Edu Dracena falou sobre a punição imposta ao jogador rubro-negro durante o programa Jogo Aberto, da Band. De acordo com o ex-zagueiro, a punição poderia ser vista como leve em comparação com casos semelhantes julgados recentemente.
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“A pena foi branda, teve outros jogadores que pegaram punições maiores, mais o tribunal condenou então tem que investigar pra não acontecer mais isso.”
Por outro lado, Ronaldão apresentou uma visão mais crítica sobre a decisão do tribunal. O comentarista então apontou que o julgamento pode ter sido influenciado pela tradição da camisa rubro-negra.
“Acho que a camisa pesou na decisão, porque teve outros jogadores que pegaram anos e o Bruno Henrique só 12 jogos estranho pois realmente a camisa do Flamengo pesou.”
“Acredito que a história ainda não acabou e que sirva de lição para o Bruno Henrique, mais a questão que as conversas com o irmão tem que ser bem intima , infelizmente teve a infeliz ideia de colocar dinheiro então tomem cuidado com a família e passar outra visão pra isso não acontecer mais. A pena não foi justa justamente pelas mensagens no celular.”
Quando Bruno Henrique pode voltar a jogar?
A expectativa é que o jogador, identificado pelo número 27, volte a jogar no dia 04 de dezembro, enfrentando o Santos pelo Campeonato Brasileiro.
O ex-zagueiro Ronaldão, eternizado na história do São Paulo e campeão do mundo com a Seleção Brasileira em 1994, abriu o coração para expressar o enorme carinho e satisfação que sentiu ao vestir a camisa do Flamengo. Apesar da forte identificação com o Tricolor Paulista, o defensor não poupou elogios ao período em que atuou no Mais Querido.
“Foi um dos maiores prazeres da minha carreira ter jogado no Flamengo”, afirmou o ex-jogador em participação no podcast “Boteco do Chula”, apresentado pelo também ex-Flamengo, Aloísio Chulapa.
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Em sua fala, ele destacou a força da equipe e a atmosfera única proporcionada pela torcida rubro-negra.
“Você jogar no Flamengo, com aquela torcida ali… com Romário, com a galera toda, aquele Mengão realmente é um time que cativa, que marca a vida de qualquer atleta. Passamos grandes momentos ali, viajava o Brasil inteiro, realmente era uma coisa fantástica”, completou Ronaldão.
Ronaldo Rodrigues de Jesus, o Ronaldão, desembarcou na Gávea em 1996. Antes do Mengão, teve uma carreira de destaque no São Paulo, onde conquistou múltiplos títulos, incluindo dois Mundiais, e uma passagem pelo futebol japonês no Shimizu S-Pulse.
Sua chegada aconteceu em um momento de reconstrução para o Flamengo. O clube vinha de um frustrante ano de seu centenário em 1995, quando, apesar de grandes investimentos como a contratação de Romário, não levantou troféus.
A chegada do zagueiro, no entanto, mudou o cenário. Com Ronaldão como um dos pilares da defesa, o Flamengo engrenou e teve uma temporada de sucesso. O time conquistou a Taça Guanabara e a Taça Rio, sagrando-se Campeão Carioca daquele ano de forma invicta, sem a necessidade de disputar as finais.
No segundo semestre, a defesa rubro-negra foi reforçada com a chegada de Júnior Baiano. A dupla de zaga se consolidou e liderou o time a mais uma conquista. A Copa Ouro da Conmebol, disputada em Manaus. O título veio com vitórias sobre o Rosário Centra-ARG e o próprio São Paulo na decisão.
Apesar do bom desempenho nos torneios de mata-mata, a equipe não conseguiu manter a mesma consistência no Brasileirão. O Rubro-Negro terminou a competição em uma modesta 13ª posição. Ao final da temporada de 1996, a passagem de Ronaldão pelo Flamengo chegou ao fim.
O zagueiro se transferiu para o Santos, deixando para trás um ano de conquistas e uma marca de respeito e carinho na memória do torcedor, sentimento que, como demonstrado em suas palavras, é totalmente recíproco.
Gonzalo Plata entrou apenas no segundo tempo do empate entre Equador e Paraguai, nesta quinta-feira (4). O atacante do Flamengo jogou cerca de 20 minutos na penúltima rodada das Eliminatórias Sul-Americanas. Após o apito, precisou responder a questionamentos sobre seu estado físico.
