O Flamengo venceu o Atlético-MG por 2 a 0 no estádio Luso-Brasileiro, pela volta das oitavas de final da Copa do Brasil Sub-20, mas o resultado não foi suficiente. Como havia perdido o jogo de ida por 2 a 0 em Belo Horizonte, o confronto foi decidido nos pênaltis. Nas cobranças, o Mengão acabou derrotado por 4 a 3, e o clube mineiro garantiu vaga nas quartas de final.
O primeiro tempo foi equilibrado, com leve superioridade rubro-negra nas ações ofensivas. Aos 22 minutos, Alan Santos aproveitou erro da defesa mineira, recuperou a bola e finalizou com categoria de fora da área, marcando um golaço. O Flamengo manteve o ritmo e pressionou até o intervalo, criando boas chances de ampliar o placar.
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Na etapa final, o Atlético-MG voltou melhor e controlou o jogo até os 30 minutos, quando o centroavante Pedro Leão subiu mais alto que a defesa e, de cabeça, marcou o segundo gol do Flamengo. O lance incendiou o duelo e igualou o placar agregado, levando a decisão para as penalidades no Luso-Brasileiro.
Nos pênaltis, Atlético-MG elimina Flamengo na Copa do Brasil Sub-20
Nas cobranças, o Flamengo converteu com Pedro Leão, Alan Santos e Wanderson, mas desperdiçou com Douglas Telles e Joshua. O Atlético-MG marcou com Mateus Iseppe, Louback, Pedro Cobra e João Marcelo, enquanto apenas Lucas Souza perdeu.
Galinho classificado! Atlético-MG elimina o Flamengo nos pênaltis e avança às quartas da Copa do Brasil Sub-20. pic.twitter.com/0ayWyuEDH8
Antes desse duelo, o Atlético-MG havia eliminado o Real Brasília por 3 a 0, e o Flamengo superou o Porto Vitória por 4 a 0, na Gávea.
Agora, o time comandado por Bruno Pivetti muda o foco para o Campeonato Carioca Sub-20. No domingo (9), o Flamengo recebe o Botafogo, na Gávea, pelo jogo de volta da semifinal. Após perder a ida por 3 a 0 no Engenhão, o Rubro-Negro precisa de uma virada difícil para alcançar a grande final.
O Corinthians vive o momento financeiro mais crítico de sua história. O balancete de julho aponta dívida de R$ 2,7 bilhões e déficit acumulado de R$ 103 milhões nos primeiros sete meses do ano. Desse total, R$ 655 milhões se referem ao financiamento da Neo Química Arena.
O restante envolve obrigações trabalhistas, tributárias, empréstimos e pendências com outros clubes e jogadores. A diretoria revisou o orçamento e agora prevê fechar 2025 com prejuízo de R$ 83,3 milhões. A estimativa inicial era de superávit, mas o clube perdeu o controle sobre as despesas e já admite dificuldades para cumprir compromissos imediatos.
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Com o caixa pressionado, o Corinthians tenta antecipar receitas e renegociar contratos de patrocínio e TV. O custo da Arena continua sendo o principal entrave, com juros e amortizações acima de R$ 120 milhões por ano.
A gestão de Osmar Stabile trata o momento como de sobrevivência e tenta frear o avanço da dívida com cortes e reestruturações emergenciais. Só com Memphis Depay, por exemplo, o clube tem dívida de R$ 23 milhões. O foco é chegar a 2026 com fluxo previsível e sem novos bloqueios da Fifa.
Estrutura da dívida e impacto dos juros
O resultado operacional é positivo quando se desconsideram juros e depreciações. Até julho, o déficit foi de apenas R$ 3 milhões, mas o gasto de R$ 121 milhões com juros ampliou o prejuízo total. O clube social segue no vermelho, com perdas de R$ 26,5 milhões, enquanto o futebol profissional teve superávit de R$ 13 milhões.
O problema está no peso dos encargos e na dificuldade em reduzir o passivo acumulado. A dívida total combina R$ 1,948 bilhão em obrigações do clube e R$ 675 milhões com a Caixa Econômica Federal pelo estádio.
A Pluri Sports classificou o cenário como insustentável e destacou o impacto das despesas fixas do Parque São Jorge, que superam R$ 180 milhões anuais.
Em outubro, Osmar Stabile criou um comitê de planejamento e reestruturação financeira. O grupo é responsável por propor cortes de custos, revisar contratos e sugerir novas formas de captação de recursos.
A diretoria pretende adotar um modelo de gestão técnica, com metas e análise detalhada do orçamento. O objetivo é conter gastos, aumentar receitas e recuperar credibilidade no mercado financeiro.
Busca por empréstimo e antecipação de receitas
Sem fluxo suficiente para os últimos meses do ano, o Corinthians estuda um empréstimo de R$ 100 milhões. A operação seria feita com a LFU (Liga Forte União), por meio da antecipação de cotas de 2026. Segundo ata do conselho, o clube precisa de R$ 72,5 milhões até dezembro e mais R$ 27,5 milhões em janeiro.
O dinheiro serviria para pagar despesas imediatas e encerrar o transfer ban imposto pela Fifa. A punição foi aplicada em agosto, após o não pagamento de R$ 40 milhões ao Santos Laguna pela compra do zagueiro Félix Torres.
Além do caso com o time mexicano, o Corinthians enfrenta condenações na Fifa e no CAS que somam mais de R$ 120 milhões. Os débitos envolvem Talleres, Shakhtar Donetsk, Philadelphia Union e Midtjylland.
O clube também foi condenado a pagar R$ 41 milhões ao paraguaio Matías Rojas. Caso o valor não seja quitado, o time pode sofrer novo bloqueio para registro de jogadores em 2026.
