade nas finalizações e, quando chegava próximo ao gol, acabava errando lances bobos. O Mais Querido acionou, principalmente, Marcelo Cirino, Emerson Sheik e Paolo Guerrero.

    O Macaé chegou poucas vezes até Paulo Victor, mas, quando não errava a finalização, o goleiro e os defensores conseguiam fazer bem o trabalho. Do lado rubro-negro, William Arão e Rodinei foram os nomes que mais apareceram na primeira etapa, já que distribuíram muito bem as jogadas para os homens de frente e se apresentaram em todos os lances.

    Aos 43 minutos, quando parecia que não poderia acontecer mais nada, Guerrero dominou a bola e tocou para Wallace, o zagueiro mandou para Juan, que rapidamente devolveu e deixou o capitão muito bem para girar, bater no canto e abrir o placar.

    Na segunda etapa, o Mais Querido voltou bem e até conseguiu finalizar algumas vezes, mas errou muitos passes e deu ao Macaé a chance de começar a buscar o empate. Com isso, a defesa teve mais trabalho e o adversário chegou mais perto de marcar do que o Flamengo de ampliar.

    O rubro-negro pecou principalmente nas finalizações, já que chutou mal ou deixou boas chances passarem. Graças a dificuldade de trabalhar pelo lado esquerdo desde o início, o Flamengo apostou principalmente nas descidas com Rodinei. Para melhorar a distribuição das jogadas, Muricy sacou Alan Patrick e colocou Everton.

    Aos 30 minutos, foi em jogada iniciada pela esquerda com Guerrero que saiu o segundo gol. O atacante chutou rasteiro, a bola passou por todo e parou em Jorge, que cruzou pela direita exatamente na cabeça de Marcelo Cirino.

    Depois de marcar, o Flamengo relaxou e conseguiu ficar mais calmo em campo. O Macaé ainda chegou bem mais duas vezes, mas Paulo Victor deu conta do recado e fez boas defesas.

     

    FICHA TÉCNICA:

    Macaé 0x2 Flamengo – 2ª rodada do Campeonato Carioca

    Data: 03/02/2016

    Local: Moacyrzão, Macaé (RJ)

    Horário: 21h45 (horário de Brasília)

    Arbitragem: Rodrigo Carvalhães de Miranda

    Auxiliares: Silbert Faria Sisquim e Izaura Maffra Marcelino de Sá

    Cartões amarelos: Wallace (FLA); Thiago Cardoso e Bruno Luiz (MAC)

    Gols: Wallace, aos 43 minutos do primeiro tempo; Marcelo Cirino, aos 30 minutos do segundo tempo

     

    MACAÉ: Willian Alves, Gedeilson, Kleber Viana (Matheus Cambuci), Thiago Cardoso e Ebert (Dieguinho); Dos Santos, Wagner Carioca, Luis Mário, Marques (Bruno Luiz) e Marquinho; Pipico

    FLAMENGO: Paulo Victor; Rodinei, Wallace, Juan e Jorge; Márcio Araújo, Willian Arão e Alan Patrick (Éverton); Marcelo Cirino (Gabriel), Sheik e Guerrero

  • Fla melhora no segundo tempo e vence no Carioca Sub20

    Após a amarga derrota para o Boavista em casa na primeira rodada, o Flamengo voltou a campo, dessa vez fora de seus domínios, para enfrentar o Macaé. Diante de um jogo amarrado na primeira etapa, o rubro-negro só conseguiu criar oportunidades melhores nos 45 minutos finais, marcando dois gols e saindo com a vitória.

    Apesar de comparecer em bom número, a torcida teve problemas para entrar no Moacyrzão. Os portões só foram abertos alguns minutos depois da bola rolar, o que atrasou a entrada da Nação.

    A próxima partida do Sub20 é contra a Portuguesa, válida pelo Campeonato Carioca, dia 10/02, às 16h, no Estádio Luso Brasileiro.

     

    O JOGO:

    A partida começou muito brigada pelo meio e os dois times tiveram problemas na criação. O primeiro a chegar com perigo foi o Macaé com bola aérea pela esquerda, mas a cabeçada passou por cima da meta de Thiago, capitão da equipe hoje. Depois disso, ambos tentavam encontrar espaços, mas não conseguiam. Aos 34 minutos, os donos da casa acharam um contra-ataque rápido e o jogador adversário acabou carimbando a trave. Logo em seguida, o Flamengo deu resposta rápida e finalizou duas vezes no mesmo lance, mas o goleiro conseguiu defender. Sávio ainda chegou perto em outra chance, mas não conseguiu fazer.

    O segundo tempo começou melhor e as duas equipes saíram mais para o jogo. Logo no início, o Macaé chegou perto em mais uma bola aérea, mas não conseguiu acertar o gol. Aos 25 minutos, Thiago, que se apresentou muito bem todas as vezes que foi acionado, fez grande defesa na finalização adversária.

    Aos 29 minutos, o Flamengo chegou bem na área e sofreu um pênalti. Na cobrança, Matheus Sávio não desperdiçou e chutou firme no canto esquerdo, sem chance para o goleiro. Depois de marcar, o Mais Querido seguiu controlando o jogo e, faltando pouco para o fim da partida, conseguiu ampliar o marcador com um golaço de Jean.


    FICHA TÉCNICA:

    MACAÉ 0x1 FLAMENGO

    2ª rodada do Campeonato Carioca Sub20

    Data: 03/02/2016

    Local: Moacyrzão, Macaé

    Horário: 19h15

    Gols: Matheus Sávio, aos 29 minutos; Jean, aos 44 minutos (FLA)

    Flamengo: Thiago, Thiago Ennes, Bernardo, Lincoln, Arthur Bonaldo (Jean), Michael, Cafu (Patrick), Trindade, Alan Cariús (Antônio), Matheus Sávio, Lucas Paquetá