A caminhada do Flamengo para a defesa do título do NBB começa no dia 3 de Novembro. A tabela do Novo Basquete Brasil 8 foi divulgada e os tetracampeões entram em quadra na estreia para enfrentar o Bauru, no Panela de Pressão. A última partida dessa fase será contra o Macaé, no Tênis Clube Macaé.
Nos últimos anos, o Flamengo dominou o cenário do basquete nacional. Com quatro títulos do NBB – 2009, 2013, 2014 e 2015 –, os rubro-negros também conquistaram a Liga das Américas e a Copa Intercontinental em 2014, se tornando a principal equipe brasileira no momento.
Graças a isso, em outubro do ano passado, o Mais Querido foi o primeiro time brasileiro a jogar com os times da NBA. Participando da pré-temporada americana, o Flamengo enfrentou Orlando Magic, Phoenix Suns e Memphis Grizzlies. Apesar de ter perdido nas três ocasiões, o sucesso foi enorme. O reflexo disso é o convite para participação no NBA Global Games, onde enfrentarão o Orlando novamente, mas dessa vez em casa.
O alto nível também acabou dando alguns desfalques ao clube. Com as saídas de Benite, Laprovittola e Herrmann – Felício está nos Estados Unidos, atuando pelo Chicago Bulls, e terá futuro definido até o fim de outubro – o FlaBasquete contará com os reforços Rafael Luz, armador de 23 anos, Jason Robinson, ala norte-americano de 35 anos, e JP Batista, ala-pivô de 33 anos. Além deles, Pedro Faria, ala-armador que integrou a equipe sub-22 que disputou o LDB, também pode aparecer no banco rubro-negro.
A fase classificatória do NBB 8 começa no dia 3 de novembro e termina dia 29 de março. Antes disso, o Orgulho da Nação enfrenta o Orlando Magic pelo NBA Global Games no dia 17 de Outubro, às 18 horas, no HSBC Arena.
A tabela pode ser consultada no site da Liga Nacional de Basquete. Clique na imagem
Domingo é dia de FLAxFLU. Nada como uma vitória em um clássico para embalar de vez o time do Flamengo no Campeonato Brasileiro. Vindo de três vitórias consecutivas na competição (FLA 2×1 SAO; SPO 0x1 FLA; FLA 3X0 AVA, respectivamente) e tendo conquistado 12 dos últimos 15 pontos disputados, o time vem cada vez mais conquistando a confiança da torcida que, ao que tudo indica comparecerá em grande número ao estádio. Hoje, o Mengão ocupa a nona colocação com 32 pontos.
Cerca de 20 mil ingressos já foram vendidos para o confronto deste domingo, no Maracanã, às 16h (horário de Brasília). O que apenas comprova que a eliminação da Copa do Brasil, pelo Vasco, no último dia 26, já faz parte do passado.
Apenas 4 pontos separam o Flamengo do G4, já que o 4º colocado na tabela é o Atlético Paranaense com 36 pontos, e tendo 1 a menos que o Fluminense, que ocupa a sétima colocação. O duelo promete ser ainda melhor, já que será um confronto direto na corrida para uma vaga na Libertadores 2016. Clássico e confronto direto, domingo é dia de FLAxFLU no Maracanã! E você, já garantiu seu ingresso? Lembrando que Sócio-Torcedor do Flamengo, nesta partida, não adquire ingresso pelo site da Nação Rubro-Negra, apenas pelo site do Maracanã.
