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  • Wallace Yan, Bruno Henrique ou Plata? Pedrosa diz quem sai na frente para enfrentar o Racing

    Sem Pedro, o Flamengo enfrenta o Racing nesta quarta-feira (29) com dúvidas no ataque. Juninho, Plata, Arrascaeta, Wallace Yan e Bruno Henrique surgem como opção para o técnico Filipe Luís. Diante dessas escolhas, o jornalista Lucas Pedrosa apontou qual deles sai na frente pela disputa por uma vaga no time.

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    Para Pedrosa, esse cara poderia ser Wallace Yan. Ele chama atenção para como o cria do ninho entrou bem no último jogo, diante o Fortaleza, no Brasileirão. Mesmo com a derrota na partida, o comentarista avalia que o centroavante mudou o jogo e precisa ser considerado.

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    “O Wallace Yan entra contra o Fortaleza e ele muda o jogo do Flamengo jogando como centroavante. Ele precisa ser considerado”, define Pedrosa.

    Wallace Yan tem tido problemas de comportamento nos últimos tempos. Esquentado em campo, Pedrosa pondera sobre isso e seu temperamento. No entanto, ressalva o quanto ele entrega saindo do banco, fazendo fumaça e com muita vontade.

    “Beleza que é um moleque que teve seus problemas extracampo, teve seus problemas de disciplina, a gente sabe que tem um temperamento complicado, mas não dá para descartar um garoto que conseguiu entrar bem numa Copa do Mundo, um garoto que sempre entra fazendo fumaça, sempre entra com a vontade que o jogo pede”, disse.

    Wallace Yan e Plata na frente de Bruno Henrique

    Na ausência de Pedro, Bruno Henrique tem sido a escolha imediata. Mesmo dizendo que prefere não atuar no comando do ataque, o ídolo da Nação é peça de confiança do técnico Filipe Luís. No entanto, para Lucas Pedrosa, isso precisa mudar.

    O jornalista volta a comentar sobre o temperamento de Wallace Yan e como ele até poderia prejudica num jogo tenso como esse. No entanto, diz que avaliando “o campo”, o jovem está na frente de Bruno Henrique. Inclusive, palpita que Plata será o titular, sendo outro nome que merece e também se sobressai em relação a BH27.

    “Pode ser até que essa vontade no jogo de hoje seja ruim. Porque ele pode ser provocado e tomar um cartão vermelho. Mas se você for falar de campo e bola, hoje, o Wallace Yan é pra mim uma opção mais considerável do que o Bruno Henrique. E com todo respeito do mundo ao Bruno Henrique, que é um monstro de jogador. Mas eu estou falando de campo. E o campo fala hoje que é Plata titular e se bobear o Wallace Yan na frente do Bruno Henrique”, dispara Pedrosa.

    O Flamengo vai a campo nesta quarta-feira (29), em duelo que vale vaga na final da Libertadores. O duelo contra o Racing será no estádio El Cilindro, em Avellaneda, às 21h30 (horário de Brasília). No jogo de ida, o Rubro-Negro venceu por 1 a 0 com gol de Carrascal.

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  • Ex-Flamengo, Wallace explica paixão pela literatura e relembra biblioteca criada no Ninho do Urubu

    Nesta quarta-feira (29), o Brasil comemora o Dia Nacional do Livro. No Flamengo, o zagueiro Wallace ficou conhecido por sua paixão pela literatura, e o MundoBola Flamengo conversou com o atleta sobre a importância da leitura e a relação dos livros com o ambiente esportivo.

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    Revelado pelo Vitória, o defensor declarou que sua paixão pela leitura começou nos tempos de categoria de base no rubro-negro baiano. O jogador contou que, apesar das dificuldades na infância, sua mãe sempre o incentivou a focar nos estudos – o que foi crucial para o desenvolvimento do seu amor pela literatura.

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    “Diante disso, eu dei a sorte de ir para um clube que estimulava a literatura e coisas que não eram muito convencionais ao futebol. Tinha uma biblioteca lá e muitos jogadores universitários, algo fora do comum no futebol nacional”, disse o atleta.

    Wallace afirmou que enxergava os atletas mais experientes como um espelho, e, por isso, também começou a frequentar a biblioteca do clube. Contudo, o responsável por influenciá-lo diretamente a ler foi o ex-zagueiro Felipe Saad, que indicou o livro “O homem que matou Getúlio Vargas”, escrito por Jô Soares.

    “Ele falou: ‘Cara, como você passa muito tempo ocioso aí, pega esse livro aqui, tu vai gostar’. Eu li o livro em dois dias, porque é muito bom. Aquilo me despertou um novo mundo em relação à literatura e comecei a buscar outros autores e outras histórias para que durante esse tempo de ociosidade eu pudesse agregar valor à minha pessoa“, explicou o defensor do Londrina.

