Estou voltando de meu “merecido” descanso e vou logo falando de um assunto que cheguei a comentar antes.
De que adiantou o presidente Eduardo Bandeira de Mello ficar putinho, fazer beicinho e dizer que o Flamengo não iria jogar com o time titular no Cariocão 2016?
Na verdade, ele estaria prejudicando toda a torcida, porque foi xingado (e parece que também xingou e tentou partir para a agressão) pelo presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, Rubens Lopes, durante uma reunião.
Erraram os dois.
Quer dizer toda uma Nação seria prejudicada porque o presidente do Flamengo decidiu não mais frequentar a Federação e retaliar dizendo que iria entrar e campo com o time reserva.
Bastou a TV Globo, que paga uma grana alta pelos direitos do Campeonato Carioca, fazer uma pressão, que tudo mudou.
Acabou a palhaçada!
Bandeira fez beicinho, esperneou,mas teve que ceder ao poderio Global
O Mengão, ainda bem!, vai completo para o Campeonato Carioca.
Fazer algo diferente disso seria ir contra a história. Foi graças ao Carioca que o Flamengo conseguiu formar toda sua fama e construir a maior torcida do Brasil e do Mundo.
Beicinho e cara feia não resolvem nenhum problema, presidente Bandeira.
Por seus motivos pessoais você iria prejudicar um clube, que é muito mais importante que qualquer dirigente ou torcedor.
E tem mais!
O Flamengo não pode ficar de fora das assembleias da Federação. Tem que se fazer representar, votar e fazer suas propostas, senão não poderá reclamar de tudo que for decidido.
Chega de omissão!
Ou seja, Eduardo Bandeira de Mello, eu, ou qualquer rubro-negro, não são nada, diante do Flamengo!
Aliás, só somos o que somos graças ao Flamengo.
Deu para entender, Bandeira?
Se não deu, pense bem quem você era antes de cair de paraquedas e virar presidente do Flamengo.
Apenas um mero desconhecido, certo?
Me desculpem os que discordam, mas eu acho o Campeonato Carioca importantíssimo!
Paschoal Ambrósio Filho é jornalista e autor dos livros 6x Mengão, 100 Anos de Bola, Raça e Paixão e PentaTri e escreve no Blog do Paschoal, da Plataforma Mundo Bola Blogs, e no Notícias Rubro-Negras.
O Red Bull havia sido não só o primeiro, como o adversário mais difícil da competição e, de lá para cá, Zé Ricardo pôde testar algumas formações táticas e jogadores, o que imaginava-se ter feito o Flamengo evoluir a ponto de bater o Red Bull Brasil sem tantas dificuldades e se classificar para a próxima fase, mas não foi o que vimos ontem.
O jogo mais fluído, onde o Flamengo mais conseguiu criar ofensivamente, foi contra o Palmeira com Sávio e Paquetá por dentro na linha de 4 central, o que dificultou a marcação do adversário e potencializou as valências do Flamengo. Entretanto Sávio e Paquetá foram formados como meias mais ofensivos, ainda não possuem a devida pegada na marcação e, por isso, Zé Ricardo acaba optando por deixar Sávio mal posicionado como meia aberto (praticamente um ponta) e colocar mais um volante no meio para agregar mais marcação.
O objetivo da base precisa ser formar jogadores para o profissional e não ganhar competições, assim mesmo sendo mais arriscado insistiria com Sávio e Paquetá por dentro, deixando-os com pressão de marcar, sabendo que oscilariam dentro do jogo e, nos treinos, faria um trabalho pesado de marcação com eles e Ronaldo, que também precisa melhorar na roubada de bola. Entendam, não dá para treinar primeiro e colocar em prática depois, pois o sub-20 está sempre competindo em alguma coisa e você não treina uma formação durante a semana e usa outra no jogo.
Dito isto, vamos a escalação de ontem e como ela afetou o jogo do Flamengo dentro da evolução que podemos ver durante a competição.
Thiago – Thiago Ennes, Léo Duarte, Denner, Arthur – Ronaldo – Kleber, Trindade, Paquetá, Cafu -Felipe Vizeu
De cara vemos que Sávio começou no banco por opção do treinador, que colocou Kleber, lateral que está vindo do juvenil, mas que atua bem como ponta. Apesar de ser baixo, tem velocidade e não é tão frágil, tem habilidade para chegar a linha de fundo e cruzar, mas não tem instinto de atacante e não aparece muito na área.
No meio vemos novamente Trindade, volante mediano que consegue ser bem regular em todas as suas participações, mas entre os problemas que possui destaco a péssima dinâmica em campo, não volta para ajudar Ronaldo na saída de bola e cria pouco, erra muitos passes perto da área quando é necessário um pouco mais de técnica, visão de jogo e timing.
