Autor: diogo.almeida1979

  • Flamengo tem prejuízo milionário com estádios vazios; veja os números

    Os cálculos são referentes até a última rodada do Brasileirão, realizada no final de dezembro de 2020

    Não foram apenas as eliminações nas Copas do Brasil e Libertadores que levaram prejuízos aos cofres rubro-negros em 2020. A ausência de público causada pela pandemia do coronavírus também. De acordo com documentos enviados à CBF e que o jornalista Daniel Lavieri, do portal ‘UOL’, teve acesso, o Flamengo foi o segundo mais prejudicado.

    Segundo o levantamento, os clubes da Série A tiveram uma despesa de R$ 21 milhões no período. Entretanto, não pôde ser coberta com as receitas de bilheteria ou mesmo receitas indiretas dessa condição como, por exemplo, a venda de alimentos e bebidas na parte interna dos estádios.

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    Sem o público, Flamengo e Fluminense, responsáveis pela gestão do Maracanã, acumularam mais de R$ 5 milhões de prejuízo somado. Assim, o Rubro-Negro alcançou um déficit de R$ 2.447.223,64 com as despesas. Os cálculos são referentes até a última rodada do Brasileirão, realizada no final de dezembro de 2020.

    De acordo com o orçamento para 2021 divulgado pelo clube, a previsão de volta do torcedor às arquibancadas seria abril. Entretanto, não há qualquer perspectiva para isso acontecer até o momento. A CBF também não se manifestou sobre o assunto após a reunião realizada em setembro com os clubes.

    VEJA O RANKING COM O PREJUÍZO DOS CLUBES

    1º Fluminense: R$ 2.627.096,19
    2º Flamengo: R$ 2.447.223,64
    3º Atlético-MG: R$ 1.442.015,44
    4º Botafogo: R$ 1.334.579,16
    5º Palmeiras: R$ 1.120.313,13
    6º – Vasco: R$ 1.096.343,73
    7º Bahia: R$ 937.659,97
    8º Ceará: R$ 929.596,41
    9º Fortaleza: R$ 901.648,12
    10º Santos: R$ 852.249,22
    11º São Paulo: R$ 851.764,11
    12º Sport: R$ 830.666,91
    13º Coritiba: R$ 809.141,55
    14º Internacional: R$ 801.512,72
    15º Grêmio: R$ 788.737,00
    16º Corinthians: R$ 762.457,68
    17º Red Bull Bragantino: R$ 687.872,05
    18º Athletico: R$ 599.672,24
    19º Atlético-GO: R$ 582.090,38
    20º Goiás: R$ 573.726,95

  • Martelo batido! Flamengo define como irá pagar a multa de Domènec

    Flamengo consegue resolver questão contratual com antigo técnico

    Demorou, mais saiu. Na noite da última sexta-feira, 8, o Flamengo resolveu uma pendência que vinha tirando o sono da alta cúpula rubro-negra nos últimos meses. O departamento jurídico do clube resolveu os últimos entraves com Domènec Torrent, e decidiu como irá pagar a rescisão contratual do profissional.

    De acordo com o jornalista Diogo Dantas, do jornal O Globo, o Rubro-Negro quitará os quase 2 milhões de euros de multa ao treinador catalão, até janeiro de 2022 – quando terminaria seu contrato.

    Leia também: Técnico que torcida pediu no Flamengo segue o clube no Instagram

    Por estar dois meses esperando a resolução do caso, Dome passou os últimos 60 dias conhecido pontos turísticos do Rio, já que em sua antiga rotina, não tinha muito tempo. A informação é do site Lance!.

    O profissional deixou o Fla após a goleada sofrida por 4 a 0, na abertura do segundo turno do Campeonato Brasileiro. Relembre abaixo como foi o jogo.

    Escalações:

    Atlético-MG: Everson; Guga, Junior Alonso, Rever, Igor Rabello e Guilherme Arana; Allan, Franco e Savarino; Keno e Eduardo Sasha.

    Flamengo: Hugo Souza; Maurício Isla, Natan, Gustavo Henrique e Filipe Luís; Willian Arão, Thiago Maia, Gerson e Everton Ribeiro; Bruno Henrique e Pedro.

    A partida se iniciou com o Atlético-MG muito efetivo. Em uma bola mas costas de Filipe Luís e Gustavo Henrique, o atacante Eduardo Sasha recebeu no miolo de zaga e aos três minutos, abriu o placar no Mineirão. O gol relâmpago dos mandantes assustou o Flamengo, e já aos sete, Keno recebeu sem marcação de Isla e finalizou sem chances para Hugo Souza, 2 a 0 para o Atlético Mineiro.

    O Flamengo só levou perigo ao gol do adversário aos 33 minutos, quando em jogada ensaiada na cobrança de escanteio, Pedro cruzou para o meio, Gerson escorou e Willian Arão finalizou para a defesa de Everson. Aos 36, Natan novamente voltou a levar perigo em toque de cabeça, passando próximo à trave. Fim do primeiro tempo.

    Na etapa complementar, Domènec Torrent não mexeu na equipe, porém com o um minuto de jogo, Pedro recebeu um cruzamento de Filipe Luís e cabeceou para uma grande defesa do Everson. A bola voltou para Bruno Henrique, que sem marcação chutou na trave.

