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  • Guerra fria no vestiário: vaza racha silencioso entre Lucas Moura e Crespo que selou demissão no São Paulo

    A vice-liderança do Campeonato Brasileiro não foi suficiente para sustentar a segunda passagem de Hernán Crespo pelo comando do São Paulo. O verdadeiro motivo da queda do treinador argentino na última segunda-feira (9) atende pelo nome de “gestão de vestiário”. E quando o principal pilar dessa gestão desmorona, a demissão vira questão de tempo.

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    Apuracões de bastidores revelam que o clima entre Crespo e o ídolo máximo do elenco, Lucas Moura, era de um autêntico racha silencioso. Uma relação marcada por pouquíssimo diálogo, alfinetadas via imprensa e nenhuma sintonia no dia a dia do CT da Barra Funda.

    O estopim: Gramado sintético e a “velha geração”

    Embora o conflito nunca tenha chegado às vias de fato, a falta de química ficou escancarada após a eliminação no Campeonato Paulista para o Palmeiras. Questionado se Lucas — que tem histórico de lesões e milita contra gramados artificiais — teve receio de jogar na arena rival, Crespo deu uma resposta atravessada que caiu como uma bomba no colo do camisa 7.

    “Talvez eu sou de uma geração diferente. A gente jogava com a neve até aqui, com frio, com calor… A velha geração gosta de outro tipo de gramado, mas faz parte da evolução. Tem que respeitar”, disparou o argentino na ocasião. O meio-campista, que colocou a equipe acima de qualquer gosto pessoal para jogar a semifinal, recebeu a fala como um golpe baixo.

    Falta de diálogo e o deboche ao empresário

    Se a relação pública já não era boa, a convivência interna era gélida. O próprio Lucas Moura já havia admitido que o contato com o treinador era escasso e burocrático. “A gente não tem tanta conversa assim. Estou me sentindo muito bem nos treinos, cada dia melhor, mas o principal é o time”, resumiu o craque em uma rara manifestação sobre a reserva.

    A corda estourou de vez quando Júnior Pedroso, empresário de Lucas, usou as redes sociais para chamar Crespo de “líder limitado que não consegue ter a confiança do grupo” e que não assume os próprios erros.

    A resposta do argentino na coletiva seguinte foi puro deboche: “Empresário? Que empresário? Protagonista fala com protagonista. Se o Lucas Moura quer falar comigo, eu falo com ele. Como é a frase da bandeira do Brasil? Ordem e Progresso”, ironizou Crespo.

    O saldo da panela de pressão

    Isolado no comando e com o peso de ter minado a confiança de um jogador que atuou apenas 13 vezes sob sua batuta (marcando três gols), Crespo viu sua sustentação ruir. A “Guerra Fria” do Morumbi terminou com a cabeça do treinador na bandeja e o caminho livre para que Lucas Moura recupere seu protagonismo absoluto agora sob o comando de Roger Machado.

  • Roger Machado desembarca na capital, quebra silêncio sobre herança no São Paulo e assume bucha imediata

    O torcedor do São Paulo mal teve tempo de processar a saída de Hernán Crespo, e a diretoria tricolor já tratou de colocar o substituto em solo paulista. Na manhã desta terça-feira (10), Roger Machado desembarcou na capital para assinar contrato, vestir a camisa e iniciar o maior desafio de sua carreira à beira do gramado.

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    Diferente da esmagadora maioria das trocas de comando no futebol brasileiro, onde o novo técnico chega com a missão de apagar incêndios e fugir do rebaixamento, Roger encontra um cenário de luxo: o São Paulo é o atual vice-líder do Campeonato Brasileiro, empatado em pontos com o líder Palmeiras.

    A “herança” de Crespo e o peso do Morumbi

    Ainda no aeroporto, em rápido contato com a imprensa, o novo comandante não escondeu a empolgação com o tamanho do salto na carreira e mostrou enorme respeito pelo legado deixado por seu antecessor.

    “Sensação de muita felicidade, muita alegria. Sei que é um desafio muito grande. Eu sei o tamanho do São Paulo e estou muito motivado com essa oportunidade para fazer um grande trabalho”, iniciou Roger, que fez questão de exaltar o trabalho construído até aqui.