Com esses dois jogadores em campo podemos ver um Felipe Vizeu um pouco mais isolado com os pontas Cafu e Kleber não se aproximando tanto do centroavante, nem entrando muito na área, apesar do Cafu ainda ser bem mais ofensivo que Kleber. Além disso, Paquetá foi “elevado” a armador do time e passou a receber muitas bolas de costas pro gol, o que não é a dele, então acabava perdendo lances por não conseguir girar e não ter em Trindade alguém com quem pudesse tabelar para facilitar esse movimento.
Sem alguém para encostar na linha de defensores e facilitar a saída de bola diante da marcação adiantada e sob pressão do Red Bull, o chutão era a principal forma de saída de jogo do Flamengo, Ronaldo inclusive lembrou muito Canteros com uma série de lançamentos e passes longos errados, pois assim como o argentino não tinha opções simples de passe, os companheiros não se deslocavam pra sair da marcação obrigando-o a arriscar passes mais complexos e longos, o que potencializa as chances de erro.
Somemos todos esses problemas com um gramado pesado pela chuva forte que caía desde antes da partida começar, o que dificultava a maior arma dos dois times: contra-ataques muito rápidos. Apesar de não haver grandes poças em campo, a condução de bola era difícil e exigia mais passes curtos e movimentação, algo que nenhum dos times soube fazer no 1° tempo deixando o jogo muito truncado no meio, um tanto faltoso e sem chances muito claras de gol.
Os destaques do 1° tempo também foram sintomáticos da partida ruim que o Flamengo fazia: Thiago, que havia feito algumas boas defesas, Léo Duarte bem na cobertura dos volantes nos contra-ataque, além de Thiago Ennes mais uma vez sendo muito consistente na defesa e no apoio, inclusive foi elogiado algumas vezes durante a transmissão.
No 2° tempo os dois times estavam mais cansados, havia mais espaço na marcação e podemos ver o jogo fluir mais em ambos os times. Thiago novamente apareceu fazendo defesas importantes, no meio Paquetá teve mais espaço para criar e se mover, Vizeu começou a aparecer mais em campo e Zé Ricardo percebeu o bom momento para mexer no time.
Mal o treinador havia tirado Trindade para pôr Sávio, Ronaldo lançou primorosamente Cafu, que fez bela jogada e cruzou na medida para Sávio completar pro gol dentro da pequena área. A vantagem no placar inicialmente gerou um bom momento de volume de jogo e busca da ampliação da vantagem, mas logo a vontade e determinação do Red Bull fez o time recuar e se manter entrincheirado, esperando chances de contra-ataque.
O lado mais forte do Red Bull era em cima da esquerda do Flamengo, onde Cafu –sempre acima do peso – não conseguia acompanhar o lateral ou ajudar na marcação e ainda havia o improvisado Arthur, volante de origem, como lateral esquerdo. Toda hora que o Red Bull recuperava a bola jogavam na nossa esquerda e um dos adversários sempre chegava a linha de fundo para cruzar passando com facilidade por Arthur.
Zé Ricardo então trocou Cafu de lado, tirou Kleber e colocou Patrick, que é um bom ponteiro, mas que pouco ajudaria na marcação. Naquele momento seria mais interessante colocar o lateral Michel que é muito veloz, apoia muito bem na frente e ajudaria Arthur dobrando a marcação no setor.
O Flamengo não conseguia sair bem com a bola e encaixar bons contra-ataques ou manter a posse no meio do campo pesado, a postura muito conservadora de não querer sofrer gol para passar de fase deixando que da metade para o fim do 2° tempo víssemos um ataque contra defesa muito ruim. Zé Ricardo, reforçando até esse pensamento dos meninos colocou Lincoln, zagueiro de origem, no lugar de Paquetá no meio para fechar ainda mais o meio campo e segurar o magro 1 a 0.
A classificação nos fez passar de fase com a 2ª melhor campanha da competição, o que pode facilitar a passagem para a próxima fase mesmo em caso de derrota pelo regulamento prever que o time de melhor campanha eliminado avance para completar os 8 classificados. O próximo adversário é o Bahia e, dali para frente, os adversários sobem muito seu grau de dificuldade, então é fundamental que Zé Ricardo perceba os problemas que estão impedindo o time de continuar evoluindo no jogo coletivo, o que limita o rendimento individual até de bons jogadores como o Ronaldo.
No dia 20 de dezembro de 2015, Luiz Altamir conquistou o índice olímpico e vai representar nos 400m Livres o Flamengo na Olimpíada mais importante da história brasileira.
Luiz Altamir conquista o índice no Troféu Brasil Open. Foto: Satiro Sodré / SSPress / CBDA
Após um déficit de 14,5 milhões de reais apenas em 2012, ainda em dezembro daquele ano a nova diretoria eleita há poucos dias anuncia o fim da equipe profissional de natação do clube. Apesar de deixar claro que não deixaria de investir nas categorias de base e em infra-estrutura.