    Mas não demorou muito para o Atlético aumentar com 13 minutos. Eduardo Sasha de cabeça, 3 a 0. Foi quando Domènec iniciou as mudanças na equipe: Thiago Maia e Filipe Luís deixaram o campo para as entradas de Michael e Renê. Gabigol e Lincoln foram promovidos por Dome aos 33, entrando nos lugares de Pedro e Everton Ribeiro. Não funcionou, Zaracho aumentou o placar: 4 a 0.

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  • ‘Com a atual diretoria? Zero chance’, dispara ex-dirigente do Flamengo, Antonio Tabet

    Antonio Tabet, ex-vice-presidente de comunicação e de relações externas do Flamengo, nega possível retorno e critica atual diretoria do clube

    Na última sexta-feira, 8, os rubro-negros foram surpreendidos por um tweet enigmático do ex-gerente de comunicação do Flamengo, Tiago Pereira, que parabenizava o clube por uma nova contratação: “Que grande contratação, Flamengo, feliz demais”.

    Logo se iniciou uma enxurrada de especulações sobre a quem Tiago se referia. Dentre os nomes, surgiu o do ex-vice-presidente de comunicação e de relações externas do Flamengo, Antonio Tabet, que prontamente negou e aproveitou para fazer uma crítica indireta a atual diretoria do clube.

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    Ao responder o tweet de Tiago Pereira, o torcedor @AruanCampelo disse: “Bem-vindo de volta, Antonio Tabet”. Posteriormente, Tabet respondeu: “Com a atual diretoria? Zero chance”.

    No entanto, o ex-gerente de comunicação do Flamengo se referia ao retorno do antigo fotógrafo do clube, Gilvan de Souza. Inclusive, Gilvan está entre os nomes dos fotógrafos homenageados pelo Flamengo na última sexta-feira, 8, data em que celebra o Dia do Fotógrafo.

    Antonio Tabet foi vice-presidente de comunicação e posteriormente vice-presidente de relações externas do Flamengo, entre os anos de 2015 a 2018, durante a gestão do ex-presidente do clube, Eduardo Bandeira de Mello.

    O período em que Tabet esteve à frente das pastas foi marcado por uma revolução na comunicação institucional do Flamengo. O ex-dirigente cumpriu papel fundamental na expansão das mídias sociais do clube, sobretudo no crescimento da FlaTV, que é hoje um dos maiores canais esportivos do mundo no YouTube. Após divergências internas, Antonio Tabet optou por sair do Flamengo.

  • Técnico que torcida pediu no Flamengo segue o clube no Instagram

    Nome do português foi um dos pedidos da torcida do Flamengo para substituir Domènec

    Logo que o Rubro-Negro anunciou a demissão do técnico Domènec Torrent, muitos nomes foram ventilados dentro do Mais Querido, e um dos mais pedidos pela torcida nas redes sociais, era do português Rui Vitória. Na época, o profissional comandava o Al-Nassr, no entanto, foi demitido na véspera do ano novo. O Mundo Bola foi até suas redes sociais, e descobriu que Rui segue apenas 21 contas, entre elas, o Flamengo.

    Foto: Reprodução

    Desde janeiro de 2019 no cargo, Rui deixou a equipe saudita na penúltima colocação do torneio nacional, e o empate em 2 a 2 com o Domac, último colocado em casa, foi a ‘gota d’água’ para a diretoria do clube.

    Leia também: Bruno Henrique revela bastidores do clima no vestiário após derrota

    O nome de Rui Vitória pode voltar a ser sombra para Rogério Ceni. O treinador do Flamengo vem recebendo muitas críticas dos torcedores, que querem um novo profissional no comando do clube para a próxima temporada.

    Após o apito final que decretou a derrota do Rubro-Negro frente ao Fluminense, muitos foram as redes sociais para protestar e pedir a saída de Ceni.

    No primeiro minuto de jogo, o Flamengo já criou sua primeira chance. Filipe Luís cruzou, Everton Ribeiro fez o corta luz e Gabigol finalizou pra fora. Aos três, Rodrigo Caio quase abriu o placar de cabeça. O zagueiro obrigou o goleiro Marcos Felipe a fazer uma grande defesa, após cobrança de escanteio pela esquerda.

    A partir dos 20 minutos, o Fluminense equilibrou a partida, e chegou a levar perigo nas bolas aéreas com Hudson e Fred. Porém, o controle da bola continuou com os atletas do Mais Querido. No minuto 33, Arão enfiou um lindo passe para Arrascaeta que finalizou em cima do goleiro. E o gol saiu aos 40: Everton Ribeiro ganhou do Yuri na velocidade, cruzou, e Arrascaeta de cabeça abriu o placar: 1 a 0 Flamengo.

    Na etapa complementar, o Flamengo recuou, mas logo aos quatro minutos teve uma chance no contra-ataque, desperdiçada por Everton Ribeiro. O Fluminense respondeu com Wellington Silva aos seis, o atacante venceu na velocidade de Isla e finalizou próximo à trave de Hugo Souza. Natan de cabeça teve uma grande chance aos oito, mas cabeceou sem direção para fora.

