Autor: diogo.almeida1979

  • Fim de Semana Olímpico: Mais uma Taça na Gávea

    Bruno Vasconcellos (@BruNoCellos_CRF)

    O Vôleibol do Flamengo segue dando alegrias pro seu torcedor. A base do Mengão tem mostrado que em um futuro próximo pode voltar a viver seus dias de glória.

     
    O time sub 17 repetiu o feito do sub 20 na semana passada e também se sagrou campeão do Torneio Início pela sua categoria. Os jogos aconteceram ontem (08.03), no ginásio do Tijuca Tênis Clube. Apesar da derrota na primeira rodada para o Fluminense 25×24, o Mengão não se abateu e buscou a recuperação contra o São João de Meriti. Com a vitória sobre o time da Baixada Fluminense por 25×20, o rubro-negro chegou à semifinal e bateu o rival Botafogo em um set dificílimo 25×24.

     
    Na final contra o anfitrião outro jogo equilibrado mas a garotada do Mais Querido se fez valer do ditado que por muitas vezes embalou o time de futebol ” Deixou chegar” e confirmou o título diante do Tijuca por 25×22, levando mais uma taça pra Gávea.

     

  • Paciência com Lucas Mugni…

    Mugni veio cheio de moral. O Meia, porém, ainda não correspondeu e a torcida parece que já perdeu a paciência.

     

    Mariana Sá (@imastargirl)

     

     

     

    Saindo de seu país pela primeira vez desde que começou a jogar, o meia se viu em uma realidade completamente diferente.

    Ninguém sabia bem o que esperar dele no início. Com um contrato de quatro anos pela frente e muita expectativa, o garoto de apenas 23 anos chegou querendo fazer história. Mugni estreou no dia 5 de fevereiro do ano passado contra o Boavista na goleada por 5×2 e saiu ovacionado pela torcida por seu ótimo desempenho. Porém, Mugni nunca se firmou no time titular. No Brasileiro foi reserva e em alguns jogos não foi nem relacionado. Seu grande momento mesmo foram as grandes atuações e os três gols contra a pequena Cabofriense nas semifinais do Carioca 2014. 41 jogos de altos e baixos já foram suficientes para determinar que ele seja um caso perdido?

    Vanderlei Luxemburgo parece discordar dos críticos. O treinador declarou que confia em todo potencial de Lucas e que o torcedor precisa ter paciência. Luxa disse ainda que ele nunca deixou de treinar forte e se dedicar mesmo

    Mugni chegou ao Flamengo na temporada passada (Foto: Site Oficial)

    quando não era nem relacionado, o que mostra sua vontade em ajudar. Recentemente o jogador recebeu uma proposta milionária da Arábia Saudita e recusou porque, segundo o técnico, ele “quer fazer história no Flamengo”.

    O torcedor deve ter paciência com o jogador por alguns motivos. Primeiramente, essa realidade ainda é muito nova para ele. Desde os nove anos no Cólon, ele podia não ser um grande goleador, mas certamente chamava atenção por suas habilidades. Cinco anos depois de sua estreia pelo futebol profissional, Mugni se vê em um novo país, num clube gigante e com uma pressão enorme desde o início. É de se esperar que as coisas não caminhem bem sempre, certo? Pouco tempo depois de sua chegada, o meia recebeu a lendária camisa 10. Para um cara que já era pressionado para se adaptar, mais um peso em suas costas não fez bem.

    Observando as partidas de Mugni, entende-se que o problema dele certamente não é técnico. O jogador mostra ter habilidade e força de vontade, mas é perceptível que ele não sabe lidar com seu nervosismo. Parece ser mais um problema psicológico e não tático. Todo mundo sabe que estar no Flamengo não é fácil, nunca foi.

    As vaias de sábado foram justas? É uma pergunta com 40 milhões de respostas. A grande verdade é que vaiar um jogador é jogar contra o próprio patrimônio. Claro que é um direito inalienável de todo todo torcedor? Mas será que a enorme cobrança em cima dele para que se torne o próximo grande meia não atrapalha? Ou será que o problema é o fato dele não conseguir lidar com essa pressão? Todo meia que faça uma sequência ruim será vaiado?