A imprensa equatoriana noticiou que o jogador não estava 100% antes da partida. Alguns veículos chegaram a apontar que ele poderia ser desfalque diante do Paraguai. Contudo, pendurado com um cartão amarelo, o atacante explicou que sua ausência inicial foi para evitar uma suspensão na última rodada.
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“Estou bem, graças a Deus. Fiquei no banco por causa da amarelo e para enfrentar a Argentina”, afirmou Plata na zona mista.
O Equador já tem vaga assegurada na Copa do Mundo de 2026. A equipe soma 26 pontos, está em quarto lugar e vai terminar no mínimo no sexto lugar. Além disso, chega embalada em dez jogos seguidos sem perder nas Eliminatórias.
O duelo contra a Argentina será na terça-feira (9), às 20h30 (horário de Brasília), em Guayaquil. A partida será no Estádio Monumental e pode marcar a despedida do time diante de sua torcida. Isso porque ainda não há confirmação sobre a realização de amistosos no país antes da Copa.
Plata também celebrou o ponto conquistado no Estádio Defensores del Chaco, palco difícil nas Eliminatórias. Ele destacou que tanto Brasil quanto Argentina perderam em Assunção, o que valoriza o resultado. O atacante deixou claro que a equipe chega confiante para enfrentar os atuais campeões mundiais.
“Foi um grande resultado para nós. Nenhuma seleção havia somado aqui, então conseguimos algo importante. (…) Agora o objetivo é vencer a Argentina e terminar em segundo lugar. Todo mundo sabe o quão importante será essa partida, jogar com um time tão forte vai nos custar, mas o time está focado”, finalizou Plata.
Sem vestir a camisa do Flamengo em um jogo oficial desde o dia 3 de agosto, o atacante Juninho pode ver sua situação no clube mudar em breve — pelo menos um pouco. Sem conseguir negociá-lo, o Rubro-Negro pode voltar a oferecer algumas oportunidades para o jogador no decorrer da temporada.
Ao longo da janela, o Flamengo tinha como objetivo vender o jogador, que chegou no início do ano. No entanto, não encontrou compradores — apenas duas propostas de empréstimo do mundo árabe. Sem interesse nesse modelo de negócio, o Mais Querido recusou, segundo o jornalista Pablo Rua.
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Com o encerramento da janela, Juninho deve mesmo seguir no Flamengo até o fim do ano. Após a abertura de um novo mercado, o atacante poderá voltar a buscar um novo destino. No entanto, a sequência no Flamengo pode ficar um pouco melhor a partir de agora.
Conversa com Filipe Luís e punição de Bruno Henrique podem ajudar Juninho
Após conversa particular com Filipe Luís, Juninho tem outro motivo para acreditar em novas oportunidades. Com a punição do STJD ao atacante Bruno Henrique, que vai ficar de fora em 12 jogos da temporada, o setor passará a ter um desfalque.
Com isso, Juninho deve voltar a ser ao menos relacionado para os jogos, o que não acontece desde o dia 6 de agosto. Na ocasião, o Flamengo venceu o Atlético-MG na Arena MRV, pela Copa do Brasil, e acabou eliminado da competição nos pênaltis. Depois disso, o atacante não voltou mais à lista de Filipe Luís.
Com a saída momentânea de Bruno Henrique do time, Juninho pode ganhar minutos na sequência do Brasileirão. Ainda mais com o cronograma apertado que o Flamengo terá, com cinco jogos em 14 dias.
O próximo compromisso está marcado para o dia 14 de setembro, primeiro domingo após a Data Fifa. Pela 23ª rodada do Brasileirão, o adversário do Flamengo será o Juventude, que ocupa a zona de rebaixamento da competição. A bola rola a partir de 16h (horário de Brasília), em Caxias do Sul.
Talismã de Hernán Crespo, Rodriguinho e São Paulo trabalham para estender o contrato do meia. Atualmente o vínculo entre clube e atleta vai até dezembro de 2026. Segundo o jornalista Alexsander Vieira, as tratativas com o empresário Giuliano Bertolucci devem acontecer em breve.
A proposta prevê reajuste salarial e possibilidade de vínculo até 2029. O sinal inicial para avançar com as conversas já foi dado.
