Autor: diogo.almeida1979

  • Em busca da terceira vitória consecutiva, Fla recebe um São Paulo em perigo

    Domingo é dia de Flamengo no Campeonato Brasileiro. Na Ilha do Urubu, o rubro-negro recebe o São Paulo, às 16hrs, pela 11ª rodada da competição.

    Após a boa vitória por 2 a 0 na última quarta (28), contra o Santos, pela Copa do Brasil, o Flamengo volta a Ilha do Urubu onde soma três ótimos resultados. A partida contra o Peixe foi considerada uma das melhores do time no ano. Sem muita evolução tática ou novidades na criação de jogadas, o Maior do Rio demonstrou a raça que a Nação tanto gosta de ver, e com golaços de Everton e Cuéllar, o time comandado por Zé Ricardo saiu na frente pela competição de mata-mata. Neste domingo, a equipe busca repetir feito, manter retrospecto no novo estádio e embalar a terceira vitória consecutiva no Brasileirão.

    O São Paulo, por sua vez, vive um momento bem ruim. A equipe não vence há cinco jogos e já se encontra na primeira posição fora da temida zona de rebaixamento. Não bastasse o fraco rendimento que fez a equipe ser eliminada no Paulistão e precocemente na Copa do Brasil e Sul-Americana, na única competição que lhe resta o tricolor segue muito mal. São 11 pontos em 30 disputados e, caso perca para o Flamengo, pode acabar a rodada no Z4. A situação ruim, somadas as recentes vendas da equipe, levou ao pedido de demissão do inglês Michael Beale, ex-treinador da base do Liverpool e que vinha sendo o auxiliar de Rogério Ceni.

    Semana no Ninho do Urubu

    Na quarta-feira o Fla venceu o Santos por 2 a 0 pela Copa do Brasil e, como após todas as boas vitórias, o resto da semana no Mengão foi bem tranquilo. Logo no primeiro dia após a vitória, jogo-treino com goleada para cima do Resende. Com gols de Rafael Vaz, Arão, Gabriel, Ederson, Vizeu e um contra, o Mais Querido do Brasil aplicou 6 a 0 no adversário. A atividade contou com as presenças dos atletas que não jogaram contra o Santos.

    Os três últimos reforços do time participaram dos primeiros 35 minutos da atividade. Rhodolfo e Everton Ribeiro serão titulares nas vagas de Juan e Berrío, que foi o melhor em campo na vitória do meio de semana. Geuvânio, no entanto, vive o imbróglio quanto a sua documentação para o registro no BID. A burocracia que cabe ao clube que detém os seus direitos ainda não foi resolvida perante a FIFA e o atleta ainda não sabe quando deve estrear.

    Quem vai ganhar nova chance é Pará, que após alguns jogos na reserva de Rodinei, parece ter recuperado a vaga. Ele jogou os 90 minutos do duelo pela Copa do Brasil e será titular contra o São Paulo.

    Caso curioso: no Cartola FC, fantasy do Globo Esporte, o atacante Guerrero, que deu as duas assistências para os gols de Everton e Cuéllar contra o Santos, bateu o recorde de escalações em uma rodada. O peruano está em 2.914.197 times para a 11ª jornada. O recorde anterior era de Jô, no início do Brasileirão deste ano.

    Semana no São Paulo

    O tricolor paulista teve toda a semana de folga após o empate em 1 a 1 contra o Fluminense no último domingo. Como já dito, o clube vem de cinco rodadas sem vencer no Brasileirão.

    Para o duelo contra o Fla, Rogério Ceni poderá contar com Petros, novo reforço do clube. Caso seja titular, deve ganhar a vaga de Militão na meiuca tricolor. Ao contrário dele, o meia Jonatan Gomez (condicionamento físico) e o zagueiro Arboleda (não inscrito), ambos também novos reforços, não vão para o jogo.

    Além da saída de Michael Beale, atletas do São Paulo também estão se despedindo do clube, casos de Thiago Mendes, vendido ao Lille, e João Schmidt, que não renovou e foi de graça para o Atalanta.

    Entre as principais ausências estão as de Maicosuel e Gilberto. O meia se recupera de lesão, enquanto o atacante segue com dores no joelho.