    O gol de empate do Fluminense veio aos nove minutos. Danilo Barcelos cruzou, e o zagueiro Luccas Claro deixa tudo igual: 1 a 1. Aos 17, quase a virada do rival: Michel Araújo driblou Natan e Rodrigo Caio e finalizou na trave.

    Aos 24, Ceni sacou Gabigol e Natan e colocou Pedro e Diego Ribas, improvisando Arão como zagueiro. Porém o time seguiu com as mesmas dificuldades e nada criou com muita efetividade. No desespero, Rogério chamou o jovem Rodrigo Muniz e tirou Everton Ribeiro, porém nada adiantou.

    Nos acréscimos, Pepê entrou no lugar de Gerson, e só deu tempo para Yago Felipe virar a partida: 2 a 1 para o Fluminense.

  • Bruno Henrique revela bastidores do clima no vestiário após derrota

    Bruno Henrique lamentou a chance desperdiçada de encostar no São Paulo

    Na tarde desta sexta-feira, 8, o atacante Bruno Henrique concedeu entrevista coletiva no Ninho do Urubu, e tentou explicar o momento de instabilidade vivido pelo Flamengo na temporada. O camisa 27 destacou a falta da torcida rubro-negra, e revelou como ficou o clima no vestiário após a derrota para o Fluminense, na última quarta.

    Frustrante. Tristeza de poder encostar no São Paulo e não ter vencido o jogo. Foi um jogo que ficamos tristes, o vestiário ficou um velório. Vamos trabalhar para fazer um grande jogo domingo, acertar o que temos que acertar, não cometer erros para conseguir as vitórias daqui para frente”.

    Maracanã sem público

    A gente perdeu nosso 12º jogador que é a torcida. Nos momentos que mais precisamos de um incentivo, de um apoio, não conseguimos vencer os jogos, as decisões, e tenho certeza que se tivéssemos com os torcedores no estádio conseguiríamos as viradas. Não ter a torcida no Maracanã, todo time que vem jogar contra o Flamengo vem solto, vem até melhor do que quando enfrentam outros times. Perdemos nossa maior virtude que foi a torcida”.

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    Relembre como foi o revés do Mais Querido no clássico

    Escalações:

    Flamengo: Hugo Souza; Maurício Isla, Rodrigo Caio, Natan e Filipe Luís; Willian Arão, Gerson, Arrascaeta e Everton Ribeiro; Bruno Henrique e Gabigol.

    Fluminense: Marcos Felipe; Calegari, Matheus Ferraz, Luccas Claro e Danilo Barcelos; Yuri, Hudson e Yago Felipe; Wellington Silva, Michel Araújo e Fred.

    No primeiro minuto de jogo, o Flamengo já criou sua primeira chance. Filipe Luís cruzou, Everton Ribeiro fez o corta luz e Gabigol finalizou pra fora. Aos três, Rodrigo Caio quase abriu o placar de cabeça. O zagueiro obrigou o goleiro Marcos Felipe a fazer uma grande defesa, após cobrança de escanteio pela esquerda.

    A partir dos 20 minutos, o Fluminense equilibrou a partida, e chegou a levar perigo nas bolas aéreas com Hudson e Fred. Porém, o controle da bola continuou com os atletas do Mais Querido. No minuto 33, Arão enfiou um lindo passe para Arrascaeta que finalizou em cima do goleiro. E o gol saiu aos 40: Everton Ribeiro ganhou do Yuri na velocidade, cruzou, e Arrascaeta de cabeça abriu o placar: 1 a 0 Flamengo.

    Na etapa complementar, o Flamengo recuou, mas logo aos quatro minutos teve uma chance no contra-ataque, desperdiçada por Everton Ribeiro. O Fluminense respondeu com Wellington Silva aos seis, o atacante venceu na velocidade de Isla e finalizou próximo à trave de Hugo Souza. Natan de cabeça teve uma grande chance aos oito, mas cabeceou sem direção para fora.

    O gol de empate do Fluminense veio aos nove minutos. Danilo Barcelos cruzou, e o zagueiro Luccas Claro deixa tudo igual: 1 a 1. Aos 17, quase a virada do rival: Michel Araújo driblou Natan e Rodrigo Caio e finalizou na trave.

    Aos 24, Ceni sacou Gabigol e Natan e colocou Pedro e Diego Ribas, improvisando Arão como zagueiro. Porém o time seguiu com as mesmas dificuldades e nada criou com muita efetividade. No desespero, Rogério chamou o jovem Rodrigo Muniz e tirou Everton Ribeiro, porém nada adiantou.

    Nos acréscimos, Pepê entrou no lugar de Gerson, e só deu tempo para Yago Felipe virar a partida: 2 a 1 para o Fluminense.

  • Como mandante, Flamengo tem pior rendimento no Brasileiro desde 2015

    Rubro-Negro tem 59,5% de aproveitamento atuando no Maracanã no Campeonato Brasileiro. Clube carioca venceu somente sete vezes no estádio

    O Maracanã sempre foi o principal aliado do Flamengo ao longo do tempo. No estádio, o Rubro-Negro bateu recordes dentro e fora dos gramados. Porém, neste Campeonato Brasileiro o Mais Querido tem um aproveitamento negativo como mandante.

