Autor: diogo.almeida1979

  • Abel precisa voltar a ser Abel

    Abel sempre foi um expoente do tal “futebol reativo”, nome moderninho para designar as equipes que gostam de atuar retraídas, em velocidade, no contragolpe.

     

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    Certa vez, um escorpião aproximou-se de um sapo que estava na beira de um rio. O escorpião vinha fazer um pedido: “Sapinho, você poderia me carregar até a outra margem deste rio tão largo?” O sapo respondeu: “Só se eu fosse tolo! Você vai me picar, eu vou ficar paralisado e vou afundar.” Disse o escorpião: “Isso é ridículo! Se eu o picasse, ambos afundaríamos.” Confiando na lógica do escorpião, o sapo concordou e levou o escorpião nas costas, enquanto nadava para atravessar o rio. No meio do rio, o escorpião cravou seu ferrão no sapo. Atingido pelo veneno, e já começando a afundar, o sapo voltou-se para o escorpião e perguntou: “Por quê? Por quê?” E o escorpião respondeu: “Por que sou um escorpião e essa é a minha natureza.”

    * * *

    Saudações flamengas a todos.

    2004. Buscando soluções para a montagem de um time a partir de um elenco de baixo orçamento e visivelmente limitado, a nova Diretoria do Flamengo recorre a Abel Braga, nome em ascensão no mercado nacional de treinadores emergentes, com passagens bem-sucedidas pelo futebol português e com certa experiência (e alguns títulos) em equipes brasileiras, como Vasco, Botafogo, Atlético-MG, os três principais do Paraná, Vitória, Santa Cruz e Internacional, onde conseguiu o Vice Brasileiro de 1988 e chegar às Semifinais da Libertadores do ano seguinte.

     

    fabio e junior baiano afastados flamengo
    Reprodução.

     

    Abel inicia a temporada com o seguinte time-base: Júlio César, Rafael, Júnior Baiano, Fabiano Eller, Roger; Da Silva, Ibson, Fábio Baiano, Felipe; Jean, Andrezinho.

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    Crônica: NBB 2018/19 – Semifinal – 1° jogo: Botafogo 77 x 79 Flamengo

    Os resultados iniciais mostram-se preocupantes. É bem verdade que o Flamengo, pela Taça Guanabara, consegue uma virada espetacular sobre o Fluminense de Romário, Léo Moura e Ramon (desfalcado ainda de Edmundo e Roger Flores), revertendo de 1-3 para 4-3 um jogo em que o Maracanã ferve ao som de “Poeira”. Mas na sequência o rubro-negro acumula um psicodélico empate em Maceió em 4-4 contra o modesto CRB-AL, pela Copa do Brasil e, em Edson Passos, sofre virada semelhante ao do “Fla-Flu da Poeira”, ao ser derrotado pelo América pelos mesmos 3-4 do clássico. São ONZE gols sofridos em três jogos. O sistema defensivo da equipe, evidentemente, não funciona. É necessário agir.

     

    abel braga 2004 flamengo
    Reprodução.

     

    E o treinador não titubeia. Saca Júnior Baiano, Andrezinho e Fábio Baiano da equipe, promove o retorno do veterano Zinho ao meio e efetiva o jovem Henrique na zaga. Na frente, o garoto Diogo (que estreara de forma retumbante, marcando quatro gols em dois jogos) ocupa o lugar de Andrezinho. Dá certo de início, mas Abel, sentindo a necessidade de compactar ainda mais o meio, saca Diogo e entra com mais um volante, no caso Douglas Silva. Felipe vai para a frente, jogar na ponta-direita. Com essa formação (e poucas variações), o Flamengo, com um time substancialmente defensivo, conquista, com inesperada facilidade, o Estadual e chega às Finais da Copa do Brasil, comandado por Felipe, que chega à Seleção. Depois, sucumbirá às limitações do elenco e do próprio treinador, o que foge ao escopo dessas linhas.

    Mexer no que não está funcionando.

    Passam-se quinze anos.

    2019. O Flamengo mudou. Saneado e capaz de grandes investimentos, o rubro-negro monta um dos mais fortes elencos do país. Um plantel que, a despeito de alguns pontos fracos, reveste-se de plena capacidade de conquistar os principais títulos em disputa e, principalmente, quebrar um jejum nacional/internacional de taças que já avança para o seu sexto ano, marca sem precedentes na história recente do clube. E, para comandar um grupo formado por nomes como Arrascaeta, Gabigol, Bruno Henrique, Rodrigo Caio, Diego Alves, Everton Ribeiro, Diego Ribas, Vitinho, Cuellar etc, o rubro-negro recorre a Abel Braga.

