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  • Bastidores: Fernando Diniz foi pego de surpresa com demissão no vestiário

    O ciclo de Fernando Diniz no Vasco terminou de forma dramática e inesperada para o próprio treinador. Segundo apuração do GE, Diniz foi pego de surpresa com o anúncio de sua saída, feito pelo presidente Pedrinho ainda no vestiário do Estádio Nilton Santos, logo após a derrota por 1 a 0 para o Fluminense na partida de ida da semifinal do Campeonato Carioca.

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    A decisão marca uma reviravolta política no clube. Até o início do clássico, o discurso oficial era de respaldo total ao técnico. Fã declarado do estilo de Diniz, Pedrinho acreditava que o trabalho precisava de tempo e do retorno de reforços para engrenar. No entanto, a realidade das arquibancadas e dos corredores de São Januário falou mais alto.

    A ‘gota d’água’ e a pressão insustentável

    O ambiente para o treinador já vinha se deteriorando desde o fim de 2025, quando o Vasco acumulou sete derrotas nas últimas oito rodadas do Brasileirão, marca que só foi amenizada pela campanha do vice-campeonato na Copa do Brasil. Em 2026, os números foram implacáveis: apenas três vitórias (e mais uma nos pênaltis) em 11 jogos.

    Conforme informou o GE, a pressão de conselheiros e pessoas próximas à diretoria tornou-se insustentável nas últimas semanas. Uma ala da cúpula vascaína já defendia a demissão abertamente, criticando não apenas os resultados, mas a falta de evolução tática. O desempenho no clássico contra o Fluminense, onde o Vasco produziu pouco mesmo com um jogador a mais desde os 18 minutos do segundo tempo, foi o argumento final que fez Pedrinho “dar o braço a torcer”.

    O que acontece agora?

    A conversa que selou o destino de Diniz durou poucos minutos após o jogo. Nela, o presidente justificou que o trabalho havia estagnado. Enquanto a diretoria se reúne para traçar o perfil do novo comandante – processo que já durou horas na madrugada desta segunda-feira (23) – o Vasco terá uma solução caseira no banco.

    Bruno Lazaroni, auxiliar permanente, assume a equipe interinamente para o próximo compromisso. O desafio é imediato e de peso: o Vasco volta a campo nesta quinta-feira (26), às 19h (de Brasília), para enfrentar o Santos, pelo Campeonato Brasileiro.

  • Daniel Franklin projeta estreia do Flamengo na Copa do Brasil Sub-17 e promete DNA rubro-negro

    Daniel Franklin projeta estreia do Flamengo na Copa do Brasil Sub-17 e promete DNA rubro-negro

    O Flamengo inicia a disputa da Copa do Brasil Sub-17 contra o Penharol nesta terça-feira (24), às 15h (de Brasília). O time joga no estádio da Gávea e tenta largar com o pé direito. Técnico da categoria, Daniel Franklin explica como.

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    Em entrevista exclusiva ao MundoBola Flamengo, o treinador projeta essa partida inicial e destaca até que teve dificuldades para encontrar informações sobre o adversário. Mas afirma ter uma ideia de como eles devem se portar em campo. Como a maioria que joga contra o Mengão: no contra-ataque.

    “Primeiramente, agradeço ao MundoBola pela oportunidade de falar sobre a nossa estreia na Copa do Brasil Sub-17. Vamos enfrentar a equipe do Penharol, do Distrito Federal, um time jovem que vai disputar pela primeira vez uma competição nacional na categoria. Mesmo com algumas dificuldades, buscamos jogos e informações mais detalhadas sobre o adversário. Acreditamos que eles devem adotar uma postura mais defensiva, apostando nas transições rápidas”, inicia.

    O Flamengo, portanto, é quem deve ter as rédeas da partida: Daniel Franklin promete um DNA rubro-negro, com o Mais Querido do Mundo propondo jogo e buscando ser ofensivo.

