Autor: diogo.almeida1979

  • Sem multa rescisória, Abel sofre pressão e balança no Flamengo

    Após a derrota por 2 a 1 contra o Internacional, no Beira-Rio, o nome de Abel Braga começou a sofrer questionamentos dentro da diretoria do Flamengo. Com atuações e o coletivo sofrendo inúmeras críticas da torcida, o futuro do treinador no Rubro-Negro é incerto. Abel não tem multa rescisória em seu contrato que vai até dezembro, e isso facilita uma possível troca no comando.

    Uma mudança antes do confronto contra o Peñarol, da próxima quarta-feira no Uruguai, já é avaliada pela diretoria do Flamengo, mas sem um nome de consenso no mercado, a decisão poderá ficar para depois da partida contra o São Paulo, neste domingo no Morumbi, pela terceira rodada do Brasileirão. Abel inclusive anunciou que deverá usar o time reserva neste jogo, visando o compromisso em Montevidéu pela Libertadores.

    Nomes no mercado

    Nomes como Vanderlei Luxemburgo, Dorival Júnior, Dunga, Jair Ventura e Zé Ricardo estão no mercado, porém caso demita Abel, a diretoria do Flamengo deverá mirar um técnico estrangeiro, ou então tirar um profissional de outro clube brasileiro.

    Um grande dilema que vive a gestão Rodolfo Landim: tentar salvar o restante do ano, ou repetir condutas que avaliam como equivocadas da gestão Bandeira: troca de técnicos – 14 em seis anos. No entanto, o pacote apresentado por Abel em quatro meses, está pesando mais do que essa briga com o passado.

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    Créditos de imagem destacada e nas redes sociais: Flamengo/Divulgação

  • Fla encara o Corinthians nas oitavas da Copa do Brasil, e tem números favoráveis em confrontos diretos eliminatórios

    Na tarde desta quinta-feira (2), foi realizado na sede da CBF no Rio de Janeiro, o sorteio dos duelos das oitavas de finais da Copa do Brasil. E um confronto da semifinal da última edição vai acontecer logo no inicio do mata-mata. Flamengo e Corinthians se enfrentam, mas desta vez o Rubro-Negro fará a segunda partida no Maracanã. Se em 2018 o clube paulista se classificou, no histórico dos confrontos entre as equipes em jogos eliminatórios, o Fla leva vantagem. Confira os números.

    O Corinthians saiu vencedor nas quartas de final do Brasileiro de 1984 e na semifinal da Copa do Brasil de 2018, enquanto o Flamengo triunfou nas quartas da Copa do Brasil de 1989, nas quartas de final do Torneio Rio-São Paulo de 1997 e nas oitavas da Libertadores de 2010.

    No calendário do futebol brasileiro deste ano, a CBF separou para as oitavas de final os dias 15, 22 e 29 de maio e 5 de junho. O valor separado para o campeão é de R$ 52 milhões. O vice levará R$ 21 milhões. Por toda a campanha, quem levantar a taça pode acumular até R$ 70 milhões.

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    Créditos de imagem destacada e nas redes sociais: Reprodução

  • Expectativa de U é O!

    Gerri Rodrian


     

     

    A verdade é que somente deveríamos optar por uma única expectativa: que nosso time dispute o que puder e seja o melhor que puder.

     

    Estética da Recepção, Teoria do Gosto e mais um bom punhado de matérias nos ensinam que muito além da obra, vale analisar o “leitor” e suas reações, o “crítico” e sua avaliação, e entender as causas e consequências sociais de um feito artístico.

    Em geral, se supõe que apenas a obra em si é passível ou merecedora de interpretação e que a crítica é sempre uma expressão “honesta” e “sólida” de um determinado agente. Noutras palavras, é a aceitação do “gosto não se discute” e que não deveríamos avaliar esse “gosto”, embora muitas vezes a expressão/divulgação dessa “crítica” seja determinante para o mercado, para as expectativas alheias e para, afinal, a própria compreensão de uma determinada obra.

     

     

    E, dentre todos os itens do fazer crítico, nenhum outro é tão importante quanto a expectativa – ou, como chamamos, a “leitura prévia”.

    Noutro dia, um sujeito fez um comentário exemplar, num portal de cinema da internet, sobre um determinado filme: “não gostei, esperava que tivesse muito mais naves espaciais e batalha noutros planetas”. Ora bolas, afirmar não gostar de um filme por não ter algo que se esperou, tão especificamente, é um erro crítico grave. Primeiro, quem mandou esperar por “mais” naves – em verdade,  quem mandou esperar por qualquer coisa? Que culpa tem a obra se seus criadores tinham em mente outro tipo de concepção?