    Wallace Reis, nos tempos de Flamengo, lendo o livro "Quando Nietzsche Chorou" de Irvin D. Yalom
    Foto: Reprodução/Internet

    Wallace montou biblioteca para jovens atletas do Flamengo no Ninho do Urubu

    Durante sua passagem pelo Rubro-Negro, o zagueiro buscou incentivar os jogadores da base do clube a ler. Wallace montou uma biblioteca no Ninho do Urubu com diversos livros de sua coleção. O atleta teve como objetivo agregar valor aos jovens.

    “Fiz porque fizeram um dia comigo e eu acredito muito nessa questão de troca. O clube me deu essa condição e o mínimo que eu poderia fazer pela instituição, além da questão do campo, era também agregar valor a outros atletas. O jogador profissional também precisa dar, além do exemplo de campo, outras visões mais amplas, porque a gente fica muito restrito”, opinou o capitão do Londrina.

    Para Wallace, a leitura é um hábito que se desenvolve aos poucos. “Você lê um livro de algo que te interessa, daqui a pouco começa a dominar o tema e vai buscar outros assuntos”. O zagueiro de 37 anos afirma que o ato de ler transforma a percepção do atleta sobre o mundo.

    “Quando o atleta tem essa consciência que ele consegue ler bem, ele vai ter um olhar mais crítico e uma compreensão melhor. Eu não me refiro somente ao livro que você lê, mas o que de fato está acontecendo no mundo, até porque o atleta de futebol tem uma bolha”, analisou o jogador.

    ‘Em defesa’: ex-zagueiro do Flamengo fala sobre seu primeiro livro

    Em agosto deste ano, o atleta lançou seu primeiro livro, intitulado “Em defesa“. De acordo com o autor, a obra é simples, de linguagem acessível, e aborda a tese que defender é mais difícil que atacar no futebol. A ideia para o livro surgiu após um debate com o técnico Eduardo Barroca.

    “A gente tinha algumas discussões e debates sobre qual era mais difícil. Eu sempre defendia que defender é mais difícil, e ele defendia que atacar é mais difícil. Fui colocando ao longo desses anos aquilo baseado em números e das minhas experiências práticas“, disse, antes de completar:

    “A complexidade que é montar uma defesa, defender de forma correta, onde você cometa menos erros – porque a defesa sempre vai ter um erro. Eu trago esse tipo de reflexão para mostrar que eu tenho um ponto que tem muito peso“, explicou o jogador.

    Foto do livro "Em defesa", escrito pelo jogador Wallace Reis
    Foto: Reprodução/Internet

    Wallace afirmou que sua obra busca mostrar aspectos do jogo que não ficam visíveis a olho nu, tanto para a imprensa, torcedores e até mesmo para os próprios jogadores.

    “Eu tento mostrar aquilo que não fica a olho nu, o que o jornalista ou o próprio torcedor não consegue enxergar – às vezes nem o próprio atleta percebe. Porque o atleta, ele não tem mais autonomia para pensar e ele também não quer essa autonomia. Então acaba que ele está só exercendo aquilo que é passado, mas ele não para para ter uma reflexão do que é o exercício que ele executa“, analisou o ex-Flamengo.

    O que a literatura representa para Wallace?

    O zagueiro tem como referência diversos escritores, como Machado de Assis, Jorge Amado, Nelson Rodrigues, George Orwell, Fiódor Dostoiévski e Liev Tolstói. Para Wallace, a literatura representa, ao mesmo tempo, a possibilidade de se libertar e de escravizar.

    “Tem esse paradoxo. Quanto mais você busca e conhece, mais você sabe que não sabe nada. Então você vive nessa dualidade de se libertar e se escravizar em busca do conhecimento. Eu gosto disso. Cada livro que eu leio eu me liberto de algo, mas me escravizo em outros”, explicou o jogador.

    Para o capitão do Londrina, a busca por aprimorar a interpretação e as visões sobre o mundo é um dos atributos desenvolvidos com a literatura – aplicáveis no dia a dia dentro e fora do futebol.

    No contexto esportivo, Wallace afirmou que a obra que mais o marcou foi a biografia do ex-tenista Andre Agassi. O zagueiro, apaixonado pela literatura, considera o livro o mais “visceral e sincero“, além daquele que mais “falou diretamente” com ele.

    “Acho que todos os atletas que eu indiquei a obra conseguiram perceber o mesmo que eu: a descrição do sentimento do que é a vida de um atleta nos momentos de alta e de baixa, quando você entra no platô da profissão e sua paixão vai ficando um pouco mais escondida. Até quando você redescobre essa paixão pelo esporte que tanto sonhou praticar quando era criança”, disse.

