Autor: diogo.almeida1979

  • Ederson finaliza tratamento e tem expectativa de retorno

    Na última segunda-feira (9), o meio-campo Ederson, realizou sua última sessão de quimioterapia. A expectativa agora é do retorno gradual para os treinos. A notícia foi dada nesta quarta-feira (11), pelo site oficial do clube e pelas redes sociais.

    O camisa 10, diagnosticado com um tumor no testículos, fez a cirurgia de retirada em julho, e desde então iniciou o tratamento.

    Márcio Tannure, responsável pelo DM do clube, falou ao site oficial do Flamengo sobre a expectativa para a volta do atleta.

    “Dentro da nossa expectativa, ele tem respondido acima da média, tido um resultado extremamente satisfatório, o que nos deixa animados”, afirmou. “Ederson fez consulta com médico especialista nesta terça e, se tudo correr bem, já na próxima semana esperamos que ele possa retornar aos treinamentos, ainda que de forma gradual”, completou Tannure.

    O meio-campista, que fez sua última partida neste ano, em junho, contra o Avaí, também comemorou o fim do tratamento.

    Finalmente estou chegando na fase final do tratamento! Fiz a última sessão na segunda. Graças a Deus, estou me sentindo bem. Tanto eu como os médicos estamos otimistas, até pela sensação como estou. Indo tudo bem, sempre positivo.”

    À época da descoberta da doença, todo o elenco e torcida o abraçaram numa ação de solidariedade, engajada através da hashtag #ForçaEderson. Feliz com todo o apoio, Ederson fez questão de agradecer.

    “Aproveito para agradecer a todos do Flamengo, que estão me apoiando muito. A todos os torcedores, pelas várias mensagens de apoio e carinho que recebi, e à minha família, que me apoiou muito neste período complicado. Não vejo a hora de fazer o que mais gosto, estar com meus companheiros treinando e me preparando para os jogos”, finalizou.

    O meia realizará exames no início de novembro para dar progresso à sua condição física.

    Fotografia: Gilvan de Souza 

  • Flamengo goleia Santos e se aproxima de vaga nas quartas da Copa do Brasil Sub-17

    Em partida válida pela Copa do Brasil Sub-17, o Flamengo recebeu o Santos na Ilha do Urubu, na tarde desta quarta-feira (11). Com gols de Vitor Gabriel, Patrick, Wendel, Rhyan e Gomes, os Garotos do Ninho golearam os Meninos da Vila por 5 a 2, no jogo de jogo de ida das oitavas de final da competição.

    Com o resultado, o Rubro-Negro pode perder por até dois gols de diferença na partida de volta que garantirá vaga na próxima fase do torneio. O jogo de volta será disputado na próxima quarta-feira (18), às 16h, na Vila Belmiro. Caso avance na competição, o Mais Querido terá o Cruzeiro ou Internacional pela frente.

    Apesar de nunca ter conquistado o troféu, o Flamengo tem um histórico interessante no torneio. Somente na última temporada o clube não chegou às semifinais da competição, criada em 2008. Na oportunidade, o Mais Querido caiu na fase quartas de final para o Sport. Finalista em 2013, acabou derrotado pelo São Paulo.

    Confira os gols da goleada rubro-negra.  

    Antes de voltar a enfrentar o Santos, no entanto, o Flamengo tem um novo importante desafio: a semifinal da Taça Rio Sub-17. Classificado com a melhor campanha do segundo turno, o Rubro-Negro vai enfrentar o Nova Iguaçu, no sábado (14), às 10h, na Gávea, em partida única. Não há vantagem técnica. Se houver empate, o finalista será conhecido após cobranças de pênaltis. Vasco e Botafogo medirão forças na segunda semifinal.

    Campeão da Taça Guanabara, o Flamengo pode repetir o feito da última temporada e conquistar o estadual sem a necessidade de uma final. Para isso, terá que também vencer a Taça Rio.

    O atacante Vitor Gabriel participou de dois dos tentos rubro-negros. No primeiro, soltou uma bomba de primeira após receber cruzamento de Ramon. Já no final da partida, fez uma bonita jogada individual e acabou derrubado dentro da área. A penalidade foi marcada e conferida por Gomes, aproveitando o rebote do goleiro no chute de Yuri Oliveira. O jogador comentou sobre os dois lances e parabenizou a equipe pelo resultado.

    “Fico muito feliz pela atuação de toda a equipe. A jogada do primeiro gol é muito trabalhada nos treinamentos, com a chegada do Ramon na linha de fundo e o cruzamento no segundo pau. Hoje acertei um belo chute, e pude contribuir com meus companheiros com esse lindo gol. Já o lance do pênalti no final do jogo, é uma jogada que o nosso treinador Marcinho sempre me motiva a tentar nos jogos, que é partir para cima dos zagueiros. Graças a Deus deu certo, e saímos com uma excelente vitória em nosso primeiro jogo na Ilha do Urubu”, disse Vitor Gabriel. 

