Autor: diogo.almeida1979

  • Fla jogará Carioca com força máxima, diz Zé Ricardo

    Mesmo com o clube não tendo assinado até o momento o contrato com a Rede Globo para a transmissão do Campeonato Carioca, o técnico Zé Ricardo afirmou que o Flamengo vai disputar o Campeonato Carioca com força máxima, e em busca do título. No ano passado, o presidente Eduardo Bandeira de Mello tinha anunciado que o clube disputaria o campeonato com um time alternativo, e só porque era obrigado, mas voltou atrás alegando justamente que estava atendendo um pedido da Globo, principal parceira econômica do clube.

    – A ideia não é a gente revezar equipes a não ser o necessário. Vamos começar o ano com aquilo que a gente tiver de melhor, a ideia é dia 29 contra o Boavista a gente ter aqueles jogadores que tiverem em melhor condição em campo para poder disputar já o Carioca. A gente também quer vencer, já que são dois anos que a gente não vence o Carioca, então a gente também já está pensando nisso, e conforme for andando o ano, as necessidades que forem ocorrendo, a gente utilizar os atletas. Para isso a gente tem que prepará-los todos bem, dar condição para que eles rendam o melhor possível. Estamos diminuindo um pouco o elenco para a gente poder otimizar a utilização de todos eles – afirmou o técnico em entrevista à Rádio Globo.

    A estreia na Libertadores, principal competição da temporada, acontece no dia 8 de março, três dias após a decisão da Taça Guanabara. Se ganhar o primeiro turno do Carioca, o Flamengo já estará classificado para as semifinais e poderá poupar jogadores no segundo turno – não é possível ser campeão antecipadamente de acordo com o regulamento.

  • Zé Ricardo: “Minha resposta é agradecer ao Emerson”

    O técnico Zé Ricardo não quis polemizar com o atacante Emerson Sheik, que após não ter seu contrato renovado com o Flamengo, acusou o treinador de “se perder” ao não escalá-lo com regularidade ao longo da temporada. Em entrevista à Rádio Globo, Zé Ricardo desejou sorte ao atacante em seu próximo clube.

    – Minha resposta é agradecer ao Emerson, porque eu não tenho exatamente nada para falar dele, apenas escolhi aqueles atletas nas diversas situações que aconteceram. Ele foi profissional comigo no período que esteve e agora nossos caminhos vão tomar direções diferentes. Eu vou desejar boa sorte pra ele porque eu tenho a preorrogativa de escolher aqueles atletas para jogar e para executar as funções no campo e, como ele fala, o treinamento é minha única maneira de avaliar. O Emerson é um jogador com uma história belíssima no Campeonato Brasileiro, três vezes campeão, e uma história também muito bonita no Flamengo. Eu só tenho que agradecer, não tenho exatamente nada para rebater em relação a isso – afirmou.

    O técnico também comentou as críticas que recebe por conta de sua inexperiência no futebol profissional – que Sheik também atacou na entrevista à FM O Dia.

    – Na vida a gente sempre começa, tem que começar em alguma hora. E eu tentei passar para os atletas que eu estava ali para ajudá-los e mostrar para eles o que eu entendia que poderia ser melhor para o nosso grupo. Eu fui um felizardo porque tive um grupo que entendeu, absorveu as informações. E como é um grupo inteligente, um grupo com boa qualidade técnica, eu tinha certeza que tinha tudo para dar certo. Sobre a questão da experiência eu entendo a aflição de alguns torcedores, porque isso faz parte, e o que eu posso dizer em relação a isso é que a gente trabalha muito, se dedica bastante, é quase que o dia inteiro pensando no Flamengo. E a gente vai continuar trabalhando para que a gente possa satisfazer também essas pessoas que hoje entendem que a gente não tem essa experiência toda, mas com muito trabalho, dedicação e muito conjunto, porque a nossa comissão técnica trabalha muito em conjunto, e com o apoio da direção, que é o mais importante, a gente possa chegar ao nosso objetivo.

    Apesar da mágoa exposta por Sheik, Zé Ricardo disse que acredita ter criado um excelente ambiente de trabalho no Flamengo e que isso é meio caminho andado para o sucesso dentro de campo:

    – Administrar um elenco não é fácil, mas desde que você trate todo mundo com muito respeito, de forma igual, mas com um sentido de meritocracia, todo mundo até entende a opção do treinador. Desde o início foi isso que aconteceu, eu tenho que agradecer a direção do Flamengo pelo apoio que me deu, a todos os membros da comissão técnica e principalmente os atletas, que entenderam que a gente precisava dar uma resposta pra nossa torcida e principalmente pra eles. Até brincava com eles que a gente é igual às cartoletas, a gente tem nosso valor, e ele vai aumentando ou diminuindo. Se a gente se unisse e trabalhasse em virtude de um bem comum, a gente poderia aumentar o nosso valor. Acredito que a direção está sendo bem pontual, cirúrgica pra trazer esses atletas, porque o mais importante para mim no futebol é o ambiente que você cria no seu dia a dia, ter o vestiário é metade do caminho andado. A gente criou um ambiente muito bom de trabalho lá no grupo onde a gente sentia prazer dos atletas estarem no nosso dia a dia e nós no dia a dia deles. E fomos criando uma identidade, junto com o apoio da nossa torcida, importantíssimo, e dos resultados, importante o resultado acontecer também, a gente conseguiu fazer um caminho legal.

