Autor: diogo.almeida1979

  • Categorias de base – Entrevista com Gabriel Fuhrmann

    O blog começa hoje uma seção com entrevistas de profissionais ligados às categorias de base dos principais clubes brasileiros.

    A ideia surgiu após esta postagem sobre o ano de ouro das divisões de base do Flamengo. O clube conquistou os estaduais sub-13, 14, 15, 17, o Torneio OPG sub-20 e a Copa São Paulo no começo do ano, além de ter terminado em segundo lugar no estadual sub-11, 12 e 20.

    O entrevistado de hoje é o jornalista Gabriel Fuhrmann, que acompanha uma das melhores categorias de base do país: a do São Paulo.

    Confira:

    Ninho da Nação – Há quanto tempo acompanha a base do São Paulo?
    Comecei a acompanhar por volta de 2004, mas pra valer mesmo foi em 2006, quando comecei a fazer faculdade.

    NN – O São Paulo foi um dos primeiros, se não o primeiro, a investir em estrutura para as divisões de base. O Flamengo vai começar a construir seu CT em 2017, além de dispor um valor de R$ 15 milhões, o maior da história. Ter um CT é um investimento diferencial para o sucesso na base? Qual valor o tricolor paulista investe?

    Com certeza investir financeiramente é um grande diferencial e por vários fatores. Por exemplo, os melhores atletas querem ir para o lugar onde terão melhor estrutura para se desenvolver. O desenvolvimento físico dos jogadores é maior. Adaptação dos jovens à rotina de jogador de futebol. São diversos pontos que tocam o investimento financeiro, que tornam uma base melhor, porém todo o investimento não vale nada se a gestão for mal feita.

    NN – O Flamengo conquistou o estadual sub-13, 14, 15, 17, a OPG sub-20 e a Copa SP. Tem uma geração que é considerada uma das mais talentosas, com destaque para Vinicius Jr, além de Vizeu, Matheus Sávio e Paquetá. O principal desafio é fazer a transição correta. Como funciona esse processo no SP e quais erros o Flamengo não pode mais repetir?

    No São Paulo o processo não funciona, houve uma mudança muito recente ainda na visão do próprio time quanto a isso. O primeiro erro que não se pode cometer é preterir um potencial da base, por um jogador de qualidade duvidosa vindo de outro time. Por exemplo, se for para o Paquetá não jogar, que seja porque o Flamengo tem um jogador muito superior a ele, um cara que seria titular em 95% dos clubes do Brasil, do contrário, tem que colocar o menino pra jogar sim. O segundo é não ter medo, o mantra não está pronto atrapalha mais do que ajuda, essa história de não estar pronto é meia verdade, pois o atleta só fica pronto jogando, ninguém fica pronto assistindo videotape e treinando. Então falar que não está pronto e não dar a solução para que fique, é a mesma coisa que dizer que nunca vai servir, melhor contratar de fora.

    NN – No começo do ano a ideia era a padronização tática das divisões de base com o time adulto. O caminho é esse para o sucesso? Não engessa demais? Qual sua opinião?

    Esse com certeza é um dos caminhos para o sucesso porque aumenta muito o aproveitamento dos jogadores no time de cima. Acontece muito de você formar um grande talento na base, mas que está acostumado a desempenhar um papel que não existe no time principal, então não tem como subir o jogador. O que realmente engessa, é, apesar de você ter um padrão definido, você tirar a liberdade criativa do atleta, impedir que ele faça o jogo que é natural para ele. A saída é que você consiga adaptar o jogo natural do atleta, para a função que você precisa que ele desenvolva.

    NN – Qual sua avaliação das divisões de base do Flamengo?

    Houve uma melhora bem grande em vários sentidos, sendo o principal deles a captação de atletas. O Flamengo, além de estar indo muito bem no sub-20, está formando gerações de alto nível no sub-17 e sub-15, tendo alguns dos melhores atletas do país em suas categorias, como Lincoln, Vinicius Jr e Lázaro. No entanto, é bom atentar para o fato de que o Flamengo já teve equipes vitoriosas anteriormente, talvez em um trabalho menos sólido, mas teve e a transição não ajudou os atletas como Adryan, Lorran, Frauches, Lucas Quintino, etc.

    NN – O Flamengo contratou a empresa belga Double Pass para aprimorar o trabalho das categorias de base. Conhece a empresa? É um bom caminho?