    Sub-20 

    Também nesta quarta, o time juniores do Flamengo entrou em campo pelo Torneio Otávio Pinto Guimarães (OPG). Jogando diante do Bangu, em Moça Bonita, os Garotos do Ninho empataram em 1 a 1, em partida válida pela segunda rodada da fase inicial do torneio. O meio-campista João Pedro marcou o gol rubro-negro. Com o resultado, a equipe do técnico Maurício Souza é a segunda colocada do Grupo B, com quatro pontos. O Olaria, próximo adversário, no sábado, às 15h, na Gávea, é o líder da chave, com a mesma pontuação do Rubro-Negro. No entanto, leva vantagem no saldo de gols (3×1).

    Foto: Staff Images/Flamengo

     

  • Flamengo lança seletiva para a equipe de eSports

    O Flamengo lançou nesta terça-feira(10), a sua seletiva para as equipes de eSports, a entrada do projeto é completamente online.

    A seletiva possuirá dois módulos: Módulo A, para atletas nível Platina 5 ao Desafiante, acima de 17 anos, e o Módulo B, para atletas com mais de 14 anos que estejam entre os níveis 30 e Ouro 1, formando o Flamengo Academy, uma categoria de base dentro dos esportes eletrônicos.

    Conheça todas as etapas do processo seletivo do Flamengo eSports:

    Para o ingresso no Flamengo Academy o processo é um pouco diferente, são apenas duas etapas para os jogadores do Unranked ao Ouro 1.

    Quer fazer parte da mais nova equipe do Flamengo? Se inscreva em e-scout.me/seletivafla/

  • Flamengo: em 3 trimestres de 2017, arrecadação do Sócio-Torcedor já supera todos os anos anteriores

    Derrotado nos pênaltis para o Cruzeiro pela final da Copa do Brasil, só restou um tiro cartucho para garantir um título de expressão em 2017 e salvar a temporada de uma enxurrada de protestos e críticas, a Copa Sul-Americana. Pelas quartas de final, haverá Fla-Flu, o vencedor enfrenta o vencedor entre Júnior de Barranquila e Sport Recife. O outro finalista está entre Racing ou Independiente, ambos da Argentina, ou Libertad ou Nacional, ambos do Paraguai. Se não for campeão, a catástrofe plena seria não conseguir a classificação para a Libertadores 2018. No futebol, só há sucesso se houver título. Ponto.

    Destacado isto, vamos falar do Programa de Sócio-Torcedor Nação Rubro-Negra, que está completando seu 18º trimestre de vida (4 anos e meio). O ano de 2017 é o de maior sucesso do programa neste percurso. Em três trimestres de 2017, a arrecadação do Sócio-Torcedor já supera todos os anos anteriores. Se, desilusionados com a perda da Copa do Brasil, todos os STs pedissem hoje, ao mesmo tempo, para cancelar suas respectivas assinaturas, e nem um centavo pingasse nos cofres da Gávea daqui até 31 de dezembro, ainda assim o resultado financeiro com o Sócio-Torcedor fecharia o ano de 2017 com um volume de receita superior aos obtidos em 2013, 2014, 2015 e 2016…

    O volume líquido de adesões trimestre a trimestre está desacelerando, e isto só endossa o quanto um título de expressão é importante para manter o fôlego do programa e sustentar a longo prazo o nível de investimento agressivo em um elenco caro!

    Analisando por períodos agrupados de expansão ou retração, nota-se o quão expressivo é o desempenho em 2017:

    No acumulado de adesões líquidas em 2017,no período acumulado de janeiro a setembro, nenhum clube do Brasil supera o Flamengo:

    Em termos financeiros, veja-se do que estamos falando: aproximadamente R$ 11,5 milhões gerados pelo Programa de Sócio-Torcedor Nação Rubro-Negra só no 3º trimestre de 2017. Este número ainda não é oficial, já que não tenho acesso à contabilização exata, usei o ticket médio do trimestres anteriores para fazer esta conta. O valor exato sairá no balanço trimestral que o clube divulgará na primeira semana de novembro.

    Analisando o resultado pela ótica de receita acumulada nos últimos 12 meses, para se ter uma estimativa em termos anuais, o Programa de Sócio-Torcedor Nação Rubro-Negra gerou R$ 38,5 milhões para o cofre do Flamengo no acumulado dos últimos 4 trimestres. Pelo gráfico abaixo se consegue ver melhor o quanto de receita anualizada se obteve desde o lançamento do programa:

    Certamente o 4º trimestre de 2017 gerará mais do que os R$ 7,5 milhões gerados no 4º trimestre de 2016. Com isto, certamente o resultado de 2017 desta conta superará os R$ 40 milhões. Arrisco uma projeção: o ST gerará entre R$ 41,5 e 42,0 milhões para o Clube de Regatas Flamengo no ano!