  • Garantia de número mínimo de jogos na Ilha é chamariz para naming rights

    Mesmo se o consórcio aliado ao Flamengo conseguir assumir a administração do Maracanã, o clube realizará um número considerável de jogos no estádio da Portuguesa, na Ilha. A informação de que o clube trabalha internamente com um número mínimo de jogos no estádio foi dada pelo vice-presidente de Marketing, Daniel Orlean, que afirmou que essa quantidade está sendo apresentada a potenciais interessados em comprar os naming rights do estádio. Orlean falou sobre o assunto após participar, no Ninho do Urubu, de um evento para apresentar o novo patrocinador da base, a rede dentária Orthopride. Hoje à noite, o Conselho Deliberativo realiza uma sessão fundamental para os dois assuntos: vota a inclusão da marca da Orthopride na camisa da base e também o contrato com a Rohr Estruturas Tubulares para a montagem da arquibancada no estádio.

    – É possivel sim (ter naming rights na Ilha). A Ilha hoje é um ativo importante do Flamengo, é um local onde a gente vai ter um conjunto de jogos sendo disputado lá, a gente até já definiu internamente a quantidade mínima de jogos que vão ser disputados lá, isso traz uma visibilidade grande para qualquer parceiro que se interesse nesse sentido. Mas existem conversas em andamento para a gente conseguir trazer isso como mais uma conquista para o clube e para a nação. Mas são negociações em andamento, eu não posso comentar nem dar nenhuma informação mais concreta sobre esse assunto – afirmou o vice-presidente.

     
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  • Orlean destaca “valor intangível” de prevenção de lesões em contrato com a Orthopride

    A Orthopride pagará R$ 1,4 milhão nos próximos dois anos para estampar sua marca na camisa de jogo da base e nos uniformes de treino do time profissional, além de um valor intangível em tratamento dentário dos atletas do clube que pode evitar muitas lesões. A rede dentária terá dois consultórios para atender os atletas, um no Ninho do Urubu, para o futebol, e outro na Gávea, voltado aos esportes olímpicos. O dono da empresa, Alexandre de Almeida, diz que a meta da parceria é crescer para daqui a dois anos ter condição de investir num patrocínio na camisa principal. O patrocínio foi apresentado no início da tarde no Ninho do Urubu por Orlean, Almeida, o presidente Eduardo Bandeira de Mello e o ator Bruno Gagliasso, garoto-propaganda da empresa, que brincou:

    – Quem sabe eu jogo no Flamengo também? A Orthopride está crescendo. Tô brincando. Mas eu tô há muito tempo na Orthopride, tô acompanhando o crescimento e tenho certeza que qualquer marcar, qualquer empresa quer se associar e quer ser parceira do melhor time do Brasil.

    Veja o que Orlean disse sobre o patrocínio:

    Desenvolvimento humano

    Eu conheço o Alexandre há muito tempo e sei que ele é um cara que acredita no esporte como plataforma de desenvolvimento humano. O Flamengo com a inauguração do CT inaugura também uma nova era. Nos acostumamos a ouvir falar que a gente desenvolve os nossos talentos em casa, mas esse ano é um ano que vamos ter muita alegria vindo da base tanto na Copinha quanto no aproveitamento de vários atletas no profissional. Temos trabalhado pra base com um olho para daqui a dez anos, mas sem esquecer desse ano também. Todo esse investimento em desenvolvimento humano, que vem na saúde, que vem na saúde bucal. A saúde começa na boca, principalmente para quem não teve essa oportunidade, não teve acesso ao melhor para a saúde durante sua vida. Não só para os atletas que vão fazer parte do nosso time profissional, que vão fazer parte dos nossos times olímpicos, mas os atletas que vão seguir carreira em outros países, eles vão estar bem desenvolvidos na parte de saúde, na parte dental, na parte de educação, na educação de idiomas com o parceiro Yes! que a gente está construindo uma relação que também trabalha o desenvolvimento humano. Tudo isso vai impedir que novas gerações de atletas do Flamengo façam sucesso aí pelo mundo.

    Duração do contrato

    O contrato é de dois anos, a gente assina até o final de 2018. O que se espera é crescer junto da Orthopride. A gente não vende mídia, a gente constrói uma parceria de longo prazo. A gente quer ver a Orthopride fazendo o que ela fez ao longo dos últimos anos, que foi de bastante sucesso, todo o crescimento que ela teve da rede de franquias, agora com a exposição que o Flamengo traz. A gente acredita que a Orthopride com a excelência que tem, vai crescer, vai trazer cada vez mais franqueados, vai ficar mais conhecida do seu público, que é o público que quer sorrir, quer ter uma boa saúde dental. Com esse crescimento, quem sabe a gente não alça voos maiores.

