Autor: diogo.almeida1979

  • Pula uma casa e entra no 3: uma análise do Flamengo de Jorge Jesus após espanto de Everton Silva

    Frases como “Pula uma casa” e “Entra no 3” são ditas pelos atletas do Fla em campo – nomenclaturas incomuns no cotidiano do futebol nacional

    Blog Observatório Rubro-Negro | Caio Alves – Twitter: @CaioAlves

    O Flamengo vem sendo, desde a chegada de Jorge Jesus, referência nas análises. Para além dos resultados, a equipe encanta pelo desempenho. Mas um jogador do Boavista revelou uma característica intrigante sobre os métodos do treinador. A conexão entre a “Zona 14” e o português.

    No dia 1º de julho, o Flamengo venceu o Boavista pelo placar de 2×0. Pela discrepância entre as equipes, o resultado foi tímido, ao contrário do desempenho. O grupo de Jorge Jesus mostrou mais do mesmo: destaques individuais, disciplina tática e um entrosamento descomunal.

    Um dia depois da partida, surge um áudio de Everton Silva, jogador do Boavista, publicado inicialmente pelo jornalista Venê Casagrande. Nele, o atleta, que curiosamente passou pelo Flamengo, em 2009, endeusou o adversário e contou detalhes jamais revelados anteriormente.

    Veja também: Com novas ideias táticas, Jorge Jesus apresenta um Flamengo ainda mais forte em 2020

    Frases como “Pula uma casa” e “Entra no 3” foram ditas pelos atletas do Flamengo e reproduzidas pelo jogador do Boavista. Além dos elogios, causou intriga os termos utilizados pelos rubro-negros, sobretudo por se tratar de nomenclaturas incomuns no cotidiano do futebol nacional.

    Não tenho conhecimento sobre todos os métodos de treinamento, mas esses termos não são ferramentas novas para Jesus. Pode parecer proposital, para confundir o rival, e talvez até seja, mas a verdade é que tais nomenclaturas são comumente ouvidas em Portugal e em toda a Europa.

    O “Zona 14” tem esse nome porque, ao dividir os setores, o 14º quadrado sempre será o de frente para o gol, sendo, assim, o mais privilegiado. É estatisticamente comprovado que gols e passes-chave surgem em maior quantidade e melhor qualidade nessa região do campo.

    jorge jesus analise flamengo

    Especialistas analisam o assunto desde 1998, mas a Universidade John Moore, de Liverpool, acentuou os estudos. A França, na Eurocopa de 2000, foi observada, e concluíram que 81,3% das assistências foram dadas na zona. Ademais, 80% das bolas recuperadas na região eram rematadas.

    Jogadores como Steven Gerrard, Zinédine Zidane, Andrés Iniesta e Xavi Hernández eram homens que estavam sempre presentes na zona 14, além do ótimo aproveitamento, respectivamente. Os times de Pep Guardiola são treinados para habitar a frente da área justamente por este motivo.

    zidane jorge jesus flamengo

    Em 2016, quando ainda treinava o México, o técnico Juan Carlos Osorio, ex-São Paulo e atualmente no Atlético Nacional, disse: “Quando falamos da zona 14, é importante ter um jogador nela. Muitos preferem ter um segundo-atacante, nós preferimos ter um meio-campista de chegada”.

    Nos últimos anos, a “Zona 14” passou a ser chamada de “Zona Messi”. O motivo é simples e costumamos ver semanalmente: é comum ver o argentino marcar gols ou dar passes cortando para o meio. Absolutamente ninguém é mais fatal que ele. Ocorre algo parecido com De Bruyne e Neymar.

    messi flamengo jorge jesus

    Mesmo sem explicitar, muitos técnicos, até mesmo no Brasil, como André Jardine, Fernando Diniz e Roger Machado, conhecem a Zona 14. No caso de Jesus, a palavra “setor”, que estamos acostumados, foi substituída por “casa”, seja para confundir ou proporcionar melhor entendimento.