     

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    Não se trata de gostar ou não do que se vê, mas se trata de engolir a seco uma prévia frustração absolutamente desnecessária. Aí o sujeito tal não gostou do filme, não pelo que o filme tem de bom ou não, mas tão somente por não ver deliciado uns desejos pessoais. Com as expectativas frustradas, não poderia apreciar a obra, de fato, sem se sentir intelectualmente ou emocionalmente ferido.

    É, por outro lado, quase impossível não criar algum tipo de expectativa sobre uma obra, antes de enfrentá-la. Antes de vermos um filme de terror, esperamos efetivamente por algum susto, nojo ou sensação de medo.  Se escolhemos ver uma comédia, esperamos por piadas, cenas jocosas e leves. Trata-se aqui da tal “expectativa de gênero”. Mas até que ponto devemos particularizar uma expectativa? Quanto mais específicos somos em nossas expectativas, mais chances teremos de nos frustrar – e quando é que isso é proposital, quando é que nos colocamos nesse tipo de armadilha, por vontade mesmo?

     

    Crédito: Internacional / Internacional

    Certa vez, na adolescência, fui ao cinema e, na correria, olhei para um cartaz, por uns dez segundos, havia uma lua cheia e algo que me pareceu um lobo. Comprei o ingresso e entrei, certo de que estava pra ver um filme de terror. Acabei colocado em grande estranhamento e confusão a cada cena. O filme, em verdade, era o tal “Feitiço da Lua”, um dramalhão romântico com Cher e Nicolas Cage. Não havia lobisomem e eu esperei por ele até a última cena. Detestei a experiência – e tão somente por culpa minha, uma vez que criei, mesmo que por desatenção – uma expectativa absolutamente estúpida.

    Que culpa tem a obra, neste caso? Nenhuma. Talvez o criador do cartaz tenha relativa culpa, por ter apelado para uma estética ambígua – mas a verdade que a minha pressa nem me permitira fazer a devida leitura.

    Geralmente, porém, não há esta pressa. Geralmente, bem sabemos, há uma escolha deliberada para a frustração ou para a simpatia – a boa ou má vontade. E, paradoxalmente, mesmo sem pressa, desde o primeiro segundo, toma-se a decisão final que nos guia adiante.

    Outro bom exemplo, um torcedor, no twitter, comentou antes de um jogo: “menos que 3 a 0, nem comemoro”. Não obstante o possível cinismo do comentário, esta expectativa exposta de que algo deva ser de um jeito específico já é assumir um enorme risco para a frustração. O jogo em questão foi um 1 a 0 apertado, lacônico. Para quem não havia esperado nada, como eu, a vitória soou como hercúlea, suada, bonita.

    Para quem esperava mais, que terá sido?

    E a culpa é de quem?

    Noutro dia, também, minha esposa apresentou-me um texto sobre relacionamentos e de como os relacionamentos acabam prejudicados por essa maluquice de botar expectativa no parceiro, de esperar de mais ou de menos que a outra pessoa seja ou haja de alguma maneira esperada. Além das obviedades do texto, disse a ela que é inevitável manter expectativas e que o problema – de fato – é o tipo de expectativa: a especificidade. Usei como exemplo a ideia de um time que está voando a dez partidas, goleando. No décimo primeiro jogo vai enfrentar o lanterna do campeonato: supomos todos que vai ganhar e golear. Neste caso, a surpresa pela mudança de comportamento é que é mesmo o problema.

    Se todo os dias o seu marido acorda de mau humor, quando acordar cantarolando, sorrindo, eis que vai botar surpresa, estranhamento. Assim, não houve estranheza por botarmos “expectativas externas” (imaginadas), mas por vermos um comportamento não esperado que quebrou uma “expectativa de gênero” (empírica), que o outro nos apresentara cotidianamente.

    jogadores flamengo vingadores ultimato
    Crédito: Divulgação

    Quando o seu time de futebol começa o campeonato brasileiro de 2019, qual a sua expectativa? Ora, um torcedor do Vasco que criar a expectativa de vencê-lo estará fadado a uma frustração meteórica. Um torcedor do Flamengo, por outro lado, pelo elenco e investimento, pode se dar ao luxo de esperar pelo título. Mas, não vindo o título, que análise fará? De que “o filme” não foi bom?

    A verdade é que – honestamente – somente deveríamos optar por uma única expectativa: que nosso time dispute o que puder e seja o melhor que puder. Não quero passar o ano todo num desafio premonitório, num embate desgastante entre o que eu quero e o que é real, entre o que deveria ser e o que deverá, de fato, ser.

    “Ah quanta complexidade em tudo!”, me dirão os jovens. E eu mesmo me digo, enfadado. Querendo ou não, é assim que a vida vive, assim que o mundo se rebola.

