DINHEIRO Não poderei falar do meu assunto favorito. A CBF ainda não disponibilizou os resultados financeiros dos jogos contra Atlético-GO e Atlético-MG. Ai que saudade da Ferj! (Contém ironia)
CONFUSÃO Tenho visto algumas pessoas falando que o Flamengo terá uma sequência de cinco jogos fora de casa pela Série A. Não é verdade. A partida contra o Botafogo, válida pela quarta rodada, tem mando do Flamengo. E é bom que o Flamengo o exerça mandando o jogo 90/10 na Ilha. Até porque a volta certamente será 90/10 no Engenhão.
FÁBULA O futebol do Márcio Araújo é como a “Roupa Nova do Imperador”, apenas as pessoas mais inteligentes conseguem enxergar. Como não tenho a argúcia e sapiência da maioria, sigo vendo apenas um volante limitadíssimo, sem nível para quem tem grandes ambições. Perdoem minha falta de visão, mas prefiro seus reservas.
GÁVEA Durante a assinatura do protocolo de intenções para a “reforma” da Gávea, foi informado que o projeto é para um estádio com capacidade para aproximadamente 25 mil pessoas. Não resolve definitivamente nosso problema e não terá o tamanho do Flamengo, mas é bastante razoável e maior do que eu imaginava que seria liberado. A gente sabe que, quando se trata do Leblon, até para pintar o meio-fio de uma rua é complicado. Mal ou bem, será o maior estádio particular do estado. Para quem é vizinho da Ama-Leblon…
LIBERTADORES A situação no grupo 4 parece estar confortável, mas não se enganem. O duelo contra o San Lorenzo é o novo jogo do ano! No sábado, o Ciclón venceu o Huracán, seu rival histórico, fora de casa e encostou no Boca, líder do campeonato. Certamente estarão animados depois de três vitórias consecutivas. Na quarta, um empate garante a primeira posição do grupo (salvo uma vitória do Atlético-PR por OITO gols de diferença). Já em caso de derrota, o Flamengo se classificaria (em segundo) desde que o CAP não vença. Enfim, para garantir nossa saúde física e mental, é melhor suar sangue e ganhar o jogo.
José Peralta é craque em cornetagem mas é um cara maneiro pacas. Toda segunda-feira ele manda suas peraltadas aqui no Blog CRFlamenguismo.
Este texto faz parte da plataforma de opinião Mundo Bola Blogs, portanto o conteúdo acima é de responsabilidade expressa de seu autor, assim como o uso de fontes e imagens de terceiros. O Mundo Bola respeita todas as opiniões contrárias. Nossa ideia é sempre promover o fórum sadio de ideias. Email: contato@fla.mundobola.com.
A rodada de abertura do Brasileirão-2017 trouxe para o Maracanã um embate entre dois prováveis concorrentes ao título. Flamengo e Atlético-MG empataram em 1 a 1 em um jogo cheio de possibilidades. A história tática da partida pode ser contada em três capítulos bem definidos e bem distintos.
Capítulo 1 — O primeiro tempo
Zé Ricardo tem criado algumas variações de esquema nesse início de ano no Flamengo. Nos últimos jogos, todos chegaram à conclusão de que Guerrero vive grande fase, mas joga muito isolado no ataque. Depois da lesão de Diego, o Peruano vem saindo mais da área e tendo muito sucesso na construção das jogadas, mas falta alguém para finalizá-las.
O frágil ponta Gabriel foi centralizado algumas vezes nos últimos jogos: contra Botafogo (semifinal do Carioca), Atlético-PR e Universidad Católica (ambos pela Libertadores). Zé tentou criar uma opção, sempre no segundo tempo, de aproximação a Guerrero. Taticamente a coisa até funcionou, mas Gabriel não passa nenhuma confiança.
Hoje, sentindo a mesma necessidade, o treinador começou o jogo no 4–4–1–1 com Matheus Sávio fazendo essa ligação.