    Lucas Mugni tem capacidade de melhorar, Luxemburgo deu mostras de que vai trabalhar o jogador devagar… E o mínimo de produtivo que podemos fazer é apoiar o cara.

    Lucas comemora um dos seus dois gols contra a Cabofriense, na segunda partida da semifinal, contra o Cabofriense. O meia teve ótima atuação. (Foto: Site Oficial)

  • Cirino faz dois, decreta vitória rubro-negra e a volta ao G4

    O Flamengo entrou em campo neste sábado pela 8ª rodada do Campeonato Carioca para enfrentar o time do Friburguense, no Estádio Nilton Santos

     

    George Castro (@George_CRF)

     

    Com um primeiro tempo de ótima atuação, o Flamengo fez dois gols com Marcelo Cirino e venceu a partida, aumentando a freguesia em cima do Friburguense.

    Jogando no Engenhão para cumprir a punição sofrida pelos problemas no jogo contra o Macaé, a equipe do Flamengo voltou a apresentar um bom futebol. Com a proposta de uma equipe mais leve, Luxemburgo escalou Lucas Mugni no meio no lugar de Arthur Maia, que estava vetado para a partida. O time em campo jogava em alta velocidade, mas dava espaços na zaga. O time do Friburguense teve a primeira boa chance do jogo: Caíque chutou forte e acertou o travessão.

    A resposta veio aos 6 minutos de partida. Pará executou um cruzamento perfeito para Marcelo Cirino, que sem deixar a bola cair, tocou de primeira para abrir o placar. Flamengo 1×0 e o quinto gol de Cirino, agora artilheiro da competição. O Friburguense ainda teve mais uma chance de marcar, mas chutaram em cima de Paulo Victor que estava fora do gol. A partir daí o time da Gávea dominou a partida e contava com a grande movimentação do setor ofensivo para criar ótimas jogadas.

    Aos 32 minutos, em uma jogada bem trabalhada, Gabriel achou Marcelo Cirino, que ajeitou o corpo e bateu na saída do goleiro para marcar o seu segundo gol na partida, o 6º no campeonato.  Com a vantagem no placar, o time diminuiu o ritmo e começou a se poupar em campo. O Friburguense até tentava uma reação, mas não chegou a incomodar a meta rubro-negra.

    Cirino mete dois na rede em ótima atuação (Foto: Site Oficial)

    No segundo tempo o jogo pouco mudou e o Flamengo quase ampliou o placar, novamente com Marcelo Cirino. Em uma jogada trabalhada pela direita, Pará cruzou para Eduardo da Silva, que escorou para Cirino mandar uma bomba na trave. Cirino acabou pedindo para ser substituído, aos 14 minutos do segundo tempo, após se queixar de dores musculares. No seu lugar entrou Alecssandro. Luxemburgo também promoveu a troca de Lucas Mugni por Jonas e Gabriel por Luiz Antônio.

    Com o time mais pesado em campo, o Flamengo esperava o adversário e mantinha a posse de bola, sem afobação. A partida ficou pesada também com a chuva, e apesar de alguns bons lances de chutes de fora da área com Luiz Antônio e Jonas, a partida terminou 2×0.

    Com boas atuações de Pará, Gabriel e Cirino, o Flamengo volta a vencer no campeonato e agora possui 17 pontos, ocupando a segunda colocação. O Flamengo ainda pode ser ultrapassado por Vasco e Fluminense na rodada.

     
     
     

    Sub20: 7 a 1, fora o baile!  h

    Com direito a hat-trick de Douglas Baggio, a garotada do Mengão participou de um treinamento de luxo no Engenhão diante do Friburguense. O rubro-negro que está invicto na categoria sub 20 chegou  momentaneamente a vice liderança da Taça Guanabara. Jajá, Matheus Sávio,Cafu e Wayni completaram a goleada. O próximo desafio do Flamengo é contra o Friburguense. A  partida acontecerá quarta-feira, ás 15h na Gávea.

