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  • Almir: A análise dos nossos blogueiros

    Igor Pedrazzi – Blog Resenha Rubro Negra e setorista Mundo Bola Informação

    É um cara que dá cadência, distribui o jogo. Parece um pouco acima do peso. Calejado, que vai jogar no maior clube da carreira aos 32 anos. É a chance de terminar a vida de jogador com um contratinho bom. Gosto dele sim! Não acho o 10 dos sonhos, mas acho que vai ser útil, e vai dar a tão sonhada alternância de padrão tático.

    Watson Tannacka – Blog Capixabas de Puro Sangue Rubro-Negro – Blogueiro da Nação, Espírito Santo

    Pela falta de um meia que o Flamengo tem.Não é um jogador para ser titular e sim para compor elenco, necessário devido à instabilidade do Arthur Maia. Precisaremos de jogadores ao longo da temporada para suprir em um ou dois jogos a falta de titulares e reservas imediatos, que podem estar fora por contusão e cartões. O custo é quase de graça. Válido.

    Cissa Morena – Blog Cissa Morena em Flamengo e LuluCast

    Thauan Rocha – Blog Flamenguista Imparcial

    Fico totalmente desconfiado por ser um jogador de 32 anos que nunca jogou em time grande. Fora que ser destaque no Carioqueta não é lá grandes coisas. Pode até ser bom, mas o nível do campeonato não favorece uma análise tão positiva.

    Olavo – Blog Olavo!

    Ricardo Martins – Blog Mulambeiros – Blogueiro da Nação, Minas Gerais

    Eu vi o Almir contra o Flu e contra o Fla, e ele foi muito bem. O Foguinho queria o cara. Ele tem pinta de jogador do Botafogo, mas nome de invocado do Mengão. Méritos do Bangu, que renovou com o cara é o emprestou ao Fla.

    E VOCÊ, LEITOR? COMENTE ABAIXO E DÊ SUA OPINIÃO SOBRE A VINDA DO MEIA ALMIR!

  • Jonas e a baleia politicamente correta

    Ricardo Martins - Blogueiro da Nação, Minas Gerais

     

     

    Passamos por um momento paradoxal no Brasil, onde convivemos com um conflito da popular “Lei de Gerson”, do levar vantagem em tudo, com a busca de uma nova moral. Talvez por isso, alguns (ou muitos) de nós expressem opiniões permeadas por comportamento politicamente correto, na ingênua tentativa de ser a referência de um caráter exemplar de probidade.

    Eu tenho um amigo tão paradoxal que é nordestino, mora em Belo Horizonte, posta fotos nas redes sociais com a camisa do Flamengo, mas confessa torcer também para o Clube Atlético Mineiro. O mais curioso é que ele fica chateado quando o Flamengo é beneficiado por algum erro de arbitragem, mas sequer se manifesta quando o Galo recebe uma mãozinha do juiz. O Atlético, assim como o Botafogo carioca, se coloca sempre em uma situação de eterno prejudicado, lhe concedendo uma espécie de crédito e imunidade nas ocasiões de erros de arbitragem em seu favor.

    É habitual dizer-se que o “juiz roubou”, falar mal a progenitora do outrora homem de preto quando da entrada em campo, e também ofendê-lo ao longo da partida, nos lances, pasmem, que não nos beneficiam. Reclamar e não concordar com os árbitros é comum nas peladas, nos torneios amadores, na várzea, ou seja, em qualquer jogo de futebol, mesmo que não esteja valendo nada o árbitro é criticado reiteradamente pelos seus supostos erros.

    E a função do árbitro é justamente decidir. Mas essas decisões são tomadas com base nas regras, na percepção e na velocidade de interpretar e marcar, ou não marcar. O árbitro de futebol não tem nem tempo para essa chatice de ficar repetindo o lance e revendo o que aconteceu. Ele normalmente marca o que vê, de certa forma associado também ao local no campo onde ocorre o evento. Por exemplo, ele é capaz de marcar uma “faltinha” fora da área, mas pondera se o mesmo lance for dentro.