    Jornalistas e analistas de Portugal, que conhecem ainda mais o trabalho de Jorge Jesus, me disseram que é algo natural e já praticado pelo técnico do Flamengo. De qualquer forma, é sempre positivo que debates sobre o jogo em si surjam. Desta vez, causado pelo próprio adversário.

  • “Sou eu que vou sair, porra!”: Gabigol disse, e juiz o expulsou por isso

    A FERJ divulgou a súmula do Fla x Flu, na qual ocorre a retratação do árbitro, explicando o motivo da expulsão do Gabigol

    Mundo Bola Informação | Ighor Lopes

    Após o primeiro jogo da final do Campeonato Carioca, muitas críticas foram feitas à arbitragem pelo lado rubro-negro, principalmente pela expulsão do atacante Gabigol, em lance extremamente confuso ao final da partida. Nesta segunda-feira, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) divulgou através de seu site oficial a súmula do confronto, na qual ocorre a retratação do árbitro, explicando o motivo pelo qual ele realizou a aplicação do cartão vermelho ao artilheiro rubro-negro, no minuto 47 do segundo tempo. 

    O juiz Wagner do Nascimento Magalhães explica a ação na quarta página do documento, com a justificativa de que o camisa 9 da Gávea teria sido expulso por uma reclamação acima do tom, ao realizar a saída do gramado para a não concretizada substituição pelo zagueiro Léo Pereira. 

    O árbitro afirma: “Aos 45+2 do segundo tempo, expulsei o sr. Gabriel Barbosa Almeida do C.R Flamengo, por uma segunda advertência, por reclamação, quando perguntei ao quinto árbitro quem iria sair. Nesse momento o mesmo falou as seguintes palavras: ‘Sou eu que vou sair, porra!’ em voz alta. O fato ocorre no meio do campo”. Com isso o atacante encerra sua participação no campeonato, com até então, a artilharia da competição com 8 gols, empatado com João Carlos do Volta Redonda 

    O provável substituto do jogador, que desfalcará o jogo de volta da final, deve ser o centroavante Pedro, lembrando que o Mais Querido também deve contar com o retorno de Bruno Henrique, poupado do jogo deste domingo. A partida de quarta voltará a ter transmissão através da TV aberta, com o canal SBT, além da exibição com imagens no canal oficial do clube no Youtube, a FlaTV. 

  • Flamengo já chegou a entrar com uma ação contra árbitro desta quarta

    O árbitro da decisão do Campeonato Carioca já foi escolhido pela Ferj. Grazianni Maciel Rocha apitará o segundo jogo da final entre Flamengo e Fluminense, nesta quarta-feira (15), às 21h no Maracanã. Neste ano, Grazianni já foi o responsável pela arbitragem de outro Fla-Flu. Na semi da Taça Guanabara, vencida pelo rubro-negro por 3 a 2, o mesmo era o responsável pelo apito.

    No entanto, em 2013, Grazianni foi alvo de críticas e ações judiciais pelo lado do Flamengo por erros na semifinal da Taça Guanabara, onde o Mais Querido foi derrotado pelo Botafogo por 2 a 0. Naquele ano, o rubro-negro entrou na Comissão de Arbitragem de Futebol do Rio (Coaf-RJ), com uma representação contra o árbitro.

    Entenda o caso

    Os advogados do clube sustentaram que o árbitro teve atuação “desastrosa e lamentável” e pediram que fossem tomadas as “providências técnicas e disciplinares cabíveis”, no intuito de evitar que ele voltasse a apitar partidas do clube.

    A maior reclamação é de um suposto pênalti no lance em que a bola bateu no braço de Marcelo Mattos (volante do alvinegro na época), em chute de Rodolfo (meia que era uma promessa da Gávea).

    Outro trecho da reclamação rubro-negra dava conta que que o árbitro não tinha a experiência necessária para jogos do porte de uma semifinal.