    Douglas Baggio não cansa de meter gol. Hoje mais três na conta! (Foto: Site Oficial)

    FICHA TÉCNICA

    FLAMENGO 2 X 0 FRIBURGUENSE

    Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)
    Data: 7 de março de 2015 (Sábado)
    Horário: 16h(de Brasília)
    Árbitro: Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ)
    Assistentes: Francisco Pereira de Sousa (RJ) e Marcello Oliveira da Costa (RJ)
    Renda: R$ 119.820,00
    Público: 6.145 pagantes
    Cartões amarelos: Pierre e Zé Victor (Friburguense)

    GOLS
    FLAMENGO: Marcelo Cirino, aos 6 e 31min do primeiro tempo

    FLAMENGO: Paulo Victor, Pará, Wallace, Bressan e Anderson Pico; Márcio Araújo, Héctor Canteros, Lucas Mugni (Jonas) e Gabriel (Luiz Antônio); Marcelo Cirino (Alecsandro) e Eduardo da Silva
    Técnico: Vanderlei Luxemburgo

    FRIBURGUENSE: Marcos; Sergio Gomes (Léo), Cadão, Pierre e Felipe; Bidu, Zé Victor, João Victor (Tufy) e Jorge Luiz; Caíque (Thalles) e Ziquinha

  • Pra voltar ao G4

    Pra não se afastar dos rivais, Fla precisa vencer o Friburguense no Engenhão

    Por Bruno Vasconcellos - Para o Mundo Bola Informação
    
    

    Sem vencer há duas rodadas, o Flamengo entra em campo hoje, ás 16h, no Engenhão contra o Friburguense. Apontado como favorito a levar o título estadual, o time da Gávea está cinco pontos atrás do líder Botafogo. A derrota para o Alvinegro, no clássico de domingo passado, fez o Mengão sair da zona de classificação dos semifinalistas do Campeonato Carioca, fazendo com que o trabalho do técnico Vanderlei Luxemburgo começe a ser questionado por uma parte da torcida.

    Para o jogo de hoje, o Fla vai apresentar algumas mudanças. Lucas Mugni deve começar entre os titulares, assim como Anderson Pico que retorna após  a recuperação de uma lesão no menisco do joelho direito. Com a entrada do argentino, Alecsandro vai para o banco de reservas e Eduardo da Silva, será a referência do time no ataque.

    O Friburguense ocupa a décima colocação da tabela com  apenas duas vitórias. A equipe da região serrana nunca venceu o Flamengo, em 30 jogos pelo carioca foram 27 vitórias do Mais Querido.

    FLAMENGO: Paulo Victor, Pará, Bressan, Wallace e Anderson Pico; Marcio Araújo, Canteros e Lucas Mugni; Eduardo da Silva, Cirino e Gabriel.

    FRIBURGUENSE: Marcos; Sérgio Gomes, Cadão, Pierre e Felipe; Bidu, Damião, Zé Victor (Rômulo Azevedo, Lucas Cunha e Jefferson) e Jorge Luiz; Ziquinha e Caíque.

    @Mundo Bola_CRF

  • Uma boa dor de cabeça!

    Flamengo tem boas opções para o setor ofensivo da equipe, e o Mundo Bola lista algumas opções que Luxemburgo tem. 

    Por Igor Pedrazzi - Para o Mundo Bola Informação
    
    

    É de conhecimento geral que o Flamengo ainda necessita de um camisa 10, um cara pra pensar o jogo, fazer a bola girar e saber explorar a velocidade do time. E alguns também dizem que o 9 é fundamental, já que com as boas opções que temos pras pontas do campo, um centroavante que saiba se posicionar poderia se dar bem. Hoje temos quantidade e qualidade o setor ofensivo da equipe. Eduardo, Gabriel, Everton, Paulinho, Marcelo Cirino, Arthur Maia, Alecsandro e Nixon fazem parte desse inchado setor do elenco rubro negro, não são craques fora de série, mas já provaram que jogar bola eles sabem, e prometem acirrar a briga pra conquistar a vaga no time titular.