Receita atingiu recorde em 2024, mas desequilíbrio chama a atenção
Mesmo com crescimento expressivo da receita em 2024, as despesas avançaram em ritmo maior. Os gastos totais chegaram a R$ 1,3 bilhão, e o clube social continua sendo o principal foco de desequilíbrio.
A diretoria avalia cortar parte da folha salarial, uma das mais altas do país. O plano inclui saídas de atletas com altos vencimentos e revisão de contratos de funcionários e prestadores de serviço.
O clube negocia novo patrocínio máster e estuda mudanças nos naming rights da Neo Química Arena. A meta é triplicar o valor do contrato atual, de R$ 300 milhões até 2040.
Perspectiva do Corinthians para 2026
O planejamento prevê ajustes a partir de janeiro, com cortes de custos e venda de jogadores. Breno Bidon e Gui Negão são considerados ativos importantes para geração de caixa.
Mesmo com o esforço, o Conselho Fiscal admite que não há perspectiva de redução do endividamento no curto prazo. O clube segue operando sob alto risco e depende de crédito para fechar o fluxo de 2026.
Ronaldo Fenômeno fez sucesso pelo Corinthians e foi revelado pelo Cruzeiro. O certo é que o ex-atacante foi um dos maiores do Brasil na posição, fazendo história por onde passou. Em novembro, seu último gol na carreira completa 15 anos.
Aconteceu no dia 13 de novembro de 2010, em contexto que parece ter sido construído para o ídolo: um jogo entre Corinthians e Cruzeiro brigando pelo título do Brasileirão.
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Pela 35ª rodada do Brasileirão 2010, Corinthians e Cruzeiro fizeram confronto direto. O jogo estava empatado por 0 a 0 em São Paulo, no Pacaembu, e o Corinthians, com Ronaldo, teve a chance de vencer no minuto final.
Ao receber bola na área, o atacante sofre pênalti de Gilberto, que foi expulso. Ele mesmo cobrou contra o goleiro Fábio, hoje no Fluminense, e acertou a bola rasteira em um lado, com Fábio caindo para o outro, sem sair na foto.
Relembre o último gol de Ronaldo pelo Corinthians, contra o Cruzeiro, em 2010, abaixo.
Apesar da boa vitória do Corinthians, o campeão brasileiro em 2010 foi o Fluminense, com 71 pontos. O Cruzeiro ficou em segundo lugar, com 69, e o Corinthians em terceiro, com 68.
Ronaldo só se aposentou em fevereiro de 2011, mas depois de período sem jogar. A decisão se deu exatamente por dores e problemas físicos enfrentados pelo atleta, que conviveu com lesões ao longo da carreira.
Números de Ronaldo pelo Corinthians
Ronaldo chegou ao Corinthians em 2008 e deixou a Fiel em polvorosa. No seu tempo de Parque São Jorge, foram 35 gols em 69 jogos pelo Timão, conquistando dois títulos em 2009: Campeonato Paulista e Copa do Brasil.
Foram 5.568 minutos jogados, seis gols de fora da área, 22 de pé direito, oito de pé esquerdo, cinco de cabeça, 18 no primeiro tempo, 17 no segundo tempo e sete de pênaltis. Dos 69 jogos, 67 foram como titular, sendo substituído 23 vezes e tendo o Athletico como sua principal vítima: quatro gols.
Além disso, foram 39 jogos perdidos por lesões, que atrapalharam que a história de Ronaldo no Corinthians fosse ainda mais grandiosa.
Trajetória de Ronaldo pelo Cruzeiro
A trajetória de Ronaldo no Cruzeiro se iniciou em 1993, quando o time mineiro foi campeão da Copa do Brasil. O atacante saiu do São Cristóvão para brilhar na equipe com números impressionantes.
Foram 56 gols em 58 jogos em duas temporadas, ou seja, o torcedor ia ao estádio sabendo que veria Ronaldo marcar. Ele foi artilheiro da Supercopa dos Campeões da Libertadores 1993, com oito gols, e do Mineiro 1994, com 22 gols.
Além da Copa do Brasil, Ronaldo foi campeão mineiro pelo Cruzeiro, antes de ser vendido ao PSV, da Holanda, em agosto de 1994, por 6 milhões de dólares, após a Copa do Mundo de 1994.
No final de 2022, com o Cruzeiro vivendo momento ruim, Ronaldo comprou 90% da SAF do clube por um total de R$ 400 milhões. Em 2024, Ronaldo vendeu o Cruzeiro a Pedro Lourenço por R$ 600 milhõs, lucrando com a compra e a venda da equipe mineira.
Por qual clube Ronaldo fez mais gols
As histórias de Ronaldo por Corinthians e Cruzeiro são impressionantes, mas é no Real Madrid que ele mais marcou gols. Foram 104 tentos marcados em 177 partidas. Até hoje, o craque é o brasileiro que mais marcou pelo clube espanhol. Rememore esses grandes momentos.
Expulso no empate entre São Paulo e Flamengo, Gonzalo Plata usou as redes sociais para pedir desculpas a um torcedor rubro-negro. O atacante recebeu cartão vermelho pela terceira vez consecutiva e admitiu atravessar um momento complicado emocionalmente.
Em resposta ao perfil @tudosobrecrf, Plata escreveu: “Mentalmente, estou mal mesmo. Vai melhorar”. Veja.
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O atleta Gonzalo Plata respondeu novamente o @tudosobrecrf e disse: “Mentalmente estou mal mesmo”. Jogador foi expulso no jogo contra o São Paulo, e prejudicou o time no Campenato Brasileiro.
Relembre todas as expulsões recentes de Plata no Flamengo
A primeira expulsão de Gonzalo Plata aconteceu na vitória do Flamengo por 2 a 1 sobre o Estudiantes, no Maracanã, pelo jogo de ida das quartas de final da Libertadores. Na ocasião, a arbitragem da Conmebol reconheceu o erro e o cartão vermelho foi posteriormente anulado. O episódio parecia superado, mas o atacante voltou a se envolver em confusões nas partidas seguintes.
