A boa sintonia e estratégia do time permitiu grandes atuações de boa parte dos jogadores, com destaque absoluto para Cirino. Já os problemas aconteceram por falhas individuais, principalmente de Wallace.
Paulo Victor: Foi pouco exigido no 1° tempo.No 2° tempo, quando o Resende chegou, fez boas defesas. Nota 7, 5
Rodinei: Ativo como sempre, deu opção no ataque. Deixou muito espaço atrás, deixando a defesa exposta. Nota 6
Wallace: Seguro na maior parte do tempo, saiu pro ataque deixando a defesa exposta e quase sofrendo gol em contra-ataque. Ainda vacilou em outros lances ao se enrolar com a bola. Nota 4,5
Juan: Seguro na defesa como de costume, ainda salvou um contra-ataque indo cobrir a ausência de Wallace e depois o cobriu numa outra lambança. Nota 7, 5
Jorge: Continua bem na defesa. Aparecendo pouco no ataque no 1° tempo, mas no 2° teve mais liberdade pra subir e fez boa partida com 2 assistências. Nota 8
Cuéllar: Sensacional na proteção e na saída de bola, sempre dando opção de passe para os companheiros, evitando retardar a saída pro ataque. Mas nada chama mais atenção que a intensidade com que domina a intermediária, dando combate nos dois lados do campo, sempre próximo do lance. Nota 8
Marcelo Cirino: Apesar de alguns erros de finalização e no último passe, Cirino destruiu a defesa do Resende. Aparecendo sempre em velocidade, sendo a principal arma de contra-ataque, soube achar os espaços na defesa para chegar várias vezes sozinho na área. Marcou 2 e só não guardou o 3° pelo olho grande de Sheik, que foi chutar a bola quase em cima da linha e anulou o lance por impedimento. Nota 9
William Arão: Aparece bem no ataque, deixou alguns espaços na defesa e errou um passe na intermediária que gerou o lance mais perigoso pro Resende no 1° tempo. Nota 6
Mancuello: O escanteio foi quase 70% do gol de Sheik, que só escorou a bola. O passe para Cirino fazer o 2° gol foi sensacional, do meio-campo. Além de estar presente em grande parte das jogadas de ataque, se dedicou na marcação, chegando a dobrar com Arão na direita. Saiu por lesão no 1° tempo. Nota 8
Emerson: Apareceu menos que Cirino no ataque, pecou pelo excesso de individualidade e cometeu erros em momentos decisivos. Mas ainda esteve no lugar certo por duas vezes para só escorar pro gol. Nota 7
Guerrero: Saiu muito para ajudar na armação, deu alguns passes muito bons para Cirino sendo mais um armador que um finalizador. O passe de calcanhar para o 2° gol de Cirino foi uma pintura. Nota 7
Gabriel: Entrou no intervalo e participou bem do ataque quando o Flamengo teve intensidade. Além de duas boas finalizações, marcou seu gol. Quando o time resolveu administrar, ajudou bastante na marcação. Nota 7
Em partida válida pela 7ª rodada da Taça Guanabara Sub-20, na tarde deste sábado (27-02), o Flamengo fez o seu dever de casa e goleou com autoridade o Resende. Lucas Paquetá e Fabrício marcaram dois gols cada e Arthur Bonaldo, de pênalti, também deixou o dele. O Mais Querido, que vinha de derrota contra a Cabofriense, se recuperou na competição e volta a jogar diante do Bangu, no próximo final de semana.
A bola rolou na Gávea e não demorou para o Flamengo abrir o placar. Fabrício recebeu no meio, partiu pra cima da marcação e completou para o fundo da rede, marcando o seu primeiro gol com o Manto Sagrado. Apesar da vantagem, a pressão continuou sendo rubro-negra. Fabrício teve a oportunidade de ampliar o marcador. O camisa 9 do Mengão recebeu no meio sem marcação, entrou na área e chutou no canto esquerdo do goleiro Luis.
Paquetá chegou a mandar uma bola na trave, mas o camisa 11 teve uma segunda chance. Escanteio curto cobrado no lado direito, Cafu tocou a bola para Sávio. O camisa 10 da Gávea cruzou na medida. Desta vez a trave não impediu Lucas Paquetá de marcar de cabeça para o Mengão e vibrar com a torcida que cantava na arquibancada.
Cruzamento de Matheus Sávio, gol de Lucas Paquetá! Flamengo 2×0 Resende#Sub20noMundo Bola
O Flamengo tinha o controle da partida. Fabrício ainda na primeira etapa teve a chance de fazer o terceiro, mas isolou, após aproveitar o cruzamento de Thiago Ennes que foi lançado ao ataque por Trindade. No final do primeiro tempo o Resende aproveitou o relaxamento do Mais Querido e quase surpreendeu o goleiro João Lopes. Aos 41 minutos, Gabriel recebeu na intermediária e mandou um chutaço no ângulo direito da meta flamenguista. Por pouco a bola não entrou.