    Valor intangível

    A Orthopride vai investir R$ 1,4 milhão nos próximos dois anos para a base, em dinheiro, diretamente, e vai oferecer todo um conjunto de serviços de saúde para todos os nossos atletas da base aqui e na parte olímpica. É um valor intangível bastante alto. Tudo depende da necessidade da saúde dentária dos atletas. A gente pode ter tratamentos mais caros, tratamentos mais baratos, tratamentos estéticos, tratamentos que precisam de um processo clínico mais profundo. A gente enxerga potencial incrível, como por exemplo de um atleta se recuperar muito mais rápido porque está com a saúde dental perfeita. A gente teve casos não só no Flamengo, mas em outros clubes, em outras áreas de esporte, que a recuperação do atleta foi demorada porque junto com uma lesão muscular, ou uma lesão óssea, existia um problema dental, e o desequilíbrio que isso causa no corpo, na saúde, torna a recuperação bastante lenta. Então o doutor Tannure já conversou também com o pessoal de saúde da Orthopride e está se fazendo um trabalho de mensurar isso.

    Uniforme de treino

    O uniforme de treino do profissional é uma das contrapartidas que a gente oferece. Eles entram nas costas inferior da camisa da base, aparecem também em placas aqui dentro do CT, e no uniforme de treino. E dentro do orçamento o recurso é direcionado para a base e o recurso de serviço é para todos os atletas do Flamengo. Então a gente deu não só contrapartidas na base, mas contrapartidas no nosso uniforme de treino do time profissional, que tem bastante visibilidade, outras marcas internacionais estão também anunciando no uniforme de treino, como vocês viram recentemente.

  • Uma abstinência em preto e vermelho

    Começa ali em meados de dezembro. O campeonato brasileiro acaba, depois de 38 rodadas que podem ter sido eletrizantes, terríveis ou apenas imensamente longas, dependendo do desempenho do seu time. Você está eufórico, triste ou apenas exausto, o que também varia de acordo com o desempenho do seu time, e precisa de um tempo pra comemorar, sofrer em paz, não ver um raio de um gramado por perto, nem se for do playground do seu prédio, também variando de acordo com o desempenho do seu time.

    Na primeira semana é tranquilo. Sua noite de quarta-feira está livre, você pode ir ao cinema, sair com os amigos, quem sabe até dormir mais cedo, sensação gostosa de deitar onze da noite, na quinta acordou até renovado. No domingo o almoço de família começou três da tarde e você não apressou ninguém, não tirou celular do bolso, cinco horas tava ajudando a mãe com a louça, ela até agradeceu. Durante a noite nada de Fantástico, botou em dia aquele seriadinho que seu irmão vive recomendando, muito bom o seriado, você devia acompanhar mais.

    Segunda-feira cedo começou. Ligou o computador do escritório, mas não tinha gols da rodada pra ver, deu uma lida de leve nas especulações, tentou não se envolver muito, sabe como é, tudo boato, vamos esperar pra ter certeza, muita coisa pode acontecer. Na tarde de terça bateu uma ansiedade que você não sabia descrever e que só foi aumentando até a noite de quarta, quando veio a sensação de vazio. Alguma coisa faltava na sua rotina, o seu meio de semana estava sem âncora, terça, quarta, quinta, os dias pareciam todos iguais já que em nenhum deles havia futebol.

    Fim de semana a abstinência bateu e você começou a tentar procurar substitutos. Como um adolescente fumando orégano você se pegou assistindo um amistoso de amigos do Eri Johnson contra primos do Wesley Safadão, acompanhando jogo do campeonato inglês, vendo vídeo com as melhores jogadas do
    Marcelo Cirino em 2016 – era um vídeo muito, mas muito, mas muito curto mesmo.

    Na semana seguinte já estava de cabeça no noticiário de especulações, virou o ano pesquisando a biografia de cada futuro reforço, já sabe qual apelido de infância do meia do River Plate que só aquele blog turco anunciou que estava negociando com o Flamengo. Assistiu matéria sobre as férias do Vizeu, acompanhou o Mancuello no twitter, tava acordado vendo mesa redonda na hora que ventilaram o Schweinsteiger na Gávea e se perguntou se ele ia comer banco pro Márcio Araújo, já que costuma jogar de volante.

    Essa semana tá ansioso porque começa copinha, disse que é porque gosta da competição, é importante o futebol de base, tem que garimpar esses talentos. Mas a verdade é que é mais do que isso.