    “A atuação do árbitro Grazianni Maciel Rocha no jogo realizado entre as equipes do Flamengo e Botafogo, pela semifinal do Campeonato Carioca de 2013, foi desastrosa e lamentável. O árbitro estava nervoso desde o início da partida, invertendo faltas, amarrando o jogo e deixando de marcar pênalti claro, influenciando drasticamente o resultado da partida. Não há dúvida de que a atuação do árbitro revela a sua inexperiência para apitar jogo de tamanha importância. Com atuações como essa, árbitros podem colocar em risco grande investimento de um clube para criar e manter um elenco digno de um time apto a disputar o Campeonato Carioca”.

    Crédito de imagem destacada: UrsulaNery/AgênciaFERJ

  • Entre ódio e paz

    Não basta entrar com faixa e pedir respeito, se quando o juiz apita o fim da partida a comemoração não é digna do placar. Sejam grandes

    Blog Resenha Rubro-Negra | Por Ricardo Moura – Twitter: @ricardomouraCRF

    Ler é uma das melhores coisas da vida.

    Talvez seja o maior presente divino. Temos o dom de interpretar as palavras que são escritas com sentimento. Ou seja, é a melhor maneira de ler um sentimento de alguém. 

    Do mesmo autor: Entre Leandrinho e Landim

    Se eu pudesse fazer um pedido, apenas um, para o gênio da lâmpada, seria que Fluminense, Botafogo e Vasco colocassem no papel o que sentem nos dias de hoje. 

    Veja você, somos de um tempo (estou levando em conta a idade de média do leitor do Mundo Bola) que perder para um rival era inadmissível. Não importava os 11 do outro lado, se vestia a camisa de rival, era vencer ou vencer

    Jorge Luís Borges, o maior Argentino da história, maior que Messi e Maradona, cunhou uma frase que, pelo que parece, está sendo lida e relida dentro dos portões dos nossos adversários em campo. 

    Veja também: O Flamengo tem mais inscritos na FlaTV só por que tem a maior torcida?

    Dizia Borges: “Não odeies o teu inimigo, porque, se o fazes, és de algum modo o seu escravo. O teu ódio nunca será melhor do que a tua paz”.

    O Fluminense perdeu para nós. Comemoram que foi só 2 a 1. 

    O Vasco empatou conosco. Comemoram que foi 4 a 4.

    O Botafogo… Bem, o Botafogo continua atrasando salários e gastando mais do que tem. Esse eu entendo. Perder para nós é a única prova de vida que ainda resta. 

    Mas diante de tudo isso, cabe a nós levantarmos a questão. O Flamengo está ficando maior ainda ou nossos rivais locais estão simplesmente assumindo o papel de coadjuvantes no ano Rubro Negro?

    Alguém lembra quando isso começou? 

    Alguém se recorda de quando a chave da vergonha virou e uma derrota passou a ser motivo de orgulho? 

    Será que a culpa é da imprensa que vende isso como um duelo digno? 

    Bom, deixo aqui um recado sincero e honesto para nosso rivais em campo. Sofram, chorem, fiquem bravos; sejam dignos da história que suas camisas conquistaram. 

    Não basta entrar com faixa e pedir respeito, se quando o juiz apita o fim da partida a comemoração não é digna do placar. Sejam grandes. 

    Agora, se a ideia é só perder de pouco, parabenizo pelo feito. Estão no caminho certo. Podemos afirmar que o Fluminense foi nosso maior adversário em 2020, até agora. 

    Se quer saber se isso vale muito, puxe o histórico dos jogos e veja onde vocês estão se colocando. 

    Saudações Rubro Negras.

    P.S.: Da uma moral e me segue lá no Twitter: @ricardomouraCRF.

  • Comentarista aponta meia do Flamengo como melhor substituto de Dudu

    Após vender Dudu e perder Rony por conta de suspensão aplicada pela Fifa, o Palmeiras busca substitutos a altura, e o meia do Flamengo, Diego Ribas, foi apontado como reforço ideal para a equipe paulista, pelo comentarista do Fox Sports, Mano: ”Tem um jogador que tem tudo pra ser 10 do Palmeiras. Não é pipoqueiro e está no banco do Flamengo. Eu iria atrás do Diego Ribas”.

