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  • Presidente da Conmebol publica mensagem de apoio ao Flamengo

    Nesta quarta-feira (17), Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol, publicou uma mensagem de apoio ao Flamengo antes da grande final da Copa Intercontinental contra o PSG.

    Quer o mundo de novo! Flamengo divulga vídeo para embalar final contra PSG

    Em postagem na rede social “X”, o paraguaio desejou sorte ao Rubro-Negro para a decisão e destacou a importância do espírito sul-americano para o duelo contra os franceses.

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    O dirigente compartilhou uma montagem de Arrascaeta e Bruno Henrique, no deserto do Catar, chegando ao estádio Ahmad Bin Ali com a taça da Libertadores.

    “Vamos, Mengão! Que a garra e a paixão sul-americana se destaquem nesta grande final. Todo nosso apoio e os melhores desejos para somar uma taça a mais para a América do Sul. Acreditar Sempre!”, disse o presidente da Conmebol.

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    ‘Injusto’: presidente da Conmebol critica novo formato do Intercontinental

    Em entrevista à “GeTV”, Alejandro Domínguez reclamou do atual formato da Copa Intercontinental. Antes, o campeão da Libertadores disputava apenas dois jogos: semifinal, final ou disputa pelo terceiro lugar. Agora, os sul-americanos disputam três duelos.

    Para chegar à final, o Rubro-Negro precisou enfrentar o Cruz Azul-MEX, pelo Derby das Américas, e o Pyramids-EGI pela Challenger Cup (contra o campeão da África, Ásia ou Oceania). Para presidente da Conmebol, o modelo do torneio é injusto.

    “Eu considero que o caminho do Flamengo, do campeão da Libertadores, para chegar à final é muito mais longo. E até diria injusto. Dito isso, o Flamengo fez uma grande campanha em um prazo curto e tem tudo para acreditar que amanhã pode ter mais uma taça”, afirmou o paraguaio.

    O Mais Querido enfrenta o PSG nesta quarta-feira, às 14h (horário de Brasília), em busca do bicampeonato mundial. Sem desfalques, Filipe Luís deve escalar a seguinte equipe contra os franceses:

    Rossi; Varela, Léo Ortiz (Danilo), Léo Pereira e Alex Sandro; Pulgar, Jorginho e Arrascaeta; Carrascal, Plata (Cebolinha) e Bruno Henrique.

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  • Rayan negocia com equipe da Premier League

    O atacante Rayan é o jogador do Vasco que mais chama atenção no mercado da bola, e com isso está despertando interesse de diversas equipes do futebol europeu.

    Vasco faz oferta por meia colombiano do Monterrey

    Já sondado pelo Barcelona, o jogador agora tem um novo interessado: o Crystal Palace, da Inglaterra. A informação foi divulgada por Bruno Andrade, da ESPN.

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    Rayan na mira da Premier League

    De acordo com apuração da ESPN, o Crystal Palace está de olho em Rayan e já fez um contato inicial com o Vasco para saber mais informações sobre o atleta. O próximo passo do clube inglês será enviar uma proposta oficial pela compra do atacante de 19 anos.

    A ideia do Crystal Palace é deixar a negociação com o Vasco encaminhada e fechar a transferência do jovem jogador no meio do ano, em junho de 2026, durante a janela de transferências de verão na Europa.

    Recentemente, Rayan renovou com o Vasco até dezembro de 2028 e ampliou a multa rescisória para 80 milhões de euros, cerca de R$ 517 milhões.

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    Outro time europeu interessado em Rayan

    Além do Crystal Palace, outra equipe europeia já está monitorando o atacante do Vasco. Trata-se do Porto, de Portugal.

    Pini Zahivi, um dos agentes que cuidam da carreira de Rayan, tem fortes contatos com a equipe portuguesa, o que poderia facilitar uma transferência. O Vasco segue esperando propostas oficiais para avaliar qual será o futuro do jogador.

