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  • Léo Pereira admite medo de repetir 2023 e revela método de Léo Jardim

    O grito de campeão carioca de 2026 serviu como um verdadeiro exorcismo para o elenco do Flamengo. Após um início de temporada conturbado, marcado por vices e pela demissão de Filipe Luís, o zagueiro Léo Pereira abriu o coração e admitiu que o fantasma do desastroso ano de 2023 chegou a assombrar o vestiário rubro-negro.

    ➕ Justiça dá ultimato ao Flamengo e exige abertura de contas do Maracanã

    Ainda no gramado do Maracanã, com a medalha no peito após a vitória nos pênaltis sobre o Fluminense, o defensor não escondeu o alívio. Além de celebrar a taça, ele revelou os bastidores da rápida preparação com o técnico Léo Jardim e já projetou o próximo desafio da equipe.

    O “fantasma” de 2023 e o alívio da taça

    Sincero, Léo Pereira traçou um paralelo indigesto, mas necessário, com uma das piores temporadas recentes do clube.

    “2023 foi parecido. Tivemos um ano, um dos piores meus no Flamengo, mas esse início também nos assustou. O jogo é jogado, ninguém ganha de véspera e perdemos duas finais que tínhamos muita esperança. Não conseguimos os resultados esperados”, desabafou o zagueiro. “Essa vitória é boa, diante de um grande adversário. Sabíamos que seria uma final decidida no detalhe. Dá tranquilidade para o técnico novo iniciar esse ciclo com um pouco mais de calma”, completou.

    O “intensivão” em vídeo de Léo Jardim

    Com apenas dois dias para preparar a equipe para o Fla-Flu, o técnico Léo Jardim precisou otimizar o tempo. Sem margem para longos trabalhos em campo, a comissão técnica apostou pesado na tecnologia para ajustar o time.

    “Ele tá usando muito a questão do vídeo, porque a gente sabe que não tem muito tempo para trabalhar. Tivemos essa semana cheia, mas ele assumiu no meio da semana. Então, muito vídeo e muita conversa para ele implementar o que ele quer”, detalhou Léo Pereira, mostrando que a parte teórica foi fundamental para a postura do time no clássico.

    Foco no Cruzeiro

    Apesar da festa, o calendário não perdoa. O Flamengo já tem um compromisso de peso pela frente contra o Cruzeiro, na quarta-feira (11), e o zagueiro garantiu que o foco já está na evolução tática.

    “O futebol é uma caixinha de surpresas. A gente pode vir aqui e fazer um grande jogo contra o Cruzeiro e colocar em prática todas as ideias dele, que é o que a gente vai tentar fazer. A gente sabe da capacidade do Cruzeiro, que é uma grande equipe e que vai ser um jogo duríssimo. Vamos estar concentrados em fazer o nosso melhor dentro daquilo que ele pede, somado ao instinto do jogador dentro de campo”, finalizou.

  • Varela expõe ‘loucura’ nos bastidores do Flamengo e compara caos com 2022

    A conquista do Campeonato Carioca 2026 neste domingo (8) coroou uma das semanas mais atípicas da história recente do Flamengo. A demissão repentina de Filipe Luís e a chegada de Léo Jardim a menos de 48 horas do clássico contra o Fluminense testaram o psicológico do elenco. E, para o lateral-direito Guillermo Varela, viver o dia a dia na Gávea é um exercício constante de adaptação a um ambiente que ele mesmo define como uma “loucura”.

    ➕ Leonardo Jardim define preparador físico temporário no Flamengo; veja

    Ainda no gramado do Maracanã, o uruguaio não escondeu o choque inicial do grupo com a mudança no comando, mas fez questão de traçar um paralelo que enche o torcedor rubro-negro de esperança para o restante da temporada.

    A “loucura” rubro-negra e o fantasma de 2022

    Para Varela, a imprevisibilidade é a marca registrada do clube. Ele comparou a turbulência atual com a temporada mágica de 2022, quando o Flamengo também viveu uma crise no meio do ano, trocou de técnico e acabou faturando a Copa do Brasil e a Libertadores.

    “É uma loucura. Sinceramente, todos os aspectos, começando com a torcida, gigante as coisas que acontecem dentro do clube, às vezes deixam um pouco surpreso. 2022 aconteceu algo similar, e agora com Filipe. Pegou um pouco de surpresa. Aqui, aprendi que tem que estar preparado para qualquer coisa”, declarou o lateral.