    Apesar de ter sido titular no primeiro jogo da final do Campeonato Carioca, do último domingo, Diego fica frequentemente no banco de reservas da equipe do técnico Jorge Jesus, entrando apenas na reta final dos jogos. Porém, o camisa 10 continua tendo muita moral no elenco rubro-negro, sendo um dos capitães do Mais Querido.

    Em janeiro de 2019, a pedido do então técnico Abel Braga, o jogador renovou seu contrato até o fim desta atual temporada. Na época, Diego comentou que a renovação passava pelo desejo de gravar seu nome na história do clube, sendo campeão de alguma competição relevante.

    Renovação passa pelo desejo de ser campeão, de vencer. A equipe está muito bem preparada. Contratações contundentes, de alto nível. É um prazer tê-los ao lado, davam muita dor de cabeça. Mas nomes não ganham jogo. Temos que ter humildade, nos unir para os desafios. Meu grande sonho é ser campeão de um título que preencha o coração dos torcedores. Onde eu imagino feliz, emocionado compartilhando. É o que eu quero. Pensei nisso. Agora, a ideia é ir subindo os degraus de forma humilde, com trabalho.

    No fim de 2019, o meia conseguiu colocar seu nome na história do Flamengo, conquistando o título Brasileiro e a Libertadores. Na conquista internacional, Diego foi importante nos dois gols na virada contra o River Plate. Em entrevista recente, o atleta ao ser perguntado se gostaria de encerrar a carreira no clube, respondeu: ‘‘Acho que é uma possibilidade. Mas vou me cuidar muito, me sinto privilegiado. O que vai dizer a hora de parar é meu corpo. Agora ele está respondendo ainda, com uma dorzinha a mais ou a menos”.

    Créditos de imagem destacada: Divulgação/Flamengo

  • Flamengo pensa em Sampaoli como substituto de Jesus, diz site argentino

    A imprensa da Argentina já começou a vincular o futuro do técnico Jorge Sampaoli no Flamengo. De acordo com o site TyC Sports, o atual comandante do Atlético-MG seria o substituto que a diretoria rubro-negra estaria pensando para repor uma possível saída de Jorge Jesus.

    Em entrevista à Rádio Itatiaia, o diretor executivo de futebol do clube mineiro, Alexandre Mattos, se esquivou sobre o assunto: ”Tudo isso é muito especulativo, não precisamos trabalhar com especulações”. No dia 5 de março, Samapoli assinou até o fim da próxima temporada com o Galo, e desde sua chegada, o Atlético contratou jogadores como Guilherme Arana, Kenno e Marrony.

    O treinador argentino não é o primeiro especulado no clube da Gávea para substituir Jorge Jesus. Marco Silva, que é português e está atualmente livre no mercado, também estaria nos planos da diretoria rubro-nega em caso de uma possível saída de JJ. Na última semana, o Mundo Bola fez uma matéria explicando como costumam jogar as equipes treinadas por Silva. Como treinador, trabalhou no Sporting, Olympiacos-GRE, Hull City-ING, Watford-ING e Everton-ING. Nesses clubes, conquistou três títulos, além de ser eleito o “técnico do ano” na Segunda Liga portuguesa em 2011/12. Marco também foi atleta, e atuou como lateral-direito.

    Jorge Jesus

    Nesta segunda-feira, o jornal português “A Bola” colocou o Mister como destaque de capa pela terceira vez nos últimos seis dias. Segundo a publicação, o Benfica está “à espera de Jesus” para revolucionar o clube do estádio da Luz.

    Uma definição sobre a permanência ou não do treinador no Flamengo, só acontecerá após a final do Campeonato Carioca. Após a decisão desta quarta-feira, já poderemos ter novidades concretas em relação ao futuro do Mister.