     

    abel braga 2019 flamengo
    Fotos: Alexandre Vidal / Flamengo

     

    Abel, que vê se aproximar o crepúsculo de uma carreira vitoriosa, Campeão Brasileiro, Continental e Mundial, é escolhido por seu perfil experiente e pragmático, capaz de trazer competitividade a um elenco que havia demonstrado, nas últimas temporadas, certa incapacidade de lidar com momentos de pressão extrema. A opção flamenga (decorrente da recusa de Renato Gaúcho à proposta do clube) é repelida pela torcida, que ansiava por um nome mais “antenado” e “moderno”, preferencialmente estrangeiro.

    Cinco meses depois, a avaliação do trabalho de Abel Braga converge, na mais benevolente das abordagens, à sensação de que falta algo. Ao senso comum, é ruim mesmo. Bem ruim. Abaixo da crítica. Medíocre. A ponto de ter sua permanência no comando do clube seriamente questionada, mesmo (segundo alguns) em caso de classificação logo mais, na “guerra” contra o Peñarol em Montevideo.

    O que está dando errado?

    Abel sempre foi um expoente do tal “futebol reativo”, nome moderninho para designar as equipes que gostam de atuar retraídas, em velocidade, no contragolpe. Seus times, por mais qualificados que fossem, usualmente atuavam exercendo pressão inicial e, conquistada a vantagem no marcador, entrincheiravam-se atrás da linha da bola para, aproveitando o desespero do oponente, fustigá-lo e abatê-lo em estocadas certeiras. Ou, em contingência, “estacionar o ônibus” na porta da área e garantir o resultado com suor e sofrimento.

    Assim o treinador construiu sua carreira. Assim ganhou e perdeu. Assim se fez admirado, respeitado, rejeitado e odiado.

    Eis que a versão 2019 do “Abelão” resolve “reinventar-se”. O treinador, que cansou de suspirar à imprensa as virtudes do elenco flamengo, ao mais perfeito modo “ai, se eu te pego…”, acena com uma forma de jogo mais arejada. Marcação alta, pressão no campo adversário, triangulações e infiltrações dos lados do campo, jogo de posse de bola. Uma posse mais “nervosa”, vertical, mas, ainda assim, posse. Algo mais compatível ao perfil do elenco do Flamengo, e efetivamente ao que o rubro-negro tem apresentado, salvo exceções, nos últimos dois/três anos.

    Problema é que Abelão nunca foi disso.

    Esta coluna, publicada no dia da graça de 30 de janeiro de 2019, já questionava a possibilidade de Abel, ao fugir de suas características inatas, ver naufragar seu trabalho nas mesmas águas onde feneceu Muricy Ramalho, que em nenhum momento logrou montar uma equipe minimamente confiável. E a constatação é a de que esse risco é cada vez mais palpável. É bem verdade que o Flamengo de 2019 já conquistou algumas taças de relativa expressão (raivosamente defendidas pela nova Diretoria, ao melhor estilo “Mozer”. Como é mais fácil ser pedra…), algo de que Muricy sequer chegou perto. Mas, a exemplo do consagrado ex-treinador de São Paulo, Inter e Santos, Abel não consegue trazer equilíbrio à equipe, que se ressente de uma defesa exposta e vulnerável, que não transmite a mais remota confiança, sofrendo gols e mais gols sempre que fustigada (semana passada, quando o Flamengo pressionava para empatar o jogo contra o Internacional, cheguei a comentar num grupo de WhatsApp: “se o Flamengo empatar, não vai demorar pra levar o segundo”. Não deu outra). Um time que até funciona quando se presta a pressionar. Mas que entra às raias do colapso quando confrontado e espremido em seu campo.

    Repetindo o que se foi escrito por aqui, Abel não foi contratado pra dar espetáculo, pra emular o Flamengo de Coutinho, pra revolucionar o futebol brasileiro. Abel veio pra competir, guerrear e vencer, mesmo que jogando lateral na área. Pra fazer o que sabe. Estacionar ônibus e meter contragolpe. Seguir sua natureza. A partir do momento em que tenta emular uma forma de jogo cuja execução não é simples e com a qual não está habituado, cai na vala comum dos jovens imberbes ou dos nomes inexpressivos de mercado. Torna-se incapaz de repetir o desempenho de um Dorival. De um Barbieri. Porque não é a sua praia. Seu métier. Sua expertise.

