Autor: diogo.almeida1979

  • A mística rubro-negra em toda a sua glória

    Amigos e irmãos flamenguistas, como estão vocês após esse jogo infartante? Acordaram bem?

    Porque eu tô aqui no balão de oxigênio até agora, igual quem joga na altitude de La Paz. Mais um jogo para o rol de grandes jogos do Mengão contra o Cruzeiro.

    E já começo com uma pergunta: pra quê todo esse sofrimento, Flamengo? Tá pensando em vender plano de saúde? Foi o jogo mais infartante do campeonato até aqui, cheio de dramas, arrancou lágrimas até mesmo dos jogadores. Que noite!

    O time até começou bem, dominando o primeiro tempo. Criamos algumas oportunidades mas fomos para o intervalo com o 0x0 no placar. E talvez isso tenha pesado um pouco. O time voltou mal para o segundo tempo. Pareciam cansados, estavam displicentes. Os espaços na nossa defesa foram aparecendo e o time do Cruzeiro cresceu na partida.

    E lá fomos nós, mais uma vez, ter um infarto com o Flamengo. Aos 28 do segundo tempo a defesa teve uma pane em um contra-ataque mortal do Cruzeiro. 0x1 no placar e apenas 17 minutos para buscar uma reação. E lá fui eu jogar a toalha, dizer que não tinha mais jeito, fui até olhar a tabela para ver se havia alguma luz no fim do túnel. Homem de pouca fé.

    Ainda bem que as forças flamengas agem apesar de nós, e agem por nós. São Judas Tadeu entrou em campo naquele momento, a camisa entortou o varal, o Manto criou vida e os jogadores foram capacitados para transmitir a mensagem.

    Alex Muralha fechou de vez o gol, com a ajuda de São Judas, que atrapalhou o Ábila já quase em baixo da trave. Alan Patrick passou a dominar o meio campo e deu dois passes para os dois gols rubro-negros. Paolo Guerrero, que fez um bom primeiro tempo, acertou um chute de fora da área e deu inicio à reviravolta flamenga. E Mancuello, o argentino mais carioca da atualidade, se encarregou de fazer um golaço e transformar a noite em pura magia.

    A emoção foi tanta que Mancu chorou após o gol, toda aquela energia invisível, mas bem tangível, rompeu de seus olhos. Épico. Aposto que ele jamais esquecerá esse momento, de ser um só com 40 milhões. E a comemoração desse gol foi a coisa mais linda da partida, até o sempre contido Zé Ricardo correu para o abraço, junto de titulares, reservas e comissão técnica.

    A missão foi dada e vai ser cumprida, esse time vai lutar até o final por cada ponto, por cada partida. Vão ter que fazer muito para impedir o Flamengo de ser campeão esse ano. Entendam uma coisa, quando a mística rubro-negra entra em campo, nem mesmo nós temos noção do quão forte ela é.

    Prepara esse lombo Peppa Pig, quero ver vocês aguentarem a pressão.

    Nos vemos na próxima, SRN.

     

    GeorgeCRF

  • Jogadores comentam sobre virada espetacular do Fla sobre o Cruzeiro e Pará fala sobre seu potencial

    Após emocionante vitória do Flamengo sobre o Cruzeiro por 2 a 1 numa virada espetacular, os atletas rubro-negro comentaram sobre a partida. Alan Patrick, que deu as assistências para os dois gols, declarou que os jogadores se cobraram muito após o gol de empate: “Quando conseguimos o empate, para muitos estava de bom tamanho. Mas nos cobramos, sabíamos que podíamos conquistar a vitória. No final ficou um pouco aberto, mas Papai do Céu nos abençoou e no final conseguimos o segundo gol“, disse.

    O lateral direito Pará, que tem sido um dos destaques positivos da equipe atualmente, confessou que está feliz por estar demonstrando seu trabalho da melhor maneira: “Cheguei pra substituir um dos maiores ídolos do Flamengo, que era o Léo Moura. Era muita pressão, mas sei do meu potencial, sei que posso ajudar o Flamengo. Trabalhando, com muita humildade, o resultado está aparecendo. Em relação a suspensão, ninguém gosta de ficar de fora, mas tenho certeza que diante o São Paulo lá, o Rodinei vai da conta do recado.” afirmou.

    Guerrero, autor do primeiro gol, disse que estava tentando marcar o seu no primeiro tempo, porém a bola não entrava, mas que graças a Deus entrou, ele conseguiu o empate e o Flamengo conseguiu virar logo após, o que em sua opinião é o mais importante.

     Já o camisa 35, falou sobre a Copa Sul-Americana, e afirmou que a próxima partida será muito difícil, apesar do Fla ter vencido o jogo de ida por 1 a 0:

    “Não sabemos quem vai jogar, mas é momento de focar no jogo da Sul-Americana. Estamos preparados pra isso. Ter um grupo como esse facilita muito, jogadores que têm condição de substituir o titular e manter o mesmo nível,” explicou Diego.

