Autor: diogo.almeida1979

  • Coletiva Mundo Bola – Zico | Parte 1: Futebol e Política

    Visitamos o CFZ e nossa equipe entrevistou o Zico na inauguração da Coletiva Mundo Bola.

    O maior Arthur entre 40 milhões estava entre nós! Controlamos o nervosismo latente, seguramos a onda e, com a missão sempre em primeiro lugar, temos a honra de apresentar a primeira parte da Coletiva Mundo Bola com o Zico. O ídolo fez um balanço sobre sua candidatura na FIFA, falou sobre como enxerga as federações como entidades arcaicas e críticas à CBF não ficaram de fora.

    Visitar o Galinho de Quintino foi muito gratificante. Um marco para nosso projeto. Ele nos recebeu no auditório do CFZ, no bairro do Recreio, zona oeste do Rio.

    Zico esteve naturalmente solícito e o encontro durou cerca de 30 minutos.

    Zico, vamos começar falando de sua candidatura recente para presidente da FIFA. Foi uma surpresa para todos. Como surgiu a ideia?

    Eu estava em uma entrevista no Esporte Interativo quando o André Henning me perguntou se eu teria como apoiar o Figo, que era candidato naquela altura e depois até desistiu. Respondi que gostava muito do Figo, tenho um bom relacionamento com ele e aceitaria numa boa.

    Depois disso fui pro hotel e saí pra jantar com a Sandra. No meio do jantar eu comecei a imaginar o apoio ao Figo. E se eu posso apoiá-lo por que não também ser um candidato? Poderia representar bem a América do Sul. Tenho experiência de administração, fui Secretário de Esportes do meu país, presidente de sindicato. Então achei que poderia ser!

    Aí meu filho colocou no Twitter dele… Era um momento importante porque as coisas que estavam sendo discutidas, as mudanças necessárias, tinham a ver com minha trajetória de luta dentro do esporte, ou seja, a transparência, a democracia, a participação do mundo do futebol nas decisões das principais entidades.

    E coloquei meu nome lá também. Vou nessa! E foi assim que surgiu.

    Como você avalia essa tentativa?

    No meio disso tudo o compromisso como técnico na Índia e as coisas foram acontecendo. Eu já tinha toda a clareza que a dificuldade seria muito grande. Mesmo eu sendo um nome do futebol, reconhecido, o meio do colegiado da FIFA está tão viciado que conseguir 5 cartas em 209 seria muito difícil. Ainda mais com todos os problemas que eu tinha com a entidade aqui do Brasil. Fiz alguns  cálculos. Contei com o Japão e os países de língua portuguesa. O Japão foi uma decepção, eles estavam comprometidos com outra candidatura. Não contar com o apoio do Japão foi a minha maior decepção. O Brasil daria a carta numa boa… mas quando a gente foi chegando perto viu que teríamos que oferecer alguma coisa em troca para poder ter essas cartas. E aí eu não tinha nada para oferecer. Eu não tinha um jatinho particular para sair viajando para todos os lugares pedindo votos. Eu era, digamos assim, um estranho no ninho ali. Nunca tinha tido participação em nenhuma entidade – CBF, UEFA, Federação Asiática etc. Tanto é que, podemos ver agora, todos os candidatos que concorreram têm hoje um cargo em alguma dessas entidades.

    E como foram as viagens de campanha?

    Pelo menos eu estive na Suíça, falei com o presidente do comitê de reforma, François Carrard, conversei com o Blatter, me encontrei com o Jérôme Champagne, que acabou sendo candidato, à época ele disse não saber se seria. Então vi de perto como as coisas funcionam. E acho que o resultado que aconteceu, o que ganhou, parece ser realmente o menos comprometido com esse sistema. Acredito que ele, dos que concorreram parece ser o que mais pode fazer alguma coisa pro futebol.

    Pretende concorrer novamente?

    Não tenho vontade. Primeiro porque a idade não vai permitir mais. Ainda estou com vontade, força, mas daqui a alguns anos vai ter uma diminuição. Era o momento. Momento de tentar uma coisa nova. Pelo menos eu acho que fui ouvido. Fui ouvido pela Imprensa do mundo inteiro. Pude colocar um modelo de plataforma. Ninguém falava de eleição com debate para um presidente da FIFA e tivemos grandes redes de TV que queriam promover debates. E muita gente fugiu desses debates com os primeiros candidatos. Os caras fogem! Eles não tem o que falar, não tem o que acrescentar pois estão comprometidos com uma série de coisas. Quando eu falo da participação do mundo do futebol muitos pensam que estou me referindo a ex-jogadores. Você tem uma gama de pessoas que trabalham no futebol: nutricionistas, psicólogo, médico, preparador físico, diretor de futebol, técnico de futebol, presidente de clube. Todo mundo pensa que os ex-jogadores estão lá pra serem presidentes, que tem que ser o ex-jogador que “é do mundo do futebol” e não é isso. Tem muita gente boa no futebol,  que não jogou, para ocupar certos cargos. Eles precisam de uma boa condição.

    O grande problema da campanha foi a ausência de mecanismos democráticos. Não é uma eleição aberta para as milhares de pessoas do mundo do futebol. Pra escolher o melhor gol todos podem votar, para escolher o presidente não. Essas nossas convicções abriram canais na sociedade. Plantamos essa semente. Acredito que Gianni Infantino possa fazer um bom trabalho e que não fique com olhos apenas voltados para o belo trabalho que eles estão fazendo na UEFA. A FIFA tem muitos bons projetos, só se fala dos problemas mas ela tem coisas muitos legais em curso. É preciso que a credibilidade da entidade seja restabelecida. O Infantino, acredito eu, tem condições de restabelecer essa credibilidade perdida. Agora surgem essas histórias off-shore. Espero que seu nome não apareça no escândalo dos Panama Pappers também. Seria uma decepção muito grande.