    “Muitas vezes você pega equipes que começaram o campeonato em não tão boa posição. Pegar o São Paulo em segundo lugar, com a mesma pontuação do líder, faz com que você dê continuidade ao trabalho, sabendo que há coisas importantes a colher que foram bem-feitas”, analisou o treinador, reconhecendo a “herança de ouro” deixada por Crespo.

    Estreia relâmpago já tem data e hora

    No São Paulo de 2026, não existe tempo para adaptação. A urgência da diretoria em fechar o negócio se explica pelo calendário brutal do Brasileirão. A expectativa é que o novo técnico não perca um segundo sequer.

    O cronograma de Roger Machado

    • Terça-feira (10): Assinatura do contrato e primeiro treino no CT da Barra Funda a partir das 16h.

    • Quinta-feira (12): Estreia oficial à beira do gramado contra a Chapecoense, às 20h, no Estádio do Canindé.

    Com a prancheta na mão e a missão de manter o Tricolor no topo da tabela, Roger Machado sabe que a cobrança será imediata. A lua de mel com a torcida começa — ou termina — já nesta quinta-feira.

  • Felipão chuta balde, rebaixa torneio internacional e vaza verdadeira prioridade do Grêmio

    Luiz Felipe Scolari não foi contratado pelo Grêmio para fazer média com a Conmebol. Atual coordenador técnico e ídolo supremo do clube, Felipão participou do programa Fechamento, do SporTV, e entregou exatamente o que a torcida tricolor queria ouvir: a verdade nua e crua sobre o que o Imortal vai priorizar na temporada de 2026 após a conquista do Gauchão.

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    Sem filtro, o dirigente quebrou o protocolo do futebol moderno e falou abertamente sobre o peso — ou a falta dele — da Copa Sul-Americana nos bastidores da Arena.

    “Segundo escalão” com obrigação de título

    Enquanto muitos clubes tratam a Sul-Americana como a salvação do ano, Felipão tratou de colocar a competição em seu devido lugar no patamar histórico do Grêmio: um torneio periférico, mas que precisa ser vencido pela grandeza da camisa.

    “O Grêmio sempre viu a Copa Sul-Americana como de segundo escalão. Mas nós temos que focar para ganhar a Copa Sul-Americana”, disparou o coordenador técnico. O recado foi um verdadeiro choque de realidade: o torneio não tem o glamour da Libertadores, mas o elenco de Luís Castro tem a obrigação de entrar para amassar os adversários e trazer a taça para Porto Alegre.

    A brutalidade do Brasileirão e o tiro único da Copa do Brasil

    Se a Sul-Americana foi “rebaixada”, o Campeonato Brasileiro ganhou o status de grande obsessão e desafio máximo do ano. Felipão mapeou o caminho das pedras para o Tricolor brigar na parte de cima da tabela nacional.

    “O Campeonato Brasileiro é bem mais difícil. Mas com vitórias como estamos tendo, tivemos duas em casa, se buscarmos alternativas fora, dá para brigar por alguma coisinha”, analisou, jogando a responsabilidade de buscar pontos como visitante.

    Sobre a Copa do Brasil, Scolari resumiu o torneio à sua essência mais cruel: “A Copa do Brasil é um mata-mata. E aí é o dia, um jogo só”.

    Resumo da “Cartilha do Felipão” para 2026

    • Sul-Americana: Torneio de segundo escalão, mas o título é meta obrigatória.

    • Brasileirão: O desafio mais difícil; a chave é buscar vitórias longe da Arena.

    • Copa do Brasil: Torneio de sobrevivência diária.

    Com a cartilha de Felipão devidamente lida e assimilada, o Grêmio volta a campo já nesta quinta-feira (12) para colocar o plano em prática. O Imortal encara o Bragantino em mais um duelo duríssimo pelo Campeonato Brasileiro, onde precisará provar que o foco está, de fato, em brigar no topo.

  • Arthur ignora contrato europeu, crava decisão sobre adeus em junho e expõe trunfo de Luís Castro

    Levantar a taça do Campeonato Gaúcho com a braçadeira de capitão reacendeu uma paixão antiga, e Arthur não quer que esse roteiro termine no meio da temporada. Emprestado pela Juventus, da Itália, apenas até o mês de junho, o camisa 8 tricolor se tornou o centro das atenções nos bastidores do mercado da bola.