Na volta do intervalo, o time do Sul Fluminense mostrou-se disposto a correr atrás do prejuízo. Porém as jogadas criadas pelo Resende, quase sempre na base do chutão, não surtiram efeito. O Flamengo que estava tranquilo e favorável na partida não precisou fazer muita força para ampliar o placar. Em jogada pela direita, Thiago Ennes achou Lucas Paquetá, que entrava na área e desviou para o gol. Fla 3×0 Resende.
Enquanto o Resende tentava diminuir o placar, o Mais Querido tinha duas avenidas pela frente. Num dos contra-ataques puxados pelo Fla, Arthur Bonaldo foi derrubado dentro da área. A penalidade foi marcada e o próprio jogador converteu. 4×0 Fla. Com o placar dilatado e o Resende completamente batido, o técnico Zé Ricardo mexeu na equipe. Lucas Paquetá e Hugo deram lugar a Patrick e Jean Lucas, respectivamente.
Fabrício ainda teve tempo para marcar o seu segundo gol no jogo e fechar a goleada com chave de ouro. O atacante do Mengão recebeu de Arthur Bonaldo na esquerda, passou por todos os marcadores, entrou na área e chutou no canto do goleiro Luis. Golaço! A pintura deu números finais à partida vencida pelo Flamengo. O Rubro-Negro chegou a terceira vitória na Taça Guanabara e volta a jogar no próximo final de semana.
Fabrício comemora golaço na Gávea. Foto: Gustavo Duarte
Local: Gávea Horário: 15h30min Árbitro: Daniel Andrade Flamengo: João Lopes; Thiago Ennes, Bernardo, Lincoln e Arthur Bonaldo; Hugo (Jean Lucas), Trindade e Matheus Sávio (Lucas Silva); Lucas Paquetá (Patrick), Cafu e Fabrício. Técnico: Zé Ricardo
Após vencer o Fla x Flu e a partida contra a Cabofriense no meio da semana, o Flamengo volta a campo neste domingo (28) para enfrentar o Resende, em busca da terceira vitória consecutiva no campeonato. A partida tem transmissão da Globo, BAND , Premiere e tempo real no @Mundo Bola_CRF.
Após cumprir suspensão no jogo contra a Cabofriense, o colombiano Cuéllar volta ao time para o confronto contra o Resende. A volta do volante é uma esperança a mais de jogadas para a equipe rubro-negra, já que no jogo em que esteve em campo Cuéllar foi essencial para a boa movimentação das jogadas ao longo da partida.
O Flamengo é vice-líder do grupo B com 13 pontos e está atrás apenas do Botafogo, que tem 100% de aproveitamento no campeonato com 18 pontos. Caso a vitória diante do Resende se confirme, o Flamengo garante a vaga na próxima fase do Campeonato Carioca.
O adversário
O Resende tem fraca atuação no campeonato e está em penúltimo lugar no grupo A, com apenas 6 pontos conquistados nos 6 jogos disputados até aqui. A única vitória conquistada pela equipe até aqui ocorreu na estreia do Carioca, quando o Resende venceu o Bonsucesso por 2 gols de diferença, partida realizada no estádio Luso-Brasileiro.
A dificuldade técnica da equipe do Resende esbarra na dificuldade de finalização. O time conseguiu balançar apenas 5 vezes as redes adversárias, o que resultou nos 4 empates e 1 derrota nos últimos jogos disputados pela equipe no Campeonato Carioca.
Novidades no treino de sábado
O treinamento realizado na manhã desse sábado (27) na Gávea foi marcado por duas novidades: as presenças de Kayke e Ederson. No rachão, que fechou o treino da equipe nesse final de semana, os atletas treinaram com bola pela primeira vez após longo período.
O atacante treinou pela primeira vez desde que sofreu uma lesão no joelho direito, em breve deve retornar a integrar o elenco rubro-negro. Além dele, Ederson mostrou que a preparação que vem realizando para melhorar seu condicionamento físico surtiu resultado. O meia voltou a treinar e deve ser relacionado para a partida contra o Resende.
O treino foi fechado para a imprensa em grande parte do tempo, mas o técnico Muricy confirmou que os titulares, poupados no meio de semana, retornarão à equipe na partida contra o Resende.
Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
FICHA TÉCNICA
Flamengo x Resende
Local: Estádio Raulino de Oliveira
Data: 28/02/2015
Horário: 17h
Árbitro: Luis Antonio Silva dos Santos
Assistentes: Jackson Lourenço Massara dos Santos e Gabriel Cotni Viana
Transmissão: Globo (RJ, ES, DF, RN, PB, SE, MA, PI, PA, AM, RO, RR, AP, AC e TO), BAND (RJ, MG, ES, DF, PE, BA, AL, RN, PB, SE, MA, PI, PA, AM, RO, RR, AP, AC e TO), Premiere e tempo real no @Mundo Bola_CRF.
Provável escalação do Flamengo: Paulo Victor; Rodinei, Wallace, Juan e Jorge; Cuéllar, Willian Arão e Mancuello; Emerson Sheik, Marcelo Cirino e Guerrero. Técnico: Muricy Ramalho
Provável escalação do Resende: Arthur; Muriel, Marcelo, Thiago Sales e Kim; Léo Silva, Gustavo Moura, Jorge Baéz e Marcel; Wandinho e Douglas Caé. Técnico: Ailton Ferraz.