E assim se passou todo o primeiro tempo, com os dois times jogando em esquemas muito parecidos: duas linhas de 4, com Matheus Sávio e Robinho flutuando ao redor de Guerrero e Fred respectivamente.
Um lance de sorte levou ao gol do Flamengo, mas o resultado foi justo, pois o time se impôs e conseguiu controlar minimamente o jogo nessa configuração.
Capítulo 2 —As primeiras mudanças
O Atlético voltou do intervalo com uma substituição aparentemente simples: Cazares entrou no lugar de Otero para, teoricamente, exercer a mesma função.
Ledo engano. O desenho tático do Galo mudou completamente, com Elias menos preso ao lado direito, podendo entrar pelo meio, e Cazares jogando ao lado de Robinho em uma espécie de 4–3–2–1.
Contudo a maior mudança foi na saída de bola. A gente gosta muito de olhar o último terço do campo, e às vezes esquece do primeiro. Robinho poderia ter feito a diferença no primeiro tempo jogando entre as linhas do Flamengo, mas a bola sempre chegava quebrada.
Até então, o ataque do Flamengo conseguia domar bem a saída do Galo: Guerrero e Matheus Sávio faziam uma meia-pressão nos zagueiros, Berrío e Everton colavam nos laterais e, quando necessário, Arão ou Márcio Araújo perseguiam um volante que tentasse dar uma ajuda a mais.
No segundo tempo, Roger mudou. O Atlético começava as jogadas com os laterais espetados em posições muito mais adiantadas (agora não tinham Elias e Otero à sua frente), forçando os pontas do Fla a recuarem e se manterem muito abertos; Elias derivava da direita para o centro, ocupando os nossos volantes; e um dos volantes recuava para criar uma“saída de três”, iniciando o jogo de frente, na mesma linha dos zagueiros.
Os três saíam com a bola dominada e passavam facilmente pela linha ofensiva do Flamengo (Guerrero e Matheus Sávio). A segunda linha estava mais recuada (e portanto mais distante), pois os laterais do Atlético empurravam nossos pontas para trás. Por fim, Arão e Márcio Araújo ficaram completamente sobrecarregados, com Robinho e Cazares buscando o espaço entre as linhas. Resultado: início arrasador com domínio do Galo.
A saída de bola do Galo no primeiro e no segundo tempo
Zé Ricardo percebeu rápido o que estava errado e reagiu. Mas não rápido o suficiente: quando passava instruções a Renê na beira do gramado, saiu o gol do adversário.
Mesmo assim, Zé manteve a substituição: desmontou o 4–4–1–1 e mudou para um 4–1–4–1, admitindo perder de vez a pressão na saída de bola do adversário, mas trazendo Márcio Araújo para cuidar do problema criado entre as linhas. Funcionou em parte: conseguiu segurar o ímpeto do adversário, mas deixou de criar, principalmente pela má atuação de Trauco jogando centralizado.
Capítulo 3 — Zé propõe e Roger responde
Sem poder de fogo, o Flamengo voltou à formação anterior menos de 15 minutos depois da mudança. Ederson entrou no lugar de Trauco, retornando ao 4–4–1–1.
Cinco minutos depois, Roger também remontou o esquema original. Tirou Robinho e colocou Maicossuel aberto pela esquerda, abrindo de novo Elias pela direita e centralizando de vez o equatoriano Juan Cazares. Também tirou o cansado Fred para colocar Rafael Moura.
Enquanto as substituições do Galo eram processadas, Zé Ricardo chamou Vinicius Jr, o menino de ouro do Flamengo, e a torcida foi ao delírio.
A mudança, no entanto, tinha um fundo tático: com as duas linhas de 4 remontadas pelo adversário, o treinador rubro-negro queria pressionar a partir de um 4-2-3-1, invertendo os pontas para que eles passassem a entrar na diagonal, abrindo espaço para a ultrapassagem dos laterais. Como Berrío não tem a opção do drible curto (e por isso só pode jogar pela direita), a solução foi o menino de 16 anos.