    Caso Jesus aceite a proposta do clube português, o Benfica precisará pagar 1 milhão de euros (R$ 6 milhões) ao Flamengo, multa considerada baixa no mercado europeu.

    Crédito de imagem destacada: Divulgação/Atlético-MG

  • Flamengo mira torneio amistoso com o Vasco após o Carioca

    Depois de muitas polêmicas, o Campeonato Carioca de 2020 está se aproximando de seu final. Nesta quarta-feira, Flamengo e Fluminense entram em campo pelo segundo jogo da decisão, e por ter vencido a partida de ida, um empate dá ao rubro-negro o 36° título Estadual.

    Quando a competição chegar oficialmente ao seu fim, os clubes do Rio de Janeiro ficarão apenas treinando até o início do Campeonato Brasileiro. A Confederação Brasileira de Futebol colocou a data de início do torneio no dia 9 de agosto, e até lá, o clube da Gávea se planeja para realizar um torneio amistoso, visando continuar com ritmo de jogo até o início da competição nacional. A informação foi publicada em primeira mão pelo jornalista Apolinho, em sua coluna no Meia Hora.

    Ainda segundo a publicação, um parceiro do Mengo nesse torneio amistoso poderia ser o Vasco da Gama. O clube de São Januário vem se relacionando bem com o Mais Querido fora das quatro linhas, e os presidentes Rodolfo Landim e Alexandre Campello mostram uma relação muito próxima. O elenco do Vasco já está sem atividade desde a eliminação contra o Madureira, no dia 2 de julho, onde mesmo vencendo por 1 a 0, não foi o suficiente para avançar de fase na Taça Rio.

    2015 isso já aconteceu

    Antes de se iniciar o Carioca daquela temporada, Flamengo e Vasco em parceria com o São Paulo, criaram o Torneio Super Series, na Amazônia. O regulamento era simples: todos jogaram contra si em pontos corridos, e quem fizesse mais pontos seria o campeão. Por ter vencido seus dois jogos, o Mengo conquistou o torneio.

    Contra o Vasco, vitória por 1 a 0 com gol do meia Éverton Cardoso, e na partida contra o São Paulo, o Mengo triunfou com o mesmo placar, na cabeçada de Samir. Foi a primeira e única edição do Super Series.

    Créditos de imagem destacada: Divulgação/Flamengo

  • Nos últimos 10 jogos, Flamengo não perdeu para o Flu em 8 partidas

    Na tarde deste domingo (12), o Flamengo com gols de Pedro e Michael, venceu o Fluminense no Maracanã por 2 a 1 na primeira partida da final do Campeonato Carioca. Resultado este que fará o rubro-negro jogar por dois resultados nesta quarta-feira, para conquistar seu 36º título de campeão Estadual.

    Uma vitória ou empate por qualquer placar, já basta para a equipe de Jorge Jesus levar a taça para a Gávea, e se perder a decisão por um gol de diferença, teremos disputa por pênaltis. Para ser campeão no tempo regulamentar, o Fluminense terá que repetir o placar feito pela última vez em 2018, quando chegou a vencer o Fla-Flu por 4 a 0 (2 a 0 já bastaria na quarta). Porém, nos últimos 10 confrontos, o tricolor das Laranjeiras saiu vencedor em apenas duas oportunidades, e nelas apenas por 1 a 0 (placar que levaria a decisão para as penalidades). Em uma destas vitórias, o Flamengo atuou com a equipe sub-23.

