Autor: diogo.almeida1979

  • Fla Experience recebeu troféus do Flamengo/Marinha

    Neste sábado (15), o museu interativo do Flamengo, denominado Fla Experience, recebeu dois novos troféus para sua vasta coleção: o do Campeonato Brasileiro Feminino 2016 e o do Campeonato Carioca Feminino 2016.

    Vale lembrar que o time feminino de futebol do Flamengo é resultado de uma parceria com a Marinha. Parceria essa que já rendeu o Bicampeonato Estadual (2015 e 2016) e o inédito título do Brasileirão (2016). A equipe não disputará mais nenhuma competição neste ano, ano esse que sagrou-se campeão em 2 dos 3 campeonatos disputados.

     

    Leia também:

    Carioca Feminino 2016 – Números da campanha do Flamengo/Marinha

    Cheirinho de bicampeonato! Flamengo/Marinha vence Vasco e é Bicampeão Estadual Feminino

    Zico participou de evento da Marinha nessa sexta-feira

    Entrevista com Gaby, do time feminino do Flamengo

    Brasileirão Feminino 2016 – Números da campanha

    É CAMPEÃO: Com muita raça, Fla/Marinha conquista título do Brasileiro Feminino

     

    Sobre o Fla Experience

     

    Inaugurado em 15 de novembro de 2014, o Fla Experience proporciona ao torcedor diversos tipos de emoções. O passeio conta com acervo de imagens e áudios históricos do clube, passando por uma Linha do Tempo, Visita ao Vestiário de 1981, Cinema no Campo com Arquibancada de Troféus e Hall da Fama.

     

    Horários:
    Terça à sexta: das 10h às 18h
    Sábados, domingos e feriados: das 9h às 15h

    Valores (dinheiro e cartões de todas as bandeiras):
    Inteira R$ 30 / meia-entrada R$ 15
    Funcionário do Flamengo não paga mediante apresentação do crachá.

     

     

    Fonte das informações sobre o Fla Experience: site oficial do Flamengo

     
     
    Apoie o Mundo Bola contribuindo mensalmente com o nosso projeto a partir de 1 real! Clique em bit.ly/ApoiadorMundo Bola
     
    Siga-nos no Twitter: twitter.com/Mundo Bola_CRF
    Curta nossa página: facebook.com/M.RubroNegro
    Instagram: Mundo Bola
     
     

    Seja Apoiador do Mundo Bola! Você participa do grupo de Whatsapp exclusivo e concorre a uma camisa oficial do Flamengo autografada por todo o elenco do time de futebol. Clique no banner!

     

     

     

    st-1

     
     

     

     

  • Gustavo Roman analisa Fluminense 1 x 2 Flamengo | 30ª Rodada Brasileiro 2016

     

    Siga @guroman no Twitter e assine o canal do jornalista para receber novos vídeos: https://www.youtube.com/user/gugaroman1

    Apoie o Mundo Bola contribuindo mensalmente com o nosso projeto a partir de 1 real! Clique em bit.ly/ApoiadorMundo Bola

    Siga-nos no Twitter: twitter.com/Mundo Bola_CRF
    Curta nossa página: facebook.com/M.RubroNegro
    Instagram: Mundo Bola

    Seja Apoiador do Mundo Bola! Você participa do grupo de Whatsapp exclusivo e concorre a uma camisa oficial do Flamengo autografada por todo o elenco do time de futebol. Clique no banner!

     

     

     

    st-1

     

     

     

  • Gustavo Roman analisa Internacional 2 x1 Flamengo | 31ª Rodada Brasileiro 2016

    Mundo BolaTV

    Siga @guroman no Twitter e assine o canal do jornalista para receber novos vídeos: https://www.youtube.com/user/gugaroman1

    Apoie o Mundo Bola contribuindo mensalmente com o nosso projeto a partir de 1 real! Clique em bit.ly/ApoiadorMundo Bola

    Siga-nos no Twitter: twitter.com/Mundo Bola_CRF
    Curta nossa página: facebook.com/M.RubroNegro
    Instagram: Mundo Bola

    Seja Apoiador do Mundo Bola! Você participa do grupo de Whatsapp exclusivo e concorre a uma camisa oficial do Flamengo autografada por todo o elenco do time de futebol. Clique no banner!

     

     

     

    st-1

     

     

     

  • Resenhando com David Tavares: Fluminense pede anulação do Fla-Flu

    Siga @DavidLTavares no Twitter e assine o canal do jornalista para receber novos vídeos.

  • Não tem dia comum no Flamengo

    Em 120 anos de existência, o Flamengo nunca deve ter tido um ano que não possa ser classificado com um “cacete, que ano doido”.