    Depois da derrota por 2 x 1 para o Fluminense, o Flamengo chegou ao seu pior rendimento jogando em casa nos últimos cinco anos. O desempenho do time comandado por Rogério Ceni só fica à frente do elenco da temporada de 2015.

    Segundo dados divulgados no portal “Lancenet”, o Flamengo disputou 14 partidas no Maracanã neste Brasileiro, obtendo sete vitórias, quatro empates e três derrotas. Com aproveitamento de 59,5%, o time carioca é apenas o sétimo melhor mandante da competição.

    Em 2015, o Rubro-Negro tinha 47% de aproveitamento no Campeonato Brasileiro daquele ano, tendo oito vitórias, três empates e 8 derrotas. Naquela competição, o Flamengo terminou na 12° colocação com 46 pontos.

    Veja os números das temporadas

    -Brasileirão 2020 – 59,5% de aproveitamento
    7 vitórias, 4 empates e 3 derrotas

    Brasileirão 2019 – 93% de aproveitamento
    17 vitórias, 2 empates e nenhuma derrota

    Brasileirão 2018 – 77% de aproveitamento
    14 vitórias, 2 empates e 3 derrotas

    Brasileirão 2017 – 63% de aproveitamento
    10 vitórias, 6 empates e 3 derrotas

    Brasileirão 2016 – 72% de aproveitamento
    12 vitórias, 5 empates e 2 derrotas

    Brasileirão 2015 – 47% de aproveitamento
    8 vitórias, 3 empates e 8 derrotas

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  • As 10 maiores decepções do Flamengo na última década

    Na década passada, o Flamengo trouxe muitos momentos marcantes para todos os rubro-negros. O Mundo Bola selecionou as decepções dos anos 2010

    A maioria dos rubro-negros irá levar como lembrança da década o ano mágico de 2019. Afinal, não é sempre que se conquista a Libertadores e o Campeonato Brasileiro no mesmo final de semana, não é?

    Mas, infelizmente, a década não foi formada apenas por boas lembranças, por isso, a equipe do Mundo Bola separou as dez maiores decepções de 2011 à 2020.

    A passagem de Ronaldinho Gaúcho

    Divulgação / Flamengo

    Após o tenebroso ano de 2010, o Flamengo inicia o ano seguinte com as esperanças renovadas. Foi feita uma reformulação no elenco e a principal surpresa ficou por conta da contratação do craque internacional Ronaldinho Gaúcho.

    Depois de uma longa novela que envolveu também Grêmio e Palmeiras, o craque decidiu trocar o Milan pelo Mais Querido. No dia de sua apresentação, cerca de 20 mil pessoas lotaram o campo da Gávea e foram ao delírio ao ouvir o gauchinho dizer “Agora eu sou Mengão”.

    No inicio, tudo ótimo, o Flamengo foi campeão carioca e Ronaldinho caiu nas graças da torcida ao comandar o time chamado de “Bonde do Mengão sem freio”. O Rubro-Negro chegou cercado de confiança e expectativa para a disputa do Campeonato Brasileiro.

    No torneio nacional o time viveu altos e baixos. Chegou a liderar por algumas rodadas mas não conseguiu manter a regularidade. O ponto alto de Ronaldinho foi o jogo contra o Santos na Vila Belmiro, que marcou o encontro do Gaúcho com o ainda jovem Neymar Jr. O camisa 10 do Flamengo comandou a vitória do time por 5 a 4 em um jogo que para muitos foi o melhor da história do Brasileirão.

    Em maio de 2012, após vários atos de indisciplina e desentendimentos com a diretoria, Ronaldinho entrou na justiça cobrando uma dívida de 40 milhões do clube, encerrando de maneira confusa sua passagem pelo Flamengo.

    Pelo desempenho abaixo do esperado e pela forma que deixou o clube, a passagem de Ronaldinho Gaúcho pode ser sim considerada uma das maiores decepções da década.

    Veja mais: Há 10 anos, o Grêmio instalava (e retirava) caixas de som no Olímpico para receber R10. O fim dessa história você já conhece

    A passagem de Carlos Eduardo pelo Flamengo

    Divulgação / Flamengo

    Carlos Eduardo chegou ao Flamengo em 2013, época de “vacas magras”. O clube passava por uma total reformulação financeira e adotava cautela na hora de investir em contratações. Cadu chegou para ser o camisa 10 e solução para o meio de campo rubro-negro, que carecia de jogadores com características de criação.

    O jogador que veio cercado de expectativas rapidamente mostrou que não iria corresponder a elas. Carlos Eduardo não conseguia exercer o seu papel de criação e nem ajudar o time na recomposição. Logo ganhou a fama de “sem vontade” por parte da torcida. Posteriormente perdeu o posto de camisa 10 da Gávea e passou a atuar com a camisa de número 20.

    O único momento bom de Carlos Eduardo com a camisa do Flamengo foi o gol que o meia marcou contra o Cruzeiro, no mata-mata da Copa do Brasil, na derrota por 2 a 1. O gol foi muito importante para a classificação no Maracanã. A vitória por 1 a 0 deu a vaga ao Mais Querido que, ao fim da competição, foi coroado campeão.