No jogo de volta da semifinal da Libertadores, contra o Racing, Plata acertou um tapa em Rojo e acabou novamente expulso. Apesar disso, o Flamengo conseguiu segurar o resultado e avançar para a final da competição. Dessa vez, porém, a Conmebol manteve a punição, considerando a atitude do jogador imprudente e desnecessária dentro de campo.
No duelo mais recente, contra o São Paulo, o Flamengo vencia por 2 a 1, de virada, e assumia a liderança provisória do Brasileirão. No entanto, Plata cometeu uma entrada violenta em Arboleda e recebeu o cartão vermelho direto.
A equipe, comandada por Filipe Luís, não conseguiu segurar a pressão adversária e acabou sofrendo o empate. A tendência é que Plata seja multado pela diretoria do Flamengo nos próximos dias.
A Data FIFA de novembro de 2025 promete grandes emoções para os fãs de futebol ao redor do mundo. Seleções de todos os continentes entram em campo para disputar amistosos e partidas decisivas das Eliminatórias da CONMENBOL, UEFA, CONCACAF, AFCON e AFC.
Confira abaixo a agenda completa dos jogos, organizada por data e competição, com horários atualizados para você não perder nenhum confronto.
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2 de novembro (terça-feira)
Amistosos Internacionais
Horário a confirmar — Rússia x Peru
21h30 — Canadá x Equador
13 de novembro (quarta-feira)
Amistosos Internacionais
09h30 — Tailândia x Singapura
13h30 — Argélia x Zimbábue
14h00 — Lituânia x Israel
14h00 — Tchéquia x San Marino
14h00 — Macedônia do Norte x Letônia
Eliminatórias da AFC – 4ª Fase (Grupo B)
13h00 — Emirados Árabes Unidos x Iraque
Eliminatórias da CAF (AFCON) – 2ª Fase
13h00 — Nigéria x Gabão – Semifinal
16h00 — Camarões x RD do Congo – Semifinal
Eliminatórias da CONCACAF – Fase Final
19h00 — Suriname x El Salvador – Grupo A
21h00 — Trinidad e Tobago x Jamaica – Grupo B
21h00 — Bermudas x Curaçao – Grupo B
23h00 — Guatemala x Panamá – Grupo A
23h00 — Nicarágua x Honduras – Grupo C
23h00 — Haiti x Costa Rica – Grupo C
Eliminatórias da UEFA – 1ª Fase
14h00 — Azerbaijão x Islândia – Grupo D
14h00 — Noruega x Estônia – Grupo I
14h00 — Armênia x Hungria – Grupo F
15h45 — Moldávia x Itália – Grupo I
16h45 — Inglaterra x Sérvia – Grupo K
16h45 — Irlanda x Portugal – Grupo F
16h45 — França x Ucrânia – Grupo D
16h45 — Andorra x Albânia – Grupo L
14 de novembro (quinta-feira)
Amistosos Internacionais
07h20 — Japão x Gana
08h00 — Coreia do Sul x Bolívia
13h00 — Angola x Argentina
13h30 — Arábia Saudita x Costa do Marfim
16h00 — Marrocos x Moçambique
22h00 — Colômbia x Austrália
Eliminatórias da UEFA – 1ª Fase
14h00 — Finlândia x Malta – Grupo L
16h45 — Croácia x Ilhas Faroé – Grupo A
16h45 — Eslováquia x Irlanda do Norte – Grupo A
16h45 — Luxemburgo x Alemanha – Grupo A
16h45 — Gibraltar x Montenegro – Grupo L
16h45 — Polônia x Países Baixos – Grupo G
15 de novembro (sexta-feira)
Amistosos Internacionais
11h00 — Venezuela x Austrália
Horário a confirmar — Rússia x Chile
13h00 — Brasil x Senegal
19h00 — Estados Unidos x Paraguai
22h00 — México x Uruguai
Eliminatórias da UEFA – 1ª Fase
10h00 — Cazaquistão x Bélgica – Grupo J
13h00 — Turquia x Bulgária – Grupo E
14h00 — Geórgia x Espanha – Grupo E
14h00 — Liechtenstein x País de Gales – Grupo J
16h45 — Suíça x Suécia – Grupo B
16h45 — Dinamarca x Bielorrússia – Grupo C
16h45 — Bósnia e Herzegovina x Romênia – Grupo H
16h45 — Eslovênia x Kosovo – Grupo B
16 de novembro (sábado)
Eliminatórias da CAF (AFCON) – 2ª Fase – Final
16h00 — Vencedor SF1 (Nigéria ou Gabão) x Vencedor SF2 (Camarões ou RD do Congo)
Eliminatórias da UEFA – 1ª Fase
Horário a definir — Ucrânia x Islândia – Grupo D
Horário a definir — Israel x Moldávia – Grupo I
Horário a definir — Portugal x Armênia – Grupo F
11h00 — Hungria x República da Irlanda – Grupo F
14h00 — Sérvia x Letônia – Grupo K
14h00 — Albânia x Inglaterra – Grupo K
14h00 — Azerbaijão x França – Grupo D
16h45 — Itália x Noruega – Grupo I
17 de novembro (domingo)
Amistosos Internacionais
14h00 — Finlândia x Andorra
Eliminatórias da UEFA – 1ª Fase
Horário a definir — Tchéquia x Gibraltar – Grupo L
16h45 — Alemanha x Eslováquia – Grupo A
16h45 — Países Baixos x Lituânia – Grupo G
16h45 — Irlanda do Norte x Luxemburgo – Grupo A
16h45 — Montenegro x Croácia – Grupo L
16h45 — Malta x Polônia – Grupo G
18 de novembro (segunda-feira)
Amistosos Internacionais
07h15 — Japão x Bolívia
08h00 — Coreia do Sul x Gana
13h30 — Arábia Saudita x Argélia
14h00 — Ilhas Faroé x Cazaquistão
16h00 — Marrocos x Uganda
16h30 — Brasil x Tunísia
21h00 — Estados Unidos x Uruguai
22h30 — México x Paraguai
Eliminatórias da AFC – 4ª Fase (Grupo B)
13h00 — Iraque x Emirados Árabes Unidos
Eliminatórias da CONCACAF – Fase Final
22h00 — Costa Rica x Honduras – Grupo C
22h00 — Haiti x Nicarágua – Grupo C
22h00 — Panamá x El Salvador – Grupo A
22h00 — Guatemala x Suriname – Grupo A
22h00 — Trinidad e Tobago x Bermudas – Grupo B
22h00 — Jamaica x Curaçao – Grupo B
Eliminatórias da UEFA – 1ª Fase
15h45 — Romênia x San Marino – Grupo H
15h45 — Bulgária x Geórgia – Grupo E
16h45 — Áustria x Bósnia e Herzegovina – Grupo H
16h45 — País de Gales x Macedônia do Norte – Grupo J
16h45 — Suécia x Eslovênia – Grupo B
16h45 — Bélgica x Liechtenstein – Grupo J
16h45 — Espanha x Turquia – Grupo E
16h45 — Bielorrússia x Grécia – Grupo C
16h45 — Kosovo x Suíça – Grupo B
16h45 — Escócia x Dinamarca – Grupo C
Resumo das Competições
Amistosos Internacionais – Partidas entre seleções de diferentes confederações.