    Poderia mencionar as escolhas equivocadas e a repetição daquilo que sempre foi o ponto fraco de Abelão ao longo de sua carreira, no caso, a dificuldade de interpretar e interferir no que ocorre no gramado durante os 90 minutos. Seguramente dedicaria linhas e parágrafos para “enaltecer” a colossal bobagem em apostar num jogador inócuo como Willian Arão, um atleta de nível periférico que detém severas deficiências em todos os aspectos do jogo (técnico, tático, físico e mental). Um “volante” com índole de meia, cuja presença na equipe inviabiliza qualquer tentativa de se construir um sistema defensivo sólido e robusto. Há outras opções equivocadas (resiste em se desvencilhar de Diego, atrapalha-se com as posições de Gabigol e Bruno Henrique, demonstra aguda incapacidade em fazer Arrascaeta render etc), mas a insistência em Arão é o grande erro pontual de Abel Braga (repita-se, não o único). Que, ao contrário de 2004, resiste em identificar e corrigir.

     

    abel braga arão
    Fotos: 1. Alexandre Vidal / Flamengo. 2. Reprodução.

     

    Desnecessário pontuar que o contexto que enfeixa as coisas do futebol monta-se e se desfaz como nuvens. As verdades absolutas de hoje são desmentidas em minutos (como mostrou o hilário Grêmio 4-5 Fluminense, com o superestimado Fernando Diniz sendo “demitido” e “recontratado” um cacho de vezes durante o jogo). De qualquer forma, o ambiente rubro-negro segue fortemente carregado e adverso, quase hostil, à permanência de Abel Braga no comando técnico do plantel. Não acredito em demissão em caso de classificação no “Campeón del Siglo” (e vamos nos classificar, com toda a força da fé flamenga), mas igualmente não creio em um ciclo muito duradouro além disso. Ao primeiro tropeço, bandeiras e hashtags tremularão fortes e vibrantes, troando seus “Fora Abel” aos quatro cantos. Como tem sido desde janeiro.

    Não que isso não possa ser mudado. Longe de ser fácil, está nas mãos de Abel Braga respeitar sua história. Aproximar-se de seu melhor. Ignorar as vozes que clamam pelo “jogo bonito” e passar a perseguir o jogo que sabe fazer funcionar. Abel precisa voltar a ser Abel. Entender que, mais importante que jogar pra frente ou jogar atrás, é jogar certo. Mais relevante que time propositivo ou reativo é o time que funciona.

    Do contrário, sairá pela porta dos fundos.

    * * *

    Em tempo: caso a trajetória de Abel no Flamengo seja encerrada, que a Diretoria do Flamengo, tão diligente em enaltecer os fracassos da mal-sucedida gestão do Futebol no triênio anterior, adote CRITÉRIOS coerentes para escolher o próximo treinador. Que traga alguém sabendo o que quer e o que o contratado é capaz de entregar. Do contrário, daqui a três ou quatro meses estaremos tornando a esse tipo de discussão. Que já anda bastante cansativa, aliás.

     

     


     

     

     

     

     

     

  • Sub-17 não sai do 0x0 contra o América-MG pelo Brasileiro

    Com este resultado, o Mengo mantém a invencibilidade na competição e também a liderança provisória do Grupo B

    Bruno Vicente (Com informações site do Flamengo)

    Em duelo válido pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro Sub-17, o Flamengo entrou em campo na tarde desta terça-feira (07) para enfrentar a equipe do América-MG. Jogando fora de casa, no Estádio das Alterosas, em Belo Horizonte, os Garotos do Ninho fizeram uma partida equilibrada e empataram com os mineiros em 0x0.

    Com este resultado, o Mengo mantém a invencibilidade na competição e também a liderança provisória do Grupo B. Agora, o time da Gávea possui uma campanha de três jogos, sendo duas vitórias, um empate, totalizando sete pontos conquistados. Além disso, são quatros gols marcados e apenas um sofrido.

    A equipe comandada pelo técnico Phelipe Leal tem um jogo a menos, já que a partida válida pela primeira rodada, contra o Grêmio, somente será disputada no dia 18 deste mês. O próximo compromisso pelo Brasileiro está marcado para o dia 15, contra o Vitória, às 15h, na Gávea.

    Primeiro tempo

    Querendo manter os 100% de aproveitamento no campeonato, o Rubro-Negro chegou com perigo pela primeira vez aos seis minutos. Lázaro fez linda jogada individual, passou por dois marcadores e tocou para Jean Carlos. Ele viu muito bem a ultrapassagem em velocidade de Caio, que recebeu na entrada da área e bateu forte, porém sobre o gol da equipe mineira.

    A partir daí, os Garotos do Ninho começaram a ter o controle da posse de bola e a dominar totalmente as ações da partida até o fim do primeiro tempo. O América se via sufocado em seu campo defensivo, e tentava alguma coisa em chutes de longa distância, como com Rodrigo, aos 17 minutos, sem perigo algum para o goleiro rubro-negro Bruno.

    Aos 24 minutos, Marcos Felipe fez belo cruzamento na área. Lázaro chapou de primeira, mas a bola foi muito alta. Aos 37, Caio cruzou boa bola na área. Por muito pouco, Lázaro não alcançou e tocou já dentro da pequena área para abrir o placar.