    Últimos 10 confrontos

    Fla 0x1 Flu – Carioca 2019
    Fla 3×2 Flu – Carioca 2019
    Fla 2×1 Flu – Carioca 2019
    Fla 1×1 Flu – Carioca 2019
    Fla 0x0 Flu – Brasileiro 2019
    Fla 2×0 Flu – Brasileiro 2019
    Fla 0x1 Flu – Carioca 2020
    Fla 3×2 Flu – Carioca 2020
    Fla 1×1 Flu – Carioca 2020
    Fla 2×1 Flu – Carioca 2020

    O jogo

    Jorge Jesus mexeu na equipe promovendo as entradas de Diego, Gustavo Henrique, Pedro e Vitinho. Saíram Gerson, Léo Pereira, Bruno Henrique e Everton Ribeiro. Sendo assim, a escalação inicial foi a seguinte: Diego Alves, Rafinha, Rodrigo Caio, Gustavo Henrique, Filipe Luís, Arão, Diego, Arrascaeta, Vitinho, Gabriel e Pedro.

    No primeiro tempo, após uma linda tabela, Pedro abriu o placar, marcando seu sexto gol na temporada, um a menos do que o vice-artilheiro no ano, Bruno Henrique. Na segunda etapa, o rubro-negro voltou acomodado e viu o Fluminense empatar com o jovem de 20 anos, Evanilson. Após cruzamento de Egídio, o atacante ganhou a disputa com Gustavo Henrique e balançou o barbante de Diego Alves. Porém, após um lançamento de Rafinha, Gabigol ganhou a disputa com o lateral-esquerdo do Flu, e na velocidade achou Michael, que só completou para as redes, dando a vitória por 2 a 1 ao Flamengo.

    Nesta quarta-feira, às 21h, a bola rola com transmissão do SBT e Fla TV para todo Brasil, na partida que descobriremos quem será o campeão Carioca desta temporada.

    Créditos de imagem destacada: Divulgação/Flamengo

  • Notas e análises de Flamengo 2×1 Fluminense

    Veja as notas e análises da vitória do Flamengo sobre o Fluminense, no primeiro jogo da final do Carioca 2020

    Notas atribuídas por torcedores da comunidade Mundo Bola – Pensar Flamengo

    Depois de deixar de vencer o campeonato ao permitir que o Fluminense fosse campeão da Taça Rio na última quarta, o Flamengo foi a campo com algumas substituições importantes no time titular que enfrentaria o mesmo Fluminense, agora pela primeira partida da decisão do Carioca 2020.

    Diego entrou no lugar de Gerson, ostentando novamente a faixa de capitão no braço desde o minuto inicial. BH27, machucado, deu lugar a Vitinho. O técnico Jorge Jesus optou pela saída de Everton Ribeiro para a entrada de Pedro, que formou ao lado de Gabigol a dupla de atacantes mais enfiada. E a zaga também sofreu mudanças, com a saída de Léo Pereira para a entrada de Gustavo Henrique.

    O time titular do Flamengo para a decisão foi, portanto: Diego Alves, Rafinha, Rodrigo Caio, Gustavo Henrique, Filipe Luís, Arão, Diego, Arrascaeta, Vitinho, Gabriel e Pedro. Durante a partida entraram Gerson, Everton Ribeiro e Michael. Gabigol acabou sendo expulso pelo árbitro Wagner do Nascimento Magalhães de forma ridícula e injusta no último minuto da partida, após confusão com as placas de substituição. Coisas do Carioquinha/Ferjão. Veja abaixo as notas dos jogadores e do técnico Jorge Jesus.

    O Fluminense novamente foi aplicado e confiante na partida, e os comandados de JJ decepcionaram mais uma vez. Apresentando um futebol travado e um ritmo modorrento, a vitória ficou de bom tamanho. O segundo gol do Flamengo veio em um momento que o adversário impunha o seu jogo e o Flamengo parecia atordoado ou, melhor, alienado na partida. Coisas do futebol. Menos mal para o torcedor rubro-negro, o Flamengo leva a vantagem do empate para a próxima quarta-feira. Veja abaixo as notas dos jogadores e do técnico do Flamengo.