    Saindo do âmbito internacional e vindo para a esfera nacional, qual a sua posição em relação ao movimento, ainda muito incipiente, de formação de Ligas Nacionais?

    Eu acho que a gente tem que explodir as federações. Não servem para mais nada. Não com gente lá dentro, né? A gente não quer o mal pra ninguém. (risos)

    As federações não servem para mais nada. Elas só servem pra serem intermediárias dos clubes. Os clubes podem decidir tudo sem elas. O mundo inteiro é feito de Ligas. Os clubes devem ter essa liberdade para discutir. A arrecadação deve ir direto para eles sem intermediários. A federação o que que faz? Os clubes podem organizar uma competição. E competições rentáveis.

    O Flamengo investe hoje 5 milhões no seu plantel, exemplo. Aí vai jogar um campeonato com risco de jogar 10, 12 jogos deficitários? Jogos que você tem duas mil pessoas. Tivemos anos passado um jogo com 200 pessoas. Um jogo do Flamengo! Fluminense e Botafogo com 4 mil pessoas em Volta Redonda. Isso é deprimente para o nosso futebol.

    Então tem que se encontrar uma fórmula. Flamengo e Atlético Mineiro deu 30 mil, Flamengo e Atlético Paranaense também com boa bilheteria. O público precisa de bons espetáculos, os grandes clubes precisam entrar em campo pra pagar aquela folha. Com todo respeito aos times pequenos, jogar contra o Boavista, o Volta Redonda, o Bangu, o Bonsucesso, o Angra dos Reis, o CFZ do Rio e assim por diante, não dá. Time nenhum do mundo joga esse tipo de campeonato. Você vai ver o Barcelona e o Real Madrid e eles jogam no máximo 2 jogos deficitários no ano e é muito. Aquelas Copas deles lá são jogos eliminatórios, muitos times perdem pra terem uma competição a menos até, sabem que aquele torneio ali não vale nada. Então, eu acho que as federações não têm mais o que fazer no futebol. Contudo, elas têm ali o poder político, aquela coisa dos votos na eleição da CBF. Para ser eleito na CBF você precisa do apoio de 8 federações. E estão todos ali no mesmo barco.

    Já que você falou de CBF…

    Sim…hoje a gente tem um ex-presidente da confederação preso, um outro indiciado e o terceiro que não pode sair do país. Que futebol é esse? Que Brasil é esse que a gente tem? É preciso fazer uma limpa muito grande nisso tudo para que o futebol brasileiro não volte a tomar de 7 a 1.

    Aguarde

    Coletiva Mundo Bola – Zico | Parte 2: O Flamengo dentro de campo

    [/et_pb_text][et_pb_image admin_label=”Imagem” src=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/04/DSCN8700-e1460411873299.jpg” alt=”Equipe reunida para a Coletiva Mundo Bola com o Zico. Rafael Lisboa, Júlio Contarini, Diogo Almeida e Gustavo Neves. Priscila Araújo, Gustavo Roman, Mônica Alvernaz, Carol Grigori e Mariana Sá.” title_text=”Equipe reunida para a Coletiva Mundo Bola com o Zico. Rafael Lisboa, Júlio Contarini, Diogo Almeida e Gustavo Neves. Priscila Araújo, Gustavo Roman, Mônica Alvernaz, Carol Grigori e Mariana Sá.

    Veja todo o conteúdo sobre o Zico publicado no Mundo Bola: 

  • FLAMENGO FA: conheça os jogadores e suas posições

    O Futebol Americano é um esporte em ascensão no nosso país. Cada vez mais as pessoas estão interessadas em aprender como funciona o jogo, entender as táticas, acompanhar a NFL e o próprio futebol nacional. Para muitos, é apenas pancadaria, não tem nenhum tipo de estratégia, mas quem entende, sabe o quanto o football é mágico.

    E não é nenhum bicho de sete cabeças, como a maioria acha. Obviamente, o futebol americano é um pouco mais complexo que outros esportes, mas não é preciso ser um expert no assunto para poder apreciar uma partida.

    Hoje, para introduzir esse conteúdo no Mundo Bola, vamos falar sobre as posições de ataque, defesa e os times especiais, apresentando os jogadores do Flamengo FA.

    ATAQUE (OFFENSE)

    Quarterback (QB): é o líder do time. Responsável por chamar as jogadas no huddle (reunião que os jogadores fazem antes do início de cada jogada), alterar a jogada na linha de scrimmage (linha onde a bola fica posicionada para o início da jogada) e distribuir a bola após recebê-la do center (no movimento chamado snap), geralmente para o wide receiver ou running back, podendo também entregar para outros jogadores ou correr com a mesma. Se posicionam atrás do center.

    QBs do Flamengo FA: 

    Keneth Charles Frost -KC

    Diego Lepre

    Fábio Lau

    Matheus do Valle

     

    Wide Receiver (WR): tem a função de correr rotas e receber o passe do quarterback, para o ganho de jardas. Precisam ser rápidos e ficam posicionados nas laterais do campo.

    Guilherme Piccoli

    WRs do Flamengo FA:

    Ami London

    Arthur -Palhacitos- Barcelos

    Caio Ivo

    Douglas -Cinco- França

    Eduardo Nunes

    Fernando -BBB- Medeiros

    Gabriel Curty

    Gabriel Bueno

    Guilherme Piccoli,

    Jonatas -Xô Flango- Silva

    Kevin Antunes

    Marcelo Terra

    Patrick Vaz

    Wellington -Will- Assis

    Yuri -Palmito- Botelho

    Running Back (RB): sua função é correr com a bola nas jogadas terrestres, após receber a bola das mãos do quarterback (handoff). São “divididos” em halfback, que são os mais utilizados nas jogadas e o fullback, que é mais forte e auxilia no bloqueio e abre passagem para o hb, porém também pode correr com a bola. Se posicionam atrás do quarterback.