AFC – 4ª Fase das Eliminatórias Asiáticas (Grupo B).
CAF (AFCON) – 2ª Fase das Eliminatórias Africanas, com semifinais e final.
CONCACAF – Fase Final das Eliminatórias, Grupos A, B e C.
UEFA – 1ª Fase das Eliminatórias Europeias para a Copa do Mundo de 2026.
Pensando nisso, o MundoBola Flamengo traz um apanhado de sonhos e desafios para o Rubro-Negro pensando em metas a serem atingidas em 2035, uma década para frente.
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São sonhos comuns entre torcedores do Flamengo, mas que parecem realizáveis segundo a forma como o clube tem sido conduzido.
Estádio próprio do Flamengo
Inicialmente, Rodolfo Landim disse que o estádio próprio poderia ficar pronto em 2029. Mas, para Bap, isso só deve acontecer na próxima década.
Independentemente do ano exato, o fato é que, em 2035, o torcedor do Flamengo espera poder ir ao Gasômetro ver jogos do clube em um estádio autossustentável e totalmente rubro-negro, sem dividir com outros clubes.
Na última eleição, após a compra do terreno do Gasômetro, o sonho ficou ainda mais vivo. Hoje, os torcedores do Flamengo discutem que é preciso ter um estádio próprio, podendo ainda utilizar o Maracanã pontualmente, já que a concessão é de 20 anos.
Mas o time não precisa ser só o que mais conquistou a competição no Brasil. Caso termine 2025 com quatro taças, são dez anos para terminar 2035 com mais três títulos de Libertadores.
O Rubro-Negro chegou a quatro finais nos últimos sete anos, vencendo duas e podendo vencer a terceira.
Ou seja, o contexto atual torna muito possível e real sonhar com mais três títulos entre 2026 e 2035.
O maior campeão da Libertadores é o Independiente, da Argentina, com sete conquistas. Se vencer mais três títulos no período estipulado, o Rubro-Negro iguala o time argentino.
Os torcedores mais sonhadores podem pensar além: que tal ultrapassar o Independiente? Quatro títulos em dez anos tornariam o clube o maior campeão isolado.
Em outros tempos, pensar nisso poderia parecer utopia. Mas se mantiver a média de finais na próxima década, o Flamengo vai estar muito próximo dos gigantes do continente, estabelecendo uma nova hegemonia, que já foi do Boca Juniors, por exemplo.
Maior campeão brasileiro
O torcedor do Flamengo das gerações mais recentes cresceu vendo o clube ser um dos principais clubes brasileiros, com mais títulos do Brasileirão.
Esse parece ser um dos principais desafios do Flamengo para a próxima década, até mais do que um sonho, propriamente.
Isso porque o Palmeiras soma 12 Brasileiros e briga por mais títulos ano após ano. O Flamengo tem 8 conquistas, e busca nona em 2025.
Ou seja, faltariam três títulos para igualar. Em dez anos, isso é totalmente crível, mas o Palmeiras também pode acompanhar essa crescente, ganhando novos Brasileiros no período.
Parar o Palmeiras e se concentrar mais no Brasileirão se mostra um dos principais desafios do Flamengo pelos próximos dez anos.
Principalmente quando olhamos para o retrospecto recente. O Mais Querido do Mundo venceu em 2019 e 2020, mas já vem de quatro temporadas sem levantar a taça.
Nos últimos anos, o Flamengo se mostrou uma equipe que perde pontos bobos e tem dificuldades nos pontos corridos. Por isso, é um problema a ser solucionado pensando na próxima década.
‘Pede o Mundo de novo’: a reconquista do planeta
O Flamengo venceu o Mundial em 1981. A conquista é muito comemora até hoje pela Nação, mas uma geração de rubro-negros ainda não viu o Mengão ser campeão mundial.
Até 2035, uma das principais metas do clube deve ser vencer a competição, que hoje é chamada de Copa Intercontinental após a criação da Copa do Mundo de Clubes, promovida de quatro em quatro anos, assim como a Copa do Mundo de Seleções.