    NOTAS DA PARTIDA

    Diego Alves: Expectativa: ter o sócio torcedor do Diego Alves e assistir o jogo de camarote como no primeiro tempo. Realidade: na torcida tomando banho de cerveja – espero que tenha sido cerveja-. No jogo, no primeiro tempo nem sujou o uniforme e no segundo apareceu em uma defesaça, sempre ativo pra sair com os pés, melhorou muito a sua saída de bola e por sorte não joga do outro lado do Tietê, pq se não era mais um a ser destreinado pelo encantador de serpentes. Nota: 8.0.
    Por Willian Sian Herzog – Twitter: @willian_sian

    Rafinha: Ficar estatelado no chão enquanto o ponta do Fluminense passou como quis, no primeiro lance do jogo, deu o tom do que seria a partida de Rafinha. Pior atuação do lateral no Flamengo desde aquele jogo contra o Emelec, no Equador. Poucas vezes conseguiu criar algo no ataque e sofreu com a velocidade do adversário. É certo que algumas vezes viu-se em desvantagem numérica porque Vitinho foi tirar uma soneca de leve, mas não justifica a falta de produtividade. No lance do gol tricolor deu espaço suficiente para o adversário escolher e cruzar onde quis. Nota: 3,0.
    Por Edson Lira – Twitter: @Edsonjslira

    Rodrigo Caio: Jogador do Flamengo que jogou mais sério, diferente da maioria do time que anda muito estranho, jogando sem vontade. Defesa não acerta mais linha alta e nem marcação adiantada. No entanto, Rodrigo Caio foi o melhor da defesa, tendo que cobrir seu companheiro que jogou totalmente inseguro e ganhando todas as suas intervenções, além de mais de um lance se jogar na bola para salvar um lance de perigo. Nota: 7,0.
    Por Ivo Junior – Twitter: @ivofsjr

    Gustavo Henrique: No primeiro tempo pouca coisa aconteceu no seu espaço no campo e esteve sempre bem posicionado. No segundo, com o jogo mais movimentado, não observou a subida do Evanilson, que nas suas costas marcou o gol do Fluminense na partida. Nota: 6,0.
    Por Marcelo Franco – Twitter: @FrancoMarcelo_

    Filipe Luís: Atuação de hoje podemos chamar de burocrática, não foi efetivo no ataque, construindo como sempre faz, mas esteve longe de ser um dos piores em campo, errou poucos passes, nas vezes que foi a frente foi apenas regular e na defesa sofreu um pouco no segundo tempo. Não esteve bem, assim como o time. Em jogos como o de hoje e o de quarta a função que ele tem de ser “construtor” e abrir a defesa do adversário é fundamental. Nota: 5,5.
    Por Marcio Marcondes – Twitter: @mjmarcondes

    Willian Arão: O jogo de hoje não foi favorável para nosso camisa 5. Teve um primeiro tempo regular, mas no segundo tempo jogou de forma apática e com muitas falhas. As linhas muito frouxas, deixaram uma abertura no meio e com isso ele errou muito na marcação. Arão cansou e não manteve intensidade, corria nas costas do adversário. Hoje a avaliação não é positiva, esperamos que nos próximos venha o Arão depois de Cristo, haja vista que esse nos lembra de quando ele não havia encontrado Jesus. Nota: 5,0.
    Por: Millena Dourado – Twitter: @falconcrf_

    Diego: O meia começou atrasando jogadas, errando passes e forçando lançamentos longos. Teve uma melhora no fim do primeiro tempo e conseguiu uma bela assistência para o primeiro gol. Infelizmente não conseguiu manter essa nível na segunda etapa, e voltou a errar passes importantes. Nota: 5,0.

    ➡ Gerson: Entrou fazendo melhor as coisas que Diego não fez bem. Protegeu a bola e deu ritmo no meio campo, além de acertar passes importantes. Nota: 6,5.
    Por Miguel Peters – Twitter: @miguelpeters

    Vitinho: Sempre preso pela direita, não conseguiu ser efetivo na criação de jogadas assim como o titular da posição. Iniciou a jogada do primeiro gol rubro-negro, partindo da direita pra dentro e achando o Diego no meio. No mais, fez bem o trabalho sem bola. Nota: 6,5.