    E o Luxa, como vai fazer? Dor de cabeça que todo treinador sonha em ter. Peças boas, e em sobra. E o Mundo Bola lista pra você algumas das opções que o pofexô pode usar.

    Esquema 1:

    Esse é o esquema “padrão”. 2 pontas, um meia mais criativo e um finalizador. Com Alecsandro no ataque, a idéia de velocidade do treinador é deixada um pouco de lado, já que o atacante é de pouquíssima movimentação.

    Everton, Marcelo Cirino e Arthur Maia ficariam livres pra trocar de posição e com bastante liberdade pra flutuar atrás do camisa 9 do Flamengo, que ficaria mais preso. Everton e Marcelo Cirino iriam auxiliar a saída de jogo pelas laterais, e dariam o combate inicial aos laterais da equipe adversária, enquanto Arthur Maia seria o “meia de criação”, o cara pra dar aquele passe mais ousado pra explorar a velocidade do time e poder carregar a bola pelo meio com mais qualidade.

     

     

     

     

     

     

     

     

    Esquema 2:

    O retorno de Paulinho, causará impacto nos pensamentos de Luxa pro time. Paulinho é o mais driblador de todos esses jogadores já citados. Fez chover na Copa do Brasil em 2013 na esquerda do ataque, e após lesões e um pouco de deslumbramento, teve um baixo rendimento em 2014.

    Essa formação trás uma ideia que Luxemburgo vem insistindo, que é Marcelo Cirino centralizado, mas com liberdade para flutuar. Eduardo vindo de trás pode ser uma boa opção pra um toque de bola mais refinado e frear um pouco a correria do time, já que tem características diferentes do resto dos jogadores da imagem. Paulinho e Everton poderiam trocar de posição ao longo do jogo, e também dariam combate aos laterais do time rival.

    Sem a bola, Marcelo Cirino voltaria pra compor o meio, trocando de posição com Eduardo. Com o Flamengo atacando, Cirino voltaria para o comando de ataque, com Eduardo podendo distribuir melhor o jogo vindo de trás, e finalizando melhor, como fez ontem contra o Nacional, um belo gol da entrada da área.

     

     

     

     

     

    Esquema 3:

    Esse pode ser considerado como o esquema mais explosivo do Flamengo. Muita velocidade, muita troca de posição. Mas que pode não funcionar quando o Flamengo for jogar contra um adversário que se comporte de maneira extremamente recuada. Já que até mesmo Arthur Maia, o meia da ilustração ao lado, não tem como característica aquele passe mais vertical, que deixa o companheiro na cara do gol e que fura as linhas da equipe adversária. Mas uma boa alternativa que o meia pode utilizar seriam os chutes de fora da área, que ele tem como bom fundamento.

    Ninguém teria posição fixa com a bola no pé. Sem a bola, Arthur Maia e Cirino retomam as suas posições na ilustração, e Paulinho e Everton ajudariam a marcação e seriam responsáveis pelo desafogo pelas alas do Flamengo.

    Pode ser válida a escalação nesse formato pra matar um jogo em um contra ataque, por exemplo.

     

     

     

     

     

    Esquema 4:

    Nessa imagem, o Fla aliaria a velocidade e liberdade de movimentação com um poder de finalização um pouco maior. Já que Eduardo da Silva tem mais técnica e finaliza melhor que os outros na foto. Centralizado, a experiência do Croata poderia ser de grande valia na hora do posicionamento, procurando o melhor lugar pra receber algum passe dos 3 que ficariam atrás dele.

    Eduardo ficaria responsável apenas em finalizar e flutuar pra um dos lados do campo, pra abrir espaços pros pontas entrarem na diagonal.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Esquema 5:

    Nixon parece ter perdido espaço, mas a gente fez questão de lembrar dele nesse mapa. O atacante, que teve um final de 2014 excelente é centroavante de origem, mas também pode jogar pelas pontas, fazendo o revezamento com Everton e Cirino, com Eduardo da Silva pronto pra explorar a velocidade e a disposição dessa garotada.