Hoje, é totalmente plausível imaginar que o Flamengo possa alcançar esse objetivo nos próximos dez anos.
O clube disputa a Libertadores anualmente, diferentemente do que acontecia antes. Além disso, o aumento em participações em finais de Libertadores também aumenta chances de títulos e participações no Mundial, o que, consequentemente, também aumenta as chances de ser campeão mundial.
Em 2025, por exemplo, o Flamengo pode jogar a Copa Intercontinental em dezembro caso vença a final contra o Palmeiras e avance na competição mundial.
Na final, o clube enfrentaria o PSG, último campeão europeu, que, inclusive, perdeu para o Botafogo na Copa do Mundo de Clubes. Ou seja, uma vitória brasileira já se mostrou possível. O próprio Flamengo venceu o Chelsea na Copa do Mundo de Clubes.
Portanto, nem precisa ir tão longe para imaginar um possível título mundial, que pode acontecer ainda em 2025. Mas caso o título não venha, é mais um sonho do torcedor para os próximos dez anos, que parece cada vez mais realizável.
O grande desafio: a Copa do Mundo de Clubes
Se voltar a ser campeão mundial é um sonho, um desafio ainda maior é vencer a Copa do Mundo de Clubes, e não só a Copa Intercontinental.
Até 2035, mais duas edições serão realizadas: 2029 e 2033, antes das Copas de 2030 e 2034.
A Copa do Mundo de Clubes é muito mais difícil, já que é preciso vencer alguns europeus diferentes. Os brasileiros foram bem na primeira edição, em 2025, mas chegar longe e disputar se mostrou tarefa mais complicada.
O desafio é ainda mais pela quantidade de oportunidades. Serão apenas duas edições nos próximos dez anos.
Para disputar em 2029, o Flamengo pode se garantir na edição vencendo a final da Libertadores contra o Palmeiras, ou voltando a vencer a competição até 2028.
Depois disso, o Rubro-Negro precisa vencer a Libertadores entre 2029 e 2032 para jogar mais uma edição em 2033 e ter chances de correr atrás de uma conquista inédita.
O Vasco vive um dos momentos financeiros mais delicados do futebol brasileiro. O balanço mais recente, divulgado em julho, mostra dívida total de R$ 1,2 bilhão e receita recorde de R$ 474 milhões, mas o endividamento continua pressionando o caixa e colocando o futuro da SAF sob vigilância da Justiça.
A crise teve início com a inadimplência da 777 Partners, que deixou de cumprir os aportes previstos no acordo de 2022. Desde então, a gestão de Pedrinho assumiu o controle do futebol e conduziu o clube à recuperação judicial, aprovada em assembleia de credores em outubro de 2025.
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A recuperação judicial, aprovada em assembleia de credores em outubro, tornou-se a principal ferramenta de sobrevivência da SAF. O plano abrange 218 credores, com 155 adesões voluntárias e R$ 47 milhões em créditos trabalhistas já renegociados. A medida busca reorganizar o fluxo de pagamentos e garantir fôlego.
Em 2025, o faturamento total deve fechar o ano em torno de R$ 500 milhões, sustentado por vendas de atletas, premiações e aumento de receitas de bilheteria. O avanço é modesto diante da dívida acumulada.
A diretoria afirma que o foco tem sido preservar o caixa e renegociar contratos de patrocínio e TV. O objetivo é chegar a 2026 com fluxo financeiro previsível, após a conclusão das rodadas de mediação com credores conduzidas pela FGV.
Internamente, a SAF trata o momento como “fase de sobrevivência controlada”, enquanto busca novos investidores para garantir estabilidade a partir do próximo ano.
Recuperação judicial e impasses na Justiça
A recuperação judicial do Vasco foi instaurada em 2024 e aprovada em assembleia de credores em outubro de 2025. O processo permite que o clube renegocie suas dívidas sob supervisão da Justiça e evita a paralisação das atividades da SAF.
O plano define regras específicas para cada tipo de débito, incluindo trabalhistas, fornecedores e pequenas empresas. As negociações foram conduzidas com apoio da FGV e consultores financeiros contratados pela diretoria.
Ao todo, 218 credores foram formalmente contatados, e 155 aceitaram os termos. Na classe trabalhista, R$ 47 milhões foram renegociados, o que representa 52% do total de credores dessa categoria.
Apesar da aprovação, o processo enfrenta impugnações na 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. Ex-jogadores como Wendel, maior credor individual (cerca de R$ 20 milhões), e Valdir Bigode contestam a condução da assembleia e alegam tratamento desigual entre credores.
O Banco Bradesco também se opôs, questionando cláusulas de novação e supressão de garantias. A análise dessas contestações ainda pode atrasar a homologação final do plano, embora o clube afirme ter seguido todos os ritos legais.
Receitas recordes e aumento de custos
Mesmo em recuperação judicial, o Vasco tenta manter as operações equilibradas até o fim de 2025. As receitas recorrentes como TV, bilheteria e patrocínios têm sido suficientes apenas para cobrir custos imediatos, enquanto as negociações com credores seguem em andamento.
O clube ainda não divulgou balancete, mas os índices apontam para um cenário de estabilidade limitada. O fluxo de caixa é curto e há dependência das entradas previstas para 2026.
A expectativa é que os primeiros efeitos do plano de recuperação comecem a ser percebidos apenas no início do próximo ano. Além disso, a venda de atletas, em especial um possível negócio de Rayan, podem dar um raro alívio financeiro ao clube, ou ao menos acelerar a recuperação.
Execução do plano de recuperação
A gestão de Pedrinho considera o acordo aprovado em outubro um passo decisivo para reorganizar o passivo de aproximadamente R$ 1,2 bilhão. O plano estabelece prazos e condições de pagamento para credores trabalhistas, fornecedores e bancos, além de prever descontos significativos nas dívidas de menor valor.