Buscando deixar a classificação bem encaminhada, o FlaBasquete enfrentou o Correcaminos de Colón (PAN) pela segunda rodada do Grupo F (Fase Semifinal) da Liga das Américas, em Barquisimeto (VEN). Após a grande vitória no clássico contra o Brasília, o técnico José Neto repetiu a escalação titular: Rafael Luz, Marquinhos, Jason Robinson, Rafael Mineiro e Jerome Meyinsse. Já o italiano Marcelo Signorelli escalou o seguinte time do Correcaminos, que precisava vencer para não ser eliminado: Danilo Pinnock, Omar Reed, Reginald Larry, Christopher Moss e Trevor Gaskins.
Marcelinho Machado foi o melhor em quadra pelo lado rubro-negro nessa noite de sábado (27) (photo: Jose Jimenez-Tirado/FIBA Américas)
A partida começou com um lindo toco de Meyinsse em Larry, mas o pivô americano cometeu duas faltas em um minuto e teve que ser substituído por JP Batista. A partir disso, o Flamengo contou com um bom início de Rafa Luz para abrir 5 a 2. Com grande ajuda de JP na defesa e no ataque, o Rubro-Negro manteve essa vantagem, 13 a 10, até o primeiro pedido de tempo de Marcelo Signorelli. Após o tempo, JP Batista seguiu sua ótima partida e anotou quatro pontos seguidos, fazendo com que o Mengão abrisse sua maior vantagem na partida, 17 a 12. Marcelinho, assim como ontem, anotou uma linda cesta de três no estouro do relógio dando números finais ao quarto: 20 a 14. Os destaques do quarto foram Christopher Moss (COR) com 4 rebotes e JP Batista (FLA) com 8 pontos e 5 rebotes.
O segundo período começou com uma bola de três de Olivinha abrindo nove pontos, 23 a 14, mas com uma corrida de 9 a 2, a equipe panamenha cortou a desvantagem para dois pontos, 25 a 23, forçando o primeiro tempo de Neto. Após o tempo, o Correcaminos continuou com uma defesa muito boa e virou a partida em 30 a 28. Depois de incríveis três minutos sem pontuar, Ramon virou novamente a partida em outra bola de três, 31 a 30. Os panamenhos tomaram a dianteira do placar novamente e foram para o intervalo vencendo por 36 a 35 (Correcaminos 22 a 15 no quarto). Os destaques do período foram Ronald Ramon (FLA) com 3 assistências, Trevor Gaskins (COR) com 5 assistências e Oglivie (COR) com 7 pontos.
JP também foi um dos destaques da equipe na sofrida vitória sobre a equipe panamenha(photo: Jose Jimenez-Tirado/FIBA Américas)
Na volta do intervalo, o rubro-negro chegou a empatar a partida em 39, mas viu a equipe de Colón abriu sua maior vantagem na partida, 49 a 41, forçando outro tempo do Neto. Após o tempo, Gaskins e Larry anotaram mais dois pontos e o Correcaminos abriu a maior vantagem da partida, 54 a 41, até que o Mengo voltou a acordar e com uma corrida de 8 a 2, cortou a diferença para sete pontos, 56 a 49, e foi assim até o fim do período, que terminou 61 a 53 para a equipe panamenha (25 a 18 no quarto).
No último quarto, o Mais Querido enfim acordou e conseguiu cortar a diferença para um ponto e mesmo jogando muito mal conseguiu se manter na partida graças às boas partidas de JP Batista no jogo interno e Marcelinho nas bolas do perimêtro. Após dois pontos de Mineiro, o FlaBasquete cortou novamente a vantagem para um ponto, 72 a 71, e Signorelli parou o jogo novamente. Após o tempo, Marcelinho continou “on fire” e virou a partida e JP abriu mais ainda, forçando o último tempo do italiano Signorelli, 76 a 72. Após o tempo, o camisa 4 continuou sendo o melhor da equipe e, com game winner de Jason Robinson, o Orgulho da Nação venceu a segunda partida e praticamente garantiu a vaga no Final Four. Flamengo 84 x 83 Correcaminos de Colón.
O próximo compromisso do Orgulho da Nação será amanhã às 21h contra o Guaros de Lara (VEN). A partida terá transmissão do Sportv e tempo real do @Mundo Bola_CRF
Ontem (26/02) foi mais um dia tumultuado para o Flamengo, pois a CBF vetou a escolha de Brasília como nossa sede durante o ano de 2016, ignorando assim o fato do fechamento do Maracanã e Engenhão para as Olimpíadas.
“’Tínhamos os pareceres jurídicos e o aval técnico da CBF. A sinalização era absolutamente favorável. O secretário Walter Feldman e todos os diretores deixaram claro que era possível nos atender. Isso tudo já corre há alguns dias. Houve a pressão da Ferj. É algo extremamente negativo e que inviabiliza todo o planejamento’, afirmou Bandeira ao UOL Esporte.”