    No dia 14 de maio de 2014, Carlos Eduardo rescindiu seu contrato com o Flamengo e não deixou saudades. O jogador sempre volta a ser assunto entre a torcida pela sua frase “Daqui a alguns anos ninguém mais vai querer jogar lá”.

    Adryan, o “novo Zico” do Flamengo

    Adryan Flamengo
    Gilvan de Souza / Flamengo

    Adryan era considerado uma das maiores promessas das categorias de base do Flamengo. Com apenas 16 anos, o jogador já tinha estreado pelo profissional e colecionava convocações para a seleções de base. Além de títulos no juvenil, sendo a Copa São Paulo de Futebol Júnior como o maior deles.

    No início, o meia se tornou xodó da torcida e era uma espécie de amuleto no elenco. O jogador foi comparado a Zico pelo jornal italiano La Gazzetta dello Sport e foi eleito pelo jornal inglês Daily Mirror como uma das joias que deveriam jogar no país.

    Com o passar do tempo, Adryan foi perdendo espaço no elenco e começou a ser cobrado pela torcida. O jovem chegou a ser emprestado para clubes do exterior com Nantes e Leeds, mas não se destacou.

    Em 2016, o atleta voltou ao Flamengo com a promessa de estar mais preparado. Porém, não aproveitou as oportunidades e acabou sendo negociado em definitivo com o Sion, da Suiça. Atualmente, o jogador está emprestado ao Avaí, que disputa a série B do Campeonato Brasileiro.

    A passagem de Paolo Guerrero pelo Flamengo

    Gilvan de Souza / Flamengo

    Paolo Guerrero chegou ao Flamengo com status de craque. Após grande passagem pelo Corinthians, o peruano veio como a grande contratação de uma “nova era” rubro-negra. Tinha chegado a hora da reformulação financeira refletir em resultados no campo.

    Logo caiu nas graças da torcida com o hit “Acabou o câo, o Guerrero chegou!”. Porém, do começo até o fim de sua trajetória no Mais Querido, Paolo não conseguiu corresponder a expectativa de ser um goleador. Apesar de fazer um bom pivô e ajudar a equipe na construção de jogadas, o centroavante não tinha o “faro de artilheiro” e foi perdendo a confiança de parte dos torcedores.

    No final de 2017 se envolveu em uma polêmica suspensão por doping. O jogador ficou grande parte de 2018 sem poder atuar pelo Flamengo. Quando retornou não conseguiu manter a regularidade e começou a ser muito cobrado pelos torcedores.

    Ao final do seu contrato, Guerrero resolveu não renovar com o Flamengo. E no dia 8 de agosto de 2018 acertou com o Internacional.

    Apesar de ter tido boas atuações, Guerrero conquistou apenas um título com a camisa do Flamengo, o Carioca de 2017. Pelo Rubro-Negro, o peruano atuou em 112 jogos e marcou 43 gols, número igualado por Gabriel Barbosa em apenas uma temporada.

    A Libertadores de 2017

    Gilvan de Souza / Flamengo

    A Libertadores de 2017, além de ser uma decepção, talvez seja uma das mais traumáticas para os rubro-negros. O Flamengo vinha embalado após o vice-campeonato no Brasileirão de 2016 e muitos acreditavam que esse seria o ano para conquistar grandes títulos.

    O elenco contava com Diego Ribas e Paolo Guerrero como referências técnicas e tinha algumas novidades em relação a 2016, como o lateral Trauco e o volante Rômulo.

    No primeiro jogo, tudo parecia dar certo, 4 a 0 pra cima do San Lorenzo com atuação de gala de Diego e Cia. Na sequência, o Flamengo enfrentou algumas dificuldades nos jogos fora de casa. Os 100% de aproveitamento no Maracanã deram ao Mais Querido a vantagem de poder empatar o último jogo, contra o mesmo time argentino, que já havia goleado na primeira rodada.

    Na partida decisiva, logo aos 14 minutos, o Flamengo abriu o placar com um gol de Rodinei, que acertou um lindo chute de fora da área. Tudo parecia encaminhado até que, aos 30 do segundo tempo, o time argentino empata e desestabiliza os jogadores do Flamengo por completo. Já nos acréscimos, aos 47 minutos, o San Lorenzo consegue a virada e o clube carioca dá adeus a competição continental.

    Uma noite trágica e difícil de ser esquecida por qualquer flamenguista.

    A Copa Sul-Americana de 2017

    Gilvan de Souza / Flamengo

    Após ser eliminado da Libertadores, o Flamengo foi jogar a Sul-Americana. Apesar de ser um torneio menos importante, a “Sula” tinha o seu valor. Afinal, era um titulo continental de qualquer forma e a conquista daria moral ao elenco.

    O Flamengo chegou avassalador ao torneio e despachou o Palestino com um placar agregado de 10 a 2. Nas quartas de final, enfrentou o Fluminense. Após vencer o primeiro duelo por 1 a 0, empatou o segundo por 3 a 3 em um jogo memorável na história dos Fla-Flus.

    Na semifinal, o Rubro-Negro enfrentou e venceu o Junior Barranquilla com placares de 2 a 1 no Maracanã, com direito a golaço de Felipe Vizeu, depois 2 a 0 em Barranquilla, com atuação memorável do goleiro César. O time comandado por Reinaldo Rueda foi embalado para a final do torneio.