Promessa de casa cheia com a Nação apoiando! (Foto: Divulgação Mundo Bola)
VALOR DOS INGRESSOS
Sul Nível 1 / Sul Nível 2 / Sul Nível 5 (Fluminense)
R$ 60 (Inteira) / R$ 30 (meia-entrada)
Norte Nível 1 / Norte Nível 2 / Norte Nível 5 (Flamengo)
R$ 60 (Inteira) / R$ 30 (meia-entrada)
Leste Inferior (Setor Misto e com lugares marcados)
R$ 80 (Inteira) / R$ 40 (meia-entrada)
Maracanã Mais (Setor Misto e com lugares marcados) – com serviços
R$ 155 (Inteira) / R$ 100 (meia-entrada)
PONTOS DE VENDA E RETIRADA – 10h às 17h
Maracanã (Bilheteria 2) – Rua Eurico Rabelo, s/nº (Fluminense) – no sábado (5/9) funcionará das 10h às 14h Maracanã (Bilheteria 4) – Av. Maracanã, s/nº (Flamengo) – no sábado (5/9) funcionará das 10h às 14h Estádio Caio Martins – Rua Presidente Backer, s/nº – Icaraí, Niterói Sede do Flamengo – Av. Borges de Medeiros, nº 997 (Sócio) Sede do Flamengo – Praça Nossa Senhora Auxiliadora, s/nº Sede do Fluminense – Rua Álvaro Chaves nº 41 – Laranjeiras (12h às 19h) Espaço Rubro Negro – Méier – R. Dias da Cruz, nº 255 – Shopping Méier Espaço Rubro Negro – Shopping Nova América – Av. Pastor Martin Luther King Jr, nº126 – 1º piso Espaço Rubro Negro – Via Brasil – Rua Itapera, nº500 – Irajá Espaço Rubro Negro – Quitanda – Rua da Quitanda, nº87 – Centro Espaço Rubro Negro – Downtown – Av. das Américas, nº500, loja 114 – Barra Espaço Rubro Negro – Madureira – Estada do Portella, nº222 Cariocas FC – Shopping Nova América – Av. Pastor Martin Luther King Jr, nº126 – 1º piso Ticket Point Bar e Lanchonete – Av. Atlântica, quadra 12 Loja Fluminense – Shopping Barra Square – Av. das Américas nº 3.555, Bl 1 loja D – Barra
Nada melhor que estrear a minha coluna aqui no Mundo Bola com o mais puro e genuíno “mimimi”. E é o que mais tenho visto nestes dias, após o anúncio de que o Flamengo jogaria em Natal e em Brasília. Então, vale mesmo vender as partidas para fora do Rio de Janeiro? Bom, daí depende do ponto de vista sobre como a palavra “vale” é interpretada por cada rubro-negro que compõe a Maior Torcida do Mundo.
Se pensarmos monetariamente, creio que seria um consenso que sim, pois é preciso fechar as contas e esta ação faz dinheiro entrar em caixa. Mas, vou além das questões financeiras, até porque vi muito rubro-negro carioca reclamando dessa decisão e afirmando que o Maracanã é a casa do Flamengo, e que sem a torcida empurrando perderemos pontos importantes e blábláblá.
Primeiramente, balela. Sim, balela, pois o desempenho recente do time dentro do ex-maior estádio do mundo deixa a desejar. Não sou estatístico, mas pode ver a quantidade de vacilo que o Flamengo deu dentro do seu “alçapão”. Segundamente, o Vasco. Continuando, esse papinho de que fora do Maracanã não tem torcida jogando junto com a equipe é querer ofender o rubronegrismo e o código de ética flamenguíssimo que rege, além do “time grande não cai”, que somos a “maior nação do Mundo”.
Em qualquer lugar que o Flamengo jogue, ele está em casa. Seja qual for o estádio, incluindo os superfaturados e jogados às baratas após a Copa do Mundo 2014, a torcida do Flamengo lota. Independente de campanha boa ou ruim. Porque os rubro-negros que falam chiado e chamam os brothers de mermão aqui na Cidade maravilhosa, não são mais ou menos apaixonados que os ditos off-Rio. São eles, também, que fazem o Flamengo ser este gigante que arrasta multidões sem demarcação territorial. O Mais Querido do Brasil e além até.
E a extensão desse amor, disseminado desde a época de Dida, Leônidas da Silva, e que chegou ao auge com nosso Esquadrão de Ouro, já nem depende tanto assim de supercraques para se revitalizar. O amor que nos faz seguir o Flamengo independe se é o Obina, o Walter Minhoca ou o Guerreiro quem comanda a equipe dentro de campo. E essa paixão, esse amor, não cobra se você é carioca, nordestino, soteropolitano, etc. Até porque, quem nasce no Brasil é Flamengo, o resto é que segue pelo caminho torto.
Onde o Flamengo estiver, nós estaremos. Com sotaques, timbres, cores e raças diferentes. Somos um imenso clã de mulambos orgulhosos, somos favela, somos urubu, somos elite e somos povão. Somos todos, menos alguns. Mas sempre com o mesmo amor e devoção por este clube.