Tivemos pouco tempo para ver essa opção funcionando de fato. Apenas a última jogada perigosa, com cruzamento de Renê e chute de Ederson, saiu exatamente da forma como Zé planejou.
Conclusões
Por muito tempo os treinadores brasileiros foram criticados pelo seu estilo Elifoot de pensar o futebol: se está perdendo, coloca um atacante, mas se está ganhando, coloca um volante ou um zagueiro. Zé Ricardo e Roger mostraram (mais uma vez) que são diferentes. Ambos têm suas convicções e alternam as fases do jogo, ora propondo novas opções, ora reagindo ao adversário.
As diferentes etapas do jogo
Zé inventou o esquema com quatro laterais no jogo contra a Católica. Quando Guerrero desempatou o jogo, Renê estava na beira do gramado, pronto para entrar no lugar de Gabriel — uma substituição que muitos considerariam “defensiva” para quem precisava ganhar o jogo.
O mesmo aconteceu contra o Galo, mas o gol saiu do lado de lá. Mais uma vez Renê entraria para corrigir um problema específico encontrado pelo treinador.
Pessoalmente, ainda tenho críticas a Zé Ricardo, mas pelo menos esse time mostra que tem uma ideia — ou várias — para colocar dentro de campo.
Autor: Téo Ferraz Benjamin
Foto: Gilvan de Souza
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Um golaço em prol da solidariedade. Esta é a melhor definição para o evento realizado no último domingo (14), em Nova Friburgo-RJ. Ídolos históricos do Flamengo marcaram presença, pelo segundo ano consecutivo, no jogo beneficente realizado na cidade.
O Flamaster teve como adversário um combinado local e venceu por 3 a 0 (gols de Renato Carioca, Carlos Henrique e Camilo). Mas, dentre os fatos mais importantes, o placar certamente foi o menos importante. Adílio, Andrade, Rondinelli, Julio Cesar Urigueller, Lico, Ronaldo Angelim e cia., deram show dentro e fora do gramado do estádio Eduardo Guinle.
Idealizado pelo presidente do consulado Fla-Friburgo (Serginho Doce Mania), o evento foi uma oportunidade de aproximar os rubro-negros locais de seus ídolos. Dez membros do Consulado foram sorteados para conhecer os jogadores do Flamaster. O fisioterapeuta Christofer Barres Pereira foi um dos felizardos e relatou a emoção do encontro.
– Tive a sensação de euforia e empolgação por estar com meus ídolos ali de pertinho. Me senti um felizardo por abraçar e tirar fotos com eles. Sempre me lembrando de agradecer por tudo que fizeram pelo clube, hoje e sempre –concluiu.
Christofer ao lado de Lico e Andrade
Ponta esquerda conhecido pelos dribles desconcertantes aplicados nos adversários nas décadas de 70 e 80, Júlio César Urigeller comentou sobre este momento de encontro dos ídolos com os torcedores.
– O Master é pra isso. É a hora do abraço. Que bom que o torcedor pode entrar em campo, tocar no ídolo… pra mim é um prazer. O Serginho (idealizador do evento) está de parabéns. É uma troca que o Flamengo sempre está disposto a fazer. Eu e Adílio trabalhamos na parte social do clube e tudo que é relacionado a social eu estou dentro – finalizou sorridente.
Urigeller em ação pelo FlaMater
Solidariedade em campo
Neste ano o foco do evento foi arrecadar fundos para o tratamento de Júlia Pimentel, uma pequena rubro-negra, de apenas 14 anos, que está enfrentando uma batalha contra o câncer. Ela esteve presente no local e recebeu o carinho dos atletas do Flamengo.
Da esquerda para a direita: Serginho, Júlia Pimentel e Maurício Gomes de Mattos.
Multicampeão pelo Flamengo, Andrade ressaltou a importância da participação de ex-atletas em eventos sociais deste porte.
– Participar dessas ações sociais faz parte da nossa vida. Temos que dar nossa parcela de contribuição.