Até o início de novembro, mais de 150 credores haviam aderido às condições propostas, incluindo grande parte das pendências trabalhistas. O clube trata o cumprimento dessas metas como prioridade e busca recuperar credibilidade no mercado para destravar novos patrocínios em 2026.
Perspectiva do Vasco para 2026
Mesmo com a aprovação judicial, o cenário financeiro do Vasco continua delicado. O Conselho Fiscal reconhece que o clube ainda opera sem margem de investimento e depende da homologação final do plano.
A diretoria entende que a entrada de novos investidores na SAF é fundamental para reforçar o caixa. Contudo, qualquer negociação depende de autorização judicial e só poderá ocorrer após o início da execução do plano de recuperação.
Enquanto isso, o clube aposta em aumento gradual das receitas com bilheteria e direitos de transmissão, além da retomada de acordos comerciais paralisados durante o processo. A sustentabilidade, porém, depende da execução completa das etapas do plano, controle rígido das despesas e investimentos.
Na luta por uma vaga na próxima edição da Libertadores, o Vasco planeja reforçar o elenco e tem interesse em Andrés Vombergar para a temporada de 2026. O atacante, nascido na Argentina e com nacionalidade eslovena, pertence ao San Lorenzo, da Argentina, e tem contrato válido até dezembro deste ano. O jogador desperta o interesse vascaíno principalmente pela chance de vir sem custo de transferência.
De acordo com o portal argentino ‘Refuerzo Casla‘, o Vasco surge como principal destino de Vombergar, já que o San Lorenzo enfrenta sérios problemas financeiros e dificilmente conseguirá renovar seu contrato. A diretoria cruz-maltina vê o jogador como uma oportunidade de mercado, considerando a experiência internacional do centroavante.
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Vombergar, de 30 anos, construiu sua carreira em clubes de menor investimento, como Atlético Fenix e Los Andes, antes de se destacar no San Lorenzo. Na atual temporada, disputou 28 partidas, marcou nove gols e deu uma assistência pela equipe de Buenos Aires. Sua chegada ao Vasco poderia aumentar a competitividade no setor ofensivo e oferecer mais opções ao técnico Fernando Diniz.
As concorrências para Andrés Vombergar no Vasco
Caso contrate Andrés Vombergar, o Vasco reforçaria um setor que já conta com Vegetti e Rayan. Com 37 anos, Vegetti tem contrato com a equipe de São Januário até dezembro de 2026.
Já Rayan, que vive grande fase e pode deixar o clube na próxima janela, também tem vínculo até fim do ano que vem. Com o jovem, o foco da diretoria cruz-maltina é renovar e aumentar a multa, avaliada em 40 milhões de euros, cerca de R$ 246 milhões. Clubes da Europa estão de olho.
130 anos de Flamengo: 14 conquistas históricas. Os títulos rubro-negros são variados, e em tanto tempo de conquistas, o Mais Querido do Mundo construiu seu legado de vitória em um DNA flamenguista que se moldou década por década.
Pensando nisso, e nas comemorações de 130 anos de Clube de Regatas do Flamengo, o MundoBola Flamengo traz uma conquista por década, incluindo a atual, rememorando os primórdios nos mares até a Era recente de vitórias no futebol, que se tornou paixão nacional ao longo da história.
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Jovens remadores: a primeira medalha rubro-negra nos anos 1890
O Flamengo foi fundado por seis jovens remadores em 1895, e na primeira década, levou exatamente um ano para que a primeira conquista oficial viesse.
Foi no dia 15 de novembro de 1896, quando o Flamengo completou seu primeiro ano de história, que o legado vencedor se iniciou. Com um ano dos 130 que o clube completa agora, os remadores participaram da regata em homenagem a São Roque.
A canoa utilizada foi de quatro remos, e os remadores que conquistaram a primeira medalha rubro-negra foram Cecy, Maurício Rodrigues Pereira, Mário Spínola, Nestor de Barros, Felisberto Laport e José Augusto Chalréo.
Os seis jovens remadores ficaram com a medalha de bronze, que na época, correspondiam ao segundo lugar.
O primeiro lugar pode não ter vindo na ocasião, mas a data e as circunstâncias tornam a conquista a mais especial da década. Até porque foi a última vez que o Flamengo utilizou o uniforme azul e dourado, que foram substituídos pelo tradicional vermelho e preto tão aclamado atualmente.
A conquista mais importante dos anos 1900
O remo seguiu consolidando o Flamengo no cenário esportivo do Rio de Janeiro na década seguinte. Entre diversas conquistas, a Taça Sul-América, de 1905, se destaca.
Foi o primeiro grande título de prestígio conquistado pelo Flamengo, tendo grande repercussão no Rio de Janeiro, envolvendo os principais clubes de remo da época, como Vasco, Botafogo e São Cristóvão.
Com a conquista oficial, o Rubro-Negro se consolidou como potência antes mesmo da chegada do futebol. Outras conquistas vieram para o remo na década, mas com caráter pontual ou comemorativo, incluindo regatas municipais, por exemplo.
Mas a Taça Sul-América era de grande porte, considerado um torneio de elite do remo carioca.
O primeiro Carioca na década de 1910: jogo limpo em 1914
O Campeonato Carioca já foi muito valorizado, e o primeiro título expressivo do Mengão no futebol também veio em aniversário: o Mengão comemorava 19 anos no dia 15 de novembro de 1914, quando venceu o Fluminense por 2 a 1 em General Severiano, no campo do Botafogo.
O jogo também foi histórico por um fato inusitado. Com gol de Borgerth, o Flamengo vencia por 1 a 0, e Riemer ainda marcou um gol em que a bola bateu no braço.
A arbitragem validou o tento, mas o próprio Riemer, além de Borgerth, avisaram ao juiz que a bola havia batido no braço.