    RBs do Flamengo FA:

     Bernard Ribeiro

    Diogo Serafim

    Francisco -Chicão- de Souza

    Fellipe Florencio

    Henrique Belchior

     Ivan Roichman,

    Luiz Bonn

    Rafael -Rato- Tavares

    Raffael -FF- Silva

    Tight-End (TE): recebe passes mas também bloqueia os jogadores adversários. É mais forte que o wide-receiver. Pode se posicionar do lado direito ou esquerdo do quarterback e esse é o chamado strong side (lado forte do ataque).

    TEs do Flamengo FA: 

    Carlos Eduardo Macedo

    Felipe -Cebola- Leiria

     José Neto

    LINHA OFENSIVA: são os primeiros 5 jogadores do ataque. Tem a função de bloquear os jogadores da linha defensiva, para que os mesmos não cheguem ao quarterback.

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    No Flamengo FA, os jogadores de linha ofensiva não tem uma posição fixa, e sim posições que eles estão mais acostumados a jogar. Então, a lista a seguir terá o nome de todos os jogadores da OL. Anderson -Pudim- Brauer, Anselmo Brauer, Brandon -Brandão- Collier, Bruno Pereira, Fábio Zardo, Felipe Barcelos, Gustavo Scarambone, Iury Machado, Leandro Sperendio, Luciano Honda, Marcos -Jiban- Barros, Marcelo -Marcola- Martiny, Mário Grave, Pedro Índio, Rafael -Gigante- Menezes, Samir Teixeira, Samuel Andrade, Sérgio -Negão- Junior, Thiago -Boi- Nunes e Tiago Silva.

     

    Center (C): inicia a jogada ao passar a bola para o quarterback por baixo de suas pernas (snap). Após esse movimento, sua função é bloquear a linha defensiva. Se posiciona no centro da linha ofensiva.

    Marcos Martiny

    Offensive Guard (OG): são dois em campo e se posicionam do lado esquerdo e direito do center. Ajudam a proteger o quarterback e a bloquear a linha defensiva.

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    Anselmo Brauer

    Offensive Tackle (OT): são os dois últimos jogadores da linha ofensiva, ficando um de cada lado dos OG. O Left Tackle tem uma responsabilidade maior, pois protege o lado “cego” do QB.

    Iury Machado

    DEFESA (DEFFENSE)

     

    Linebacker (LB): são “divididos” em middle linebackers (MLB), que param as corridas e cobrem passes; e outside linebackers (OLB), que normalmente são dois e tem as mesmas funções que o MLB, porém o ROLB (olb da direita) tem a função de ir para cima do qb, pois ele fica posicionado em frente ao lado cego do mesmo.

    Ival Maziero

    LBs do Flamengo FA:

    Augusto Bayard, Flavio -HP- Luz, Gabriel Ripper, Gabriel Stutz, Guilherme de Paula, Herbert Ferreira, Ival Maziero, Jefferson de Souza, Jorge Neto, Leandro de Lima, Lucas Leguizamon, Marco Antônio -Scarfake- Ramalho, Marcos Médice, Marlon Sinfronio, Michel Bonato, Pablo Pizzolotto, Pablo Nicácio, Rafael Rasinhas e Rodrigo -McNabb- Teixeira. 

    DEFENSIVE BACKS:

     São os cornerbacks e safeties.

    No Flamengo FA, os jogadores dessas posições se revezam. São eles: André -KP- Kauffman, Diego -Mr. M- Santos, Diego -KeSé- Deolindo, Edilson Cordeiro, Euclides Carvalho, Fernando Monteiro, Gabriel -Justin- Nunes, Jefferson Abraao, Lucas Cruz, Luiz Otávio Honkis, Lyneker dos Santos, Marcus Vinicius, Matheus Ritter, Mauro Zamprogno, Pedro Gonzalez, Pedro Rocha, Rafael Scuett, Rodrigo França e Wagner -Acelove- Santana.

    Cornerback (CB): sua função é marcar o wide receiver, porém se a jogada for terrestre, devem parar o running back.

    Luiz Otávio Honkis

    Safety (S): são os dois últimos jogadores da defesa. São “divididos” em Strong Safety (SS), que é um jogador mais pesado e se posiciona no lado do campo em que o tight end está; e o Free Safety (FS), que é o último jogador, e é mais leve e mais ágil que o SS.

    Euclides Carvalho

    LINHA DEFENSIVA:

     É composta por 3 ou 4 jogadores, que ficam alinhados em frente à linha ofensiva.

    No Flamengo FA, assim como a linha ofensiva, os jogadores não possuem posição fixa. São eles: (Caio Queiroz, Cayo -Jabuga- dos Reis, Denis Barros, Edilzon -Jow- Asevedo, Eduardo -Bola- Gomes, Gabriel -Tosun- Marinho, Gabriel Quinet, Jefferson Faustino, Jonas -Oz- Garcia, Leonardo -Robocop- Reis, Marcus -Montanha- Seixas, Matheus Dieguez, Rodrigo -Rodrigão- Oliveira, Rogério -Bené- Reis e Vinícius Farnum.

    Defensive Tackle (DT): um ou dois (dependendo do esquema tático da defesa), posicionados no centro da linha defensiva. Enfrentam diretamente os Ofensive Guards.

    Rodrigo Oliveira

    Defensive End (DE): são dois e ficam posicionados na extremidade da linha defensiva. Sua função é barrar as corridas e tentar o sack (derrubar o quarterback).

    Edilson Asevedo

    TIMES ESPECIAIS (SPECIAL TEAMS)

    São os jogadores que entram em campo na hora do chute, seja kickoff, punt, extra point ou field goal.

    Long Snapper (LS): sua função é fazer o snap para o holder ou punter. Inicia as jogadas para o chute.