    Na decisão, o Flamengo teve pela frente o “Rei de Copas” Independiente. No primeiro jogo, na Argentina, derrota por 2 a 1. Sendo assim, o Rubro-Negro só precisava de uma vitória simples por 1 a 0 no Maracanã para levar o caneco.

    Porém, no dia da grande final o que se viu foi um time apático e sem repertório. Apesar de sair na frente, o Mais Querido cedeu o empate ainda no primeiro tempo e viu o sonho do título dar adeus em pleno Maracanã lotado.

    A Copa do Brasil de 2017

    Gilvan de Souza / Flamengo

    O ano de 2017, definitivamente, não foi bom para nós rubro-negros. Após ver o Corinthians disparar em pontos no Campeonato Brasileiro, o Rubro-Negro tinha nas copas a esperança de levar algum caneco pra casa. Na Libertadores, fracasso. Na Sul-Americana, um amargo vice-campeonato. E na Copa do Brasil?

    Na competição, o Flamengo despachou o Atlético-GO nas oitavas de final, Santos nas quartas e eliminou o Botafogo nas semifinais. Este duelo ficou marcado pelo lindo drible de Berrío em Victor Luís, que antecedeu o gol da classificação rubro-negra, marcado por Diego.

    Na decisão, o Rubro-Negro tinha pela frente o Cruzeiro. O primeiro jogo no Maracanã terminou empatado em 1 a 1. O Flamengo saiu na frente porém sofreu o empate após falha do goleiro Thiago, que soltou uma bola fácil nos pés do uruguaio De Arrascaeta, que à época atuava pelo time mineiro.

    No segundo jogo, apesar de ser melhor na partida, o Flamengo não conseguiu marcar no tempo normal e terminou empatado com o Cruzeiro em 0 a 0. Na disputa de pênaltis, o Rubro-Negro vivenciou mais um fracasso no ano, Diego Ribas não converteu sua cobrança e o goleiro Alex Muralha não conseguiu defender nenhum pênalti. Cruzeiro campeão e mais uma decepção na conta de 2017.

    A Libertadores de 2018

    Flamengo Libertadores
    Gilvan de Souza / Flamengo

    O ano de 2018, assim como o de 2017, não foi dos melhores para os torcedores do Flamengo. Mais um ano em que os apaixonados pelo clube carioca descarregavam suas esperanças na Copa Libertadores, o grande sonho de qualquer rubro-negro.

    Na fase de grupos, tudo parecia correr bem, classificação antecipada e tranquila. O primeiro fantasma havia sido superado. Nas oitavas de final, um velho conhecido, o Cruzeiro, que a menos de um ano havia vencido o Flamengo na final da Copa do Brasil. Era a hora da revanche?

    No primeiro jogo, um verdadeiro balde de água fria em pleno Maracanã lotado: o Cruzeiro vence o Flamengo por 2 a 0 e afasta novamente o sonho Rubro-Negro de conquistar a América.

    A vitória por 1 a 0 no jogo de volta não foi o suficiente para reverter o placar. E o Flamengo, novamente, deu adeus a competição continental de forma traumática.

    A contratação de Vitinho

    Divulgação / Flamengo

    Vitinho chegou ao Flamengo em julho de 2018 para ser o substituto de Vinícius Júnior, que estava de saída para o Real Madrid. Cercado de expectativas e confiança por parte do torcedor, Vitinho parecia estar pronto para viver o seu ‘sonho de moleque’

    Logo nas primeiras partidas, o torcedor percebeu uma coisa importante: Vitinho não tinha as mesmas características de Vini Jr. Apesar de jogarem na mesma posição, os estilos de jogo dos dois jogadores eram diferentes e isso já quebrou parte da expectativa da torcida sobre o atacante.

    Além das características distintas às de Vinicius Júnior, outro ponto que incomodou e incomoda até hoje o torcedor do Flamengo é a “falta de vontade” de Vitinho em campo. Muitas vezes, o camisa 11 parece estar em uma sintonia diferente dos demais e não consegue acompanhar o ritmo das partidas.

    Vitinho fez alguns bons jogos pelo Flamengo, mas nada que chegasse perto da expectativa criada em torno de sua contratação. À época, a mais cara da história do Mais Querido.

    Mais recentemente, Vitinho foi apontado pela torcida como um dos culpados pela eliminação do Flamengo na Libertadores de 2020. O atacante teve a chance de abrir o placar em um lance cara a cara com o goleiro, mas chutou fora do gol.

    O ano de 2020

    erros defensivos do flamengo
    Alexandre Vidal / Flamengo

    O ano de 2020 não poderia ficar de fora da lista. O ano que sucedeu a ‘Glória Eterna’ de 2019 era aguardado por todos os rubro-negros como o início de uma possível hegemonia no futebol brasileiro.

    As coisas começaram bem com a conquista da SuperCopa do Brasil e da Recopa-Sul Americana, o time estava melhor do que nunca até vir o primeiro golpe: a pandemia da Covid-19. A situação que estamos vivendo até hoje e que ocasionou na paralisação do futebol, influenciou diretamente no planejamento de futebol do clube, além de impactar também no planejamento financeiro.