    Importância da literatura para a sociedade brasileira e para o esporte

    De acordo com a pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, divulgada pelo Instituto Pró-Livro em novembro de 2024, mais da metade dos brasileiros não lê livros. Wallace comparou essa realidade brasileira com a francesa, na qual há uma apreço maior pela literatura.

    “A França tem um histórico cultural baseado na literatura, o Brasil não. Isso acaba se refletindo nos esportes – porque eu acho que não tem como dissociar o atleta da sociedade. Talvez a gente acabe botando algumas escamas nos olhos e não perceba isso, porque é muito mais fácil você taxar um grupo, dizer que esse grupo é responsável por algo e não se englobar nisso”, disse antes de questionar:

    Wallace (E) do Flamengo disputa a bola com Marcelo Cirino do Atlético Paranaense durante a final da Copa do Brasil 2013 entre Flamengo e Atlético Paranaense no Estádio do Maracanã em 27 de novembro de 2013 no Rio de Janeiro, Brasil.
    Foto: Buda Mendes/Getty Images

    “O Maracanã coloca 60 mil pessoas num estádio. Quantas daquelas, de fato, leem dois livros por ano? Então somente o jogador é burro? A nossa visão é um pouco míope, precisamos ver de uma forma mais ampla, pois isso não é um problema do jogador de futebol, isso é um problema da sociedade brasileira que o jogador está inserido“, afirmou.

    Wallace analisa que há muitas críticas em relação ao comportamento do jogador brasileiro, especialmente em relação à falta de posicionamento e à forma de se expressar. No entanto, o zagueiro destaca que a sociedade, em geral, também não apresenta essas características. “Então é desconexo exigir isso. Mas acho que a gente tem possibilidade de mudar”.

    Passagem de Wallace pelo Flamengo

    Entre 2013 e 2016, o defensor disputou 168 jogos com a camisa do Flamengo – com sete gols marcados e três assistências. Pelo Mais Querido, Wallace conquistou a Copa do Brasil de 2013 e o Campeonato Carioca de 2014.

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  • Cartazes contra titular do Racing são expostos em Avellaneda antes de jogo contra Flamengo

    O clima esquentou nos arredores do El Cilindro. A poucas horas da partida decisiva de volta pela semifinal da Libertadores, o Racing, adversário do Flamengo, amanheceu com protestos direcionados a um de seus principais jogadores.

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    Nesta quarta-feira (29), a cidade de Avellaneda apareceu com cartazes pedindo a saída do zagueiro Marcos Rojo. Com os dizeres “Chau Rojo, deja de robar” (“Fora Rojo, pare de roubar”), os protestos foram assinados por um grupo autointitulado “Pueblo de Racing”.

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    Apesar da assinatura, a imprensa argentina levanta a forte suspeita de que a ação não tenha partido da própria torcida do Racing, mas sim de torcedores do rival, Independiente, numa tentativa clara de desestabilizar o time de Gustavo Costas antes do jogo mais importante do clube no século.

    O que alimenta essa teoria é um precedente idêntico ocorrido anos atrás. O jogador Edwin Cardona, na época atleta do Racing, foi alvo de cartazes com exatamente a mesma mensagem (“Chau Cardona, deja de robar”) e a mesma assinatura. Até o momento, nenhum grupo assumiu a autoria da provocação contra Rojo.

    Rojo ficou na mira de críticas após Flamengo x Racing

    Embora a origem dos cartazes seja duvidosa, Marcos Rojo de fato ficou na mira da crítica após o jogo de ida no Maracanã, vencido pelo Flamengo por 1 a 0.

    Naquela partida, o zagueiro chocou-se acidentalmente com o volante Santiago Sosa, seu próprio companheiro, causando uma fratura no rosto do meio-campista. Sosa, uma baixa sensível para o time argentino, está fora do jogo de hoje.

    Mesmo com a pressão, Rojo está confirmado entre os titulares de Gustavo Costas para a partida desta noite, às 21h30 (horário de Brasília).

    O técnico deve promover três mudanças em relação ao time que foi ao Rio de Janeiro: Juan Nardoni entra na vaga do lesionado Santiago Sosa, Mura assume a lateral-direita e Adrián Balboa deve formar a dupla de ataque com Maravilla Martínez.

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  • Flamengo oficializa contratação de promessa do América-MG

    O Flamengo confirmou nesta quarta (29) a contratação do zagueiro Paulo César. O defensor de 15 anos chega para reforçar as categorias de base do Rubro-Negro. Promessa do futebol mineiro, o jogador já foi convocado para a Seleção Brasileira Sub-15.