Em março de 2013 foi a vez das equipes de ginástica e judô. A notícia foi amplamente explorada, quase sempre com um viés negativo. Como se o clube estivesse matando a tradição olímpica rubro-negra. Na visão de alguns o Fla cometia um crime inafiançável, mesmo para quem não tinha condições de pagar em dia os salários dos atletas.
Diego Hypolito, um dos maiores ginastas brasileiros, não digeriu bem a coisa. E chegou a falar de perseguição política.
“Achei isso uma falta de respeito. Não tem como dizer que não há dinheiro. Foi uma falta de respeito e de consideração que não tem tamanho por parte da nova presidência. Isso é uma retaliação à Patrícia Amorim” – declarou Diego ao GloboEsporte.com, assim que ficou sabendo da dispensa.
Alexandre Póvoa mostrou estatura, agiu como um líder que sabe que “consideração” é uma piscina que não vaza 500 mil reais e pode a qualquer hora afundar; e um dojô adequado, não aquela sauna com goteiras onde os lutadores treinavam.
O parque aquático Fadel Fadel estava visivelmente aquém dos ótimos César Cielo, Joanna Maranhão, Nicholas Reis, entre outros nadadores de elite. Que sequer treinavam no clube. Cielo ganhava 100 mil reais por mês e aparecia no complexo raramente, e sempre como um compromisso mais afeito ao marketing do que ao esportivo.
O que é ser sério? É manter a estrutura anterior e ficar três meses sem pagar esses atletas? Isso é apoiar o esporte olímpico? Manter uma equipe de natação com uma piscina vazando e gerando uma conta de R$ 500 mil é ser sério? Deixar os atletas do judô treinando em um espaço quente e com goteira é apoiar o esporte? Apoiar é ser sério, se reestruturar, pagar em dia, voltar a pagar os impostos para ter direito a leis de incentivo e questionar a estrutura dos esportes olímpicos do Brasil. E o Flamengo vai questionar o motivo para ter uma parcela tão pequena de um bolo que a gente sabe que é grande – disse em coletiva na ocasião, o VP de Esportes Olímpicos.
Ontem consegui o ÍNDICE OLÍMPICO nos 400 m livre,só tenho a agradecer a todos os envolvidos nessa… https://t.co/SzvFiJBSGc
Nascido em uma família de nadadores, no Flamengo desde os 15 anos, Luiz Altamir se torna o símbolo da nova natação do Flamengo, que deixou de perseguir medalhões para investir na Base e criar seus próprios ídolos. Com o
O Mundo Bola conversou com atleta após coletiva na Gávea, na terça-feira (12/01).
Começo
Minha história começou quando eu tinha um mês de vida. Minha mãe simplesmente me mergulhou, depois me mudei pra Fortaleza e com um ano eu já sabia nadar. Depois pratiquei futebol, judô, sem nunca deixar de nadar. Sempre fui muito fanático por esportes. Como minha família toda é de nadadores, naturalmente eu fui me concentrando mais nas competições da natação.
Conquistas
Com 13 anos eu ganhei meu primeiro Brasileiro, conseguindo medalha de ouro e recorde. Sempre com muita dedicação, muito trabalho os resultados continuaram a aparecer e aí eu cheguei no Flamengo.
Altamir ganhou o Individual de melhor atleta do Troféu Julio de Lamare Junior, o seu último. Foto: Flamengo/Eduardo Fonseca
O Flamengo
Devo ao Flamengo minha formação como atleta e como homem. Quando eu cheguei aqui eu era um garoto. Não tinha experiência de nada, inocente mesmo. Hoje eu sei lidar com pressões, por ter vivido aqui no Rio sem meus pais eu aprendi a me virar a não ser dependente. Sou eu que preciso cuidar de mim. Claro que a saudade foi dolorosa, mas aprender a lidar com ela foi importante. Não ttinha mais mamãe e papai para arrumarem o quarto, lavar louça, roupa e resolverem tudo pra mim (risos).
Treinamento
Nunca deixei de treinar no Flamengo. Mesmo quando a piscina principal foi fechada. Não tem nada a ver com condições. Tem a ver com você querer algo, sabe? O quanto você quer alguma coisa. E com certeza os profissionais que trabalharam comigo, que foram e são importantes. O Eduardo Pereira e o Fernado Pereira, que são meus técnicos e todas as pessoas envolvidas, o trabalho de muita gente foi fundamental para esses 3m50s32.
Pouco depois da minha chegada houve a saída dos atletas. Acabaram com a equipe mas a Base vem crescendo cada vez mais. Hoje os atletas mirins e petizes estão ganhando campeonatos. Isso é muito importante para o Flamengo.
Exemplo próximo
Estou sempre aqui. E o legal é que para eles eu sou alguém para se espelhar. E isso volta como motivação pra mim! Às vezes eu treinando no sábado de manhã e eu via que as crianças — nadadores do mirim, infantil — paravam em frente à minha raia, e outras pessoas também, os pais… Ficavam assistindo o meu treino. Eu acho muito legal. Isso pode mostrar na prática que os que estão iniciando podem conseguir também chegar, buscar o espaço que eu venho conquistando assim, com muito trabalho. Todos percebem que eu dou 100% nos treinos. E agora com a Myrtha vai ser sensacional pra todo mundo.