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    A boa notícia para o torcedor gremista é que a diretoria ganhou um aliado de peso para tentar uma permanência definitiva: o próprio jogador. Em entrevista recente, o volante quebrou o silêncio sobre o seu futuro e mandou um recado claríssimo sobre onde deseja jogar no segundo semestre.

    A queda de braço com os italianos

    A situação contratual de Arthur é delicada. O vínculo de empréstimo atual não possui um valor fixado para compra, o que significa que a Juventus pode pedir a quantia que bem entender para liberar o atleta em definitivo. Apesar do obstáculo financeiro, o jogador já deixou clara a sua escolha.

    “Todo mundo sabe que o meu desejo é de permanecer”, disparou o capitão em entrevista ao ge.

    Apesar da vontade escancarada, o ídolo tricolor sabe que precisará cumprir a burocracia, pelo menos até que a diretoria gaúcha abra os cofres. “O contrato inicial com a Juventus e o Grêmio é que eu ficaria até junho e depois retornaria. Até o momento é isso que será feito, porque temos contrato. Sobre ficar ou não, eu não posso falar porque não depende só de mim”, ponderou o jogador, jogando a responsabilidade para uma negociação entre os clubes.

    O fator Luís Castro: O trunfo nos bastidores

    Se o amor pelo Grêmio já era um peso enorme na balança, a chegada do técnico Luís Castro transformou a permanência em Porto Alegre em uma obsessão para Arthur. O meio-campista não poupou elogios ao expor o ambiente blindado criado pelo comandante português no vestiário.

    “Como pessoa, me surpreendeu muito, porque é um cara super do bem, está o tempo inteiro preocupado com o bem-estar do jogador. Para nós está sendo um privilégio ter uma pessoa desse porte nos liderando”, revelou o camisa 8, encantado com a gestão humana da comissão técnica.

    Resumo da “Novela Arthur”

    • Vencimento do empréstimo: Junho de 2026.

    • Direitos econômicos: Juventus (ITA).

    • Valor de compra fixado: Não existe (negociação livre).

    • Contrato na Itália: Vai até a metade de 2027 (podendo assinar pré-contrato em janeiro de 2027).

    Com o jogador já “comprado” pela ideia de Luís Castro, o Grêmio corre agora contra o tempo — e contra o euro — para garantir que seu maestro não faça as malas antes das fases decisivas da Libertadores e do Brasileirão.

  • Vasco x Palmeiras: CBF define arbitragem para 5ª rodada do Brasileirão

    A arbitragem de Vasco x Palmeiras, nesta quinta-feira (12), pela quinta rodada do Brasileirão, será comandada por Sávio Pereira Sampaio. O árbitro brasiliense de 40 anos será o responsável pela condução da partida marcada para às 19h30, no Estádio São Januário.

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    A CBF anunciou Nailton Junior de Sousa Oliveira e Daniel Henrique da Silva Andrade como os assistentes de campo, enquanto Diego Pombo Lopez comanda o VAR. A escala ocorre em um momento de afirmação para o Verdão, que conquistou o Paulistão no fim de semana e lidera o Brasileiro com 10 pontos conquistados.

    O retrospecto do Palmeiras com Sávio Pereira Sampaio é positivo: ao longo da carreira, o juiz apitou 15 partidas do Alviverde, com um saldo de oito vitórias, três empates e quatro derrotas. Esse histórico favorável serve de pano de fundo para o time de Abel Ferreira, que busca manter a regularidade e a invencibilidade para se consolidar no topo da tabela.

    Embalado pelo título do Paulistão 2026 e pela vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense na rodada anterior, com gols de Andreas Pereira e Allan, o Palmeiras foca agora em somar pontos fora de casa. A equipe entra em campo como ampla favorita, mesmo fora de casa, já que enfrenta o lanterna da competição. 

    Escala de Arbitragem: Vasco x Palmeiras

    • Árbitro: Sávio Pereira Sampaio (DF)
    • Assistente 1: Nailton Junior de Sousa Oliveira (CE)
    • Assistente 2: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF)
    • Quarto Árbitro: Julio Cesar Pfleger (SC)
    • Inspetor: Raimundo Nonato Lopo De Abreu (DF)
    • Assessor: Adriano de Carvalho (TO)
    • VAR: Diego Pombo Lopez (BA)
    • AVAR: Helen Aparecida Goncalves Silva Araujo (MG)
    • AVAR 2: Antonio Magno Lima Cordeiro (CE)
    • Observador de VAR: Marcos Andre Gomes da Penha (ES)
    • Quality Manager: Tatiana Pacheco Lima Guedes (RJ)
  • Fluminense faz loucura nos bastidores, engole taxa assustadora de impostos e oficializa reforço mais caro da história

    O torcedor do Fluminense já sabe que o argentino Rodrigo Castillo é o novo dono da grande área nas Laranjeiras, mas o que poucos imaginavam era o nível da loucura financeira que a diretoria precisou fazer para arrancar o jogador do Lanús no último dia da janela de transferências.