    Com Eduardo se perde na marcação e velocidade, mas o ganho técnico é grande. Experiente, o jogador na função de meia pode servir de garçom pro Everton, Marcelo e Nixon, principalmente com a qualidade um pouco maior de passe que tem, abrir o jogo pelas pontas, e subir pra finalizar dentro da área.

    É a que menos me agrada, mas já ouvi de alguns rubro negros o gosto por essa formação.

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    E aí, curtiu alguma opção? Luxa vai ter dor de cabeça, e nós vamos ter muito assunto pra discutir ao longo do ano!

    @Mundo Bola_CRF

     

     

     

     

     

     

  • Bola Perdida #4 – Flamengo 2 x 0 Nacional (URU)

     

    Bola Perdida desta quarta-feira, o maior esquenta pré-jogo das Galáxias Capixabas chega chegando!

    A dupla Dida e Peralta falou sobre os assuntos que movimentaram a semana antes da partida que marcava a despedida do Léo Moura.

    Diversos convidados integraram a mesa e abrilhantaram o já iluminado debate circo-futebolístico!

    Tivemos as presenças ilustres de Homer Fla (Projeto Base) falando sobre nossos novos talentos das laterais, principalmente acerca do Jorge, que jogou hoje.

    André Amaral (Ninho da Nação) deu sua palhinha contundente e culta sobre o Final Four a ser realizado novamente no Maracanãzinho.

    Leo Fernandes trouxe outra matéria especial. O nosso repórter investigativo contou alguns segredos de marketing nunca d’antes revelados.

    Cissa Morena (Cissa em Flamengo),  mostrou como estava a alegria lá no Bar Chico’s, minutos antes de adentrar ao Maracanã.

    E Cidadão Bitti sempre enriquecendo o debate com notícias bizarras desse mundão de Deus.

    E Luiz Filho indicou caminhos e soluções sobre a questão do contrato com o Maracanã.

    DOWNLOAD

    Principais assuntos abordados:

    • Botafogo 1 x 0 Flamengo
    • Despedida do Moicano
    • Final Four
    • Dia Internacional da Mulher
    • #BemVestidoNoNatal
    • Aniversário do Uri Geller
    • Maracanã/Estádio próprio

    Siga @Bola_Perdida! sempre uma hora antes dos jogos do Mengão do meio de semana!
    Pensando em dicas de viagens? Não deixe de conferir o Blog Checkin Pelo Mundo, do Gustavo Duarte!
    E não deixe também de dar uma passada no blog no Ninho da Nação, do André Amaral, com conteúdo exclusivo.

  • 2005-2015 – Obrigado, Léo Moura!

    Sim, amigos do Mundo Bola! Chegou ao fim o reinado de Leonardo Moura na lateral-direita

     

     

    Diogo Almeida (@DidaZico)

     

     

    Quinhentos e dezoito jogos depois – número que merece ser escrito por extenso – com direito a todo tipo de homenagens, o Flamengo acabou batendo o Nacional, do Uruguai, por 2 x 0. Gols de Eduardo da Silva, com assistência de Léo Moura, e do estreante Matheus Sávio, no segundo tempo.

    Mas o jogo foi apenas um detalhe a rechear a bonita festa que aconteceu no Maracanã. Antes do jogo, um tapete vermelho em formato de coração foi estendido no gramado e nada mais, nada menos que o Messias Zico entregou uma placa nas mãos do Moicano.

    Estou emocionado sim. Ele é faz parte da família, assim como um dia eu ele entrou ao meu lado, como mascote, ainda garoto em um jogo aqui, o meu neto também entrou no campo com ele pela primeira vez. É um jogador que entra pra história do clube. – Disse o nosso ídolo máximo, aos jornalistas.

    Léo Moura, estava muito emocionado. Diante de um público de 30.620 pessoas, o Ídolo rubro-negro, percorria com o olhar toda a arquibancada do estádio que foi sua casa por uma década. Marejado de emoção, seus olhos não escondiam a dor da despedida. A torcida desfilava seus cânticos e coreografias, transformando, como só a Nação pode fazer, os momentos de tristeza em badalada festa. Neste contexto, era chegada a hora do jogo começar.