    O próximo confronto da equipe rubro-negra é pela Copa Sul-Americana, jogo de volta contra o Palestino, na próxima quarta (28) às 21h45 no Kléber Andrade, em Cariacica.
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    Créditos da imagem destacada: Gilvan de Souza/Flamengo

  • Zé Ricardo e suas substituições – Análise

    A vitória de virada por 2-1 sobre o Cruzeiro e com participação decisiva de 2 jogadores que entraram no decorrer da partida (Alan Patrick e Mancuello), fez alguns torcedores nos sugerirem a fazer um texto estatístico sobre as substituições de Zé Ricardo no comando do Flamengo neste ano de 2016.

    Foram 25 jogos completos (contra o Corinthians não será contabilizado, pois foi expulso antes de realizar substituições) sob o comando de Zé Ricardo, sendo 16 vitórias, 4 empates e 5 derrotas.

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    Memes de Zé Ricardo agitam a internet. Sorte ou mérito? Imagem: Reprodução

     

    Zé Ricardo realizou 75 substituições, ou seja, utilizou as 3 mudanças em todos os jogos. As mudanças “começaram a surgir efeito” de forma decisiva no duelo contra o Coritiba, quando Cuéllar deu a assistência para o gol de Marcelo Cirino, sendo que ambos entraram no decorrer da partida.

     

    Jogos com participação “ativa” dos reservas

    FLAMENGO 1-2 PALMEIRAS
    Mancuello (Cartão Amarelo)

    BOTAFOGO 3-3 FLAMENGO
    Fernandinho (Cartão Amarelo)

    CORITIBA 0-2 FLAMENGO
    Cuéllar (Assistência)
    Marcelo Cirino (Gol)

    FLAMENGO 2-1 GRÊMIO
    Mancuello (Cartão Amarelo)

    FIGUEIRENSE 4-2 FLAMENGO
    Ronaldo (Cartão Amarelo)

    CHAPECOENSE 1-3 FLAMENGO
    Mancuello (Gol)
    Leandro Damião (Gol e Assistência)

    FLAMENGO 3-1 FIGUEIRENSE
    Fernandinho (Gol da classificação)

    FLAMENGO 2-1 PONTE PRETA
    Fernandinho (Gol)

    PALMEIRAS 1-1 FLAMENGO
    Alan Patrick (Gol)

    PALESTINO 0-1 FLAMENGO
    Emerson Sheik (Gol)

    FLAMENGO 2-1 CRUZEIRO
    Mancuello (Gol)
    Alan Patrick (2 Assistências)

    Algumas curiosidades

     

    75 substituições;

    FERNANDINHO foi o atleta que mais entrou no decorrer da partida, 11 jogos, seguido por MANCUELLO e CUÉLLAR (10 cada);

    Foram 8 GOLS, 4 ASSISTÊNCIAS e 4 CARTÕES AMARELOS oriundos dessas substituições efetuadas;

    Zé Ricardo sempre efetuou as 3 substituições.

     

    Número de substituições por atleta

    FERNANDINHO – 11
    CUÉLLAR e MANCUELLO – 10
    ALAN PATRICK e MARCELO CIRINO – 7
    GABRIEL – 5
    EMERSON SHEIK e ADRYAN – 4
    FELIPE VIZEU – 3
    ÉVERTON, PARÁ, THIAGO SANTOS e LEANDRO DAMIÃO – 2
    EDERSON, CANTEROS, RAFAEL VAZ, DONATTI, RONALDO e CHIQUINHO – 1

     

    Crédito imagem destacada: Gilvan de Souza/Flamengo

  • Zé Ricardo vibra com a virada e ressalta: “Uma equipe que quer chegar longe precisa ter sorte também”

    Após a épica vitória de virada do Flamengo sobre o Cruzeiro, na tarde deste domingo (25), no estádio Kleber Andrade, em Cariacica (ES), o técnico Zé Ricardo concedeu entrevista coletiva aos jornalistas. O treinador rubro-negro não poupou elogios a sua equipe que não desistiu de buscar o resultado mesmo tendo saído atrás do placar, falou sobre a polarização na briga pelo título do Campeonato Brasileiro, explicou a entrada de Alan Patrick na partida e projetou os próximos desafios do Flamengo na temporada.

    Zé Ricardo fez uma avaliação da partida e reconheceu que sem sorte a vitória não seria possível. “Hoje tivemos vários fatores que nos ajudaram a vencer a partida e credito à superação dos atletas e também um ‘pingo  de sorte’ para conseguirmos esse resultado. A maneira como se desenhou o jogo, ficou muito perigoso para o Flamengo. O cruzeiro poderia ter matado a partida, reconhecemos isso, como não aconteceu, fomos felizes nas tentativas. Graças a Deus o resultado veio, mas o empate já serviria naquela situação. Tenho que valorizar muito cada um desses atletas. Uma equipe que quer chegar longe precisa ter sorte também”.