    É uma boa alternativa sim e quando se fala de Double Pass, se fala de um dos trabalhos mais bem feitos de base no mundo. Eles são responsáveis pelo trabalho tanto da Alemanha quanto da Bélgica, que resultaram em jogadores fantásticos. O trabalho deles é a longo prazo, tem o mínimo de dois anos para que tenha ao menos um ciclo completo de avaliação e comece a agir em mudanças efetivas. Eu gosto da alternativa, é uma forma de profissionalização, baseada em estudos, já que a Double Pass é ligada diretamente a uma universidade e seu curso de gestão esportiva.

    NN – O Santos parece ser o melhor modelo de gestão das categorias de base, principalmente por ter uma transição para o profissional certeira, que aproveita bem os grandes talentos. Você que é do estado de São Paulo e acompanha mais de perto, o Santos é de fato o melhor modelo? Qual o diferencial pra gerar tantos bons jogadores no time adulto?

    O Santos, como todos os times, tem seus erros e acertos. O que o Santos tem de diferente do São Paulo, por exemplo, é a liberdade dos garotos. Em Santos o clima sempre foi mais ameno para a garotada, sempre houve uma liberdade criativa, que por um bom tempo o São Paulo cerceou nos seus meninos, mas hoje tem mudado sua visão nesse aspecto. O que diferencia o Santos é essa formação e a coragem de lançar jogadores, que parte da filosofia do técnico. Se for um técnico com outra filosofia, o Santos não vai revelar, assim como outros times. Mesmo adotando essa postura, o Santos também comete seus erros, por exemplo desperdiçou Felipe Anderson e Emerson Palmieri, ambos foram pro futebol italiano, ainda hoje existem algumas posições onde atletas de fora, com menos qualidade do que os formados em casa, são titulares, mas em um balanço geral o Santos é um dos times com mais coragem de usar a base, mas considere também que a pressão popular é muito menor do que em outros times. Agora ser um modelo é difícil dizer, cada clube e cada base tem os seus respectivos problemas. Funciona como a teoria da caixa de bombom (onde você pega apenas os bombons que gosta de cada caixa), você pode pegar um pouco do que acha interessante da gestão de cada clube e formar assim uma gestão que seja totalmente eficiente no seu clube.

  • Flamengo visita Atlético-PR de olho em quebra de tabu que já dura 42 anos

     

    Por Matheus Soares (@matheusoaresr)

    Pela última rodada do Campeonato Brasileiro, na Arena da Baixada, o Flamengo encara o Atlético-PR e vai em busca do resultado positivo para terminar na segunda posição. A partida está marcada para este domingo (11), às 17h (de Brasília). Data e horário de todas as partidas da rodada. Acompanhe tudo, desde o pré-jogo às repercussões, no Twitter: @Mundo Bola_CRF, no Instagram: @Mundo Bola_crf e no Facebook: Mundo Bola.

    A semana do Mais Querido do Brasil começou com treinos físicos e táticos para que a despedida fosse com uma boa apresentação. Para isso, a equipe dedicou a semana de treinamentos em campos com grama sintética, que é usada na arena paranaense. Com treinos no próprio CT e no CFZ, o Centro de Futebol do Zico, os comandados de Zé Ricardo trabalharam forte para saírem com os três pontos. Sem Diego, suspenso, e Rafael Vaz, lesionado, os substitutos devem ser Alan Patrick e Juan. Ambos treinaram na equipe titular durante a semana. Será a última partida de Alan Patrick com a camisa do Flamengo, já que o meia voltará de empréstimo para o Shakhtar Donetsk, clube que pertence.

     

    Atlético-PR

    O Furacão depende apenas dele para garantir vaga na Libertadores 2017. Caso vença, deixará Botafogo (56 pontos) e Corinthians (55 pontos) fora da competição continental. A equipe treinou na manhã deste sábado (10) no CAT Alfredo Gottardi.
    Defendendo uma invencibilidade de 42 anos como mandante diante do Flamengo, a equipe dirigida por Paulo Autuori busca aumentar esse tabu e concretizar o bom desempenho dentro de casa na temporada, sendo os melhores mandantes. Já como visitante, a equipe não teve o mesmo sucesso: nove pontos em 19 partidas. De 1983 pra cá, os rubro-negros se enfrentaram 19 vezes em solo paranaense, foram 14 vitórias do Furacão e cinco empates.