Segundo o nosso presidente, estava tudo certo para uma decisão favorável a nós, porém isso mudou de última hora graças as artimanhas políticas da Ferj.
Em nota oficial, o Flamengo informou que teria feito o pedido duas vezes, em conjunto com o Fluminense, sendo uma ainda em 2015. Ao terem o primeiro pedido ignorado, um novo foi realizado no dia 8 de janeiro de 2016. Só no dia 26 de fevereiro a CBF deu uma resposta negando-o e usando como desculpa o RGC 2016, cujos clubes não tem qualquer poder sobre a produção do mesmo. Veja a nota oficial da CBF.
“’Não existiu um veto. O regulamento geral de competições diz que tem que haver uma concordância da federação e do time visitante. Não existe excepcionalidade pelos Jogos Olímpicos prevista no regulamento. O Flamengo fez um pedido de uma autorização permanente, mas isso não é possível pelo regulamento’, disse Feldman. ‘A Ferj diz que o Flamengo pode pedir jogo a jogo a autorização, e tem que haver concordância do time visitante’, completou o cartola.”
É estranho ver a nossa confederação usar um discurso legalista, sendo que ela mesma nem sequer cumpre seu papel, como é dito na nota, que é “(…) cumprir, rigorosamente, as regras e procedimentos contidos no RGC publicado em Dezembro/15 e disponível no site institucional desta entidade”, quando em 2015 a própria CBF descumpriu o Art. 13 mudando o jogo Vasco x Atlético-PR para o Maracanã por questões de segurança, mesmo tendo passado o limite para mudanças. Tal decisão foi acertada, ainda que tenha passado por cima de uma regra, pois foi feita para preservar a torcida e os clubes. No nosso caso, de fato há um parágrafo do art. 13 que fala exatamente porque ela não poderia autorizar a escolha de Brasília como sede.
“§4º – Em caso de transferência de partida para outros estados, o clube mandante deverá obter, por escrito, a aprovação e concordância de todos os envolvidos, a saber, a federação ao qual está filiado, a federação anfitriã e o clube visitante, cabendo à CBF/DCO o poder de veto, levando em conta os aspectos técnicos e logísticos”
Porém, essa não é uma situação simples. É preciso analisar o todo.
Lembremos que na nota oficial o Flamengo afirma ter protocolado o pedido ainda em 2015, quando o RGC não continha o §4º e quando as brigas pela Primeira Liga já se acirravam cada vez mais. Talvez por pura coincidência do destino e azar do Flamengo, esse parágrafo foi adicionado justamente no RGC referente ao ano em que nenhum grande estádio do Rio de Janeiro estaria disponível ao clube, prejudicando os dois maiores inimigos da Ferj, que é aliada da CBF. Ou talvez tenha sido jogada política do comandante da federação carioca.
Na nota o Flamengo deixa claro o caráter excepcional da situação, pois a sua cidade sede receberá as Olimpíadas e terá que ceder seus dois principais estádios (e únicos com condições de receber o Mais Querido em todo o estado do Rio de Janeiro). Visto que a situação é incomum e pode prejudicar os clubes e o campeonato, é mais do que lógico permitir que seja escolhido um estádio em outro estado, abrindo um exceção assim como a feita em 2015 para o Vasco.
Se houvesse algum prejuízo aos adversários, o caso poderia ser tratado de outra forma, mas não há. A sede seria definida bem antes da competição começar, antes até de ter uma tabela. Não há planejamento logístico dos clubes para 2016, então não seria preciso alterar nada e não seria adicionado nenhum gasto, já que a própria CBF arca com os custos das viagens.
Enfim, mais uma vez nos vemos em uma situação complicada onde a Ferj mostrou sua força política para nos prejudicar, mas não me preocupo, pois a Primeira Liga está aí e acredito que os clubes vão sim apoiar o Fla, como Já fizeram o ex-presidente do Atlético-PR e o atual presidente do Bahia pelo Twitter.
Dia 1.o de Março (terça feira) teremos nova reunião da 1.a LIGA c/toda certeza daremos total apoio ao Flamengo na s/luta contra o “sistema”!
Aos que argumentam que a diretoria foi omissa e não se planejou, leiam novamente a nota para perceber que essa decisão foi tomada ainda em 2015, quando havia a possibilidade de reformar um estádio do Rio de Janeiro para ser nossa sede em jogos contra os pequenos. O próximo texto deste blog trará deste tema analisando a questão do planejamento e qual seria a solução, na minha visão, para o ano de 2016 sem Maracanã.
Se quiserem saber mais sobre os RGCs citados, eles estão disponíveis nos links abaixo:
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Thauan Rocha escreve no Flamenguista Imparcial, da Plataforma Mundo Bola Blogs. A opinião do autor não reflete necessariamente a opinião do Mundo Bola.
A busca pelo bicampeonato da Liga das Américas recomeçou hoje em Barquisemeto (VEN), com Flamengo e Brasília fazendo o duelo brasileiro que abriu o grupo F na fase semifinal da competição. Após massacrar o Vitória na última rodada do NBB 8, o técnico José Neto escalou o seguinte time titular: Rafael Luz, Marquinhos, Jason Robinson, Rafael Mineiro e Jerome Meyinsse. Já Bruno Savignani, treinador da equipe da Capital Federal, mandou a quadra o seguinte quinteto: Deryk, Fulvio, Pilar, Guilherme Giovannoni e Coimbra.