Luiz Altamir, quero fazer um agradecimento público. Você sempre esteve conosco. Acreditou no Flamengo e hoje teve esse esforço recompensado. Você hoje é um catalizador. A nossa natação, nossa Escola de Esportes Sempre Flamengo tem em você um exemplo. E com a piscina vamos voltar a formar grandes atletas
Alexandre Póvoa
Diogo Almeida faz parte da Equipe Mundo Bola Informação. Twitter: @DidaZico
Diferente da semana passada, essa semana não foi com novidades muito positivas. Tivemos o anúncio da possibilidade do Flamengo usar o estádio Ítalo Del Cima, em Campo Grande. Outro assunto muito debatido foi a nota oficial emitida pelo Flamengo no dia 8 em que informava a escalação do time principal no Campeonato Carioca e não poderia deixar de falar um pouco sobre contratações, mas não estou sozinho, Nivinha resenha comigo como a primeira convidada do Vlog.
Dá um confere aí no terceiro vídeo do Vlog do Poeta
Thiago: Fez defesas importantes e salvou o time da derrota em vários lances, porém rebateu bolas aparentemente fáceis. NOTA 7.
Thiago Ennes: Limitado no ataque, teve que jogar mais preso atrás para proteger seu lado na defesa. Sofreu com as investidas do RB Brasil e teve que “jogar feio” em muitos lances. Mas supriu a necessidade e fez grande partida. NOTA 8.
Léo Duarte: Mais uma boa partida do capitão Rubro-Negro. Fez antecipações, cortes por cima e foi firme em vários lances que poderiam trazer perigo pro Sub-20 Rubro-Negro. NOTA 8.
Denner: Partida regular. Não tem o mesmo nivel técnico do seu parceiro de zaga. Em um lance no final do jogo, quando já estava 1-0 pro Fla, bateu cabeça com Ronaldo e colocou o RB em chances claras de empatar a partida. Sorte que o jogador adversário não finalizou corretamente. Além de cometer faltas bobas próximas a área. NOTA 5.
Arthur Bonaldo: Também espremido pelas jogadas pelos lados do Red Bull, não produziu o futebol outrora visto ofensivamente. Quando pôde se arriscou mesmo assim. Mas teve boa atuação defensivamente. NOTA 6,5.
Ronaldo: Partida abaixo do que vinha jogando na competição. Errou lançamentos, bateu cabeça com Denner em lance que quase deu no empate do adversário. NOTA 5.
Trindade (saiu para Matheus Savio): Não fez bom jogo. Pouco auxiliou no ataque e errou muitos passes. NOTA 5.
Paquetá (Saiu para Lincoln): Fez seu jogo característico. Com muita disposição e muita dinâmica entre defesa e ataque, o camisa 11 foi um dos melhores do Fla na partida. Não foi muito produtivo no ataque, mas contribuiu bastante pro desempenho da equipe. NOTA 6,5.
Kleber: Tomou a vaga de titular do Matheus Sávio, mas não deve passar desse jogo. Além do gol da classificação do camisa 10, Klebinho não jogou bem. Errou muitos passes, e pouco apareceu pro jogo. NOTA 4,5.
Cafu: No jogo jogado, pouco fez. Mas quando fez, foi decisivo com um passe espetacular de trivela para o gol de Sávio. Convenhamos, 90% do gol foi dele. NOTA 6,5.
Felipe Vizeu: Não foi uma das melhores noites do nosso centroavante. Ele brigou, correu, mostrou a disposição de sempre, mas não foi bem na posição dele, na área. Tudo bem que a bola não chegou como se espera. O nosso camisa 9 levou perigo ao gol adversário somente com chutes de média distância. NOTA 6.
Zé Ricardo: Promoveu a entrada de Kleber no lugar de Matheus Savio e não surtiu efeito, embora o camisa 10 não viesse de boas partidas, estava sendo efetivo e marcando seus gols. No segundo tempo foi obrigado a voltar com o meia titular e a mexida deu certo. No final, fechou o time de forma precoce e passou sufoco com a equipe excessivamente recuada. Pelo que conhece do time e sua competência, esperava-se mais do Flamengo hoje. NOTA 6.
https://www.youtube.com/watch?v=D_ZRRbi3j5I
Matheus Savio: Entrou no lugar de Trindade e mostrou que merece ser titular do time. Mesmo não fazendo uma grande copinha em termos técnicos, tem feitos gols e sido um importante líder dentro de campo. Se movimentou bastante e poderia ter até ajudado mais a segurar a bola no ataque. NOTA 7,5
Patrick: Entrou no lugar do apagado Kleber para dar dinâmica ao time em chances de contra ataque, mas não surtiu muito efeito, já que a pressão do RB Brasil não permitia avanços em velocidade do Mengão. NOTA 6.