    O Flamengo e Vasco dessa semifinal do Carioca foi um jogo onde a polêmica tomou o lugar do bom futebol. Isso poderia ser considerado até normal, pois jogos decisivos tendem a ser truncados, mas nós negamos a ser pragmáticos, diante de um quadro onde treinadores e jogadores precisam se proteger de resultados negativos consecutivos.

    A situação tornou-se mais complicada diante de um regulamento estranho, que privilegia o empate como vantajoso. Observem que a vantagem no Campeonato estadual do Rio de Janeiro está centrada em dois empates. O Flamengo pode ser campeão com cinco placares de 0x0 consecutivos!!! Mas se ganhasse três jogos semifinais, perdesse a última, poderia morrer na disputa de pênaltis…

    Logo no início desse confuso mundo da Federação de Futebol do Rio de Janeiro surge um lance que um monte de gente reclamou expulsão para nosso Jonasteiger. Não bastasse o arco-íris, membros históricos da Magnética ficaram apontando para nosso volante, e alegando sorte por ele não ter recebido o cartão vermelho. Vi o lance ontem na tranquilidade do meu lar, longe de influência emocionais. Hoje foi dia de ver a reação geral.

    Na imprensa esportiva, pelo pouco que assisti, unanimidade que nosso jovem atleta deveria ter sido expulso. A maioria dos amigos, a mesma coisa, boa parte dos flamenguistas, idem. Todavia, eu me reservo ao direito de discordar. E tenho um argumento objetivo: a regra do jogo. Vejamos o que está detalhado nas REGRAS DO FUTEBOL publicado para 2014/2015 pela CBF – FIFA:

    REGRA 12 – FALTAS E INCORREÇÕES

    ————————————————

    Maneira imprudente, temerária ou com uso de força excessiva

    “Imprudente”significa que o jogador mostra desatenção ou desconsideração na disputa da bola com um adversário, ou atua sem precaução.

    Não será necessária sanção disciplinar se a falta for considerada imprudente.

    “Temerária” significa que o jogador age sem levar em conta o risco ou as consequências para seu adversário.

    Um jogador que atua de maneira temerária deverá ser advertido com cartão amarelo.

    “Com uso de força excessiva” significa que o jogador excedeu na força empregada, correndo o risco de lesionar seu adversário.

    Um jogador que faz uso de força excessiva deve ser expulso.

    Então nobres rubro-negros, pela imagem acima, e baseado na regra, o árbitro entendeu (e eu também) que Jonas teve atitude temerária. Observem que o juiz está em cima do lance, aonde claramente o volante do Flamengo vai de maneira bizarra, mas não aparenta força excessiva. O lance foi feio, mas longe de ser violento.

    No mais, outros lances em que reclamaram expulsão, também entendi (ao contrário da COAF-RJ http://globoesporte.globo.com/blogs/especial-blog/bastidores-fc/post/arbitro-de-fla-e-vasco-vai-para-reciclagem-e-nao-tem-chance-de-apitar-final.html) que os cartões amarelos ficaram de bom tamanho. O que não podemos é cair na armadilha de entrarmos na boca da baleia politicamente correta. Nós já ganhamos e perdemos jogos com erros de arbitragem. A diferença é que quando são em nosso favor repetem os lances a exaustão, mas viram normalidades do jogo quando nos prejudicam, passando a falsa impressão de que majoritariamente somos ajudados.

    Na escola do rubro-negrismo não existe chôrôrô. Vale o escrito. E nada vai adiantar se no próximo jogo Jonas se comportar como um grande cavalheiro e deixar Guiñazu apresentar suas armas, como quando deixou a marca das travas de sua chuteira na perna do Brocador, e nem sequer foi marcada a falta…

     

     

  • Boletim Olímpico: Seja na piscina… Vencer, vencer, vencer!