    LS do Flamengo FA:

    Ival Maziero,

    Marcos Martiny

    Anderson Brauer

    Holder (H): recebe a bola do long snapper e a posiciona no chão para que o kicker possa efetuar o chute.

    H do Flamengo FA:

    Yuri Salles

    Kicker (K): efetua os chutes de kickoff, extra point e field goal.

    Yuri Salles e Patrick Dutton | Foto: Jana Aguiar

    K do Flamengo FA

    Felipe Leiria

    Patrick Dutton

    Ariel Facciolli

    Punter (P): efetuam o chute chamado punt, devolvendo a posse de bola para o adversário. Recebem a bola do long snapper, seguram a mesma e chutam enquanto ela ainda está no ar.

    P do Flamengo FA:

    Felipe Leiria e Ariel Facciolli.

  • Muricy muda rota, mas ainda não achou o caminho

    [et_pb_section admin_label=”section”][et_pb_row admin_label=”row”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_image admin_label=”Imagem” src=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/03/Analise.png” show_in_lightbox=”off” url_new_window=”off” use_overlay=”off” animation=”off” sticky=”off” align=”center” force_fullwidth=”off” always_center_on_mobile=”on” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”] [/et_pb_image][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

    A sequência ruim de resultados só não foi mais preocupante que os sucessivos jogos ruins. O esquema equivocado, engessado, e a manutenção de alguns jogadores fizeram a torcida perder a paciência e obrigaram Muricy a arriscar algo diferente.

    O Flamengo foi escalado com Paulo Victor – Rodinei, Wallace, Juan, Jorge – William Arão, Cuéllar, Alan Patrick, Mancuello – Cirino, Guerrero

    O time escalado contra o Boavista possuía 2 meias, porém a formação intuitiva do 4-4-2 pouco ficou nítida em campo durante a maior parte da partida, deixando o Flamengo com uma cara mais próxima do 4-2-3-1.

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    Mancuello

    [/et_pb_text][/et_pb_column][et_pb_column type=”1_2″][et_pb_image admin_label=”Imagem” src=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/04/Cirino.png” show_in_lightbox=”off” url_new_window=”off” use_overlay=”off” animation=”off” sticky=”off” align=”center” force_fullwidth=”off” always_center_on_mobile=”on” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”] [/et_pb_image][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

    Cirino

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    Mancuello volta ao time desequilibrando

    Se no jogo anterior chamou atenção a mobilidade e dinâmica de Ederson que se movia por todo o meio, contra o Boavista víamos uma dinâmica quase perfeita de Mancuello atuando aberto, mais preso à lateral. Além de voltar ajudando na saída de bola, por vezes orientava Jorge de modo a organizar as subidas do lateral com seu recuo para cobertura.

    Além de ser agudo no ataque, esforçado na recomposição defensiva e marcação, Mancuello voltou a mostrar o porquê de ser essencial para a bola parada do Flamengo. Seja nas cobranças de escanteio ou faltas, mostrou precisão que levou a ameaça direta ao gol ou deixou um companheiro em condições de finalizar.

    E foi numa falta, lembrando os ídolos Zico e Petkovic, que Mancuello abriu o placar. Wallace subiu até a intermediária e deu uma enfiada perfeita para o argentino em uma de suas raras aparições na direita e o adversário chegou duro fazendo a falta. Da entrada direita da área, o mais provável era que o argentino levantasse a bola para os companheiros, mas Mancuello foi diferenciado e mostrou um refino deslumbrante ao bater direto pro gol e fazer o primeiro do Flamengo.

    O jogo continua saindo mais pelos lados

    Jorge e Rodinei foram as principais válvulas de escape do time, assim como Mancuello e Cirino, os quatro jogando pelos lados do campo, alternando entre ir a linha de fundo e entrar em diagonal na área.

    Aliás, um fato que mais do que uma realidade mostra o quão grave é o problema de jogar pelos lados são os números relacionados a cruzamentos. Contra o Boavista foram 16 errados e apenas 1 certo, de Jorge, ainda no primeiro tempo.

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    Talvez por isso, apesar da esmagadora posse de bola, o Flamengo tenha conseguido finalizar apenas 11 vezes, das quais 4 foram na direção do gol. Apesar do time ter mais volume de jogo, sem dúvida ter melhorado nos 2 últimos jogos, ainda está longe da melhor forma.

    Não podemos ignorar que o Boavista é um time que jogou na defensiva e vinha fazendo jogo duro até o gol de Mancuello aos 20 minutos, quando começou a dar espaços ao ter que partir mais para o ataque, ainda assim recompunha rápido quando perdia a bola e o Flamengo – lento demais na saída – permanecia tocando a bola incansavelmente no seu campo e fazendo a transição para a intermediária ofensiva lentamente.

    As peças que não encaixam no esquema

    Um dos principais problemas do Flamengo se chama William Arão. Não que este jogador seja ruim ou não possa contribuir, pelo contrário, o problema está em sua dinâmica no meio-campo que se traduz num estilo “peladeiro”. Como o 2° volante, caberia a Arão auxiliar Cuéllar na saída de bola, fazer as coberturas pela direita e –somente às vezes –subir para o ataque.

    Contudo, o que Muricy precisa ver e mudar para ontem é justamente o posicionamento de Arão. Não pode o jogador fazer o que quiser em campo, subir alucinadamente para o ataque e se postar ao lado de Guerrero enquanto a bola ainda é tocada pelos zagueiros no campo defensivo.

    Alan Patrick não tem a mobilidade e velocidade de Ederson, praticamente não ajuda em nada a marcação e, assim, apesar de ter momentos de brilho, passa a maior parte do jogo apagado. Para piorar, o armador ainda é sacrificado pela presença do peladeiro Arão.

    O que geralmente era visível quando o Flamengo recuperava a bola em seu campo, além dos zagueiros tocando a bola entre si, era a disparada de Arão para o ataque, obrigando Alan Patrick ou Mancuello a retornar para auxiliar na saída de bola. Se eles precisam recuar muito, auxiliam menos na criação, saem da zona onde seu potencial é maior quando o time adversário ainda poderia estar se recompondo.