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    Segundo a ‘Rádio Itatiaia’, o Flamengo investiu cerca de R$ 2 milhões para tirar Paulo César do América-MG, adquirindo 70% dos direitos econômicos do jovem. Em comunicado, o Flamengo informou que na manhã desta quarta-feira, o zagueiro esteve no CT George Helal, onde, acompanhado dos pais, assinou contrato com o Mengão. Logo em seguida, ele já participou do treino com o elenco sub-17.

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    Natural de Belo Horizonte e com 1,90m de altura, Paulo César iniciou sua trajetória no sub-10 do América-MG. Como suas principais características, se destaca pelo bom jogo aéreo e força física.

    Além do Flamengo, diversos outros clubes queriam contar com o talento de Paulo César. Não só equipes do Brasil, como Cruzeiro, Palmeiras e Bahia, mas também times de Portugal. No entanto, o Rubro-Negro saiu na frente e selou o negócio.

    Flamengo Sub-17 está na semifinal do Carioca

    A equipe Sub-17 do Flamengo, na qual Paulo César será integrado, está nas semifinais do Carioca da categoria. O jogo de ida já foi disputado e o Mengão ficou no empate com o Fluminense. O jogo da volta acontece no sábado (1º), às 11h (de Brasília), no Estádio Marcelo Vieira, em Xerém.

    O Fluminense tem vantagem do empate no placar agregado por ter terminado líder na primeira fase, com 28 pontos. O Flamengo avançou em quarto lugar, somando 24 pontos, e precisa vencer fora de casa para avançar.

    Se o Flamengo se classificar, enfrentará o vencedor da outra semifinal entre Botafogo e Vasco. No jogo de ida, o Cruzmaltino saiu na frente ao vencer por 2 a 0 no Engenhão.

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  • Flamengo garante novo montante milionário na Libertadores

    Com a classificação para a semifinal, o Flamengo já havia garantido a meta da diretoria. Mas a Nação quer a taça, e quanto mais dinheiro, melhor: o Rubro-Negro vai encher os cofres com mais um montante, resta saber se o de vice-campeão, ou o do cobiçado tetracampeonato.

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    Com a classificação sobre o Racing, o Mengão não embolsa diretamente nenhum valor. Mas garante que vai receber mais uma quantia milionária com a participação na final.

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    Isso porque, mesmo que perca a decisão, o prêmio é de 7 milhões de dólares ao segundo colocado, ou seja, R$ 37,5 milhões. Mas o prêmio que o Rubro-Negro realmente quer vem com a taça.

    O campeão recebe 24 milhões de dólares, ou seja, R$ 128,8 milhões. Até agora, o Mais Querido do Mundo já soma R$ 50,2 milhões em premiações. Foram R$ 16,4 milhões pela participação na fase de grupos, além dos R$ 1,8 milhão por vitória na mesma fase.

    Foram três vitórias, o que dá R$ 5,4 milhões. Com a classificação para as oitavas, foram mais R$ 6,8 milhões, além dos R$ 9,3 milhões pela vaga nas quartas de final. Com a classificação para a semifinal, a quantia recebida foi de R$ 12,3 milhões. 

    Premiação da Libertadores por fase; Flamengo já recebeu valores até semifinal

    • Fase de grupos: US$ 3 milhões (R$ 16,4 milhões) + US$ 330 mil (R$ 1,8 milhão) por vitória
    • Oitavas de final: US$ 1,25 milhão (R$ 6,8 milhões)
    • Quartas de final: US$ 1,7 milhão (R$ 9,3 milhões)
    • Semifinal: US$ 2,3 milhões (R$ 12,3 milhões)
    • Vice-campeão: US$ 7 milhões (R$ 37,5 milhões)
    • Campeão: US$ 24 milhões (R$ 128,8 milhões)

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  • Rodinei? Diego Ribas surpreende e elege outro jogador como mais engraçado dos tempos de Flamengo

    Ídolo do Flamengo e um dos grandes líderes do elenco multicampeão de 2019, o ex-meia Diego Ribas relembrou seus tempos de Ninho do Urubu em uma entrevista à “ESPN”. Em um quadro de perguntas rápidas, o ex-jogador revelou detalhes dos bastidores e surpreendeu a apontar quem era o jogador mais engraçado do grupo.

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    Questionado diretamente sobre “Quem foi o mais engraçado?” durante sua passagem pelo clube (2016-2022), Diego não citou Rodinei, conhecido pelo seu lado cômico em seus tempos de Flamengo. O ex-camisa 10 apontou Renê, atualmente no Fluminense, como o nome que mais arrancava risadas.

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    Diego Ribas também falou sobre outros ex-companheiros de Flamengo

    O “bate-pronto” exigiu respostas rápidas sobre diversas categorias. Além de eleger Renê como o mais divertido, Diego Ribas também fez outras definições sobre os ex-companheiros:

    • Mais decisivo: Gabi.