O maior clássico do basquete brasileiro atualmente começou equilibrado e bem disputado. Com péssimo aproveitamento na linha de três pontos, o rubro-negro privilegiou o jogo interno e abriu 8 a 4. Com pontos só na área de dois pontos, o FlaBasquete aproveitou duas boas defesas e abriu cinco pontos de frente, 13 a 8, até que Marcelinho entrou e a primeira bola de três do jogo caiu, 16 a 10. Com a segunda unidade em quadra, a equipe carioca abriu ainda mais vantagem e com a mão quente de seu camisa 4, terminou o quarto vencendo por 23 a 16. Os destaques do quarto foram Marcelinho e Meyinsse (FLA) com 6 pontos cada, Rafa Mineiro e Jason Robinson (FLA) com 3 rebotes cada e Coimbra (BRA) com 6 pontos e 4 rebotes.
O segundo quarto começou com o ala Olivinha sofrendo uma falta anti-desportiva e com isso o Orgulho da Nação, ainda com a segunda unidade em quadra, abriu dez pontos, 26 a 16, mas com a defesa mal posicionada o Brasília imprimiu uma corrida de 16 a 5 e virou a partida, 32 a 31 forçando tempo de José Neto. Após o tempo, com a volta de três titulares, a equipe melhorou e até chegou a retornar à liderança do placar, mas voltou a falhar na defesa e permitiu a virada do Brasília, 39 a 36, forçando outro tempo de Neto. Após o tempo, o rubro-negro cortou em um ponto a vantagem, mas foi para o intervalo perdendo por 39 a 37 (23 a 14 para o Brasília, no quarto). O destaque foi Ronald (BRA) com 4 rebotes.
Na volta do intervalo, um festival de bolas de 3. Jason Robinson inaugurou os trabalhos com duas belas bolas de três e Marquinhos com 5 pontos completou a virada de placar para 48 a 41. Mas com uma boa corrida de 7 a 0, com direito a cinco pontos seguidos de Pilar, a equipe brasiliense empatou novamente a partida em 48. Com aproveitamento perfeito nas bolas de três, o rubro-negro chegou a abrir seis pontos, mas novamente o Brasília, também com duas de três, empatou a partida.
Com a defesa cometendo as mesmas falhas do primeiro tempo, o FlaBasquete viu o Brasília abrir a sua maior vantagem na partida, 63 a 58. Depois, com melhora no ataque, o Orgulho da Nação foi para o último quarto perdendo por apenas dois pontos, 70 a 68 (31 a 31 no período). Os destaques do quarto foram Fúlvio e Deryk (BRA) com 10 pontos cada, Marquinhos (FLA) com 9 pontos, Jason Robinson (FLA) com 7 pontos e Rafa Luz (FLA) com 5 assistências.
No período final, as duas equipes trocaram cestas no primeiro minuto, mantendo a vantagem de dois pontos para a equipe da Capital, até que JP Batista em uma jogada de três pontos recolocou o Mengão na frente, 75 a 74. A partir disso, Rafael Mineiro passou a ser o nome da equipe. Fundamental no ataque, com cinco pontos seguidos, se junto a Marcelinho como principal arma ofensiva no quarto e fez com que o rubro-negro abrisse 87 a 70 na metade do quarto decisivo. Com calma e aproveitando o destempero do adversário, o Mengo abriu nove pontos, 98 a 89, forçando tempo de um irritado Bruno Savignoni com menos de 1 minuto e meio de partida por acontecer. Após o tempo, o Flamengo abriu dez pontos de frente, 99 a 89, e depois só administrou a vantagem para vencer na estreia da fase semifinal. Flamengo 106 x 93 Brasília.
O próximo compromisso do Orgulho da Nação é amanhã (27) também às 18h45min contra o Correcaminos de Colón (PAN), adversário que o rubro-negro já enfrentou e venceu na primeira fase do torneio.
Destaques do Flamengo:
Pontos: Marcelinho Machado com 15 pontos
Rebotes: Marquinhos, Rafael Mineiro, Marcelinho e Olivinha com 4 rebotes cada
Nesta sexta-feira, o Flamengo volta a disputar a Liga das Américas 2016. Dessa vez, os comandados de José Neto vão até Barquisimeto, na Venezuela, em busca de uma vaga no Final Four. Os adversários são os conterrâneos do Brasília, o Guaros de Lara, anfitrião, e o Correcaminos Colón, do Panamá, adversário também na primeira fase. As partidas acontecem nos dias 26, 27 e 28 e tem transmissão do SporTV, além de tempo real no twitter do Mundo Bola.