    A jogada que leva a falta do primeiro gol do Flamengo é emblemática nesse ponto. Wallace tem que sair da linha de zaga e subir porque Rodinei e Arão já estão no ataque e Alan Patrick preso na marcação. Mancuello, tentando dar dinâmica ao time, faz uma rara incursão ao lado direito aparecendo entre as linhas, recebendo a bola e posteriormente a falta.

    Vitória que traz paz e estimula o trabalho

    O gol de Cirino confirmando sua fase matador e o gol de Guerrero, na raça, deram paz para o time e torcida, que já andava questionando o atacante peruano e a permanência de Muricy. Porém é necessário ficar claro que o time está no meio do processo, muito longe de estar preparado para o Campeonato Brasileiro ou para os adversários de peso da Copa do Brasil.

    Esse 4-2-3-1 que por vezes vira um 3–5–2 com Cirino e Arão se revezando ao lado de Guerrero, precisa de ordem. Disciplina tática é fundamental no futebol de hoje em dia, os jogadores precisam jogar para o time e não para si. Esse simples conceito não é visto só na Europa, mas é a base dos times bem-sucedidos de Tite, referência de treinador no Brasil.

    Saudações Rubro-Negras

    [/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row admin_label=”Linha”][et_pb_column type=”4_4″][/et_pb_column][/et_pb_row][/et_pb_section]

  • O nascimento de um ídolo

    No dia 28 de fevereiro, aos 38 minutos do primeiro tempo do jogo contra o Resende pelo estadual, Federico Mancuello saiu da partida com uma lesão no ligamento do joelho direito. O atleta deixou os gramados por 41 dias até seu retorno na vitória por 3 a 0 sobre o Boavista, hoje, com direito a golaço de falta.

    Como já vinha ganhando o carinho da torcida antes da lesão, com suas belas atuações, Mancuello continuou angariando o coração de toda a Nação, principalmente nas redes sociais. Durante os 41 dias longe dos gramados, o Hermano publicava a cada dia um “diário” da sua recuperação, animando a torcida.

     

     

    Além da recuperação, Federico também publicava em seus microblogs a torcida pelo Mais Querido:

     

    Com o rubro-negro sem vencer há seis partidas, o retorno de Mancuello ao time foi muito esperado pela torcida. A espera foi correspondida em campo, pois Mancuello comandou o Flamengo de volta ao caminho das vitórias com um golaço de falta que lembrou as cobradas pelo Galinho Zico. Além disso, Mancu deu outra dinâmica à equipe tanto no ataque, com sua visão de jogo, quanto na defesa, com seu combate eficaz na marcação. Veja o vídeo do golaço de Mancuello aos 18′ do primeiro tempo:

     

     

    Após a partida, o argentino enalteceu a equipe e a comissão técnica e comemorou o seu primeiro gol pelo Mengão:

    Tirei má sorte que tive em jogos anteriores. Agradeço aos meus companheiros e a comissão técnica por tudo que vêm fazendo por mim. Estou feliz. O time precisava dessa vitória. Estou bem. Foi a primeira partida, então senti cansaço. Mas tem a semana pela frente para trabalhar, então fica mais fácil.

    Na coletiva após o jogo, Muricy também fez questão de enaltecer a grande partida do camisa 23:

    – Mancuello é um jogador leve, não tem muita carga pra carregar. Estava bem, se portou bem no jogo e vai nos ajudar bastante nessa temporada.

    Também na rede social, Mancuello fez questão de provar porque é tão querido pela torcida e escreveu um pequeno texto sobre isso:

    Foram dias de muito trabalho, muita dedicação, muito esforço para voltar bem e pronto para representar a loucura de 40 milhões. Aproveitei esse tempo fora dos gramados para entender mais ainda o que é o Flamengo e seu torcedor que ultrapassa o limite do amor. Também estudei português, aprendi músicas e costumes. Voltei hoje e antes de bater aquela falta tinha certeza que ela entraria de qualquer maneira. Com toda humildade que tenho, o jogador sabe algumas vezes quando algo acontecerá para si. E aconteceu… Agora é trabalhar mais ainda! Nada é por acaso, nem no futebol. Vamos por mais é será um 2016 de alegrias. #fm23 #vamosxmas #flamengo ✋? /

    Se continuar nesse ritmo dentro e fora de campo, provavelmente o Flamengo terá Federico Mancuello na galeria dos maiores ídolos da história do clube, ao lado do compatriota Narciso Doval.
     
    Veja esse golaço como se estivesse no estádio!!! Obrigado ao leitor Thiago Carvalho pelo envio! Crédito da filmagem: @ericomonte (Twitter: @Carvalho_sa1980)

  • A morte de um gigante

    Por Thauan Rocha | Twitter @Thauan_R e @flaimparcial

     

    Minha história começou a terminar no dia 10 de agosto de 2016, quando meu dono anunciou que a Odebrecht assinou um contrato com a BWA para mudar quem cuidaria de mim. Se era legal ou não, pouco importaria, o acordo estava selado e os poucos homens da lei que se importavam comigo se viam cercados no meio de tantos outros corruptos. Nada podiam fazer.

    O governador foi esperto, esperou a Olimpíada começar para aproveitar o momento de distração das pessoas. Poucos se preocuparam de fato em me defender. Não houveram protestos significativos contra essa decisão, apenas um ou outro apareceu aqui perto. Nas redes sociais houve certa mobilização, mas foram abafados pelo maior evento esportivo do mundo. A mídia, focada nos jogos e naturalmente compassiva, pouco falou sobre o assunto. Estavam perdendo a minha morte.