    Para se ter uma idéia do que isto representa, em 2012 a receita no ano com patrocínio foi de R$ 34,4 milhões, a receita no ano com Bilheteria foi de míseros R$ 9,5 milhões. Comparando com os rivais, em 2017, nem Fluminense, nem Vasco nem Botafogo arrecadarão mais do R$ 30 milhões no ano com patrocínio!

    Embora a estratégia da “Ilha do Uruburguês” esteja representando uma média de público muito aquém da tradição histórica do clube, a Arrecadação com Torcida (sócio-torcedor + bilheteria) acumulada nos três primeiros trimestres do ano é de aproximadamente R$ 70 milhões. Mais uma vez é preciso aguardar a contabilização exata que sairá no balanço trimestral que o clube divulgará na primeira semana de novembro. Certamente o número será muito próximo a este. A maior arrecadação com torcida na história do clube foi de R$ 73,3 milhões no total do ano de 2015.

    Para alimentar a saúde financeira do Programa de Sócio-Torcedor, é fundamental a conquista de títulos expressivos. Além disto, para manter o espírito de ousadia aceso, tão condizente com a história do Flamengo quanto títulos e estádios cheios, está na hora de fazer uma investida no mercado europeu e contratar um jogador de destaque no Velho Continente. Obviamente não sou lunático de achar que poderemos competir com Real Madrid, Barcelona, Paris St-Germain, Manchester United, Manchester City ou Chelsea, mas se olhar direito dá para fazer apostar interessantes e acessíveis à nova realidade rubro-negra do ponto de vista futebolístico. Mas isto será tema para um post futuro…

     
    Marcel Pereira é economista e escritor rubro-negro, autor do livro “A Nação” (Editora Maquinária).

     


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    Imagem utilizada no post e redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

  • O que os homens do futebol do Flamengo já disseram…

    “Todos os nossos planos agora ficaram adiados. Realmente nós contávamos em ganhar esse Brasileiro e chegar à Taça Libertadores. O prejuízo é sério. Mas, ao menos, com a renda de hoje conseguiremos terminar o ano com superávit no Departamento”.
    [Presidente, após derrota para o Palmeiras e eliminação no Brasileiro de 1979]

    “Não acho que tenha cometido qualquer erro. A menos que se considere erro não dar grito de guerra em preleção, como outros faziam. Estão querendo explorar o fato de eu ter ido aos EUA no dia do jogo. Bobagem. Já tivemos outras derrotas com dirigente viajando.”
    [Presidente, após derrota para o Botafogo e eliminação no Brasileiro de 1981]

    “Vamos manter o esquema de trabalho e saber do técnico o que ele precisa para resolver seus problemas. Todos estavam exigindo muito do time e com essa derrota termina a obrigação que tinham de ganhar todo dia. Com calma e tranquilidade voltaremos a ser campeões em breve.”
    [Presidente, após perda do Estadual de 1982 para o Vasco].

    “Tínhamos uma grande vantagem. Podíamos perder até por um gol de diferença e temos no elenco jogadores de excelente nível. Portanto, foi uma derrota inadmissível. Quero saber de todos os integrantes da Comissão Técnica o que aconteceu com o time. Não quero culpar ninguém e também sou um dos culpados, mas vamos nos reunir para saber a razão deste melancólico resultado.”
    [Presidente, após derrota para o Corinthians e eliminação no Brasileiro de 1984]

    “Vamos nos reunir e tentar descobrir o que está acontecendo. Nesta fase, o Flamengo não fez uma única partida que justificasse seu propósito de chegar à final da Taça. (…) Zagalo é um patrimônio do clube. Não vejo qualquer motivo para pedir sua saída. O tempo vai passar e as coisas certamente se acertarão.”
    [Presidente, após empate com o Ceará e eliminação do Brasileiro de 1985. Zagalo perdeu o cargo]

    “Acho que fizemos tudo certo e no momento certo. Vamos nos concentrar agora na estreia de Renato.”
    [VP de Futebol após derrota para o Atlético-MG e eliminação do Brasileiro de 1986]

    “Sobre a permanência de Carlinhos, vai depender dos jogadores. Se ficar provado que o técnico não tem mais ambiente no grupo, não restará outra saída senão demiti-lo. Ouviremos os líderes do elenco.”
    [VP de Finanças, após a quarta derrota seguida para o Vasco e a consequente perda do Estadual de 1988. O treinador, Carlinhos, foi demitido]

    “A eliminação foi ruim porque agravou nossos problemas financeiros. Não vamos conseguir fechar o semestre com os salários em dia. A questão são as dívidas herdadas pela administração anterior”
    [VP de Finanças, após derrota para o Grêmio e eliminação da Copa do Brasil de 1993]