    Luxemburgo, talvez o único homem presente que não se deixou contaminar pela festa, já tinha avisado que o jogo era importante como preparação tática e observação. E foi mesmo importante.

     PRIMEIRO TEMPO

    O dono da festa, foi bastante acionado, e conseguiu perfilar boas jogadas pela direita. O time entrou em campo com o estabelecimento que Vanderlei usou nos primeiros jogos da temporada, a única mudança neste sentido era a entrada de Alecssandro, que parece mesmo propenso a formar um trio com Marcelo Cirino e Gabriel no comando de ataque do time. Eduardo da Silva trabalhou como um dez. E foi assim que o ataque formatou o primeiro gol da noite, em jogada pela direita de ataque com Canteros e Cirino, Leonardo viu Eduardo livre na entrada da área. O Crota recebeu ótimo passe do seu amigo de infância da Vila Kennedy, e tocou bonito para o gol.

    Os volantes Márcio Araújo e Canteros atuavam bem, o time misto do Nacional não conseguia mostrar futebol de primeiro nível e o Flamengo comandou as ações até o apito indicando fim da primeira etapa. Thallysson na esquerda se mostrou ainda inseguro e a dupla de zaga formada por Frauches e Marcelo, ainda que o primeiro mostrou-se sem ritmo algum de jogo, não foi testada seriamente.

    Eu não sei o que dizer, não esperava que tanta gente viria. Eu sou muito grato…Agradeço de coração a todos. – Declarou o agora 10 do Fort Lauderdale Strikers, saindo de seu último intervalo com a camisa que tanto demonstrou amor.

    Zico entregou placa em homenagem a Léo Moura antes do jogo (Foto: Site Oficial)

     

    SEGUNDO TEMPO

    O técnico do Flamengo mudou bastante o time ao longo da etapa final afim de concluir suas metas de observação e treino de posturas táticas, como havia imaginado.

    Aos 9 minutos e 18 segundos, delírio, tristeza e emoção. Leonardo Moura, sentindo um pouco a musculatura da coxa direita, pediu que sua saída de campo fosse antecipada. Antes marcado para os vinte minutos do segundo tempo, um pequeno ritual à beirada do campo foi realizado. Léo passou a faixa de capitão ao zagueiro Wallace e abraçou com muito carinho o seu substituto Pará.

    Emocionado, o jogador era ovacionado e o telão do Maracanã mostrava dezenas de fãs do lateral chorando. Leonardo Moura marcou sua passagem não apenas com títulos. Seu carisma criou uma verdadeira legião de torcedores fanáticos pelo atleta. Sua identificação com os pequenos torcedores sempre foi naturalmente cultivada pelo lateral. Não há dúvidas quanto à marca que Léo deixou na história do Clube de Regatas do Flamengo.

    Dentro de campo o jogo ganhou bastante movimentação e correria. Vanderlei começou a soltar a garotada. E logo o segundo gol saiu! Em jogada pela direita de ataque, Cáceres chutou cruzado, a bola bateu no pé da trave esquerda adversário e o estreante Matheus Sávio pegou de lado de pé, a bola passou por entre as pernas de dois uruguaios e morreu no fundo da rede. Muita emoção também para o jovem das categorias de base do Fla, o meia atacante ajoelhou-se e agradeceu aos céus pelo tento.

    A partir daí o destaque ficou para o volante Jonas que acertou dois ótimos chutes de muito longe. Com marcação implacável e ótimos passes longos, o volante já pede passagem para a titularidade iminente.

    O jogo transcorria morno, como era de se esperar depois da saída do homenageado. Baggio não conseguiu mostrar seu bom futebol, errando algumas jogadas e em um chute que poderia ter sido o terceiro do Mengo ele pegou muito mal na bola, mas deu demonstrações que pode ser mais bem utilizado, assim como Jorge, muito mais seguro e técnico do que Thallysson. O lateral, defendido pelo Blog Projeto Base, fez ótimas jogadas e mostra mesmo que poderá ser importante no elenco profissional este ano.