    Em entrevista coletiva, Autuori falou sobre o desempenho no campeonato e lamentou muitos pontos perdidos fora de casa:

    “Poderíamos estar, sim, envolvidos no quarto lugar, se tivéssemos tido rendimento melhor em jogos fora de casa, em que não estivemos bem. Algumas partidas estivemos bem e não conseguimos ganhar por algum outro motivo”.

    Prováveis escalações

    Atlético-PR: Weverton; Léo, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley (Nicolas); Otávio e Hernani; Lucas Fernandes, Lucho González e Pablo; André Lima.

    Flamengo: Muralha; Pará, Rever, Juan, Jorge; Márcio Araújo, Willian Arão, Alan Patrick, Everton, Gabriel; Guerrero.

     

    Ficha técnica

    Local: Arena da Baixada (PR)
    Data: 11/12/16
    Horário: 17h
    Trio de arbitragem: Elmo Alves Resende Cunha – GO, auxiliares: Bruno Raphael Pires – GO (FIFA) e Cristhian Passos Sorence – GO.

     

    Crédito Imagem Destacada: Gilson Borba/Futura Press

     

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  • Decisões e Medo

    “Eu não temerei. O medo é o assassino da mente. Medo é a morte pequena que tráz a obliteração. Enfrentarei meu medo. Não permitirei que ele passe sobre mim ou através de mim. E, quando ele se for, voltarei minha visão interna para olhar sua trilha.
    Por onde o medo passou nada restou. Apenas eu permaneço.”

    Litania Contra o Medo – Frank Herbert – Duna

    Fatídicos momentos de nossas vidas. As decisões. Ir? Não ir? Aceitar? Recusar? Elas permeiam as nossas vidas, norteando e desnorteando. Decisões que custam caro, causam erros enormes, arrependimentos terríveis que doem nossa alma mais forte do que um punhal enterrado em nossa carne. Decisões que cobrem nosso espírito de satisfação pela coragem que tivemos de escolher um caminho em uma encruzilhada. O momento decisivo é sempre um momento de adrenalina. De medo. E justamente é o medo que impede que certas decisões sejam tomadas. O medo paralisa, contagia, causa ansiedade e aumenta a pressão cardíaca. O medo quando não confrontado, torna-se um monstro. E um monstro tão grande que evita-se pensar sobre ele, porque sabemos que seu fantasma está lá. Atrás de nossos pensamentos, procurando flancos para entrar na nossa mente e assombrá-la, tornando-se dono.

    O Flamengo este ano evitou partidas realmente decisivas. Escalou times mistos em partidas eliminatórias com o discurso de “poupar”, como se futebol fosse poupança. Optou por não dar o mergulho insano na busca por título, de decidir campeonato. A orientação de ganhar “vaga nas Libertadores” libertou o Departamento de Futebol de ter sangue nos olhos. Tirou-lhes o medo que acompanha todo vencedor. Sim, pois a saga e garra de enfrentar seus medos lhe faz forte. Desafio que não impõe medo, não é desafio. Não é decisão. É um nada morno. O fantasma da conquista tem que querer ser enfrentado, combatido e vencido. Quando se escolhe ignorá-lo está se limitando ao papel de observador, de quem assiste a roda da fortuna girando entre os clubes que têm como maior objetivo as conquistas. Mas eu e você sabemos o quanto o Flamengo está longe deste tipo de pensamento já fazem 3 anos.

    O Flamengo parece que tem medo. E em vez de enfrentá-lo com decisão, fica paralisado. Escolhe, então, jogadores e comissão técnica que ficam marcados por frases de cansaço, que comemoram derrotas e sequer falam em títulos em qualquer entrevista. O Departamento de Futebol conduz este marasmo. Está tudo muito confortável, sem exigência de nada. Enfrentaremos a Libertadores com a mesma comissão técnica que errou praticamente tudo em momentos decisivos, em que tinha que dominar o medo e tomar as decisões necessárias para fazer as alterações necessárias, seja em escalação de elenco, mudança de esquema tático e substituições.

    O Flamengo é um time medroso de um clube que, paradoxalmente, não tem medo de revolucionar sua administração e trazer conquistas memoráveis em termos financeiros e patrimoniais.

    Isto não está casando. Alguma coisa está fora da ordem.

    Que 2017 liberte o futebol do marasmo, do medo e das decisões que não alterem o atual ‘status quo’ perdedor.