    Boletim Olímpico - Bruno Vasconcellos

    Como acontece tradicionalmente toda segunda-feira, o Mundo Bola traz um resumo de tudo que rolou com os esportes olímpicos durante a semana. O Flamengo já respira o clima olímpico, faltam 479 dias para a cerimônia de abertura dos Jogos e o maior clube poliesportivo do Brasil está se preparando para esse momento tão importante do esporte no país. O clube firmou contrato com o Comitê Olímpico dos Estados Unidos e a sede da Gávea será o centro de treinamento dos atletas norte-americanos de julho a setembro do próximo ano – período que envolve preparação, Olimpíadas e Paraolimpíadas. A conclusão do projeto está prevista para o final deste ano. O investimento é de US$ 1,2 milhão (R$ 3,7 milhões em valores atuais).


     

    POLO AQUÁTICO 

    Foto: Site Oficial

    A equipe masculina de polo aquático do Flamengo conquistou neste domingo (12.04) a medalha de bronze no Troféu Brasil de Polo Aquático Masculino. O rubro-negro que há sete anos não subia ao pódio, ainda teve Nikola Bogdanovic como o artilheiro do campeonato com 20 gols. Os jogos foram disputados entre os dias (10 e 12.04) na piscina do SESI, na Vila Leopoldina-SP. O Mengão estreou com uma sonora goleada em cima do Bauru por 20×7. Na rodada seguinte o Mais Querido foi derrotado pelo Pinheiros por 16×7. No último jogo da fase de classificação, uma vitória épica. Nossos guerreiros bateram nada mais, nada menos que o atual unodecacampeão. Em um FlaxFlu de arrepiar, o Flamengo levou a melhor sobre o rival por 17×11, se classificando para as semifinais e acabando com o sonho do 12º título seguido do tricolor. Atuando desfalcado do seu principal jogador, Henrique Lopes. O Flamengo não conseguiu passar pelos anfitriões, derrota de 17×7 para o SESI. A derrota não desanimou o time que queria um lugar no pódio. Em um jogo marcado pelo equilíbrio, uma vitória apertada sobre o Paineiras do Morumbi por 9×7. Além da medalha o Flamengo confirmou presença na Liga Nacional que será disputada pelos seis melhores times do país, entre agosto e novembro.

     

    NATAÇÃO

    Jhennifer Alves (Foto: Site Oficial)

    Aconteceu na última semana, entre 06 a 11 de abril, no Parque Aquático do Fluminense Football Club, a 55º edição da principal competição da natação brasileira, o Troféu Maria Lenk. Campeão em 13 oportunidades, sendo a última em 2012, o Flamengo apostou mais uma vez na sua categoria de base, que não decepcionou. O rubro-negro conseguiu três medalhas: bronze com a atleta Junior Nathalia Almeida nos 200m medley. Nadando ao lado de grandes nomes da categoria Adulto, a rubro-negra terminou com o tempo de 2:18.21. Prata e Ouro com Jhennifer Alves, que levou nos 100m e 50m peito feminino respectivamente. Jhenny garantiu vaga para o Pan-americano. Além disso, a atleta rubro-negra, que no ano passado conquistou a incrível marca de 1:09:35, durante o Open, disputado no Rio de Janeiro, garantiu a vaga no revezamento 4×100 medley no Mundial Adulto, em Kazan, após não ter seu tempo batido durante o Maria Lenk.

    NADO SINCRONIZADO

    Equipe de nado (Foto: Site Oficial)

    Pelo 4º Brasil Synchro Open, competição de Nado Sincronizado, que aconteceu no Parque Aquático Maria Lenk-RJ, o Flamengo foi o grande destaque. Na prova de equipe, as atletas do Mengão ficaram com a medalha de prata com (78.566) pontos apresentando o tema Guerreiras Amazônas. A primeira colocação ficou com a seleção Argentina que somou (81.366) e a medalha de bronze com a seleção brasileira juvenil (78.133).