Cerca de 1.800 pessoas estiveram presentes no estádio Eduardo Guinle. Além dos fundos para o tratamento de Júlia, também foram arrecadados alimentos que terão como destino instituições de caridade da cidade.
Outra importante presença no evento foi da dona Ida. Com 105 anos, a apaixonada torcedora rubro-negra acompanhou praticamente todos os títulos do Flamengo e mantém vivo o amor pelo clube.
– Eu largo tudo para assistir aos jogos. Eu choro, grito e falo sozinha comigo mesma (risos). Eu nessa idade ainda torço. Falou em Flamengo, eu largo tudo e vou assistir – declarou recentemente em entrevista ao globoesporte.com.
Jogadores do Flamengo recepcionando a simpática dona Ida
Representante do Flamengo
O vice presidente geral do Flamengo, Maurício Gomes de Mattos, também esteve em Nova Friburgo. Com sorriso fácil, ele destacou o carinho que tem pela equipe master do Fla.
– A importância é em nossas vidas. O que o Flamaster representa e representou no Flamengo é algo muito forte. Eu tenho muito carinho por todos estes jogadores. Pra mim é uma honra prestigiar um evento como este ao lado destes jogadores que nos deram tantas glórias.
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Na segunda-feira (08), o atacante compareceu ao Hospital Samaritano, na Barra da Tijuca (RJ), onde realizou exames médicos. Além de servir para o seguro de vida que o Flamengo faz para os atletas profissionais, os exames foram avaliados e aprovados por um médico enviado ao Rio pelo Real Madrid, segundo o site Globoesporte.com.
A primeira atividade com o time profissional aconteceu na terça-feira (09). Vinicius Junior, porém, apareceu apenas na academia do Ninho do Urubu. Havia uma expectativa de que o jogador pudesse ser relacionado para o jogo contra o Atlético-GO, pela Copa do Brasil, na quarta-feira (10), mas o diretor executivo Rodrigo Caetano descartou a possibilidade.
Flamengo e Atlético-GO empataram sem gols no Maracanã. No dia seguinte, os jogadores que começaram a partida jogando fizeram apenas um trabalho regenerativo. Com essa brecha, Vinicius Junior treinou com o time titular na quinta (11), e chegou a balançar a rede na atividade de finalizações.
No último trabalho de preparação para a estreia do Campeonato Brasileiro, Vinicius passou pelo famoso “batismo”, com direito a corredor polonês. Em um clima bastante descontraído, os jogadores mais experientes do elenco receberam muito bem o menino. Éverton fez questão de deixar Vinicius Junior bem à vontade.
-Tenho certeza que vai dar frutos ao Flamengo. Tem muita personalidade, não podem colocar pressão em cima dele. Tem que jogar do jeito que gosta e jogava nos juniores, para cima, pedalando, dando elástico, que é isso que ele sabe fazer, disse o camisa 22.
A partida entre Flamengo e Atlético-MG, neste sábado (13), no Maracanã, ficou marcada pela estreia de Vinicius Junior no time profissional rubro-negro. O atacante entrou em campo aos 37 minutos da etapa final no lugar do colombiano Berrío, e levou os torcedores ao delírio.
Vinicius não teve tempo para produzir muita coisa. Diante de um Maracanã com mais de 50 mil expectadores, o jogador falou da emoção de ter o nome aclamado pela Nação. “A torcida toda gritando meu nome, fico nervoso e ansioso. Fico muito feliz pelo reconhecimento da torcida. Hoje pude estrear. Quero agradecer ao Zé Ricardo e a comissão por me darem a essa oportunidade. O grupo que me acolheu muito bem. Espero que seja um ano de muita vitória, muitos títulos”, declarou o jogador.
Em entrevista coletiva, o técnico Zé Ricardo explicou porque optou em usar Vinicius Junior logo na semana em que o menino fora integrado ao time profissional.