    Dados Footstats Premium

    O duelo marca o encontro de duas das cinco equipes que mais cruzam no campeonato. O lado mais forte de ambos é o esquerdo, com Everton (Flamengo) e Júnior Tavares (São Paulo) os líderes neste quesito em cada um dos times. Não por acaso, ambos são os com mais assistências pelos respectivos times: duas para o jogador do rubro-negro (empatado com Diego) e três para o atleta do tricolor.

    Flamengo é o segundo time que mais finaliza no campeonato, com média de 14,8 por jogo. Guerrero lidera o quesito tanto no clube quanto no campeonato, com 4,5 finalizações em média por jogo. O São Paulo, no entanto, é a terceira equipe que menos recebe chutes em direção à sua meta, com média de 9,4/partida.

    Jucilei e Márcio Araújo são os jogadores que mais passam a bola pelos times, número normal pela posição. Os três jogadores do São Paulo que mais retêm a posse de bola são o próprio Jucilei, Júnior Tavares e Marcinho, os atletas que mais buscam a criação de jogadas no tricolor paulista.

    Histórico do confronto

    Cariocas e paulistas se enfrentaram ao todo 96 vezes, com 31 vitórias para o Flamengo, 37 para o São Paulo e 28 empates. Nos últimos 3 jogos, dois empates e uma vitória para o Fla.

    Em 2016, empates por 2 a 2 e 0 a 0. Jogando em casa o Mengão ainda não perdeu no ano e tem 2 vitórias e 2 empates como mandante neste Brasileirão. As duas vitória, inclusive, foram na Ilha do Urubu, palco do duelo deste domingo. O Soberano como visitante, acumula um empate e 4 derrotas nesta edição da competição.

    Ficha técnica

    Flamengo x São Paulo

    Data: 02/07/2017

    Horário: 16h00

    Local: Ilha do Urubu

    Flamengo (provável escalação): Thiago; Pará, Réver, Rhodolfo e Trauco; Márcio Araújo, Cuéllar, Diego; Everton Ribeiro, Everton e Guerrero. Técnico: Zé Ricardo

    São Paulo (provável escalação): Renan Ribeiro, Araruna, Lugano, Rodrigo Caio e Júnior Tavares; Jucilei, Militão (Petros) e Cueva; Marcinho, Denilson e Lucas Pratto. Técnico: Rogério Ceni

    Árbitro: Leandro Pedro Vuaden

    Assistentes: Jorge Eduardo Bernardi e Mauricio Coelho Silva Penna

    Transmissão: GLOBO (SP, MG, ES, AL, PE, RN, CE, MA e DF), PREMIERE e Tempo Real no @Mundo Bola_CRF.

    *Créditos da imagem destacada: Gilvan de Souza/Flamengo

     


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  • Sub-17 perde invencibilidade de quase dois anos

    A invencibilidade de 1 ano e 7 meses do time juvenil do Flamengo chegou ao fim neste sábado (01), no Estádio Nilton Santos. O último revés havia acontecido no dia 28 de novembro de 2015, na decisão do Estadual, contra o Vasco, em São Januário. Disputando a primeira partida da final da Taça Guanabara Sub-17 diante do Botafogo, o Mais Querido foi superado pelo placar de 4 a 3. Carlinhos, Elivelton e Pimenta (2x) marcaram os gols do Alvinegro, enquanto Patrick, Rhyan e Wendel descontaram para o Flamengo.

    Os times voltam a duelar no próximo sábado (08/07), na Gávea, na partida que definirá o primeiro finalista do Estadual Sub-17. Para conquistar o bi da Taça Guanabara no tempo normal, o Flamengo terá que vencer por dois gols de diferença. Se a vantagem for mínima, o título do primeiro turno será decidido nos pênaltis. Caso aconteça um empate, o Botafogo será o campeão.

    Irreconhecível, Fla escapa de goleada na etapa inicial

    Atuando em seus domínios, o Botafogo chamou a responsabilidade da partida. Logo no primeiro minuto de jogo, Marlon pressionou o zagueiro Patrick, roubou a bola e entrou na área, mas acabou chutando fraco, para alívio dos rubro-negros. Para se redimir do erro que cometera, o capitão do Fla saiu do campo de defesa com a bola dominada, avançou pela direita, chegou à linha de fundo e cruzou, mas nenhum atacante rubro-negro conseguiu alcançar.