    “O Flamengo deixou de participar de três decisões. Na Copa do Brasil fomos prejudicados pela atuação do árbitro, na Libertadores sofremos com lesões dos laterais e no Estadual de fato cometemos erros, mas o excesso de jogos foi preponderante. Agora é dar continuidade ao trabalho, tendo em vista o segundo semestre.”
    [Gerente de Futebol, fazendo um balanço do semestre após a eliminação do Estadual de 1993, a terceira na temporada]

    “Tínhamos tudo pra ganhar. Não ganhamos, paciência. Vamos olhar para o futuro, corrigir o que fizemos de errado e pensar no Campeonato Brasileiro. Acredito no trabalho, está sendo bem feito.”
    [Presidente, após a derrota para o Fluminense e perda do Estadual de 1995]

    “Papai do Céu não quis. Vamos manter o trabalho. Não iremos reformular elenco nem comissão técnica”
    [Presidente, após o empate com o Grêmio e perda da Copa do Brasil em 1997. A comissão técnica foi mantida e caiu três meses depois]

    “Vamos manter o modelo. Todos serão avaliados, não garanto a permanência de ninguém. Somente trabalhará conosco o profissional capaz de nos dar conquistas. No entanto, não vejo porque mexer na base. Será mantida”.
    [Presidente, após derrota para o Juventude e eliminação no Brasileiro de 1999].

    “A ideia era fazer um trabalho a médio prazo. Os resultados vieram antes, além do esperado, mas uma derrota como essas certamente trará consequências. Queremos jogadores que venham contribuir bem mais do que esses que estão aqui”.
    [Diretor-Técnico de Futebol, após derrota para o Santo André e perda da Copa do Brasil 2004]

    “Um torcedor me acertou um soco. Acho que ele foi um sábio (…) O nosso time é fraco. Falta atacante. Não temos dinheiro para contratações, é no ‘se não tem tu, vai tu mesmo’. Mesmo assim, o que não dá é pra ficar jogando bola na área a esmo, o Jean rodar pra lá e pra cá…”
    [Presidente, após perda da Copa do Brasil 2004]

    “O que aconteceu ontem foi o imponderável. Lamento muito o que houve, ninguém dormiu, mas é da vida. O trabalho é feito com correção, algumas críticas foram covardes. (…) A crise irá passar. Nada que uma vitória na estreia do Brasileiro não resolva. O torcedor do Flamengo é apaixonado. Lamentamos a eliminação, mas é vida nova.
    [VP de Futebol, após derrota para o América-MEX e eliminação na Libertadores 2008]

    “O maior time da história do Flamengo em 1981 também teve dificuldades na Libertadores. A Libertadores continua sendo dura.”
    [VP de Futebol, após vitória sobre o Caracas-VEN e classificação na Primeira Fase da Libertadores 2010 após improvável combinação de resultados]

    “Não tem porque trocar. Perdemos um jogo atípico. O Jayme continua, o trabalho é de longo prazo. Não era pra ser campeão do mundo em 2014. Se fosse seria ótimo, mas não é esse o planejamento. Temos que crescer solidamente, sem achar que está tudo errado nas derrotas.”
    [VP de Futebol, após derrota para o León-MEX e eliminação na Libertadores de 2014. Jayme foi mantido e demitido no mês seguinte]

    “Quem acha que cabeças rolarão, pode tirar o cavalo da chuva. Avaliação e cobranças são feitas permanentemente, e isso vai continuar. Mas agora tem uma ferida para cicatrizar e só vai melhorar com muito trabalho. A avaliação é positiva, independentemente do resultado de hoje. Aos falsos rubro-negros que estão comemorando o resultado, parabéns.”
    [Presidente, após derrota para o San Lorenzo-ARG e eliminação na Libertadores 2017]
     

    Adriano Melo escreve seus Alfarrábios todas as quartas-feiras aqui no Mundo Bola e também no Buteco do Flamengo. Siga-o no Twitter: @Adrianomelo72
     


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    Imagem do post e das redes sociais: Race Comunicação

  • Consulado Fla-Lisboa organiza torneio de FIFA em Portugal

    Na semana em que o Flamengo divulgou os detalhes de sua entrada no mundo dos e-Sports, o Consulado Fla-Lisboa, representante oficial do clube em Portugal, organizou um campeonato de FIFA entre seus integrantes. Ao todo, 16 pessoas participaram do torneio. Sócios e membros assíduos da sede portuguesa tiveram prioridade na inscrição.

    O grupo avaliou o evento como uma oportunidade de reunir os integrantes durante a pausa nos jogos do Flamengo. O Snooker Club, tradicional casa do Fla-Lisboa, recebeu a competição de vídeo game.