    Sobre a briga pelo título do Campeonato Brasileiro, Zé Ricardo considera que há muita coisa para acontecer nos onze jogos que restam e que a disputa ainda está aberta. “A sequência de jogos é muito difícil, faltam onze jogos e são oito os adversários em comum entre Flamengo, Atlético-MG e Palmeiras. A cada rodada as coisas podem mudar e ainda têm equipes que estão brigando por ali. Santos e Fluminense não podem ser descartados. De uma forma ou de outra temos que continuar pensando jogo a jogo. A equipe que tiver mais equilíbrio nos momentos agudos dos jogos têm grandes chances de levar”.

    Pela segunda rodada seguida o Flamengo entrou em campo sabendo o resultado do jogo do Palmeiras, o treinador rubro-negro, porém, não acredita que isto crie uma pressão para cima de sua equipe. “A pressão de estar buscando o resultado acho que nem precisamos sentir tanto, pois quem trabalha, quem vive e quem joga no Flamengo acho que vive uma pressão diária por jogar em um time grande e tem que manter um nível de entrega e é isso que esses rapazes estão fazendo”.

    Zé Ricardo a cada jogo mostra que tem estrela e neste domingo não foi diferente. Alan Patrick que teve participação no gol de empate e no da virada rubro-negra, entrou no decorrer da partida. Zé enalteceu o jogador e fez elogios ao plantel. “O Alan Patrick é um atleta que tecnicamente dispensa comentários, é super inteligente e é uma peça chave no nosso elenco. Sabíamos que tecnicamente iríamos ganhar com a entrada dele. Espero que a gente consiga manter todos os jogadores motivados pois estamos brigando em duas frentes e pensando grande e, só com um elenco forte mentalmente como é o nosso elenco é que podemos pensar em alguma coisa tanto no Brasileiro como na Sul-Americana”. 

    Zé Ricardo, assim como todo rubro-negro, não se conteve no momento do gol da virada e explodiu de alegria. “Confesso que me excedi um pouquinho na hora da comemoração. Virei um torcedor do Flamengo naquela fração de segundo. A energia era muito boa e acabei fazendo parte da comemoração junto com os atletas naquele momento. É um prazer ir para o CT trabalhar com esses jogadores todos os dias, com zero problemas criados. Nós temos um grupo excelente”.

    O próximo desafio do Flamengo é pela Copa Sul-Americana, na quarta-feira (28), em Cariacica, contra o Palestino (CHI). Zé projetou o duelo. “Vamos continuar fazendo a nossa programação jogo a jogo. Quarta-feira temos que mudar o canal e pensar no Palestino que é uma equipe extremamente perigosa. Nos colocou em apuros em alguns momentos lá em Santiago e virá para cá com uma ideia de jogo muito parecida com a que tiveram no primeiro jogo. Eu acredito que eles não mudem a forma de jogar. Jogam por um gol (1 a 0 Palestino faz a vaga ser decidida nos pênaltis) então temos que ter uma atenção muito grande e depois sim vamos pensar no São Paulo”, finalizou o treinador.

    Crédito imagem destacada: Gilvan de Souza / Flamengo

  • Atuações: Guerrero retorna com gol, Mancuello entra iluminado e o Mengão vira na raça

    novaquebraatuações

    Após um jogo importante no Chile pela Sul-Americana, o Flamengo voltou ao Kleber Andrade para enfrentar o Cruzeiro pela vigésima sétima rodada do Brasileirão 2016. Após um primeiro tempo de controle rubro-negro, mas de lances de pouco perigo, os times voltaram mais fortes no segundo tempo e arriscaram mais. Com isso, a segunda metade do jogo foi bastante movimentada com o Mengão conseguindo uma virada na raça. Veja a seguir as notas das atuações dos jogadores.


    Alex Muralha – Justificou sua convocação e fez defesas fantásticas. Não teve culpa no gol do Cruzeiro. NOTA 8

    Pará – Sofreu com o forte ataque do adversário buscando constantemente as jogadas pelo seu lado, mas sempre que o time tinha a posse de bola, subia para apoiar o time e conseguiu bons cruzamentos. No final parecia bem cansado. Suspenso fica fora do jogo contra o São Paulo. NOTA 6,5

    Rafael Vaz – Jogou com a eficiência que a posição pede. Tentando ser mais simples nas jogadas, fez o que manda a cartilha e arriscou pouco nos lançamentos, nos que fez caprichou e foi razoavelmente bem. NOTA 7,5

    Réver – Teve bastante trabalho junto com Pará com o veloz ataque do time mineiro. Cortou bolas no alto, deu botes fortes, organizou a saída de bola no seu início e tentou marcar algumas vezes em escanteios e cobranças de falta na área. NOTA 7

    Jorge – Ótima partida do jovem lateral. Saiu com dinâmica e inteligência para o ataque, defendeu com segurança e ainda finalizou com qualidade. NOTA 7,5

    Márcio Araújo – Fez algumas roubadas, virou algumas bolas em momentos importantes do jogo e ocupou bem os espaços. Só que sua limitação técnica também comprometeu o time em algumas situações do jogo. Errou apenas 4 passes, mas dois deles deixaram a defesa em maus lençóis. Voltou ao time melhor do que saiu, expulso, contra o Palmeiras. NOTA 6,5