  • 2016 e suas lições

    Fala meu povo mais bem vestido do mundo, tô de volta. E voltei pra um bate papo rápido sobre esse ano que nem acabou, mas que não vai deixar saudades.

    Esse ano tivemos de tudo um pouco, mas novamente faltou levantar um caneco. Tudo bem, tenho que admitir que houve uma grande melhora no desempenho do time no BR, fizemos nossa melhor pontuação desde o início dos pontos corridos e disputamos o título, mas poderia ter sido melhor.

    Mas como até mesmo um relógio quebrado está certo duas vezes ao dia, houveram alguns acertos da diretoria também. E o Diego foi o maior dos acertos, esse tem tudo para virar ídolo por aqui. Outro acerto foi a escolha de Cariacica como casa temporária, ali o time cresceu bastante e pegou ritmo com a torcida. Entre outros acertos, vale destacar também as voltas dos zagueiros Juan e Mozer, dois grandes rubro-negros com muito a acrescentar ao clube.

    E agora nesse fim de temporada é o tempo para analisar e aprender com 2016, só pra não correr o risco de jogar mais um ano fora. Começar o Brasileirão com um time já formado é essencial e pra mim esse foi o maior pecado desse ano. Jogamos a partida do primeiro turno contra o Palmeiras com um zagueiro da base inexperiente e um zagueiro que já havia sido dispensado para voltar ao seu clube e foi chamado de volta as pressas. Trágico.

    A janela de meio de ano serve para aprimorar o time, não para montar o time.

    Espero que também tenha ficado a lição sobre como jogar uma competição internacional. Jogo de Libertadores é prioridade total, não pode encarar como se fosse uma partida do Ferjão. E não tem jogo fácil contra time desconhecido, tá aí o Palestino que não me deixa mentir. Essa é uma besteira que o Flamengo sempre faz, desde os tempos mais remotos.

    E ZÉ, PÁRA DE RECUAR A @!$%#* DO TIME!!!

    Aquele empate em 3×3 com o foguinho já deveria ter dado o tom da conversa. Não recua o time! Eu sei que o elenco estava carente de peças, ficava difícil mudar o esquema em alguns jogos, mas o ZR vacilou em muitos jogos também. Mexeu mal, ressuscitou a múmia do Sheik e etc…

    Bem, 2016 é um ano com muitas lições a serem aprendidas, espero que a diretoria faça o dever de casa certinho. A nossa glória é lutar e 2017 está cheio de oportunidades.

    SRN.

     
    George Castro é colaborador do Mundo Bola desde os primeiros dias. Já escreveu matérias no Mundo Bola Informação e agora desfila suas opiniões aqui no blog Resenha Rubro-Negra
    Siga-o no Twitter: @George_CRF e @RESENHA_Mundo Bola

     
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  • Gilmar Popoca celebra primeiro triunfo na Copa RS: “vitória com a grandeza do Flamengo”

    O Flamengo enfim conseguiu a sua primeira vitória na Copa Internacional Ipiranga Sub-20. Depois da derrota para o Criciúma e do empate com o Cruzeiro, o Rubro-Negro derrotou o Toluca (MEX) por 5 a 3 e se manteve vivo na disputa por uma vaga na próxima fase da competição. O Mais Querido depende apenas de si próprio para avançar às quartas de final.

    Os três jogos do Flamengo na Copa RS tiveram roteiros semelhantes. A equipe do técnico Gilmar Popoca (com exceção do segundo tempo contra o Toluca), não conseguiu segurar as vantagens quando esteve a frente do placar. Diante do Criciúma abriu o marcador e sofreu a virada. Contra o Cruzeiro saiu perdendo, virou, e nos minutos finais cedeu o empate. Na partida contra o Toluca o Flamengo também saiu na frente, permitiu a virada na primeira etapa, mas teve tempo para se recuperar.

    O técnico Gilmar Popoca falou sobre a inconstância da equipe e ressaltou o espírito lutador de seus comandados nos momentos de maior dificuldade .“Nossa equipe oscilou muito no jogo de hoje. Apesar disso, não nos abatemos quando tomamos a virada e nem o terceiro gol, o que é bastante positivo. Mas o jogo de hoje provou o que venho falando para nossos jogadores desde o início da competição: eu preciso de todos”, declarou o treinador.

    Assim como a maioria dos times, o Flamengo está usando a Copa RS como preparação para a Copinha 2017 e por isso, o técnico Gilmar Popoca está utilizando todos os jogadores que estão a sua disposição. O treinador comentou sobre a importância do grupo na primeira vitória rubro-negra no torneio.