O resto é tudo mimimi.
Jornalista, fotógrafo e roteirista. Carioca, balzaquiano e integrante da Maior Torcida do Mundo. Utiliza este espaço para disseminar seu amor pelo Flamengo. “Eu não morro de amor pelo Flamengo. Eu vivo por esse amor”.
Terceira vitória consecutiva do Mengo no Brasileiro | Foto Gilvan de Souza/Flamengo
Hesley Menezes | Twitter @hesleymenezes_
Franco Raony | Twitter @UrubuMatuto
Paulo Victor: Ele voltou! Salvou o Flamengo em, pelo menos, dois lances claros de gols do Avaí. Parece estar voltando à sua grande forma. NOTA 9
Ayrton: Atuação abaixo do que se precisava, bem ao nível dele. Lateral limitado, teve pouca atuação ofensiva, mas foi razoável na defesa. Comparando com sua última partida, foi bem melhor. NOTA 6
Wallace: Embora nosso setor defensivo tenha deixado alguns espaços que contra times mais fortes podem ser fatais, já mostrou alguma melhora. Fez boas coberturas, antecipações e se arriscou ao ataque. NOTA 6
Samir: Segue evoluindo, mas não foi tão bem quanto no jogo de domingo. De qualquer forma, foi importante no seu lado de atuação, fazendo boas coberturas na lateral. NOTA 6
Armero: Subiu demais e sofreu com as tentativas do Avaí pelo seu lado do campo. Cansou muito cedo no segundo tempo e foi substituído em clara demonstração de falta de ritmo. NOTA 4
Márcio Araújo: Mais uma atuação dentro de suas limitações técnicas. Apoiou o ataque, foi buscar a bola entre os zagueiros e, como sempre faz, correu incansavelmente. Oswaldo o tirou colocando Jonas pra conter um Avaí com mais fôlego e mais rápido após as mexidas de Gilson Kleina. NOTA 6,5
Canteros: Mais uma partidaça! O argentino voltou a mostrar bom futebol e vem comandando o meio campo do Flamengo junto com Alan Patrick. Deu linda assistência de calcanhar para o primeiro gol do jogo. NOTA 8,5
Everton: Incansável. Jogou como ponta-direita a maior parte do jogo, onde não rende muito bem. Com a saída de Armero, ele foi recuado pra lateral esquerda e defensivamente foi perfeito. Não perdeu uma. NOTA 7
Allan Patrick: Destruiu com o jogo. Só não fez chover. Com belo gol e linda assistência, foi o melhor da partida. Não cansamos de dizer, é o melhor jogador do Flamengo atualmente. NOTA 9,5
Emerson: Bela partida defensiva do Sheik. Voltou o jogo todo pra ajudar na marcação do lateral avaiano. Caiu de produção no ataque e foi substituído. NOTA 7
Kayke: Depois de um primeiro tempo apagado, Kayke voltou do intervalo iluminado. Fez 2 gols de centroavante nato. No segundo, mostrou muita frieza e habilidade pra deixar o goleiro adversário torto no chão e ter o gol livre pra finalizar. NOTA 8
Paulinho: É outro jogador depois da chegada do Oswaldo. Ganhou a confiança do treinador e é o 12° jogador da equipe. Entra sempre com muita disposição. NOTA 7
Jonas e Cirino: SEM NOTA
Oswaldo: Manteve o esquema da equipe e já chegamos na terceira vitória seguida no campeonato. Fez boas mudanças durante o jogo, deixando a equipe com fôlego. NOTA 8
LEIA MAIS SOBRE FLAMENGO 3 X 0 AVAÍ → Flamengo vence o Avaí em Natal e se aproxima do G4
Em noites inspiradas de Alan Patrick e Kayke, Flamengo amassa o Avaí em Natal
Na noite desta quarta feira, em confronto válido pela vigésima segunda rodada do Brasileirão, Flamengo e Avaí se enfrentaram na lotada Arena das Dunas, no Rio Grande do Norte. A Nação se mobilizou e pintou o nordeste de vermelho e preto para receber o Mais Querido. Em campo, um jogo fraco tecnicamente, mas que culminou com a vitória do Flamengo por 3 x0, resultado que deixa a equipe com 32 pontos, 4 a menos que o Atlético Paranaense, que é o quarto colocado e ocupa o G4.