    Logo eu, um gigante que já viu de tudo, estava sendo esquecido. Eu, que já acolhi quase 200 mil torcedores em uma só noite para a final da Copa do Mundo de 1950, que já recebi 177 mil em um mágico Fla x Flu pelo outrora charmoso Campeonato Carioca, parecia não ter mais importância para as pessoas.

    O tempo sempre trouxe mudanças, tanto para as pessoas quanto para mim, isso é normal. Eu mudei para receber o Pan, mudei para receber outra Copa, mas uma coisa não mudou: os meus amigos. Alguns apareciam menos, como Botafogo e Vasco, mas o Flamengo e Fluminense sempre estavam comigo.

    Alguns dizem que as mudanças que eu sofri foram responsáveis por minha morte, dizem que eu perdi o chame, mas não foi só isso. Quem deveria cuidar de mim não o fez, me negligenciou. Debilitado, mas ainda acordado, vi o Flamengo e a Nação lutando por mim. Brigaram com forças maiores que eles, não tiveram medo, mas não aguentaram. Eu já vi muitas coisas e por isso sei que ser honesto e ter condições de cuidar bem não bastam, sempre havia algum tipo de corrupção entre meu dono e quem cuidava de mim.

    Não querendo fazer parte disso e com uma proposta para cuidar de outro, o Flamengo saiu e levou a Nação com ele. Com lágrimas nos olhos, eu e eles, sabíamos que não havia outro jeito. E é aí que os aparelhos que me mantinham vivo começaram a falhar. Tentaram dar um jeitinho, fazendo shows gigantes de mês em mês, diminuíram os repasses para os meus donos, demitiram os ajudantes, mas não dava resultado.

    Vez ou outra eu tomava mais fôlego quando o Flamengo voltava a me visitar. Assim como aconteceu com uns amigos de Brasília, Manaus e outros estados, comecei a receber times de fora pagando caro por sua presença, era o jeito que tinha para tentar me manter vivo. O Fluminense sempre estava aqui, mas não tinha jeito, ele sozinho não conseguiria. O Flamengo sempre foi o meu preferido, foi o que mais me ajudou. Sem ele aqui não dava.

    O tempo foi passando e eu fui ficando mais fraco, fui ficando cada vez mais sem ar, e agora só conseguia ver a BWA, minha responsável, brigando com meu dono para ver quem ficaria com esse fardo. De estrela mundial para fardo. Triste fim para mim. Fico triste porque também fazia parte da cultura local. Já fui homenageado em diversas músicas, quadros, textos, livros etc.

    Sempre estive presente na vida do carioca e do brasileiro amante do futebol.

    Agora não consigo enxergar mais nada, não sei em que ano estou, mas tenho a impressão de que não se passou muito tempo. Hoje só consigo ouvir alguns poucos barulhos de algumas pessoas decidindo o que vão fazer assim que se livrarem de mim e outros falando para irem desligando os aparelhos e começando a minha remoção.

    Muitos choraram, mas já era esperado, não foi nenhum espanto. Outros nunca se importaram. Então esse é o meu fim, essa é a minha morte!

     

    Assinado,
    Estádio Mário Filho, conhecido como Maracanã.

  • Veja os melhores momentos de Flamengo 3 x 0 Boavista

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    Julio Contarini (@jcontarini)

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    Veja os melhores momentos de Flamengo 3 x 0 Boavista, jogo válido pela sexta rodada da Taça Guanabara, segundo turno. Confira os lances dos dois times.

    Veja a nossa cobertura completa! Clique aqui > Mundo Bola INFORMAÇÃO

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  • Atuações: Mancuello volta em grande estilo; Cirino marca pela 3° vez seguida

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    Pela 5° rodada da Taça Guanabara, o Fla recebeu o Boavista em Volta Redonda neste sábado, (9). Contando com a volta do argentino Mancuello, a equipe rubro-negra voltou a vencer depois de 6 jogos. Confira as notas de Flamengo 3×0 Boavista.

     

     

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    Paulo Victor: Expectador dentro de campo. Não teve trabalho algum. Quis se complicar pra sujar o uniforme, mas o ataque adversário não aproveitou. NOTA 6

    Rodinei: Deu assistência para o segundo gol da partida e podia ter saído de campo com pelo menos mais uma na conta. Chegou muito na linha de fundo, mas pecou no passe final. Não sofreu defensivamente. NOTA 7

    Wallace: Não teve trabalho – assim como toda a defesa do Flamengo. Se vale o destaque, partiu dele o bom passe para Mancuello sofrer a falta do seu próprio gol. NOTA 6,5

    Juan: Leva a torcida à loucura sempre que faz jogadas bonitas em antecipações, botes ou carrinhos precisos. Hoje o camisa 4 tirou os aplausos da torcida em uma antecipação com o peito, onde o zagueiro literalmente se jogou na bola. A partida estava tão fácil pra defesa que ele foi substituído para ser poupado. NOTA 7

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    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

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    Jorge: Chegou mais à linha de fundo e tramou boas jogadas com Mancuello pela esquerda. Achou uma linda enfiada pra Sheik sair na cara do goleiro e desperdiçar o ataque. NOTA 6,5

    Cuéllar: Voltou a jogar bem o colombiano. Deu o dinamismo que o meio-campo precisa e armou bem o time de trás. Está sempre disposto a receber a bola de qualquer companheiro. Se movimenta muito bem. NOTA 8

    Willian Arão: Com a mudança no esquema, apareceu um pouco mais na defesa sem deixar de apoiar no ataque. Ajudou na articulação no meio campo e foi importante no segundo gol do Flamengo. NOTA 6,5

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    Mancuello: Retorno em grande estilo do Super Mancu. Deu nova cara ao meio campo com qualidade no passe, ótima movimentação e um golaço numa cobrança de falta perfeita. Sentiu o peso de 45 dias sem jogar durante o segundo tempo e saiu. No time de hoje não pode ser reserva. NOTA 8