    Sinceramente, jogo a jogo, espero apenas pela disputa. Acirrada. A cada confronto, a expectativa é ver a luta, sem moleza, sem apatia.

    Afinal, este filme é Flamengo. Seu gênero é raça.

    De resto, é esperar e sentir, apreciar o que este filme nos dará nesta temporada. Depois, a gente faz a crítica, avalia, dá as estrelas que a obra merecer.

    Orra, é Mengo!

    Twitter: @GerriRodrian
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  • Raiza e Flávia são responsáveis por 56% dos gols do Flamengo/Marinha em 2019

    O Flamengo/Marinha iniciou 2019 de maneira avassaladora. Atual detentora da melhor defesa (nenhum gol sofrido) do Campeonato Brasileiro Feminino A1, a equipe ainda destaca-se pelo poderio ofensivo: 25 gols marcados em sete partidas na competição. Desses 25 gols marcados, quatorze foram marcados pela dupla Raiza e Flávia.

    Titulares absolutas neste início de temporada, as atacantes, que estão na equipe desde 2017, já figuram no topo da lista de artilharia do Brasileirão: a ex-zagueira Raiza (sim, ela era zagueira, mas se redescobriu no ataque, com o auxílio da comissão técnica) já marcou incríveis oito gols em seis partidas disputadas:

    • Dois contra o Iranduba
    • Três contra o Vitória de Santo Antão
    • Um contra o Audax
    • Dois contra o Sport

    A camisa 15 do Mengão já marcou oito gols em 2019. Foto: Marcelo Cortes/Flamengo

    Já a atacante Flávia Giovana, participou das sete partidas da equipe em 2019, sendo fundamental com diversas assistências e principalmente com seus seis gols marcados:

    • Dois contra o Vitória de Santo Antão
    • Um contra o São José
    • Um contra a Ponte Preta
    • Dois contra o Sport

    A camisa 25 do Mengão já marcou seis gols em 2019. Foto: Marcelo Cortes/Flamengo

    O Flamengo volta em campo no próximo dia 11, sábado, contra o Santos, outra equipe invicta na competição.

    Créditos na imagem destacada: Marcelo Cortes/Flamengo


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  • Flamengo/Marinha goleia mais um adversário no Brasileiro Feminino

    Invencibilidade mantida! Jogando em casa, no Estádio da Gávea, o Flamengo/Marinha deu show e goleou, na tarde desta quarta (01), o Sport Recife, pelo placar de 6 a 0. Os gols foram marcados pela artilheira Raiza (duas vezes), Flávia (outras duas vezes), Fernanda Palermo e Gaby. Foi a sexta vitória do Rubro-Negro em sete jogos no Campeonato Brasileiro Feminino A1 2019.

    O Flamengo mandou no jogo. A equipe pernambucana, voltou suas atenções para a defesa e conseguiu suportar a pressão das cariocas até os 30 minutos do primeiro tempo, quando Fernanda Palermo abriu o placar. Logo após, Raiza e Gaby ampliaram para o Mengão. Três vira, seis termina. Na segunda etapa, Flávia fez dois, Raiza fez mais um e o jogo acabou com o seguinte resultado: Flamengo/Marinha 6 x 0 Sport. Com o resultado, o Flamengo/Marinha chega aos dezenove pontos em sete jogos disputados, e assume momentaneamente a liderança do Campeonato, mas ainda pode ser ultrapassado pelo Santos, que só joga sábado. Vale destacar que a equipe Rubro-Negra segue como a única que ainda não sofreu gols na competição.

    Estatísticas

    O Flamengo/Marinha no Brasileirão Feminino 2019: 7 jogos – 6 vitórias – 1 empate – 25 gols marcados e 0 sofridos. A artilheira da competição é Raiza, que chegou a 8 gols em 6 jogos; Flávia marcou seis em sete partidas; Fernanda e Gaby marcaram seus primeiros gols em 2019. Ambas disputaram todas as sete partidas da equipe na temporada.

    Fernanda Palermo divide bola no jogo de hoje (Foto: Marcelo Cortes/Flamengo)

    O técnico Ricardo Abrantes escalou o Flamengo/Marinha da seguinte maneira: Kaká; Rayanne, Andressa, Karen e Fernanda Palermo; Ju, Sâmia Pryscila e Gaby; Raiza (Dany Helena), Flávia (Lu Meireles) e Rafa Barros (Larissa). O próximo jogo do Mengão será realizado no sábado (11/05), às 14h, contra o Santos. O local ainda não foi definido.