    O América teve suas duas melhores chances pouco antes do intervalo. Aos 40 minutos, após cobrança de escanteio. Bruno fez grande defesa à queima-roupa. No rebote, Carlos Alberto chutou para fora. No minuto seguinte, novamente Carlos Alberto fez bela jogada individual e tentou encobrir Bruno, mas Otávio estava atento e salvou o Mais Querido, no último lance de gol da primeira etapa.

    Segunda etapa

    Logo no início do segundo tempo, o goleiro Bruno brilhou novamente. Primeiro, em cabeçada de Guizão, com mais uma grande defesa à queima-roupa. Depois, segurando firme o chute de Thales no rebote. Aos cinco minutos, o Mais Querido respondeu em cabeçada perigosíssima de Lázaro, que tirou tinta da trave direita de Guilherme.

    O jogo era muito equilibrado, mas nos minutos finais o Flamengo impôs forte pressão mesmo jogando fora de casa, e teve suas melhores chances de abrir o marcador. Aos 42 minutos, após cruzamento, a bola passou por Gabriel Borsatto e Lázaro livres de marcação dentro da pequena área, e com o goleiro americano já batido.

    Aos 45 minutos, a bola entrou após cabeçada de Weverton. A arbitragem, porém, viu falta do centroavante rubro-negro no goleiro Guilherme, e anulou o gol que daria a terceira vitória seguida ao Mais Querido no campeonato.

    Já nos acréscimos, a última chance. Maycon cobrou falta na área, o goleiro afastou e, após bate rebate, a zaga cortou em cima da linha. No rebote, Weverton bateu de esquerda, e a bola passou à esquerda da baliza mineira.

    No fim, apesar da forte pressão rubro-negra nos minutos finais do jogo, o empate por 0x0 não foi ruim, já que mantém os Garotos do Ninho invictos na competição e com a liderança provisória do Grupo B.

    Escalação

    Flamengo: Bruno, Marcos Felipe, Gabriel Noga, Otavio, Caio; Dhouglas, Murillo (Maycon), Lázaro, Samuel (Jhonata), Jean Carlos (Gabriel Borsatto) e Carlos Daniel (Weverton). Treinador: Phelipe Leal.

    Créditos da foto: João Zebral/América

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  • Você sabia? De cada 100 sócios torcedores do Fla, apenas três são de gênero feminino; conheça outros números

    Atualmente o programa Nação Rubro-Negra conta com 108 mil associados e é um dos maiores do Brasil. Iniciado na gestão Eduardo Bandeira de Mello, o programa de sócio torcedor do Flamengo foi criado com o intuito de fazer com que o orçamento do futebol do clube aumentasse, possibilitando grandes contratações. O início não foi fácil, e uma gangorra nos números acontece com frequência, mas em 2019 o programa fixou na faixa dos 100 mil sócios. No entanto, uma curiosidade no programa chama a atenção. O blog Gavo na Gávea promoveu uma análise sobre o atual perfil dos ST’s do clube, e percebeu um número espantoso em relação ao gênero feminino.

    De acordo com o blog, em um universo de 100 associados do Nação Rubro Negra, 77 são do gênero masculino, 20 não especificaram e 3 são do gênero feminino.

    Existem alguns fatores que podem ajudar a explicar essa baixa porcentagem das mulheres:

    • Possível machismo no ambiente dos estádios
    • Violência (ainda mais com a maioria dos jogos sendo na parte da noite)
    • Benefícios mal divulgados: mulheres tem desconto em Avon e Espaço Laser de depilação.

    Para muitos, o maior motivo de ser ST é ter preferência na compra e o desconto no valor do ingresso, tanto é que 78% dos associados são do Rio de Janeiro, porém, 22% fazem parte dos chamados torcedores “off-Rio”. Pagam a mensalidade simplesmente por amor ao clube e um dos únicos benefícios são os sorteios feitos para acompanhar uma partida realizada no Maracanã.

    O Flamengo tem oito planos em seu programa de sócio. O ”Raça” com 70,6% de adesão e no valor de R$ 49,90 é o mais adquirido, seguido do ”Onde Estiver” com 9,8% de adesão e no valor de R$ 29,90, ”Amor” com 6,7% de adesão e no valor de R$ 129,90, ”+Raça” com 5% de adesão e no valor de R$ 89,90, ”+Paixão” com 3,7% de adesão e no valor de R$ 269,90, ”+Amor” com 2,9% de adesão e no valor de R$ 169,90, ”Nação Jr” com 0,8% de adesão e no valor de R$ 23,90 e ”Paixão” com 0,5% de adesão e no valor de R$ 199,90.