    A visão do estrangeiro sobre as proporções que qualquer crise ganha no Flamengo reflete a pressão diária, mas também a capacidade do elenco de se blindar nos momentos decisivos.

    Simplicidade na concentração: O mérito de Léo Jardim

    Se o ambiente externo estava em chamas, internamente, o novo técnico Léo Jardim tomou uma decisão crucial: não inventar. Com pouquíssimo tempo para treinar, o comandante português optou por manter as rotinas que o grupo já estava acostumado, especialmente a concentração pré-jogo.

    Varela detalhou como essa abordagem conservadora ajudou a acalmar os ânimos antes do Fla-Flu. “Estamos acostumados a concentrar. Vários treinadores passaram por aqui. A ideia do treinador era treinar e não tem opção de mudar. Então a gente se adaptou, também sabemos que todo mundo concentra, e nos concentramos. O Léo Jardim não quis mudar muita coisa para a gente não se confundir muito”, explicou o uruguaio.

    A estratégia de “menos é mais” de Léo Jardim se provou certeira. Sem sobrecarregar o elenco com novas regras em cima da hora, o Flamengo focou no que importava: a entrega dentro de campo para garantir a taça e iniciar oficialmente uma nova era com o pé direito.

  • Paquetá afasta fantasma de vices, chama a responsabilidade nos pênaltis e realiza sonho no Flamengo

    O roteiro do título do Campeonato Carioca 2026 reservou um capítulo especial para um dos maiores ídolos recentes formados na Gávea.

    ➕ Leonardo Jardim define preparador físico temporário no Flamengo; veja

    Após retornar ao futebol brasileiro com enorme expectativa, Lucas Paquetá precisou amargar a perda de dois títulos antes de, finalmente, viver a consagração que tanto planejou com a camisa do Flamengo. E ela veio da forma mais tensa possível: na marca da cal, contra o Fluminense, diante de um Maracanã lotado.

    Logo após a dramática vitória nos pênaltis neste domingo (8), o jogador rubro-negro desabafou sobre a pressão que carregava nos ombros e revelou o alívio por cumprir sua promessa com a Nação.

    A frieza de Europa e Seleção

    Em um momento onde as pernas costumam pesar, Paquetá não se escondeu. O meia chamou a responsabilidade e converteu sua cobrança com a frieza de quem está acostumado aos maiores palcos do futebol mundial. Ao ser questionado sobre a tensão do momento, ele fez questão de lembrar sua bagagem no exterior para justificar a confiança.

    “É um momento de pressão, obviamente, mas a gente treina muito. Eu treino muito, era cobrador de pênaltis no West Ham, e também bato bastante na Seleção Brasileira. É uma responsabilidade que tenho que assumir. Felizmente pude marcar e saímos com esse título”, detalhou o jogador, mostrando que a experiência na Premier League e com a Amarelinha fez a diferença na hora decisiva.

    Redenção e reconexão com a torcida

    Mais do que a taça, o título estadual serviu para exorcizar os fantasmas recentes desde o seu retorno. O alívio de Paquetá era visível, especialmente por poder dividir a glória com a arquibancada após momentos de oscilação do clube.

    “Era um sonho meu chegar para vencer no Flamengo. Dois títulos ficaram para trás, mas esse nós conseguimos comemorar com a torcida”, desabafou. O meia também destacou o papel fundamental da Nação durante os 90 minutos: “Vencer é sempre importante, traz confiança. O mais importante era vencer e trazer a torcida para o nosso lado. Nos empurraram até o final. Isso nos traz confiança”.

    Com a sensação de dever cumprido e a paz restaurada na Gávea após a chegada de Léo Jardim, Paquetá resumiu o sentimento de coroar o trabalho com o troféu. “Comemorar título é sempre importante, a gente trabalha muito para momentos como esse. Sem dúvidas, é um momento especial”, finalizou o cria do Ninho.

  • Melhores momentos: Novorizontino 1×2 Palmeiras – final do Paulistão 2026

    O Palmeiras superou o Novorizontino por 2 a 1 no jogo de volta da final do Paulistão 2026 em Novo Horizonte e, com o 3 a 1 no agregado, conquistou o título estadual; veja os melhores momentos abaixo.