    Apito final para o jogo. A história chega ao fim. Pará é o mais novo dono da 2 Flamenga. E nos resta agradecer ao nosso inesquecível lateral-direito Leonardo Moura, pelos seus inestimáveis serviços prestados. Obrigado pelo Brasileiro de 2009, pelas Copas do Brasil de 2006 e 2013, pelos títulos cariocas, pelos 47 gols, e por toda essa identificação bonita e rara.

     

    Obrigado, Léo!

  • #BemVestidoNoNatal

    Quinta feira à noite mandei uma mensagem pro Diogo. Bem simples. Só perguntando se ele achava boa ideia fazer umas imagens incentivando a Nação a vestir rubro negro, no dia 3 de março, para homenagear o Zico.

    Como ele é o cara mais pilhado que eu conheço, topou na hora. Sentei na mesa e comecei a produzir.

    Durante o fim de semana, nem tocamos no assunto. Até o domingo à noite, quando Diogo chamou o Túlio Rodrigues e criamos um grupo para ajudar nas ideias. Concluímos que só soltar as imagens não ia ajudar muito. Começamos a chatear os conhecidos.

    MUITA gente comprou a ideia. Afinal, nunca é demais homenagear o Zico. Depois disso, a hashtag deslanchou e ganhou vida própria.

    No meio dessa bagunça toda, o Tiago Cordeiro (da Comunicação do Flamengo) entrou em contato com o Diogo para dizer que o Clube tinha gostado da campanha e tinha interesse em abraçar a ideia. Mas ainda preferiram evitar a associação com religião. Deixando isso de lado, incentivaram o uso do Manto e a homenagem ao Zico.

    Mas nós, como torcedores, podemos colocar o Galinho onde a humildade dele não deixa. E continuamos com a tag que já estava andando sozinha.

    Ainda fomos surpreendidos com o perfil oficial do Flamengo citando o Mundo Bola e usando uma das imagens da campanha.

    Muito bom ter o reconhecimento oficial de uma campanha que nem pensava nisso. Na verdade nem era para ser uma ação do Mundo Bola, nem assinamos as peças. Era para ser da torcida, só uma homenagem ao ídolo mor.

    E também foi incrível ver o clube de olho nas iniciativas da torcida. A comunicação foi ágil em identificar o que estava acontecendo e apoiar. E até em dar o crédito da ação com direito a matéria e tudo. Algo impensável tempos atrás.

    No final, conseguimos impactar 618.853 perfis de Twitter com a hashtag #BemVestidoNoNatal. Sem contar com outras como #NatalRubroNegro #ParabensZico #FelizNatalRubroNegro #ParabensRei e várias outras que divulgaram a ideia de usar preto e vermelho nesse 3 de março. Que era o mais importante.

    Nada mal pra uma ideia que nasceu de uma mensagem e só teve dois dias de preparação.

    Eu queria agradecer às centenas de pessoas que divulgaram hashtag, tiraram fotos e vestiram rubro negro nesse Natal. O Zico merece!

    Além disso, um agradecimento especial à galera que incomodamos diretamente para participar dessa bagunça:

    @MarcellinhaRJ
    @FalandoFla
    @NivinhaFla
    @oPCpereira
    @GustavoManso
    @Pelaipedadepre
    @Dryzinho_Praero
    @MengaoedoFla
    @BauDaFlaTT
    @butecodofla
    @BlogUrubuzada
    @Urubucam
    @BLOGFLAETERNO

    Certeza que eu esqueci um monte de gente. Me desculpem, minha memória não presta.

  • A despedida de um ídolo

    A hora do adeus: após 10 anos de Flamengo, o titular da lateral direita rubro negra se despede

     

     

    Por Bruno Vasconcellos - Para o Mundo Bola Informação

    Léo se emocionou ao falar de sua despedida Foto: Site Oficial

     

     

     

    Chega ao fim um dos casamentos mais duradouros do futebol. Léo Moura deixa o Flamengo, após dez anos de serviços prestados e 518 apresentações. O lateral que é o sétimo jogador jogador que mais vestiu o Manto Sagrado vai atuar no Fort Lauderdale Strikers, dos EUA, na Liga que mais tem crescido no mundo, a Major Legue Soccer.