    O plano ”Raça” provavelmente é o mais adquirido pelo baixo preço, seguido dos mesmos direitos a preferência na hora da compra e desconto nos ingressos. Os demais planos (+Raça, Amor, +Amor, Paixão e +Paixão) são todos bem semelhantes. Nação Jr é destinado as crianças de 0 a 14 anos e o Onde Estiver visa atender os torcedores residentes fora do solo carioca.

    A última e não menos importante curiosidade, é a faixa etária dos sócios torcedores do Flamengo. 44,6% dos ST’s tem entre 26 a 40 anos, seguido de 24,6% dos ST’s entre 41 a 60 anos, 18,4% dos ST’s entre 15 a 25 anos, 11,2% dos ST’s de 61 ou mais e de 0,9% dos ST’s entre 1 a 14 anos. Esses dados acabam não surpreendendo pelo fato dos sócios de 20 até 60 anos estarem ativos no mercado de trabalho.

    Os números são interessantes e esclarece muitas dúvidas sobre um programa de sócio que tem tudo para crescer ainda mais. Se for bem explorado, o futuro será de boas novas para o clube rubro-negro.

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    Créditos de imagem destacada e nas redes sociais: Reprodução

  • Flamengo/Marinha não sofreu gols nos últimos quinze jogos

    Um bom time de futebol começa com uma grande defesa, certo? Com a evolução do futebol, todos os atletas têm a obrigação de defender. Os primeiros defensores são os atacantes, passando pelos meio-campistas, e chegando no setor defensivo propriamente dito, composto por laterais, zagueiros e goleiro.

    O Flamengo/Marinha, comandado pelo técnico Ricardo Abrantes, vem chamando a atenção pela solidez defensiva nas últimas partidas. Mais precisamente, já são quinze jogos (treze disputados, dois vencidos por W.O) onde a equipe não é vazada. A última partida onde a equipe sofreu gol, foi naquele 4 x 2 a favor do Corinthians, pelas semifinais do Brasileiro Feminino 2018.

    1 – Liga de Rio das Ostras x Flamengo/Marinha – W.O: jogo não realizado por ausência de médico

    2 – Flamengo/Marinha 3 x 0 Duque de Caxias – Setor defensivo titular: Kemelli, Raquelzinha, Ingryd Avancini, Karen e Ana Carla.

    3 – Portuguesa 0 x 4 Flamengo/Marinha – Setor defensivo titular: Kemelli, Ana Carla, Andressa Pereira, Day e Fernanda Palermo.

    4 – Flamengo/Marinha 14 x 0 Liga de Arraial do Cabo – Setor defensivo titular: Kaká, Raquelzinha, Andressa Pereira, Day e Fernanda Palermo.

    5 – Liga de Rio Bonito 0 x 6 Flamengo/Marinha – Setor defensivo titular: Kaká, Raquelzinha, Andressa Pereira, Day e Fernanda Palermo.

    6 – Flamengo/Marinha x Liga de Volta Redonda – W.O: jogo não realizado pela ausência das adversárias

    7 – Flamengo/Marinha 4 x 0 Portuguesa – Setor defensivo titular: Kaká, Rayanne, Andressa Pereira, Day e Fernanda Palermo.

    8 – Flamengo/Marinha 5 x 0 Duque de Caxias – Setor defensivo titular: Kaká, Rayanne, Andressa Pereira, Day e Fernanda Palermo.

    9 – Iranduba 0 x 3 Flamengo/Marinha – Setor defensivo titular: Kaká, Rayanne, Andressa Pereira, Day e Fernanda Palermo.

    10 – Flamengo/Marinha 10 x 0 Vitória-PE – Setor defensivo titular: Kaká, Rayanne, Andressa Pereira, Day e Fernanda Palermo.

    11 – São José 0 x 2 Flamengo/Marinha – Setor defensivo titular: Kaká, Rayanne, Andressa Pereira, Day e Fernanda Palermo.

    12 – Flamengo/Marinha 1 x 0 Audax – Setor defensivo titular: Kaká, Rayanne, Andressa Pereira, Day e Fernanda Palermo.

    13 – Ponte Preta 0 x 3 Flamengo/Marinha – Setor defensivo titular: Kaká, Rayanne, Andressa Pereira, Day e Fernanda Palermo.

    14 – Flamengo/Marinha 0 x 0 Ferroviária – Setor defensivo titular: Kaká, Rayanne, Andressa Pereira, Day e Fernanda Palermo.

    15 – Flamengo/Marinha 6 x 0 Sport – Setor defensivo titular: Kaká, Rayanne, Andressa Pereira, Karen e Fernanda Palermo.

    O próximo compromisso da equipe ocorrerá no próximo dia 11, contra o Santos, no estádio do Pacaembu. O jogo terá entrada gratuita dos torcedores e ainda será transmitido pelo Twitter.