O Orgulho da Nação terminou a primeira parte do torneio invicto e agora ocupa a segunda posição no NBB 8. O Fla vai com confiança para a semifinal após um jogo arrasador contra o Vitória na última rodada do campeonato nacional. Os dois classificados para o Final Four do Grupo E foram conhecidos na última semana e são brasileiros. Mogi e Bauru fizeram sua parte e agora apenas aguardam os outros adversários.
LEIA MAIS: “Não podemos vacilar”, diz Marcelinho após vitória arrasadora no NBB
Olivinha destaca importância de manter o foco e exalta vitória rubro-negra
Veja mais sobre os adversários do Fla:
Brasília (BRA): 26/02 – 18h45min (horário de Brasília)
Flamengo e Brasília tem uma rivalidade histórica no NBB. Os dois únicos campeões nacionais se enfrentam logo de cara na Liga das Américas. Os brasilienses tiveram uma boa campanha na primeira fase, apesar de terem perdido para o Capitanes de Arecibo (PUR), por 94 a 93. Apesar disso, a equipe venceu o Capitalinos (CUB), por 99 a 60, e o Guaros de Lara (VEN), por 75 a 73. No NBB, o Brasília fez 13 partidas, e tem 11 vitórias e apenas duas derrotas, ocupando a quarta posição na tabela com 68.2% de aproveitamento. Os brasileiros terão o desfalque do ala Arthur, mas, em compensação, ganham o reforço de Giovannoni e Ronald, que ficaram fora da primeira etapa.
Correcaminos Colón (PAN): 27/02 – 18h45min (horário de Brasília)
O Correcaminos de Cólon foi o anfitrião do grupo C da Liga das Américas e agora encara o Flamengo novamente. O time panamenho, atual campeão da Liga Profissional de Basquete (LPB), se reforçou para disputar o torneio continental. A primeira aquisição foi o treinador uruguaio, Marcelo Signorelli. Os norte-americanos Christopher Larry Mos e Reginard também chegaram para qualificar o elenco. Por outro lado, Jose Lloreda, Trevor Gaskins e Tony Bishop Jr saíram e são 3 desfalques de peso para os panamenhos na fase semifinal.
Guaros de Lara (VEN) – 28/02 – 22h (horário de Brasília)
O Guaros de Lara passou em primeiro lugar no Grupo D, que tinha Brasília, Capitalinos (CUB) e Capitanes de Arecibo (PUR). O time venezuelano conta com a base da seleção nacional – campeã do Pré-Olímpico das Américas e
(Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)
já classificada para as Olimpíadas. Junto com eles, a equipe tem estrangeiros muito bons e Tyshawn Taylor e Rafael Guevara, contratados para esta fase e que podem dar trabalho ao Fla.
Esta semana o Movimento “O Maracanã é Nosso”, composto por torcedores dos grandes clubes do Rio de janeiro, chamou a atenção nas redes sociais e conseguiu a atenção da mídia e, consequentemente, dos políticos do estado.
A primeira manifestação foi o tuitaço ocorrido na terça-feira (23). Foram milhares de mensagens utilizando a hashtag #oMaracaéNosso. Hoje o Movimento tem sua agenda novamente completa de compromissos e é muito importante que você ajude.
Abandono
Fontes ligadas aos políticos informaram ao Mundo Bola que alguns políticos já estão incomodados com as críticas nas resdes sociais e estão preocupados com a repercussão negativa em ano eleitoral.
Antes um assunto pouco comentado, o abandono do Maracanã pelo atual consórcio gestor, trazido à tona pelo Movimento, causou comoção entre a população carioca. A construtora Odebrecht lidera o consórcio que administra o Maracanã. Mergulhada em dívidas e em escândalos de corrupção — seu presidente está preso pela Operação Lava-jato desde a metade do ano passado — demitiu 75% do seu quadro de funcionários na primeira semana de janeiro. Desde então o estádio não recebe jogos de futebol e já dá sinais de abandono estrutural. Em março ou abril o antigo “Maior do Mundo” será entregue para o governo estadual para fazer a transição ao Comitê Olímpico Internacional, quando ficará disponível para os Jogos Olímpicos em agosto e Paralímpicos em setembro.
Há a expectativa que, com o fim das Olímpiadas, Governo do Estado e Consórcio S/A cheguem a um acordo e o estádio seja devolvido à administração pública que o repassará novamente para um novo gestor privado. Os clubes, principalmente a dupla Flamengo e Fluminense, pleiteiam o direito de administrar o Maracanã, como foi prometido antes das obras para a Copa (leia: Cabral e a mentira do Maracanã Rubro-Negro).
Talvez o primeiro resultado concreto do Movimento “O Maracanã é Nosso” tenha sido a reportagem do jornal O Globo, que ouviu fontes ligadas ao Governador Luiz Fernando Pezão. Segundo a matéria (clique aqui para ler), o mandatário fluminense pensa em atrair os clubes para a co-gestão do Maracanã.
Como ajudar o Movimento “O Maracanã é Nosso” hoje?
No Twitter
Para quem possui conta no microblog. ao meio-dia está marcado um novo tuitaço. Dessa vez a hashtag usada será #oMeuMaraca e os organizadores pedem que as pessoas postem fotos no estádio e que cobrem das autoridades a possibilidade de inclusão dos clubes na provável nova chamada de licitação. Na primeira licitação de consórcio, após o término das obras para a Copa do Mundo, o então governador Sérgio Cabral (@sergiocabralrj) proibiu clubes de administrarem o estádio.