    “Taticamente, vamos manter o DNA do Flamengo: uma equipe propositiva, que busca o gol o tempo todo, pressiona o adversário e tenta controlar a partida. Durante o jogo, vamos procurar identificar as oportunidades deixadas pelo adversário para aproveitá-las da melhor forma e buscar a classificação para a próxima fase”, comenta.

    Técnico do Flamengo enaltece psicologia do clube

    Para ter um time forte e focado, Daniel Franklin afirma ter um departamento de psicologia eficiente. Os jogadores do Flamengo entrarão com ótima mentalidade em campo, com ajuda de profissionais capacitados. Um deles é Hugo Tassini, psicólogo elogiado pelo treinador.

    “Em relação à maturidade emocional dos atletas, entendemos que essa pressão é, na verdade, um privilégio, principalmente por se tratar de vestir a camisa do Flamengo e disputar competições nacionais. Contamos também com um departamento de psicologia extremamente capacitado”, inicia, antes de continuar:

    “O psicólogo da categoria, Hugo, desenvolve um trabalho contínuo com os atletas, sempre em conjunto com a comissão técnica e o departamento de futebol de base, ajudando-os a compreender que esse tipo de pressão fará parte da trajetória deles no futebol”, completa.

    Daniel Franklin cita foco da base do Flamengo

    Por fim, o técnico do Flamengo Sub-17 conta que o desenvolvimento dos jogadores é o foco principal da base rubro-negra. Tanto individual quanto coletivamente, os atletas devem estar preparados para os desafios da categoria profissional. Mais do que resultado: é deixar as joias prontas para brilhar no time de cima. Naturalmente, isso também dá frutos em conquistas na base.

    “Nosso foco principal na preparação, não só para a Copa do Brasil Sub-17, mas ao longo de toda a temporada, é o desenvolvimento do atleta, tanto individualmente quanto coletivamente. Acreditamos que, fortalecendo esses dois aspectos, conseguimos construir uma equipe mais sólida e competitiva. A partir desse crescimento, entendemos que teremos um time forte coletivamente, capaz de alcançar nossos objetivos na competição”, conclui

    O Flamengo de Daniel Franklin tenta se classificar para seguir sonhando com o título. No ano passado, a equipe caiu na semifinal. As oitavas acontecem nos dias 3 e 10 de março, e as quartas, nos dias 28 de abril e 5 de maio. As semifinais da Copa do Brasil Sub-17 serão nos dias 12 e 19 de maio, enquanto a decisão, em jogo único, está marcada para 26 de maio, e o Rubro-Negro espera estar presente.

  • Lei Vini Jr no Brasil: Câmara vota urgência para federalizar protocolo antirracismo após novos ataques ao Cria do Flamengo

    O combate ao racismo no futebol brasileiro pode receber incentivos legislativos em breve. A deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) protocolou na Câmara dos Deputados um requerimento de urgência para o PL 3.089 de 2023. O projeto institui o “Programa Vini Jr de Combate ao Racismo” em estádios e arenas esportivas de todo o país.

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    A movimentação no Congresso ocorre logo após o atacante Vini Jr, revelado pelo Flamengo e atual camisa 7 do Real Madrid, ter denunciado mais um lamentável episódio de ofensas racistas, desta vez em partida contra o Benfica, válida pela Champions League.

    A proposta estava paralisada na Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial desde o mês de agosto de 2025. Agora, segundo o “UOL”, o requerimento já reúne 400 assinaturas. Se for aprovado, o projeto ganha celeridade e poderá ser analisado diretamente no plenário, sem a necessidade de passar pelas demais comissões da Casa.

    O que muda com o ‘Programa Vini Jr’?

    O objetivo principal de Sâmia e outros congressistas é a federalização da chamada “Lei Vini Jr”. O texto já foi aprovado e está em vigor no Estado do Rio de Janeiro, tendo sido uma iniciativa do deputado estadual Professor Josemar (PSOL-RJ).