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    Flamengo/Marinha goleia mais um adversário no Brasileiro Feminino

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    Créditos na imagem destacada: Marcelo Cortes/Flamengo


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  • Fim de semana movimentado marca base do Flamengo; veja como foi

    Do Sub-07 ao Sub-17: saiba como a base rubro-negra performou durante este último fim de semana

     

    Bruno Vicente


     

    Não foi só o time principal que encarou um novo desafio durante o fim de semana. Por campeonatos diferentes, vários jogos também movimentaram as categorias de base do Flamengo. Do sub-07 ao sub-17, tanto no sábado (04) quanto no domingo (05), os Garotos do Ninho mais uma vez honraram o Manto Sagrado e o Mundo Bola traz um resumo completo das disputas.

    Sub-17

    Começando por ordem decrescente, o Mundo Bola destaca a bela vitória dos meninos do Sub-17. Em partida válida pelo Campeonato Carioca e 6ª rodada da Taça Guanabara, o Rubro-negro foi até o Estádio dos Trabalhadores e arrancou um belo triunfo diante do Resende Futebol Club.

     

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    Com gols de Borsatto, Filipe Crysman e Felipe Cardoso, o Mengo fez da equipe do Sul do Rio de Janeiro uma presa fácil e deu um grande passo rumo à classificação para as quartas de finais da Taça Guanabara. Com a vitória, o Fla chegou aos 14 pontos, sendo sete a mais que o Boavista (primeiro time fora da zona do G4).

    Na próxima rodada, o time comandado pelo técnico Phelipe Leal ganha folga e volta a campo no próximo dia 18 de maio (sábado), para fazer o clássico contra o Vasco da Gama, às 10h45, na Gávea.

    base flamengo
    Foto: Marcelo Cortes

    Sub-15

    Também pela 6ª rodada da Taça Guanabara, os meninos do sub-15 não tiveram o mesmo êxito contra o Resende. Nessa partida, o Mengo foi derrotado pelo placar de 2×1, com o único gol marcado por Matheus Gonçalves. Vale destacar que, para este confronto, o técnico Leonardo Cherede escalou praticamente uma equipe sub-14. Isso porque, os garotos do time titular estão disputando a Copa Nike.

    Com o tropeço diante do Resende, o Fla ocupa agora a segunda posição do Grupo B, com 14 pontos somados, já que o Vasco venceu seu confronto contra o Macaé e saltou para 17 pontos. Ainda assim, a equipe da Gávea segue com boas chances de avançar para a próxima fase, pois está a cinco pontos do quinto colocado Volta Redonda.

    Assim como o sub-17, o sub-15 também folga na próxima rodada. Dessa forma, a partida seguinte acontece no dia 18 de maio (sábado), na Gávea, onde às 9h enfrenta o Vasco da Gama.

    Sub-09

    Pela quarta rodada da Copa Dente de Leite, o time sub-09 aplicou uma sonora goleada na equipe do Marã T.C. Em jogo realizado na manhã de domingo, no Espaço Américas, o Rubro-negro balançou as redes adversárias nove vezes e não sofreu nenhum gol.

    A vitória coloca o time da Gávea na primeira posição do Grupo B, com nove pontos conquistados em três jogos disputados. Além disso, são 13 gols marcados e apenas um sofrido até o momento.

    Sub-08

    No sábado, às 16h, quem também fez bonito foi o sub-08. Jogando no Parque Olímpico, os Garotos do Ninho golearam o Goitacaz FC por 8×0. Com o resultado, o Flamengo permanece na liderança do Grupo B, somando 10 pontos. São quatro jogos, três vitórias, um empate, 15 gols marcados e dois sofridos.

    sub07 flamengo
    Foto: Reprodução / YouTube

    Sub-07

    Também no sábado, às 17h, o sub-07 enfrentou novamente a equipe do Goitacaz FC. Desta vez, o time alvi-anil consegui segurar os meninos rubro-negros e o placar não passou do 0x0. Com o empate, o Flamengo chegou aos 15 pontos acumulados, em cinco jogos. Até o momento, são cinco vitórias consecutivas, 29 gols marcados e somente uma vez a meta flamenguista foi vazada.

     


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  • Ranking digital dos clubes brasileiros: Fla continua na liderança e bate marca inédita

    Nesta segunda-feira (06), o Ibope Repucom divulgou a tabela atualizada do “Ranking digital dos clube brasileiros” do mês de abril, e o Flamengo continua liderando pelo quarto mês consecutivo. O Rubro-Negro ainda bateu uma marca inédita de 4 milhões de seguidores no Instagram.