    O Brasil Open ocorreu simultâneo ao Campeonato Brasileiro Absoluto, onde as Rubro-Negras conquistaram a medalha dourada. A equipe campeã foi formada por: Camila Ururahy, Maria Eduarda Wolf, Joseane Martins, Maria Eduarda Werneck, Daniella Figueiredo, Gabriella Figueiredo, Jessica Noutel, Aline Vieira, Júlia Campos, Luisa Sargete (reservas: Maithe Pedroni e Giovanna Bueno). O Flamengo esteve em quatro provas: solo técnico, solo livre, equipe técnica e equipe livre.

     

  • #Lulucast 2.0 edição 13

    No #Lulucast 2.0 edição 13 @danisouto, @Cissa_Morena, @BrunaLugatti e @NivinhaFla falam sobre o empate mequetrefe com os suicidas da marquise. Num jogo muito ruim tecnicamente os times empataram sem gols. As meninas falaram ainda sobre o mole que o rubro-negro deu ao não ganhar do Nova Iguaçu na última quarta-feira e deixar escapar o título da Taça Guanabara e, com isso, perder R$ 1 milhão de reais.a Dissertaram sobre a volta do Jayme de Almeida ao clube, para ser auxiliar do Vanderlei Luxemburgo e sobre a contratação do lateral esquerdo #Armero. No final falaram sobre a expectativa para o segundo jogo da semifinal contra o mesmo #Vasco. O papo foi descontraído e divertido. Não viu ao vivo? Não riu das palhaçadas da Dani Souto? Então corre pra ver! Sem cortes!

    Assista aí:

    Comente! Curta nossa página no Facebook, siga-nos no Twitter e fique ligado! Nossos encontros agora serão aos #domingos. Mande sua opinião, mensagem, sugestão e crítica!

    Saudações Rubro-negras!

    Fanpage: LuluCast
    Twitter: @LulucastOficial

  • Balanço Financeiro do Corinthians confirma soberania rubro-negra

    Diogo Almeida (@DidaZico)

     

     

    Uma notícia que certamente ficará relegada aos cantinhos empoeirados das redações paulistas. O Corinthians finalmente apresentou seu balanço referente o ano anterior. E pasmem! O Clube que seria, de acordo com muitos jornalistas imparciais, o maior clube da América do Sul em pouquíssimos anos… Teve decréscimo de receita de 12%!

    E não para por aí. Fazendo a comparação dos números entre o Mais Querido e o Timão, descobrimos que eles não estão sequer próximos da realidade rubro-negra. O Flamengo teve receita de 347 milhões de reais ano passado. O adversário da capital paulista somou 258 milhões.

    Não precisamos fazer contas difíceis para entender que bastava um trabalho de reconstrução para a bagunça financeira dar espaço ao um horizonte mais nítido. A realidade é que o Flamengo tem mais potencial. Aquele papo de mercado consumidor mais concentrado não é correto e o Flamengo, com sua torcida espalhado por todos os rincões do território brasileiro, cresce assustadoramente aos olhos do mercado.

    E continua pagando suas dívidas.

  • Nervos à flor da pele e pouco futebol

    Como já esperado Flamengo e Vasco fizeram um jogo nervoso e muito igual

     

    Bruno Vasconcellos

     

     

    Se faltou qualidade sobrou disposição. A começar pelo cara e coroa, o capitão cruzmaltino venceu e surpreendeu em sua escolha. Preferiu jogar no primeiro tempo do lado contrário onde habitualmente seu time gosta de atacar na segunda etapa.

     

    PRIMEIRO TEMPO

    Com a bola rolando o Flamengo foi quem chegou primeiro no ataque. Aos3’, Canteros faz um cruzamento na medida para Alecsandro que finalizou  sem jeito, pois se chocou com o zagueiro Rodrigo e acabou sentindo dores na barriga. A resposta do Vasco não demorou a chegar . Yago e Gilberto perderam no mesmo lance a chance de abrir o marcador. Oportunidade perdida também pelo camisa 9 do Fla no lance seguinte, num contra-ataque.