    O texto prevê medidas rigorosas e estruturais para erradicar o preconceito do esporte brasileiro:

    • Paralisação: a proposta cria um Protocolo de Combate ao Racismo que determina a interrupção imediata da partida em caso de denúncia ou manifestação reconhecida de conduta racista.
    • Fim de jogo: em situações de ação coletiva ou reincidência, o protocolo autoriza o encerramento definitivo do jogo e a comunicação imediata às autoridades presentes, ao Juizado do Torcedor e aos demais órgãos competentes.
    • Conscientização e treinamento: o texto torna obrigatória a realização de campanhas educativas contra o racismo antes e durante os eventos esportivos. Além disso, também prevê a capacitação de atletas, árbitros, técnicos e funcionários para identificar e lidar com situações de discriminação.
    • Suporte: o projeto ainda estabelece medidas de acolhimento às vítimas e orientação ao público sobre como denunciar casos de racismo.

     

  • Dorival Júnior exalta ‘nível de Seleção’ de Hugo Souza e explica sofrimento do Corinthians no Canindé

    O Corinthians está na semifinal do Campeonato Paulista 2026, mas o caminho até a classificação foi pavimentado por superação e, nas palavras do técnico Dorival Júnior, muito “sofrimento”. Em coletiva após o triunfo nos pênaltis sobre a Portuguesa, o treinador fez uma análise franca sobre o desempenho da equipe, a mística do clube e a atuação monumental de seu goleiro.

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    Dorival reconheceu que o Timão não foi brilhante tecnicamente, sofrendo com a agressividade da Portuguesa no primeiro tempo, mas exaltou a fibra do grupo que não se entregou e foi vibrante até o final.

    ‘Nível de Seleção’: o reconhecimento a Hugo Souza

    O grande nome da noite não poderia ficar de fora da análise do comandante. Com três defesas cruciais – uma no tempo normal e duas nas penalidades -, Hugo Souza recebeu elogios contundentes de Dorival, que vê o arqueiro pronto para desafios maiores.

    “Ele foi fundamental na noite de hoje, foi decisivo. É um jogador em nível de Seleção Brasileira e isso tudo mostra o que esse profissional vem fazendo há alguns anos. Ele teve uma retomada na carreira fundamental e hoje é um dos principais jogadores da nossa equipe”.

    O treinador ainda destacou que a presença de Hugo modificou o resultado de muitos jogos decisivos nesta temporada.

    O desabafo de Dorival sobre o desgaste e a logística

    Dorival Júnior aproveitou a oportunidade para fazer um alerta sobre o calendário. O técnico explicou que o desempenho oscilante se deve ao desgaste brutal, físico e emocional, citando que o Corinthians foi a equipe que mais jogou no início de 2026, sem uma pré-temporada adequada.

    “Nós não tivemos até agora um momento sequer de semana em aberto. O Cruzeiro jogou ontem, e nós estamos jogando hoje, no final do dia, já entrando à madrugada da segunda-feira. Jogaremos quarta-feira contra o Cruzeiro com praticamente um dia e meio a mais de recuperação deles. É uma diferença brutal que poucos enxergam”.

    O técnico também confirmou preocupações médicas com peças importantes: Matheus Bidu deixou o campo com gelo nos dois tornozelos, enquanto Memphis Depay apresentou dores na região do joelho. Segundo Dorival, a paciência será necessária com reforços como Zacarias e Fabrício Angileri, que ainda buscam a plenitude física e de força.

    O foco na semifinal

    Mesmo com as dificuldades e os problemas de compactação no meio-campo, o Corinthians carimbou a vaga. Dorival destacou que a classificação foi fundamental e decisiva para manter o processo de evolução de uma equipe que ainda está sendo estruturada. Agora, o Timão vira a chave para o Brasileirão contra o Cruzeiro, na quarta-feira (25), às 20h (de Brasília), antes de focar totalmente na briga pelo título estadual.