    Novorizontino 1×2 Palmeiras: ficha técnica e estatísticas – final do Paulistão 2026

    Melhores momentos de Novorizontino 1×2 Palmeiras: gols e principais lances

    Quem fez o gol do Palmeiras hoje?

    Quem abriu o placar para o Palmeiras hoje foi o zagueiro Murilo, aos 6 minutos do primeiro tempo. Ele aproveitou rebote e, de joelho, marcou o gol.

    O segundo veio com Vitor Roque, que aproveitou falha de Jordi e fez o dele aos 17′ da etapa final. 

    Próximo jogo do Palmeiras

    Campeão paulista, o Palmeiras agora volta suas atenções para o Brasileirão. Na próxima quinta-feira (12), às 19h30, a equipe de Abel Ferreira entar em campo no São Januário para enfrentar o Vasco.

  • Novorizontino 1×2 Palmeiras: ficha técnica e estatísticas – final do Paulistão 2026

    Com gols de Murilo e Vitor Roque, o Palmeiras voltou a vencer o Novorizontino e conquistou o Paulistão 2026; veja abaixo as estatísticas do duelo.

    Melhores momentos: Novorizontino 1×2 Palmeiras – final do Paulistão 2026

    Estatísticas de Novorizontino 1×2 Palmeiras

    Novorizontino x Palmeiras: estatísticas do 1º tempo

    • Posse de bola: 61% x 39%
    • Finalizações: 7 x 5
    • Finalizações no gol: 1 x 2
    • Grandes chances (marcadas): 1(1) x 0 (0)
    • Defesas: 1 x 0
    • Passes certos: 90 x 43
    • Cruzamentos (certos): 4/14 (29%) x 2/6 (33%)
    • Escanteios: 2 x 1
    • Impedimentos: 1 x 1
    • Desarmes: 7 x 11
    • Faltas: 9 x 11
    • Cartões amarelos: 1 x 2
    • Cartões vermelhos: 0 x 0

    Novorizontino x Palmeiras: estatísticas do 2º tempo

    • Posse de bola: 56% x 44%
    • Finalizações: 4 x 4
    • Finalizações no gol: 1 x 2
    • Grandes chances (marcadas): 1(0) x 1(1)
    • Defesas: 1 x 1
    • Passes certos: 77 x 61
    • Cruzamentos (certos): 1/8 (13%) x 1/4 (25%)
    • Escanteios: 2 x 1
    • Impedimentos: 0 x 1 
    • Desarmes: 12 x 5
    • Faltas: 6 x 14
    • Cartões amarelos: 2 x 2
    • Cartões vermelhos: 0 x 0

    Novorizontino x Palmeiras: estatísticas totais

    • Posse de bola: 59% x 41%
    • Finalizações: 11 x 9
    • Finalizações no gol: 2 x 4
    • Grandes chances (marcadas): 2(1) x 1(1)
    • Defesas: 2 x 1
    • Passes certos: 166 x 103
    • Cruzamentos (certos): 5/22 (23%) x 3/10 (30%)
    • Escanteios: 4 x 2
    • Impedimentos: 1 x 2
    • Desarmes: 19 x 16
    • Faltas: 15 x 25
    • Cartões amarelos: 3 x 4
    • Cartões vermelhos: 0 x 0

    Novorizontino x Palmeiras: ficha técnica completa

    • Local: Estádio Dr. Jorge Ismael de Biasi, Novo Horizonte-SP
    • Data: 08 de março de 2026
    • Horário: 20h30 (de Brasília)
    • Competição: Campeonato Paulista
    • Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
    • Assistentes: Neuza Inês Back e Alex Ang Ribeiro
    • VAR: José Cláudio Rocha Filho
    • Cartões amarelos: Enderson Moreira, Rômulo e Alvariño (Novorizontino); Flaco López, Gustavo Gómez, Vitor Castanheira e Abel Ferreira (Palmeiras)
    • Acréscimos: +7 (1ºT) e +7 (2ºT)

    Veja os gols de Novorizontino x Palmeiras

    Murilo aproveita rebote e abre o placar (6′ 1ºT)

    Murilo aproveita rebote faz primeiro do palmeiras

    Matheus Bianqui empatou em erro de Carlos Miguel (24′ 1ºT)

    Carlos Miguel vacila e Matheus Bianqui empata pro Novorizontino

    Vitor Roque aproveita falha de Jordi e faz o segundo do Palmeiras (17′ 2ºT)