    Por mais que às vezes doa, por mais que às vezes desespere, por mais que às vezes você considere deixar de acompanhar, por mais que uma vez você já tenha atirado uma lata de cerveja na parede depois de uma jogada do Mugni e ela tenha voltado e batido em você, sem o Flamengo fica um vazio, fica um buraco. Na semana, na rotina, no coração. Buraco esse que só é preenchido quando você vê aquele time entrando no campo, aqueles caras correndo atrás daquela bola, aquela camisa preta e vermelha ali, diante dos seus olhos. Porque como mais do que nunca ficou claro, com tudo que aconteceu ano passado, futebol nunca é só futebol, futebol é sempre uma parte da vida de quem ama futebol. E o Flamengo então, esse consegue ser uma parte maior ainda.

    Fora que tem esse Vinícius na Copa São Paulo que todo mundo tá falando bem, moleque tem 16 anos, se bobear a gente nem precisa contratar o Marinho, mete o garoto em campo mesmo.

    João Luis Jr.
    Twitter: @joaoluisjr

     
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  • Orlean: R$ 190 mi são apenas “garantia mínima” do que Carabao pagará ao Fla

    Presente ao evento de anúncio oficial do patrocínio da rede Orthopride à base, o vice-presidente de Marketing, Daniel Orlean, falou também sobre a parceria com a Carabao, que investirá R$ 190 milhões para estampar sua marca na camisa do time principal pelos próximos seis anos. Mas essa quantia, frisou Orlean, é só a “garantia mínima” do que a empresa de energéticos tailandesa irá pagar. Ele explicou como a Carabao chegou ao clube:

    – Ela (Carabao) procurou agências, agências esportivas, agências de publicidade para identificar qual era a melhor plataforma para construir a marca no Brasil. E o Flamengo foi citado por elas e foi escolhido pelo parceiro, a Carabao, para trabalhar junto nesse lançamento. Então foi um trabalho de muitos meses, não foi um processo só negocial, foi mostrar todo o processo tributário, mostrar como fazer a importação, como construir uma marca no Brasil, então surpreendeu o público, mas não surpreendeu a gente. Foi um trabalho de três meses para que a gente conseguisse não um patrocinador, mas um parceiro estratégico de nível internacional, que está na Inglaterra, na Europa em geral, na Tailândia, na Ásia em geral. A construção não foi do dia para a noite -afirmou.

    Ele afirmou que, mais que o longo contrato de seis anos, a coparticipação nos lucros das vendas é o grande diferencial da parceria.

    – Era um interesse de ambas as partes, porque eles têm o interesse de construir uma marca no Brasil e a gente tem o objetivo de construir essa plataforma de marketing esportivo no Brasil. Um produto novo que chega ele demora a ganhar tração não pelo público, mas pela redistribuição, pela negociação com toda rede de vendas, por construção de uma equipe para atender seus parceiros e tudo mais. Então pensar em curto prazo junto com a Carabao não era um dos nossos objetivos e não é do interesse deles. Mas o mais inovador disso tudo não é o prazo, o prazo é só uma das variáveis do contrato, é o fato de que o Flamengo ganha junto. Os valores que vocês viram divulgados é da garantia mínima que a gente tem. A gente já tem no nosso contrato que vai ser discutido pelo Conselho Deliberativo uma maneira de o Flamengo ganhar junto. A cada latinha vendida a partir de um determinado patamar, após assegurar os custos fixos que eles vão ter, o Flamengo ganha. Então quanto mais a Carabao vender, mais o Flamengo vai ganhar. Quanto mais o público adotar esse produto, mas eles vão poder investir não só em patrocínio, mas em outras ações que a gente está combinando junto. A inovação verdadeira aí, é claro, fazer um contrato mais longo e trabalhar junto para que esse produto, que eu tenho certeza que vai cair no gosto do brasileiro, para você tomar na praia, antes do esporte, depois de um esporte, à noite, um produto para uso geral para te dar energia. Existe espaço para um produto bom, novo e que vai levar a propulsão do Flamengo adiante.
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  • Gilmar Popoca: “Esperamos produzir muita coisa boa pro Flamengo”

    Substituto de Zé Ricardo no sub-20, o técnico Gilmar Popoca comanda a partir de amanhã pela primeira vez o Flamengo na Copinha, mais tradicional competição das categorias de base no Brasil, com a missão de defender o título conquistado no ano passado com um time bem rejuvenescido. Grande destaque nas categorias de base, Popoca não repetiu o sucesso como jogador profissional, e agora tenta passar a experiência para que o mesmo não se repita com seus atletas, promessas do calibre de Lincoln e Vinícius Júnior, destaques da seleção sub-17 que disputarão sua primeira Copinha com apenas 16 anos. O Mundo Bola acompanhou o último treino da equipe antes da viagem para São Caetano, onde o Flamengo estreia amanhã contra o Central-PE. No fim da atividade, o técnico Gilmar Popoca conversou com os jornalistas presentes:

    O Flamengo está defendendo o título da Copinha, e quando ganhou, ganhou também com todo mundo comentando o estilo de jogo do Flamengo, de toque de bola, do Zé Ricardo, que agora está no profissional. Você vê o Flamengo defendendo além do título uma escola, um estilo que está surgindo para virar um jeitão do Flamengo, de repente?