    Léo chegou ao Flamengo em 2005, com a fama de jogador cigano devido a sua volatilidade nos clubes pelos quais passou. No Fla, seus dribles e cruzamentos perfeitos fizeram dele ao lado de Juan a dupla de laterais mais entrosada do futebol brasileiro. Ao longo de uma década no Mais Querido, foram oito títulos conquistados, entre eles: o Campeonato Brasileiro de 2009, as Copas do Brasil de 2006 e 2013 e os Campeonatos Carioca de 2007, 2008, 2009, 2011 e 2014. Suas boas atuações no Flamengo o fizeram chegar à seleção brasileira em 2008. Léo também conquistou prêmios individuais, em 2007 e 2008 foi eleito o melhor jogador de sua posição no Campeonato  Brasileiro.

    Carente de referências nos últimos anos, a torcida rubro-negra transformou o camisa 2 da Gávea em ídolo. Léo ditou tendência, seu corte de cabelo estilo moicano faz sucesso até hoje, principalmente entre a criançada. Como qualquer relação existem os bons e maus momentos e no futebol isso também acontece. Léo passou a ser questionado por conta de sua postura durante as renovações de contrato, seu rendimento já não era mais o mesmo nas últimas temporadas, e as lesões passaram a ser  frequentes e sua titularidade já não era unanimidade, porém, a falta de um jogador da posição no elenco o fez permanecer  na condição de titular, sendo o jogador mais experiente do grupo.

    Sua despedida acontece hoje, ás 22h no Maracanã, palco de suas maiores conquistas pelo clube do coração. O adversário é o Nacional do Uruguai, que mandou ao Brasil uma equipe mista, formada basicamente por atletas jovens. Para o técnico Vanderlei Luxemburgo a partida terá um peso ainda maior, sem vencer a duas rodadas no Campeonato Carioca, o treinador vai  usar o amistoso pra preparar o time para o próximo jogo do Estadual, que será sábado contra o Friburguense no Engenhão.

    FLAMENGO: Paulo Victor, Léo Moura, Wallace, Bressan (Marcelo) e Pará; Márcio Araújo, Jonas e Canteros; Gabriel (Nixon), Marcelo Cirino e Alecsandro (Eduardo da Silva).

    NACIONAL: Jorge Bava, David Velásquez, Jose Aja, Caué Fernándes, Alfonso Espino; Nicolas Prieto, Hugo Dorrego, Gonzalo Ramos, Leandro Otormín; Gonzalo Bueno e Rodrigo Amaral.

     

  • Decisão em casa!

    Fiba decide, e Rio de Janeiro será sede do Final Four da Liga das Américas pela segunda vez.

    Por Igor Pedrazzi - Para o Mundo Bola Informação
    
    

    Maracanãzinho lotado na final de 2014. (Foto: FIBA)

    A FIBA mandou avisar! O Rio de Janeiro sediará mais uma vez o Final Four da Liga das Américas! Após receber propostas de Bauru e Peñarol, também interessadas em sediar as finais do torneio, a FIBA decidiu pela cidade maravilhosa mais uma vez. Isso se deve ao fato da estrutura e capacidade do Maracanãzinho, onde alguns membros da FIBA dizem que realizaram o melhor final four da história da Liga das Américas.

    Flamengo x Pioneros de Quintana Roo(MEX) e Bauru x Peñarol(ARG), se enfrentam no dias 14 e 15 de março. Os vencedores realizarão a final da competição, e no mesmo dia os derrotados disputarão o terceiro lugar. O Flamengo poderá defender a taça que conquistou ano passado contra o Pinheiros, mais uma vez dentro de casa. Promessa de espetáculo da torcida do Mengão, e Maracanãzinho lotado!

    O campeão da Liga das Américas garante vaga no Mundial de Clubes, enfrentando o campeão da Euroliga, competição que o Flamengo também venceu ano passado, sobre o Maccabi Tel Aviv(ISR).

    Os horários das partidas ainda não foram informados. Em breve mais informações.