– Foi uma conjunção de fatores. A ideia do clube era trabalhar com ele a partir do Brasileiro. Não pudemos contar com diversos atletas e acabou criando a oportunidade dele entrar primeiro no banco. Era o que mais se aproximava das características do Berrío, mas sem pressão. Apenas estamos trazendo o garoto para vivência no profissional. Ele tem muita coisa para dar, legal ele tomar esse carimbo da estreia, mas teremos muita calma para ter um jogador crescendo no momento dele, e não de outras pessoas.
– Muito jovem, 16 anos, quanto estiver mais adaptado poderá mostrar todo seu potencial. Perfeitamente compreensível ele estar ansioso. Se tivéssemos todo o plantel disponível talvez ele não fizesse parte já dos relacionados. Aos poucos ele pega confiança no profissional, totalmente diferente das categorias de base.
Na tarde deste sábado (13), no estádio Nilton Santos , o Flamengo entrou em campo para disputar o segundo clássico consecutivo pela Taça Rio. Jogando em casa, o Botafogo saiu na frente com o atacante Igor Cássio, marcando de cabeça. O Mais Querido perdia até os 42 minutos da etapa complementar, foi quando Fabrício, em um chute cruzado, empatou o clássico do Estadual.
O resultado mantém o Flamengo na liderança de seu grupo na Taça Rio, com quatro pontos. O Rubro-Negro também lidera a classificação geral do campeonato, com 36 pontos, ante 35 do Botafogo e 34 do Madureira.
Foi a segunda vez na semana que os Garotos do Ninho tiveram que buscar o resultado na etapa final da partida, no campo adversário. Na última quarta-feira (10), após sair atrás do placar contra o Bahia e ter um jogador expulso, o Flamengo foi valente e, pela sua persistência, foi premiado com o gol de Gabriel Silva, aos 32 minutos. O empate em 1 a 1 no estádio de Pituaçu deu a classificação inédita ao Flamengo para as semifinais da Copa do Brasil Sub-20.
Os Garotos do Ninho voltam a campo na próxima quinta (18), às 21h15, contra o Avaí, no estádio de Los Larios, em Xerém, pelo jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil. Já no sábado (2o), às 10h, pelo Estadual, o Rubro-Negro enfrenta o Vasco pela terceira vez em São Januário.
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Após a inédita classificação para as semifinais da Copa do Brasil Sub-20, os Garotos do Ninho voltam a atenção para o Campeonato Carioca. Neste sábado (13), o Flamengo enfrenta o Botafogo, no estádio Nilton Santos, às 15h, pela segunda rodada da Taça Rio. O Mundo Bola vai acompanhar o clássico através das redes sociais.
O Mais Querido lidera a classificação geral com 35 pontos, seguido do Botafogo e Madureira, com 34, e Vasco, com 31 pontos. Como no profissional, os dois times com as melhores campanhas nos dois turnos somados, avançam para as semifinais do campeonato. Os campeões das Taças Guanabara e Rio se classificam automaticamente.
Para o duelo contra o Botafogo, o Flamengo terá a volta de sua dupla de zaga titular: Dener e Rafael. Na goleada sobre o Fluminense, os jogadores cumpriram suspensão pela expulsão no clássico contra o Vasco, pela semifinal da Taça Guanabara.
Nesta semana, o técnico Carlos Amadeu convocou a Seleção Brasileira Sub-20 para a disputa do Torneio de Toulon, que será realizado na França. Entre relacionados – atletas nascidos em 1999-, estão três jogadores rubro-negros: o goleiro Hugo, o volante Vinícius Souza e o lateral-esquerdo Michael (foto). No último mês, os três atletas foram convocados para um período de treinamentos na Granja Comary. Os jogadores se apresentarão em Teresópolis no dia 21 de maio para iniciarem a preparação.
Sequência de jogos
Assim como o time profissional, os Garotos do Ninho estão enfrentando uma maratona de jogos importantes por diferentes competições. A tabela da Taça Rio reservou ao Rubro-Negro três clássicos nas três primeiras rodadas da Taça Rio, sendo dois disputados na casa dos adversários. Paralelamente, o Flamengo está disputando a Copa do Brasil, o que exige um esforço maior do jogadores e comissão técnica.