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    Rayan é destaque do Vasco

    Aos 19 anos, o camisa 77 Rayan é o principal jogador do Vasco em 2025. Na temporada foram 55 jogos, 20 gols marcados e uma assistência. O atleta terá a oportunidade de conquistar seu primeiro título pelo Gigante da Colina, já que o Vasco decide a Copa do Brasil contra o Corinthians. Os jogos serão nos dias 17 e 21 de dezembro.

    No time principal do Cruzmaltino desde 2023, o atacante tem no total 96 partidas pelo Vasco com 23 gols marcados.

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  • Zico abre coração em texto especial antes de Flamengo x PSG

    Falou em Flamengo no mundial, falou em Zico, em 1981. O eterno Galinho de Quintino é o ídolo máximo do clube, e como a entidade que é, não poderia deixar de se manifestar antes dessa decisão contra o PSG.

    ➕ Vitinha ressalta ‘lição’ que PSG precisa lembrar contra Flamengo

    O craque eterno publicou uma coluna especial na revista ‘Placar’, abrindo o coração sobre o que é ser Flamengo e relembrando decisões incríveis.

    Mas ele exalta, principalmente, o momento atual vivido pelo clube. Primeiro, Zico lembra que sua equipe só foi campeã de tudo pela fome que tinha de conquistas. Isso antes de entrar na equipe atual, que demonstra fome parecida.

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    “A verdade é que o Flamengo daquela época tinha uma fome de conquista, queria ganhar tudo. E, para isso, tivemos que decidir com o Cobreloa em jogos muito tensos. O adversário tinha jogadores desleais. Foi literalmente uma batalha que terminou em Montevidéu. Digo sempre que meu gol de falta, o segundo no 2 a 0, foi o que mais comemorei porque ali eu senti que a gente ganharia a Libertadores. Extravasei aliviado. Vencemos no Maracanã (2 a 1), mas o segundo jogo foi cercado de violência no Chile (1 a 0). Eu e o time estávamos entalados. Foi uma volta olímpica emocionante”, recorda.

    Flamengo 2025 tem a mesma fome de vencer que o Flamengo dos anos 80

    Zico evita comparações, mas não consegue deixar de admitir: esse Flamengo está no caminho certo: “Todos sabem que não gosto de fazer comparações. Não cabe equiparar os times de 2025, 2022, 2019 e 1981. Mas, agora, saio das linhas em que falo como torcedor para voltar no tempo”.

    O time pode ter batido na trave em 2021 e ter vivido outros momentos complicados nos últimos anos, mas, na prática, está sempre brigando e alcançando números extraordinários. Isso aproxima o Flamengo daquele tempo a esse.

    “O que há em comum entre todos os títulos do Flamengo na Libertadores é essa fome de conquistas. Bem que a gente gostaria de ganhar tudo sempre, mas, assim como em 1982 caímos na semifinal para o Peñarol que acabou repetindo nosso feito de um ano antes vencendo a Libertadores e o Mundial, parte da geração de 2019 foi derrotada pelo Palmeiras em 2021. Não será possível vencer tudo. Mas os números confirmam a nova fase que leva ao tetra. Quatro décadas depois, o Flamengo de 2025 pode dizer que disputou quatro das sete finais. E venceu três! Que venham novas conquistas”, conclui a entidade máxima do Mengão.

    O Flamengo quer o mundo de novo, e, para isso, precisa vencer o PSG na final da Copa Intercontinental, às 14h (de Brasília) desta quarta-feira (17).

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  • Projeto de Danilo leva crianças ao cinema para ver Flamengo x PSG

    ‘Futuro Redondo’ é o projeto social de Danilo em sua cidade natal, Bicas, em Minas Gerais, e ele segue dando aula. O herói da Libertadores 2025, sobre o Palmeiras, é também o herói de diversas crianças.

    ➕ Vitinha ressalta ‘lição’ que PSG precisa lembrar contra Flamengo

    Seu projeto vai levar os pequenos para torcerem pelo Mengão no cinema, na final da Copa Intercontinental, contra o PSG.