Na comemoração do primeiro gol, de Alan Patrick, os dois protagonistas do jogo. (Foto: Flamengo/Gilvan de Souza)
Primeiro tempo fraco tecnicamente e que começou com o Avaí melhor. A equipe catarinense se fazia mais presente no meio campo, onde o improdutivo Canteros não conseguindo dar apoio ao ataque e muito menos ajuda na marcação, era menos um. O meio-campo do Flamengo parecia confuso e era facilmente vencido pela movimentação adversária.
A primeira chance real de gol veio somente aos 18′, após falta de Alan Patrick em Eduardo Neto, Camacho cobrou com maestria e a bola carimbou a junção da trave no ângulo esquerdo de Paulo Victor.
Aos 22′, novamente o Avaí levava perigo. Após chute forte de Eduardo Neto passando perto do gol rubro-negro. O Flamengo sentia a falta principalmente de Jorge, já que as jogadas continuavam sendo forçadas por ali, com Armero, que teve atuação discreta, não conseguindo dar sequência.
Aos 30′, a primeira chegada do Flamengo ao ataque, e gol. Em jogada pela esquerda, Emerson lança Everton na linha de fundo, que cruza rasteiro pra área, e fica com Canteros, que mesmo atrapalhado consegue dar belo passe de calcanhar para Alan Patrick estufar a rede. Após o gol, o Flamengo passou a controlar as ações e ter posse de bola, mas sem concluir ao gol com perigo.
Vem a segunda etapa e Oswaldo de Oliveira optou por não mexer na estrutura da equipe. Kayke, que fazia seu segundo jogo como titular, parecia estar à vontade dentro da Arena das Dunas, já que vindo do ABC-RN, jogou por diversas vezes no estádio. O atacante tinha boa movimentação e funcionava como um falso 9 às vezes, dando abertura principalmente para Sheik chegar mais à frente.
E aos 5′, bom chute de Kayke, que bateu na rede pelo lado de fora, tirando o grito de gol de vários Rubro-Negros. E se aos 5′ foi quase, aos 9′ Kayke conseguiu marcar o seu primeiro gol como profissional do Flamengo. Na meia-lua, Alan Patrick abre o jogo para Armero, que bate cruzado e encontra Kayke dentro da área, que só teve o trabalho de escorar a bola pra dentro do gol, 2 x 0 Flamengo. Com a vantagem, a equipe voltava a trocar passes com qualidade, e chegou a ter 65% de posse de bola.
O Flamengo só mexeu na equipe aos 25′, com Paulinho entrando no lugar de Armero, visivelmente desconfortável por estar sem ritmo de jogo e com atuação discreta. O Avaí se lançava ao ataque em busca de um gol que colocaria fogo na partida, e aos 29′ obrigou Paulo Victor a realizar duas excelentes defesas, em chutes de Léo Gamalho e Renan Oliveira. Mas logo em seguida em contra ataque, Alan Patrick acha Kayke sozinho, ele invade a área e ainda tem a frieza de deixar o goleiro Vagner no chão, para finalizar e marcar o terceiro do Flamengo. Depois disso, a equipe valorizou a posse de bola ao som do “Olé” dos Rubro-Negros presentes, que fizeram lindíssima festa em Natal.
Kayke marca dois e faz grande segundo tempo |Foto Flamengo/Gilvan de Souza
O Flamengo tem como adversário o Fluminense, clássico importante para as atuais pretensões do Flamengo no campeonato, que a partir de agora, briga pelo G4. Jogo no próximo domingo (06/09), 16h, no Maracanã.