  • Copa Rio Feminina: bola parada resolve e Flamengo goleia Heips na Gávea

    Na manhã desta segunda-feira (23), o Flamengo venceu o Real Heips por 7 a 0, pela segunda rodada da Copa Rio Feminina, na Gávea. A equipe comandada pelo técnico do Sub-20, Filipe Torres, dominou o adversário do início ao fim da partida.

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    Com a vitória, o Mengão ocupa momentaneamente a liderança da Copa Rio Feminina. O torneio também conta com Fluminense, Botafogo e Vasco. Cada equipe joga quatro vezes, e quem somar mais pontos ao fim dos jogos conquista o título.

    O Flamengo optou por utilizar grande parte das jogadoras do elenco Sub-20 no confronto. Ana Laura, Bibi, Bruna, Fabi Simões, Maisa e Nicoli foram as atletas profissionais relacionadas para a partida.

    Resumo de Flamengo x Real Heips

    Primeiro tempo

    O Flamengo começou o duelo dominando o Heips e criando boas chances pelo lado direito do campo. O ímpeto avassalador das rubro-negras teve resultado aos 18 minutos, quando Nicoli abriu o placar após cobrança de escanteio.

    O segundo gol também veio após cobrança de escanteio. A equipe do Heips se atrapalhou, não conseguiu afastar a bola e deu um presente para Jamile marcar de bico aos 37 minutos.

    Segundo tempo

    A segunda etapa começou com grande chance do Flamengo, mas o Heips evitou o terceiro. No entanto, as rubro-negras mantiveram o ímpeto ofensivo e ampliaram aos seis minutos, com Nicolly.

    Aos 15 minutos, Bruna subiu livre e marcou de cabeça após nova cobrança de escanteio. Na reta final do jogo, a defensora marcou novamente após outro escanteio cobrado por Maisa.

    A goleada do Flamengo foi ampliada com dois golaços de Letícia Pinho nos minutos finais: 7 a 0 para o Mengão na Gávea.

    Próximo jogo do Flamengo Feminino depois de enfrentar o Heips

    Após vencer o Heips pela Copa Rio Feminina, o Flamengo volta a campo no dia 5 de março, contra o Botafogo, fora de casa, pela terceira rodada da competição.

  • Comemora nação, o Flamengo cumpriu uma obrigação

    Banner João Luis Jr

    Um pouco como ser um doutor em letras participando ao lado de crianças no quadro “Soletrando” no programa do Luciano Huck ou um campeão de MMA inscrito num torneio de judô infantil. É um pouco como se Daniel Day-Lewis virasse garoto-propaganda da cerveja Itaipava ou um dos principais engenheiros de telecomunicações da NASA fosse ver porque o seu wi-fi está ruim.

    É mais ou menos essa a situação do Flamengo ao disputar o Campeonato Carioca, um torneio onde mesmo um título invicto com goleadas em todas as partidas não seria exatamente uma grande conquista, mas qualquer tropeço, qualquer derrota, qualquer fracasso, vai sim ser lido como uma imensa e memorável humilhação. 

    Um exemplo? A vitória de hoje por 3×0, sobre o Madureira, no jogo de ida das semifinais do torneio. Uma vitória com boa margem, que deixa bem encaminhada a classificação para a decisão do campeonato, mas que, você pode ter certeza, não deixou nenhum torcedor animado, não levou nenhuma bandeira pra janela, não aumentou a confiança de ninguém pro resto da temporada.

    Primeiro porque, bem, é meio obrigação para o Flamengo ganhar do Madureira no Campeonato Carioca. Eu sei, você sabe, o próprio técnico do Madureira antes da partida deixou claro que a obrigação de vencer era do Flamengo e o tricolor suburbano, após a boa campanha na primeira fase, estava ali pra tentar aprontar alguma surpresa, fazer alguma graça, causar um imprevisto.

    E segundo porque, apesar do placar seguro, a equipe rubro-negra, mais uma vez, não fez um grande jogo. O primeiro tempo foi um total e completo deserto de ideias, com talvez quinze minutos de pressão inicial que depois foram seguidos por meia hora dos mais loucos chuveirinhos, mais ou menos como se o melhor elenco do continente no papel fosse, na prática, aquela seleção da Grécia campeã da Eurocopa em 2004 na base do cruzamento, só que sem a intensidade na disputa ou a eficiência na bola alta.