    O Futuro Redondo teve início em 2017, e agora, as crianças vão se encontrar para verem a decisão no cinema de Bicas, às 14h (de Brasília) desta quarta-feira (17).

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    O evento marca o fim das atividades de 2025 do projeto, que dá treinos de futebol e acompanhamento emocional e disciplinar aos participantes.

    São 170 jovens participantes do projeto. Com a final da Copa Intercontinental, as crianças encerram a temporada com o Futuro Redondo.

    Ao ‘ge’, Danilo falou sobre o projeto e explicou seu intuito com o Futuro Redondo.

    “Para nós, o futebol é apenas a porta de entrada para uma infinidade de possibilidades. Dentro do campo, nossos assistidos aprendem muito mais do que habilidades físicas e técnicas esportivas; eles absorvem valores como trabalho em equipe, resiliência e respeito”, comenta.

    Danilo na final da Copa Intercontinental com o Flamengo

    O zagueiro é cotado para ser titular contra o PSG, e as crianças vão torcer por um novo gol dele. O zagueiro marcou de cabeça na final da Libertadores, e voltou a marcar na Challenger Cup, contra o Pyramids, do Egito.

    Danilo aproveitou o problema físico de Léo Ortiz para ganhar a posição na reta final. O zagueiro já está disponível, mas Danilo segue tendo oportunidades e correspondendo com gols importantes.

    Por isso, Danilo é uma das grandes esperanças do Flamengo para, quem sabe, buscar o título mundial na artilharia aérea, como tem sido nas últimas partidas.

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  • ‘Mentiroso e traidor’: torcida do Flamengo reage e dispara contra Andreas Pereira após fala polêmica

    ‘Mentiroso e traidor’: torcida do Flamengo reage e dispara contra Andreas Pereira após fala polêmica

    Nesta terça-feira (16), Andreas Pereira virou assunto entre torcedores do Flamengo nas redes sociais após uma fala polêmica sobre a final da Libertadores. O meia do Palmeiras respondeu às provocações dos rubro-negros, afirmando que estariam mais preocupados com ele do que em comemorar o tetra da América.

    Projeto de Danilo leva crianças ao cinema para ver Flamengo x PSG

    Em entrevista ao “Estadão”, o ex- jogador do Mengão declarou que não possui rancor das provocações, mas fez uma indireta ao dizer que tais atitudes demonstram a grandeza do clube.

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    “Tenho respeito por todos os clubes em que joguei. Nunca fui um cara que desrespeitei alguém na minha carreira, nem um clube. Se eles (Flamengo) acham isso mais importante falar de mim quando ganham um título, isso demonstra a grandeza do clube. Eles estão mais preocupados comigo do que em festejar a Libertadores. Eu não fico remoendo, não tenho rancor no coração, não tenho nada”, disse Andreas Pereira.

    Torcida do Flamengo faz ‘tréplica’ a Andreas Pereira nas redes sociais

    A declaração de Andreas Pereira repercutiu negativamente entre torcedores do Flamengo, que relembraram diversas ocasiões em que o meia manifestou o desejo de retornar ao Rubro-Negro, além de uma fala polêmica durante o podcast do ex-zagueiro Ferdinand.

    Na ocasião, o atleta comentou sobre sua passagem pelo Mengão e relembrou acontecimentos que a torcida aponta como fantasiosos.

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    “Esse maluco foi em um podcast de um dos maiores zagueiros da história e disse que a torcida do Flamengo queria matar ele. Mentiroso, traidor. Teve até bandeirão, placa de ‘Estamos contigo’ no Maracanã E o FD* quer ser tratado bem?”, @_mateusfariax.

    “Esse cara vive em Nárnia! Ele entregou um título de Libertadores para o Palmeiras. Fez juras de amor ao Flamengo, e volta para o Brasil pra jogar no time que ele entregou um título. Tu quer o que Andreas? Na verdade você está no lugar certo. Lugar de fracassado chorão não é no Flamengo!”, @Coimbra12crf.