FLAMENGO 3 x 0 AVAÍ
Local: Arena das Dunas, em Natal (RN) Árbitro: Thiago Duarte Peixoto (SP) Auxiliares: Bruno Boschilia (PR) e Herman Brumel Vani (SP) Renda e público: R$ 1.639.485,00 / 22.825 presentes Cartões amarelos: Samir (Flamengo); Adriano, Antônio Carlos e Eduardo Neto (Avaí) Gols: Alan Patrick, aos 30min do primeiro tempo; Kayke, aos 9min do segundo tempo e aos 30min do segundo tempo
FLAMENGO
Paulo Victor; Ayrton, Wallace, Samir e Armero (Paulinho); Márcio Araújo (Jonas), Canteros, Alan Patrick e Everton; Emerson Sheik (Marcelo Cirino) e Kayke Técnico: Oswaldo de Oliveira
AVAÍ
Vagner; Nino Paraíba, Emerson, Antônio Carlos e Romário; Adriano (Roberto), Eduardo Neto, Camacho (Renan Oliveira) e Rômulo; Anderson Lopes (Pablo) e Léo Gamalho Técnico: Gilson Kleina
Quando, em abril deste ano, o fla.mundobola.com trouxe aos seus leitores, em primeira mão, a notícia que o Flamengo fora convidado para jogar a temporada 2015/2016 da Superliga Masculina de Vôlei. A única dúvida era com relação às condições necessárias para que a diretoria de esportes olímpicos conseguisse montar esse time.
O diretor-executivo Marcelo Vido declarou que o clube não ia fazer parceria, emprestar camisa. E que o Flamengo iria ao Mercado buscar parcerias que bancassem um time que disputasse a competição.
A intenção não era montar um grupo favorito logo de cara. “A gente quer que o Flamengo seja formador. E que o grupo adulto de vôlei cresça na Liga ano pós ano. Como fez o Cruzeiro, que hoje tem a melhor equipe mas começou com equipes tecnicamente modestas nos primeiros anos”, disse Vido ao Mundo Bola, na ocasião.
Muito empolgado com a possibilidade de ter a maior marca esportiva do país disputando o Nacional do segundo esporte na
Póvoa: 30 dias para conseguir patrocínio. | Foto Reprodução
preferência dos brasileiros, o VP Alexandre Póvoa pensou que a tarefa de captação de recursos na iniciativa privada não seria tão difícil. “Quando a gente conseguiu a vaga, meses atrás, eu estava muito animado. Achava que era um valor relativamente tranquilo de conseguir e montar aí um time que pudesse chegar pelo menos nos playoffs”. Não foi.
Orçado entre 3 e 4 milhões de reais, o marketing rubro-negro contactou mais de 120 empresas (isso mesmo, mais de 120 empresas!), e apenas 5 delas (isso mesmo, 5 delas!) se mostraram interessadas em conversar a respeito. “Fomos surpreendidos. O trabalho do marketing foi exaustivo. Não imaginaria tamanha dificuldade para o maior clube, o segundo esporte do Brasil, em um ano olímpico, uma exposição muito boa…”, lamentou Póvoa, sem esconder a decepção com as empresas brasileiras, que mais uma vez não conseguem ver nos esportes uma oportunidade de bons negócios.
Entretanto, ainda existe uma última condição favorável para que o FlaVôlei consiga furar o bloqueio. “A boa notícia é que talvez a gente consiga uma Lei de Incentivos de ICMS parecida com a do Basquete. Problema agora é tempo. Temos um mês, ou para conseguir o patrocínio direto ou uma empresa via ICMS. Estamos conversando com várias empresas que se mostraram mais abertas a essa formatação. Então essa semana o projeto deve ser aprovado pelo governo do Estado, então teremos aaté o fim de setembro pra tentar fazer essa captação junto às empresas que se mostraram ou se mostrem interessadas. Se não conseguirmos, fazer o quê? Tentamos de todas as formas. Não faltou empenho”, concluiu Póvoa.
Diogo Almeida é editor-chefe do Mundo Bola. Escreve na Equipe Mundo Bola Informação e no blog Cultura Rubro Negra. E no seu Twitter gosta de falar sobre música, literatura e, claro, esporte. Junto de muita gente talentosa, idealiza a evolução constante do Mundo Bola; no intuito de fazer o melhor site de conteúdo do nosso Flamengão.
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O Flamengo volta a campo hoje para mais uma partida válida pelo Campeonato Brasileiro, a missão da vez é contra o Avaí pela 22ª rodada. Vindo de duas vitórias seguidas, o Rubro-Negro enfrenta os catarinenses, que vêm tentando fugir das últimas posições e estão embalados por uma goleada por 3×0 sobre o Internacional. O Mengão busca mais um resultado positivo e vem com ânimo renovado após vencer um jogo difícil contra o Sport na Arena PE.
Alguns jogadores falaram sobre a importância da partida. Alan Patrick e Éverton disseram que o momento é de foco total na busca pela vitória e para seguir com a boa sequência no Brasileiro. “Seguiremos para Natal focados porque teremos outra pedreira na Arena das Dunas”, frisou o camisa 19.