    Após uma tarde recheada de diversão e muita resenha, o grande campeão foi Weslley Nascimento – como prêmio ele recebeu uma camisa personalizada e um cachecol do Consulado. Felipe Fonseca e Danny ficaram, respectivamente, na segunda e terceira colocação.

    O Fla-Lisboa é a casa dos rubro-negros na capital portuguesa. O Consulado faz um belo trabalho aproximando os torcedores do Flamengo que residem na “terrinha”, seus eventos também são uma ótima opção para os turistas rubro-negros que visitam a cidade.

    Conheça o Fla-Lisboa

    Presidente: Marcelo Caldas
    E-mail: embaixadaflalisboa@gmail.com
    Ponto de encontro: Snooker Club; Travessa do Salitle, 1.
    Redes-sociais: Facebook/ Twitter/ Instagram

     

  • Diego Ribas no Flamengo: uma análise de desempenho baseada nos grandes jogos

    O meia Diego passou de uma grande alegria ao ser convocado para duas tristezas antes de se apresentar à seleção. O camisa 35 vinha enfrentando críticas da torcida principalmente após lesão que o tirou de jogos importantes, como, por exemplo, o duelo contra o San Lorenzo no Nuevo Gasómetro, que acabou eliminando o Flamengo da principal competição do planejamento rubro-negro, a Libertadores 2017.

     
    A pressa e necessidade por melhora de desempenho fez com que Diego voltasse antes do tempo previsto, e a queda de rendimento do meia foi visível, o que levou o torcedor a questionar o retorno antecipado. Mesmo em fase contestável, ele foi convocado por Tite. No entanto, no dia da apresentação, poucos dias após o vice-campeonato da Copa do Brasil em que ele perdeu o pênalti decisivo, foi detectada nova lesão e houve o corte da seleção.

    Desde a lesão Diego jogou 27 vezes, vencendo 11, empatando 10 e perdendo outras seis. Neste período marcou 6 gols e distribuiu 3 assistências. Antes do problema no joelho, foram 30 jogos, 19 vitórias, 9 empates e 2 derrotas, com 12 gols e 8 assistências. Os números mostram uma queda, é verdade, e ela abre espaço pra dois questionamentos: o Flamengo caiu de rendimento devido à queda de Diego ou o contrário?

    No dia 06 de outubro o jornal Extra, após dois grandes problemas com a diretoria rubro-negra, fez uma matéria apontando o aproveitamento do rubro-negro com e sem Diego. Os números não mentem: com ele em campo o aproveitamento é de 59%, enquanto sem ele o número sobe para 64%. O que isso quer dizer é que a queda de rendimento do jogador fez o desempenho geral do time cair? Não é bem assim.

    O Mundo Bola trabalhou e pesquisou bastante para detalhar este aproveitamento, e achou o ponto que refuta a matéria do jornal carioca.

    No início da temporada, o clube dividia a atenção entre duas competições principais: a Libertadores, sonho de consumo da diretoria, jogadores e torcedores; e o Campeonato Carioca, objeto de desejo e um dos torneios que comprovam a hegemonia rubro-negra no estado. A comissão, como era de se esperar, deu preferência a disputa da competição continental, e peças importantes como Diego pouco participaram do fácil “Cariocão”.

    Fizemos então uma lista de jogos com e sem Diego em 2017. Entre os adversários dividimos em:

    • Clássicos (Vasco, Fluminense e Botafogo): 10 jogos/4 vitórias/6 empates/0 derrota/60% de aproveitamento;
    • Duelos contra grandes (Corinthians, Internacional, Grêmio, Palmeiras, Atlético-MG, Santos, Cruzeiro, São Paulo e adversários da Libertadores): 14 jogos/5 vitórias/5 empates/4 derrotas/47,6% de aproveitamento;
    • Duelos contra medianos (Equipes que se encontravam fora do G4 e Z4 quando enfrentaram o Flamengo): 9 jogos/5 vitórias/1 empate/3 derrotas/59,2% de aproveitamento;
    • Duelos contra fracos (Equipes que se encontravam na zona de rebaixamento quando enfrentaram o Flamengo): 6 jogos/5 vitórias/1 empate/0 derrota/88,8% de aproveitamento;

    E foi assim que ficou nítida a distinção no aproveitamento. Percebe-se que aproximadamente 85% das partidas em que Diego participou foram de medianas para difíceis, ou seja, a minoria foram os jogos contra adversários considerados mais fracos.

    Como contraponto, foi contra os fracos a maioria dos jogos SEM Diego. O meia não participou de 26 jogos em 2017. Destes, 14 foram duelos contra clubes que, teoricamente, o Flamengo também venceria se estivesse COM Diego, ou seja, 54% dos jogos.