    ➕ Otávio publica texto de desabafo após virar vilão em vice do Fluminense

    Para vestir o centroavante de 27 anos com as três cores que traduzem tradição, o Tricolor precisou realizar uma engenharia econômica agressiva, engolindo taxas assustadoras para não ver o negócio melar na reta final.

    A exigência implacável e a taxa milionária

    Durante as negociações, o clube argentino foi irredutível: só liberaria seu artilheiro mediante o pagamento de 10 milhões de dólares livres de qualquer imposto. Sem margem para recuar e precisando desesperadamente de um homem-gol, o Fluminense aceitou assumir integralmente a “mordida do Leão” na transação internacional.

    Na prática, isso significa que o Tricolor concordou em desembolsar mais 3 milhões de dólares (cerca de R$ 17 milhões) apenas em encargos fiscais e impostos de transferência. Com essa “taxa invisível”, o investimento total da operação sofreu um salto colossal, chegando à casa dos 13 milhões de dólares — o que representa aproximadamente R$ 67 milhões na cotação atual.

    Adeus, Thiago Neves: Um novo patamar nas Laranjeiras

    A engenharia financeira para viabilizar Castillo não apenas chocou o mercado, mas reescreveu os livros de história do Fluminense. O centroavante argentino assumiu, com uma folga absurda, o posto de contratação mais cara de todos os tempos do clube.

    Até então, o recorde intocável pertencia ao meia Thiago Neves, comprado em 2012 por valores que, corrigidos pela inflação, bateriam na casa dos R$ 39 milhões. A diferença de quase R$ 30 milhões entre os dois negócios evidencia o novo patamar de investimento (e de risco) assumido pelo departamento de futebol nesta temporada.

    A aposta de R$ 67 milhões

    Com 1,90m de altura, Rodrigo Castillo chega com o peso do valor investido nas costas e a missão de ser a máquina de gols do time de Luis Zubeldía. O centroavante traz no currículo números recentes que justificam o esforço tricolor:

    • Lanús (2025): 16 jogos, 7 gols e 1 assistência.

    • Gimnasia La Plata: 67 partidas e 12 gols.

    Já integrado ao elenco no CT Carlos Castilho, o argentino agora corre contra o tempo para provar dentro de campo que cada centavo dos R$ 67 milhões investidos pelo Fluminense valeu a pena.

  • Vasco x Palmeiras: Sávio Pereira Sampaio apita duelo em São Januário

    A arbitragem de Vasco x Palmeiras, nesta quinta-feira (12), pela quinta rodada do Brasileirão, será comandada por Sávio Pereira Sampaio. O árbitro de 40 anos, parte do quadro da Fifa, será o responsável pela condução da partida marcada para as 19h30, no Estádio São Januário.

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    A CBF anunciou Nailton Junior de Sousa Oliveira e Daniel Henrique da Silva Andrade como os assistentes de campo, enquanto Diego Pombo Lopez comanda o VAR. A escala ocorre em um momento de extrema pressão para o Cruzmaltino, que ocupa a última colocação do campeonato.

    Vasco x Palmeiras será o 14º jogo do Gigante da Colina apitado por Sávio Pereira Sampaio, e o histórico da equipe nesse recorte é equilibrado. Foram seis vitórias, dois empates e cinco derrotas em partidas apitadas pelo árbitro. Agora, o time entra em campo com a missão urgente de somar pontos.

    O Vasco tenta a recuperação após ser derrotado pelo Santos na Vila Belmiro. O confronto contra o líder do campeonato é visto como o “divisor de águas” para iniciar uma reação, e a expectativa da torcida é de uma arbitragem que não prejudique a estratégia de jogo.