Mas um jogador em especial está muito feliz por essa partida de logo mais, O atacante Kayke, que foi contratado recentemente junto ao ABC de Natal, está de volta à cidade onde morou há até pouco tempo, mas dessa vez pra atuar pelo clube que o revelou e como titular, substituindo Paolo Guerrero. Em entrevista recente, o atacante de 27 anos, que marcou 20 gols pelo ABC em 2015, contou sua expectativa para o jogo.
Kayke é a esperança de gols. | Foto Gilvan de SouzaFlamengo
“A expectativa não poderia ser melhor. Fui muito bem recebido aqui em Natal, quando cheguei ao ABC. Hoje, com a camisa do Flamengo, não foi diferente. A receptividade do povo aqui do Rio Grande do Norte foi incrível. A torcida do Flamengo junto com a do ABC no aeroporto. Espero que seja um ponto positivo para amanhã fazer a diferença no jogo. Seria muito bom marcar meu primeiro gol com a camisa do Flamengo aqui em Natal”, disse ao site oficial do Mengão.
Na história do brasileiro, Flamengo x Avaí já se enfrentaram 9 vezes, foram 2 vitórias do Fla, 3 empates e 3 vitórias deles, sendo marcados 11 gols por cada equipe. Temos nesse jogo a chance de empatar o retrospecto. No último confronto, o time catarinense venceu em casa por 2×1 num jogo cercado de lances pra lá de duvidosos e arbitragem confusa. Hugo fez os dois deles e Gabriel marcou para o Mais Querido.
Ayrton é novamente relacionado entre os titulares. Jogador posou com torcedores no desembarque em Natal. | Foto Gilvan de Souza/Flamengo
Além de toda essa expectativa, o técnico Oswaldo de Oliveira não poderá repetir a escalação do último jogo. Ele não poderá contar com Pará e Jorge e pode promover a volta do zagueiro Wallace, que estava suspenso, na vaga de César Martins. Para a vaga dos laterais, o técnico deverá entrar com Ayrton na direita e Armero na esquerda. Dessa maneira, o Flamengo deve ir a campo logo mais à noite com: Paulo Victor, Ayrton, Wallace, Samir e Armero; Márcio Araújo, Canteros e Alan Patrick; Everton, Emerson Sheik e Kayke.
PENDURADOS
Canteros, Emerson Sheik, Éverton, Márcio Araújo, Alan Patrick e Paulo Victor.
FORA DE JOGO
Pará, suspenso pelo terceiro amarelo tomado domingo, Jorge, além de suspenso está a serviço da seleção olímpica, Guerrero, que, mesmo se recuperando de lesão, se juntou a seleção peruana para amistosos, além de Ederson, que se recupera de lesão muscular sofrida há uma semana.
CURIOSIDADES DO CONFRONTO
A maior goleada aplicada pelo Fla no Avaí foi em 2011, 4×0. Já a maior que tomamos foi por 3×0 na Ressacada em 2009. Detalhe: Esse jogo foi seguido de uma sequência de 10 jogos invicto e resultou no hexa.
A primeira partida entre os clubes foi em 1974, o Flamengo venceu por 1×0 com gol de Zico. O auxiliar técnico Jayme de Almeida era um dos zagueiros do Fla na partida.
FICHA TÉCNICA
FLAMENGO X AVAÍ
LOCAL: Arena das Dunas, Natal – RN
HORÁRIO: 21:00
ARBITRAGEM:
Árbitro: THIAGO DUARTE PEIXOTO (Aspirante a FIFA que Apitou Fla0x2CAM)
Aux1.: BRUNO BOSCHILIA (FIFA que auxiliou Pal4x2Fla)
Aux2.: HERMAN BRUMEL VANI (CBF-1 que auxiliou Cru1x0Fla)
TRANSMISSÃO: PREMIERE FUTEBOL CLUBE
Profissional de Educação Física, formado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará – IFCE. Pós-Graduado Lato Sensu em Educação Física Escolar pelas Faculdades Integradas de Patos – PB. Atualmente trabalha como Professor na Rede Estadual de Ensino Médio e na Docência do Ensino Superior no Instituto Educacional Ruymar Gomes. Atua com observação e preparação de jogadores de futebol de base. No Mundo Bola escreve em seu blog, Urubu Matuto e colabora na Equipe Mundo Bola Informação.