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Apesar da intenção de renovar, Rodriguinho desperta interesse de clubes do exterior. Precisando de dinheiro em caixa, uma possível venda no fim do ano ou início de 2026 não está descartada. Na renovação contratual, o São Paulo planeja elevar as multas rescisórias do camisa 15.
Atualmente, os valores estão fixados em R$ 90 milhões para clubes brasileiros e 40 milhões de dólares (R$ 215,6 milhões) para o mercado internacional. Embora os novos números ainda não tenham sido definidos, a tendência é que superem os atuais. De acordo com a ‘ESPN’, as tratativas estão bem encaminhadas e a assinatura do novo vínculo está próxima.
Apesar de ter sido promovido ao elenco principal em 2022, Rodriguinho teve poucas oportunidades nas primeiras temporadas. O meia de 21 anos passou a ganhar espaço recentemente sob o comando do técnico Hernán Crespo. Na atual temporada, já disputou 20 jogos, contribuindo com um gol e duas assistências.
São Paulo renovou com outra joia recentemente
Além de Rodriguinho, Pablo Maia definiu sua renovação contratual com o São Paulo. O volante de 23 anos tinha vínculo até 2027, agora ampliado para 2029. No clube desde os 15 anos, foi peça fundamental na conquista inédita da Copa do Brasil.
Ainda não há detalhes sobre possíveis alterações na multa rescisória de Pablo Maia, antes fixada em cerca de R$ 300 milhões. Atualmente, o volante atua como opção no banco de reservas da equipe dirigida por Hernán Crespo.
Em edição emocionante do MengoCast, que contou com choro de Athirson, o ex-jogador trouxe pontos interessantes sobre a carreira. Em dado momento, ele conta histórias com Zico e Zidane.
Primeiro, ainda surgindo no Flamengo, o ex-lateral lembra que foi convidado pelo para uma reunião.
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“Alguns jogadores emblemáticos me fizeram melhorar em campo. O Zico foi incrível. O Zico me chamou um dia no CFZ. Eu falei, ‘agora ele vai ser meu empresário. Estou jogando bem. Galinho, né? Quer falar comigo…’ Fui todo empolgado. Cheguei, sentei, falamos meia hora, e eu, e aí… vim aqui para quê. Mas não podia acelerar. Passou, passou. Ele diz: ‘Sabe o motivo de te chamar aqui?’; ‘Pô, Zico… Estou doido para saber’”, recorda.
O motivo, porém, foi bem diferente do imaginado. Zico deu um toque para Athirson se concentrar na defesa. O impacto foi grande, mas o ex-lateral conta que aquilo mudou sua carreira.
“Então, ‘você é um jogador que é promessa, está se destacando. Tem muito potencial técnico, ataca muito bem o espaço, dribla bem… Mas qual é a primeira função do lateral?’. Falei, ‘marcar’. Flamengo vinha numa fase ruim no Brasileiro, perdendo jogos em casa. Ele diz: ‘Então, se preocupa agora em somente marcar. Do meio para frente, a gente já sabe que você é bom. Isso pode atrapalhar tua carreira’. Cheguei feliz, emocionado, empolgado, saí triste, cabeça baixa. Mas aquilo me fez crescer, entender o processo. Ele não fazia mais parte do dia a dia, do clube. Me chamou como rubro-negros. Esses ídolos, são pessoas que você vê que te ajudou”, comenta.
Não é só Zico: Athirson também lembra história com Zidane
O ídolo máximo do Flamengo foi importantíssimo, mas na Itália, Athirson também teve ajuda de outro grande nome. Campeão do mundo com a França, Zidane fez parte da história do ex-jogador.
Iniciando a trajetória na Juventus, Athirson lembra de um erro durante a disputa pelo título italiano.
“O Zidane me ajudou. Tinha acabado de chegar na Juventus. Com o Carlo Ancelotti. Em um jogo contra o Brescia, em casa, comecei na lateral, 1 a 0 a gente. Falta na intermediária, na lateral do campo. Faz o posicionamento, no bico da área, para não dar espaço. Bola viajada. Estou aqui na última linha, subo para cabecear. Tudor, hoje técnico da Juventus, subiu também. Nenhum de nós alcançou O Baggio saiu de trás de mim, antecipou, gol. 1 a 1 em casa”, comenta.