Lincoln: Entrou na lugar do Paquetá pra fechar a defesa no finalzinho e jogou pouco. Sem nota.
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Raony Furtado e Hesley Menezes fazem parte da equipe Mundo Bola Informação
Estrela de Matheus Sávio brilha, e ele sai do banco de reservas para dar a classificação ao Fla
Ainda bem que ele começou no banco! Quando começou a 47° edição da principal competição de base do país, a Copa São Paulo de Juniores, uma das grandes promessas da equipe do Flamengo era o camisa 10 do time, Matheus Sávio. Ele não teve bom desempenho nos primeiros jogos da competição e acabou indo pro banco de reservas.
Mas não adianta, ele tem estrela. Na noite desta quinta-feira (14), em Mogi das Cruzes, no estádio Nogueirão, a estrela do garoto brilhou e ele fez do que dele se espera. Marcou o único gol do jogo, responsável direto pela classificação do Flamengo às oitavas de finais do torneio.
O JOGO
A bola mal rolou e antes mesmo do primeiro minuto de jogo, o Flamengo já chegava bem com a bola passando perigosamente em frente a meta do gol do Red Bull por duas vezes. A resposta da equipe de São Paulo veio aos 8 minutos, quando o Fla saiu jogando errando na defesa, e a bola sobrou pra Gabriel arriscar de fora da área. Thiago preferiu fazer uma defesa mais segura e espalmou pro lado, dando o rebote pro time do RB, que conseguiu o escanteio. Na cobrança do corner, Matheus Garrido subiu sozinho e cabeceou pra fora.
Depois de um jogo mais estudado nos primeiros 15 minutos com o time do Flamengo mais recuado, as duas equipes tentaram se soltar um pouco mais e partir pra um jogo franco. Porém ambas as equipes chegaram com perigo somente com chutes de média e longa distância. Aos 16, Vizeu brigou com a defesa adversária e conseguiu bonito chute de direita, assustando o goleiro Felipe. Aos 19 minutos foi a vez do Red Bull testar o goleiro do Flamengo. Alisson recebeu pela esquerda, limpou a marcação e mandou pro gol. Sem muito perigo.
O jogo continuava pegado, muita marcação e pouca inspiração na criação das jogadas. Depois do longo atendimento ao zagueiro Denner, que se chocou com o adversário e já caiu no chão com muito sangue no rosto, o jogo ficou mais morno ainda. Chance de gol somente aos 32 minutos, quando a defesa do Fla deu mole, e Garrido cruzou a bola pra área, Gabriel apareceu sozinho cara a cara com Thiago, mas mandou pra fora. O Fla não jogava bem, apostava em chutões e lançamentos errados. Estilo de jogo totalmente diferente do que vinha apresentando na competição.
As melhores chances continuavam sendo do Red Bull. O Flamengo não trabalhava a bola, vivia de chutão dos zagueiros e goleiro. A bola não parava no ataque. E assim continuou até o apito que encerrava o péssimo primeiro tempo.
Na volta do intervalo, a equipe paulista voltou melhor e quase o abriu o placar logo aos 2 minutos da etapa final. Em boa descida pela esquerda, Hiago apareceu livre e chutou cruzado pra bela defesa de Thiago, no rebote, Márcio tentou o gol e a bola foi lentamente em direção à trave. A bola ainda sobrou pro Hiago tentar nova finalização, que conseguiu arrumar apenas o escanteio. No minuto seguinte, Thiago foi obrigado a trabalhar de novo, dessa vez pela direita em chute rasteiro de Márcio já dentro da área. A equipe do Red Bull era mais perigosa.
A resposta do Flamengo veio aos 10 minutos com Cafu. Foi a vez do goleiro Felipe brilhar. Depois do arremesso lateral em direção a área, Felipe Vizeu raspou na primeira trave e a bola sobrou na marca do pênalti pra Cafu finalizar de primeira e obrigar o goleiro do Red Bull a fazer grande defesa.
O GOL E A ESTRELA
Sacado pelo técnico Zé Ricardo, Matheus Sávio mostrou porque é uma das promessas da base rubro-negra. Ele tem estrela! Aos 15 minutos, ele entrou no jogo no lugar do Trindade e abriu o placar pro Mengão.
A jogada foi bonita! Cafu recebeu lindo lançamento de Ronaldo pela esquerda, dominou no peito, colocou a bola no chão, levou em direção a linha de fundo e cortou pra dentro. Na hora de cruzar, abusou do recurso e meteu lindo passe de trivela. Matheus Sávio se projetou em direção da bola e só escorou pra marcar um belo gol aos 18 da segunda etapa. 1×0 Mengão e um pé na próxima fase da competição.
