Ex-Flamengo empata com Barcelona em pleno Camp Nou

Substituto de Jorge Jesus no Flamengo, Domènec Torrent empatou com o Barcelona, no Camp Nou. Os catalães receberam o Galatasaray e não conseguiram sair do 0 a 0, pelas oitavas de final da Europa League. Sendo assim, a partida de volta está totalmente aberta para as duas equipes.

Embora tenha terminado sem gols, as duas equipes tiveram excelentes chances de abrir o placar. Enquanto a equipe de Xavi dominou a posse de bola, o time de Dome teve bons contra-ataques e levou perigo à meta catalã. Contudo, o Barcelona teve muito mais chance para sair na frente: foram 16 finalizações contra três dos visitantes. Como não há o critério de gol fora de casa, qualquer empate na partida de volta leva a decisão para prorrogação e pênaltis.

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O duelo marcou o reencontro de Domènec com o Barcelona. Isso porque o treinador catalão foi auxiliar de Pep Guardiola nos tempos de Barça. Apesar do bom resultado, o ex-Flamengo não está com vida fácil na Turquia. Em 12º lugar no campeonato nacional, o Galatasaray está há 32 pontos do líder Trabzonspor.

Além disso, o técnico ainda quebrou um recorde negativo do clube. Dome se tornou o primeiro comandante da equipe a não ganhar uma partida sequer nas cinco primeiras partidas a frente do Galatasaray. Até por isso, o catalão já sofreu com protestos na Turquia e correu riscos de ser demitido no terceiro trabalho na carreira.

Saída conturbada do Flamengo

Domènec deixou o Flamengo após a goleada sofrida por 4 a 0 para o Atlético-MG no Mineirão, pela primeira rodada do segundo turno do Campeonato Brasileiro. Na ocasião, o Rubro-Negro era vice-líder do torneio e estava classificado para as quartas da Copa do Brasil e oitavas da Libertadores. Mesmo com os números, o técnico abriu o jogo para o jornalista André Hernan, do GE, e disse que nunca se sentiu prestigiado pela direção rubro-negra.

“A sensação que eu tinha desde o início, e comentava como a equipe quando liderávamos havia várias rodadas, que, com a primeira partida que perdêssemos, estaríamos fora. Por quê? Pela sensação que eu tinha lá dentro. Nunca senti apoio de verdade. Os jogadores me apoiavam”.

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