    William Arão – Parecia desligado do jogo em vários momentos e não foi tão eficiente quanto já mostrou ser. Errou passes até bobos, pouco desarmou e não apareceu muito bem no ataque. No final do jogo, demonstrava cansaço. NOTA 6

    Diego – Busca o jogo em todos os setores do campo. Está cada vez mais solto e em forma. Quando o jogo parecia perdido e o time sentindo o gol, buscou o jogo e trabalhou com o ataque para buscar o resultado. Após a virada, tentou fazer a bola rodar e gastar o tempo descansando os companheiros. NOTA 7

    Everton – Não fez boa partida. Sempre invertendo o lado de jogo com Gabriel, não ajudou o time na direita, muito menos na esquerda. defensivamente ocupou os espaços, mas foi pouco eficiente. NOTA 6

    Gabriel – Após ficar fora do jogo contra o Palestino no Chile por causa de lesão, voltou ao time e não conseguiu ir tão bem quanto foi quando assumiu a vaga no time. Defensivamente foi melhor que Everton, mas ainda sem a eficiência esperada. NOTA 6

    Guerrero – Que retorno do peruano. Em grande estilo, o camisa 9 ocupou todo setor ofensivo e sempre que procurado, dava qualidade ao time. Fez pivô com qualidade, se apresentou para receber bolas em profundidade e em lance de muita categoria, dominou, virou e chutou. Por sorte, a bola desviou no zagueiro e encobriu o goleiro, empatando o jogo. Nada melhor que retornar ao time e marcando um gol importante. NOTA 8,5

    Mancuello – O argentino é muito iluminado! Entrou no lugar de Márcio Araújo para dar mais qualidade ao meio e manter a marcação à frente dos zagueiros, mas fez mais que isso. Em lance de muita qualidade de Alan Patrick e Diego, o camisa 23 recebeu livre e tocou firme no ângulo. Entrou para resolver e o fez com maestria. NOTA 8,5

    Alan Patrick – Mais uma vez veio para o jogo e arrebentou. Com técnica refinada, o camisa 19 dinamizou o meio, buscou tabelas por dentro e deu uma linda assistência para Mancuello. Quando joga dessa forma, briga por vaga no time. NOTA 7,5

    Fernandinho – Foi para o jogo para renovar o fôlego no ataque e ajudar Pará que estava sofrendo bastante pela direita. Após a entrada de Alan Patrick, foi para esquerda e ficou mais a vontade. Buscou jogadas em diagonal, mas não surtiu muito efeito. NOTA 6,5

    Crédito da imagem destacada: Gilvan de Souza/Flamengo

    O que achou das notas do jogão de hoje? Vitória na garra, hein? Vai lá nos comentários e diga o que achou e deixe também sua opinião sobre as notas dos jogadores.

     

    SRN,

     

    Raony Furtado.

  • VENCER! VENCER! VENCER! Flamengo FA doutrina o Vasco Patriotas

    Na chuvosa tarde deste domingo (25) no Estádio do São Cristóvão, no Rio de Janeiro, o Flamengo FA derrotou o Vasco da Gama Patriotas por 20×00 e continua invencível no Campeonato Brasileiro de Futebol Americano, com 5-0.

    O jogo

    O início da partida foi marcado por muitos punts. O primeiro foi da equipe vascaína que deixou o ataque do Flamengo a 6 jardas de sua própria endzone. O Flamengo não conseguiu o first down nas primeiras 4 tentativas e também foi para o punt. Após outro punt do Vasco, o Flamengo fez um bom drive e abriu o placar com um touchdown de Florêncio #48, porém o extra point não foi convertido, 06×00 para o Fla.

    Ainda no primeiro tempo, o Vasco teve a chance de pontuar, com um retorno de kickoff para touchdown, porém uma falta antidesportiva anulou a jogada. Após mais uma sequência de punts, o QB KC Frost marca um touchdown com suas próprias pernas numa corrida de aproximadamente 50 jardas e ampliou o placar para o rubro-negro: 13×00, com XP convertido.

    O terceiro quarto da partida foi morno, apesar do tempo frio no Rio de Janeiro, sem pontuações ou grandes jogadas. Já no último quarto, Patrick, após receber a bola do quarterback, corre para a endzone e garantiu 20×00 para o Fla, pois o extra point foi convertido.

    Destaques

    KC Frost: Apesar de ter sofrido o único fumble da partida, o quarterback marcou um touchdown, além de outra ótima corrida.

    Double F: Raffael #34 foi fundamental na conquista de first downs, com muitas boas corridas.

    Defesa: Esta é a terceira das cinco partidas disputadas em que a defesa não deixa o adversário fazer um ponto sequer. Apesar do Vasco chegar muitas vezes na redzone, a defesa fez seu papel brilhantemente e segurou o ataque vascaíno.

    O próximo confronto do Mais Querido do Brasil é contra o Botafogo Reptiles pela última rodada da temporada regular da Superliga Nacional, no dia 09/10, local a confirmar, porém o mando de campo é rubro-negro.