DÉJÀ VU
Mogi das Cruzes, noite, chuva, Flamengo 1×0 Red Bull. Assim como na estreia dos 2 times na copinha, o Flamengo entrou como favorito no jogo. Mas não foi bem o script do jogo. O Red Bull deu trabalho, jogou de igual pra igual, mas quem abriu o placar do jogo foi o Flamengo. E tal igual ao primeiro jogo, o Flamengo recuou e a equipe de São Paulo encurralou o Flamengo em busca do empate. Mas a equipe Rubro-Negra se comportou bem defensivamente e teve ótima noite do seu goleiro Thiago, que evitou que o jogo fosse para os pênaltis com defesas seguras.
FICHA DO JOGO
Flamengo 1 x 0 Red Bull Brasil
Local: Estádio Nogueirão- Mogi das Cruzes
Data: 14 de janeiro de 2016
Horário: 21h
Flamengo: Thiago, Thiago Ennes, Léo Duarte, Dener e Michael; Ronaldo, Trindade (Matheus Sávio), Paquetá (Lincoln) e Kleber (Patrick); Cafu e Felipe Vizeu. Técnico: Zé Ricardo
Red Bull Brasil: Filipe; Lucas Xavier (João Pedro), Lucas Camilo, Garrido, Igor; Gabriel, Pedrinho (Divino), Marcio (Júlio) e Hiago; João Gabriel e Alisson.
Confira a Nota Oficial emitida pelo presidente da entidade esta noite:
A Primeira Liga já está funcionando com toda a força em 2016. Sua primeira edição, organizada por seus membros sob o formato de torneio amistoso, começa no dia 27 de janeiro. Na organização da tabela houve a preocupação de evitar qualquer conflito com os jogos de campeonatos estaduais.
A Liga cumpre todos os processos de regularização e os requisitos do Estatuto do Torcedor, além de ter total capacidade para organizar o campeonato. Nesta quinta-feira (14.01) ocorreu uma reunião no Rio de Janeiro em que se estabeleceu uma colaboração entre Liga, Clubes e Federações para preencher todas as exigências para dias de jogo.
A CBF e os clubes participantes estão em movimento harmônico para que, em 2017, o torneio esteja no calendário oficial do futebol brasileiro.
Confira a tabela oficial do campeonato:
Primeira Rodada
27.01.2016
Criciúma x Cruzeiro
Fluminense x Atlético PR
Atlético-MG x Flamengo
Internacional x Coritiba
28.01.2016
América MG x Figueirense
Avaí x Grêmio
Segunda Rodada
06.02.2016
Figueirense x Atlético MG
06.02.2016
Grêmio x Coritiba
17.02.2016
Cruzeiro x Fluminense
Internacional x Avaí
Flamengo x América MG
18.02.2016
Atlético PR x Criciúma
Terceira Rodada
02.03.2016
Atlético MG x América MG
06.03.2016
Grêmio x Internacional
09.03.2016
Flamengo x Figueirense
10.03.2016
Coritiba x Avaí
Fluminense x Criciúma
Cruzeiro x Atlético PR
Semifinais
23.03.2016 e 24.03.2016
Final
31.03.2016
OBS: Os locais e horários das partidas serão comunicados em breve.
Em jogo eletrizante no primeiro tempo, Flamengo marca três gols e derrota a equipe paulista
O Corinthians não foi páreo para o Flamengo! Com gols de Lázaro, Yuri e Lucas Gabriel, o Mengão começou com o pé direito a Copa Brasil Votorantim. Os cinco gols da partida foram marcados no primeiro tempo. O Flamengo saia na frente e o time paulista empatava, até que aos 28 da primeira etapa, Lucas Gabriel fez o terceiro gol rubro-negro. No segunda etapa o Mais Querido soube se comportar em campo e não correu muitos riscos, conseguindo assim, segurar o placar. O próximo adversário do Flamengo é o Vitória. O confronto entre os rubro-negros acontecerá no próximo sábado, às 10h, também no Estádio Municipal Domenico Paolo Mitideri.
O JOGO
Com um início arrasador, o Fla não deu chances para o Corinthians. Logo no primeiro minuto de jogo o goleiro Allan foi obrigado a fazer uma grande defesa e evitar o gol da partida. O Fla continuou pressionando e foi premiado pela sua insistência. Lázaro pegou o rebote no escanteio e mandou pra dentro da rede corinthiana. O árbitro do jogo, deu o gol para Yuri, mas o próprio jogador, no final da partida, admitiu que foi o companheiro quem marcou.
Em desvantagem, o time do Parque São Jorge teve que sair mais para o jogo, em uma de suas subidas ao ataque quase igualou o marcador, mas o goleiro João Fernando, com a mão trocada, evitou. Como nem sempre é possível fazer milagres, após mais uma bola levantada na área pelo Corinthians, Andrey marcou de cabeça e deixou tudo igual. O gol deu mais confiança aos paulistas que equilibraram a partida.
O Mengão não se abateu com o gol sofrido e Yuri, aos dezoito minutos fez um golaço. Em um lande de pura habilidade, o meia atacante recebeu a bola, ameaçou o chute, deixando o seu marcador no chão, e chutou no canto de Allan. Fla na frente novamente.