    Alan Patrick: Se movimentou bem e vem mostrando que pode sim ser titular do Flamengo. Nos momentos mais apagados do time, ele buscava as jogadas e fazia por onde o time se reencontrar e manter a pressão. NOTA 7,5

    Marcelo Cirino: Reagiu melhor a marcação e conseguiu fazer uma partida melhor. Mais uma vez deixando sua marca, vem mostrando jogo a jogo que está em boa fase. NOTA 7

    Guerrero: Jogador importante para o grupo. Sua movimentação e inteligência são de suma importância no setor ofensivo rubro-negro. Nesse jogo, sua persistência resultou em gol. Constante na marcação na saída de bola adversária, soube aproveitar um vacilo do goleiro do Boavista e marcou seu gol. NOTA 7

    Gabriel: Entrou no lugar de Cirino e se movimentou com bastante intensidade, mas não conseguiu produzir muita coisa. SEM NOTA

    Emerson Sheik: Substituiu o cansado Mancuello e pouco fez. SEM NOTA

    César Martins: Entrou no meio da segunda etapa e assim como os outros zagueiros não teve trabalho. Agitou a galera quando aplicou um lençol no atacante do Boavista. NOTA 6,5

     

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  • Após vitória, Muricy destaca qualidade de Alan Patrick, Guerrero e Mancuello

    Na tarde deste sábado (9), o Flamengo encarou o Boavista em duelo decisivo pelo Carioca. Com a volta de Mancuello e mais uma tentativa de 4-4-2 de Muricy, o Rubro-Negro bateu o adversário por 3 a 0 com gols do argentino, de Marcelo Cirino e Paolo Guerrero. Após a partida que permitiu ao Fla respirar no campeonato, os jogadores comemoraram o resultado e a apresentação do time.

    Autor de um belíssimo gol de falta, Mancuello ressaltou a importância de um bom resultado e comentou sua comemoração: “O time precisava de uma vitória e graças a Deus aconteceu. Tirei a má sorte que tive em jogos anteriores. Agradeço aos meus companheiros e à comissão técnica por tudo que vêm fazendo por mim. Estou feliz. O time precisava dessa vitória”, disse.

    Alan Patrick, titular mais uma vez, falou sobre a busca pela classificação no Estadual: “Temos mais um jogo importante para buscarmos a classificação. Voltamos a vencer, estamos no caminho certo. Agora temos que correr atrás, está ao nosso alcance, vamos lutar para isso.

    O técnico Muricy Ramalho também comentou o bom placar e falou sobre o novo sistema usado por ele. “Fizemos um bom jogo, mas temos que fazer mais jogos com esse sistema tático. O (Alan) Patrick tem muita facilidade. Com certeza, já senti que pode variar. Temos bons jogadores para essas variações”, disse.

    O comandante rubro-negro ainda fez questão de exaltar a partida de ‘Mancu’, que voltou de lesão e fez a diferença em campo: “Foi acima do esperado. Ele se entrega muito, foi bem. É um jogador leve, tem facilidade. Vem treinando há muito tempo. Jogador que vai nos ajudar bastante.”

    Muricy também falou sobre Alan Patrick. Além de relembrar a época de Santos, destacou a técnica do camisa 19, mas fez questão de falar de sua movimentação. “É um jogador raro no passe e no um contra um. Não podemos tirar a característica de passe dele, mas com certeza, tem que se mexer um pouquinho mais. Acho que é um toque a mais no meio campo nosso.”

    Por fim, o técnico comemorou o fim do jejum de Guerrero e se mostrou otimista para os próximos jogos: “Para eles (atacantes), mesmo que seu time ganhe, se ele não faz o gol,  fica doente. E ele (Guerrero) estava procurando. O que mais chama atenção nele é que a palavra guerreiro ele usa mesmo. É um cara muito profissional, que quer melhorar todo dia. Vai começar a fazer gols com certeza.”

    O próximo desafio do Flamengo no Campeonato Carioca é contra o Bangu, no próximo domingo (17), no Estádio Moacyrzão, em Macaé, às 16h.

  • Jejum de Guerrero acaba e Flamengo vence Boavista

    Após o empate por 2×2 contra o Botafogo na última semana, o Flamengo voltou a campo amargando a sexta colocação e sabendo do quanto precisava de um bom resultado. Disputando diretamente a vaga nas semifinais, o Boavista prometeu dificultar a vida rubro-negra, mas não foi isso que aconteceu. Com postura forte e pressionando bastante, o Mais Querido venceu por 3×0 com gols de Mancuello e Marcelo Cirino, no primeiro tempo, e Paolo Guerrero voltando balançar as redes após cinco jogos.

    Desde o início da partida o Flamengo controlou bastante a posse de bola e dominou as ações do jogo. Diferentemente de como terminou o duelo contra o Botafogo, Muricy Ramalho voltou a utilizar o 4-4-2 e o esquema funcionou, assim como no primeiro tempo do clássico. O Mais Querido tentou passar da defesa do Boavista diversas vezes, mas o adversário ficou posicionado em seu próprio campo e investiu sem sucesso jogadas rápidas para chegar próximo a Paulo Victor.

    Jogando melhor e anulando o adversário, aos 19 minutos o Flamengo conseguiu marcar. Em cobrança de falta perto da entrada da área, Mancuello, que voltou de lesão após 41 dias fora, fez cobrança espetacular e conseguiu acertar o gol de Vinícius, fazendo 1×0 para o Mais Querido. Mesmo com a vantagem, o Mengo continuou tendo domínio da posse de bola e o Boavista não assustou nenhuma vez.

    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

    Aos 31 minutos, Willian Arão achou Rodinei bem posicionado na direita, ele olhou para a área e viu Marcelo Cirino completamente sozinho. O artilheiro do Flamengo no ano, com sete gols, não vacilou e mandou para o fundo da rede, marcando 2×0 logo no primeiro tempo. O Mengo seguiu indo para cima e finalizando, mas o resultado ficou em 2×0 ao fim da primeira etapa.