    No lance seguinte, Carlinhos, ex-Fla, colocou os alvinegros em vantagem, no minuto 10. Botafogo 1 x 0. Mas o Rubro-Negro buscou o empate. Aos 25 minutos, em cobrança de falta, Marx levantou a bola na área e o zagueiro Patrick apareceu para desviar a bola para o fundo da rede. Botafogo 1 x 1 Flamengo.

    O empate equilibrou as ações, mas em um erro do sistema defensivo do Flamengo, os donos da casa novamente balançaram as redes. Elivelton entrou com a bola dominada na área e Henrique fez a falta no camisa 4 do Bota. A penalidade foi marcada pelo árbitro e convertida pelo próprio Elivelton. Botafogo 2 x 1. O segundo gol do Botafogo foi como um banho de água fria no time vermelho e preto, que se perdeu completamente na partida.

    (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)

    Com muitos erros na saída de bola, o Flamengo transformou o seu arqueiro no melhor jogador do clássico no primeiro tempo. O camisa 1 defendeu o que pôde, mas aos 45′, não conseguiu evitar o desvio de cabeça de Pimenta: Botafogo 3 x 1 Flamengo. 

    Flamengo reage, mas sofre golpe fatal

    O técnico Márcio Torres mexeu em sua equipe ainda no intervalo, trocando Marx por Rhyan, artilheiro do Fla na competição. Com apenas dois minutos, o camisa 19 mostrou porque foi chamado pelo treinador. Rhyan descontou para o Flamengo e logo pôs a bola no centro do campo, sem muita comemoração. Botafogo 3 x 2 Flamengo.

    (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)

    O Mais Querido voltou com outra postura do intervalo. Não parecia a equipe dispersa que disputou o primeiro tempo. Pelo lado direito, Vitor Ricardo encontrou o “mapa da mina”. Foi por este setor que o gol de empate saiu, aos 12 minutos. O lateral avançou com a bola, cruzou para o meio e encontrou Wendel, que encheu o pé e deixou tudo igual novamente. Botafogo 3 x 3 Flamengo.

    Não faltaram oportunidades para o gol da virada sair, mas o Rubro-Negro deu sorte para o azar. No minuto 34, Pimenta aproveitou a cobrança de escanteio e, de cabeça, decretou a vitória botafoguense.

    Foto destacada: Valdir Santiago


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  • Budapeste 2017: Fla tem convocados no nado sincronizado e polo aquático

    Entre os dias 14 e 31 de julho acontecerá o Mundial de Esportes Aquáticos 2017, em Budapeste, na Hungria. A competição acontece a cada dois anos e é organizada pela Federação Internacional de Natação (FINA).

    A última edição (2015), aconteceu em Kazan, Rússia. O Brasil teve a quarta maior delegação, com 83 atletas convocados, e ficou atrás dos Estados Unidos (91), China (90) e Austrália (89). A equipe canarinha conquistou uma medalha de ouro, quatro de prata e duas de bronze, totalizando 7 medalhas (11ª com mais medalhas). Na classificação geral, o Brasil ficou na 13ª colocação, sua segunda melhor participação (atrás do 8º lugar com 10 medalhas em Barcelona 2013) em sete aparições. O Top 3 de 2015 foi composto por China, EUA e a anfitriã Rússia.

    Visando uma campanha recorde, o Brasil começou a convocar os seus atletas. Dos chamados até agora, oito são dos esportes olímpicos do Flamengo: quatro do nado sincronizado e outros quatro do polo aquático. Maria Eduarda Miccuci, Maria Clara Coutinho, Giovana Stephan e Renan Alcântara integram a delegação e são atletas do nado sincronizado. Maria Clara, inclusive, participou dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

    Já para o polo aquático foram convocados Heitor Carrulo, Pedro Stellet e Mateus Stellet para a equipe masculina e Samantha Ferreira para o time feminino. A estreia das mulheres será dia 16 de julho, contra a China. Os homens, por sua vez, estreiam no dia 17 contra o Cazaquistão.

    Nenhuma das modalidades obteve medalhas na edição passada.


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  • Consulado Fla Araguaína arrecada alimentos para família carente

    Na última quarta-feira (28), durante o jogo Flamengo x Santos, o Consulado Fla Araguaína arrecadou alimentos em sua sede para fazer uma doação a uma família que está passando por necessidades. Em parceria com o grupo de motoqueiros Falcões de Aço, foram arrecadados aproximadamente 60 kg de alimentos.