    No segundo tempo a equipe aumentou sim a intensidade, conseguiu os três gols, mas ainda assim não tem como dizer que realizou exatamente uma grande atuação. Primeiro pela evidente fragilidade do adversário e depois porque os mesmos atletas que pareciam ter voltado ao normal numa jogada realizavam ações bizarras no lance seguinte. Pedro deu bons chutes mas ainda parece disperso, Lino sofreu pênalti e deu assistência mas também tomou decisões incompreensíveis, enquanto Plata e Carrascal pareciam sob efeito de medicações não apenas não receitadas como provavelmente não aprovadas pela ANVISA.

    E é dessa maneira então que o Flamengo chega ao segundo jogo da final da Recopa, diante do Lanús, precisando reverter o placar negativo sofrido fora de casa. Um ataque que parece disperso e pouco criativo, uma defesa que segue insegura, um meio de campo onde todos estão abaixo da temporada passada e um treinador que segue tentando explicar por que respondeu uma pergunta sobre racismo cometido por um argentino se estivesse numa propaganda do ministério do turismo da Argentina.  

    Que nesta quinta-feira, diante da própria torcida, no Maracanã, a equipe rubro-negra possa finalmente começar a dar as respostas que a torcida precisa e  vencer as partidas que realmente valem alguma coisa. Porque a Recopa não é necessariamente “obrigação”, mas jogar um futebol decente, com esse elenco e esse nível de investimento, com certeza é.

  • São Paulo abre negociações para renovar com Lucas Moura

    O São Paulo deu o pontapé inicial para garantir a permanência de uma das suas maiores referências técnicas e de liderança. O clube abriu oficialmente as negociações pela renovação do contrato de Lucas Moura, cujo vínculo atual se encerra no fim do ano.

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    De acordo com informações do jornalista Valentin Furlan, do UOL, as tratativas ainda estão em estágio inicial, mas o clima nos bastidores é de total otimismo. A tendência discutida no momento é a assinatura de um novo vínculo com duração de um ou dois anos, adequando-se ao momento de carreira do atleta e ao planejamento financeiro do Tricolor.

    Pilar do elenco e liderança silenciosa

    A diretoria do São Paulo trata o assunto com tranquilidade, evitando pressa para não gerar desgaste, mas com a convicção de que Lucas é indispensável. O ídolo é considerado um pilar do atual elenco, não apenas pelo desempenho técnico dentro das quatro linhas, mas pelo papel de mentor dos jovens que sobem da base de Cotia.

    Desde seu retorno em 2023, Lucas recuperou o protagonismo e foi peça-chave na conquista da Copa do Brasil, mantendo-se em alto nível físico e técnico também na temporada 2024. Em 2025, ele sofreu com lesões e jogou pouco. Neste ano, voltou a jogar bem e vem sendo decisivo na sequência do São Paulo.

    A cúpula de futebol entende que a manutenção do camisa 7 é um passo importante na meta de ter um time mais sólido para os próximos anos.

    Próximos passos da negociação

    A estratégia do São Paulo é avançar nas conversas de forma gradual. Com Lucas Moura demonstrando felicidade no MorumBIS e uma identificação rara com a arquibancada, o clube acredita que não haverá grandes obstáculos para chegar a um acordo comum sobre bases salariais e bônus por metas.

    Enquanto a renovação não é assinada, Lucas segue focado nos compromissos do Tricolor na temporada. A expectativa é que, com o avanço positivo das reuniões, o anúncio oficial possa ocorrer antes do início das fases decisivas das principais competições do ano.

  • Danilo abraça pressão da torcida do Flamengo e projeta duelo decisivo contra Lanús

    Titular na vitória do Flamengo sobre o Madureira, por 3 a 0, o zagueiro Danilo comentou sobre o atual momento do clube e explicou por que as comemorações dos gols neste domingo (22) foram mais “quietas“.