    • Mais ranzinza: Arão.

    • Mais inteligente: Filipe Luís.

    Diego também foi questionado sobre os talentos que viu subir da base, destacando Vini Jr, Paquetá e Reinier como jogadores que “chamaram muita atenção”.

    Ao falar de treinadores, o ídolo apontou Jorge Jesus em duas categorias distintas: como o “melhor técnico” com quem trabalhou no Flamengo e, ao mesmo tempo, como o “que mais pegou no seu pé”. Veja o vídeo abaixo:



    Diego Ribas, entre 2016 e 2022, atuou pelo Flamengo em 289 jogos. Foram 43 gols marcados, 29 assistências. No total, conquistou 12 títulos pelo Rubro-Negro. Veja a lista:

    • Libertadores (2019, 2022)
    • Brasileirão (2019, 2020)
    • Copa do Brasil (2022)
    • Recopa (2020)
    • Supercopa do Brasil (2020, 2021)
    • Campeonato Carioca (2017, 2019, 2020, 2021)

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  • Elenco do Flamengo ficou mordido com declarações do treinador do Racing

    O treinador do Racing tem sido uma verdadeira figura nos últimos dias que precederam o jogo decisivo contra o Flamengo, na Libertadores. Com entrevistas polêmicas, muita confiança e provocação, suas falas chegaram no elenco rubro-negro. Os jogadores do Mengão não teriam gostado nem um pouco do que disse o argentino e ficaram “mordidos” para a decisão dessa quarta (29).

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    Em áudio vazado, o técnico do Racing, Gustavo Costas, disse: “Nós vamos atropelá-los, nós vamos matá-los”. A frase com objetivo de instigar a torcida do time argentino não pegou bem. Segundo o jornalista Mauro Cezar Pereira, o elenco do Flamengo não gostou do que disse o técnico adversário e ficaram bem incomodados com a forma na qual ele se referiu ao Mais Querido.

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    Essa postura do técnico do Racing tem acontecido desde o jogo de ida. Gustavo Costas tem enviado constantes recados aos torcedores do time de Avellaneda. Foi ele quem convocou uma grande festa na frente do estádio no início da semana, buscando motivar os atletas.

    O Racing promete um clima hostil no El Cilindro, contra o Flamengo. O próprio técnico mandou recado para o clube dizendo para não se importar com punições. Ou seja, é de se esperar uma festa com sinalizadores, papel picado e faixas, com os argentinos utilizando de todos os fatores extracampo possíveis para minar o Mengão.

    Treinador do Racing já cravou classificação diante o Flamengo

    Além de instigar a torcida do Racing, Gustavo Costas tem mostrado muita confiança para o duelo contra o Flamengo. Desde o apito final no Maracanã, o técnico tem dito que sua equipe estará em Lima. Mesmo com a derrota, disparou: “Estamos mais vivos do que nunca, vamos à Lima”, em coletiva.

    O Flamengo entra em campo nesta quarta-feira (29) para definir sua vaga na final da Libertadores diante do Racing. A partida acontece no estádio El Cilindro, em Avellaneda, às 21h30 (horário de Brasília). No jogo de ida, o Rubro-Negro venceu por 1 a 0, com gol de Carrascal, e agora precisa apenas de um empate para garantir lugar em mais uma decisão.

    Veja declaração completa do treinador do Racing antes de confronto com Flamengo:

    Temos que vencer. Eu disse isso outro dia, eu disse a todos: ‘Vamos vencer este jogo de quarta-feira agora. Estamos lá desde o outro dia, tudo é positivo, tudo está lá. Tudo, tudo, tudo.

    Este jogo, mais do que nunca, precisa ser vencido de todos os ângulos. Não importa se nos multarem pesadamente. Isso a gente recupera depois. Eu não dou a mínima. Vamos dar o nosso melhor, o campo inteiro, tudo.

    Aliás, peço a vocês, por favor: abram a porta na segunda-feira antes de irmos para o Hilton, para o Pilar. Deixem as pessoas verem, deixem que assistam um pouco ao treinamento, e encham a galera, sabe? Que venham aqueles que puderem. Eu disse a vocês: vão a Ferraresi e digam a todas as escolas para virem, tudo, tudo, tudo. Deixem as crianças verem isso, isso as emociona. E se elas estiverem comprometidas, ficarão ainda mais comprometidas. Esse jogo tem que ser vencido assim, né?