     

    “Futebol não se ganha só com 11 jogadores. Futebol se ganha com o grupo. E não há dúvidas de que essa foi uma vitória do grupo. Todos os que vinham sendo titulares e hoje começaram no banco (Jean Lucas, Patrick e Lucas Silva) entraram no jogo com uma postura diferente e contribuíram muito para o resultado final, assim como o João Pedro, o Juninho e o Théo, que começaram como titulares. Hoje tivemos, de fato, uma vitória com a grandeza do Flamengo”,  finalizou Gilmar Popoca.

     

    O zagueiro Dener  reforçou a observação feita pelo técnico, e exaltou a raça dos jogadores. “Não tenho dúvidas de que após conquistarmos essa vitória, da forma como foi, nosso grupo estará ainda mais unido. Mostramos que somos fortes. O pessoal que veio do banco entrou e deu conta do recado. Sabemos que temos muito o que melhorar, mas como o Popoca disse, se na técnica não está dando, temos que ir na raça e na vontade, pois essa é a marca do Flamengo. E foi exatamente isso que fizemos no jogo de hoje”, disse o capitão da equipe.

    Crédito imagem destacada: Gilvan de Souza

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  • Retrospectiva – Números do Flamengo/Marinha em 2016

     

    2016 foi um ótimo ano para o futebol feminino do Flamengo, comandado pelo Tenente Ricardo Abrantes. O time, formado em parceria com a Marinha do Brasil, disputou três campeonatos, conquistou dois desses, e no que foi eliminado, caiu para a equipe campeã (Audax, na Copa do Brasil). A parceria entre Flamengo e Marinha iniciou em julho de 2015, que, entre vários objetivos, visava a participação do Mengão no Futebol Feminino. Em 2 anos, já são 3 títulos conquistados, em 5 disputados.

     

    Dirigentes do Flamengo e da Marinha na Fla Experience, com os títulos conquistados em 2016.
    Dirigentes do Flamengo e da Marinha na Fla Experience, com os títulos conquistados em 2016.

    Números da temporada 2016:

    27 Jogos – 19 Vitórias (3 por W.O, no Carioca) – 3 Empates – 5 Derrotas

    60 Gols Marcados – 17 Gols Sofridos

    74,07%

     

    Jogos

    32 atletas entraram em campo pelo Flamengo/Marinha neste ano de 2016, em jogos oficiais. Juliana foi a líder no quesito: 23 participações, dos 24 disputados. Gaby, Bárbara, Danizinha e Karen vêm logo atrás com 19 jogos cada.

     

    ff1

     

    Gols

    14 atletas anotaram gols pelo Flamengo/Marinha nessa temporada. Larissa (artilheira no Brasileirão), Bárbara (artilheira na Copa do Brasil) e Tatiane (artilheira no Carioca) dominam a lista. Bárbara e Jane, inclusive, foram as únicas atletas a anotarem gols nas 3 competições que a equipe disputou nessa temporada.

     

    ff3

     

     

    Cartões Amarelos

    Foram 29 cartões amarelos recebidos, distribuídos por 15 atletas rubro-negras. A zagueira Tânia Maranhão foi a líder nesse quesito com 5 advertências. Vale lembrar que nenhuma jogadora foi expulsa no decorrer do ano.

     

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    Obs.: Créditos na imagem destacada: Adriano Fontes

     

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  • Ederson termina ano sem previsão de retorno aos campos

    O meia-atacante Ederson, que sofreu uma grave lesão ao ser vítima de uma entrada violenta de Fágner, lateral do Corinthians, no dia 3 de julho, termina a temporada sem ter uma previsão de retorno aos gramados. O Flamengo divulgou uma nota hoje sobre o estado físico do camisa 10 na véspera das férias.

    “Sobre o atleta Ederson é sabido que, apos o trauma sofrido e a sua posterior cirurgia, ainda permaneceu o edema ósseo, lesão que não tem prazo de volta. O tratamento consiste na retirada da carga e esperar pela diminuição desse quadro pelo organismo. Estará de férias, porém com acompanhamento do Departamento Médico do clube”, disse a nota.