    Popoca- O Flamengo sempre foi dessa maneira, sempre jogou com esse estilo técnico, jogadores de habilidade, muita movimentação, muito jogo coletivo, mas sem perder seu espírito competitivo. Pela exigência da torcida, eu mesmo como ex-atleta sei o que essa galera, quando tá gritando lá em cima, exige. A gente não muda, a gente vai procurar fazer um campeonato bem qualificado, vamos jogar futebol, da melhor forma possível. A gente treina, a gente se organiza ofensivamente, defensivamente, mas eu quero uma equipe leve, solta, que os atletas possam ter liberdade de ação dentro de campo. Eu não gosto muito daquela coisa de robotizar, mecanizar muito na parte tática. Tem que haver uma mobilidade entre os jogadores. Você não pode ocupar o mesmo espaço, mas tem que haver sempre uma movimentação para que você possa criar situações de surpresa, diferentes, para surpreender o adversário.

    Como o Flamengo chega para essa Copinha? No ano passado o time passou por várias reformulações depois do título, a última na Copa RS.

    Popoca- É uma equipe bem jovem. No ano passado a gente teve duas mudanças, perdemos várias atletas, na última competição nós perdemos 50% da equipe. Mas a gente confia muito, a gente não tem que ficar muito preocupado com a idade deles, lógico que a experiência conta bastante, mas a gente tem um grupo muito talentoso, e eles já deram provas na Copa RS, a equipe foi muito bem. O Flamengo nunca tinha passado de fase e chegou à semifinal. É uma expectativa muito grande, pelo talento que esses meninos têm e pela maneira que a gente conseguiu encaixar essa equipe. A gente espera fazer uma grande Copinha, mesmo sabendo da responsabilidade que é ser o atual campeão, de estar num grupo pesado, difícil. Vamos jogar com equipe do Nordeste (Central-PE), que evoluiu muito em relação a suas equipes. Temos duas equipes de São Paulo, São Bento e São Caetano… A gente confia muito. Estou muito confiante de fazer uma grande competição.

    Qual é a análise que você faz do grupo, e dos adversários?

    É um grupo pesado, não é um grupo fácil. O Central foi semifinalista do Campeonato Pernambucano, foi eliminado pelo Sport em dois jogos, e o Sport ganhando de forma muito espremida. O Nordeste tem evoluído muito em termos de futebol. É um adversário dificílimo, e é nossa estreia. Esses garotos que vêm do Nordeste vão jogar a vida deles, porque é a primeira vez que vão jogar com transmissão da TV para todo o Brasil, contra um Flamengo, atual campeão, é a chance de eles se mostrarem e quem sabe serem vistos por outros clubes. Então vai ser um jogo duríssimo. Então nós temos São Bento e São Caetano, são duas escolas bem trabalhadas lá em São Paulo e que já têm história no Campeonato Paulista. Então vai ser uma competição bem complicada. Mas nosso grupo é muito interessante, é uma equipe bem talentosa, jogadores tecnicamente com um nível muito bom. A gente conseguiu encaixar bem essa equipe e a gente espera que eles possam reproduzir isso dentro da primeira fase, dos primeiros jogos, para seguir firme na competição.

    Embora a Copinha seja um torneio muito tradicional, na base o título não é o mais importante, o mais importante é a formação, o processo todo. Que futuro você vê para essa garotada? Você acha que o Flamengo está trilhando o caminho de voltar a ter uma fábrica de jogadores feitos dentro de casa?

    Eu acredito que sim. O Flamengo pouco a pouco está se organizando, se organizou administrativamente, está se organizando em termos de infraestrutura, para oferecer aos atletas da base também o que oferece ao profissional. A gente tem uma expectativa muito grande nesse grupo, inclusive eu vou para a Copinha com uma equipe extremamente jovem. Atletas praticamente de primeiro ano de juniores, seis, sete atletas da sub-17, em virtude de serem atletas extremamente talentosos. Essa união de safras que está acontecendo. A 97, que é o último ano, a gente só tem dois atletas. A mescla dessas três safras, 98, 99 e 2000, juntando com esses dois da 97, a gente espera produzir muito coisa boa pro Flamengo. Quem saiba o Flamengo possa voltar àquela velha frase: ‘Craque o Flamengo faz em casa’.

    Muita gente fala do Vinícius Júnior, mas também tem o Lincoln. Queria que você falasse um pouquinho do Lincoln que já foi destaque na Copa RS?