    Desde 1895, quando aquele grupo de jovens da zona sul carioca terminou o ano pensando “rapaz, fundamos um clube de remo” passando por 2009 quando todos nós terminamos o ano pensando “rapaz, ganhamos o hexa com gol do Angelim”, não existe ano normal, não existe fase tranquila, não existe ausência de emoção na vida do rubro-negro.

    E 2016, claro, não ia ser diferente. Um ano que começou com as mais altas expectativas, envolvendo um técnico experiente e vencedor, a promessa de disputar carioca só com reservas, uma Copa Sul-Minas Rio novinha em folha pra gente já tentar começar o ano com título. E como todos nós lembramos, as coisas não correram muito dentro do esperado. Mesmo aqueles tão amantes do futebol de resultado que já traíram a mulher com um pôster da seleção de 94 viram que o Muricy não encaixava o time, as coisas não funcionavam, partidas sem brilho e eliminações inexplicáveis foram se acumulando.

    A diretoria falava de Sampaoli, a diretoria conversava com Abel Braga, o torcedor pedia Guardiola, uma voz na minha cabeça falava “é, vai acabar vindo papai Joel e se bobear ele traz o Toró”. E aí surgiu Zé Ricardo. Técnico campeão da Copinha, fama de moderno, jeito nada boleiro. E aí a zaga começou a se acertar. E aí veio Diego. E aí começaram a vir as vitórias, em série, de todos os jeitos. O time começou a ter dinâmica, Pará se tornou lateral de seleção, Fernandinho aparentemente foi exorcizado e começou a fazer gols, Rafael Vaz tava acertando lançamentos de 3 dedos, Márcio Araújo…bem, o Márcio tava lá, porque o Márcio sempre tá lá. Se você tentar montar o time da sua firma, vai ver que a camisa 8 tá faltando porque o Márcio já tá lá no campo acenando pra vocês.

    Mas como Flamengo não é Flamengo sem emoção, fomos eliminados pelo Palestino. Sim, dentro de casa, por um time da colônia palestina no Chile. O que, ok, nos permitiu priorizar o brasileirão, mas é da mesma maneira que tomar um fora da gata na balada te permite priorizar o seu trabalho, aquele misto de aumento de foco e aumento de constrangimento. Mas seguimos, porque Flamengo não é lamentar o gol perdido ou sofrido, Flamengo é correr pra cima pra fazer outro, é levar a bola pro meio de campo e buscar a virada.

    “Mas tamos em outubro, tá fazendo retrospectiva já? Tá jogando a toalha? Tá já ouvindo a Simone cantar que então é natal enquanto compra panetone visconti, irmão?”. Nada disso, parceiro. Porque Flamengo não joga a toalha. Derrota pro Inter doeu? Doeu, claro. Palmeiras tem 4 pontos de vantagem? Tem sim, senhor. Mas já perdemos antes. Palmeiras já teve essa vantagem antes. E o que a gente fez? A gente lutou, a gente correu, a gente colou de novo. A retrospectiva é menos pra dizer que acabou e mais pra lembrar que com a gente nunca acaba.

    Somos o time do improvável, somos o time do impossível. Somos um clube de futebol de massa surgido da vontade de remar de um grupo de jovens de classe média e se essa reviravolta conceitual não diz tudo sobre o que é o Flamengo, poucas coisas dizem. Vai ser fácil? Claro que não. Vai ser tranquilo? Duvido. O Zé Ricardo vai colocar o Emerson Sheik em algum momento que não faz o menor sentido colocar o Emerson Sheik? Muito provavelmente. Mas vai ser assim que nós vamos e enquanto houver esse time, enquanto houver essa torcida, vamos estar ali, jogo por jogo, gol por gol, bola por bola. Porque só acaba quando termina. E irmão, ainda falta muito pra terminar.
     

    Por João Luis Jr. (Twitter: @joaoluisjr)

     
     
    Apoie o Mundo Bola! Participe da campanha contribuindo mensalmente com o nosso projeto, a partir de 1 real! Clique em bit.ly/ApoiadorMundo Bola
     
    Siga-nos no Twitter: twitter.com/Mundo Bola_CRF
    Curta nossa página: facebook.com/M.RubroNegro
    Instagram: Mundo Bola
     
     

    Seja Apoiador do Mundo Bola! Você participa do grupo de Whatsapp exclusivo e concorre a uma camisa oficial do Flamengo autografada por todo o elenco do time de futebol. Clique no banner!

     

    st-1

     
     

     

  • Quando o óbvio precisa ser dito (ou melhor, berrado!)

    Não virei com as bravatas utópicas ao estilo “vamo carajo que ainda dá”.

    Não serei simplório; Até porque faltam apenas sete rodadas o que é muito pouco, fato.