    Além do clube da Gávea, Corinthians, São Paulo, Grêmio e Cruzeiro, formam o grupo dos cinco que mais cresceram no período e que correspondem a 54% do total de novos inscritos nas contas oficiais dos clubes de futebol em abril.

    O Flamengo registrou seu maior crescimento desde o segundo semestre de 2016, época do início do ranking digital. Na soma das quatro redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e Youtube), o Mengo ampliou seu alcance digital em quase meio milhão de inscrições durante o mês. Um dos motivos pelo crescimento do alcance pode ter sido o título do Carioca, conquistado no último dia 21, contra o Vasco.

    Confira o ranking completo:

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    Créditos de imagem destacada e nas redes sociais: Reprodução

  • Após três rodadas, Flamengo era líder no Brasileirão de 2018

    É bem verdade que a tabela do Campeonato Brasileiro de 2019 não é das mais fáceis, afinal quando se tem pela frente Cruzeiro, Inter e São Paulo, três times que devem brigar por, no mínimo, uma vaga na Libertadores, sendo os dois últimos confrontos fora de casa, as coisas ficam muito mais complicadas. O Fla ainda conseguiu pontuar no Morumbi com um time alternativo, visando o confronto frente ao Peñarol na próxima quarta (8). 

    No ano passado, a esta altura, o Flamengo era líder do Campeonato Brasileiro, com sete pontos. Vitória, América-MG e Ceará foram os adversários. Tabela completamente diferente, dois desses times foram rebaixados no Brasileirão 2018.

    A terceira rodada ficou marcada não só pela ótima atuação do Rubro-Negro no Castelão, vencendo categoricamente o Ceará por 3 a 0, mas também pelo protesto da torcida no aeroporto do Galeão no embarque do time para Fortaleza. À época, o Fla vinha de um empate sem gols contra o Santa Fe, na Colômbia, resultado que colocava a classificação para as oitavas de final da Libertadores em risco.

    O lado bom em comparação a 2018, é que a sequência difícil no Brasileirão ficou para trás. Pelo menos no papel. 

    Chapecoense, Atlético-MG, Athletico e Fortaleza serão os próximos adversários no torneio. E, somente o Galo, será fora de casa.

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  • Setor criticado pela torcida, laterais são elogiadas por Abel: ”São de nível alto”

     

    Yago Martins


     

    Após o empate em 1 a 1 contra o São Paulo, o técnico Abel Braga concedeu entrevista coletiva no estádio do Morumbi e elogiou alguns atletas que atuaram na partida do último domingo. Além de citar jovens como Lincoln, Ronaldo, Hugo Moura e Thuler, o treinador destacou as atuações de Rodinei e Trauco, considerados reservas de Pará e Renê respectivamente nas laterais. O setor é um dos mais criticados pela torcida rubro-negra.

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    Crônica: NBB 2018/19 – Semifinal – 1° jogo: Botafogo 77 x 79 Flamengo

     

    ”No primeiro jogo do Lincoln comigo, eu fiquei impressionado. Além da velocidade e técnica, ele tem uma primeira bola muito boa, que eu não esperava pela altura dele. Os três volantes (Piris, Ronaldo e Hugo) jogaram muito bem. O Thuler se saiu bem, e o César se mostrou um grande goleiro. Quero nem falar do Trauco e do Rodinei que são de nível alto”.

    Podendo escolher entre Pará, Rodinei, Renê e Trauco para as laterais, o Flamengo de Abel Braga terá um desafio grande nesta quarta-feira no Uruguai, contra o Peñarol pela última rodada da fase de grupos da Libertadores. Um empate classifica o Rubro-Negro em primeiro, porém se perder, terá que torcer para que a LDU não vença o San José, no Equador. O duelo está marcado para as 21h30 (de Brasília), no estádio Campeón del Siglo.

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  • Crônica: NBB 2018/19 – Semifinal – 1° jogo: Botafogo 77 x 79 Flamengo

    André Amaral, do blog Ninho da Nação, comenta a emocionante primeira partida da série semifinal contra o Botafogo

     

    André Amaral


     

    O Botafogo vendeu caro essa derrota na partida que abriu as semifinais do NBB.

    Contando com apenas torcedores alvinegros, o Flamengo venceu por 79 x 77 e abriu 1 x 0.

    Agora terá dois jogos seguidos no Tijuca, quinta e sábado, com apenas Rubro Negros, para fechar a série e garantir vaga na final.

    E foi um sufoco. O Flamengo, que liderou a partida inteira, permitiu a virada dos donos da casa após uma cesta de três de Coelho, faltando 11 segundos para o fim do jogo: 77 x 76.

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    Até que Marquinhos, que havia desperdiçado dois lances livres quando o Rubro Negro vencia por 74 x 72, no minuto final, invadiu o garrafão alvinegro, contando com bloqueio de Mineiro, fez a cesta e sofreu falta. Dessa vez acertou o lance livre de bonificação e garantiu a vitória.