     

  • Raça, garra e sotaque gringo

    Não há como duvidar de uma força maior no futebol. Se os tais Deuses desse esporte existem, eles gostam de provocar os sentimentos mais opostos. Da felicidade extrema às lágrimas, da decepção à certeza absoluta de que o futuro reserva mais. Se o futebol fosse uma ciência exata, saberíamos o significado de jogo fácil e merecimento. Mas essa bola não foi feita para seguir números ou qualquer outra conta.

    O Flamengo entrou no já sagrado gramado do Kléber Andrade para buscar, mais uma vez, se reafirmar na briga pelo título. Rodada entra, rodada sai e sempre é necessário mostrar que o Mais Querido seguirá ali, ponto a ponto. O adversário, Cruzeiro, fazia um campeonato conturbado, com altos e baixos, seguindo na busca pelo tão sonhado alívio. Porém, o tal alívio não foi encontrado, nem rubro-negro, nem celeste.

    Sem Leandro Damião, o questionado Paolo Guerrero volta pouco a pouco a assumir sua posição de titular. Entre cabeçadas, corridas, bicicletas bem construídas e buscas por finalizações, o peruano seguiu tentando encontrar sua redenção a todo instante, a fim de mostrar que o torcedor pode contar com seu camisa 9.

    Os 14 mil rubro-negros, que lotaram mais uma vez a capacidade máxima permitida no Kléber Andrade, empurraram o Flamengo durante o tempo inteiro e mesmo quando o time pareceu não querer ajudar, a Nação não desistiu, fazendo Cariacica tremer. Foram chances desperdiçadas, ataques criados da forma errada e chutes fracos nas mãos do goleiro cruzeirense. Do outro lado, Muralha, sempre atento, teve o apoio de Réver e Vaz para não deixar que a Raposa abrisse o placar.

    Após 45 minutos sem gols e de sofrimento, a etapa final pedia mais e assim aconteceu. A necessidade da mudança do placar afetava os dois times, que não podiam se dar ao luxo de perder. Foram oportunidades perdidas dos dois lados e goleiros que acabaram virando os nomes do segundo tempo. Uma briga dura para abrir o marcador e nada parecia mudar. Percebendo a necessidade de uma luz diferente, Zé Ricardo olhou suas opções e chamou o argentino Mancuello.

    Precisamos falar sobre a estrela de Zé. A busca pelo salvador de uma partida começa sempre no mesmo lugar: o banco de reservas. Zé Ricardo consegue ter a sensibilidade necessária para sentir exatamente o que o Flamengo precisa e em uma mudança, contestada ou não, alterar todo panorama do jogo. Mais uma vez, o gol da vitória, a vontade, a raça e a técnica saíram de uma substituição bem pensada.

    (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)
    (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

    Porém, nada pode ser tão simples. O Flamengo começou a cair no jogo favorito do adversário. Aos 28 minutos, o Cruzeiro conseguiu criar ótima jogada e com muitos espaços na defesa, a bola sobrou nos pés de Rafinha, que não deu chances a Alex Muralha e chutou direto no fundo da rede. O placar marcava 1 a 0 e pouco depois a torcida celeste presente gritou “olé“. Cedo demais.

    O Fla tentou e tentou muito. Brigou, foi para cima, procurou furar a defesa. Foram dez minutos de muito desespero, mas sem perder o equilíbrio. Aos 38 minutos, tudo voltou a ficar claro. Alan Patrick, outra alteração de Zé Ricardo, recebeu e viu Guerrero bem posicionado. O peruano foi servido, girou e bateu, contando com um desvio que fez até o goleiro cruzeirense achar que a bola iria para fora. Um golaço para ninguém colocar defeito e o 1 a 1.

    Sem desistir e quase matando seus torcedores do coração, o Flamengo brigou, lutou e a recompensa veio aos 44 minutos. Alan Patrick, o garçom da noite, viu Mancuello sozinho na área e não teve dúvidas, dando um ótimo passe e assistindo o argentino chutar com tudo para o fundo da rede de Rafael. No ângulo e na raça, o 2 a 1 veio.

    A vitória mantém o Flamengo a um ponto do Palmeiras, com 53. Pelo Brasileirão, a equipe volta a campo no próximo sábado (1), no Morumbi, para enfrentar o São Paulo, às 16h. Antes, pega o Palestino (CHI) em Cariacica, na quarta-feira (28), no jogo de volta da Copa Sul-Americana. Seguiremos juntos, mais uma vez. Com vontade e muito amor a essa camisa.

    Ficha Técnica

    Flamengo 2×1 Cruzeiro

    Data: 25/09/2016

    Horário: 16h

    Local: Estádio Kléber Andrade, Cariacica – ES

    Flamengo: Alex Muralha; Pará, Rafael Vaz, Réver e Jorge; Márcio Araújo (Mancuello), Willian Arão e Diego; Gabriel (Fernandinho), Everton (Alan Patrick) e Guerrero.