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Cena do vídeo realizado pela equipe “Portas dos Fundos”
Rivalidades são inerentes ao humano. Em verdade, não há certeza apenas se a rivalidade persistiria em sociedade de formato muito diferente.
Mas na Terra, como a coisa é, a confusão existe feito vírus de gripe. Há rivalidade entre irmãos, partidários, comerciantes, estrangeiros, em diversos níveis e implicações.
O futebol se alimenta desta rivalidade também e da maneira mais organizada e declarada possível.
Se o sujeito escolhe o time A, sabe que seu rival é o torcedor do time B, já manja o antagonismo, já tem a definição de quem odiará. Inclusive de fácil reconhecimento: seus inimigos usam uniformes de cores diferentes.
No futebol se xinga gostoso, coletivamente. Nos estádios, 50 mil pessoas podem soltar palavrão e ofender árbitro, técnico e jogador.
Nas redes sociais, escárnio, calúnia, ameaça e outras estratégias retóricas. Ninguém é de ninguém, de apocalípticos a piadistas, todo mundo atira no pescoço, no sadismo.
Tudo de maneira relativamente honesta.
Quem se ofende, numa destas rugas, não entendeu que, no futebol, tudo é fake, divertimento de doido. É o lugar legitimado pra tirar onda e se sentir gigante.
Só fica de dodói por tiração-de-onda de torcida alheia quem tem futebol como religião – e religião costuma provocar rivalidades inconciliáveis.
O vascaíno rancoroso deixa de falar com o amigo rubro-negro. O tricolor frustrado briga com o irmão, faz quizumba na família. O botafoguense chuta o cachorro, sai esmurrando parede.
O sujeito perde a noção: torcer no futebol é um divertimento, não uma ofensiva islâmica.
Torcedor que perde o senso é como o atirador no atentado de Charlie Hebdo, em Paris: não sabe fazer piada. Quem se ofende por piada, faça também sua piada reversa – e só. Não cabe sair com chilique, em nome de obsessões.
De alguma forma, o futebol catalisa e abriga um pouco os níveis de disputa e rancor dos indivíduos, deixando a sociedade levemente mais calma. Nem sempre resolve. Mas, no futebol, tranquilo é quem rivaliza sem frescura e ri dos outros e de si mesmo.
Senso de humor é um gol que só os inteligentes conseguem marcar.
Todo homem comete erros. Mas alguns deles são imperdoáveis. Reconhecer os próprios erros é uma virtude só encontrada em homens de verdade. Alguns erros não têm volta e após reconhecê-los, só resta ao homem dizer que sente muito e seguir em frente. E lidar com as conseqüências, sejam elas quais forem.
É essa temática que conduz o filme Os imperdoáveis, último faroeste de Clint Eastwood. Uma prostituta resolve fazer troça sobre o tamanho do documento de um cowboy. O sujeito, bêbado, reage retalhando o rosto dela com uma faca, com a ajuda de um amigo. O xerife da cidade alivia a punição pros dois, as prostitutas se revoltam e passam a oferecer uma recompensa pela morte deles. Começam a aparecer pistoleiros para fazer o serviço e embolsar a grana e a coisa começa a fugir do controle do xerife.
O Tio Clint não tá gostando nada desse futebol do Mengão | Imagem Reprodução
E o Flamengo nisso tudo? Bom, eu diria que não é bem o Mais Querido, mas sim aqueles que são os responsáveis por conduzir nosso barco que estão cometendo erros. Muitos acertos, sem dúvida. Quando o assunto é arrumar as finanças os Azuis já mostraram que são craques. Mas há muitos erros também. E um dos erros que a atual gestão rubro-negra comete é, em minha opinião, um daqueles erros imperdoáveis: errar na condução do futebol.
Eu e muita gente boa já dissemos que o mais primoroso trabalho de equilibrar as finanças vai pro ralo se o futebol não for bem. Claro que não aconteceu nenhuma tragédia. Mas esse é o terceiro ano seguido em que veremos o Flamengo fazendo figuração no Campeonato Brasileiro. Lógico que vou adorar queimar a língua se acontecer algo diferente, mas acho isso bem improvável.