    A grande questão é que até o momento, o maior “ator” de tudo que gira em torno do universo FLAMENGO, esteve de fora. E aqui faço uma reflexão;

    O ano de 2016 é daqueles anos estranhos… Ao passo de ser este um ano de plena recuperação financeira, ou ano do FLAMENGO no melhor conceito de “Nação” lotando estádios Brasil afora – inclusive na “intocável” São Paulo, ano da recuperação do orgulho, do craque que chega nos braços na torcida, dos aeroportos em festa… este também tem sido ano em que ponderamos e aceitamos com estranha facilidade, os Fortalezas e Palestinos da vida.

    Enquanto tudo isso acontece, nossa alma, imponente e silenciosa, repousa tranqüila às margens da Avenida Maracanã com Radial Oeste.

    Faltam sete rodadas… Mas quatro delas em casa. Literalmente, em casa.
     

    Reprodução
    Reprodução

     
    Penso que chegou a hora do “olhar pra dentro”, de nos fecharmos na grandeza do que somos. Hora de terminarmos esse campeonato sendo cada vez mais FLAMENGO, resgatando a mais genuína expressão do Rubro Negrismo e unirmos o elo mais básico da história deste Clube:

    Time, torcida, Maracanã.

    Óbvio, o Maracanã por si só não é mágico ou sobrenatural. Não se trata disso.

    Mas se existe um local que sintetiza a essência em ser FLAMENGO, esse lugar se chama “Maracanã”: Onde o simples apoio se transforma em prova de fé, torcer vira religião, jogadores comuns viram craques e craques, deuses.

    Chega de secar A ou B, de analisar possibilidades de tropeços dos outros, ou pensar quantos pontos são necessários. Que desculpem os mortais, mas o FLAMENGO é muito maior do que essa porra toda.

    É hora de simplesmente ser FLAMENGO. Simples e direto: Sejamos FLAMENGO.

    Ainda há uma importante conquista para 2016, essa sob nossas mãos: Terminar o ano tendo alma e espírito cada vez mais FLAMENGO. É momento de nos reconectarmos às nossas raízes, lotarmos o Maracanã, bater recordes de publico nas rodadas finais e empurrar esse time para as quatro vitórias em casa.

    E mesmo quando formos jogar fora, que os aeroportos estejam lotados, que haja festa e esperança nas ruas, que nossos espaços nos estádios rivais sejam ocupados, e que a alegria de ser Rubro Negro seja exaltada sobre todas as coisas.

    Nunca o “Conte comigo Mengão” fez tanto sentido. Tomara Deus que após tudo isso, o Hepta nos venha como conseqüência e estejamos em paz com nossos espíritos em dizer: “Eu fiz parte disso”.

    Grande abraço e Saudações Rubro Negras Sempre!

    Hermínio Correa (Twitter: @Herminio_Correa)
     
     
    Apoie o Mundo Bola! Participe da campanha contribuindo mensalmente com o nosso projeto, à partir de 1 real! Clique em bit.ly/ApoiadorMundo Bola
     
    Siga-nos no Twitter: twitter.com/Mundo Bola_CRF
    Curta nossa página: facebook.com/M.RubroNegro
    Instagram: Mundo Bola
     
     

    Seja Apoiador do Mundo Bola! Você participa do grupo de Whatsapp exclusivo e concorre a uma camisa oficial do Flamengo autografada por todo o elenco do time de futebol. Clique no banner!

     

    st-1

     
     

     

  • A Dança dos Urubus

    “De traje a rigor os urubus em meneios bailando nas nuvens”. Aníbal Beça

     

    Desde o meu último escrito para o Blog eu via a sequência de jogos como uma única grande rodada. Foram nove jogos, com seis vitórias, dois empates e uma derrota. Um aproveitamento de 69%, sendo que os sete pontos perdidos foram fora de casa, não obstante o fato de o Flamengo ter jogado majoritariamente longe da cidade do Rio de Janeiro.

    Esse desempenho é ligeiramente superior ao time que vence em casa e empata fora, o que seriam quatro pontos a cada seis disputados. Para que tenhamos uma ideia do quão significativo é este índice, basta lembrar que fomos campeões em 2009 com 58,8% de aproveitamento. Bastava um simples empate diante do desesperado Internacional para que a marca chegasse a 76%.

    Ficam procurando culpados pela derrota no Sul, quando na verdade houve um erro de estratégia. Nós não podemos ficar focados no líder do campeonato, que no momento possui um aproveitamento em todo o campeonato de 68,8%, e esquecer o que temos que fazer. A 31.ª rodada nos foi trágica tanto por deixarmos a distância para o primeiro colocado passar a ser de mais de um jogo, quanto perder a oportunidade de nos afastar do terceiro lugar.