    Na volta do futebol, agora sem torcida, o Flamengo sofreu o segundo grande golpe: A saída de Jorge Jesus. O português, que havia recém renovado seu contrato, não resistiu à proposta do Benfica e resolveu voltar a sua terra natal. Sendo assim, o Rubro-Negro perdeu seu comandante.

    O clube carioca depositou sua confiança no catalão Domènec Torrent. Porém, a falta de experiência aliada ao desentendimento do futebol brasileiro, atrapalharam o treinador em sua trajetória comandando O Mais Querido. Apesar de um bom aproveitamento, Dome ficou marcado pelas goleadas sofridas para o Independiente del Valle, São Paulo e Atlético-MG

    Após a saída de Dome, o Flamengo voltou a apostar no mercado nacional e Rogério Ceni foi o escolhido da vez. Em pouco tempo, Ceni enfrentou duas decisões: as quartas de final da Copa do Brasil e as oitavas da Libertadores. Na competição nacional, o Flamengo foi derrotado duas vezes pelo São Paulo e deu adeus ao torneio. Na continental, dois empates contra o Racing e eliminação sofrida nos pênaltis.

    No Campeonato Brasileiro, o Flamengo era franco favorito por ter um elenco robusto e de qualidade. Porém, o que vimos foi um time sem garra e muitas vezes conformado com o resultado ruim. Mesmo com os títulos no começo, o ano de 2020 pode ser considerado uma grande decepção pela expectativa criada em torno e pelo resultado nada satisfatório.

     

  • Mauro Cézar defende reformulação no time titular do Flamengo

    Segundo Mauro Cézar, o time do Flamengo sofre muito com erros individuais

    A derrota de 2 a 1 para o Fluminense, na última quarta, 6, não deixou má impressão apenas para a torcida do Flamengo. Segundo o comentarista do UOL, Mauro Cézar Pereira, Rogério Ceni deve fazer alterações na equipe titular. Para ele, o time sofre muito com erros individuais, ao passo que compara com a fase do treinador no Cruzeiro, em 2019.

    De acordo com Mauro, a reformulação no time principal pode ser um fator necessário neste momento. Entretanto, lembra que o técnico precisa de apoio da direção do Rubro-Negro para as mudanças:

    “É o momento de alguns titulares perderem espaço no time. Cabe ao técnico avaliar criteriosamente e contar com o respaldo da diretoria. Caso isso não aconteça, pode se repetir no Flamengo o que Ceni enfrentou no Cruzeiro, em que tentou fazer mudanças necessárias, não teve respaldo e acabou saindo”, defende o jornalista.

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    O comentarista do portal UOL lembrou que Ceni precisa também fazer uma auto crítica sobre seu trabalho. E assim, rever as decisões que vem tomando à frente do Flamengo:

    “Ceni precisa ser um pouco mais crítico em relação ao seu próprio trabalho e também ao de seus atletas. Muitos erros individuais aconteceram contra o Fluminense. Não só de Filipe Luís no segundo gol sofrido, mas também de Arão, Nathan, até Gabigol, que perdeu um gol logo no primeiro minuto. É o momento de uma mexida um pouco mais pesada no time”, defende Mauro Cézar.

    Duelo contra o Ceará vira decisão para o Flamengo

    O Flamengo encara o Ceará neste domingo, 10. A partida será às 16h (horário de Brasília), no Maracanã. O jogo é válido pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro.

    Com 49 pontos, o Rubro-Negro precisa se recuperar da derrota para o Fluminense e aliviar a pressão sobre o técnico Rogério Ceni. Contudo, o time cearense tem 36 pontos e começa a mirar a zona da Libertadores.

  • Bruno Henrique reconhece falhas e diz o que tem prejudicado o desempenho do Flamengo

    Durante coletiva de imprensa, Bruno Henrique analisou a derrota para o Fluminense e destacou a falta que a torcida faz para o time dentro de campo

    Nesta sexta-feira, 8, Bruno Henrique concedeu entrevista coletiva diretamente do Ninho do Urubu. Na ocasião, o atacante falou sobre as comparações ao trabalho de Rogério Ceni e Jorge Jesus, sobre a derrota na última quarta-feira, 6, para o Fluminense e reforçou a falta que a torcida rubro-negra faz aos estádios como reflexo da má fase do time dentro de campo nos últimos jogos.

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    Em coletiva de imprensa realizada após a derrota no Fla x Flu na última quarta-feira, 6, Rogério Ceni afirmou ser “normal” a queda de intensidade de um time no segundo tempo. Ao ser questionado sobre o que achava da declaração do treinador, Bruno Henrique concordou com Ceni e disse ainda que desde quando Jorge Jesus saiu do comando do time, o elenco não treinava com tanta intensidade como agora.

    “A intensidade do Rogério é a mesma da do Jorge Jesus. Desde quando o mister saiu, nós não tínhamos treinamento e jogo em alta intensidade da forma que a gente vem treinando com o Rogério. Então, como ele disse, é normal e acontece às vezes de no segundo tempo cair um pouco de rendimento, mas o nível de intensidade e entrega da gente no dia a dia de treino, no jogo, está sendo 100%, então não vejo que esteja faltando intensidade nos treinos do Rogério”, disse.