    Ontem, um verdadeiro comboio formado por rubro negros e motoqueiros foi ao encontro da família carente para entregar os alimentos arrecadados. No local, dona Leidiane e seus sete filhos receberam a doação. A diretoria do Fla Araguaína também convidou a família à acompanhar o jogo do próximo domingo, Flamengo x São Paulo, na sede do Consulado, onde pretendem proporcionar uma tarde animada e repleta de alegrias para Leidiane e seus filhos.

    Conheça o Fla Araguaína

    Araguaína – Tocantis
    Presidente: Rogério dos Santos
    Email: rogerio.rodriguesdosantos@gmail.com
    Twitter: clique aqui


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  • Duelo entre Flamengo e Vasco pelo Brasileirão tem horário alterado

    Mesmo de olho no duelo do próximo domingo (02) contra o São Paulo, o torcedor rubro-negro deve estar ansioso para o jogo contra o Vasco pela 12ª rodada. A partida foi marcada para às 16hrs, no entanto, o horário teve que ser alterado.

    O primeiro Clássico dos Milhões pelo Brasileirão desde 2015 foi marcado para o sábado (08), no São Januário, e inicialmente seria às 16hrs. No entanto, segundo informações publicadas por Felipe Schmidt, setorista do cruzmaltino para o Globo Esporte, o horário da partida foi alterado para às 18hrs. A mudança é para respeitar o intervalo regulamentar entre o duelo da próxima quarta (05), contra o Palestino, pela Sul-Americana, e o clássico carioca.

    Flamengo e Vasco já se enfrentaram três vezes em 2017, com dois empates e uma vitória por 1 a 0 para os rubro-negros. O último embate entre ambos pela liga nacional foi em setembro de 2015.


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  • Com novo parceiro, Fla passa a receber R$ 60 milhões com patrocínios no uniforme

    Nesta quinta-feira (29), o Flamengo anunciou um novo parceiro. Trata-se da Universidade Brasil, que já é parceira do Corinthians e da seleção brasileira. O contrato tem fim em dezembro deste ano e o valor circunda em R$ 2 milhões.

    A marca será exibida acima do escudo e na cor branca, ao contrário do que acontece no uniforme do time paulista. O acordo já passa a valer para o confronto diante do São Paulo, no próximo domingo, na Ilha do Urubu.

    Com o novo parceiro, o Fla chegou aos 60 milhões de reais em acordos para o uniforme (fora a Adidas): R$ 25 milhões vindos da Caixa, R$ 15 milhões vindos da Carabao, R$ 7 milhões da MRV, R$ 6 milhões da Yes!, R$ 4 milhões da TIM, os novos R$ 2 milhões da Universidade Brasil e, por fim, os R$ 500 mil da Kodilar (meiões).

    O intuito da instituição é o de promover os seus cursos de graduação e pós-graduação por Ensino a Distância (EaD). Antiga Universidade Camilo Castelo Branco (Unicastelo), mudou o seu nome em 2016 para Universidade Brasil.


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  • Amor que rompe fronteiras; conheça o Fla Buenos Aires

    Sem tomar conhecimento de fronteiras e acostumada com o gigantismo, a nação rubro negra está espalhada por todos os cantos do mundo. Não é diferente na capital mundial do tango, onde os torcedores do Flamengo se fazem presentes e buscam ferramentas para acompanhar o clube do coração. Fundado neste ano, o Consulado Fla Buenos Aires tem feito um ótimo trabalho aproximando estes torcedores e criando alternativas para que a distância seja um problema menor para os rubro negros.

    Com 25 membros cadastrados e mais de 60 integrantes em seu grupo no whatsapp, o Consulado, em pouco tempo, resolveu algumas das principais dificuldades dos torcedores que querem acompanhar o Flamengo em outro país. A primeira delas foi um local fixo para os torcedores locais acompanharem os jogos. Sem uma sede, eles precisaram encontrar um bar que aceitasse receber os torcedores durante os jogos.