    Escala de Arbitragem: Vasco x Palmeiras

    • Árbitro: Sávio Pereira Sampaio (DF)
    • Assistente 1: Nailton Junior de Sousa Oliveira (CE)
    • Assistente 2: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF)
    • Quarto Árbitro: Julio Cesar Pfleger (SC)
    • Inspetor: Raimundo Nonato Lopo De Abreu (DF)
    • Assessor: Adriano de Carvalho (TO)
    • VAR: Diego Pombo Lopez (BA)
    • AVAR: Helen Aparecida Goncalves Silva Araujo (MG)
    • AVAR 2: Antonio Magno Lima Cordeiro (CE)
    • Observador de VAR: Marcos Andre Gomes da Penha (ES)
    • Quality Manager: Tatiana Pacheco Lima Guedes (RJ)
  • Xerife do Corinthians debocha de provocações do Palmeiras e expõe obsessão de rival

    A festa do Palmeiras pelo título do Campeonato Paulista de 2026 tentou, de todas as formas, atingir o Parque São Jorge. Com postagens irônicas e provocações nas redes sociais logo após a conquista, o rival esperava incomodar o Corinthians. No entanto, o feitiço virou contra o feiticeiro graças à postura fria e calculista do zagueiro André Ramalho.

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    Presente no evento de encerramento da FPF na noite de segunda-feira (9), o xerife da zaga alvinegra foi questionado sobre as alfinetadas alviverdes e não fugiu da dividida. Com um sorriso irônico e muita tranquilidade, ele transformou a tentativa de zoação em um atestado de obsessão do rival.

    “Querem ser um pouco da gente”

    Ao invés de demonstrar irritação, André Ramalho interpretou as postagens do Palmeiras como um sinal de que o Corinthians não sai da cabeça da equipe da Barra Funda, mesmo em dia de título deles.

    “Faz parte do jogo. É sinal que estão olhando para a gente, vendo as coisas que estamos fazendo. Talvez eles queiram ser um pouco da gente. De qualquer forma, a provocação faz parte do futebol. A gente sabe lidar com isso”, disparou o camisa 5, apontando uma suposta “inveja” da grandiosidade corintiana.

    O defensor fez questão de ressaltar que o Timão lida muito bem com o clima de flauta, justamente por estar acostumado a estar do lado vencedor em grandes momentos. “Uma hora você é provocado, outra hora você provoca. Isso faz parte do futebol, faz o futebol ser gostoso para todo mundo. Essas provocações existem entre os torcedores, de uma forma sadia. Faz parte do futebol. Está tudo certo”, minimizou.

    Aviso sobre a soberania alvinegra

    O deboche de Ramalho não parou por aí. Para encerrar o assunto, ele puxou o retrospecto recente para refrescar a memória do adversário. Vale lembrar que, em 2025, o Corinthians foi o algoz supremo do Palmeiras, eliminando o rival nas oitavas da Copa do Brasil e levantando a taça do próprio Paulistão em cima deles.

    Projetando o próximo Dérbi que acontecerá em abril pelo Brasileirão, o zagueiro mandou um recado direto sobre quem manda no confronto: “Ano passado ficou clara a nossa soberania nos duelos contra eles. A gente quer repetir esse ano, que a gente possa continuar tendo bons resultados nos confrontos contra eles. A gente sabe da importância desses jogos para nós e para a torcida. O Corinthians precisa estar sempre bem representado em campo”, finalizou, decretando que a paz no clássico está oficialmente encerrada.

    Antes de reencontrar o rival, no entanto, o foco total do Corinthians é na disputa do Campeonato Brasileiro. O time entra em campo nesta quarta-feira (11), na Neo Química Arena, para encarar o Coritiba pela quinta rodada da competição.

  • Corinthians x Coritiba: árbitro ‘picotador’ e marcado por gols anulados apita no Brasileirão

    A arbitragem de Corinthians x Coritiba, nesta quarta-feira (11), pela quinta rodada do Brasileirão, será comandada por Paulo Cesar Zanovelli. A partida na Neo Química Arena será a segunda vez que o juiz mineiro apita um jogo do Timão nesta temporada, trazendo um estilo de condução que costuma testar a paciência da Fiel.

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    Zanovelli é conhecido por ser um árbitro que “picota” demais o jogo, marcando faltas em excesso e dificultando a fluidez das jogadas. Com uma média alta que frequentemente ultrapassa as 30 infrações por partida, o juiz de 35 anos utiliza as paralisações como ferramenta de controle, o que pode prejudicar o time de Dorival Júnior dentro de casa.