O gol, portanto, foi anulado em uma demonstração incrível de fair play. Isso não impediu que o Flamengo fosse campeão jogando bola, inflando seu DNA vencedor e contrariando antis que tentam desmerecer conquistas rubro-negras.
O próprio Riemer marcou um golaço em chute de pé esquerdo, sacramentando a vitória por 2 a 1 com jogo limpo e honestidade, mas acima de tudo, com futebol jogado dentro de campo, lição que perdura na história do Flamengo.
A campanha de 1914 contou com oito vitórias, três empates e uma derrota, com craques como Baena, Píndaro, Nery, Ângelo, Miguel, Glo, Arnaldo, Borgerth, Baiano, Riemer e Raul.
Campeão na raça na década de 1920
Outro Carioca marcou a década de 1920, mas muito pela forma como aconteceu. Em 1927 o Flamengo chegou a ser suspenso da competição por emprestar o campo da Rua Paysandu ao Paulista, que estava expulso da Associação Paulista de Sports Athleticos.
Os clubes e a imprensa pressionaram para revogar a suspensão e conseguiram o feito, mas muitos jogadores do Flamengo já haviam deixado o clube ou se aposentado. A equipe precisou ser reconstruída do zero, e mesmo com poucos atletas, o time teve raça durante toda a campanha.
O Fluminense, por exemplo, venceu cinco seguidas, mas perdeu para o Flamengo no dia 12 de junho. O Vasco também sofreu, sendo arrasado por Vadinho, atacante flamenguista, que marcou hat-trick na vitória por 3 a 0.
Moderato também marcou a campanha, deixando o campo naquela partida para fazer uma cirurgia de uma apendicite supurada que quase o levou à morte.
Logicamente, era esperado que Moderato não jogasse mais, mas ele voltou para jogar a grande final contra o América, atuando com uma cinta segurando os pontos de cicatrização.
Com muita raça, ele deu o cruzamento para o gol do zagueiro Penaforte, ajudando o time a ser campeão em uma campanha de raça, amor e paixão.
Anos 1930: o ápice inicial do FlaBasquete
O FlaBasquete viveu seus primeiros títulos na década de 1930, e um tetracampeonato consecutivo pode ser apontado entre 1932 e 1935.
Em 32, foi o primeiro título da história do FlaBasquete, que perdurou pelos próximos três anos. Foram quatro Cariocas seguidos, sacramentados em 1935.
Waldemar Gonçalves, conhecido como Coroa, e Pedro Martinez, foram os destaques daquele time histórico. Aquela foi a base da seleção de distrito, que venceu diversos Brasileiros de Seleções no período.
O quarto título, em 1935, foi consumado em vitória por 42 a 26 contra o Tijuca, em 2 de outubro. Era o início de uma história vencedora na modalidade.
A década do vôlei: Flamengo campeão em 1949
Outro esporte olímpico do Flamengo que estourou na década seguinte foi o vôlei. O Mengão fez parte da criação da Liga de Volley-Ball do Rio de Janeiro em 1938, e dois anos depois, venceu a segunda divisão, que era a liga para aspirantes. Assim, passando a disputar a elite desde então.
Foi no fim da década, em 1949, que o Flamengo se consolidou, sendo campeão carioca de vôlei. O técnico Zoulo Rabelo liderou Gabriel Lúcio, Paulinho, Corrente, Isnaldo, Lito, Perácio, John O’Shea e Passarinho até o título inédito que marcou época para os esportes olímpicos do Mengão.
Chegou São Judas Tadeu: o Tri Carioca nos anos 50
Na década de 50, São Judas Tadeu passou a ser atrelado ao Flamengo como padroeiro do clube. Isso porque o Rubro-Negro passou nove anos na seca, sem vencer o Campeonato Carioca. O último havia sido em 1944.
Padre Góes, do Santuário São Judas Tadeu, era rubro-negro, e teve a ideia de convidar os diretores do clube para uma missa em Cosme Velho. Dito e feito.
Mas o pároco também foi até a Gávea para rezar pelos jogadores do Flamengo, proferindo que eles seriam campeões se acreditassem nisso.
A mesma paróquia em Cosme Velho, que passou a ser frequentada por pessoas do clube, segue recebendo torcedores do Flamengo até hoje, principalmente na data festiva e em momentos decisivos do clube na temporada.
Remo volta ao topo com Buck nos anos 60
Os anos 60 marcaram um recomeço para o remo do Flamengo. O esporte fundador não conquistava um título desde 1942.
A Era Buck, técnico histórico do remo flamenguista, se iniciou no final de 1961, com o trabalho começando efetivamente em 1962.
Ele venceu simplesmente 31 dos 35 Cariocas disputados, além de nove títulos do Troféu Brasil. Nomes como Harri Klein, Raul Bagattini e Wandir Kuntze foram treinador por ele. Foi em outubro de 1963 que ele ajudou a colocar o Flamengo de volta ao topo do remo.
O time foi campeão com recorde na Lagoa Rodrigo de Freitas, com tempo de 6m29 em 2 mil metros. Buck recebeu ofertas para deixar o Flamengo durante a campanha, mas o amo pelo clube falou mais alto: ele quis construir uma Era de conquistas no Rubro-Negro.
Grande momento dos anos 70: Rondinelli salva geração de ouro
O golaço de cabeça de Rondinelli em 1978, sobre o Vasco, foi importantíssimo. Zico levanta a bola e o Deus da Raça acertou o canto direito do goleiro Leão, em um momento eternizado na história do clube.
O gol, aos 42 minutos do segundo tempo, de o título Carioca ao Mengão. Mas o tento teve importância histórica para que a geração vitoriosa nos anos 80 tivesse sua base mantida.
Apesar do reconhecimento de uma geração talentosa que surgia na década de 70, a falta de títulos nos anos anteriores deixou a equipe em xeque.