    Árbitro: Leandro Pedro Vuaden

    Assistentes: Leirson Martins e Lucio Flor

     

    Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

  • Com direito a prorrogação, Fla perde na estreia do Super Four Rio-Nordeste

    Após nove anos sem um clássico, o Flamengo entrou em quadra neste domingo (25) para enfrentar o Vasco da Gama. O confronto, válido pelo torneio amistoso Super Four Rio-Nordeste, teve um Mais Querido jogando mal no primeiro tempo e sofrendo bastante defensivamente, ficando atrás no placar o início inteiro. Na segunda etapa, o rubro-negro melhorou e com direito a cesta de JP Batista no segundo final, levou para a prorrogação. Entretanto, o time errou no minuto final e não conseguiu a virada.

    A vitória sobre o Macaé na estreia do Campeonato Carioca deu ao Flamengo um motivo a mais para começar a temporada com o pé direito. Ainda sem Ricardo Fischer, Rafael Mineiro e Pedrinho Rava, a equipe rubro-negra enfrentou o Vasco que estava apenas sem Gaúcho. O duelo entre o pentacampeão do NBB e o atual campeão da Liga Ouro era muito esperado, já que o último confronto foi em 2007, quando o Fla foi campeão estadual.

    O Super Four Rio-Nordeste conta com quatro equipes da elite basquete brasileiro. Basquete Cearense, Vitória, Flamengo e Vasco se enfrentam em três dias de competição, começando neste domingo (25) até terça-feira (27), no Ginásio do Centro de Formação Olímpica (CFO). Você acompanha todos os detalhes desse quadrangular no Mundo Bola.

    Flamengo e Vasco voltam a se enfrentar no dia 3 de outubro, segunda-feira, pelo Campeonato Carioca. Apenas a torcida do Fla poderá comprar ingressos, que já estão a venda no site Guichê Web.

    Flamengo começa mal e fica atrás no placar no primeiro tempo

    O Mais Querido não começou bem. Jogando mal, errando bastante e com a defesa sem funcionar, o Flamengo acabou ficando atrás do placar durante os dois primeiros quartos. Enquanto isso, o Vasco conseguiu seguir sua proposta agressiva e foi para cima, investindo principalmente nas bolas de três. Revezando entre novatos e o elenco antigo, José Neto teve dificuldades para encontrar o quinteto ideal.

    No primeiro período só deu Vasco. O rubro-negro entrou desligado, não conseguiu bom desempenho defensivo e foi engolido pelo adversário, levando 27 pontos nos dez minutos iniciais. Levando muitas bolas de três, o Fla marcou apenas 15 pontos, sem conseguir se aproximar no placar. Já no segundo quarto, a bola demorou bastante para cair dos dois lados. Depois de muitas tentativas, o Flamengo conseguiu encaixar melhor e diminuiu a desvantagem. Entretanto, a partida continuou com nível técnico baixo, o que manteve o confronto ruim e o Mais Querido não conseguiu a virada. A parcial do período foi de 11 a 6 para o Mengo.

    Orgulho da Nação volta melhor em jogo equilibrado

    Domínio total rubro-negro marcou boa parte do terceiro quarto. Voltando muito bem e com os titulares jogando bastante, o Flamengo conseguiu três bolas de três logo no início e com o Vasco entrando em desespero, virou o placar e abriu até pequena vantagem. O duelo foi bem equilibrado e só então ficou atrativo, com as duas equipes brigando bastante pela posse e para furar a defesa adversária.

    O Vasco reagiu e mesmo com parcial de 24 a 18 para o Fla no período, conseguiu ficar um ponto na frente para os dez minutos finais. O quarto foi de muito equilíbrio e ninguém conseguiu abrir grandes vantagens com viradas frequentes. Com um segundo no relógio, o Flamengo não tinha tempo para erros e em grande jogada de Olivinha para JP Batista, o camisa 13 enganou toda defesa vascaína e sozinho empatou novamente o placar, levando o confronto para a prorrogação. A parcial foi de 25 a 24 e o placar de 75 a 75.

    Na prorrogação, Fla joga melhor, mas vacila no fim e perde

    A prorrogação começou com o Flamengo bem atento ofensivamente e defensivamente. A equipe teve trabalho para segurar o adversário, mas começou conseguindo cumprir seu papel. Entretanto, as bolas de três ainda foram ponto forte e o Vasco conseguiu a virada já no minuto final. Com a bola na mão, o Fla errou no ataque e ainda deu uma falta para os vascaínos, que abriram uma vantagem e não levaram mais pontos. A parcial final foi de 7 a 12 e o placar ficou em 84 a 80.

     

    Foto: Divulgação/LNB

  • Tenho certeza que novas marchas virão

    Por: Diogo Almeida (Twitter: @DidaZico)

    Rosa Parks entrou no ônibus decidida a não levantar para nenhum branquelo gordo de bochechas rosadas. Ela não era uma mulher qualquer na cidade de Montgomery. Era uma líder do NAACP, movimento de fortalecimento dos direitos civis dos negros americanos.