    “O Flamengo empilhando títulos e a torcida tá preocupada sim”, @021decria.

    “Justamente o que me fez pegar antipatia por ele foi isso aqui: A mentira. Não foi o erro, o erro é do jogo. Ele nunca foi massacrado pela torcida. No jogo seguinte teve cartazes pra ele e a torcida o abraçou. Torcida comum e até a organizada. Quando ele saiu, grande parte queria que ele fosse comprado. Quase foi inclusive. E quando ele demonstrava que queria voltar, tinha gente que abraçava também. Mas essa história não ia render no podcast do Ferdinand né?”, @DonElece.

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    “Graças a Deus não caí no papo vitimista desse cara. O entregador vivia dizendo que era ‘flamenguista de coração’ como uma estratégia de marketing furreca. Tá caindo a máscara desse mentiroso maldito. Chora na cama, Andreas”, @marcosmartinho7.

    “Você é responsável pela maior entregada da história, deu uma Libertadores pro clube que você joga hoje, jurou amor por nós em público e ainda teve torcedor que te apoiou. Além de peidão é mau-caráter, você merece ser esse derrotado que você é mesmo”, @galberalvess.

    Entenda a polêmica entre Andreas Pereira, Flamengo e Nação Rubro-Negra

    Após conquistar o tetracampeonato da América sobre o Palmeiras, o perfil oficial do Flamengo provocou Andreas Pereira com uma montagem em que o atleta aparece de costas, carregando uma bolsa de delivery, ao lado da taça da Libertadores e com a frase “Sua entrega chegou“.

    O jargão “Ninguém morre nos devendo“, utilizado pelo clube na postagem, repercutiu na torcida rubro-negra antes, durante e depois da final. Na ocasião, um clima de revanchismo tomou conta dos torcedores em razão do vice-campeonato diante do time paulista em 2021.

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    Naquela final, Andreas Pereira, então jogador do Flamengo, ficou marcado pelo lance em que escorregou e abriu caminho para Deyverson marcar o gol que garantiu o título do Palmeiras. Dessa forma, o atleta foi apontado como um dos responsáveis pela derrota.

    Após deixar o clube em 2022, o belga-brasileiro declarou diversas vezes o desejo de retornar ao Rubro-Negro durante sua passagem pelo Fulham, da Inglaterra.

    No entanto, em 2025, Andreas Pereira foi contratado pelo Palmeiras e passou a ser visto como “persona non grata” pela torcida do Flamengo. Assim, a chegada do jogador ao rival interestadual acirrou os ânimos na decisão da Libertadores.

    No dia 29 de novembro, o time de Filipe Luís venceu a equipe de Abel Ferreira por 1 a 0, e o meia acabou se tornando alvo de provocações da torcida rubro-negra.

    Enquanto Andreas Pereira ainda digere o vice da Libertadores, o Flamengo, nesta quarta-feira (17), enfrenta o PSG, em Doha, em busca do bicampeonato mundial.

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  • Cleiton é anunciado pelo Wolfsburg

    É oficial: o zagueiro Cleiton deixa o Flamengo para ter uma oportunidade na Europa. Ele vai jogar na Alemanha, pelo tradicional Wolfsburg, onde Diego Ribas, ídolo recente do clube, também jogou ao longo de sua carreira.

    ➕ Arrascaeta cita Milano e fala em fechar 2025 com chave de ouro

    O anúncio oficial partiu do próprio Wolfsburg, na manhã desta quarta-feira (17). O contrato de Cleiton com o Wolfsburg vai até o dia 30 de junho de 2030. Ou seja, são cinco anos de contrato.

    No clube alemão, o zagueiro se junta a Vinição, volante revelado pelo Flamengo e que foi campeão com o Mengão em 2019, mas no banco de reservas, assim como Cleiton em 2025.

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    Veja o anúncio oficial da equipe alemã, que comemora a chegada do defensor brasileiro.

    O Wolfsburg de Cleiton

    Atualmente, o Wolfsburg não está entre os melhores clubes alemães. Ao menos, não na tabela da Bundesliga.