    Contratado em julho de 2015 para ser o camisa 10 que o Flamengo precisava, Ederson fez apenas 31 partidas e 4 gols pelo clube. Após se lesionar contra o Vasco, em setembro do ano passado, ele passou dois meses fora e só voltou a jogar na penúltima rodada do Flamengo, contra a Ponte Preta. No início desta temporada, passou por uma preparação especial para evitar lesões e só disputou o primeiro jogo em março. Conseguiu ter sequência até a entrada de Fágner.

  • Flamengo tem virada heroica e se mantém vivo na briga pela Copa RS

    Precisando  da vitória para continuar com chances de avançar à fase mata-mata da Copa Internacional Ipiranga Sub-20, Flamengo e Toluca (MEX) protagonizaram uma dramática partida na tarde desta sexta-feira, no campo da PUC em Porto Alegre. O Rubro-Negro saiu na frente, chegou a estar perdendo por duas vezes, mas de forma heroica virou sobre o time mexicano e venceu o duelo por 5 a 3, conquistando assim a sua primeira vitória na competição.

    Terceiro colocado do grupo B com quatro pontos, o time comandado por Gilmar Popoca volta ao campo da PUC-RS no próximo domingo (11), às  20h30, e precisa vencer o Santos, líder da chave, para garantir vaga nas quartas de final do torneio. Em caso de empate contra o time paulista, o Mais Querido dependerá do resultado do jogo preliminar entre Cruzeiro e Toluca (MEX).

    O JOGO

    O Flamengo começou melhor o jogo e abriu o placar aos seis minutos com Juninho. No entanto, a equipe se acomodou com a vantagem e os mexicanos empataram aos 43′ e viraram aos 46′ da primeira etapa. Após a conversa com o treinador no intervalo, os Garotos do Ninho voltaram determinados a virar a partida. O zagueiro Dener empatou aos 7′, após aproveitar cobrança de falta de Kleber. Fla 2×2 Toluca.

    O Toluca também precisava da vitória para continuar vivo na competição e não facilitou em nada a vida rubro-negra. Quando o Flamengo vivia o seu melhor momento na partida os mexicanos novamente ficaram a frente do marcador, 3×2 Toluca. Mostrando maturidade, o Flamengo não se abalou. Uma tabela entre Michael e Vinicius Junior resultou no primeiro gol do meia-atacante na equipe Sub-20, aos 30′ da etapa complementar.

    Sempre superior na partida, o Rubro-Negro sabia que não havia mais espaços para erros e assim conseguiu superar o adversário. Aos 36′, Jean Lucas acertou um ótimo cruzamento e Lucas Silva não desperdiçou a oportunidade, virando a partida para o Flamengo. Para não correr mais nenhum risco, o Mais Querido fez o quinto com Lincoln, que também marcou pela primeira vez na categoria.

     

    Crédito imagem destacada: Gilvan de Souza 

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  • Sabia não? Marinho será um bom reforço para o Fla

    Por: Lucas Tinôco (Twitter: @lucastinocof)

    O Blog Vivendo o Flamengo renasce para falar sobre a possível ida de Marinho para o Mengão. Todo rubro-negro que sofre nesse período de transferências, passando horas na frente do computador e da televisão ou com o ouvido ligadaço nas rádios, já ouviu/leu que as chances do ponta-direita, que é O destaque do Vitória em 2016, são grandes de mudar da Bahia para o Rio de Janeiro mas mantendo as mesmas cores da camisa.

    Fluminense

    Marinho é novo (26 anos) mas muito rodado. Jogou na base do Fluminense e subiu para o profissional com Renato Gaúcho em 2008, quando tinha apenas 18 anos. Naquele ano ele esteve em campo em 7 oportunidades, tendo sido titular em apenas uma dessas, estando dentro das quatro linhas em 269 dos 630 minutos possíveis. Ressalto que a temporada de 2008 do tricolor carioca foi fraquíssima.

    Internacional

    Marinho ficou no Internacional entre 2009 e 2011 e entre idas para o time B e voltas para o time principal, jogou apenas 4 jogos, todos como reserva utilizado, ou seja, não começou como titular em nenhuma oportunidade, estando em campo pelo Colorado em 75 dos 360 minutos possíveis.

    Empréstimos

    Ainda em 2011, pertencendo ao time porto-alegrense, Marinho foi emprestado para dois times ao longo do ano. No primeiro semestre, ele disputou o Gauchão pelo Caxias. Foram 6 partidas disputadas, 3 como titular e 292 dos 540 minutos possíveis.