    Para deixar bem detalhado, os 14 jogos foram contra: Nova Iguaçu, Portuguesa-RJ, Resende, Bangu e Volta Redonda (Carioca); América-MG, Ceará e Paraná (Primeira Liga); Atlético-GO (2x pela Copa do Brasil); Palestino (2x pela Sul-Americana); e por fim Atlético-GO e Avaí (Brasileirão).

    Vamos além. Confira todos os números do Flamengo SEM Diego em 2017:

    • Clássicos: 5 jogos/3 vitórias/1 empate/1 derrota/66,6% de aproveitamento;
    • Contra grandes: 4 jogos/1 vitória/1 empate/2 derrotas/33,3% de aproveitamento;
    • Contra medianos: 3 jogos/1 vitória/1 empate/1 derrota/44,4% de aproveitamento;
    • Contra fracos: 14 jogos/9 vitórias/5 empates/0 derrota/76,2% de aproveitamento.

    Os números da matéria do “Extra” são 100% corretos. O aproveitamento geral com Diego é de 59,8% (na verdade poderiam aproximar para 60%) e sem ele é de 64%. Porém, quando se analisa a fundo, fica claro o motivo da disparidade. É como no Enem, por exemplo: você não pode analisar puramente a porcentagem de acertos, mas ver quantas questões difíceis e quantas fáceis estão no bolo.

    O desempenho de Diego pode melhorar? Claro que pode. O Flamengo pode melhorar junto? Pode também. O ponto é que este tipo de matéria é sem nexo se não for devidamente detalhada para o torcedor ver os motivos da diferença entre os aproveitamentos.

    A importância do armador é gigante. Desde que estreou, Diego tem sido, ao lado de Guerrero, o principal nome do Flamengo. Não perdeu UM clássico, são apenas oito derrotas em incríveis 57 jogos com o manto e com o ótimo aproveitamento de aproximadamente 64%. Como qualquer outro profissional, deve ser cobrado quando os resultados não chegam, porém, é preciso que todo rubro-negro mantenha a crítica baseada em fatos e não factoides.

    *Dados de Adriano Skrzypa, do blog Flamengo em Números

  • Peraltadas #22 – #Meu10Veste35

    #Meu10Veste35

    A melhora do Flamengo não passa pelo afastamento de Diego. O meia, que não voltou ao nível de antes da lesão, precisa ser recuperado, não dispensado. O clube passou por Cadus, Mugnis e Almires até achar um ~trequartista~ de bom nível, comprometido e com mentalidade vencedora. Nem homão, nem hominho, mas peça chave para o sucesso em 2018.

    Trem pagador

    Flamengo x Cruzeiro marcou 43 pontos com 63% de share (na Globo Rio). Foi a maior audiência registrada em 2017.

    Dinheiro 1

    O novo estudo do BDO Brazil manteve o Flamengo pelo terceiro ano seguido na liderança do ranking de valor das marcas dos clubes nacionais, com valor estimado em R$ 1.693 bilhão. Vasco, Fluminense e Botafogo, somados, não chegam a R$ 1 bi. E depois pedem cotas iguais…

    Dinheiro 2

    O peso nas redes sociais é um dos pontos utilizados pela BDO para apurar esse valor e, justamente essa semana, de acordo com o ranking digital IBOPE Repucom, o Flamengo finalmente superou o Corinthians em número de inscrições. Óbvio ululante que essa conquista não vale título, mas não deve ser tratado com desdém. As redes sociais atraem dinheiro, que, no fim das contas, é o que aproxima o clube dos troféus – se não for desperdiçado em tipos como Alex, Vaz, Márcio Araújo, Gabriel, Jayme de Almeida, Victor Hugo, Fernando Gonçalves…

    Exigência macabra

    Falando em coisa ruim, é estarrecedora a notícia sobre a possível renovação automática daquele ser repugnante que veste a camisa 8. Custo a acreditar que seja verdade, mas não custaria o clube negar a informação para acalmar nossos corações.

    Canalhas

    Não espero muita coisa da imprensa, mas o corporativismo somado à desfaçatez mostrados essa semana no episódio Extra foi além do esperado. Sério mesmo que a classe não sabe o que é censura? Nem precisamos entrar no mérito da qualidade do jornaleco, apenas lembrar que o Flamengo é uma pessoa jurídica de direito privado. Se o clube quiser, nem em suas dependências o repórter poderá entrar e ainda assim não terá havido censura.

    2018

    E para fechar com chave de bosta, saiu o calendário da CBF para o ano que vem. Estadual com 18 datas começando em 17 de janeiro e jogos durante as datas Fifa. Se nada mudar, um clube pode perder jogadores sequestrados por suas seleções em mais de 10 rodadas da Série A e na semifinal e final da Copa do Brasil. Gênios!

     


    José Peralta é craque em cornetagem, mas um cara maneiro pacas. Toda segunda-feira suas peraltadas estão aqui no Blog CRFlamenguismo.
     

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  • Obrigado, Marcos

    Um dia será o último.