    O  jogo era disputado e o primeiro choque não demorou a sair. Jonas numa entrada imprudente com o pé alto e atingiu Gilberto,  recebendo o cartão amarelo. Os jogadores do Vasco reclamaram acintosamente  e a expulsão do volante rubro-negro era eminente. Para não ficar com um jogador a menos, Vanderlei Luxemburgo coloca Everton no lugar de Jonas. Com a entrada do camisa 22 o Flamengo passou a ter uma saída melhor pro jogo. O Vasco dominava a partida, mas não era criativo, suas jogadas eram facilmente interceptadas pela zaga do Mengão. Com o final da primeira etapa se aproximando, as equipes passaram a arriscar com mais perigo.

    Aos 26’, em jogada pela esquerda, Gabriel chegou à linha de fundo e cruzou para Marcelo Cirino que perdeu uma chance cristalina dentro da pequena área, de frente  com Martín Silva. O mesmo aconteceu com o time de São Januário aos 30’. Cristiano fez um cruzamento perfeito e Marcinho perdeu.  O meio campo rubro-negro dava passes longos e sem objetividade. Alecsandro tentou se virar como pôde no ataque. O Vasco chegava forte e obrigou a Paulo Victor mostrar o seu repertório de defesas sensacionais. Júlio dos Santos cabeceou uma bola em cima do arqueiro do Mengão que conseguiu jogar pra fora. Sem perder tempo, no lance seguinte, Gabriel  chutou uma bola por cima do travessão com o goleiro vascaíno adiantado, após uma descida rápida do Everton pela direita.

    Cirino perdeu mais uma ótima oportunidade de abrir o placar, estando de frente com Martín Silva. Everton deu uma furada na grande área, depois de receber um lançamento de Cirino.  53% de posse de bola para o Vasco e 47% pro Flamengo, esse foi o panorama da primeira etapa.

     

    Jogo foi marcado pelo nervosismo e falta de qualidade técnica. (Foto: Site Oficial)

    SEGUNDO TEMPO

    No intervalo o técnico Doriva substituiu Yago por Rafael Silva, o Flamengo manteve a equipe que terminou o primeiro tempo.  A tensão tomava conta do jogo. Com 4’ Wallace deu uma banda em Rodrigo e recebeu com o cartão amarelo, Everton que chegou reclamando com o árbitro também foi advertido. Nervosos além da conta, os jogadores do Flamengo faziam jogadas violentes, como antes não se havia visto.

    Cirino entrou de sola em cima de Guinãzu e também tomou o cartão amarelo. Percebendo o mau momento do time, as Torcidas Organizadas do Flamengo se juntaram pra apoiar a equipe enquanto Paulinho entrava no lugar de Alecsandro e Dagoberto na vaga de Marcinho.

    Os dois técnicos deixaram claro que queriam a vitória. Paulo Victor voltou a trabalhar aos 16’ após um chute forte de Rafael Silva. As jogadas do Vasco fluiam melhor, enquanto que o Fla não conseguia encaixar o contra-ataque. Dagoberto sem a bola deu um empurrão em Bressan, aflorando ainda mais o ânimos dos jogadores.

    Mudanças no meio campo dos times foram feitas. Arthur Maia, entrou no lugar do Gabriel que estava sumido na segunda etapa. Júlio dos Santos deixou o campo para a entrada do Bernardo.  Já no final da partida o Flamengo voltou a levar perigo.  O cruzmaltino respondia na mesma intensidade.

    Pará deixou os torcedores rubro-negros apreensivos quando recuou uma bola pro PV e quase encobriu o goleiro do Mengão. Em uma das escapolidas de Cirino, o zagueiro Luan agarrou o camisa 7 da Gávea e tomou cartão amarelo, pois matou o contra-ataque do Flamengo.

    Com o resultado do clássico, a vantagem do Flamengo se mantêm. O  empate classifica o rubro-negro à finalíssima do Campeonato Carioca. O jogo foi pobre tecnicamente E apesar da maior posse de bola do Vasco, as melhores chances de gol no jogo foram do Mais Querido.

    Enquanto o Vasco joga pela Copa do Brasil na quarta-feira, o Fla terá a semana para trabalhar apenas pro jogo decisivo do próximo domingo.