    A gente também tem que ficar de olho nos árbitros… mas enfim, vamos ver. Nós estamos indo embora, nós estamos indo embora. Eu tenho uma fé enorme, enorme, enorme. Nós vamos atropelá-los, nós vamos matá-los”

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  • O Flamengo que se escreve: diferentes formas de transformar paixão em literatura

    O Flamengo sempre foi escrito antes mesmo de ser lido. Desde Mário Filho, o clube virou metáfora de um país inteiro: alegria, drama, fé e contradição no mesmo parágrafo. No Dia Nacional do Livro, celebrado nesta quarta-feira (29), o MundoBola Flamengo ouviu três autores que ajudam a transformar o clube em literatura

    Do campo às páginas: o Flamengo é também literatura

    Arthur Muhlenberg, Marcelo Dunlop e Maurício Neves de Jesus são três dos principais nomes dessa escrita. Em entrevistas, eles revelam o que move quem escreve o clube, refletem sobre a literatura rubro-negra e mostram como o Flamengo pode ser contado como epopeia, crônica ou exercício de memória coletiva.

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    Autores rubro-negros não apenas registram vitórias ou derrotas. Eles transformam sentimentos em crônicas, lembranças em capítulos e arquibancadas em cenário literário. Cada um escreve o Flamengo à sua maneira: com humor, lirismo, pesquisa ou traço. Juntos, constroem um acervo que traduz a alma de um clube que não cabe apenas em campo.

    O clube que virou personagem

    Há quem diga que o Flamengo é mais do que tema: é personagem. Arthur Muhlenberg, autor de Hexagerado e Libertador, descreve o clube como uma força quase mítica, responsável por transformá-lo em cronista de um sentimento que não cabe em rótulos.

    “Tenho o feio costume de terceirizar culpas o tempo todo, mas a culpa toda é do Flamengo mesmo”, diz. “Dele ser o que é, dele ser o que aparenta ser e de ser o que será um dia. Acho que falta literatura rubro-negra em todos os campos do conhecimento, nas ciências, nas relações internacionais, na pesquisa, na culinária, na história em si.”

    Ele reconhece que a explicação para esse amor não é racional: “Quanto ao desejo de entender a razão do amor, nunca me preocupei. Eu sou o que sou, o Flamengo é o que é. E assim vamos em frente, sempre muito maiores que a própria vida.”

    Maurício Neves de Jesus compartilha a mesma ideia, mas com outro tom. Para o autor da trilogia Me Arrebata, que narra a história do Mengão em HQs o Flamengo é transcendência. É fé.

    “O Flamengo é a maior coisa que vamos conhecer nesta existência, e mesmo assim cabe num abraço. Só acha que a vida não tem sentido quem não é Flamengo.”

    As palavras de Maurício soam como uma prece. São lembranças de um tempo em que o rádio era o elo entre pai e filho, gol e eternidade. O sentimento o levou a escrever sobre o clube, movido pela vontade de preservar o que o tempo apaga.

    Marcelo Dunlop, jornalista e autor de Crônicas Flamengas e O Homem que Morava no Maracanã, vê o mesmo personagem de outro ângulo. Para ele, o Flamengo está nas esquinas e nos bares, nas histórias que se contam entre uma cerveja e outra.

    “A primeira crônica decente que publiquei foi sobre o velório do Carlinhos Violino”, relembra. “Fui à Gávea prestar minha homenagem. Puseram um rapazola tocando violino perto do caixão, o Zinho surgiu arrasado, começaram a me contar tantas histórias… Cheguei em casa e percebi que a crônica, além de uma homenagem, é um modo de organizar nossas tristezas.”

    A escrita da arquibancada

    Escrever o Flamengo é também uma forma de reviver a arquibancada. Tentar traduzir a emoção e o grito em palavras. Dunlop faz disso uma arte. Seu texto tem o ritmo das arquibancadas do Maracanã, oscilando entre humor, ternura e caos.

    “Eu na maioria das vezes escrevo a crônica que gostaria de ler. Quando vejo um maluco dando cambalhotas na rampa do Maracanã, ou outro doido doando as chinelas quando o Mengo vence, acordo com urticária. Ou escrevo o que testemunhei, ou a cena fica ali, coçando.”

    O cronista destaca uma literatura rubro-negra tão antiga quanto o clube, que completará 130 anos no dia 15 de novembro. Uma história iniciada com João do Rio e Mário Filho e segue avançando com as gerações. Afinal, o cotidiano rubro-negro é um universo praticamente inesgotável.

    “O mais complicado é não repetir o que já foi feito, mas cabe a cada um encontrar seu estilo. A antologia ‘Era uma vez: Flamengo’ é um belo exemplo. Sou jornalista, então me habituei mais a escutar e relatar do que criar situações. O Rio tem tanta figura, o futebol tem tanto patife, o Flamengo tem tanto monstro sagrado. Vou espremer a mufa para quê?”, brinca. 

    Arthur Muhlenberg também partiu da arquibancada, mas aliou o concreto ao teclado. Foi um dos primeiros a transformar a internet num campo literário rubro-negro. Entre ambos, há um ponto em comum: a urgência. Escrever é impedir o esquecimento.