Na última semana, após ter derrotado o Bahia na quarta-feira (04), pela Copa do Brasil, o Mais Querido venceu o Fluminense no domingo (07), pelo Estadual. Três dias após a goleada sobre o rival, os Garotos do Ninho voltaram aos gramados, novamente pelo certame nacional. O empate em 1 a 1 diante do Bahia, em Salvador, na última quarta (10), credenciou o Flamengo a enfrentar o Avaí em uma das semifinais da competição.
Serviço
Para assistir ao clássico entre Botafogo e Flamengo no estádio Nilton Santos, o torcedor precisará comparecer com 1 Kg de alimento não perecível. O Setor Sul, que fica em frente a estação de trem Engenho de Dentro, será destinado à torcida rubro-negra. Já os alvinegros acessarão o estádio pelo Setor Oeste.
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Neste final de semana começa o Campeonato Brasileiro de 2017 e o Flamengo está encarregado de fazer o jogo de abertura às 16h00 deste sábado. Para isso, foi reservado um lindo palco e um adversário bem duro.
Voltando a estrear em brasileirões no Maracanã desde o 1 a 1 contra o São Paulo em 2010, o rubro-negro receberá o Atlético-MG em busca de manter a quase invicta série de estreias em casa desde que a competição passou a ser disputada no formato de pontos corridos. De 2003 a 2016, foram 8 as ocasiões em que abrimos a liga nacional jogando em casa, somando 3 vitórias (2008, 2011 e 2016), 4 empates (2003, 2005, 2010 e 2014) e apenas uma derrota (para o Palmeiras em 2007).
Para manter o bom retrospecto, o time de Zé Ricardo contará principalmente com a boa sequência como mandante. Na temporada atual são 13 vitórias (5 no Maraca sendo 3 pela Libertadores) e 3 empates, com 41 gols feitos e 11 sofridos. Fora de casa, o Galo de Roger Machado tem 4 vitórias, 4 empates e 4 derrotas. A dificuldade sempre foi contra os seus adversários mais difíceis, ponto que o Fla também vai querer tirar proveito.
Terceiro e quarto colocados no Brasileirão passado, ambos entram como favoritos para essa edição.
Adversário
O Atlético-MG trouxe nomes como Elias, Rafael Moura, Marlone e o zagueiro Felipe Santana, que passou muitos anos na Alemanha antes de ficar sem clube e ser contratado pelo clube mineiro. Em contrapartida, perderam peças importantes, como o lateral-esquerdo Douglas Santos, o volante Leandro Donizete, o meia Junior Urso e o atacante Lucas Pratto. Quem também chegou foi Roger Machado, que fez um bom trabalho em 2015 no Grêmio e foi ocupar a vaga que era de Marcelo Oliveira.
Em 2017, o time mineiro mais uma vez conquistou o campeonato estadual. No Grupo 6 da Libertadores ocupa a segunda colocação com 10 pontos e já está classificado para a próxima fase. Seus principais nomes seguem sendo Fred e Robinho.
Para a estreia contra o Flamengo, não contará com Marcos Rocha e Leonardo Silva (machucados) e Erazo (suspenso).
Em campo, tivemos a volta de Ederson no duelo da última quarta (10) pela Copa do Brasil contra o Atlético-GO e a presença da jovem estrela Vinícius Jr, que tem atraído grandes esforços do Real Madrid para a sua contratação, treinando com os profissionais. O atleta de 16 anos tem grandes chances de ser relacionado para o duelo deste sábado principalmente por conta da ausência de Gabriel, que será poupado.
Notícia quentinha que saiu nesta sexta e foi dada pelo GloboEsporte.com é sobre as chances de Conca voltar a jogar já no próximo mês. Quem diz isso é Márcio Tannure, chefe do Departamento Médico do Fla.