Além da arroba do ex-governador, marque também o atual governador Pezão (@lfpezao) e o prefeito da cidade do Rio de Janeiro Eduardo Paes (@eduardopaes_) nos seus tuítes. Não vamos esquecer a conta @MarcoACabral, que pertence ao filho do Sergio Cabral, alçado ao posto de secretário de esportes (realmente um nome relevante do esporte nacional, não é mesmo?)
No Facebook
Curta, compartilhe e convide seus amigos a curtirem a página do Movimento “O Maraca é Nosso”.
Se você pode ajudar de alguma forma entre em contato pelo email: omaracaenosso2016@gmail.com
Mundo Bola busca entrevistas com políticos cariocas
O site fla.mundobola.com sempre em busca de ser a voz dos torcedores do Flamengo na internet busca contato com políticos cariocas para fazer entrevistas relacionadas ao Maracanã.
O Movimento “O Maracanã é Nosso” não se restringe a manifestações pontuais nas redes sociais e vai continuar até que os clubes consigam exercer o direito de se tornarem protagonistas também fora das quatro linhas.
Pablo Escobar, o mundialmente famoso narcotraficante colombiano tinha como paixão o futebol. Torcedor do Independiente de Medellin e da Seleção Colombiana, Pablo mantinha amizade com os ídolos nacionais e ajudou a fazer alguns campos de futebol em Medellin, onde surgiram alguns famosos jogadores colombianos. A sua paixão por futebol o fez parar em 1982, no Maracanã para ver o Flamengo. Assista ao vídeo!
Veja outros vídeos do #VlogdoPoeta:
#VlogdoPoeta #7. Fla x Vas, Ingresso caro e 100 mil inscritos
#VlogdoPoeta #6. CT, Arena e Bloco do FlaMaster
#VlogdoPoeta #5. Gerente de conteúdo e protesto na FERJ
#VlogdoPoeta #4. Desimpedidos, Novo Manto e Cuellar
#VlogdoPoeta #3. Estádio, Ferjão e contratações. Part. Nivinha
#VlogDoPoeta #2 – Mancuello, contratações e Taça Asa Branca
#VlogDoPoeta #1 – Cobranças, Contratações e Primeira Liga
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Com o time titular, mas desfalcados de Paquetá, os juniores enfrentaram a Cabofriense pressionados a tirar a diferença para os líderes, mas acabaram sucumbindo ao próprio nervosismo.
Zé Ricardo escalou o Flamengo com João Lopes – Thiago Ennes, Bernardo, Lincoln, Arthur – Hugo – Cafu, Trindade, Matheus Sávio, Lucas Silva – Fabrício.
Primeiro tempo equilibrado
O dia estava ensolarado e com muito vento, tornando a temperatura agradável para jogar. A torcida para o time da casa era maior, pressionava o jogo todo, mas ainda havia alguns rubro-negros fiéis apoiando o Flamengo.
A esquerda a torcida da Cabofriense e a direita do Flamengo no Correão
Logo de início o time da casa não se intimidou e, apoiado pela torcida, começou pressionando a defesa rubro-negra. Parecendo confortáveis fechados atrás, o Flamengo chamava o adversário para o seu campo e explorava o contra-ataque geralmente no um-contra-um, principalmente pelo setor esquerdo do campo, apesar das chances mais claras terem saído pela direita.
Bola parada como principal arma
As chances de maior perigo do Flamengo vieram de lances de bola parada, faltas próximas da área e vários escanteios. A jogada ensaiada mais manjada e mais praticada durante o jogo foi a cobrança curta de escanteio envolvendo Matheus Sávio e Cafu, alternando quem cobrava para o outro cruzar na área.
Na direita Cafu tocava para Sávio e na esquerda invertiam
Ainda no primeiro tempo, Cafu bateu forte na bola em cobrança de falta e acertou a trave, no rebote Arthur tentou mandar pro gol mas a bola foi desviada pelo defensor pra linha de fundo. Em outro lance, Sávio cobrou a falta aberta e quase acertou o cantinho aproveitando o forte vento a favor.
No segundo tempo a pressão aumenta
Se no 1° tempo houve equilíbrio com João Lopes trabalhando quase tanto quanto o goleiro da Cabofriense, no 2° tempo o Flamengo voltou a campo determinado a vencer. A espera pelo adversário terminou e o time começou a valorizar a posse de bola e pressionar o adversário, dificultando sua passagem para o campo de ataque.
Ainda sentindo a falta de Ronaldo, a saída de bola não era tão precisa e rápida. Muitas vezes Matheus Sávio recuava muito para auxiliar e faltava quem pudesse armar a jogada mais à frente. Trindade poderia ter ajudado mais na saída de bola, mas não conseguia dar sequência às jogadas, errava muitos passes na intermediária, assim como Cafu – um dos jogadores cuja atenção foi chamada mais vezes pelo treinador, dificultando que boas jogadas de ataque surgissem.