    FICHA TÉCNICA
    Vasco  0 x 0  Flamengo

    Vasco: 1-Martín Silva, 2-Mádson, 4-Luan, 3-Rodrigo, 6-Cristiano, 5-Guiñazu, 8-Serginho, 7- Júlio dos Santos, 10-Marcinho, 11- Yago e 9- Gilberto. Técnico: Doriva

    Flamengo: 48-Paulo Victor, 21-Pará, 3-Bressan, 4-Wallace, 6-Anderson Pico, 18-Jonas, 8-Márcio Araújo, 20-Canteros, 17-Gabriel, 7-Cirino e 9-Alecsandro. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

    Arbitragem: João Batista de Arruda, Wagner de Almeida e Jackson dos Santos
    Cartões amarelos:  Flamengo: Jonas, Wallace, Everton, Marcelo Cirino e Anderson Pico; Vasco: Yago, Cristiano, Gilberto e Luan
    Cartões vermelhos: Não houve

    Local: Maracanã
    Horário: 16H
    Renda: 1.105.085
    Público Pagante: 21.289
    Público Presente: 24.747

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  • Equipe Mundo elege melhores e piores do Flamengo

    Confira o resultado da enquete dos piores e melhores jogadores do Flamengo! Nossa mesa foi composta por 5 colaboradores do Portal Mundo Bola. E você concorda, discorda, mais ou menos…rs? Então opine ali em baixo na nossa área de comentários!!

    Adriano Bitti (@AdrianoBitti)

    O melhor: Paulo Vítor

    Não tem justificativa! Foi perfeito! Não errou nada.

    O pior: Anderson Pico

    Mal no apoio. Lento na marcação, levou um monte de bola nas costas.

    Cissa Moreno (@Cissa_Morena)

    O melhor: Paulo Vítor

    Sempre atento. Defesas decisivas.

    O pior: Anderson Pico

    Apelo constante aos chutões.

    Gustavo Duarte (@gunevesduarte)

    O melhor: Paulo Vítor

    Não precisa nem explicar!

    O pior: Anderson Pico

    Pico tomou todas nas costas, o Madson sozinho brincou na nossa esquerda. Julio dos Santos não ataca em velocidade, o Madson era o único correndo por ali e se criou.

    Igor Pedrazzi (@Igor_Pedrazzi)

    O melhor: Paulo Vítor

    Bem quando exigido.

    O pior: Anderson Pico

    Avenida e péssimo no apoio.

    Rafael Lisboa (@rafinhalisboa)

    O melhor: Paulo Vítor

    Pegou até pensamento.

    O pior: Anderson Pico

    Avenida na lateral esquerda!

    Watson Tannacka (@tannacka_fla)

    O melhor: Paulo Vítor

    Bem quando exigido.

    O pior: Anderson Pico

    Lento e fora de contexto.

    Unanimidade total: Anderson Pico e PV foram eleitos, respectivamente, o pior e o melhor do jogo.

    MENÇÃO HORROROSA: Jonas.

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  • Os dois vascaínos

    Por Gerrinson. R. de Andrade (Twitter: @GerriRodrian) - Do Blog Orra, é Mengo!

    Humanos não são muito bons com números. Não por acaso inventaram ábaco, calculadoras e computadores. É fácil pensar em duas coisas de qualquer coisa. Duas mãos, dois gols ou dois seios. É fácil pensar em dez unidades de alguma coisa, sejam os dedos das mãos, dez moedas, dez jogadores de um time. Cem minutos, cem reais ou cem por cento de qualquer coisa ainda está fácil pra contar.

    Mas é certo que não temos imaginação para pensar claramente em dez sextilhões de estrelas no cosmos ou em trilhões de micróbios que habitam um corpo humano. Nem os 8.515.767 km² do território brasileiro a gente consegue imaginar com clareza.

    Dizem alguns estudos que há no planeta uns 8 milhões de vascaínos. Conheci apenas dois, mesmo vivendo numa megalópole e tendo viajado por alguns cantos do país, em quatro décadas, foi só. E humano que sou, com a dificuldade de pensar em milhões, acabo por entender o torcedor do Vasco apenas pela amostra que tive.