    Danilo e Filipe Luís conversam sobre declarações polêmicas de racismo contra Vini Jr

    Em entrevista à imprensa na zona mista do Maracanã, o defensor reconheceu a má fase da equipe rubro-negra, mas afirmou que o grupo está focado e unido para conquistar a Recopa Sul-Americana, nesta quinta-feira (26), contra o Lanús, no Maracanã.

    “Sabemos que estamos muito aquém daquilo que é o potencial desse elenco, daquilo que o Flamengo pede e que a torcida demanda de nós. Obviamente, hoje não existia outro resultado a não ser a vitória para nós. Até por isso, por entender que não é um momento de festa, de fazer muita algazarra, os gols tiveram uma comemoração um pouco mais comedida e reflexiva, porque é assim que funciona”, disse Danilo.

    “A gente está preparado para trazer esse troféu (Recopa) aqui para o Rio de Janeiro. O torcedor está no direito, deve demandar de nós, porque a gente está aqui para isso: para vencer e ter atuações importantes, porque o Flamengo funciona assim“, declarou o jogador.

    Danilo ‘abraça’ pressão da torcida e projeta decisão da Recopa

    Flamenguista, Danilo reconhece o espírito rubro-negro e entende a frustração da torcida em momentos de má fase. Em meio à pressão, o defensor afirmou que o Flamengo deve atuar de forma inteligente contra o Lanús, visando conquistar o título no Maracanã.

    “É uma situação que a grande maioria dos jogadores já viveu, não só pelo Flamengo. Nós temos que ser inteligentes, temos que ser lúcidos. O torcedor vai querer pressa, atacar, fazer gol. O Flamengo é do povo, eles demandam, pagam ingresso, nos empurram no aeroporto, nas finais, onde for. Cabe a nós ter lucidez em campo, enfrentar a partida da maneira correta, com as vigilâncias defensivas, atacando com segurança. Tenho absoluta confiança de que quinta-feira vai ser uma noite importante para nós”, projetou o atleta.

    Torcedor do Flamengo só vai na boa? Danilo defende a Nação Rubro-Negra

    Após a vitória sobre o Madureira, Danilo rebateu críticas de que a torcida do Flamengo só comparece ao Maracanã nos momentos positivos – algo refutado por dados. O defensor aproveitou para convocar a Nação para o duelo contra o Lanús.

    “A única coisa que me chateia muito, de tudo aquilo que eu ouvi recentemente, é que a torcida do Flamengo só vem na boa. Eu absolutamente não concordo com isso. Espero na quinta-feira um Maracanã bem quente e que empurre os jogadores, porque não estou de acordo de que a torcida do Flamengo venha só nos momentos bons“, concluiu o herói do tetracampeonato da Libertadores.

    Flamengo e Lanús se enfrentam nesta quinta-feira (26), às 21h30 (horário de Brasília), pelo jogo de volta da Recopa Sul-Americana.

  • Reunião dura e elenco incomodado: Bap sobe o tom com Filipe Luís e Boto antes de final da Recopa

    A vitória por 3 a 0 sobre o Madureira foi apenas uma máscara de oxigênio em um ambiente que respira pressão máxima no Flamengo. Nos bastidores do Ninho do Urubu, o clima é de “panela de pressão” às vésperas do segundo jogo da final da Recopa Sul-Americana, contra o Lanús, marcado para esta quinta-feira (26), às 21h30 (de Brasília), no Maracanã.

    Bap enganou esposa em ida ao Bernabéu para buscar insights para o Flamengo

    No último sábado, o presidente Bap decidiu intervir diretamente no dia a dia do futebol. Em uma visita ao CT, o mandatário promoveu reuniões de tom ríspido com o técnico Filipe Luís, o diretor José Boto e os líderes do elenco. A diretoria entende que, pelo alto investimento feito e pela manutenção das estrelas, o desempenho em campo está muito aquém do esperado após derrota na Supercopa, Recopa e os riscos no Carioca.