    Popoca- São dois atletas extremamente talentosos. O Vinícius vinha até se destacando um pouco mais nas competições, na seleção brasileira, inclusive, é titular da seleção sub-17. O Lincoln é um jogador de uma qualidade técnica, de uma definição dentro da área impressionante. O que aconteceu foi que a gente deu oportunidade para ele na RS, que foi a competição anterior a essa, e o Lincoln chegou e fez diferença. Ele manteve um nível muito alto de atuações mesmo sendo um atleta que ainda ia completar 16 anos. A gente sabe muito o potencial, mas tem que ter paciência, o garoto tem apenas 16 anos. Na função do atacante centralizado ele é um jogador diferente mesmo. Agora é trabalhar porque ele vai cada vez enfrentar adversários mais duros, juniores é uma categoria mais pesada, então a gente tem que trabalhar principalmente a cabeça dele para que não aconteça alguma coisa errada no percurso. E o Vinícius é um jogador talentoso demais, a gente está moldando ele às características do futebol de juniores, que é diferente da sub-17, por ele ser um jogador mais de habilidade, de dinâmica, de velocidade, de dribles, a gente tem que estar moldando ele um pouquinho, passar uns ensinamentos para ele para que ele não se prejudique, para que ele não exagere em algumas situações, porque realmente é um jogador decisivo.

    Os últimos dois treinadores campeões da Copinha deram um salto na carreira. O Zé Ricardo assumiu o profissional do Flamengo e conseguiu o terceiro lugar no Brasileiro, e o Rogério Micale foi técnico da seleção olímpica que conseguiu a medalha de ouro. O que o Gilmar Popoca espera da Copinha?

    Popoca – Eu tô muito tranquilo, porque eu venho pouco a pouco na minha carreira, desde o sub-13, passei pro sub-15-, sub-17, sub-20…. Eu acho que as oportunidades aparecem. Então apareceu com a ida do Zé pro profissional. Eu continuo como treinador da base sendo um formador, eu tenho que formar esses meninos, eu tô mais preocupado realmente em fazer esse trabalho. Eu não tenho uma preocupação, com toda sinceridade, de querer ir pro profissional. A coisa acontece naturalmente, tudo tem seu tempo na vida. Eu quero continuar trabalhando, evoluindo em relação a meus conceitos de jogo, a minha leitura de jogo, e seguir minha vida normalmente. É continuar trabalhando normalmente, fazer um bom trabalho, sendo admirado e respeitado pela diretoria para que eu dê continuidade a esse trabalho. Não tenho essa preocupação, mesmo sabendo do sucesso do Zé, do Micale, do próprio Paulo Henrique que foi campeão da Copinha aqui dentro do Flamengo também, eu quero deixar as coisas acontecerem muito naturalmente.

    Você foi jogador de seleções de base. Que exemplos você dá para os jogadores no dia a dia, que talvez você não tenha conseguido ser a estrela no futebol profissional à altura do seu destaque da base. O que você fala para eles da sua trajetória, o que você ensina para eles no dia a dia?

    Popoca – Eu converso muito com eles. Eu mostro a eles a minha vida como atleta. Eu vim para o Rio de Janeiro com 15 anos, fui trazido pelo Cláudio Coutinho, na época conseguiu vir de Manaus, na Região Norte, uma região desconhecida, para cá, e consegui me realizar profissionalmente. Joguei no Flamengo algumas temporadas, fui campeão. Lógico que na época o nível técnico era muito alto, tinha Zico, Adílio, Tita, um monte de craques e eu consegui jogar com eles todos. Estive na seleção, fui campeão sul-americano, fui campeão mundial sub-20, fui medalhista em Los Angeles pela seleção olímpica em 1984, e tive uma carreira muito legal, depois do Flamengo joguei no Santos, no São Paulo, no Botafogo, na Ponte Preta. Eu digo para eles o seguinte: que eu poderia ter ido muito mais longe do que eu fui porque eu cometi alguns erros. Talvez uma coisa que tenha me faltado um pouquinho tenha sido um pouco de equilíbrio, em termos emocionais, para saber resolver algumas situações que porventura aconteciam. Muito mais quando eu estava no profissional do que propriamente na base. Na base eu tinha um equilíbrio maior, não sei por quê. Eu sempre tive uma personalidade muito forte, e às vezes o confronto com as pessoas que têm o poder te leva a derrota. Então eu falo com eles sem vergonha nenhuma, conto todas as minhas histórias para eles, minha trajetória para que eles não sigam o caminho que eu segui. Porque eu fui muito bem, mas poderia ter ido muito melhor. Se eu fui a uma Olimpíada, eu poderia ter ido a uma Copa do Mundo. Porque aquela geração que foi campeã em 1994 era praticamente a minha geração, Romário, Bebeto, Dunga, toda essa rapaziada que começou junto comigo. Eu procuro dar nessas conversas, uma resenha entre amigos, mostrar a hora que vai ter que esperar, vai ter que ser reserva, esperar a oportunidade de entrar e não sair mais. Tem várias coisas boas que eu posso passar para eles, sem vergonha nenhuma, com muito orgulho até, para que eles possam construir uma carreira mais sólida que a minha.

    E é muito diferente o comportamento hoje da garotada da sua época? Fixação em celular, redes sociais, como lidar com isso?

