Dois nomes de peso, Everton Cebolinha e Michael, viveram um ano marcado por problemas físicos e perda de espaço no Flamengo. Os atacantes chegam ao fim do calendário com perspectivas diferentes junto à torcida, embora o destino de ambos possa ser longe do Ninho do Urubu.
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Os dois jogadores sofreram com a dura concorrência de Samuel Lino, contratado a peso de ouro junto ao Atlético de Madrid e que se firmou como titular de Filipe Luís na ponta-esquerda na maior parte dos jogos, desde sua chegada.
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‘Ressurreição’ de Cebolinha
Contratado em 2022 por cerca de 14 milhões de euros, Cebolinha viveu o inferno e o céu no clube. Após um 2024 promissor com Tite, o camisa 11 enfrentou uma série de lesões, incluindo um rompimento no tendão de Aquiles que o tirou de combate por 171 dias.
Apesar do histórico físico preocupante, Cebolinha aproveitou as oportunidades na reta final de 2025. Com boas atuações, reconquistou a confiança da arquibancada, que chegou a pedir sua titularidade. O jogador, no entanto, não esconde o desejo de ter mais minutos.
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“Eu quero jogar, né? Todo jogador tem a ambição de jogar, comigo não é diferente. Eu sei que eu estou num grande clube… mas eu não estou contente, óbvio, em não ter a sequência que eu necessito. Eu venho num momento muito bom, de muita confiança, o meu melhor momento da temporada”, desabafou Cebolinha recentemente.
Mesmo com a recuperação técnica de Cebolinha, sua permanência não é garantida. Segundo a “ESPN”, o Flamengo vê o atual momento de valorização do atleta de 29 anos como a oportunidade ideal para negociá-lo.
A diretoria entende que, com a titularidade de Samuel Lino e o alto custo mensal do reserva, uma venda na janela de janeiro de 2026 seria benéfica para os cofres do clube, recuperando parte do investimento feito junto ao Benfica.
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Michael não consegue repetir brilho no Flamengo
Se Cebolinha termina o ano em alta, a situação de Michael é mais delicada. O “Robozinho” não conseguiu reeditar o futebol de destaque no Flamengo em 2021. Atrapalhado por lesões e falta de ritmo, ele virou a terceira opção para o setor.
Um dado alarmante resume seu ano. Apenas na última rodada do Brasileirão, no empate em 3 a 3 contra o Mirassol, que Michael conseguiu atuar por 90 minutos ininterruptos pela primeira vez na temporada.
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Com contrato até 2028, Michael adotou um tom de resignação e deixou as portas abertas para uma saída amigável.
“Se o Flamengo quiser que eu fique aqui, eu estou aqui para trabalhar. Mas, se for da vontade do clube seguir caminhos diferentes, também estou aqui para agregar o que eu puder”, afirmou o atacante, ressaltando que respeita as decisões do treinador.
Assim como Cebolinha, Michael já foi sondado por outras equipes e uma saída não é descartada.
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