    “Há uns 30 anos, o Flamengo estava ali há mais de um século e poucos se animavam a bulir com ele. Fui lá, dei umas canetadas para ver se o bicho era brabo e vi que era. Como dizia o Nelsão, se Euclides da Cunha tivesse esperado três anos teria escrito sobre o Flamengo e não sobre Canudos.” 

    Maurício, por sua vez, nasceu da mesma urgência, mas movido pela preservação. “Quando eu tinha dez anos, ouvi um programa sobre jogadores esquecidos. Um deles era o Caxambu, que havia sido centroavante do Flamengo. Ele disse: ‘não me importa que não lembrem de mim, meu medo é esquecer’. Aquilo me marcou. Ali nasceu meu desejo de escrever o Flamengo.”

    A literatura rubro-negra 

    Partes de um mesmo universo e movidos pelo mesmo personagem, esses autores também se revelam diferentes dentro dessa unanimidade. A literatura rubro-negra não é necessariamente um manifesto, mas um território onde a devoção assume formas distintas.

    Maurício Neves de Jesus enxerga nessa produção uma causa comum, mas ainda dispersa. Para ele, a literatura que nasce do clube precisa ser cultivada pelo próprio clube. Um gesto institucional de memória, como quem preserva o que o tempo tenta apagar.

    “Não é exatamente um movimento”, diz. “Somos poucos, mas apaixonados. Para que isso se torne um movimento de verdade, o próprio Flamengo precisa criar um mecanismo de apoio. Tenho esperança que na atual gestão se torne algo recorrente”, disse.

    Arthur Muhlenberg, por outro lado, não acredita em rótulos ou fronteiras. “Não existe escrita feita por e para rubro-negros. Existe escrita e existem leitores. O time não importa se a história é boa.”

    Dunlop parece encontrar um meio-termo entre os dois. Reconhece a herança e enxerga a continuidade. “Esse movimento periga ter uns 130 anos. Começa com João do Rio e Mário Filho e chega até Manu da Cuíca e Geovani Martins. Hoje tem uma nova geração segurando a marimba.”

    O estilo e a voz

    Se o Flamengo é o mesmo, o modo de escrevê-lo muda em cada autor. Arthur Muhlenberg, Marcelo Dunlop e Maurício Neves de Jesus compartilham o mesmo personagem, mas moldam a narrativa de formas diferentes. Todos movidos pela vontade de compreender um sentimento que não se explica.

    “A gente sempre tenta copiar alguém, não consegue e isso se torna nosso estilo”, brinca Dunlop. “O meu ritmo ao escrever é o seguinte: quero acabar a história e ir ler coisa boa, ou sair com a patroa. Mas não posso bater a porta na cara do leitor, então vou me despedindo aos poucos. Para mim, a crônica perfeita sobre o Flamengo é a do alvinegro Paulo Mendes Campos, Salvo pelo Flamengo. Empatada com aquela do tricolor Nelson Rodrigues.”

    Muhlenberg mostra isso em suas obras. Heptacular, Hexagerado, Libertador, Da Lama ao Tri, entre outras. Ele faz do texto uma extensão da arquibancada: mistura humor, ironia e devoção. Nas páginas, a torcida fala, exagera, se contradiz e, ao fazer isso, se torna literatura.

    Maurício Neves de Jesus segue outra trilha, sem se afastar da mesma emoção. Autor de Zico 70, da trilogia Me Arrebata e Junior 70, ele escreve o Flamengo como quem documenta uma fé.

    Seus livros combinam narrativa, imagem e pesquisa histórica. Cada projeto é um gesto de preservação. E em alguns momentos essas mentes rubro-negras se encontram, como no livro 1981: o primeiro ano do resto de nossas vidas, escrito por Maurício e com participação de Arthur. 

    Quando o Flamengo vira imagem

    O Flamengo também se escreve com imagens. Em Manto Sagrado! A evolução do design do uniforme do Flamengo, Carol Malachine transforma o clube em linguagem visual. O livro percorre mais de um século de camisas e mostra como a estética rubro-negra é também uma forma de contar história.

    Cada faixa preta, cada botão, cada mudança de tecido é um fragmento de memória. O uniforme é mais que símbolo: é uma narrativa silenciosa sobre o tempo e o torcedor. Da mesma forma, a HQ Mengão do Meu Coração, de Márcia Ghelman, leva o bicampeonato da Libertadores para o papel em forma de quadrinhos.

    Nas ilustrações da trilogia Me Arrebata, Maurício Neves une texto e imagem, palavra e cor. O resultado é o mesmo: um clube que se lê com os olhos, mas se sente com o coração. O Flamengo desenhado é também o Flamengo escrito.