    Os torcedores em sua visão híbrida, que oscila entre o passional e a racionalidade, elegeram os vilões. Mas tudo que acontece é decorrente das escolhas que Zé Ricardo faz. Ocorre que nosso treinador ficou blindado em função dos resultados obtidos. Afinal, nem o mais fanático flamenguista imaginava antes de começar o campeonato, que o Flamengo estivesse fazendo uma campanha com chances de disputa de título.

    Essa blindagem tem levado alguns colegas a certo constrangimento quando criticam as escolhas do nosso treinador. Se for verdade que hoje o Flamengo é uma equipe arrumada, me parece claro que ele pode ser mais bem escalado. Cabe também ressaltar que Zé Ricardo começa a demonstrar previsibilidade em suas escalações e substituições. Para boa parte dos críticos, a não utilização de Mancuello é incoerente diante das boas apresentações do argentino.

    As vitórias, mesmo que magras, nos fizeram aceitar como normal a escalação de Márcio Araújo. Engraçado é que pedem Vizeu, mas sequer lembram de que, todas as vezes que o garoto Ronaldo entrou na equipe titular (nunca neste campeonato, diga-se de passagem), ele foi muito bem. A desculpa de que Cuéllar não é primeiro volante deveria nos fazer corar…

    Márcio Araújo corre muito e tem boa recuperação. Mas corre errado e muitas vezes chega atrasado aos lances, levando dribles desconcertantes como aquele no gol da derrota contra o Sport. Não sei quanto a vocês, mas ele me irrita muito com a quantidade de passes para o lado e para trás. Além disso, ele se omite ao se colocar mal na saída de jogo do Flamengo. Principalmente no momento em que a saída pelos laterais fica marcada, o primeiro volante tem que ser um jogador com qualidade suficiente para fazer o jogo fluir pelo meio.

    Observem que Arão e Diego tem que vir buscar a bola, para fazer justamente a função que seria de responsabilidade do primeiro volante. Contra o Figueirense, Cuéllar revezava com Arão. Tal atitude proporcionou o primeiro gol do Flamengo com a subida de Arão, que aparece de surpresa entre os zagueiros da equipe catarinense.

    No ataque, todos viram o quanto Guerrero cresceu quando teve Leandro Damião a seu lado. Pena que tenha sido apenas em uma única partida, em pouquíssimo tempo de uma única partida…  Eu vejo tanta qualidade no peruano, mas diante das dificuldades, parte de nossa torcida já ataca, injustamente a meu ver e perde a paciência com o jogador.

    Para concluir, eu quero pedir encarecidamente que não entremos nessa armadilha de ficar questionando erros de arbitragem. Ficar reclamando das ligações imorais e de supostos favorecimentos nos faz perder o foco de que temos que fazer a nossa parte. Eu garanto que se o Flamengo colar no rabo do líder, o porco “peidará na farofa”, como sempre faz. A prova disso foi o desespero do tal Paulo Nobre diante da lambança de Sandro Meira Ricci no Fla-Flu.

    Eu nem queria que o presidente Bandeira de Melo entrasse nesse barraco teatral, mas se ele acha que vale a pena gastar sal com essa carne estragada não sou eu quem irá repreendê-lo. Nem assisto as entrevistas sobre o assunto. Não perderei meu tempo com isso. O Flamengo tem que ser superior dentro de campo. Eu vi meu time conquistar a Taça Libertadores que o adversário jogava com pedra na mão para agredir nossos jogadores.

    Antes de entrar no jogo do Beira-Rio, lembremos da sequência do Flamengo:

    Flamengo 2×1 Ponte Preta

    Vitória 1×2 Flamengo

    Palmeiras 1×1 Flamengo

    Flamengo 2×0 Figueirense

    Flamengo 2×1 Cruzeiro

    São Paulo 0x0 Flamengo

    Flamengo 3×0 Santa Cruz

    Fluminense 1×2 Flamengo

    Nenhuma dessas partidas foi fácil. Em todas o Flamengo teve que combinar alguma qualidade com muita vontade. A partir daí começamos a entender a derrota para os gaúchos.

    O jogo que vi – Internacional 2×1 Flamengo

    Pelo que escutei e li de vários amigos rubro-negros, e também diante da análise sempre atraente do grande jornalista Guga Roman, eu vi um jogo diferente, sobretudo pela dificuldade de leitura do jogo por parte do Zé Ricardo. Que todos vocês me desculpem, mas achar que um time comandado por Celso Roth partiria para cima do Flamengo é, no mínimo, ingenuidade.