    Créditos na imagem destacada: Marcelo Cortes/Flamengo


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  • Um contra todos, alguns contra uns

    Blog Mulambeiros comenta a vitória do Flamengo diante do Cruzeiro e faz pequena análise dos outros jogos da primeira rodada do Brasileirão

     

    Ricardo Martins


     

    Tivemos nesse fim de semana o início da maior competição da América Latina. O Campeonato Brasileiro, a meu ver, premia todo o investimento técnico e financeiro dos clubes. Ou seja, a conquista de um campeonato desse porte não se dá apenas pelo fato de um time ter mais dinheiro, mas sim de como é a aplicação desses recursos.

    O Flamengo de 2019 tem características distintas de temporadas anteriores. Nem me lembro de quando começamos uma ano com um elenco minimamente preparado. Hoje temos um time competitivo desde o primeiro jogo. Isso não significa que dispensamos reforços. Nem vou falar aonde estão nossos elos mais fracos, pois, polêmicas à parte, todos sabem quais são.

    A cada semana farei uma síntese das rodadas, com ênfase, obviamente, do comportamento da seleção rubro-negra. Mas antes de focarmos no que aconteceu na primeira rodada, eu quero abrir o meu coração em relação a alguns temas que afligem a Magnética.
     

    ABEL BRAGA

    Confesso que Abel não era o meu técnico dos sonhos. Também sei que ele é muito questionado por parte significativa de nossa Torcida. Sabemos que o treinador esperado pela diretoria do Flamengo era Renato Gaúcho. E aí, creio eu, que por falta de opções de grandes nomes no futebol brasileiro, a contratação de Abel veio como receio a perde-lo e ficar sem referências nacionais para comandar o Flamengo.

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    Eu vinha me pronunciando timidamente, pois me policio para não julgar o trabalho de Abel Braga baseado na tragédia de 2004 contra o Santo André no Maracanã. E é isso que peço aos colegas. Vamos aguardar o resultado do trabalho do treinador. Técnico de futebol se sustenta com resultados, com vitórias e títulos.

    Competições como a Libertadores da América e a Copa do Brasil podem ser frustradas em um dia ruim. Considero a Libertadores a competição mais imprevisível do mundo. Jogar na altitude, por exemplo, nos faz assistir a um outro tipo de esporte aonde tudo pode acontecer.

    Até alguns anos atrás os brasileiros menosprezavam as competições sul-americanas. Isso proporcionou uma hegemonia argentina na Taça Libertadores da América. Mudou muito. E creio que até mudou para melhor. Só uma coisa não mudou, quem vence a Libertadores não precisa ser o melhor time, mas tem que ter vontade de avançar para chegar na final, que agora será disputada em apenas uma partida.

    Para concluir, temporariamente, o caso Abel Braga, eu ouso afirmar que, ao contrário do que afirmam seus maiores críticos, ele arruma gradativamente o time do Flamengo. Não quero polemizar, tampouco vou defendê-lo tacitamente, mas considero que mudar de treinador a essa altura do campeonato não nos garantiria melhores resultados.
     

    FOI DADA A LARGADA! A PRIMEIRA RODADA DO BRASILEIRÃO

     

    FLAMENGO 3X1 CRUZEIRO

    Eu alimentava sentimentos difusos em relação a estreia do Flamengo. Boa parte da imprensa esportiva apontava o empate como um resultado natural. E acho que alguns rubro-negros compraram essa ideia ao invés de comprar ingresso para o jogo. Tudo bem, olha o horário da partida! Sábado? 21 horas? No Rio de Janeiro? Há mais o que fazer… Mesmo assim, Flamengo e Cruzeiro tiveram o maior público da rodada.

    bruno-henrique-flamengo-cruzeiro

    E tivemos dois jogos distintos. Assisti parte do primeiro tempo com a Fla Gerais em Belo Horizonte. Saí irritado do local, por causa de uma torcedora do Cruzeiro que estava com um fone ouvindo a partida no rádio, e antecipava os lances. Eu me despedi dela e fui embora cuspindo marimbondo. Nem vi o gol de empate do Flamengo, só ouvi os gritos dos rubro-negros. De imediato pensei “Flamengo ganhará por 3×1!”, algo que me remetia a uma das primeira partidas que vi contra o mesmo adversário no Maracanã.

    Acreditem. Fui assistir o jogo no computador com fones de ouvido. Justamente para não ouvir o ambiente externo. Fui premiado com uma grande atuação do time no segundo tempo. Óbvio que fiquei muito feliz, mas quero fazer algumas considerações. Eu tinha visto outras partidas do Cruzeiro na temporada. A rigor, só o Atlético Mineiro fora um adversário de maior dificuldade. Porém, isso não diminui em nada a qualidade do Cruzeiro.