    – Nem todos os estabelecimentos argentinos recebem os brasileiros assim tão bem. Uma coisa é receber uma mesa de brasileiros, outra coisa é receber uma massa. Isso foi negociado, eu cheguei no bar e conversei com o dono. Até hoje não tivemos nenhum problema de reclamação, nem dono do bar, tão pouco dos outros clientes que frequentam o local. (atualmente, o Fla Buenos Aires se reúne no Bier Welt) – afirmou Gabriel Leite Inácio, presidente do Consulado.

    Ainda assim, precisaram recorrer ao famoso “jeitinho brasileiro” para conseguir acompanhar o Flamengo no local. Não existe Premiere Internacional na TV argentina, o que acaba dificultando para que os torcedores acompanhem todos os jogos. Por isso, jogo após jogo, precisam transferir a imagem do aplicativo Premiere Play para a TV do estabelecimento.

    Foto: Divulgação/ Fla Buenos Aires

    Busca por produtos oficias

    Por mais que a Adidas afirme que o Flamengo seja um “Clube Top Global”, vários Consulados e Embaixadas internacionais tem reclamado das dificuldades para adquirir produtos oficiais fora do país. Com a Fla Buenos Aires não é diferente, os membros do Consulado não tem facilidade na hora de comprar camisas e outros produtos.

    – Por aqui, não tem produtos oficiais do Flamengo. O que fazemos é pedir para alguém trazer do Brasil. – explicou Gabriel.

    Para resolver este problema, o Consulado está criando uma parceria com outras duas sedes sul-americanas (Fla Paraguai e Fla Chile). O projeto ainda é embrionário, mas o plano é que os Consulados sul-americanos negociem, juntos, negociem com Flamengo e Adidas para conseguir produtos oficias para vender em suas sedes.

    Este tipo de parceria não é inédita, Consulados e Embaixadas do Flamengo nos Estados Unidos também se uniram para tentar resolver problemas como o da falta de produtos oficiais.

    Flamengo x San Lorenzo

    Em maio deste ano, o Fla Buenos Aires  viveu sentimentos distintos durante a estada do Flamengo na cidade argentina, para enfrentar o San Lorenzo, no jogo que acabou selando a eliminação precoce do clube na Libertadores. Antes da partida, rubro-negros de todos os cantos estiveram reunidos com o Fla Buenos Aires. No total, mais de 100 torcedores participaram da confraternização organizada pelo Consulado.

    – Em questões administrativas, foi um sucesso. No futebol, um fiasco. Faltou o time do Flamengo colaborar para ficar perfeito. – destacou o presidente do Fla Buenos Aires.

    Acompanhe o Consulado Fla Buenos Aires

    Presidente: Gabriel Inácio
    Email: fla.argentina2017@gmail.com
    Local de encontro: Av. Medrano 950/ Biel Welt
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    Twitter: clique aqui


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  • “Zé Ricardocracia, que diabos é isso?”

    Meritocracia é um sistema de gestão que considera o mérito como a razão principal para se atingir posições de topo.

    “Zé Ricardocracia” está mais para paternalismo do que para meritocracia. Na “Zé Ricardocracia” não precisa ser o melhor no que se faz, precisa ser obediente, talvez leal…. Não nos falta exemplos de como esse tipo de pensamento pode ser nocivos a ambição de um clube. Quem não se lembra da convocação do Júlio Batista para a COPA em detrimento de Neymar e Ganso, ou da família Scolari que culminou no eterno 7 x 1 etc.

    Quando a diretoria atual surgiu com o discurso de profissionalizar o clube e sanear suas dívidas, de maneira quase surpreendente, a torcida abraçou a causa. O sucesso financeiro dessa gestão é inegável.

    Além de voltarmos a ter um clube com grande poder de investimento, afastamos do mesmo pessoas extremamente nocivas ao ambiente. Porém uma pergunta surgiu-me: “Será que hoje o Zé Ricardo não é nocivo ao clube?”.

    Imagine-se no lugar Cuéllar, por exemplo, que após duas grandes atuações e com objetivo de disputar uma Copa do Mundo, volta ao banco de reservas. Quantas oportunidades Márcio Araújo, Arão, Vaz e Muralha receberam? Qual a razão de alguns poderem errar tanto e outros, mesmo sem errar, não receberem o mesmo tratamento? Como se manter motivado, sabendo que independentemente do que se faça, sempre será preterido? Se eu me questiono sobre isso, o que não deve se passar na cabeça desses jogadores.