    Popoca- Tem uma coisa que prejudica muito mais rápido, que é o ganho. Na minha época você ralava, para fazer um contratinho era complicado. O garoto hoje de 17 anos já tem um contrato, já recebe um valor que dá para ele até se manter fora do clube, na minha época não era assim, a diferença é muito grande. E além do mais a convivência mudou muito. Antigamente havia a concentração, onde você trocava figurinhas, fazia resenha, fazia aquele bate-bola entre os amigos, hoje é muito mais Playstation, aquele negócio de celular, Whatsapp, às vezes o cara tá na frente do outro e tá conversando pelo Whatsapp, é um negócio de louco, mas eu quebro isso aí deles. Eu quebro. Eu sou um cara que falo pra caramba, eu atropelo eles, eu puxo resenha, conto história, até coisas do passado que acontecem muito menos hoje.

    Como é que você trabalha a parte emocional dos jogadores?

    Popoca – Na conversa. Eu sou um cara que converso muito. Às vezes no um contra um, eu sento, troco ideia, vou nos quartos. Por eu ter convivido com esses meninos já quase sete anos, porque muitos começaram comigo na sub-13, eu tenho essa facilidade de chegar neles. Eles têm uma confiança muito grande em mim, eu também neles, uma admiração. Eu digo sempre entre a gente: respeito e admiração têm que existir sempre. Fica mais fácil de a gente trocar uma ideia e eu fico muito feliz de poder passar coisas boas para eles. Eu tenho certeza que eles vão assimilar, vão chegar bem tranquilos e vão tentar fazer uma competição de alto nível.

     
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  • Aposta na Copinha, Lincoln assina esta semana seu primeiro contrato

    Uma das maiores promessas da base do Flamengo, o atacante Lincoln, que acaba de completar 16 anos, deve assinar na sexta-feira seu primeiro contrato profissional – a legislação só permite que os atletas firmem vínculo com o clube após atingirem essa idade. Destaque em todas as categorias de base, onde tem sido sempre artilheiro, campeão e convocado para as seleções da categoria, ele foi promovido para o sub-20 ainda com 15 anos, para a Copa RS no fim do ano passado, e já se destacou com gols e assistências que ajudaram a levar o Flamengo à semifinal.

    O Mundo Bola não conseguiu apurar detalhes do contrato, mas a duração deve ser de três anos, prazo máximo permitido para o primeiro contrato, com uma alta multa determinada para clubes do exterior, assim como já aconteceu com Vinícius Júnior, outra grande promessa da geração, que firmou seu primeiro contrato em setembro.

    Após o último treino antes do embarque para a Copinha – o Flamengo estreia amanhã contra o Central-PE-, o técnico do sub-20, Gilmar Popoca, falou sobre Lincoln:

    – O Lincoln é um jogador de uma qualidade técnica, de uma definição dentro da área impressionante. O que aconteceu foi que a gente deu oportunidade para ele na RS, que foi a competição anterior a essa, e o Lincoln chegou e fez diferença. Ele manteve um nível muito alto de atuações mesmo sendo um atleta que ainda ia completar 16 anos. A gente sabe muito o potencial, mas tem que ter paciência, o garoto tem apenas 16 anos. Na função do atacante centralizado ele é um jogador diferente mesmo. Agora é trabalhar porque ele vai cada vez enfrentar adversários mais duros, juniores é uma categoria mais pesada, então a gente tem que trabalhar principalmente a cabeça dele para que não aconteça alguma coisa errada no percurso – afirmou.

    Leia o perfil de Lincoln que o Mundo Bola fez em dezembro.

     
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  • Bandeira: “Maracanã é a principal contratação que não sabemos se vamos concretizar”

    O presidente Eduardo Bandeira de Mello participou hoje do anúncio do patrocínio da Orthopride para a base, e voltou a se pronunciar sobre a indefinição do destino do Maracanã. Ontem, o governador Luiz Fernando Pezão descartou a possibilidade de que o estádio seja municipalizado, como deseja o prefeito Marcelo Crivella, e garantiu que o destino do complexo será definido ainda este mês. Veja o que Bandeira falou sobre o assunto:

    Transferência do controle

    Essa realmente talvez seja nossa principal contratação que a gente não sabe se vai conseguir concretizar. O Maracanã é o sonho de todos os rubro-negros, todo rubro-negro entende que o Maraca é nosso, não que venha a ser nossa propriedade, mas existe uma identidade muito grande do Flamengo com o Maracanã e do Maracanã com o Flamengo, de 66 anos. Nós estamos extremamente empenhados em conseguir uma solução boa para a torcida e para o clube sobre o Maracanã. Existia a possibilidade de se fazer uma nova licitação, que nesse momento está descartada pelo governo estadual. O que está em jogo seria uma transferência do controle da concessão da Odebrecht para um dos grupos interessados. Existe um grupo no qual o Flamengo confia, são parceiros que têm uma relação com o Flamengo e têm um entendimento muito bom conosco, que é aquele grupo formado pela CSM, pela GL, pela Amsterdam Arenas, e já temos também um entendimento assinado com o Fluminense. O outro grupo que está sendo colocado são empresas que o Flamengo não confia, já tivemos até tentativa de entendimento com eles, mas nós nos decepcionamos com os dirigentes dessas empresas, e não adianta você começar uma relação duradoura, que vai durar mais de 30 anos, se você não tem confiança nos seus parceiros. No caso desse grupo vir a assumir o Maracanã, eles vão ter que encontrar uma outra solução para viabilizar o estádio que não seja o Flamengo. O Flamengo acha que tem plenas condições de resolver a situação do Maracanã, com uma solução que seja boa para o contribuinte do estado do Rio de Janeiro, que está sendo tão onerado, o Flamengo tem consciência de que ele consegue administrar o Maracanã junto com seus parceiros sem que o estado precise desembolsar nem um centavo seja para a operação, seja para a manutenção. Se outro grupo conseguir a mesma coisa sem o Flamengo, parabéns, nós vamos buscar outras soluções.