    Tenho ciência de que o time do Flamengo, por muitas vezes foi e será empurrado para partir pra cima pela Magnética. Mas a forma como Zé Ricardo pensou em enfrentar o Internacional foi o remédio adotado pelo retranqueiro Roth. E foi isso que Celso fez. Em vários momentos do jogo os onze do time gaúcho se encontravam da intermediária defensiva para trás.

    Antes da virada, Celso fez alterações que Zé Ricardo não remediou. Vitinho estava isolado, mas com a entrada de Valdívia e Sasha, a marcação do Flamengo tinha que ter sido alterada. E mais, o time estava desatento. Enquanto o Inter lutava desesperadamente, nossa equipe não levava o jogo com a seriedade e aplicação necessária.

    Observem os dois gols do Inter. No primeiro a zaga marcou a bola. No segundo, Diego foi displicente e Arão desatento. E só não levamos o terceiro por conta da recuperação do Pará. Nós perdemos o jogo por falta de estratégia e também pelas convicções de nosso treinador que, por conta de nossa posição na tabela, boa parte de nossa torcida faz vista grossa ou até mesmo apoia incondicionalmente.

    Quem tem que ter apoio incondicional é o nosso time durante os 90 minutos. No mais, nós temos o direito e obrigação de apontar o que achamos que está errado ou o que possa melhorar. Sei que agora é fácil verificar que as substituições foram inócuas. Precisávamos de um meio de campo forte e preenchido e não dois pontas corredores. Não há como jogar contra um time retrancado dessa forma.

    Zé Ricardo tinha que ter povoado o meio de campo. Mancuello era um dos nomes. Gosto do Alan Patrick, mas o jogo exigia “cabra macho”, gente com vibração, com vontade de ganhar as divididas. O pé de moça de Márcio Araújo deu a tônica do que era o nosso meio campo. Estão reclamando de Arão, só que o cara joga por ele e marca pelo Márcio Araújo. Se alguém acha que estou implicando com o queridinho de treinadores saiba que eu gosto de futebol bem jogado, coisa que jamais vi Márcio apresentar.

     

    Para não dizer que não falei das Flores

    Mais uma vez o Fluminense protagoniza a vergonha do tapetão. E, por focar no campo errado o time levou uma virada para o tricolor paulista. Sou um radical defensor de que futebol se ganha dentro das quatro linhas. Tentar anular a partida beneficia quem? E isso tá longe de me fazer concordar com a lambança do Sandro Meira Ricci, que habitualmente faz arbitragens que desagradam. Em jogos do Flamengo, nossas lembranças são muito ruins em relação a esse soprador de apito.

    Eu tenho muita cautela ao ficar defendendo a utilização de recursos tecnológicos para resolver os problemas. Isoladamente isso não é solução. Há de se pontuar uma série de providências concomitantes: profissionalizar a arbitragem; padronizar os recursos estruturais; melhorar a formação dos atletas em relação as regras; e fundamentalmente não permitir que a televisão assuma o controle da verdade absoluta, pois eventuais recursos de vídeo não são garantias contra erros, podendo por muitas vezes sofisticá-los.

     

    O caminho do hepta fica além do cheirinho

    “Se os imprevistos lhe roubarem o chão, abra as asas…” Frei Jaime Bettega

    passaros-na-praia

    Título não cai do céu. Eu acredito que para o Flamengo ser campeão nós teremos que ganhar 16 dos próximos 21 pontos a serem disputados. Tarefa árdua, 76% de aproveitamento. Para que isso ocorra torna-se imprescindível a convergência dos seguintes elementos: a mística do Maracanã; ao apoio incondicional da Magnética; ao comprometimento de quem estiver em campo; da superação do treinador Zé Ricardo.

    Zé Ricardo terá que dar mais de si mesmo. Caberá a ele promover as variações necessárias de modo a prover o Flamengo de algo além nesse hepta de confrontos finais, pois só assim podemos continuar apostando no título de 2016.

    Houve momentos em que vi muita vontade em jogadores como Chiquinho, Márcio Araújo e Gabriel. Mas isoladamente isso é insuficiente. O elemento qualidade é insubstituível. Independente de quem esteja em campo, um jogador tem que cobrar o outro. Um dos motivos de nossa derrota para o Inter foi certa passividade defronte ao apetite do adversário. Eu não quero certos jogadores no time titular, mas não torço pelo insucesso deles.

    Está na hora de nós torcedores pararmos de encher o saco na hora do jogo, buscarmos inspiração no poeta Carlos Drumond de Andrade e passarmos a torcer incondicionalmente por essa paixão chamada Flamengo.

    Cordiais Saudações Rubro-Negras!