Retrospecto do confronto
Flamengo e Atlético Mineiro já se enfrentaram 70 vezes, com 27 vitórias para o rubro-negro, 25 para os mineiros e 18 empates. Em Brasileirões são 58 jogos com 22 vitórias para cada lado. Contudo, jogando no Maraca o Galo tem dificuldades pra bater o Urubu: 4 vitórias, 4 empates e 13 derrotas.
Na temporada passada, o Fla não perdeu. Foram 3 duelos, com duas vitórias por 2 a 0 e um empate por 2 a 2. Nos últimos 10 confrontos são 5 vitórias para os atleticanos, 4 para os flamenguistas e apenas um placar igual.
No último embate, Diego e Guerrero marcaram para os cariocas enquanto Robinho e Pratto fizeram os gols dos mineiros.
Venda de ingressos
Até o dia de véspera da partida foram vendidos 33 mil ingressos para estreia do Mais Querido do Brasil no Campeonato Brasileiro.
Atlético-MG (provável escalação): Victor; Carlos César, Felipe Santana, Gabriel, Fábio Santos; Adilson, Rafael Carioca, Elias; Otero; Robinho e Fred. Técnico: Roger Machado
Árbitro: Jailson Macedo de Freitas
Assistentes: Alessandro A. Rocha de Matos e Elicarlos Franco de Oliveira
Transmissão: Premiere, Premiere HD e Tempo Real no @Mundo Bola_CRF
*Créditos da imagem destacada: Gilvan de Souza/Flamengo
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O Flamengo informou que 36 mil ingressos já foram vendidos para a estreia no Campeonato Brasileiro, amanhã, contra o Atlético-MG, no Maracanã. Um levantamento feito pelo Mundo Bola mostra que essa quantidade de público pagante, que certamente crescerá amanhã, já representa o maior número de torcedores na primeira partida do Flamengo como mandante no Brasileiro desde 1992, ano do pentacampeonato. O mais provável é que o público supere os 37.834 que assistiram ao empate em 2×2 contra o Botafogo, em 1992, e se torne o maior de uma estreia rubro-negra diante de sua torcida em Brasileiros desde 1985, quando 52.024 torcedores pagaram para ver o Flamengo derrotar o Corinthians por 2×0.
Nesses 25 anos desde aquele Flamengo x Botafogo, o maior público do Flamengo em um primeiro jogo em casa foi em 2008, quando 29.502 torcedores pagaram para ver a vitória contra o Inter — que na realidade foi o segundo jogo do Flamengo como mandante, mas na estreia contra o Santos o clube cumpria punição e jogou com portões fechados.
Nesta temporada, a torcida do Flamengo já bateu o recorde de presença na fase de grupos da Libertadores na História do clube. O Flamengo detém os quatro maiores públicos do Brasil neste ano, incluindo os três jogos da Libertadores e o Fla-Flu decisivo do Campeonato Carioca.
Veja os dez maiores públicos do Flamengo na primeira partida em casa em Brasileiros (sem contar a partida de amanhã, que já garantiu ao menos o oitavo lugar só com a venda antecipada):
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O presidente Eduardo Bandeira de Mello assinou na manhã desta sexta-feira um protocolo de intenção com o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, para a construção de um novo estádio de 25 mil lugares na Gávea.
O estádio será “acústico”, para evitar que o som incomode a vizinhança, e não terá estacionamento, incentivando o uso do transporte público com as novas estações de metrô que foram inauguradas ano passado nas cercanias do clube e outra que ainda está em projeto.
Na cerimônia, Crivella também anunciou que o governador Luiz Fernando Pezão já bateu o martelo na decisão de realizar uma nova licitação para a administração do Maracanã – da qual o Flamengo tem intenção de participar.