    Vitor Roque desempata a partida aproveitando erro de Jordi

    Escalações de Novorizontino x Palmeiras

    NOVORIZONTINO: Jordi; Alvariño (Alemão), Dantas, Patrick e Mayk; Luís Oyama (Juninho), Léo Naldi; Matheus Bianqui (Nicolas Careca), Rômulo (Titi Ortiz) e Vinicius Paiva (Tavinho); Robson (C).
    Técnico: Enderson Moreira

    PALMEIRAS: Carlos Miguel; Khellven, Murilo, Gustavo Gómez (C) e Piquerez; Andreas Pereira (Lucas Evangelista) e Marlon Freitas, Arias e Maurício (Felipe Anderson); Flaco López (Emiliano Martinez) e Vitor Roque (Ramón Sosa).
    Técnico: Abel Ferreira

  • Pedro entrega tática secreta de Léo Jardim e prevê nova era de conquistas no Flamengo

    A chegada de Léo Jardim ao comando do Flamengo a menos de 48 horas da decisão do Campeonato Carioca exigiu uma adaptação em tempo recorde. E quem traduziu perfeitamente a mudança de postura da equipe foi o atacante Pedro. Logo após a conquista do título sobre o Fluminense, o camisa 9 abriu o jogo sobre as estratégias implementadas pelo novo comandante e o otimismo do elenco para o restante da temporada.

    ➕ Contra o Fluminense, Leonardo Jardim busca feito inédito na história do Flamengo

    O centroavante revelou que, apesar do pouquíssimo tempo, Léo Jardim conseguiu implementar conceitos claros que foram fundamentais para superar a forte marcação tricolor no Maracanã.

    O truque tático na saída de bola

    Acostumado a ser a referência na área, Pedro explicou uma mudança específica em seu posicionamento para facilitar a transição ofensiva do Rubro-Negro.

    “Foram três dias de treino e ele tentou implementar o que pensa. Ele treinou essa saída de bola com dois pontas espetados para levar o lateral. E os zagueiros vão saltar. Eu desci mais para receber essa bola fatiada no pivô. Foi, sim, uma tática que ele usou nessa saída de bola. Ele leu bem ali e foi trabalhado para esse jogo de hoje”, detalhou o artilheiro.

    Nova era de conquistas

    A leitura rápida de jogo de Léo Jardim parece ter conquistado o vestiário de imediato. Confiante, Pedro fez questão de ressaltar a resiliência do elenco rubro-negro, que está acostumado a lidar com trocas de comando e pressão extrema por resultados.

    “A gente se adaptou o mais rápido possível, Léo Jardim já mostrou o que ele quer. Confiante no grupo, sempre demos a volta por cima. Estou seis anos no Flamengo e nunca foi fácil conquistar títulos. Sempre tiveram mudanças e o grupo sempre reagiu bem. O grupo está motivado, esperançoso com esse início do Léo Jardim, tem tudo para dar certo e ser uma Era de conquistas”, finalizou.

  • Samuel Xavier lamenta crueldade dos pênaltis e manda recado à torcida do Fluminense após vice no Carioca

    A ferida do vice-campeonato carioca ainda está aberta, mas o Fluminense já tenta juntar os cacos após a dolorosa derrota nos pênaltis para o Flamengo neste domingo (8), no Maracanã. Ainda no gramado, logo após o rival levantar a taça, o lateral-direito Samuel Xavier foi um dos primeiros a dar a cara a tapa e avaliar o revés na grande decisão.

    ➕ Flamengo x Fluminense: retrospecto atualizado

    O clima de abatimento é inevitável, mas o tom adotado pelo veterano foi de proteção ao elenco. Para Samuel, o Tricolor mostrou força ao longo de todo o torneio e fez um embate de igual para igual contra o rival rubro-negro durante os 90 minutos.

    O peso da marca da cal

    Ao analisar o clássico, o lateral apontou que a loteria das penalidades máximas acabou punindo o “Time de Guerreiros”, que não teve a mesma eficiência do adversário nas cobranças.

    “Chegamos na final com méritos. Uma final bem equilibrada, vai para os pênaltis e aí tudo pode acontecer. Não conseguimos converter os nossos. A gente se dedicou muito para esse título, mas estamos de parabéns pela competição”, afirmou o camisa 2 tricolor, reconhecendo a frustração, mas validando o esforço coletivo da equipe comandada por Luis Zubeldía.