    A campanha do Cruzeiro na Libertadores é 100%, fato. Mas eu não vi futebol decente em nenhum dos times da chave celeste. A força do Cruzeiro é grande no goleiro, no Fred e nesse menino que me impressionou, o Pedro Rocha. Dedé é um grande zagueiro, mais reiteradamente falha em bolas baixas. Pelo alto é monstro e um grande animal na imprudência, e não me refiro apenas ao lance com Rodrigo Caio. Fico feliz dele não ter vindo para o Flamengo, que pode e deve investir em um zagueiro como Fabian Balbuena.

    O Flamengo jogou melhor e mereceu a vitória. Todavia, a queda física do Cruzeiro contribuiu para o domínio absoluto rubro-negro no segundo tempo. Nossa equipe demonstrou força e qualidade. Rodrigo Caio, Arão, Everton Ribeiro tiveram atuações impecáveis. Cuéllar mais uma vez impressionou pelo senso de posicionamento, marcação e consequentes roubadas de bolas. Quanto a Gabriel, o Gabigol, eu só percebi o que foi a sua atuação após o jogo. Gabriel participa do segundo e terceiro gol de forma decisiva. Aguardemos. Seu posicionamento em campo não é novidade. Ele é um baita atacante, com bom domínio e movimentação.

    Já Bruno Henrique, sinceramente? Quem imaginava que ele jogaria esse grande futebol? Fazia tempo que eu não via alguém usar o Manto Sagrado sem sentir o peso dessa camisa. Um condicionamento físico invejável. Até aqui sua contratação deve ser a de retorno mais rápido. Foi o melhor jogador da partida, na minha opinião.

    E que linda a homenagem de jogadores e Torcida ao Juan. Todos respeitam a carreira exemplar do Juan. Emocionante. Obrigado Juan! Que você continue irradiando essa simplicidade em sua nova etapa de vida. Se quiser tem vaga no time de campo da Fla BH. Você escolhe camisa e posição em campo!

    juan zagueiro flamengo despedida

    Que estreia! Foi ótima para aqueles que diziam que perderíamos as três primeiras partidas. Falando nisso, pedreira na próxima quarta-feira, Internacional no Sul do País. Em outros tempos eu me contentaria com um empate, mas já prevendo insucessos. Dá para acreditar em um resultado positivo. Vamos Flamengo!
     

    DEMAIS JOGOS DA RODADA

     

    São Paulo 2×0 Botafogo

    O treinador do São Paulo é bom. Mas penará um tempo para organizar um elenco de qualidade em formação. Talvez por isso tenha jogado fechadinho contra o limitado Botafogo, que não sabia o que fazer em campo. Placar justo. Deu a lógica. Times possuem objetivos distintos na tabela. Um quer beliscar vaga em Libertadores o outro foge do Z4, aonde começa a competição.
     

    Chapecoense 2×0 Internacional

    Não vi o jogo. Mas certamente o elenco da Chape teve um resultado interessante para a sua estratégia permanente de se manter na Séria A. O Internacional parece estar com ca beça na Libertadores. Que na próxima quarta continue assim.
     

    Atlético Mineiro 2×1 Avaí

    Assisti a fragmentos dessa partida. Não gostei. Muito menos do Avaí, que nos apresenta o velho Geninho, que aconselho ficar atento a sua saúde. Campeonato Brasileiro costuma adoecer técnicos de futebol. O galo precisa renovar o time. Tem gente fazendo hora extra. Creio que esse seja o time mais fraco do Atlético Mineiro desde 2012. Fez 3 pontos e venceu até o VAR dessa vez.
     

    Grêmio 1×2 Santos

    Foi um jogo interessante e que deve nos deixar alerta em relação ao time do Santos, que tem um dos melhores treinadores do mundo, Sampoli. É uma equipe jovem e, naturalmente, instável. O santos surpreendeu uma das melhores equipes de futebol no Brasil nos últimos anos. Uma vitória garantida por uma atuação espetacular de seu goleiro Vanderlei. Não gostei da atuação da zaga do Grêmio, que dificilmente é superada. O futebol é isso. Talvez o empate fosse um resultado mais justo, mas nessa rodada empate era proibido.
     

    Ceará 4×0 CSA

    Pelo que percebi, o placar talvez nem reflita a diferença técnica entre as equipes. O CSA poderia ter largado na frente. Não fez o gol e levou dois. Teve o goleiro expulso em uma jogada que estava parada. Jogar com um a menos foi um peso para o CSA, que é estreante na Série A da era dos pontos corridos. Já o Ceará deve apostar em um desempenho melhor em casa nesse início de campeonato, para tentar sofrer menos na reta de fim de ano.