    P.S.: O Campeonato Brasileiro de 2016 dava mostras de relativo equilíbrio. Ocorre porém que a CBF é uma zona, com sabidos escândalos aos quais me envergonho de enumerá-los. Os novos critérios de classificação para a Libertadores, aliados a essa palhaçada do Fluminense me desestimularam a apontar tendências de um campeonato que, dentro de campo, nos trouxe a grande surpresa na recuperação do Botafogo e a grande decepção na campanha do Internacional. Todavia, eu lhes recomendo a leitura do trabalho de PROBABILIDADES NO FUTEBOL elaborado pelo Departamento de Matemática da UFMG.  E a sensacional…

    Dança dos Urubus – Donatinho e Dona Onete – Álbum Zambê

    https://www.youtube.com/watch?v=v2IJuQd7dkw
     

    Ricardo Martins (Twitter: @Rick_Martins_BH)

     
     
    Apoie o Mundo Bola contribuindo mensalmente com o nosso projeto a partir de 1 real! Clique em bit.ly/ApoiadorMundo Bola
     
    Siga-nos no Twitter: twitter.com/Mundo Bola_CRF
    Curta nossa página: facebook.com/M.RubroNegro
    Instagram: Mundo Bola
     
     

    Seja Apoiador do Mundo Bola! Você participa do grupo de Whatsapp exclusivo e concorre a uma camisa oficial do Flamengo autografada por todo o elenco do time de futebol. Clique no banner!

     

    st-1

     
     

     

  • Flamengo sai na frente do Botafogo e vence primeiro jogo da semifinal

    Após uma excelente vitória sobre o Vasco, o Flamengo voltou a quadra na noite desta segunda-feira (17) e venceu mais uma vez, desta vez a equipe do Botafogo. No primeiro jogo da série melhor de três da semifinal do Campeonato Carioca, o Mais Querido conseguiu a vitória por 79 a 69 e saiu na frente na briga pela vaga.

    O Flamengo venceu mais uma vez no Campeonato Carioca de basquete. Enfrentando o Botafogo com torcida única rubro-negra, o Mais Querido enfrentou problemas no primeiro tempo, mas conseguiu se recuperar e deixou o alvinegro para trás na etapa final. Com Marquinhos e JP Batista jogando muito bem, o Fla saiu na frente na série semifinal e já pensa na classificação no próximo jogo.

    Durante o primeiro quarto, o Flamengo demorou a se encontrar em quadra. Disputando ponto a ponto com o Botafogo, a equipe rubro-negra sofreu bastante e com muitos erros de ataque e buracos na defesa, cedeu muitos espaços. Do outro lado, o alvinegro não conseguia acertar as oportunidades recebidas, o que deixou o jogo com pontuação baixa por muito tempo. No fim dos dez minutos iniciais, o Bota liderava por 15 a 18.

    Já no segundo quarto, o Fla buscou a reação, mas não conseguiu jogar melhor. Com muitos erros, a equipe rubro-negra seguiu com dificuldade para abrir distância no placar, levando constantemente o empate. As equipes seguiram com poucos pontos marcados e disputa acirrada no marcador. O Flamengo foi para o intervalo vencendo o Botafogo por 32 a 30.

    O terceiro quarto mostrou uma melhora grande do Flamengo. O técnico José Neto apostou na força dos jovens jogadores do elenco e junto aos mais experientes, lideraram o Orgulho da Nação para a vitória tranquila. Melhorando em quadra e acertando as bolas de três, o Fla soube administrar o confronto e segurou bem o Botafogo, abrindo 58 a 47 no placar.

    No último quarto, o Mais Querido continuou bem e sem oferecer resistência, o Botafogo não conseguiu chegar perto para diminuir a desvantagem. Com João Victor e Léo Bispo em ótimo momento, o Flamengo só segurou o resultado e aproveitou para testar peças. No apito final, o placar marcava uma bela vitória por 79 a 69.

    Com a vantagem na série, o Flamengo volta a entrar na quadra do Tijuca Tênis Clube na quarta-feira (19), às 20h, contra o Botafogo em partida de torcida única do alvinegro. Em caso de vitória, o Orgulho da Nação garante vaga na grande final, disputada diante de Vasco ou Macaé.

    Melhores da partida:

    Marquinhos – 19 pontos

    JP Batista – 17 pontos

    Marcelinho – 13 pontos

    Olivinha – 19 pontos

    Ricardo Fischer – 6 assistências

    *Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

  • Flamengo é derrotado no Beira-Rio

    Depois de dez jogos sem perder, Flamengo é derrotado no Beira-Rio

    Não deu para o Flamengo no Beira-Rio. Diante no Internacional na tarde deste domingo (16), o rubro-negro abriu o placar com Réver já na segunda etapa, aos 11 minutos. Entretanto, o Inter conseguiu reagir, foi superior ao Mais Querido e levou os três pontos da partida.