    Ambos eram parecidos, quietos, viviam discretos no mundo, não olhavam diretamente nos olhos, eram tímidos e anunciavam que eram vascaínos gaguejando, degringolando no acabamento da frase. Eram pessoas honestas, o primeiro com seus vinte e poucos anos, iniciando em alvenaria, o outro com quarenta e tanto, labutando como carregador. Eram sujeitos simples, sem grade senso de humor e sem ambições.

    Tenho cá comigo que todo vascaíno é meio assim, como os exemplos que tenho. A razão sabe que isso é tolice, querer conceber ideias sem qualquer informação. Humanos vivem a prejulgar assim, conhecendo dois vascaínos, imagina os dois replicados em oito milhões.

    Os três torcedores do Fluminense que conheci ao longo da vida me fizeram acreditar que esta torcida é a antítese do corintiano: tudo é de boa, sorriso no rosto, perdendo, ganhando, com ou sem tapetão, sem dramatizar, tudo de leve. Fiel, se precisar. Um olhar sempre cínico para o futebol, os melhores piadistas. Botafoguense conheci só um, mas já morreu faz uns trinta anos.

    Orra, é Mengo!

  • A Nação pode publicar o livro ”Raça, Amor e Paixão – Os Jogos Inesquecíveis do Flamengo” em 7 dias

    O Mundo Bola conversou com Gustavo Roman, jornalista esportivo e autor de 3 livros: “Sarriá 82 – O que faltou ao futebol arte?” com Renato Zanata, “No campo e na moral – Flamengo campeão brasileiro de 1987” e “150 curiosidades das Copas do Mundo”.

    Roman não para. Além da arte de escrever, ele é um dos maiores colecionadores do futebol mundial! Possui um acervo monstro de vídeos de jogos de futebol do Brasil e do mundo, com mais de 14 mil partidas filmadas de 1950 até os dias atuais. Alem disso, está escrevendo a biografia do Leandro e mais alguns livros,  como A Era de Ouro do Flamengo,  um sobre as Olimpíadas, outro sobre Ayrton Senna e outro (Ufa!) sobre a história dos campeonatos brasileiros.

    Contudo, o mais importante projeto já está pronto: Trata-se do livro Raça, Amor e Paixão – Os Jogos Inesquecíveis do Flamengo. Escrito em parceria com o jornalista Vitor Sérgio Rodrigues, do canal de TV por assinatura Esporte Interativo. O problema está sendo conseguir fundos para publicá-lo.

    – Precisamos de 15 mil para lançar este livro, é um livro importante de ser lido. Resgata a história de confrontos do Fla em mínimos detalhes. Sérgio e eu assitimos o tape de 21 dos 30 jogos escolhidos! – Disse ao Mundo Bola, um tanto desesperançoso. A campanha não foi como o esperado, a Nação não ajudou conforme o esperado. – Não creio que conseguiremos o dinheiro. A campanha de financiamento coletivo na Catarse arrecadou pouco mais de dois mil reais. – Confessa.

    O Mundo Bola cumpre mais uma vez seu papel cultural de ajudar a resgatar a história do Flamengo. Essa entrevista é, antes de tudo, uma maneira de deixar viva a chama do lançamento deste importante documento. Quem sabe um doador com recursos não leia esta matéria e ajude este grande rubro-negro? Ou quem sabe A Nação não “pega o espírito da coisa” termo usado pelo Roman pra explicar o simples: É como se fosse uma pré vendaVamos lá! Conheça você um pouco do escritor Gustavo Roman, morador de Niterói e arquétipo do torcedor rubro-negro fanático.


    Gustavo Roman e Vitor Sergio Rodrigues são co-autores de Raça, Amor e Paixão – Os jogos inesquecíveis do Flamengo.

    Colecionador de jogos de futebol. Como é isso?