    Naquele dia Rosa Parks não chegou ao seu emprego. No meio do trajeto os policiais foram chamados e a prenderam por infligir as leis do estado de segregação de direito do Alabama, o Coração de Dixie. O ato da mulher de 42 anos, retirado o contexto político de 1955, parece simplória birra se compararmos com algumas desobediências civis do carioca way of life.

    Em 1955 o Rio era mais pobre, favelado e feliz do que nunca, apesar de viver so últimos anos com a pompa de capital do Brasil. O Flamengo — já a meta-síntese desportiva do país –, jogava com Garcia, Tomires, Pavão, Servílio e Dequinha; Jordan, Paulinho, Rubens; Índio, Benitez e Evaristo. Sob o comando de El Brujo Fleitas Solich sagrava-se bicampeão carioca com uma rodada de antecedência, sobre o Vasco. O Maracanã do verão de 55 recebeu dois Clássicos dos Milhões. O primeiro com 107 mil e o segundo com 103 mil pessoas.

    O ano que terminaria com a ascensão de Martin Luther King, o negro mais importante para todos os negros do continente, trancorria bem para o Flamengo, time dos crioulos daqui. Em junho o Maracanã recebeu outro grande público: mais de 92 mil pessoas assistiram dos anéis e da geral do estádio a vitória do Fla sobre os portugueses do Benfica, pelo Torneio Charles Miller. No segundo semestre o clube deu início à grande campanha do tricampeonato, que só terminaria em 56.

    Se nos tempos da repressão sulista ao qual Rosa Parks estava inserida o preconceito era iminentemente racial, em 2016 pelo mundo predomina o apertheid sócio-econômico. Mais do que nunca você é o que possui e não o que pensa e luta. Pensar e se identificar por uma luta é cada vez mais importante hoje em dia para a sociedade de aparência e consumo. Todos choram e rezam por algum grande desastre. Todos se comovem, se identificam e até compram camisetas para mostrar sua identificação com alguma causa.

    O difícil mesmo é lutar a luta, de fato. Mais fácil postar textinho nas redes sociais.

    Dentro do bradado morfogênico desse ser de mil pés que crescia escalando a Presidente Vargas estava eu. O animal estava em marcha. A luta estava sendo lutada. A Causa pode estar perdida. A Causa pode ser até um tanto efêmera. Podíamos estar lutando por uma educação gratuita de mais qualidade, por um sistema público de saúde que atendesse bem a população, transporte coletiva mais barato, por uma urbe mais sustentável. Lutar pela despoluição da Baía de Guanabara. Talvez devíamos estar cobrando a eternização do canoísta Isaquias Queiroz retirando do nome da Lagoa o zé niguém Rodrigo de Freitas. Há causas tão lindas por aí, certo?

    Por que fazer uma manifestação contra o Comitê Olímpico e ato contínuo contra um prefeito debochado, para apressar a entrega de um equipamento público? Claro que é clubismo. Queremos que o Flamengo jogue mais jogos no Maracanã este ano. Pelo cronograma do Comitê Olímpico a entrega fica só para novembro. E talvez… talvez, o clube do povo consiga jogar por lá duas partidas no campeonato brasileiro de 2016.

    Aquelas quinhentas pessoas que marchavam para o Maracanã na tarde gostosa de um sábado na Cidade Maravilhosa, era, em sua ampla maioria composta de jovens que votarão pela primeira vez este ano. Eles saíram das minhocas de metal que cortam os subúrbios e baixadas do Grande Rio para protestar por esta causa.

    Provavelmente o Maraca ficará fechado o tanto que quiserem os atuais gestores públicos.

    Aos que marcharam no dia 24 de setembro, guardem estas palavras em seus corações: nossa história é feita de atos, independente do que o futuro nos reservar, lutar, por si só é vencer.

    Rosa Parks mudou o mundo ao não se levantar para qualquer um. Vocês que estiveram na #MarchaPeloMaraca fizeram história. Lutaram por aquilo que amam e querem defender.

    Tenho certeza que novas batalhas virão. Não é preciso ser vidente para enxergar que teremos que lutar para que o Flamengo seja o novo administrador do Maracanã. Fiscalizar o que a atual diretoria está fazendo em relação a essa licitação — com quem está se aliando, quais os termos que pretende aceitar — é um novo dever nosso. Se necessário vamos protestar.

    Se for o caso ficar sem o Maracanã (e no fim das contas), precisaremos voltar aos protestos para que os órgãos públicos facilitem a construção de um estádio na sede da Gávea e/ou em localidade que nos seja adequada. O Flamengo precisa ter sua casa.

    Também nunca deixaremos de lutar para que os jogos com mando de campo do Flamengo, no Maracanã ou qualquer outro estádio, permita que todos os estratos sociais da Magnética estejam representados nas arquibancadas.

    Vamos continuar lutando ou não? Escolha seu lado.

    É assim que se faz uma Nação.