    Foco no calendário e “cabeça erguida”

    Apesar de perder o troféu estadual, o recado interno nas Laranjeiras é não deixar que o resultado contamine a confiança do grupo. O Fluminense possui um calendário pesado e ambicioso pela frente, e Samuel Xavier fez questão de puxar a responsabilidade de virar a página imediatamente.

    “Temos o ano todo pela frente. Vamos entrar para buscar os títulos. É levantar a cabeça”, concluiu o jogador, mandando uma mensagem direta à arquibancada de que o time seguirá competindo no mais alto nível.

    Agora, o Fluminense terá alguns dias para curar a ressaca do vice-campeonato antes de focar totalmente em seus próximos compromissos de peso, que incluem a dura fase de grupos da Copa Libertadores e o início da maratona do Campeonato Brasileiro.

  • Campeão carioca, Jorginho projeta guinada no Flamengo e divide méritos entre Filipe Luís e Léo Jardim

    O alívio e a euforia tomaram conta do elenco do Flamengo após a dramática conquista do Campeonato Carioca 2026 sobre o Fluminense neste domingo (8). Ainda no gramado do Maracanã, em meio à festa pelo título, o volante Jorginho fez questão de analisar o peso que a taça tem para o restante da temporada do Rubro-Negro, especialmente após uma semana marcada por turbulências políticas e troca no comando técnico.

    ➕ Contra o Fluminense, Leonardo Jardim busca feito inédito na história do Flamengo

    Para o experiente jogador, levantar o troféu no momento de maior pressão serve como um divisor de águas. O objetivo agora é usar a energia da vitória no clássico para pavimentar o caminho nos torneios nacionais e continentais que estão por vir.

    A guinada da temporada

    Ao ser questionado sobre o impacto emocional do título, Jorginho não escondeu que o elenco enxerga a conquista como o pontapé inicial de uma nova era.

    “Espero que esse título possa dar uma guinada na nossa temporada, começar um novo ciclo e fazer de tudo para que seja um ciclo vitorioso como o último. É isso que a gente quer e vai tentar entregar e fazer o máximo que a gente pode”, projetou o camisa rubro-negro.

    A declaração mostra a consciência do grupo de que, no Flamengo, um título estadual é obrigação e, ao mesmo tempo, um escudo necessário para blindar o vestiário contra crises externas.

    Méritos divididos: de Filipe Luís a Léo Jardim

    O ponto alto da entrevista, no entanto, foi a forma elegante como Jorginho lidou com a transição abrupta no banco de reservas.

    O volante fez questão de não apagar o legado deixado pelo treinador recém-demitido, mas ressaltou que o elenco já está de braços abertos para a filosofia do novo comandante português.

    “Teve muito trabalho (do Filipe), mas também tiveram muitas ideias novas do Jardim que vamos, no dia a dia, assimilar cada vez mais. Esperamos que seja um processo rápido de adaptação”, explicou Jorginho.

    O discurso de união e a divisão de méritos provam que, apesar do choque inicial relatado dias antes da final, o grupo de jogadores assimilou o golpe. Com a taça do Cariocão garantida e a confiança restaurada, o Flamengo agora ganha o tempo e a paz que Léo Jardim tanto precisa para implementar suas convicções e iniciar oficialmente sua jornada à frente do Rubro-Negro.

  • Pênaltis cruéis: Fluminense esbarra em Rossi e amarga vice do Cariocão

    O sonho do título estadual do Fluminense esbarrou na marca da cal. Em um Fla-Flu de tirar o fôlego, intenso e disputado até o último segundo, o Tricolor empatou em 0 a 0 no tempo normal, mas acabou superado pelo rival na disputa de pênaltis, ficando com o vice-campeonato do Cariocão 2026 neste domingo (8), no Maracanã.

    ➕ Flamengo x Fluminense: retrospecto atualizado

    O time comandado por Luis Zubeldía mostrou a já conhecida garra do “Time de Guerreiros”, suportou a pressão adversária e teve a chance de matar o jogo, mas o detalhe e a frieza nas penalidades definiram o rumo da taça.

    O Jogo: Pressão inicial e retomada tricolor

    O clássico começou com o cenário mais difícil possível. O Flamengo tomou as rédeas da partida e imprimiu um ritmo fortíssimo nos primeiros 20 minutos, criando oportunidades e tentando sufocar a saída de bola tricolor. O Fluminense precisou usar toda a sua organização defensiva para não ceder o primeiro gol.