    Após 14 rodadas, o clube soma 15 pontos, com quatro vitórias, três empates e sete derrotas. Um desempenho que precisa ser melhorado. O jogador proveniente da base do Flamengo chega para tentar ajudar o time a subir na tabela.

    Hoje, o clube é 13º colocado, e assiste de longe a briga entre Bayern de Munique, Leipzig, Borussia Dortmund e Bayer Leverkusen pelo topo.

    Cleiton pelo Flamengo

    O jovem revelado pelo Flamengo jamais teve muitas oportunidades no time profissional. Ele fica no banco de reservas, sendo relacionado frequentemente, mas raramente entra em campo.

    Mesmo sendo mais velho, Cleiton viu outros nomes tomarem a frente. O jovem zagueiro João Victor chegou a ter mais chances do que Cleiton em 2025, deixando o zagueiro no final da fila. Agora, ele tenta crescer no clube alemão.

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  • Quais desfalques Flamengo e PSG têm para final da Copa Intercontinental 2025?

    Nesta quarta-feira (17), às 14h (horário de Brasília), Flamengo e PSG se enfrentam na final da Copa Intercontinental. Enquanto o time de Filipe Luís chega sem desfalques por lesão, a equipe de Luis Enrique sofre uma baixa importante na defesa.

    Vitinha ressalta ‘lição’ que PSG precisa lembrar contra Flamengo

    Isso porque o lateral-direito Achraf Hakimi sofreu uma grave lesão no tornozelo esquerdo, contra o Bayern de Munique, no dia 4 de novembro, e não estará à disposição para a decisão contra o Mais Querido.

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    Desfalque de Hakimi obriga PSG a improvisar na defesa

    Devido ao desfalque do marroquino, o PSG improvisará o meio-campista de 21 anos Zaïre-Emery. Desde a lesão do companheiro de equipe, o jovem vem atuando como titular na posição, alternando atuações boas, regulares e outras abaixo do esperado.

    De acordo com o portal “Sofascore”, o francês tem nota média de 7.1 nas últimas sete partidas atuando como lateral-direito. Com isso, o lado esquerdo do ataque pode ser uma arma para o Flamengo na final da Copa Intercontinental.

    Além do desfalque de Hakimi, o PSG tem duas dúvidas no time titular. Recuperado de uma lesão no músculo adutor da coxa esquerda, Marquinhos pode não começar entre os 11 iniciais. Além do brasileiro, o atacante Dembélé vem de uma forte gripe e deve começar no banco.

    Dessa forma, Luis Enrique deve escalar a seguinte equipe para enfrentar o Flamengo na decisão da Copa Intercontinental: Chevalier; Zaïre-Emery, Marquinhos, Willian Pacho e Nuno Mendes; Vitinha, João Neves e Fabián Ruíz; Kvaratskhelia, Doué e Barcola.

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    Time do PSG perfilado antes de jogo da Champions League
    Foto: Franco Arland / Getty Images

    Flamengo não tem desfalques para enfrentar o PSG na Copa Intercontinental

    Devido ao intenso calendário do futebol brasileiro, é comum que muitas equipes cheguem à reta final da temporada com jogadores no departamento médico. No entanto, o Mengão de 2025 foge à regra.

    O Flamengo chega para a final contra o PSG sem desfalques por lesão. Os únicos atletas do time profissional que não estarão à disposição na partida são Allan e Matías Viña, que não foram inscritos no Intercontinental por opção técnica.

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    Durante o torneio, o Rubro-Negro contava com a ausência de Pedro. No entanto, o camisa 9 conseguiu se recuperar de uma lesão na coxa, atuou nove minutos contra o Pyramids e estará – ao menos – no banco de reservas contra a equipe francesa.

    Sem desfalques e em busca do bicampeonato mundial, Filipe Luís deve escalar o seguinte time titular para partida entre Flamengo e PSG: Rossi; Varela, Léo Ortiz (Danilo), Léo Pereira e Alex Sandro; Pulgar, Jorginho e Arrascaeta; Carrascal, Plata (Cebolinha) e Bruno Henrique.