    No segundo tempo, a pressão rubro-negra seguiu muito grande e com poucos minutos o Flamengo já havia finalizado quatro vezes. Aos 12′, o Boavista tentou sair jogando com Vinícius, Guerrero correu para pressioná-lo, o goleiro se enrolou todo e perdeu para o atacante, que só teve o trabalho de chutar para o gol vazio e comemorar o 3×0 no placar. O placar elástico não diminuiu a postura ofensiva do Mais Querido nem a defensiva do Boavista, que continuou assistindo o Fla armar jogadas e fazer boas finalizações.

    Nos minutos finais, o Boavista até tentou reagir e contou com bobeiras de Paulo Victor e da defesa na marcação, mas o Flamengo segurou bem e conseguiu manter o 3×0 no placar. O Mais Querido ainda teve algumas oportunidades boas, mas o goleiro Milton Raphael, que entrou substituindo o lesionado Vinícius, conseguiu fazer as defesas.

    Com a vitória, o Flamengo passa para a terceira posição e torce por uma derrota do Botafogo para o Bangu e/ou um tropeço do Volta Redonda contra o Fluminense, em jogos disputados neste domingo (10). A próxima partida é contra o Bangu, válida pela sétima e última rodada da Taça Guanabara, no próximo domingo (17), às 16h, no Estádio Cláudio Moacyr de Azevedo, o Moacyrzão, em Macaé.

    Mancuello cobrando a falta que abriu o placar. (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)
    Mancuello cobrando a falta que abriu o placar. (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

    FICHA TÉCNICA

    Flamengo 3×0 Boavista – 6ª rodada da Taça Guanabara

    Data: 09/04/2016

    Horário: 16h

    Local: Raulino de Oliveira

    Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro

    Assistentes: Jackson Lourenço Massarra dos Santos e Diego Luiz Couto Barcelos

    Gols: Mancuello, aos 19 minutos do primeiro tempo, Marcelo Cirino, aos 31′ do primeiro tempo, Guerrero, aos 12′ do segundo tempo (FLA)

    Cartão amarelo: Alan Patrick (FLA); Luiz Alberto e Anderson Luis (BOA)

    FLAMENGO: Paulo Victor; Rodinei, Wallace, Juan (César Martins) e Jorge; Cuéllar e Willian Arão; Alan Patrick, Mancuello (Emerson Sheik), Marcelo Cirino (Gabriel) e Guerrero. Técnico: Muricy Ramalho

    BOAVISTA: Vinícius (Milton Raphael); Léo Cunha, Anderson Luís, Luiz Alberto e Romarinho (André Luiz); Douglas, T.Silva e Willian; Matheus, Leandrão e Reinaldo (Caio)

  • Precisando vencer, Flamengo enfrenta Boavista com time titular

    Após empatar mais um clássico no último sábado (2), o Flamengo retornará a campo amanhã (9) contra o Boavista pela penúltima rodada da Taça Guanabara. Com 6 pontos, o Flamengo está na 6ª colocação da competição e depende da combinação de resultados para avançar para a próxima fase.

    A derrota pode significar a eliminação da equipe derrotada, o que aumenta a importância do confronto entre Flamengo x Boavista, que acontece no Estádio Raulino de Oliveira às 16h. A partida terá transmissão do PREMIERE e tempo real no @Mundo Bola_CRF.

     

    O ADVERSÁRIO

    O Boavista foi o melhor classificado dentre os times de menor porte na competição. O clube de Bacaxá se classificou em segundo lugar no grupo A, com 4 vitórias, 3 empates e 1 derrota. No entanto, assim como o Flamengo, o desempenho da equipe na atual fase da competição caiu consideravelmente, tornando incerta a classificação.

    Com os mesmos 6 pontos que o Flamengo, o Boavista está a frente da classificação pelo número de vitórias no campeonato. Após vencer 2 vitórias em 5 jogos, o Boavista, assim como o Flamengo, não depende apenas de si para classificação para a fase final da Taça Guanabara.

     

    JORGE CONFIRMADO NO TIME TITULAR

    O lateral Jorge está confirmado na equipe após o susto do início da semana. Na última segunda (4), o lateral se chocou com Pará durante o treino e saiu desacordado de campo. No entanto, após a realização de alguns exames foi confirmado que o lateral estava em condições de disputar a partida válida pela Taça Guanabara.

    MUDANÇA NO ESQUEMA TÁTICO

    Para tentar quebrar o jejum de 6 jogos sem vencer, o técnico Muricy Ramalho vai com força máxima para a partida contra o Boavista e apostará em um novo esquema. O comandante rubro-negro deixará de lado o esquema 4-3-3, utilizado até então, para utilizar a formação 4-4-2.

    O novo esquema será possível devido ao retorno de Manucello à equipe após lesão e a parceria do meia com Alan Patrick. Sobre os atletas, Muricy destacou a qualidade técnica e a importância deles no novo esquema adotado pela equipe. “Patrick é o mais técnico de todos eles, Mancuello um pouco mais agressivo, mas é um cara que faz a leitura dentro de campo, lidera o time, se posiciona. Os dois têm a bola parada muito boa, então a gente tem um pouco de variação. Esses dois se movimentam muito bem”.

     

    Ficha Técnica

    Flamengo x Boavista

    Data: 09/04/2016

    Local: Raulino de Oliveira

    Horário: 16h

    Flamengo: Paulo Victor; Rodinei, Wallace, Juan e Jorge; Cuellar, William Arão, Mancuello e Alan Patrick; Marcelo Cirino e Guerrero. Técnico: Muricy Ramalho

    Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro

    Assistentes: Jackson Lourenço Massarra dos Santos e Diego Luiz Couto Barcelos

    Transmissão: Premiere e Tempo Real no @Mundo Bola_CRF