     
    Bahia 3×2 Corinthians

    O Tricolor demonstrou força nas arquibancadas e no campo. Foi um jogo de belos gols. Achei o resultado justo. No Corinthians quem me surpreendeu foi o lateral Fagner, que fez uma partida impecável. Serão dois times difíceis de serem batidos na competição. Possuem bons treinadores, Roger e Carili.
     

    CAP 4×0 Vasco

    O time paranaense é muito bem armado. E sabe jogar bem em seu campo de gramado sintético. Nem há que se falar em justiça no placar. A atuação do Vasco foi abaixo do que poderíamos imaginar. A zaga do Vasco teve uma atuação trágica. Não há o que se comentar.
     

    Palmeiras 4×0 Fortaleza

    Rogério Ceni deu azar de pegar logo o poderoso Palmeiras de cara. Fica até difícil fazer uma avaliação dessa partida. A diferença de investimento dessas equipes é gigante. O Palmeiras é um dos favoritos ao título. Já o Fortaleza, eu quero esperar mais um pouco, pois não acredito que seja um saco de pancadas.
     

    Fluminense 0x1 Goiás

    O Sobrenatural de Almeida, personagem de Nelson Rodrigues estava presente. Nelson, tricolor histórico, certamente não gostaria desse jogo. Tudo deu errado, quando parecia que a vitória do Flu viria naturalmente, mesmo sem apresentar um futebol convincente.

    Teve de tudo, árbitro atrapalhado com o VAR, apagão no momento de bater pênalti, goleiro do Goiás defendo o pênalti ao retorno da energia, vendaval, chuva, gol anulado (gol legal, diria o saudoso Mário Viana) e, pasmem, gol de falta duvidosa, adivinha de quem? Rafael Vaz, em uma bizarra formação de barreira do Fluminense. Resultado injusto, com interferência direta da má arbitragem.

    ***

    Foi uma rodada de muitos gols, sem empates e com a vitória de apenas dois visitantes. Começamos muito bem vencendo um dos fortes candidatos ao título. Mas cabe lembrar que faz tempo que o Cruzeiro não sabe o que é vencer o Flamengo em campeonatos brasileiros…
    Cordiais Saudações Rubro-Negras!
     


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  • Brasileirão 2019: Flamengo 3 x 1 Cruzeiro

    Mano Menezes admite que o Cruzeiro esteve abaixo por causa da qualidade de jogo que o Flamengo impôs: confira a análise de André Amaral.

     

    André Amaral, do blog Ninho da Nação


     

    Após a péssima atuação e derrota para o LDU por 2 x 1, de virada, pela Libertadores, o Flamengo teria uma dura missão logo na estreia do Brasileiro: encarar o Cruzeiro, invicto nesse ano, campeão mineiro, líder da Libertadores, vindo de grandes investimentos e considerada a equipe com o melhor futebol da temporada.

    Apesar da grande expectativa inicial, que ainda teria o duelo Arrascaeta contra sua ex-equipe, o começo de jogo foi ruim, de praticamente nenhuma ameaça aos goleiros adversários.

    Abel Braga colocou em campo os titulares. E novamente optou por escalar Bruno Henrique no ataque, Gabigol na direita, Everton Ribeiro centralizado e Arrascaeta na esquerda.

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    Brasileirão 2019 – Análise sem clubismo feita pelo Matuto

    Apesar de alguma tentativa de movimentação do quarteto da frente, não deu certo. Praticamente não houve criação ofensiva do Flamengo, que, sem Everton Ribeiro pela direita, perdeu-se a triangulação com Pará e Arão. Com Bruno Henrique jogando na área, perde-se em profundidade. E Gabigol, que vinha com boa média de gols, foi o artilheiro do ano passado, deixou de marcar, além de não conseguir boa recomposição defensiva.

    Abel não erra quando busca variações pra surpreender seus rivais. Em termos de números, tem sido boa aposta escalar Bruno Henrique de nove: são impressionantes 11 gols e oito assistências em 17 jogos. Cinco gols após essa mudança. Dois gols contra Botafogo, Fluminense, Vasco e Cruzeiro.

    Mas será que compensa tamanho sacrifício de perder a característica do restante dos homens da frente? Além de tirar do próprio Bruno Henrique toda sua potencialidade no lado de campo? Vamos ver quem ganha essa aposta. Espero que seja o Flamengo e não a teimosia.

    Confesso que esperava mais do Cruzeiro. Outra vez a equipe de Mano Menezes preferiu não jogar e busca uma bola para tentar seu gol. À exemplo dos últimos confrontos contra o Flamengo, seja no Maracanã e até no Mineirão.