Abram o olho, dirigentes. Esse futebol está realmente sendo bem conduzido? Trocas e mais trocas de técnicos, uma multidão de “jogadores” que não dão uma gota de sangue em campo, eliminação na Copa do Brasil para um grupo de onze homens que nem pode ser chamado de time, fora o resto. Todo mundo comete erros como já dito lá no começo do texto, mas há erros imperdoáveis. Do mesmo modo que retalhar a cara de uma mulher, não cuidar do futebol do Flamengo é um desses erros que os rubro-negros não perdoam.
A eleição está chegando e com ela chega a hora de cada um julgar se essa diretoria merece mais três anos no trono do poder. Só sei que nosso futebol não merece mais três anos como coadjuvante nacional.
Sérgio Vieira é Mengão, fã de Clint Eastwood e escreveu esse texto ao som de The Dark Side of the Moon.
No blog Saloon do Urubu, Sérgio Vieira se utiliza das temáticas faroeste como metáforas para abordar as diversas problemáticas que envolvem o clube mais popular do Brasil. Escreve também no ótimo Poeira e Pedra.
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BLOG ORRA, É MENGO!, por Gerri Rodrian: Tem coisa que só o Mengo faz por você
Creio que Recife deva ser, senão a mais, uma das cidades mais problemáticas para torcer pelo Flamengo, devido ao bairrismo excessivo do povo pernambucano (o que considero até uma virtude)… E também existe aquela velha questão de 87 que não vale nem a pena entrar em detalhes.
Porém, durante o ano todo, pelo fato de não haver muito assunto a nível nacional para os torcedores do Sport, este campeonato é lembrado constantemente e, sempre com muita bronca: principalmente pelo fato de estarmos indiferentes, pois achamos que o campeão de fato e direito somos nós. E nem discutimos.
Com este clima constante, mais um jogo do Mengão rola na Arena PE. E esse com um agravante: Havíamos sido eliminados da CB pelos eternos vices e o Sport havia goleado o Bahia na Sulamericana. Aqui na cidade o favoritismo deles era evidente. Para surpresa dos arco-íris regionais, mas nunca para nossa, o setor norte da Arena Pernambuco (área dos visitantes) estava lotada com gente sentada até nas escadas de acesso.
Que maravilha ver a Nação comparecendo em massa e mostrando que em quaisquer circunstâncias estaremos sempre apoiando. Mais interessante ainda foi ver o setor sul deles vazio. Ué?! Eles não era os favoritos? Parece que o Urubu mete medo mesmo que um pouco ferido.
Mengão em campo, torcida cantando sem parar, e logo aos 4 min. o grito de GOL!!! Que felicidade! Lembrei na hora dos amigos que vieram de Juazeiro, Petrolina, Maceió, Natal, Fortaleza, João Pessoa, Aracaju e tantos e tantos lugares do nosso querido nordeste que — sim! é flamenguista e nunca nos tirarão isso!! – e ralaram em viagens cansativas para virem ver o jogo.
Para minha surpresa, o Sport jogava de forma completamente diferente do que vinha jogando ao longo do campeonato. Mostravam medo, um time retraído. E o Mengão dominando principalmente o meio-campo. Nossa defesa apresentava-se de maneira mais sólida e, como eles estavam atrás, o pânico das jogadas aéreas que vinham nos causando tantas tristezas nas última peleja não aconteciam.
Ufa! A expulsão do lateral deles, numa jogada covarde, ligou o desespero dos caras, principalmente no vascaíno Diego Souza (se ele não for torcedor vice, tem muita vontade de ser hehehehehehe) que, para nosso delírio, estava quase sendo expulso. À partir daí o Mengão dominou completamente o jogo e poderia ter goleado (pena que Guerrero não estar presente) devido a tantos gols perdidos.
No fim, torcida gritando olé, cantando em alto e bom som que quem mandava na Arena era a Torcida do Urubu… Afinal somos os únicos invictos na Arena PE. Na terra do frevo, o carnaval começou mais cedo e dessa vez ao som do hino do Mais Querido:
Uma vez Flamengo, sempre Flamengo. Flamengo sempre eu ei de ser…
O campeão brasileiro de 87 havia ganho, mais uma vez, do campeão da taça amarela de 87.
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