    Ruído na comunicação e desgaste com o elenco

    A cobrança de Bap não ficou apenas na esfera técnica. O clima no CT mudou; o que antes era um ambiente de sintonia, hoje é marcado por silêncio e distanciamento. Segundo informações de bastidores divulgadas pelo GE, alguns jogadores estão incomodados com decisões da comissão técnica e sentem falta de um diálogo mais aberto com a direção de futebol.

    Esse desconforto ficou evidente na comemoração dos gols contra o Madureira: quase não houve festa entre os atletas, que mantiveram a discrição em campo. A intervenção direta de Bap em negociações (como a de Lucas Paquetá) e a ordem para o retorno antecipado dos titulares ao estadual também geraram faíscas que ainda não foram apagadas.

    ‘A pressão é um privilégio’, afirma Filipe Luís

    Em entrevista coletiva, o técnico Filipe Luís não fugiu das perguntas sobre o ambiente hostil e as vaias da torcida. O treinador, que em certos momentos se sentiu exposto pelo processo de renovação e pelas críticas externas, tentou equilibrar o discurso.

    “A pressão no Flamengo eu nunca vi em outro lugar. Mas quem vem para cá sabe que é assim. Não acho que o problema seja o excesso de críticas, mas sim o excesso de elogios quando as coisas vão bem. Você é colocado em tal patamar que não está preparado para cair”, analisou Filipe, que classificou a pressão como um “privilégio” de quem comanda um elenco capaz de brigar por todos os títulos.

    Agora, o Flamengo tenta administrar os danos internos para focar exclusivamente no Lanús. O título da Recopa virou a “chave de sobrevivência” para que o semestre não comece sob o signo de uma crise ainda mais profunda.

  • Estreia de gala: Jhon Arias encanta torcida do Palmeiras em goleada no Paulistão

    O Palmeiras carimbou sua vaga na semifinal do Campeonato Paulista com uma goleada por 4 a 0 sobre o Capivariano no último sábado (21). No entanto, o placar elástico dividiu as atenções com um momento muito aguardado pela torcida alviverde: a estreia de Jhon Arias.

    Contratado no início do ano por cerca de R$ 154 milhões junto ao Wolverhampton, o colombiano precisou de pouco menos de 20 minutos em campo para mostrar por que o Verdão investiu alto em seu futebol.

    O “Cartão de Visitas”

    Arias entrou aos 32 minutos do segundo tempo na vaga de Allan. Já nos acréscimos, o meia-atacante recebeu passe de Felipe Anderson, deu um corte seco no marcador e foi derrubado por Balão dentro da área. O pênalti foi convertido por Andreas Pereira, selando o terceiro gol da partida.

    A atuação segura e o lance decisivo geraram empolgação imediata nas redes sociais. Entre os torcedores, o consenso foi de que o jogador “já mostrou ao que veio” logo em seu primeiro contato com a bola no Allianz Parque.

    Abel Ferreira celebra “dor de cabeça boa”

    Após o jogo, o técnico Abel Ferreira fez questão de agradecer à presidente Leila Pereira pela contratação. O treinador destacou a versatilidade de Arias, que pode atuar tanto pelas pontas quanto por dentro.

    “Agradeço por ter esses jogadores ao meu dispor. É um jogador que vai nos ajudar, vocês viram a forma como ele sacou o pênalti. É uma dor de cabeça boa”, comentou o técnico português.

    Reencontro com o Fluminense à vista

    O destino reserva um roteiro curioso para Arias. Já nesta quarta-feira (25), o Palmeiras enfrenta o Fluminense pelo Campeonato Brasileiro. Será o reencontro do colombiano com o clube onde disputou 230 partidas e marcou época antes de sua passagem pela Inglaterra.

    Vale lembrar que o Tricolor carioca tentou exercer a cláusula de preferência para repatriar o atleta no início de 2026, mas não conseguiu igualar a proposta financeira do Palmeiras.