     

    Imagem destacada: Guarani Ribas Prado
  • Flamengo volta a Cariacica para confronto contra Cruzeiro

    Depois de lotar o Pacaembu no último domingo (18), o Flamengo volta a Cariacica para tentar mais uma vitória na competição. Com a vitória do Palmeiras confirmada na tarde de sábado (24), o Flamengo entra em campo com a obrigação maior de vencer, para conseguir continuar na cola do líder do Brasileirão.

    Atualmente com 50 pontos, 4 a menos que o líder da competição, o Flamengo terá como adversário da rodada 26 o Cruzeiro e o palco da partida será novamente o Estádio Kléber Andrade, em Cariacica. A partida que começará às 16h, terá transmissão do Premiere, Premiere HD e tempo real no @Mundo Bola_CRF.

    O adversário

    O ano do Cruzeiro até aqui não é um dos melhores da história do clube. Eliminado na semifinal do estadual pelo América-MG, o clube mineiro ocupa apenas a 15ª colocação na tabela de classificação do Brasileirão. Com 30 pontos somados em 8 vitórias, 6 empates e 12 derrotas, o Cruzeiro vê de perto a zona de rebaixamento e preocupa seus torcedores.

    Na contra-mão da campanha no estadual e Brasileirão, o Cruzeiro é um dos times classificados para as quartas de final da Copa Brasil. Após vencer os dois jogos contra o Botafogo, o clube mineiro enfrentará o Corinthians, em busca de uma vaga na semifinal da Copa do Brasil. A partida de ida ocorrerá na próxima quarta-feira (28), em São Paulo, enquanto a decisiva partida ocorrerá no dia 19 de outubro e será disputada em Minas.

    Números do confronto

    Os números do confronto entre Flamengo e Cruzeiro são equilibrados, com leve vantagem para a equipe mineira na quantidade total de partidas: 27 vitórias do Cruzeiro, contra 23 do Flamengo e 18 empates.

    No entanto, quando o mando de campo é do Flamengo, a vantagem é rubro-negra. Em 34 partidas como mandante, o Flamengo venceu 14, contra 10 do Cruzeiro, mesmo número de empate entre as equipes.

    Rei de Cariacica: Fernandinho deve jogar

    Fundamental em dois jogos cruciais em Cariacica, Fernandinho deve entrar contra o Cruzeiro. Decisivo pela Sul-Americana, quando fez o gol da classificação para as oitavas de final da competição, Fernandinho voltou a brilhar uma semana depois, pelo Brasileirão. Na ocasião, o camisa 31 foi novamente decisivo e fez o gol da vitória sobre a Ponte Preta aos 45 do segundo tempo.

    Desfalques nas equipes

    Do lado do Cruzeiro, as ausências de Lucas e Cabral obrigam Mano Menezes a mexer na equipe mineira. Nos lugares dos jogadores suspensos por cartão, Ezequiel e Romero entram no time titular da equipe mineira. Pelo lado do Flamengo, os desfalques são três: Ederson, Donatti e Damião.

    Fora há algumas rodadas, desde que se machucou na partida com o Corinthians, Ederson permanece em treinamento e mais uma vez desfalcará a equipe. Da mesma maneira, Donatti também continua em tratamento e não joga contra o Cruzeiro. Recém machucado, Leandro Damião dá continuidade com o tratamento médico e fica de fora da partida em Cariacica neste domingo (25).

    Cariacica: a casa do Flamengo em 2016

    Com a ausência dos estádios no Rio, o Flamengo se viu obrigado a buscar alternativas para mandar as partidas. No meio de sua saga por um estádio, surgiu o Kléber Andrade, que acabou virando a casa do clube em 2016. Em Cariacica, o Flamengo é soberano: 100% de aproveitamento e o apoio incondicional da torcida.

    Devido à punição do STJD, a carga de ingressos não pode ser a capacidade do total do Kléber Andrade. Como de costume, a nação fez a sua parte e estará presente mais uma vez: os ingressos para Flamengo x Cruzeiro estão esgotados e 14 mil rubro-negros empurrarão o time em busca de mais uma vitória na competição.

     

    Ficha Técnica

    Flamengo x Cruzeiro

    Data: 25/09/2016

    Horário: 16h

    Local: Estádio Kléber Andrade, Cariacica – ES

    Flamengo (escalação provável): Alex Muralha, Pará, Réver, Rafael Vaz e Jorge; Márcio Araújo, William Arão e Diego; Fernandinho, Everton e Guerrero. Técnico: Zé Ricardo

    Cruzeiro (escalação provável): Rafael; Ezequiel, Manoel, Bruno Rodrigo e Edimar; Henrique, Romero, Robinho, Sóbis e Arrascaeta; Ábila. Técnico: Mano Menezes

    Árbitro: Leandro Pedro Vuaden

    Assistentes: Leirson Martins e Lucio Flor

    Transmissão: Premiere, Premiere HD e tempo real no @Mundo Bola_CRF

     

    Texto: Mônica Alvernaz – Equipe Mundo Bola Informação – Twitter: @monicaalvernaz

    Crédito da imagem destacada: Gabriel Cerbino – Equipe Mundo Bola Informação – Twitter: @bielucker