    Após a vitória diante do Fluminense no meio da semana, o Flamengo voltou a campo sabendo que era importante continuar vencendo. Entretanto, o Mais Querido sofreu com muitos erros de ataque no primeiro tempo e, mesmo saindo na frente na segunda etapa, deixou o Internacional conquistar a virada e perdeu o primeiro jogo depois de dez partidas de invencibilidade.

    Com o resultado, o Flamengo continua com 60 pontos, quatro a menos do que o Palmeiras, líder do Campeonato Brasileiro. Na próxima rodada, o Mais Querido recebe o Corinthians em confronto que marca sua primeira partida no Maracanã em 2016 e a volta ao Rio de Janeiro depois de quase onze meses.

    O jogo

    Durante a primeira etapa, as duas equipes fizeram um jogo bem disputado, mas não conseguiram acertar as tentativas de gol. Se no início o confronto foi equilibrado, depois de alguns minutos o Flamengo começou a dominar as ações e buscava o tempo todo a criação de jogadas. Com a defesa bem fechada e tentando sair em velocidade com Vitinho, o Internacional soube neutralizar os principais jogadores do Mais Querido e não deixou espaços.

    O que mais chamou atenção no primeiro tempo foram as faltas duras, que originaram muitas reclamações e cartões amarelos. Diego, principal jogador do meio de campo, foi um dos que mais sofreu com as fortes entradas dos colorados. Mesmo tentando bastante, o Flamengo errou muitos passes, não encaixou seu jogo e não conseguiu tirar o zero do placar.

    Já no segundo tempo, os dois times saíram para o ataque e começaram a mostrar que queriam a vitória. O Internacional vivia um momento melhor, mas foi o Flamengo que saiu na frente. Aos 11 minutos, após cobrança de falta de Diego pelo lado esquerdo, Réver subiu e cabeceou, tirando totalmente o goleiro Danilo Fernandes do lance.

    Porém, após marcar o primeiro, o Flamengo acabou parando no jogo e não conseguiu mais reagir, sendo dominado pelas tentativas do Inter. Mesmo com boa atuação de Alex Muralha e Réver, o Mais Querido sofreu e, aos 20 minutos, levou o primeiro golpe. Após levantamento na área, Rodrigo Dourado desviou e a bola sobrou para Eduardo Sasha, que não vacilou, bateu cruzado e igualou o marcador no Beira-Rio.

    Depois do empate, o Internacional buscou ainda mais o gol do Mais Querido, que sofreu bastante com passes errados e um dia ruim de seus homens do meio de campo. Sofrendo bastante pressão, o Fla começou a se defender como podia até que, aos 35 minutos, o goleiro Muralha defendeu um chute forte e o rebote foi para o meio da área, chegando direto nos pés de Vitinho, que só completou.

    O Flamengo ainda tentou bastante ir ao ataque e buscar ao menos o empate, mas as ações ofensivas funcionaram pouco e Danilo Fernandes ficou tranquilo nos minutos finais. Enquanto isso, a defesa do Mais Querido precisou de atenção com os contra-ataques do Internacional, que foram parados principalmente por Alex Muralha.

    Ficha Técnica

    Internacional 2×1 Flamengo

    Dia: 16/10/2016

    Horário: 17h

    Local: Estádio Beira Rio

    Flamengo: Alex Muralha; Pará, Réver, Rafael Vaz e Jorge; Márcio Araújo (Emerson Sheik), Willian Arão e Diego; Éverton (Fernandinho), Gabriel (Alan Patrick) e Guerrero. Técnico: Zé Ricardo

    Árbitro: Wilton Pereira Sampaio

    Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva e Bruno Raphael Pires

     

    *Foto: Staff Images / Flamengo

  • Atuações: Muralha faz milagres, Réver marca de cabeça, mas Fla não evita derrota

    Após vitória em jogo conturbado contra o Fluminense em Volta Redonda, o Flamengo foi à Porto Alegre para enfrentar o Internacional. Em jogo muito disputado, os times criaram bastante e o Flamengo saiu na frente, mas tomou a virada. Veja a seguir as notas das atuações dos jogadores.

    novaquebraatuações


    Muralha – Fez defesas muito difíceis, mas não evitou a virada do adversário. Segue jogando em alto nível e, mesmo com a derrota, foi um dos destaques positivos do time. NOTA 7

    Pará – Claramente encontrou dificuldades para apoiar. A precoce saída de Everton o deixou com problemas ofensivos. Defensivamente sofreu demais com a constante presença de um iluminado Vitinho pelo seu lado. NOTA 6,5