Após o evento, no qual ainda foi firmado o acordo pelo qual o Flamengo doará 70 mil cestas básicas à prefeitura para a reabertura de restaurantes populares — com dinheiro vindo da renda da partida de amanhã no Maracanã, na qual a prefeitura intercedeu junto à Odebrecht para que não houvesse cobrança de aluguel –, Bandeira falou ao Esporte Interativo sobre os próximos passos para a construção do estádio e como seria a coexistência com um Maracanã administrado pelo Flamengo. Veja os principais trechos:
Sem impacto na vizinhança
É um sonho antigo da nação rubro-negra que está sendo viabilizado agora. Agradecemos a compreensão da prefeitura e o apoio para a viabilização desse nosso sonho. Eu tenho certeza que vai ser um projeto lindo que vai valorizar o entorno da Gávea, que não vai ter praticamente nenhum impacto em termos de poluição sonora nem de trânsito. Até porque o estádio vai ser servido por três estações de metrô.
Construção e financiamento
São 25 mil espectadores. Nós vamos ultimar os trabalhos relativos ao projeto detalhado e esse projeto vai ser apresentado à prefeitura. E assim que obtidas as licenças a gente pode começar a trabalhar já na construção. Estamos trabalhando desde já também na articulação do funding necessário para a construção do projeto e eu tenho certeza que isso vai ser realidade muito em breve.
Concessão do Maracanã
Nós estamos aguardando o edital da nova licitação do Maracanã para que o Flamengo possa, dependendo dos termos do edital, se habilitar como concessionário ou como participante de um grupo concessionário. Vou repetir mais uma vez que o Fluminense, se quiser ser nosso parceiro nessa empreitada, vai ser muito bem-vindo e que os outros clubes, sempre também sob administração do Flamengo, terão seu direito de acesso respeitado.
Coexistência entre Maracanã e Gávea
O Maracanã é um estádio muito caro, é um estádio que custa de 30 a 40 milhões por ano só para existir, independentemente de qualquer jogo que você promova, qualquer atração que você promova no Maracanã. Por isso ele só comporta jogos acima de um determinado público, dependendo também do tíquete médio que você consegue viabilizar. Então jogos abaixo de 20, 25 mil espectadores não interessam fazer no Maracanã. Nem para o Flamengo nem para ninguém. Então a ideia é você ter as duas alternativas. Para jogos, uma final do Libertadores, por exemplo, a gente faz no Maracanã. Para jogos abaixo de 20, 25 mil espectadores, a gente faz na Gávea.
A Câmara dos Vereadores autorizou em segunda e última votação que o edifício Hilton Santos, no Morro da Viúva, que pertence ao Flamengo, possa ser transformado em um hotel. Até o momento, o prédio só poderia ser utilizado para fim residencial.
No mês passado, o clube abriu um edital para que empresas apresentassem propostas de permuta para o uso do edifício, na qual o Flamengo receba uma quantia em dinheiro – num valor mínimo de R$ 20 milhões – e mantenha algumas unidades do prédio para explorá-las como entender. As propostas foram apresentadas pelo presidente Eduardo Bandeira de Mello e o vice-presidente de Patrimônio Alexandre Wrobel em uma reunião com vereadores e autoridades da CET-Rio e da Secretaria de Urbanismo, organizada pela vereadora Tânia Bastos na Câmara Municipal antes da votação de hoje.
Tania Bastos, Bandeira e Wrobel na reunião na Câmara Municipal
O projeto aprovado pelos vereadores vai agora para sanção do prefeito Marcelo Crivella. O Flamengo já tentou ceder o edifício no Morro da Viúva para a construção de um hotel uma vez, para a REX, do grupo EBX, de Eike Batista. Na ocasião, porém, a autorização para a transformação em hotel não passou pela Câmara e o grupo enfrentou dificuldades financeiras que acabaram levando o Flamengo a recuperar o edifício.
Agora, caberá ao Conselho Deliberativo do Flamengo aprovar a melhor proposta de permuta para o prédio, que não necessariamente será a de transformação em um hotel, embora a aprovação na Câmara amplie as possibilidades. O dinheiro aferido pela permuta será usado pelo Flamengo para reinvestir em patrimônio — seja na conclusão do CT George Helal, seja na construção de um estádio.
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