    Ainda sobre o último jogo, o atleta foi questionado sobre a declaração de Arrascaeta, que após a partida, afirmou que “tem hora que o time não merece ser campeão”. Ao falar sobre, o jogador contou do impacto entre os jogadores com o resultado e aproveitou para pedir desculpas à nação pela derrota: “A gente fica triste e envergonhado pelo resultado. A gente não queria perder, e a cobrança dos jogadores existe. A direção da mesma forma, sempre cobrando a gente e o Rogério também.

    A gente sabe que acabou escapando uma vitória das nossas mãos. A cobrança é existente todos os dias, não é só porque a gente perdeu. A gente se cobra e quer melhorar também quando ganha, tem erros que a gente se cobra também para poder melhorar a cada jogo. Então, peço desculpas pelo jogo, pelo resultado, mas a cobrança sempre existe.”

    Bruno Henrique reconheceu que ainda não está no seu melhor nível, mas se comprometeu a seguir trabalhando para voltar a trazer alegrias aos rubro-negros. “O impacto é de tristeza. O São Paulo estava perdendo e a gente ganhando, e no final do jogo acabou acontecendo uma virada e a gente não conseguiu os três pontos que a gente queria.

    Eu quero fazer gol todos os jogos, independentemente de clássico ou não, e eu não consegui fazer nesse jogo, então eu vou continuar trabalhando para poder melhorar a cada dia. Sei que estou um pouco abaixo ainda, mas o que não falta para mim e nunca vai faltar é o empenho e a garra que eu sempre tive. Então vou continuar trabalhando para poder ajudar sempre o Flamengo”, completou.

    Ausência da torcida

    O atacante disse ainda que a falta de público nos estádios foi a maior perda do Flamengo durante a pandemia, o que tem prejudicado os atletas a manterem o nível do futebol de 2019. “No meu ponto de vista, o que a gente perdeu e muito foi a torcida. Todo jogo a gente jogava com 70 mil pessoas nos apoiando, e hoje qualquer time que venha jogar contra o Flamengo não tem aquela pressão do torcedor que nos empurrava e dava energia para a gente”, afirmou.

    No domingo, 10, o Flamengo enfrenta o Ceará no Maracanã. Ao falar sobre o que espera para o próximo jogo, Bruno Henrique diz acreditar que o Vozão deve usar as mesmas estratégias adotadas pelo Fluminense em campo. “Se a gente quer ser campeão, a gente tem que vencer. Não tem outro resultado sem ser vencer. E a equipe do Ceará com certeza vai vir da mesma forma que o Fluminense veio. É até bizarro falar isso, mas o Fluminense batendo falta do meio de campo e jogando por bola parada e não conseguiu levar perigo para a gente, e ainda conseguiu virar o jogo… Então o Ceará vai vir da mesma forma.

    Cabe a gente ter uma postura diferente e jogar lá na frente, nós, atacantes, nas oportunidades que aparecer fazer o gol, e estar bem junto e compacto sempre, como a gente fez no ano de 2019. Todos corriam para trás e para frente, assim a gente consegue dificultar a entrada dos times nos contra-ataques”, analisou.

    O jogador voltou a falar sobre a falta dos rubro-negros nos estádios, que tem sido uma vantagem para os times visitantes. “A gente perdeu o nosso 12º jogador, que é a torcida. Nos momentos que a gente mais precisou de um incentivo e de um apoio, a gente não conseguiu vencer os jogos, que eram nas decisões, e tenho certeza que se a gente tivesse com os nossos torcedores nos estádios nos apoiando, a gente conseguiria.

    Não tendo torcida em campo, qualquer time que venha jogar contra o Flamengo hoje vem solto, sem pressão nenhuma, eles vêm até melhor do que jogar com outros clubes, conseguem fazer coisas que a gente sabe que em outros jogos eles não fazem o que fazem contra o Flamengo”, afirmou.

    Menos tropeços e mais acertos

    Além sobre a falta da torcida, Bruno Henrique justificou ainda que a vontade do elenco em “vencer de qualquer forma” tem gerado em tropeços para alcançar resultados positivos nos últimos jogos. “A gente quer vencer tanto que acaba quebrando um pouco a forma do que é planejado. Querendo vencer de qualquer forma, a gente acaba deixando a vitória escapar porque estamos abertos com o time mais para frente do que para trás e acaba acontecendo esses contra-ataques que nos surpreende durante os jogos”, disse.

    Ao final da coletiva, o atacante voltou a falar sobre a derrota na última quarta-feira, 6, e definiu como “vestiário de velório” o clima entre os jogadores após a partida: “Frustrante. Tristeza de mais uma vez poder encostar no São Paulo sabendo que eles tinham perdido e a gente não venceu um jogo que poderia ter vencido. Foi um jogo que a gente ficou super triste, um vestiário de velório. A gente vai trabalhar para poder chegar no domingo e se Deus quiser, fazer um grande jogo. Acertar onde tem que acertar, e principalmente olhar os erros e não cometê-los e fechar esses erros para a gente conseguir as vitórias daqui para a frente”.