    Assim como um dia foi o primeiro, um será o derradeiro.

    Não haverá um domingo como a tarde de céu pesado de 25 de maio de 1983, em Curitiba. Choveu pela manhã. Acordei na casa de meus tios, no colchão colocado no chão. Ouvi os pingos de chuva. Pensei: gramado pesado, ruim para nós, meu deus, eu vou ver o Flamengo!

    Abri os olhos. Meu pai me olhava. – Vamos lá, campeão, é hoje.

    Estávamos em Curitiba para a semifinal da Taça de Ouro, a primeira vez que eu veria o Flamengo jogar.

    Meus pais viviam o final de um longo processo de divórcio, já irreversível. Meu pai me tirou por alguns instantes daquela realidade e pegamos o avião para Curitiba. Meu primeiro voo, meu primeiro jogo do Flamengo no estádio, depois de já centenas ao pé do rádio e dezenas em frente à Telefunken da sala.

    As imagens se misturavam na minha cabeça naquele domingo pela manhã. Os dias conturbados em casa, vingados pelo futebol límpido do Flamengo nas quartas de final contra o Vasco e nos 3×0 da ida contra o Atlético Paranaense, pela semifinal.

    Já escrevi sobre o jogo algumas vezes. O Flamengo entrando em campo de branco. Os gols de Washington. O sufoco. Zico acalmando as coisas e Adílio driblando como se não houvesse amanhã. A defesa de Raul em bomba de Capitão. O Flamengo na final e a sensação indescritível, insubstituível e inesquecível de: meu deus, eu vi o Flamengo.

    Na saída do estádio, em meio à multidão do Atlético Paranaense espremida entre as paredes, subi nos pés do meu pai que abraçou e fomos nos movimentando lentamente, silenciosamente felizes. A vida haveria de mudar sempre, mas sempre teríamos o Flamengo e, que se dane se já conto 44 anos de idade, eu ainda consigo voltar para o calor daquele abraço.

    Aquele foi o primeiro. Um dia será o último.

    Cada vez que o Flamengo pisa um gramado, eu penso isso. É provável que alguém esteja vendo o Flamengo hoje pela primeira vez. Um filho levado pelo pai, um rubro-negro de visita ao Rio ou, nos jogos em outras praças, rubro-negros de muitos lugares indo em busca da santa experiência de ver o time em frente ao seus olhos.

    E também penso que alguém está vendo o Flamengo pela última vez. Que alguém, depois do jogo presente e antes do próximo futuro, será alcançado pela finitude: uma doença teimosa, uma tiro perdido, um atropelamento. Vai morrer. De susto, de bala ou vício, como diz a canção, e aquele terá sido seu último jogo do Flamengo.

    Por isso não existe um jogo qualquer. Não do Flamengo. Afinal, alguém estará vivendo o amor à primeira vista, alguém estará se despedindo de tanto vermelho e preto.

    O primeiro já foi. Um dia será o último.

    Assim como não existe um jogo qualquer, não existe um ano qualquer. Não é possível esperar pelo ano mágico, porque muitos de nós, muitos mesmo, não podem esperar. É claro que isso não dá a ninguém o poder de fazer o Flamengo vencer na marra, mas gera obrigações.

    Quem está no Flamengo tem o dever de fazer o máximo, sempre. É cruel pedir que se tenha calma porque o ano mágico virá, mas manter Márcio Araújo no elenco, e insistir em tantos erros que condenam tantos jogos, porque alguns destes jogos para vários de nós foram os últimos.

    Os últimos.

    Seu Expedito recém viu seu último jogo. E agora o Marcos, no Mineirão. Se eu pudesse, daria ao Marcos ainda muitos anos de vida, com muita saúde, e muita vitória. Daria nele um abraço, porque vê-lo na televisão, assistindo ao jogo junto ao aparelho de respiração, me trouxe uma emoção que não sei há quanto tempo não sentia.

    Na impossibilidade de dar ao Marcos ainda muitas felicidades e muitos anos de vida, eu gostaria realmente que o Flamengo houvesse se portado no Mineirão à altura de seu gesto. Que tivesse um goleiro bem capacitado para a decisão, que não adotasse a estratégia de pular só para um canto, como um goleiro de anedota. Que Diego houvesse suprido a falta de inspiração com um pouco mais de transpiração. E talvez Marcos houvesse então saído do Mineirão com um sorriso de campeão, porque se ele cumpriu à risca o até morrer eu sou, o Flamengo não cumpriu com o vencer, vencer, vencer.

    Eu prometo, Marcos, que no próximo título do Flamengo eu vou estar no estádio por mim e por você. E que ao final do jogo, vou erguer as mãos para o céu e falar o seu nome, como sempre falo o de Valido.