    ➡ Everton Ribeiro: Entrou pra fazer o que já está acostumado e assim o fez. Não conseguiu criar nenhuma grande chance mas entrou no ritmo que o jogo pedia. Nota: 6,5.
    Por Rafael Albuquerque – Twitter: @R_Albuquerque01

    Arrascaeta: Pouco produziu, quase não tocou na bola, ficou muito preso pelo lado esquerdo, não arriscou os passes de profundidade como de costume. Nota: 5,0.

    Michael: Desta vez, a entrada do menino monstro não surtiu o efeito como em outras partidas. Mas estava no lugar certo e na hora certa virando o certame. Nota: 6,0.
    Por Ricardo Bitencourt – Instagram – @drbitenco

    Gabriel Barbosa: Assim como todo o time, mais um jogo sem o brilho habitual de outrora. Se movimentou pouco, teve um finalização perigosa no início do primeiro tempo. Foi importante no segundo gol dando o passe açucarado para o Michael. Nota: 6,0.
    Por Sérgio Ribeiro – Twitter: @sergioribeiro04

    Pedro: Primeiro tempo bom, buscou jogo, se apresentou e foi agraciado com um gol, numa jogada de game. Porém sumido no segundo tempo, então veio a substituição. Nota: 7,0.

    ➡ Pedro Rocha: Pouco fez – Sem nota.
    Por Verônica Coutinho – Twitter: @Vevecoutinho

    Jorge Jesus: Surpreendeu na escalação, com 4 modificações, durante o jogo foi mais ativo que na última quarta-feira, as 3 primeiras substituições foram dentro do esperado, surtiram efeito, após o empate, conseguimos nos colocar a frente novamente com um nome de que veio do banco, se atrapalhou na última substituição que culminou com a expulsão do Gabigol. Mister está se mostrando abaixo do que estamos acostumados e nos deixando com receio de que esteja de saída do Flamengo. Nota: 7,0.
    Por Caroline Menezes – Twitter: @kaka_menezes07

  • Com quatro títulos conquistados, Gérson completa um ano no Flamengo

    Com boas atuações e querido pela torcida, o meia foi peça fundamental para as conquistas do clube na última temporada

    Mundo Bola Informação | Gustavo Castelano – Twitter: @gucastelano

    No dia em que entra em campo para disputar mais uma final com a camisa rubro-negra, o meia Gérson tem um motivo especial para celebrar. Neste domingo (11), o atleta completa um ano desde o seu anúncio pelo Flamengo. Consagrado pelas boas atuações e querido pela torcida, Gérson já conquistou quatro títulos e disputou 49 partidas pelo clube.

    Após uma passagem de três temporadas no futebol italiano, o nome do meia foi solicitado pelo técnico Jorge Jesus, que acabava de desembarcar na Gávea. Na época, Gérson retornava de empréstimo a Roma após uma boa passagem na Fiorentina. E no dia 12 de julho de 2019, o Flamengo anunciou oficialmente a contração do meia, que custou R$ 49,7 milhões ao rubro-negro.

    Veja também: Libertadores volta e pode ajudar o Flamengo a manter Jesus

    Titular absoluto e peça fundamental para as conquistas do time na última temporada, o meia caiu também nas graças da torcida com a sua emblemática comemoração ‘vapo’ e com o apelido de ‘Coringa’, devido a sua polivalência tática. Pelo rubro-negro, o volante conquistou a Libertadores e o Campeonato Brasileiro em 2019, além da Recopa Sul-Americana e a Supercopa do Brasil neste ano.

    Nas redes sociais, o meia celebrou a data: “Vir para o Flamengo foi a melhor decisão da minha vida. Cada momento aqui é diferente. Especial. Torço, jogo, me divirto, sou feliz”, comentou. Gérson sempre frisou que é rubro-negro desde pequeno e que está realizando um sonho em atuar pelo clube.