    Flamengo que cabe em cada leitor

    Escrever o Flamengo é um ato de fé, memória e criação. Cada autor o transforma em algo novo: uma crônica, uma tese, um desenho, uma confissão. Juntos, constroem uma literatura que é também identidade.

    Maurício traduz isso com clareza rara. “Mesmo antes da internet, se você juntasse um rubro-negro que ouvia o time na Floresta Amazônica e outro nos cânions de São José dos Ausentes, eles se sentiriam próximos, como amigos de infância. Não há separatismo rubro-negro. O Flamengo não é longe de nada, porque somos todos uma coisa só, como o Brasil deveria ser.”

    O Flamengo é mais que tema, é modo de escrever e de existir. No Dia Nacional do Livro, ele reafirma o próprio poder de inspirar vozes, palavras e memórias.

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  • Torcida do Flamengo esgota ingressos para jogo contra Racing na Argentina

    A torcida do Flamengo fará sua parte e promete apoiar o time em peso na Argentina. Todos os cerca de 4.000 ingressos destinados aos rubro-negros para o duelo de volta da semifinal da Libertadores, contra o Racing, nesta quarta-feira (29), no Estádio El Cilindro, em Buenos Aires, foram esgotados. A informação é do jornalista Renan Moura, da “Radio Globo e CBN”.

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    Apesar do alto valor, R$ 350,00 mais uma taxa de serviço de R$ 35,00, a Nação não mediu esforços para garantir presença no jogo decisivo. Os torcedores do Flamengo ficarão em um setor visitante cercado pela massa do Racing, que teve uma carga de aproximadamente 51 mil ingressos colocados à venda.

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    Para os rubro-negros que já estão na capital argentina, foi divulgado um ponto de encontro oficial para a ida conjunta ao estádio. A concentração está marcada para as 16h no cruzamento da Marta Lynch com a Avenida de los Italianos.

    Flamengo e Racing definem primeiro finalista da Libertadores

    Flamengo e Racing decidem a vaga na finalíssima da Libertadores hoje, às 21h30 (horário de Brasília). O Mais Querido entra em campo com a vantagem do empate, já que venceu a partida de ida no Maracanã por 1 a 0, com gol do colombiano Carrascal.

    Quem avançar no El Cilindro enfrentará o vencedor do confronto entre Palmeiras e LDU, que jogam amanhã (30), no Allianz Parque. A equipe equatoriana tem uma vantagem considerável, pois venceu o primeiro jogo, em Quito, por 3 a 0.

    A decisão da Libertadores será no dia 29 de novembro, em Lima-PER. O Flamengo tenta alcançar sua quinta final na história, sendo a quarta nos últimos sete anos. O Racing tenta pela segunda vez chegar à decisão.

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  • Caos no RJ faz Flamengo montar logística especial pós-jogo contra Racing

    O Flamengo tem uma decisão pela frente nesta quarta-feira (29), contra o Racing, na Argentina, valendo vaga na final da Libertadores. No entanto, as preocupações do clube não se limitam às quatro linhas. Diante da grave situação de segurança pública no Rio de Janeiro, a diretoria rubro-negra montou um esquema logístico complexo para o retorno da delegação ao Brasil.

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    A organização, definida com antecedência, visa proteger jogadores e comissão técnica do cenário caótico instaurado em partes da cidade desde a megaoperação policial contra o crime organizado, iniciada na última terça-feira (28).

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    De acordo com informações divulgadas pela “ESPN”, o Flamengo retornará ao Brasil logo após o término da partida contra o Racing na Argentina. Ao desembarcar no Rio de Janeiro, o ônibus da delegação receberá uma escolta policial reforçada.

    O veículo seguirá sob proteção até um ponto determinado na Barra da Tijuca, na Zona Oeste. Neste local, o grupo será desmobilizado: motoristas particulares estarão à espera dos atletas para conduzi-los individualmente, em segurança, até suas respectivas residências.

    Flamengo modificou logística após ataque a Rossi

    A decisão de implementar este novo sistema de dispersão não foi tomada por acaso. A medida é uma resposta direta ao recente e grave incidente envolvendo o goleiro Agustín Rossi.

    Após o retorno de uma viagem com o clube, o goleiro argentino sofreu uma tentativa de assalto enquanto trafegava pela Linha Amarela. O carro de Rossi foi alvejado por quatro disparos. Felizmente, ninguém se feriu na ocasião, mas o episódio acendeu um alerta máximo no Flamengo sobre a vulnerabilidade dos jogadores no trajeto entre o aeroporto e suas casas.

    Flamengo e Racing se enfrentam às 21h30 (horário de Brasília). Após vencer na ida, o Rubro-Negro avança até com um empate. A final será no dia 29 de novembro, em Lima-PER.

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