No treino do dia seguinte, Athirson estava cabisbaixo. Mas Zidane foi crucial para ajudar seu crescimento na Itália.
“Em casa, é ruim perder ponto em casa. A imprensa detonando. No dia seguinte, eu sentado aqui, Zidane e Van der Saar do lado. Eu de cabeça baixa, uma hora antes do treino. Bolado, triste. O Zidade viu que eu estava caladão, perguntou o que estava acontecendo. ‘Errei ontem, não consegui ajudar o time…’; ‘É, acontece. Hoje você erra, amanhã você acerta. Bora treinar. Isso faz parte do futebol. Trabalhar que amanhã você vai fazer gol. Levanta a cabeça’. Ele já tinha sido campeão do mundo em 98, isso foi em 2001. Isso faz a diferença para um jovem. Acontece, jovem erra muito”, afirma. Assista na íntegra.
Nesta sexta-feira (5), às 16h (de Brasília), Egito e Etiópia se enfrentam no Estádio Internacional do Cairo, no Cairo, pela 7ª rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo 2026.
É confronto claramente desequilibrado: o Egito aparece embalado, invicto e com status de favorito absoluto; a Etiópia busca surpreender com espírito de luta e velocidade ofensiva.
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Como chegam as seleções
Egito: Invicto nas Eliminatórias até aqui, com seis jogos, cinco vitórias e um empate. Mohamed Salah é o artilheiro da fase com 6 gols e também soma 3 assistências. A equipe tem dominado o grupo com autoridade.
Etiópia: Tem apenas uma vitória até agora e segue sem convencer. O histórico recente indica fragilidade defensiva e falta de consistência.
Análise do duelo
O Egito deve controlar o jogo desde o início, com posse de bola dominante e pressão constante. A Etiópia deve tentar explorar transições rápidas, mas a defesa é vulnerável demais para conter o talento egípcio, especialmente de Salah. Acredita-se em vitória tranquila, com diferença de gols significativa.
Palpites para Egito x Etiópia
Palpite 1 – Egito vence no intervalo/final (HT/FT) Superioridade clara e tendência de abrir vantagem rápida com Salah em destaque. Odd: 1.59 – Superbet [review id=”26″]
Palpite 2 – Menos de 2,5 gols no jogo Egito tem potencial ofensivo elevado, mas não costuma vencer por vantagens maiores que por 2 gols. Odd: 2.00 – Bet365
Palpite 3 – Mohamed Salah marca a qualquer momento Com seis gols em seis jogos, Salah segue imparável. Odd: 1.66 – Bet365 [review id=”38″]
Mais de 3,5 gols – tem potencial, dado favoritismo do Egito e mando de campo. Odd: 2.96 – Esportes da Sorte [review id=”32″]
Mais de 8,5 escanteios no jogo – Egito deve pressionar bastante. Odd: 2.03 – Novibet [review id=”21″]
Palpites ousados
Salah marca 2 ou mais vezes – artilheiro da fase. Odd: 3.75 – Bet365 [review id=”38″]
Placar exato 2–0 Egito – reflete o domínio esperado e placar comum. Odd: 4.50 – Superbet [review id=”26″]
Ficha técnica – Egito x Etiópia
Competição: Eliminatórias da Copa do Mundo 2026 – CAF, Grupo A
Rodada: 7ª
Data e horário: sexta-feira, 05/09/2025, às 13h (de Brasília)
Estádio: Cairo International Stadium, Cairo (Egito)
Transmissão no Brasil: Fifa+
Aviso de Jogo Responsável: as apostas esportivas envolvem riscos financeiros. Não há resultados garantidos, e as odds podem variar até o início e durante a partida. Aposte com responsabilidade, apenas valores que esteja disposto a perder. Proibido para menores de 18 anos.
Aos 39 anos, o ídolo do Flamengo, Hernane Brocador encara no Cianorte o que chama de “momento final de carreira”. Peça-chave para o Rubro-Negro em 2013, o centroavante agora tem como meta levar o time paranaense ao acesso para a Série C antes de pendurar as chuteiras.
Neste sábado, às 16h (horário de Brasília), o Cianorte enfrenta o Barra-SC na Arena Barra FC, pelo jogo de volta das quartas de final da Série D. Após um empate sem gols no jogo de ida, uma vitória simples garante a vaga na divisão superior. Um novo empate levará a disputa para os pênaltis.