Momento de pressão total do Flamengo e boa defesa do goleiro
Fabrício, que se movimentou muito e procurou ajudar na armação, teve alguns bons lances em velocidade, mas não conseguiu finalizar, bloqueado pela defesa ou por mandar a bola para fora, longe do gol. Foi substituído por Alan, ao mesmo tempo que Patrick entrou no lugar de Arthur, o que fez Cafu virar o lateral.
As mudanças ajudaram a fazer o Flamengo estar mais presente no ataque, mas as jogadas ainda tinham dificuldade de sair. A defesa do Cabofriense muito bem postada e os erros em jogadas simples faziam com que o domínio não se refletisse em chances reais de gol.
O gol da derrota
A pressão do Flamengo era tão grande que na maior parte do 2° tempo os zagueiros eram os únicos jogadores de linha no campo de defesa do Flamengo, por vezes apenas Lincoln ficava para trás. Tamanha exposição cobrou um preço alto quando a Cabofriense teve um contra-ataque matador pela direita, subindo em grande velocidade e contando com uma bobeada de Bernardo para Gabriel Conceição marcar o gol do jogo aos 32 minutos do 2° tempo.
O melhor da partida
Ainda no 1° tempo, quando o Flamengo era mais agredido, principalmente pela esquerda onde estavam os jogadores que mais subiam em velocidade, um jogador se sobressaiu na proteção: Lincoln.
Um dos vários momentos em que Lincoln esteve “sozinho” no campo defensivo
O capitão rubro-negro foi perfeito nas coberturas, nas jogadas aéreas defensivas, e fez muitos desarmes, além de orientar o posicionamento do time por várias vezes. Além disto, no 2° tempo se destacou pela saída de bola, fazendo a distribuição do jogo de trás com passes rápidos para a saída de Cafu pela lateral ou ainda em bons lançamentos para o ataque.
Uma outra coisa que chamou a atenção foi sua atuação junto a arbitragem, se fazendo presente quando um jogador do Flamengo era atingido fortemente – para pedir ao juiz o cartão, ou quando os jogadores da Cabofriense começaram a cair em campo – antes mesmo do gol – e Lincoln chamou a atenção para a cera dos jogadores. Enfim, um capitão que ao contrário de Wallace sabe quando e como fazer pressão na arbitragem para evitar que o time seja prejudicado.
Repercussão pós-jogo
Após o jogo, o treinador Zé Ricardo foi muito gentil e solícito ao nos conceder uma pequena entrevista falando sobre o jogo e o momento do time não apenas na competição, mas na preparação para a temporada.
Como avalia a atuação dos jogadores e o que faltou para alcançar a vitória?
ZR: Não achei que jogamos mal, principalmente no 1° tempo quando poderíamos ter feito um ou dois gols. Mas o jogo foi se tornando perigoso a medida que o gol não saía e tivemos que nos expor um pouco mais. E em um contra-ataque, numa jogada isolada, acabaram fazendo o gol que definiu a partida.
Agora é pensar pra frente e buscar fazer uma campanha 100% para tentar a classificação.
A sequência de gols perdidos deixou os jogadores mais nervosos? Isso acabou deixando a defesa mais exposta?
ZR: Sem dúvida isso acaba mexendo um pouco com a cabeça deles. A gente estava atrás dos 3 pontos, montamos um planejamento de fazer 15 pontos nos próximos 5 jogos para tentar nos aproximarmos dos líderes. Sabíamos que a vitória aqui era importante para isso, agora ficou difícil, a diferença para os quatro primeiros é muito grande, mas tentaremos buscar.
Você esperava encontrar o time da Cabofriense tão organizado?
ZR: Eles tiveram uma proposta bem defensiva. O gramado um pouco irregular os ajudou em sua estratégia. Tentamos pôr a bola no chão e conseguimos em alguns momentos, em outros o gramado acabou nos prejudicando um pouco. Tecnicamente alguns atletas não estavam em seu melhor dia, o que somando às oportunidades perdidas vai tirando a tranquilidade do grupo e o final do jogo acabou fora de controle.
Alguma expectativa de algum dos atletas que não estão sendo aproveitados no profissional voltarem pro sub-20?
ZR: Acho que não, esse é o processo. Acho que o Léo Duarte, o Ronaldo e o Felipe Vizeu estão bem e o momento deles é o profissional mesmo. Nós temos novos atletas se incorporando ao grupo e é uma questão de tempo até dar liga novamente e sermos a equipe competitiva que fomos em 2015 e na Copinha.
Pérola dos bastidores
Minha irmã aproveitou para tietar alguns jogadores após a partida
Após o jogo minha irmã e eu conseguimos acesso a alguns jogadores e, ao encontrarmos Lincoln, houve o diálogo:
“Posso te pedir um favor?” – Ela diz ao se aproximar do jogador e o cumprimentar.
“Claro!” –Lincoln responde solicito.
“Troca de lugar com Wallace!”
Eu não consegui deixar de rir, enquanto Lincoln parecia entre sem jeito e animado com o inesperado elogio.