    Uma coisa é certa, o Flamengo é muito grande para nosso atual treinador. Um clube do tamanho do Flamengo não deveria ter espaço para a “Zé Ricardocracia”. Está na hora do nosso vice de futebol tomar uma atitude digna do cargo que ocupa e demitir o Zé Ricardo.

    Qualquer comentário será muito bem vindo e prontamente respondido!
    Diogo Krejci de Souza é analista de sistemas e apaixonado pelo Flamengo. Siga-o no Twitter: @DiogoKrejci

     


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  • Preço dos ingressos: debate irrelevante para a Nação

     

    A inauguração da Ilha do Urubu reacendeu uma polêmica que imaginei sepultada: o preço cobrado pelo Flamengo em seus jogos como mandante.

    Os preços nominais divulgados – por sinal, muito diferentes do preço efetivamente cobrado, cuja média é inferior a R$ 60,00 – deram margem a críticas enfezadas e ao velho debate em torno de uma chamada “elitização” do futebol e até do Flamengo – logo o Flamengo, nascido em campo aberto na Praia do Russel, onde qualquer do povo via o escrete treinar.

    O que esse debate omite, para conveniência de seus entusiastas e que falam em causa própria, mas se arvoram em representantes de muitos, é que o preço cobrado pelas entradas só tem relevância para os 15 mil pagantes da Ilha do Urubu ou, vá lá, os 50 mil pagantes do Maracanã.

    Ora, que sentido há em um clube como o Flamengo, que tem dezenas de milhões de torcedores, criar políticas exclusivas para essa minoria, por mais nobre que seja, em detrimento dos interesses da imensa maioria, para a qual as prioridades são outras?

    Pessoalmente, gosto muito de ir aos estádios, fui criado nas cercanias do Maracanã, lá estive, sem exagero, mais de 200 vezes. Mas isso não me dá o direito de medir o mundo pela minha régua. Há tantos rubro-negros que não se sentem à vontade naquele ambiente, tantos que são jovens demais, velhos demais, preguiçosos demais, ocupados demais, cansados demais, ansiosos demais que estar no estádio não faz parte de suas prioridades.

    E, além desses tantos, há os que simplesmente não moram no Rio de Janeiro. Se o Flamengo tem, como acredita ter, 40 milhões de torcedores, salta aos olhos que a maior parte dos rubro-negros não mora perto do estádio, já que na Região Metropolitana carioca há 12 milhões de pessoas e nem todas são Flamengo.

    Assim, quando em um jogo lotado há 60 mil fanáticos empurrando o time, há no mínimo 100 vezes mais torcedores sentados em frente à TV, torcendo do jeito que sabem/gostam/podem.

    Aliás, são esses os verdadeiros excluídos desse debate acerca do “quanto custa apoiar o Flamengo”. Tive a curiosidade de ver quanto custa contratar, aqui na minha cidade, um plano básico que dê direito ao canal Sportv e aos canais PFC: R$ 236,90 mensais!

    Está no site do clube, para quem quiser conferir. No orçamento desse ano, o Flamengo esperava arrecadar 23% de suas receitas através da bilheteria, faturando pouco mais de R$ 61 milhões. Se o clube fizesse, sei lá, 61 jogos por ano (deve ser menos, mas só para não ter que pegar a calculadora), teria que arrecadar cerca de R$ 1 milhão por jogo.

    Ora, se o Flamengo está lá na Ilha do Governador, atendendo aos desejos de 10 entre 10 de seus críticos, que se esgoelaram ano passado quando o time excursionava, basta ver quanto o clube precisa obter de preço médio caso venda os 15 mil ingressos a que tem direito: R$ 66,00. E, como eu disse antes, mesmo com esses preços elevados, o clube conseguiu receber R$ 57,00 em média.

    A vida do Flamengo não é fácil. Seus maiores concorrentes têm estádios prontinhos, novinhos e cobram o que bem entender e com muito menos gritaria, enquanto a gente tem que matar um leão por dia.

    Eu entendo muito o lado de quem mora no Rio e está, legitimamente, reivindicando o direito de pagar menos pelo prazer de assistir os jogos. Se eu estivesse nessa condição, também chiaria.