    E foi novamente em erro coletivo na marcação que o Rubro-Negro sofreu seu gol. Léo Duarte não ganhou no corpo com Fred, que fez bem o pivô, Arão não conseguiu cortar e, pelas costas do Pará, Pedro Rocha abriu o placar.

    bruno henrique comemora cruzeiro maracanã brasileiro 2019

    Seria o cenário perfeito para o Cruzeiro ir para o intervalo vencendo por 1 x 0. A sorte rubro-negra foi que Bruno Henrique cabeceou em falha do goleiro Fábio e ainda chegou pra completar, impedindo Gabigol, em posição irregular, de tocar na bola. O empate logo na sequência impediu o adversário de fazer o que mais sabe.

    Na volta do segundo tempo, eis que o Flamengo apresenta seu melhor futebol: mais agrupado, mais próximo e sufocando a saída de bola, o time de Abel Braga dominava completamente a partida, a ponto de chegar a ter 66% de posse de bola e ver Cesar assistir o jogo sem sofrer nenhum perigo, contando com o ótimo jogo de Cuellar e Arão.

    O próprio treinador celeste reconheceu: “O segundo tempo muito abaixo tem a ver com a qualidade de jogo que o Flamengo nos impôs (…) Erramos muito a transição de ataque, muitas vezes a bola não estava forçada, mas escolhemos o passe errado. Isso foi dando falta de continuidade. Aí você não respira, não posiciona, não consegue sair de trás”.

    A virada veio em interessante triangulação pela direita. Gabigol fez a parede, Arão fez ótima jogada e Bruno Henrique se posicionou brilhantemente pra fazer o 2 x 1.

    Com Diego em campo, as jogadas fluíam com mais facilidade. Além dos dois gols, Bruno Henrique ainda cavou a expulsão de Edilson, jogando pela esquerda.

    O Cruzeiro ainda tentou se lançar ao ataque, mas em contra-ataque, Gabigol distribuiu passe para Bruno Henrique, que se livrou de Dedé e chutou, para ótima defesa de Fábio. Porém, Gabigol já estava na área para fazer o terceiro e confirmar a importante vitória contra um dos favoritos ao título ao lado do Flamengo.

    Por fim, foram 57% de posse pro time da Gávea e apenas duas finalizações cruzeirenses em 90 minutos.

    Com o 3 x 1, Juan finalmente pôde entrar em campo para encerrar sua brilhante carreira.

    Após dias turbulentos, um sábado perfeito para a Nação Rubro-Negra.
     


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  • Sobre dúvidas e certezas

    Fabiano Tatu analisa a estreia do Flamengo no Brasileiro: “Tinha tudo para ser mais um jogo daqueles que enchem o coração da gente de ódio”.

     

    Fabiano Tatu


     

    Tinha tudo para ser mais um jogo daqueles que enchem o coração da gente de ódio, principalmente em relação ao Abel, cuja frequência com a qual nos tira do sério faz com que nossa má vontade e a falta de paciência com ele se tornem maiores a cada nova partida. Mas veio o segundo tempo e logo ficou claro que o Flamengo havia voltado do intervalo com uma atitude bem diferente da que havia demonstrado na primeira parte, e uma organização que até ali não tinha aparecido. Quanto ao Cruzeiro, não sei se foram essas mudanças do Flamengo que o fizeram sucumbir por inteiro, a ponto de não conseguir ser sequer sombra do time que até então ostentava o “título” de único invicto do futebol brasileiro no ano, com 100% de aproveitamento na Libertadores e sem sofrer um só gol nessa competição, ou se muito do que se via da equipe do também insuportável Mano tinha bem mais a ver com a ruindade dos seus adversários nas competições estadual e continental do que propriamente com suas qualidades. Tampouco me interessa, sinceramente.

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    O Flamengo, mesmo tendo jogado um primeiro tempo em que apareceram todos aqueles defeitos que a maioria de nós vem percebendo e apontando desde que o time estreou na temporada, conseguiu se arrumar e atropelar os mineiros sem dó. César passou o segundo tempo inteiro apenas se aquecendo embaixo das traves, pois não precisou trabalhar. O lance mais perigoso do Cruzeiro foi protagonizado pelo excelente, porém estabanado Dedé, que com seu ímpeto desmedido e aquele seu físico para lá de avantajado deixou todo mundo com os nervos à flor da pele vendo as imagens fortes do Rodrigo Caio estrebuchando no gramado após violento choque com o zagueiro celeste. Que bom que não passou de um grande susto, mas tomara que sirva para que o Dedé controle um pouco sua voracidade, pois não é a primeira nem a segunda vez que causa um acidente parecido.