    Na verdade, o meu propósito como colecionador é de preservar a história do futebol brasileiro e mundial. É fazer com que as novas gerações saibam quem foi Puskas, Di Stefano, Sindelar, Cruyiff etc

    Você tem um blog…

    Na verdade tenho 2. Mas por falta de tempo só tenho postado ultimamente no www.futebolacervo.blogspot.com.

    Lá, como o nome já diz, falo da história do futebol, principalmente com base no que tenho em acerto

    Agora fala pra gente do livro. Conte sobre ele e essa campanha de arrecadação.

    O livro começa em 1912, no primeiro jogo com o Mangueira e o último jogo que entrou foi a final da Copa do Brasil de 2013, contra o Atlético Paranaense. Foram eleitos os 30 jogos mais importantes entre esse período.

    O que diferencia esse livro de outros que estão no mercado é justamente o meu acervo. Dos 30 jogos escolhidos a gente tinha 21 no meu acervo! Então a gente pôde ver mesmo o jogo. Não é tipo aquele negócio de melhores momentos ou o que tá em jornal, falar de um personagem. A gente viu e reviu 21 dos 30 jogos que estão no livro, repito. Então vocês podem imaginar o nível de detalhe que temos em cada jogo.

    Quanto a campanha é o seguinte, a editora não vai bancar. A gente precisa arrecadar 15 mil reais. Tínhamos 45 dias pra isso e hoje faltam poucos dias pra acabar a campanha no Catarse e a gente até agora conseguiu pouco mais de dois mil reais. Estamos precisando muito da colaboração de todo mundo… E de um milagre de São Judas Tadeu para que o livro consiga ser financiado.

    Uma coisa que talvez tenha atrapalhado os planos do livro é a falta de conhecimento das pessoas com campanhas de arrecadação coletiva. É um lance novo, eu não sei se o torcedor pegou o espírito da coisa. Na verdade você não tá investindo R$50,00 de graça no livro. Você está dando R$50,00 no site do Catarse e vai receber em casa o seu exemplar devidamente autografado. Funciona como uma pré-venda! E eu não sei se o pessoal pegou muito o espírito. Se tava achando que era apenas doação.

    O financiamento termina em uma semana. Caso a gente não consiga atingir, o que você vai fazer? Recomeçar a campanha de finaciamento?

    Não. O livro não vai sair. O livro faz parte da coleção da Editora Via Escrita. Então temos um contrato. Se a gente não conseguir o dinheiro a editora desiste e todos nós ficaremos sem o livro.

    Links importantes:

    Tenha seu nome impresso no livro e receba exemplar autografado: Clique aqui!.

    Bate-papo do Roman no Blog Ser Flamengo, com o Túlio Rodrigues Clique aqui!.

    ASSISTA O VÍDEO DA CAMPANHA!

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  • Flamengo x Ferj: Quem precisa de quem?

    Benny Kessel (Twitter: @bk_contador)

    Após a o término da fase de classificação do Campeonato Carioca, e divulgados todos os boletins financeiros dos jogos, o Flamengo segue sendo o clube mais lucrativo, considerando apenas a bilheteria:

    O Flamengo só perde mesmo para a Ferj, sendo que 57,8% (R$ 966 mil) do montante total que a federação lucrou, vem dos jogos com do clube, mostrando o quão é inoportuna (pra Ferj) essa briga com o Flamengo. O gráfico abaixo demonstra quanto cada clube contribuiu para o lucro da Ferj.

    O Flamengo só perde mesmo para a Ferj, sendo que 57,8% (R$ 966 mil) do montante total que a federação lucrou, vem dos jogos com do clube, mostrando o quão é inoportuna (pra Ferj) essa briga com o Flamengo. O gráfico abaixo demonstra quanto cada clube contribuiu para o lucro da Ferj.

     

    Obs: nos clássicos foi considerada metade do lucro para cada clube.

     

    O que mais impressiona é que, os outros 3 grandes teriam resultados deficitários, se não fosse seus jogos contra o Flamengo, conforme tabela abaixo:

    Os resultados acima demonstram, com números, que o Flamengo é muito mais importante para a Federação e para esse campeonato do que ele é para o Flamengo.

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