    Réver – Voltando a marcar gols, o capitão foi muito importante na partida. Enfrentando um ataque muito veloz e dinâmico, fez cortes, antecipações, cortou bolas aéreas, mas não conseguiu impedir o ímpeto do adversário. Muito elogiado, está num momento ótimo na carreira. NOTA 7,5

    Rafael Vaz – Muito firme e entrosado, o camisa 33 fez boa partida. Joga bonito quando precisa e quando tem aperto, bico para frente. O resultado negativo não tira os méritos do momento da dele na defesa do Flamengo. NOTA 6,5

    Jorge – Tem bastante qualidade, mas em vários momentos parece estar desanimado ou desinteressado em campo. Defensivamente tem muita qualidade e, roubar certas bolas para ele parece tarefa fácil, mas sofreu pela pouca criação ofensiva, talvez pela falta de ocupação de espaços por parte de seus companheiros naquele setor. NOTA 6

    Márcio Araújo – Fez alguns desarmes e transmite certa confiança aos zagueiros, mas não tem a mínima qualidade técnica para melhorar as saídas de bola, que em jogos como esse, são cruciais. Com o adversário marcando forte no meio, o camisa 8 não buscou em nenhum momento encontrar soluções menos simplistas para o time ir ao ataque com mais qualidade. NOTA 5,5

    Arão – Não conseguiu jogar bem como já o fez em outros momentos do campeonato. A constante troca de passes do meio do Inter tornou ainda mais dura sua vida na marcação. Ofensivamente pouco criou pelo meio e pela direita. Pela qualidade que tem, pode render mais. NOTA 6

    Diego – Sempre buscando as jogadas no meio, dá a dinâmica que o time precisa em vários momentos do jogo, mas hoje podia encostar mais em Guerrero para buscar jogadas pelo meio, ou até mesmo para atrair a marcação e fazer a bola fluir um pouco mais pelos lados. Muito marcado, sofreu bastante faltas e quase conseguiu uma expulsão ainda no primeiro tempo. Cometeu um vacilo ao tentar cobrar uma falta rapidamente e acabou entregando para o time gaúcho e, na sequência do lance, o Flamengo tomou a virada. Precisa de alguém com mais qualidade no meio para trabalhar a bola. NOTA 6,5

    Everton –  Fazia boa partida até se lesionar em jogada infantil e ter que sair. SEM NOTA

    Gabriel – Péssima partida do camisa 17. Criou pouca ou quase nenhuma chance de gol e não foi tão efetivo quanto necessário na defesa. Ainda apagado, saiu para Alan Patrick entrar. NOTA 5

    Guerrero – Retornando ao time, o camisa 9 foi muito marcado e sempre que recebia a bola, tinha a presença firme de um zagueiro. Em lances de bola aérea conseguiu finalizar e quase faz um belo gol após dominar de peito e virar de fora da área, mas é pouco para um jogador que rende tanto na seleção de seu país, que tecnicamente é mais fraca que o Flamengo. Talvez precise da meias e demais atacantes mais próximos dele. NOTA 6

    Fernandinho – Entrou no lugar do machucado Everton ainda no primeiro tempo, mas fez uma partida fraca ofensivamente. Não tem característica de jogador que busca as jogadas mais distante do gol, já que prende bastante e algumas vezes até atrapalha jogadas em velocidade. Mesmo em boa fase, deixou a desejar nessa partida. NOTA 5,5

    Alan Patrick – Sua entrada, no lugar de Gabriel, poderia ser a ideia certa para o time voltar a tocar a bola, mas dessa vez o meia não conseguiu render o esperado quando entra com o jogo em andamento. NOTA 5,5

    Emerson – Substituiu Márcio Araújo para dar mais qualidade e poder ofensivo ao Flamengo, mas a forte marcação do adversário, que povoava com sete ou até oito jogadores a frente de sua área não permitiu que isso acontecesse. NOTA 5

     

    Crédito da imagem destacada: staff imagens/Flamengo

     

    Mesmo com a derrota, o Flamengo segue em segundo na tabela de classificação com 60 pontos. O que achou das notas desse jogo? Deixe seu comentário aqui ou em nossas redes sociais.

     

    SRN,

     

    Raony Furtado

     
     
    Apoie o Mundo Bola! Participe da campanha contribuindo mensalmente com o nosso projeto, a partir de 1 real! Clique em bit.ly/ApoiadorMundo Bola
     
    Siga-nos no Twitter: twitter.com/Mundo Bola_CRF
    Curta nossa página: facebook.com/M.RubroNegro
    Instagram: Mundo Bola
     
     

    Seja Apoiador do Mundo Bola! Você participa do grupo de Whatsapp exclusivo e concorre a uma camisa oficial do Flamengo autografada por todo o elenco do time de futebol. Clique no banner!

     

    st-1