    Embora tenha um rigor alto para marcar faltas, essa média não se reflete necessariamente em cartões, mas sim em um jogo travado. Para o Corinthians, que precisa de ritmo para pressionar o adversário, o estilo de Zanovelli é um sinal de alerta. 

    Polêmicas de Zanovelli em jogos do Corinthians

    Apesar de o retrospecto geral ser favorável (oito vitórias em 13 jogos), o reencontro com Paulo Cesar Zanovelli traz recordações recentes de irritação. Um dos últimos duelos do Timão apitado por ele, a vitória por 4 a 2 sobre o Internacional, foi marcado por dois gols anulados que geraram revolta.

    Naquelas ocasiões, as marcações de faltas na origem dos lances foram consideradas interpretativas e exageradas. Agora, a expectativa dos torcedores é que Corinthians x Coritiba não seja influenciado pela arbitragem, já que pode colocar o Timão na liderança do Brasileirão. 

    Escala de arbitragem completa para Corinthians x Coritiba

    • Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva (MG)
    • Assistente 1: Alex dos Santos (SC)
    • Assistente 2: Pablo Almeida da Costa (MG)
    • Quarto Árbitro: Wagner Silveira Echevarria (RS)
    • Inspetor: Hilton Moutinho Rodrigues (RJ)
    • Assessor: Jose Mocellin (RS)
    • VAR: Rodrigo D’Alonso Ferreira (SC)
    • AVAR: Andre da Silva Bitencourt (RS)
    • AVAR 2: Leonardo Rotondo Pinto (MG)
    • Observador de VAR: Fernando Jose de Castro Rodrigues (PA)
    • Quality Manager: Joel Tolentino Damata Junior (MG)
  • Torcida do Fluminense engole Flamengo fora de campo e domina ranking de público

    O título do Campeonato Carioca 2026 pode não ter ido para a sala de troféus das Laranjeiras, mas a torcida do Fluminense fez questão de garantir o troféu de maior espetáculo do estado. O levantamento final das arquibancadas do torneio foi divulgado, e os números oficiais provam que o apoio incondicional ao time comandado por Luis Zubeldía foi muito superior ao de qualquer adversário.

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    Se dentro das quatro linhas o clássico Fla-Flu foi decidido nos pênaltis, nas bilheterias a vitória tricolor foi uma verdadeira goleada, deixando o maior rival comendo poeira.

    A liderança isolada e o engajamento tricolor

    Abraçando a equipe desde a primeira rodada, o Fluminense fechou o Campeonato Carioca ostentando a marca impressionante de 28.679 torcedores pagantes por partida. O número foi mais do que suficiente para desbancar o Flamengo, que precisou se contentar com o segundo lugar, registrando uma média de 24.211 pagantes.

    A diferença de mais de 4 mil pessoas por jogo evidencia o momento de sinergia entre o clube de Laranjeiras e seus adeptos, que lotaram o Maracanã de forma consistente ao longo de todo o primeiro trimestre. O Vasco fechou o pódio, mas muito distante da dupla Fla-Flu, com cerca de 12 mil presentes por duelo.

    O vexame alvinegro

    Se a liderança tricolor é motivo de orgulho, a parte de baixo do ranking do G4 virou motivo de piada. O Botafogo protagonizou um dos maiores constrangimentos da história recente do borderô estadual. O clube de General Severiano conseguiu a proeza de terminar a competição com uma média de público inferior à do Madureira, ficando apenas na quinta colocação geral.

    Confira o ranking final de média de público pagante do Cariocão 2026

    Posição Clube Média de Pagantes
    Fluminense 28.679
    Flamengo 24.211
    Vasco 12.010
    Madureira 6.629
    Botafogo 6.240
    Bangu 2.957
    Boavista 1.759
    Volta Redonda 1.522
    Maricá 814
    10º Nova Iguaçu 804
    11º Portuguesa 802
    12º Sampaio Corrêa 561

    Com a força das arquibancadas mais do que comprovada, o Fluminense vira a chave da temporada sabendo que terá o caldeirão tricolor fervendo a seu favor nas disputas da Copa Libertadores, Brasileirão e Copa do Brasil.