    bruno-henrique-gol-cruzeiro

    À exceção desse susto, nenhum outro nos foi pregado pelos cruzeirense na segunda metade do jogo, quando o Flamengo mostrou o que tem de melhor – apesar de outra atuação ruim do Arrascaeta –  e garantiu a vitória até com certa tranquilidade. Mas isso não apaga o desempenho fraco do primeiro tempo, muito menos o que o time (não) fez na Libertadores contra o Peñarol e a LDU. Daí a pairarem ainda tantas dúvidas sobre qual seja o verdadeiro Flamengo de 2019. Sabemos que temos jogadores capazes de repetir mais vezes a atuação do segundo tempo de sábado, porém estamos longe de ter a mesma certeza quando se trata do nosso técnico e se ele tem condições de fazer com que seus comandados atuem daquela forma de maneira constante. Minha opinião é a de que não tem. E isso me irrita demais, porque quase nenhum rubro-negro um dia imaginou que teria. Sabíamos desde sempre que com o Abel veríamos um time com um comportamento diferente no que diz respeito à entrega, à disposição, mas também era claro que iríamos depender demais do talento de cada jogador para vencermos os jogos. Portanto, se a realidade expressa pelos fatos e pelo histórico do Abel principalmente nos últimos sete ou oito anos não dá margem alguma para que alimentemos grandes esperanças, nos resta – como sempre – o flamenguismo. É a ele que devemos nos apegar não apenas para arrancar no Uruguai a classificação na Libertadores e evitar mais uma humilhação numa competição em que temos desempenho quase sempre ridículo, como também para buscar no Brasileiro e na Copa do Brasil o tal título de peso de que há muito necessitamos. São Judas Tadeu terá bastante trabalho.

    Em tempo: Muito obrigado, Juan!

    SRN

     

     


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  • Duelo dos extremos da tabela neste feriado: Flamengo/Marinha x Sport

    Após um empate sem gols diante da Ferroviária na última rodada, nesta quarta-feira, às 15h, o Flamengo/Marinha entra em campo pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro Feminino A1 2019 jogando no estádio da Gávea, diante do Sport Recife. A entrada é gratuita.

    O Mengão venceu cinco das seis partidas que disputou na competição, e, ocupa atualmente a segunda colocação do campeonato. A equipe ainda não sofreu gols, assim sendo a melhor defesa do campeonato, e possui ainda o terceiro melhor ataque, com 19 gols marcados. Na última semana, o clube acertou a contratação da atacante Lu Meireles.

    O adversário

    O Sport está atualmente na 16ª colocação no Brasileiro Feminino. A equipe ainda não pontuou e nem marcou gols na competição. A defesa é a mais vazada do campeonato: 22 gols sofridos. Será o primeiro jogo entre as equipes na história. O jogo será apitado por Rejane Caetano da Silva, auxiliada por Beatriz Geraldini de Sousa e Fabiana Nóbrega Pitta.

    Na última partida, o técnico Ricardo Abrantes escalou o Flamengo/Marinha da seguinte maneira: Kaká; Rayanne, Andressa, Day e Fernanda Palermo; Ju (Karen), Sâmia Pryscila e Gaby; Raiza (Ana Carla), Flávia e Larissa (Dany Helena).

    Créditos na imagem destacada: Marcelo Cortes/Flamengo


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  • Flamengo volta a vencer no Maracanã em estreias do Brasileirão após 11 anos

    Na noite do último sábado (27), o Flamengo voltou a vencer na estreia do Campeonato Brasileiro jogando no Maracanã. Após onze anos,  o Rubro-Negro estreou com vitória na competição jogando no místico estádio, vencendo o Cruzeiro por 3 a 1, com dois gols de Bruno Henrique e outro de Gabriel Barbosa.

    Em 2008, no mesmo local, o Flamengo venceu o Santos, pelos mesmos 3 a 1, com gols de Marcinho, Ibson e Juan. Neste duelo, o clube jogou com os portões fechados, após punição imposta no ano anterior pelo STJD, devido a uma lata atirada no campo na partida contra o Grêmio.

    Depois disso, o Flamengo venceu dois outros jogos em estreias: 4 a 0 sobre o Avaí, em 2011 (no Moacyrzão), e o Sport, em 2016 (Raulino de Oliveira).

    Retrospecto contra o Cruzeiro em estreias

    Esse foi a terceira edição por pontos corridos onde as equipes estrearam entre si. Em 2005, empate em 1 a 1 no Maracanã: Junior Baiano fez o gol do Mengão. Em 2009, no Mineirão, vitória celeste por 2 a 0. Em 2019, show de Bruno Henrique na vitória Rubro-Negra por 3 a 1. Um empate e uma vitória para cada lado.

     


    Créditos de imagem destacada: Alexandre Vidal/Flamengo

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