    No entanto, com o passar do tempo, o Tricolor foi se encontrando no gramado do Maracanã. A equipe de Zubeldía equilibrou as ações, passou a dividir o domínio do meio-campo e freou o ímpeto rubro-negro, terminando a primeira etapa de forma muito mais sólida, embora sem agredir tanto o gol adversário.

    A grande chance e a trocação franca

    O segundo tempo começou com o Fluminense mostrando suas garras. Logo aos 4 minutos, na primeira grande chance clara do Tricolor no jogo, Lucho Acosta recebeu na área e bateu firme, cruzado, no canto. O grito de gol entalou na garganta da torcida tricolor após o goleiro Rossi operar um verdadeiro milagre.

    A partir desse lance, o clássico pegou fogo. O duelo ficou franco, um verdadeiro “lá e cá”. As duas equipes buscaram a vitória no tempo normal, com muita transpiração e lances de perigo de ambos os lados, mas o zero não saiu do placar.

    A frustração na marca da cal

    Na hora da decisão por pênaltis, o detalhe cobrou seu preço. Fábio até defendeu o de Luiz Araújo, mas Rossi venceu ao superar Guga e Otávio para dar o título ao rival.

    Apesar da dor do vice-campeonato diante do maior rival, o Fluminense sai de cabeça erguida, com a certeza de que a identidade imposta por Zubeldía está consolidada. Agora, o foco se volta rapidamente para a estreia na Copa Libertadores e para a maratona do Campeonato Brasileiro que bate à porta.

  • Flamengo supera Fluminense em final dramática e é campeão carioca de 2026

    O roteiro não poderia ser mais dramático e com a cara do Rubro-Negro. Coroando uma semana de turbulências extracampo e de troca no comando técnico, o Flamengo venceu o Fluminense na disputa de pênaltis, após um empate em 0 a 0 no tempo normal, e sagrou-se o grande Campeão Carioca de 2026 neste domingo (8), em um Maracanã completamente lotado.

    ➕ Contra o Fluminense, Leonardo Jardim busca feito inédito na história do Flamengo

    A taça, erguida na estreia do técnico Léo Jardim, prova que o peso da camisa e a união do elenco falaram mais alto do que a crise nos bastidores da Gávea.

    O jogo entre Flamengo e Fluminense

    Sabendo da responsabilidade, o Flamengo começou a partida tomando as rédeas do clássico. Nos primeiros 20 minutos, o Rubro-Negro impôs seu ritmo, criou as melhores oportunidades e tentou de todas as formas furar o bloqueio defensivo armado por Luis Zubeldía. O Fluminense, acuado, apenas se defendia.

    No entanto, passado o ímpeto inicial, o confronto ficou mais equilibrado. O rival passou a dividir as ações no meio-campo, mas esbarrava na boa compactação do Flamengo, não conseguindo agredir a meta de Rossi antes do intervalo.

    Susto, defesa de Rossi e tensão lá e cá

    O segundo tempo começou com os corações rubro-negros parando por um segundo. Logo aos 4 minutos, na primeira grande chance clara do Fluminense na partida, Lucho Acosta recebeu na área e finalizou cruzado, no canto. Foi aí que brilhou a estrela de Rossi, que operou uma defesa espetacular, salvando o Flamengo e mantendo o zero no placar.

    A partir do milagre do goleiro argentino, o jogo virou uma verdadeira trocação franca. Um cenário de “lá e cá”, com as duas equipes buscando o gol do título a todo custo, mas pecando no último passe e consagrando os sistemas defensivos. O 0 a 0 persistiu até o apito final, levando o Maracanã à loucura da marca da cal.

    A glória nos pênaltis

    Na loteria das penalidades máximas, a frieza rubro-negra prevaleceu. Luiz Araújo assustou a Nação ao perder sua cobrança, mas Rossi também foi gigante ao defender a penalidade de Guga. As cobranças foram para as alternadas, e Rossi foi o herói defendendo a cobrança de Otávio.

    Com a vitória nos pênaltis, o Flamengo conquista o Rio de Janeiro e vira a página da crise. A festa da Nação, que homenageou o ex-técnico Filipe Luís antes de a bola rolar, agora não tem hora para acabar. O Rio é vermelho e preto de novo.