Golaço do menino Yuri, o grande destaque da partida. Reprodução: GE
O jogo estava agitado e o Corinthians não demorou muito para empatar novamente. Após uma confusão na área Flamenguista, um jogador do time paulista foi derrubado. O árbitro não teve dúvidas e marcou a penalidade, que foi convertida por Petros. Enganou-se, portanto, quem achou que o jogo iria empatado para o intervalo. Lucas Gabriel colocou o Fla na frente mais uma vez.
Perdendo o jogo, não restava outra alternativa ao Corinthians que não fosse correr atrás do prejuízo. Apesar da pressão no início da segunda etapa, o placar não se movimentou. Incluise, o Fla esteve mais perto de fazer o quarto gol, do que o Corinthians de chegar ao empate.
FICHA TÉCNICA
Flamengo 3×2 Corinthians
Local: Estádio Municipal Domênico Paolo Mitidieri- Votorantim/SP
Data: 14 de Janeiro de 2016
Flamengo: João Fernando; Braian, Luan, Lucas e Italo; Dhouglas, Lucas Gabriel, Yuri e João Vitor Gomes; Lucas Tavares e Lázaro
Dominicano analisa sua estreia com a camisa rubro-negra e conta porque veio defender o Orgulho da Nação
Ramon fez sua estreia ontem com a camisa do FlaBasquete (Foto: Raphael Bózeo/ Macaé Basquete)
Em sua estreia, na vitória por 85 a 69 contra o Bauru, o dominicano Ronald Ramon jogou dezoito minutos anotando 8 pontos, 2 assistências e pegando 3 rebotes, partida muito boa para quem estava sem jogar desde o Campeonato Paulista 2015, no fim do ano.
Após a partida, o Mundo Bola bateu um papo exclusivo com o novo camisa 10 do FlaBasquete. Confira:
Chegada ao Flamengo:
“Na verdade, estava quase fechado para eu ir para a Venezuela, já estava com contrato em mãos, estava para assinar. Aí teve a ligação do Flamengo falando que estavam interessados em mim. Então foi uma decisão rápida, também porque minha família conhece o Brasil, sabemos que tipo de time o Flamengo é, a tradição que tem, tem um time bom para chegar na final é ser campeão, então foi uma decisão fácil.”
Torcida:
“Sempre joguei aqui com ginásio lotado do mesmo jeito, só que estava do outro lado. Foi uma experiência muito boa fazer parte do time, ver como a torcida realmente recebeu todo mundo e me senti muito bem.”
“Sabemos, na verdade, a torcida faz a gente saber, que quando entramos na quadra não é só para jogar, é para vencer. Quando se coloca a camisa do Flamengo, você sabe que tem que entrar e tem que ganhar. Essa é a pressão que nós temos, mas é uma pressão boa, pois você sabe o que quer (ganhar)”
Avaliação da partida e de sua atuação:
“Estamos jogando muito fechados (unidos), o time está fechado, jogando junto, movimentando bem a bola e temos um foco muito grande. Então isso funcionou muito fácil para mim pois eles me integraram no grupo desde o primeiro dia que cheguei”
Avaliação para o resto da temporada:
“Todo time pode melhorar, e fizemos uma boa partida, mas a gente sabe que temos uma longa temporada. Tem Liga das Américas que vem por aí, então temos que colocar esse jogo para trás, pois jogamos bem mas é só um jogo e tem muita coisa pela frente. Então vamos seguir melhorando, ver o que erramos, pois todo jogo tem erro só que com uma diferença (de pontos) assim, você quase não vê nada de errado, só no vídeo, mas a gente vê e busca melhorar para frente”
Partida contra Franca (Sábado às 17h30):
“Temos que entrar com o mesmo foco, sabemos que hoje foi um jogo muito bom mas temos que deixar para trás e tentar melhorar um pouco mais”
Muricy assumiu o Flamengo em dezembro e começou a pré-temporada em janeiro com treinos táticos e físicos, tendo nos últimos dias feito 2 coletivos e um jogo treino mantendo não só o mesmo esquema de 2015 como boa parte da escalação. A estratégia de partir de algo que os jogadores conhecem e aproveitando o entrosamento pode ser um facilitador para buscar soluções para os problemas da última temporada.
Titulares: Paulo Victor – Rodinei, Wallace, Juan, Jorge – Arão, Alan Patrick, Márcio Araújo – Éverton, Guerrero, Emerson
Reservas: Muralha – Pará, César Martins, Antônio Carlos, Chiquinho – Canteros, Jajá, Jonas – Thiago Santos, Baggio, Gabriel
Jogadores trabalhando a parte:
Ederson, Cirino, Arthur Henrique e Nixon: Não possuem lesão, mas seguem fazendo trabalho físico individualizado para prevenção de lesões.