    Mais a frente ele foi emprestado ao Paraná. Lá foram 7 jogos, 5 como titular e dois gols marcados (os primeiros na carreira 3 anos após estrear no profissional) e 434 dos 630 minutos possíveis em campo. A equipe que carrega o nome do estado acabou a Série B em 13º.

    Em 2012 foi a vez dele ir pro Goiás. Foram 6 jogos, TODOS entrando durante a partida e jogos. 85 dos 540 minutos possíveis em campo.

    Em 2013 ele, ainda pertencendo ao Inter, foi para o Ituano e disputou o Paulistão daquele ano. Foram 11 jogos e apenas 3 como titular, estando em campo em apenas 441 dos 990 minutos possíveis.

    Náutico

    Em 2014 veio o Nordeste para Marinho. De volta para a sua região de origem (ele é alagoano), o jogador, que até então não tinha uma posição fixa em campo, dessa vez foi comprado pelo Náutico e deu tchau para o Internacional. No time pernambucano ele jogou, entre estadual, Copa do Brasil e do Nordeste e Série B, 21 partidas (16 como titular) e marcou apenas um gol. Nessa temporada, o time alvirrubro terminou em 13º na segunda divisão.

    Ceará

    Em 2015 o senhor Mário Sérgio foi para a equipe cearense e disputou o primeiro semestre lá. Entre o campeonato estadual, as copas do Brasil e do Nordeste e também um pouquinho de Série B, o atleta, que começava a se encontrar jogando aberto pelo lado direito, somou 28 jogos (19 como titular) e marcou 9 gols. Até então sua melhor temporada.

     

    cea
    Sabia não

     

    Foi no Ceará que Marinho ficou famoso pela fatídica e cômica entrevista em que ele tomou o cartão, foi suspenso e simplesmente não sabia. Foi então que um repórter abordou ele no fim de jogo e avisou que ele tava suspenso. O jogador, com cara de perdido soltou um “ah, é? sabia não”, palavras que viralizaram pelo país todo.

    Cruzeiro

    No segundo semestre, o time mineiro contratou o rodado jogador de 25 anos e 1,69 metro. Marinho estreou na 11ª rodada do Brasileirão e marcou um gol, o único em seus 12 jogos (8 como titular) com a camisa da equipe celeste. O ano de 2015 não foi dos mais favoráveis para o Cruzeiro, principalmente na parte ofensiva. Contudo, a equipe ainda ficou na 8ª colocação na temporada.

    Vitória

    destaEm 2016, Marinho voltou para um clube nordestino ao assinar com o Vitória. Na equipe baiana ele, enfim, se fixou mesmo como ponta-direita, teve mais sequência e enfim mostrou um futebol convincente. São 42 jogos no ano (todos como titular) e 20 gols marcados. Na equipe baiana, o alagoano têm se mostrado um jogador com bom drible, veloz e ótimo finalizador. Um jogador intenso, que vai pra cima sem medo e com capacidade de decidir qualquer jogo. É verdade que o Leão da barra não está bem e ainda corre risco de descer para a Série B, porém, se não fossem as boas partidas e o poder de decisão do jogador, com certeza já teria a queda decretada.

    Ainda que não seja contratado, vi argumentos falhos do tipo: “ele é jogador de time pequeno” sendo que o maior clube que jogou (Cruzeiro) não vivia uma fase das melhores; “são 144 jogos e apenas 34 gols” sendo que dos 144 apenas 97 foi como titular, sem ter sequência na maioria dos clubes e sem ter uma posição certa em campo, tendo jogado como ponta-esquerda, armador e até como atacante de referência. Desde que chegou ao Vitória ele se fixou como ponta-direita, teve sequência e viu seu desempenho subir ao ponto de despertar interesse dos dois líderes da Série A. Isso não pode ser por acaso, não é por acaso.

    Quem acompanha o jogador, como eu, um torcedor off-Rio, mais precisamente baiano, terra do time que ele veste a camisa, sabe que os números enganam. Não faço ideia para onde Marinho vai, e se ele vai mesmo deixar o Vitória, mas o clube que o contratar terá um bom jogador, com todas as qualidades que já disse acima, e ainda terá um motivo para tal.