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“Estamos indo para o jogo tão sonhado que é o jogo do acesso. Creio que vai dar tudo certo. Vou ter um algo a mais na minha carreira. Títulos e acessos engrandecem cada vez mais o atleta”, afirmou o Brocador em entrevista à RPC.
Contratado em junho, Hernane disputou nove jogos na Série D e marcou um gol. Atualmente, tem sido uma importante opção no banco de reservas. Sua experiência contribui de outra forma, trocando ideias com o treinador Rafael Ferro.
“O Ferro já deixou bem claro para que, se tiver vendo alguma coisa, passar para ele, para ajudar. A gente sempre quer estar jogando, mas sabe da importância de ter um jogador com muita experiência no elenco, que será espelho para os mais novos”, comentou o atacante.
Essa transição para um papel de mentor já aponta para os próximos passos de sua carreira. Hernane planeja se aposentar em 2026 e já está se qualificando para seguir no futebol. Ele concluiu a Licença B da CBF, que o habilita a treinar categorias de base, e buscará a Licença A, para comandar equipes profissionais.
“Estou me preparando para o pós-carreira. Assim que eu pendurar a chuteira, bem provavelmente no próximo ano, já quero estar pronto para dar sequência no meio do futebol. São quase 20 anos desse lado aqui, alguma coisa a gente sempre aprende”, projetou.
Hernane viveu seu auge no Flamengo
O auge de Hernane Brocador foi em 2013, quando foi destaque na conquista da Copa do Brasil e se tornou o artilheiro do país com 36 gols. Apesar das glórias, ele conta, com bom humor, que precisa relembrar suas façanhas para os companheiros mais jovens do Cianorte.
“A gente conta algumas histórias no vestiário, e alguns atletas não conhecem, não lembram, até porque uns têm 20, outros 22 anos. Há 12 ou 13 anos, eles eram bem jovens. A minha história está ali no Google, no YouTube, é só eles pesquisarem”, brinca o jogador.
Com a confiança de uma equipe que não perde há sete jogos, Hernane analisa o ambiente do clube como leve e focado para o confronto decisivo.
“A ansiedade é natural do jogador jovem, mas o time está bem focado, sabe do objetivo. Sabemos das armas que temos, um time de muita qualidade e um contra-ataque muito bom. Vamos nos preparar para no sábado conseguir a vitória”, finalizou.
Pelo Flamengo, o Brocador marcou 45 gols em 87 jogos. Marcou seu nome na história do clube, principalmente por brilhar numa época em que o Rubro-Negro vivia o tempo das “vacas magras”.
Nesta quinta-feira (4), o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) definiu a punição para Bruno Henrique. O atacante recebeu suspensão de 12 partidas e multa de R$ 60 mil, acusado de envolvimento em manipulação de apostas. Segundo o ex-jogador Ronaldo Giovanelli, a ação tomada sobre o jogador teve “dois pesos e duas medidas”.
Nos últimos anos, foram diversos os casos de jogadores que se envolveram em esquemas de manipulação, e acabaram punidos. Ronaldo chama atenção para esses casos, e pontua que alguns atletas tomaram punições muito mais severas. Diante disso, acusa o STJD de ser influenciado pelo peso da camisa do Flamengo.
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“Dois pesos, duas medidas, a camisa pesou e pesou legal na caneta aí,porque a gente viu aí o que está acontecendo,as pessoas que foram punidas e da forma que elas foram punidas também,e agora só 12 jogos? Tem alguma coisa estranha aí”, dispara Ronaldo.
Bruno Henrique foi punido com base no artigo 243-A do CBJD, mas acabou absolvido no artigo 243.
No artigo 243-A, Bruno Henrique foi punido por violar a ética esportiva em apostas investigadas. O auditor Aucino Guedes destacou que o jogador não agiu deliberadamente contra o Flamengo, absolvendo-o do artigo 243. Já Guilherme Martorelli também reconheceu a infração, mas votou por multa de R$ 100 mil por informação privilegiada.
Apesar do resultado do julgamento e da explicação de uma pena menor, Ronaldo insinua novamente contra o Flamengo. Para o ex-goleiro, o tribunal ficou intimidado diante o Rubro-Negro. Ao ver um jogador de um clube com “camisa pesada”, optaram por uma punição mais branda.