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  • Flamengo exalta ciência e comemora chegar na final sem lesionados

    O Flamengo comemora algo que pode parecer básico, mas é muito difícil no futebol contemporâneo: o time chega para o último jogo do ano sem jogadores lesionados. É isso que tem feito o time manter o bom nível e conquistar tantos títulos na temporada.

    ➕ Arrascaeta cita Milano e fala em fechar 2025 com chave de ouro

    O clube publicou uma explicação para isso, e ela caminha junto com a ciência. O Rubro-Negro afirma que isso não é acaso, mas, sim, a tradução de um trabalho diário, multidisciplinar, contínuo e integrado conduzido pelo Departamento Médico e pela Fisiologia, Preparação Física, Nutrição e Comissão técnica.

    O engajamento dos atletas na rotina também é crucial, assim como o de Filipe Luís. O foco na gestão física fez com o que Mengão chegasse zerado no jogo mais importante dos últimos anos: a final da Copa Intercontinental contra o PSG.

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    E não é só no último jogo: o Flamengo comemora ter conseguido, durante o ano, manter um índice de 87% de jogadores disponíveis, o que seria o ideal, segundo o clube, baseado na literatura e na prática do esporte.

    O clube comemora ainda que boa parte do elenco superou seus recordes de minutos em campo, mostrando que o trabalho foi um sucesso. O médico Fernando Sassaki detalha.

    “Outro pilar fundamental foi a gestão prudente das lesões, conduzida com responsabilidade, baseada em evidência científica e sem sensacionalismo. A identificação precoce, o respeito aos tempos biológicos de recuperação e a tomada de decisão criteriosa evitaram agravamentos, recidivas e afastamentos prolongados. Essa abordagem não apenas protegeu o atleta no curto prazo, como também impactou positivamente a evolução da temporada, promovendo maior continuidade, estabilidade de desempenho e melhor resposta física ao longo do ano”, diz o médico do Flamengo.

    Não é só manter saudável: Flamengo faz jogadores atingirem ápice

    Mais do que não ter muitos jogadores lesionados, o Flamengo encerra uma longa temporada com atletas alcançando o alto nível, conseguindo demonstrar o melhor do seu futebol. É o que explica Diogo Linhares, preparador físico.

    “É importante observar esses números também pelo lado da performance. Além de estarem disponíveis, os atletas tiveram um alto nível de desempenho neste ano. Isso passa pela liderança do Filipe Luís, que cobra bastante de toda a equipe de trabalho, mas também delega responsabilidades e confia nos profissionais envolvidos. Sem falar no comprometimento dos jogadores, que entendem o processo e compram a ideia. O desafio agora é olhar para 2026, sabendo que temos potencial de melhora e buscando evoluir ainda mais em relação a 2025”, conclui Diogo.

    O Flamengo afirma que vai seguir investindo na ciência e nos demais projetos para evitar as lesões de seus jogadores, e se isso foi crucial em 2025, os torcedores podem esperar que continue para as próximas temporadas, deixando o clube cada vez mais apto a disputar as principais competições.

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  • Da Rue Vasco de Gama ao L’Équipe: Flamengo, PSG e o tempo que demorou 30 anos

    Da Rue Vasco de Gama ao L’Équipe: Flamengo, PSG e o tempo que demorou 30 anos

    Hoje o Flamengo joga uma final intercontinental contra o Paris Saint-Germain. Dizer isso em voz alta ainda soa estranho — quase mágico. E talvez por isso esse jogo me atravesse de um jeito diferente.

    Porque eu vivi Paris quando o PSG ainda não era esse colosso global. Vivi Paris quando o Flamengo era uma saudade distante, acompanhada com atraso, recorte de jornal e fé.