    Concorrência

    Indo para o Flamengo o jogador terá dois atletas muito criticados pela torcida como concorrentes. Há boatos de que um dos dois pode ser usado como moeda de troca na negociação por Marinho. Outro jogador que saiu de um time baiano para o Mengão é Gabriel, que também tem 26 anos e é o atual titular da posição. Desde que surgiu no Bahia, como segundo atacante e não como ponta, o baiano teve muito mais sequência que o possível futuro concorrente e, ainda assim, tem menos gols. Um a menos, é verdade (34 a 33), mas em 250 partidas disputadas (169 como titular). O camisa 17, desde que chegou ao Mais Querido do Brasil se mostrou apenas um jogador para compor elenco. E olha que sou um defensor dele quando falam que ele deve sair do time. Pra mim, ele tem mais recursos que o concorrente que falta: Marcelo Cirino.

    Cirino chegou ao Flamengo no ano passado após temporadas de destaque pelo Atlético-PR. De todos os três é o atleta com mais gols (56) em 236 partidas (167 como titular). Pelo Mengão são 23 gols, a maioria em estaduais, e dois anos de muita expectativa e pouco futebol. Ele não é um atleta ruim, mas desde que passou a vestir a atual camisa se mostra apenas um jogador rápido e nada mais. Respeito quem tem fé nele, mas além de parecer ter menos recursos que Gabriel, me parece menos esforçado também.

    Em média de gols Marinho tem 0,24, Gabriel tem 0,13 e Cirino tem 0,24. Se convertermos o número de minutos jogados por cada, e é por isso que ao longo do texto destaquei alguns desses números, a média do primeiro sobe para 0,34, a do segundo para 0,19 e a do terceiro para 0,32 gols por jogo.

    Quero Marinho no Flamengo principalmente por ele ser tudo que os outros dois não são: raçudo, incisivo e principalmente, finalizador. Além disso, junta-se a velocidade e o drible às habilidades do destaque do Vitória, que é avaliado em 1,5 milhões de euros pelo renomado site Transfermakt. contra 2 milhões de euros dos dois atletas do Flamengo.

    *Não foram incluídos números de assistências pelo fato de ter dado muito desencontro nas minhas pesquisas

    *Crédito da imagem destacada: ESPN

     


     


  • Governo cria comissão que terá 20 dias para decidir futuro do Maracanã

    Dois dias após ser pressionado pelo Flamengo a ser mais transparente sobre o processo de transferência do controle do Maracanã, o governo do Rio criou hoje, por meio do Diário Oficial, uma comissão que terá 20 dias para decidir se os grupos que pleiteiam assumir a concessão do estádio cumprem as exigências mínimas. A comissão será formada por cinco membros, a serem nomeados nos próximos cinco dias pelo secretário da Casa Civil, Claudio Roberto Marques. Os consórcios formados por CSM, GL Events e Amsterdam Arenas (que tem o apoio do Flamengo) e Lagardère e BWA (rejeitado pelo clube) terão dez dias para enviar a documentação solicitada pela comissão que mostra que elas estão aptas a assumir a concessão, que hoje é do consórcio formado por Odebrecht, IMX e AEG.

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    Entre as condições elencadas pelo Diário Oficial, está a de cumprir o item 37.2 do contrato entre o governo e o Consórcio Maracanã S.A., que impõe as seguintes condições para o repasse.

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    Entre essas exigências de capacidade técnica e idoneidade financeira contidas no edital de 2013, consta a de ter um capital social superior a R$ 77 milhões – exigência, que como o Mundo Bola revelou na segunda-feira, o consórcio Lagardère/BWA não cumpre. O edital também exigia que a concessionária tenha acordo com pelo menos dois clubes para mandar seus jogos no estádio por 32 anos, e o Flamengo já declarou que não assinará contrato com a Lagardère. Como não houve mudança no edital, se a decisão da comissão for puramente técnica, ela terá que declarar que o consórcio rejeitado pelo Flamengo não está apto para assumir o Maracanã, abrindo caminho para a vitória do consórcio liderado pela CSM.

    Além disso, o contrato entre governo e Consórcio Maracanã SA é claro ao definir que, caso a sociedade que queira comprar a concessão cumpra as exigências, o governo não pode se opor ao repasse. Ou seja, caso a comissão decida que os dois consórcios estão habilitados, caberia à Odebrecht a decisão final sobre quem assumirá o Maracanã.

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    Com a decisão do governo, porém, está enterrada a possibilidade de haver nova licitação na qual o próprio Flamengo pudesse assumir o estádio, como era a preferência declarada do clube, já que o edital de 2013, que segue vigente, proíbe a participação de clubes no consórcio.

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