“Para mim é a camisa que pesou, a camisa do Flamengo nesse tribunal ela está pesada, então eles ficaram com receioe deram uma punição branda”, comenta.
Veja os jogos que Bruno Henrique ficará de fora do Flamengo
A decisão inicial tira Bruno Henrique de confrontos decisivos do Flamengo no Campeonato Brasileiro. Se confirmada, a suspensão permitirá retorno apenas nas últimas cinco rodadas da competição. O clube recorreu e busca efeito suspensivo, que manteria o atacante em campo até novo julgamento.
Se a suspensão valer somente para o Brasileirão, esses seriam os confrontos do Flamengo sem Bruno Henrique:
Flamengo é para quem sentir, e o ex-lateral Athirson mostrou sentir muito. Muito mais do que como um jogador em campo. Mas como um torcedores nas arquibancadas.
Participando do MengoCast, na Flamengo TV, o ex-atleta se emocionou logo no início da live. No estúdio, o ex-jogador olhava para o Maracanã ao seu lado. Por isso, não segurou a emoção.
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Enquanto agradecia pelo convite, antes mesmo das primeiras perguntas, veio a emoção. Athirson não conseguiu segurar o choro, pediu desculpas e disse lembrar de histórias com seu pai no Maracanã.
“Para a gente que teve o sonho de ser atleta do Flamengo, que era o meu sonho… Eu não queria ser só jogador de futebol. Eu queria ser jogador do Flamengo. Vou chorar, né? Desculpa. Meu pai me ensinou a ser Flamengo, né? Tantas memórias marcantes aqui no Maracanã. Não como atleta, falo como torcedor. Quando você traz seu filho, tem um momento de aproximação. Vai passando ali uma história bacana. Tudo que vivenciei. Um dia, me torno um atleta profissional do Flamengo. Eu não imaginava que fosse chorar. Mengão e Maraca, cara… Te traz essa situação. Deixa eu beber uma água”, diz o ex-atleta.
Athirson lembra história icônica na final de 1987, no Maracanã
Se recuperando, o ex-jogador lembra uma dessas histórias com seu pai no Maracanã. Aconteceu na final da Copa União de 1987, quando o Mengão venceu o Internacional e foi tetracampeão brasileiro.
“Aqui, superior do Maracanã, tinha um banheiro na parte de cima com aquelas frechas de circulação de ar. O Maracanã estava muito cheio, não dava para entrar mais na rampa para a arquibancada. Todo mundo já pendurado, um em cima do outro ali. Eu, 10 anos, meu irmão, 12. Meu pai, com nós dois, disse, ‘não temos como entrar, vamos no banheiro para eu pensar’”, inicia.
Do banheiro, Athirson e sua família não saiu. Isso porque eles conseguiram ver a partida por uma frecha.
“Chegou lá, quando ele viu, ‘opa, dá para ver o campo’. Tinha aquele mictório, daqueles grandões, de cimento. Botou a gente em pé ali, conseguimos olhar de cima. Conseguimos ver o jogo dali de cima. Flamengo x Internacional, Copa União, 1987. Gol em cima do Taffarel, e aí, a gente pulando, esquecemos que estávamos no banheiro. A gente se abraçando. Aquilo foi incrível, um momento marcante. Único”, conta.
No segundo tempo, Athirson e seu pai, além do irmão, conseguiram ir para a arquibancada.
“Primeiro momento todinho no banheiro, intervalo, a galera vem para o banheiro, agora a gente vai para a arquibancada. Outro jogo muito marcante foi o gol do , ele bate a falta, o goleiro vai tentar pegar a bola. A falta contra o Santa Cruz. Tem vários grandes jogos”, relata.
Pai de Athirson não o pressionou para ser jogador
Por fim, o ex-jogador conta que seu pai o apoiava por diversão, mas não esperava que ele se profissionalizasse. Inclusive, outros pais nunca citavam Athirson como promessa de jogador.
“Meu pai não criava muita expectativa, só deixava a gente se divertir. Aos poucos, ouvia os pais falando, esse vai ser, aquele não. Meu nome não era citado. Ele nunca falava isso para mim. Meu pai teve muita participação comigo, sempre na parte de pai, não de empresário. Sempre foi muito apaixonado por futebol”, conclui Athirson. Assista na íntegra.