    Mas não é possível perder de vista que esse debate só é relevante para aqueles que podem se dar ao luxo de ir até a Ilha do Governador. Para a Nação Rubro-Negra, por mais estranho que isso possa soar, é bem mais relevante garantir que o clube conseguirá atingir a performance orçamentária, porque é nela que se amparam os ganhos estruturais que todos esperam um dia ver traduzidos em conquistas desportivas.

    Não é fácil e nem simpático cobrar tão caro por entradas de jogos, mais ainda atingindo quem se acostumou a pagar barato por elas anos atrás. Mas não concordo que isso represente uma “elitização”.

    Fui conferir a definição precisa de “elite”: 1) o que há de mais valorizado e de melhor qualidade, esp. em um grupo social; 2) minoria que detém o prestígio e o domínio sobre o grupo social. Dado esse conceito, me sinto seguro para afirmar que nada pode ser mais elitizado do que planejar o futuro do clube a partir dos interesses particulares de um nicho muito específico de torcedores, por mais valiosos e importantes que estes sejam.

    Posso ser solidário, mas exijo reciprocidade: se tá ruim pra quem quer ir na Ilha, imagina para quem tem que pagar o PFC! E nem por isso a gente tá aí amaldiçoando o pessoal da Globosat.

     
    Walter Monteiro é advogado com MBA em Administração. Membro das Comissões de Finanças do Conselho Deliberativo e do Conselho de Administração do Clube de Regatas do Flamengo. Escreve sobre as finanças do clube desde 2009, em diferentes espaços.


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  • A série dos doze: 2005

    Atualizado em 25/09/2018
     

    Com o cancelamento do torneio em 2017, o Flamengo continuou mantendo o status de campeão do Campeonato Carioca de Basquete adquirido em 2016. O clube coleciona 44 títulos em toda sua história, sendo a primeira consagração em 1932.

    Recordaremos nesta série os doze títulos consecutivos conquistados pelos rubro-negros, trazendo um misto de nostalgia e orgulho.

    Tudo começou em 2004 quando o presidente Marcio Braga decidiu encerrar as atividades basqueteiras do clube, alegando falta de verba devido ao corte de investimentos fornecidos pela Petrobras. Esta decisão não durou muito tempo. Muito cobrado por parte da torcida e sócios, um esforço foi feito no sentido de retomar a atividade em 2005.

    Como não havia disputado o Carioca do ano anterior o time ficou impossibilitado de participar da Liga Nacional. No entanto, pôde disputar o Sul-Americano promovido pela FIBA Américas.

    Um orçamento modesto foi destinado para a montagem do time comandado pelo técnico Paulo Sampaio, carinhosamente conhecido pela Nação como Paulo Chupeta. A solução foi o aproveitamento de alguns meninos da base rubro-negra para ajudar o astro da companhia Alexey, que viria a ser eleito o melhor jogador da competição. Era improvável derrubar o badalado Rio Telemar que buscava o bicampeonato contava com um elenco muito mais forte.

    Na fase de classificação terminou atrás do líder com uma campanha inesperada: 14 jogos, 12 vitórias e 2 derrotas, somando 26 pontos. Já na semifinal, a volta do clássico contra o Vasco rendeu uma derrota por 88 x 83 e duas vitórias: no segundo jogo 84 x 71, no terceiro 97 x 83.

    Credenciado para a final diante do então favorito, o time de Chupeta mostrou extrema garra e poder de superação. O Telemar começou a série vencendo por 25 pontos de diferença. Depois de uma reunião onde todos se uniram em torno de lutar incansavelmente em quadra no próximo jogo, o time venceu de forma dramática por uma cesta de dois pontos de vantagem. E com o apoio da torcida, no dia seguinte, sagrou-se campeão por 93 a 90.

    Do desmonte à reconstrução. Da zebra ao sucesso. 2005 só não esperava ser o início do maior legado hegemônico da história do esporte no Rio de Janeiro.

     

    Fonte: Jornal dos Sports

     

    Final:

    18 de dezembro – Flamengo 82 x 107 Telemar

    21 de dezembro – Telemar 78 x 80 Flamengo

    22 de dezembro – Telemar 90 x 93 Flamengo

    Time:

    Ricardinho, Guto, Alexey – MVP, Léo, Gema, Ted, Olivia, Mingão e Igor

    Téc: Paulo Chupeta
     

    Leia a série dos doze

    A série dos doze: 2006

    A série dos doze: 2007

    A série dos doze: 2008


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