    Possibilidade de municipalização

    Durante a campanha o agora prefeito Marcelo Crivella sinalizou que se ele conseguisse assumir o Maracanã como poder público concedente, ele até falou que o Maracanã tem que ser da nação, ele viabilizaria essa solução do Flamengo, junto com o Fluminense, com seus parceiros, assumir o Maracanã. Durante a posse, isso foi colocado, um decreto criando um grupo para estudar a transferência para o âmbito municipal do Maracanã. Mas já soubemos que o governador Pezão descartou, dado que o Maracanã está entregue a uma concessionária. O governo do estado prefere que as tratativas continuem como estavam, então vamos torcer para tudo dar certo e para que a gente possa brevemente jogar na nossa casa que é o Maracanã.

    Diálogo com a Odebrecht

    O Flamengo participa sim das negociações com a Odebrecht. O grupo de parceiros do Flamengo opera numa harmonia muito grande, nós com a CSM, com a GL participamos praticamente de todas as negociações e temos conversado permanentemente com os interlocutores da Odebrecht, para que eles possam levar em consideração toda essa série de fatores e possam tomar a melhor decisão para todo mundo, que eu imagino que seja optar pelo Flamengo e seus parceiros.

    Chance de jogar no estádio na Libertadores

    Não depende da gente. Essa decisão até onde eu sei pode ser tomada hoje ainda. Pode levar um mês, dois meses, mas se for tomada agora, não vejo porque na estreia do Flamengo na Libertadores a gente possa jogar no Maracanã. Mas se não tiver Maracanã na Libertadores, nós vamos jogar na Ilha.

     
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  • Bandeira diz que Marinho é “muito difícil” e desconversa sobre Calleri

    O presidente Eduardo Bandeira de Mello participou no início da tarde de hoje do anúncio oficial do patrocínio da rede dentária Orthopride às categorias de base do clube. Os jornalistas presentes, porém, aproveitaram para questionar o presidente sobre a chegada de Conca e a possível vinda de novos reforços. Ele começou a resposta brincando sobre o assunto ter invadido a coletiva para a apresentação do patrocinador:

    – O Conca tá com recuperação do rompimento no ligamento cruzado (do joelho), mas a saúde bucal dele está perfeita. Efetivamente o Conca é um gol de placa do nosso departamento de futebol, ele está vindo se recuperar nesse centro de excelência que nós temos o orgulho de possuir. O fato de a gente ter todas as condições para a recuperação dele foi um elemento fundamental para a gente conseguir trazê-lo e assim que ele se recuperar. Ligamento cruzado para recuperar é uma coisa que a gente sabe que demora um pouquinho. Mas eu mesmo já recuperei o meu e estou ótimo, vocês me viram jogar contra a imprensa. Em breve, acredito que em mais alguns meses, ele já vai poder estar envergando o manto sagrado. Quando, depois que ele chegar o doutor Tannure vai dizer – afirmou Bandeira.

    Questionado sobre uma possível negociação com o argentino Calleri, do West Ham, destaque da última Libertadores pelo São Paulo, Bandeira desconversou:

    – Eu vou usar minha resposta padrão desde 2013: sobre contratações a gente não fala. O Conca você pode confirmar. Eu não falo sobre negociações. Eu sou um torcedor de arquibancada de muito tempo e quando chegava nessa época do ano eu dormia sonhando com um supercraque e e acordava com um perna de pau. Eu não quero que isso aconteça, eu já sofri muito com isso. Vamos ficar só na nossa realidade disponível, na medida que a gente for avançando nas negociações, dentro das nossas possibilidade orçamentárias, a gente vai trabalhar. Esse ano vocês sabem que a gente tem intenção de usar cada vez mais os meninos da base, que agora inclusive estarão com a sua questão bucária e dental resolvida aqui com a Orthopride.

    O presidente também falou sobre a negociação com o atacante Marinho, do Vitória, confirmada ontem pelo vice de futebol Flávio Godinho:

    – É muito difícil. Todos esses nomes que estão sendo colocados aí são difíceis. Os que a gente já conseguiu resolver nós já trouxemos. Eu não quero alimentar ilusão nenhuma, só queria que a torcida soubesse que a gente está trabalhando.

     
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