    Obrigado, Marcos. Espero que ao lembrar de você, os responsáveis pelo futebol do Flamengo não se irritem com cobranças. Que entendam que o Flamengo não é só deles. Que não se contraria uma Nação. Que não se chama de falso quem ama tão loucamente.

    E que todo jogo deve ser jogado com todas as forças.

    Porque só podemos ter duas certezas.

    Um dia foi o primeiro.

    E um dia será o último.

     
    Mauricio Neves é autor do livro “1981- O primeiro ano do resto de nossas vidas” e escreve no Mundo Bola todas as sextas-feiras. Siga-o no Twitter: @flapravaler
     


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  • Com golaço de Jean Lucas, Flamengo estreia com vitória no Torneio OPG

    Atual campeão, o Flamengo estreou com vitória no Torneio Otávio Pinto Guimarães (OPG), neste sábado (7), no Estádio da Gávea. Sob o comando do novo treinador, Maurício Souza, substituto de Gilmar Popoca, os Garotos do Ninho venceram o Itaboraí por 1 a 0, com gol anotado por Jean Lucas.

    A vitória inicial deu ao Rubro-Negro a liderança do Grupo B, com três pontos, já que Olaria e Bangu empataram sem gols na Rua Bariri. O OPG 2017 é disputado por 16 equipes, que estão divididas em quatro grupos. Apenas os dois primeiros colocados de cada chave avançam após a disputa em turno único dentro do próprio grupo. Com oito times na disputa, dois novos grupos são formados onde só avança o primeiro colocado de cada chave (jogos de ida e volta). Os dois classificados, então, disputam a final.

    O Flamengo é o maior vencedor do OPG, com nove conquistas. Na segunda posição aparece o Vasco, com seis troféus. Já o Botafogo completa o pódios dos maiores vencedores, com quatro conquistas. Fluminense, Nova Iguaçu e Olaria foram campeões em duas oportunidades cada.

    Depois de quase dois meses, o time sub-20 rubro-negro voltou a disputar uma partida oficial. A última aparição dos Garotos do Ninho havia acontecido na decisão do Campeonato Carioca, em agosto, quando foram derrotados nos pênaltis pelo Vasco. Desde então, os jogadores receberam férias e retornaram às atividades no dia 22 de setembro. Nesse período, os meninos iniciaram a preparação para os últimos campeonatos da temporada: Torneio OPG, e Copa RS, em dezembro.

    O jogo

    Atuando em casa, o Flamengo tomou a iniciativa da partida, criando boas situações de perigo já nos minutos iniciais. A primeira grande chance surgiu aos nove minutos, com Jean Lucas arriscando da entrada da área após bate e rebate. No entanto, o zagueiro adversário salvou a bola em cima da linha, impedindo o primeiro tento rubro-negro. Bem postado defensivamente, o Itaboraí conseguiu neutralizar as principais jogadas do Flamengo, que encontrou dificuldades na criação de jogadas.

    Na volta do intervalo, o Mais Querido seguiu em busca do primeiro gol, enquanto o time Azulão aguardava apenas a oportunidade para contra-atacar. O Rubro-Negro quase marcou com Lucas Silva aos 14 minutos. Na jogada, Kleber cobrou escanteio, Loran desviou de cabeça e por pouco a bola não achou Lucas Silva, que estava muito perto do gol.

    A insistência do Flamengo, porém, foi recompensada. No minuto 21, Bill sofreu falta próxima da entrada da área. Sem titubear, Jean Lucas pegou a bola e acertou o ângulo do goleiro alvianil. Golaço. Flamengo 1 a 0. Os Garotos do Ninho tiveram a chance de ampliar na sequência, mas desperdiçaram. E no final do jogo foi o Itaboraí quase empatou, mas o goleiro Yago fez uma grande defesa, garantindo a vitória rubro-negra.

    “Foi um jogo muito difícil contra um adversário qualificado. É o início de um novo trabalho e a equipe sentiu fisicamente o longo período sem jogos. Mas podermos dar essa vitória ao professor Maurício em sua estreia no comando da categoria foi muito importante para o ganho de confiança de todos nós”, disse Jean Lucas, que complementou: “Fico muito feliz com o gol, o meu primeiro de falta com a camisa do Flamengo. É fruto de muito trabalho e treinamento diário, e espero poder fazer muitos outros daqui para a frente”, disse Jean Lucas, autor do gol da vitória do Flamengo.

    Os Garotos do Ninho voltam a campo na próxima quarta-feira (11), quando enfrentam o Bangu, no Estádio Moça Bonita, às 15h (de Brasília).

    Flamengo: Yago, Kleber, Bernardo, Dantas, Moraes (Ruan), Hugo Moura, Vinicius Souza, Jean Lucas, Lucas Silva, Bill (Patrick) e Loran (Jardeu). Treinador: Maurício Souza.

    Foto: Rodrigo Henrique/RH Assessoria