    Do mesmo autor: Somos Flamengo-Flamengo: 130 anos de volta às origens

    Morei em Paris há exatamente 30 anos, em 1995 e 1996, com 15 para 16 anos, quando meu pai foi fazer um curso de altos estudos. A França pré-Copa de 1998 era um país em que o futebol ainda ocupava um lugar secundário na preferência popular: o rugby era uma febre. O PSG, então, estava longe de ser esse império financeiro e midiático: era um clube médio, com lampejos, sem projeção europeia, quiçá mundial.

    Foi ali que conheci o PSG de “Rái”— craque no hexágono, mas sempre contestado na Seleção — e de Leonardô, nosso cria, vindo do bicampeonato mundial pelo São Paulo. Naquela temporada, o PSG havia ganhado a Recopa europeia contra o Rapid Viena. Fui ao Parc des Princes naquela semifinal – foi a minha primeira experiência num estádio fora do Brasil.

    Estava nos ultras com um amigo parisiense quando quase comemorei, por reflexo, um gol de voleio do Bebeto pelo La Coruña, vestido do “maiô” psgista e gritando “Paris, Paris” ao som da Aquarela Brasileira. Me segurei. Mas ali já estava claro: eu podia estar em Paris, mas meu corpo ainda reagia como brasileiro. E como flamenguista.

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    O mais importante é que eu nunca deixei de acompanhar obsessivamente o Flamengo naquele período — apesar de todas as dificuldades do mundo analógico, pré-internet. Eu sabia dos resultados principalmente pela revista France Football, que, como a Placar, tinha no final um “Tabelão” com resultados de campeonatos do mundo inteiro. Eu ia à banca “xeretar” a revista, sem poder comprá-la, e muitas vezes comemorava ali mesmo, semanas depois do fato consumado.

    Delay de segundos? Não, de semanas

    Na TV a cabo, havia um programa quase clandestino chamado Samba Football. Com duas ou três semanas de atraso, passavam gols de campeonatos da América do Sul. Não havia muita hierarquia entre o Guatemaltecão e o Brasileirão. Imagens borradas de torneios que pareciam perdidos no tempo. Jogos de 95 e 96 que só fui ver de fato anos depois, já de volta ao Brasil.

    Quando eu sabia que o Flamengo estava em finais — e foram três importantes naquele biênio — o ritual ficava mais tenso e intenso. Eu comprava cartões telefônicos, uma revolução na época (no Brasil ainda se usavam fichas nos orelhões). Cada cartão tinha 20 unidades. Cada unidade, um segundo. Me lembro ter telefonado para o Brasil no dia da final do Carioca de 1995.

    Foram necessários três cartões para meu avô tricolor criar coragem e dizer que o Fluminense tinha nos vencido bem no finalzinho. Em um minuto, tentou replicar o que foi Guido em “A Vida é Bela” alguns anos depois.

    Flamengo x Independiente foi outra tristeza, que soube por um amigo, também por telefone, um Maracanã suporado de gente e mais uma decepção.

    A única alegria telefônica daquele período foi o Carioca de 1996. Um tio vascaíno, visivelmente contrariado, me informou do título. Lembro perfeitamente: saí na Place de la République com o Manto Sagrado, cantando horrores, sozinho, adolescente, feliz e sem me importar em absoluto por estar deslocado.

    Minha ligação com o jornalismo esportivo se aprofundou ali. Além da France Football, eu devorava L’Équipe sempre que possível — em minha cabeça, uma espécie de Jornal dos Sports carioca, só que colorido, elegante, lindo e grampeado. Quase nunca havia uma linha sobre futebol não europeu, mas eu acompanhava a Ligue 1 religiosamente. Zidane brilhava no Bordeaux. E eu sonhava, ingenuamente, em um dia ver o Flamengo ali.

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    Recortes de afeto

    Havia ainda os recortes. Meu avô e um vizinho ilustre de Laranjeiras — o icônico narrador Doalcei Bueno de Camargo — me mandavam matérias de O Globo e do Jornal dos Sports com as raras glórias rubro-negras daquele período.