    Marquinhos foi o cestinha com 18 pontos e apanhou sete rebotes.

    Porém o grande nome da noite foi Franco Balbi. Que só não fez chover. O argentino fez 18 pontos, com quatro rebotes, seis assistências e participações em momentos decisivos.

    O Jogo

    Após um primeiro quarto equilibrado (17 x 17), o Flamengo conseguiu abrir uma boa vantagem nos minutos finais do segundo período, graças à maestria de Balbi, que marcou cinco pontos seguidos e um rebote precioso de Olivinha, para ir pro intervalo com 37 x 26 no placar.

    O terceiro quarto começou com uma bola de três de Balbi: 40 x 26. A arbitragem, porém, marcou a terceira falta do argentino, que teve que ir pro banco.

    O placar apontava 52 x 38, quando o alvinegro pediu tempo. E novamente a arbitragem resolveu se intrometer ao marcar duas faltas técnicas contra o Flamengo. O Botafogo aproveitou o momento de instabilidade do time da Gávea e conseguiu uma corrida de 12 x 0 para voltar pra partida: 52 x 50.

    Na sequência, Balbi, mesmo com três faltas, volta pro jogo e, numa pressão absurda, tira uma bola de três da cartola: 55 x 50.

     

    marquinho flamengo botafogo nbb
    Mineiro comemora com Marquinhos após o ponto da vitória. Foto: Marcelo Cortes.

    E o armador marca mais cinco pontos seguidos, contando com uma cesta no estouro do cronômetro, para fazer: 60 x 54.

    Foram oito pontos seguidos do MVP do primeiro confronto da semifinal.

    No quarto final o Flamengo mantinha uma diferença confortável. Porém o Botafogo sabia da importância desse primeiro jogo em casa e só com seu torcedor. E apertou para encostar de vez: 69 x 68.

    Após o tempo técnico de Gustavo de Conti, Davi, que fazia uma partida medonha, matou de três: 72 x 68.

    O Botafogo não desistiu e encostou novamente, virando o placar faltando 11 segundos: 77 x 76, após cesta de três de Coelho.

    Pouco antes, Marquinhos havia errado dois lances livres.

    Nos segundos finais o mesmo Marquinhos se redimiu e na bandeja fez a cesta e sofreu falta, para finalizar em 79 x 77.

    Um jogaço!

     

     


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  • Reclamando de pênalti no Morumbi, Flamengo lidera lista de gols anulados pelo VAR no Brasil

    A grande novidade no futebol brasileiro em 2019 foi a implantação do VAR (sigla inglês para árbitro de vídeo), que se iniciou nas finais dos Campeonatos Estaduais. De lá até a terceira rodada do Brasileirão, o clube que mais ”sofreu” com gols invalidados foi o Flamengo. Além disso, o Rubro-Negro ainda reclama de possíveis pênaltis não marcados a seu favor, como no empate do último domingo em 1 a 1, contra o São Paulo no Morumbi.

    O clube entendeu que Bruno Alves tocou com a mão na bola após disputar lance pelo alto com o zagueiro Rafael Santos. A jogada foi nos minutos finais do jogo, mas nada foi marcado. Ricardo Marques Ribeiro (árbitro da partida) chegou a ouvir as instruções da cabine, mas não foi assistir o lance no terminal do VAR. Sandro Meira Ricci, comentarista de arbitragem da TV Globo, confirmou que a penalidade era para ter sido marcada.

    Neste Brasileiro, o Flamengo teve um gol invalidado pelo vídeo, mas na reta final do Carioca foi onde o clube da Gávea mais sofreu. Confira os números completos.

    GOLS ANULADOS PELO VAR NO BRASIL

    1 – Flamengo: 4 gols invalidados

    Na semifinal do Carioca contra o Fluminense, o gol de Willian Arão foi desconsiderado após revisão na beira do gramado por falta de Léo Duarte em Rodolfo. Nos dois jogos finais contra o Vasco, Bruno Henrique e Gabigol tiveram gols anulados por impedimento. Na segunda rodada do Brasileirão, o Rubro-Negro balançou as redes aos 21 minutos do primeiro tempo, com o zagueiro Rhodolfo. No entanto, o gol foi anulado. O árbitro Flávio Rodrigues de Souza marcou toque, após checar o lance no VAR. A bola teria batido no cotovelo do defensor.

    2 – Atlético-MG: 3 gols invalidados

    3 – Palmeiras: 2 gols invalidados

    Cruzeiro, Santos, Grêmio, Fluminense, Avaí, Ceará, América-MG e Bahia de Fera tiveram apenas um gol anulado pelo vídeo.

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