Mancuello: Como ainda teria que voltar a Argentina para obter o visto de trabalho, fez treino físico, viajou e chegou ontem. Hoje ainda faz trabalho físico, mas deve se juntar aos trabalhos de campo nos próximos dias.
O jogo contra o Tigres foi como todo jogo treino, burocrático a maior parte do tempo, ninguém chegando mais duro ou marcando com mais intensidade. Assim, não dá para cravar absolutamente nada por enquanto, apenas tentar entender como será o desenho do Flamengo em 2016.
O esquema tático e dinâmica do time não mudou muito, algumas vezes a primeira linha mantinha-se com 4, por outras os laterais subiam e Márcio Araújo ficava mais fixo entre os zagueiros. Nas pontas a inversão de lado de Éverton, que passou para a direita enquanto Emerson continuou na esquerda, onde mais atuou em 2015.
A maior diferença no meio está nas características de movimentação de Canteros e Arão. Enquanto o argentino prefere armar de trás e evoluir com tabelas e triangulações, o novato que ganhou a titularidade gosta de conduzir a bola e sobe muito ao ataque, algo que pode deixar a defesa um pouco sobrecarregada contra adversários que tenham ímpeto de atacar, o que não foi muito visto hoje.
Rodinei mostrou bastante velocidade, o que permite bom entrosamento com Éverton e Arão, todos corredores, deixando o lado direito bem rápido. Não era incomum perceber Rodinei ou Éverton chegando bem antes da marcação na linha de fundo, o problema é que poucas vezes acertaram cruzamentos ou jogadas ofensivas.
Já a esquerda tem a dupla Jorge e Emerson muito bem entrosada, correm menos e produzem mais graças a combinação de técnica, experiência e visão de jogo que os fazem “correr certo” e encontrar os espaços, não à toa foi por ali que surgiram os 2 gols do jogo, ambos em finalizações de Sheik.
Um destaque negativo foi o excesso de toques próximo da linha central de campo, o time continua cozinhando muito mais o jogo que tentando criar, como se esperando abrir um espacinho na lateral para algum dos velocistas correrem com a bola tentando um cruzamento de qualquer jeito. Praticamente nada foi criado pelo meio, em parte pela péssima partida de Alan Patrick, em parte pela falta de capacidade de criação dos volantes Márcio Araújo e Arão.
Guerrero: Sem gols mas bem. Foto Flamengo
Guerrero não fez gol, pouco finalizou e nem tocou tanto na bola, mas fez um importante trabalho de pivô e também abrindo espaço ao atrair a marcação –sempre 2 ou 3 jogadores do Tigre – para o ponto oposto da jogada. Esses espaços foram muito bem aproveitados por Sheik e nem tanto por Éverton, que não costuma centralizar tanto e continua finalizando muito mal.
A partir de declarações de Tata – auxiliar de Muricy – e até de interpretações de Rodrigo Caetano e Godinho de que Mancuello é meia, uma substituição esperada para os próximos jogos é a troca de Alan Patrick pelo argentino. Assim quando Ederson ficar apto a jogar, provavelmente o jogador sacado será Éverton.
No segundo tempo houve a troca de todo o time do Flamengo e os reservas foram a campo com a mesma formação do time titular, mas um estilo de jogo um pouco diferente. Houve muita velocidade dos pontas, criaram até mais chances de gol, mas não marcaram nenhum.
Como Pará e Chiquinho não possuem a mesma intensidade e qualidade dos laterais titulares não subiam tanto para jogar com os pontas, em muitos lances Thiago Santos partia sozinho cercado por 2 ou 3 marcadores e perdia a bola. Gabriel se movimentou um pouco mais, por vezes caindo para o meio tentando ajudar Jajá pela esquerda, também apareceu um pouco mais na área que Thiago Santos.
Baggio é rápido e finaliza bem, mas como não tem o nome de Guerrero e nem a mesma estatura para aproveitar cruzamentos, não recebia a mesma atenção na marcação então não abria espaços na defesa com seus deslocamentos, tornando a defesa mais difícil de ser batida.
O meio teve um Jajá que se movimentou mais, porém produziu tanto quanto Alan Patrick. Muito mal no jogo, burocrático nos passes, a ponto do time deixar de procura-lo tanto para acionar mais Canteros, que tentou organizar o jogo de trás pelo meio, ajudando na saída de bola e conseguindo algumas boas jogadas com Thiago Santos e Baggio.
A defesa não foi muito exigida em nenhum dos dois tempos, um ou outro ataque bem abafado, não dá para julgar muito, mas nada indica que Muricy pretenda tirar a titularidade de Paulo Victor.
Por enquanto, tudo aponta para a continuidade do 4-3-3 como esquema tático do Flamengo em 2016, mas como a diretoria ainda está em negociações com alguns jogadores e como Muricy ainda conhecerá melhor as peças que estão chegando de fora, não descarto uma adaptação para o 4-1-4-1, principalmente se o trabalho com a Exos for bem-sucedido como se espera e deixe Ederson apto a jogar toda a temporada.