Se o ano fosse perdido mais uma vez, o Flamengo poderia fazer uma reformulação no elenco estrelado.
Dessa forma, a Era de conquistas incríveis poderia não ter existido, mas o título deu um alento aos rubro-negros, que mantiveram a base da equipe e viram esses jogadores vencerem tudo com o Manto Sagrado.
Campeão Mundial em 1981
Os anos 80 foram a Era dourada do Flamengo, com diversos títulos expressivos no futebol. O time foi campeão da Libertadores, além dos Brasileiros.
Mas é impossível listar qualquer título da década de 1980 que não seja o Mundial de 1981.
O título é lembrado com muito carinho pela Nação até hoje, que vibra por torcer para uma equipe campeã mundial.
Com Zico, Nunes, Júnior, Andrade, Adílio e outros ídolos, o Flamengo bateu o Liverpool por 3 a 0, com os três gols marcados ainda no primeiro tempo. No Rio, até hoje, não tem outro igual.
O Penta com Maestro Júnior
Foram 17 anos até o hexacampeonato, em 2009, se consumar. Por muito tempo, rubro-negros cresceram com o time pentacampeão brasileiro, e isso aconteceu pelo título de 1992, principal da década de 1990.
Já sem Zico, a grande estrela foi Júnior, que se tornou ainda mais ídolo do Mengão ao liderar aquela equipe.
O Flamengo passou por oscilação na fase inicial, mas se classificou entre os oito principais clubes, vencendo São Paulo, Santos e Vasco em quadricular e fazendo o rival Botafogo sucumbir na grande final. Júnior marcou um dos gols, assim como Gaúcho e Nélio, então camisa 10 da Gávea.
3 a 0 no primeiro jogo. Júnior voltou a marcar golaço, dessa vez, de falta, no segundo jogo, quando o Flamengo empatou por 2 a 2 com o Botafogo. Foi o suficiente para se sagrar pentacampeão brasileiro.
Anos 2000: Hexa na Raça
Menções honrosas devem ser feitas, como o primeiro título do NBB para o FlaBasquete. Mas o título que marcou a alma dos rubro-negros, principalmente dos mais jovens, que ainda não tinham visto o time ser campeão brasileiro, foi o Brasileirão 2009.
O time repleto de ídolos, como Petkovic e Adriano Imperador, que voltaram para ser campeões pelo Flamengo, fez história.
Principalmente pela arrancada para a conquista depois de 17 anos, que deixou o roteiro ainda mais especial. Os golaços olímpicos de Pet também deixam a conquista mais especial.
Até hoje, os 69 pontos feitos pelo Flamengo deram o título com pontuação mais baixa a um time na história dos pontos corridos. Mas isso não é demérito, e sim, demonstração da raça que é marca registrada na Gávea.
Foi Ronaldo Angelim, contra o Grêmio, que cabeceou para dar o título brasileiro ao Flamengo na vitória por 2 a 1 com Maracanã lotado.
Libertadores, Brasileiro e Carioca: o mágico 2019
Dez anos depois, uma temporada mágica. Com Jorge Jesus, 2019 foi o ano mais especial da década de 2010.
Na mesma temporada, Brasileiro e Carioca complementaram uma tríplice coroa impressionante, mas o destaque é a Libertadores tão esperada pela Nação.
A última Glória Eterna
Por fim, a década atual ainda não se encerrou, e a Nação espera que isso possa ser atualizado. O Flamengo, afinal, joga a final da Libertadores 2025 no dia 29 de novembro e ainda pode ser campeão brasileiro. Um novo Mundial também é esperado e pode pesar na balança.
O certo é que a Libertadores 2022 foi mais um título marcante, sendo o mais especial até aqui. A temporada com Dorival Jr contou ainda com a Copa do Brasil em mais uma dobradinha importante.
Na final, o Mengão venceu o Athletico, em Guayaquil, no Equador, novamente com gol de Gabigol, se consolidando como grande ídolo geracional do Flamengo.
Após longo período de desconfiança, Flaco López deu a volta por cima no Palmeiras. Artilheiro do time na temporada, o argentino é alvo do exterior. Sabendo do assédio que deve receber na janela de janeiro, o Verdão estipula valor mínimo para negociá-lo.
Segundo o jornalista André Hernan, o Palmeiras estabeleceu 40 milhões de euros (cerca de R$ 246,9 milhões) como o mínimo para negociar Flaco López. Qualquer oferta abaixo disso nem será considerada pelo clube. A expectativa no clube internamente é de que propostas oficiais comecem a surgir a partir de janeiro.
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Apesar do interesse, o projeto do Palmeiras é segurar Flaco López até o meio do ano que vem. Essa postura é pensada para valorizar o atacante ainda mais, focando em vendê-lo para grandes times da Europa. Ainda mais que o jogador está no radar da seleção argentina e pode disputar a próxima Copa do Mundo.
Flaco López soma até aqui na temporada 23 gols em 56 partidas. O atacante cresceu de produção e se consolidou como peça-chave no esquema de Abel Ferreira ao formar dupla de ataque com Vitor Roque. Juntos, reviveram a temporada do time, que é líder do Brasileirão e está na final da Libertadores, contra o Flamengo.
Palmeiras negou proposta de R$ 65 milhões por Flaco López
No início de agosto, quando ainda não era titular, o Palmeiras teria negado uma forte investida por Flaco López. O Monterey, do México, ofereceu 12 milhões de dólares (65 milhões de reais), pelo atacante argentino. O clube alviverde, por sua vez, negou prontamente.
Na época, a justificativa do Palmeiras era de que não venderia nenhuma jogador nos planos de Abel Ferreira naquele momento. A escolha se mostrou acertada, já que depois disso o argentino passou a empilhar gols.