    Foi com um desses recortes, o pôster de campeão carioca de 1996, que tirei uma foto que infelizmente não tenho mais: eu, com o Manto Sagrado, comendo um bolinho de bacalhau comprado no restaurante português vizinho ao apartamento do meu avô em Paris — ironicamente localizado na Rue Vasco de Gama.

    Tudo isso — o futebol distante, o atraso, o papel, o telefone, o jornal — me moldou. Me fez jornalista. Anos depois, eu trabalharia no LANCE!, este um sonho que se tornou realidade. Mas, antes disso, eu já era jornalista sem saber, aprendendo a amar o futebol pelas margens, pelo esforço, pela espera.

    Fechando o ciclo

    E hoje, 17 de dezembro, o tempo fecha um círculo improvável. O Flamengo está na capa do L’Équipe. Jorginho ao lado de Doué. Filipe ao lado de Luis Enrique. O jornal agora é um tabloide grampeado, colorido, quase um LANCE! francês. Mas o impacto é o mesmo: um sonho antigo realizado. O Flamengo finalmente ocupa aquele espaço que, por décadas, parecia interditado.

    Não é só uma final intercontinental. É um acerto de contas com o tempo. Com o menino que atravessava Paris com uma camisa rubro-negra na mochila. Com o adolescente que comemorava título com semanas de atraso numa banca de jornal. Com o torcedor que nunca deixou de acompanhar, mesmo quando tudo conspirava contra. Hoje o Flamengo joga contra o PSG.

    Mas, para mim, esse jogo já começou há 30 anos. E, aconteça o que acontecer em campo, há vitórias que o tempo já garantiu. Fé no Mengo!

    Paulo Lima é fundador e Cônsul da Fla-Bruxelas. É funcionário das Nações Unidas e jornalista (ex-LANCE!)

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  • Corinthians x Vasco: ingressos esgotados para final da Copa do Brasil

    O Corinthians anunciou, na noite desta terça-feira (16), que estão esgotados os ingressos para a partida de ida da final da Copa do Brasil contra o Vasco. O duelo acontece nesta quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), na Neo Química Arena.

    ➕ Erika renova com o Corinthians; veja a duração do contrato

    As vendas começaram na última segunda-feira e a procura foi intensa. A expectativa é de que o estádio repita o cenário de “caldeirão” visto na volta das semifinais contra o Cruzeiro. Naquela ocasião, o Timão registrou um público de 46.946 pagantes, com 47.520 pessoas presentes em Itaquera.

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    Preparação e desgaste físico

    Apesar da festa garantida nas arquibancadas, o clima no CT Joaquim Grava é de cautela e recuperação física. A dupla de ataque titular, formada por Memphis Depay e Yuri Alberto, não participou da atividade com bola no último treino antes da final, realizado nesta terça-feira.

    Ambos foram preservados pela comissão técnica devido ao desgaste físico acumulado neste fim de temporada. No entanto, a ausência no campo não é motivo de pânico para a Fiel. Os atacantes não preocupam para o confronto desta quarta-feira e devem estar à disposição.

    Sob o comando de Dorival Júnior, os treinos de segunda e terça-feira foram conduzidos em ritmo moderado para os titulares. O foco principal tem sido o trabalho regenerativo para evitar sobrecarga muscular e prevenir lesões em um momento crucial do ano.

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    Provável escalação do Corinthians

    Devido à preservação de peças-chave, Dorival Júnior não esboçou a equipe titular em campo. A escalação oficial será informada aos jogadores apenas na preleção, horas antes da bola rolar.

    A tendência é que o treinador mantenha a base que superou o Cruzeiro nas semifinais. A boa notícia fica por conta de Rodrigo Garro, que treinou sem restrições e pode reaparecer entre os titulares, disputando vaga no meio-campo.

    Confira a provável escalação do Corinthians para enfrentar o Vasco: Hugo Souza, Matheuzinho, André Ramalho, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Maycon, José Martínez (Raniele), Breno Bidon e Rodrigo Garro (Carrillo); Memphis Depay e Yuri Alberto.

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