Autor: diogo.almeida1979

  • Após vitória, Olivinha exalta torcida e fala sobre volta depois de lesão

    Na última sexta-feira (6), o Flamengo fez o segundo jogo da série contra o Mogi das Cruzes e venceu por 81 a 71. Com os dois primeiros quartos muito pegados e uma pontuação baixa no placar, o segundo tempo de partida pegou fogo e a qualidade da equipe rubro-negra acabou prevalecendo. Após o confronto, o Mundo Bola falou com o ala/pivô Olivinha, um dos destaques da noite. “O foco foi muito grande, a gente sabia que seria um jogo pegado e duro, mas ficamos focados durante os 40 minutos. No último quarto nossa defesa encaixou um pouco mais e abrimos a diferença”, comentou.

    O jogador, que ficou de fora do jogo 1, voltou de lesão e conseguiu marcar 17 pontos, acertando as três bolas para 3 pontos que tentou. “Fico muito feliz de poder ajudar o Flamengo mais uma vez. Vinha de lesão, até fiz um treino ontem e já vim pro jogo. Essa atuação de hoje foi muito boa, agradeço muito ao nosso departamento médico que ficou a semana toda comigo na fisioterapia. Hoje vim pra quadra, consegui ajudar o Flamengo a dar um passo nesse playoff com essa vitória. Vamos ver se segunda-feira (9) conseguimos repetir a concentração para sair com mais uma vitória“, disse o veterano.

    A torcida mais uma vez foi determinante para o resultado final. Com casa cheia e uma vibração poderosa, a Nação cresceu junto com o time nos momentos importantes e empurrou até o final. “Nossa ligação com a torcida é muito grande. Sabemos que, com o apoio que eles colocam do lado de fora da quadra, tentamos fazer o melhor dentro dela. Estamos sempre correndo atrás de todas as bolas, todas são disputadas, têm que ser nossa. Nos matamos dentro da quadra porque sabe que fora temos o apoio da nossa torcida. Tentamos sempre fazer o melhor trabalho possível e hoje, graças a Deus, deu tudo certo“, falou o ala/pivô.

    A próxima partida é fundamental para as pretensões do FlaBasquete. Se ganhar em casa, o Orgulho da Nação dependerá apenas de mais uma vitória para garantir a vaga na final. O camisa 16 ressaltou esse fator: “A gente sabe que o jogo de segunda é muito importante, esperamos contar com a nossa torcida novamente, que fez uma festa muito bonita nos apoiando do início ao fim. Vamos treinar para acertar os detalhes que demos uma vacilada e vamos voltar com tudo“.

    Olivinha terminou com uma convocação que parece já ter sido atendida. Todos os ingressos para o jogo 3 contra Mogi já estão esgotados. “Já estou convocando para segunda-feira, para a torcida comparecer de novo. Vai ser um jogo muito importante pra gente“, finalizou.

    Rafael Mineiro também falou após o duelo e destacou a mudança de um confronto para o outro: “O jogo lá foi atípico, o final foi o que deveria ter sido o jogo todo. Nós corremos atrás, tivemos um desgaste e não conseguimos a tempo. Aqui conseguimos imprimir nossa forte defesa que, mesmo com o placar muito baixo no primeiro quarto, funcionou. Nosso ataque tem bastante qualidade e isso tem nos trazido grandes resultados. Agora, temos que voltar para o próximo jogo mais tranquilos e com a defesa forte“.

    Além disso, Mineiro também fez questão de exaltar a torcida rubro-negra: “Faz a diferença para todos. O Olivinha entrou hoje, meteu aquela bola de três e impulsionou a torcida. Com isso, todo mundo no banco se levanta e se motiva muito mais para entrar no jogo. Isso é importante. Sempre que eu puder dar uma enterrada, uma bola importante, vou vibrar bastante e trazer a torcida para jogar com a gente“.

  • Que a derrota para o Fortaleza tenha sido a gota d’agua

    Analise

    Após dez dias de treino, Muricy conseguiu piorar o time do Flamengo. Além de repetir os mesmos erros de sempre, os jogadores sentiram a pressão após sofrer o primeiro gol e os problemas se agravaram, tornando a vitória do Fortaleza muito tranquila pro time da casa.

    Parecendo ignorar todos os reais problemas do time, Muricy não mexeu em nenhum fator que levou à eliminação da Primeira Liga e do Carioca e ainda voltou a insistir em Fernandinho, que a cada jogo mostra mais o porquê de ter sido reserva no Grêmio até outro dia.

    O Flamengo foi escalado com Paulo Victor – Rodinei, Wallace, Juan, Jorge – William Arão, Cuéllar – Cirino, Mancuello, Fernandinho – Guerrero. Mas o que se via em campo era uma formação completamente diferente, zoneada, como na figura abaixo.

    Zona do Muricy

    Enquanto Wallace vai cobrir Rodinei e Cuéllar fica a postos para cobrir Arão, Juan fica a meio caminho para cobrir a posição de Wallace e Jorge precisa segurar para cobrir Juan. Enquanto os heróis da defesa se sacrificam pelo time, os irresponsáveis se lançam para a área procurando seu minutinho de fama ao fazer um gol, triscar na bola pra ganhar uma “assistência” mesmo que a bola só tenha batido nele. Ou fazer boa figura pintando de ofensivo.

    Essa zona tática que coloca um mundo de distância entre a defesa e o meio e o ataque é a principal responsável pelo péssimo futebol apresentado pelo Flamengo. Não há agilidade e eficiência na saída de bola, o que significa que a defesa adversária se recompõe antes do Flamengo começar a armar o ataque. Obriga a defesa a dar chutões ou ainda abre espaço para Wallace aparecer no ataque para armar.

    Esse abismo entre a defesa e o meio provoca um número enorme de passes na defesa, onde os times adversários não marcam o Flamengo, assim é possível entender porque geralmente o Flamengo tem grande posse de bola. Como perdê-la se para os adversários –geralmente em vantagem no placar – é ótimo ver o Flamengo tocando despretensiosamente em seu campo? Nos primeiros 4 meses do ano os jogadores de defesa acumularam 63% dos passes certos, contra o Fortaleza o número se repetiu.

    Mas o pior de tudo é a insistência em só atacar pelos lados, onde os jogadores estão limitados pela linha lateral e ainda precisam efetuar os terríveis cruzamentos. Como é possível ter como base do ataque o pior fundamento do time? Em todo o terrível “primeiro semestre” o Flamengo acumulou estatísticas ruins (clique aqui para vê-las) e no jogo contra o Fortaleza, após dez dias de treinamento, manteve os mesmos ridículos 23% de cruzamentos certos. Jorge foi o melhor com 4 acertos. Rodinei, o pior, com 8 erros.

    No vídeo abaixo, temos os lances de perigo do Fortaleza além dos 2 gols que garantiram a vitória por 2 a 1.

    Em todas as análises de jogos é recorrente chamar a atenção para os mesmos erros, principalmente sobre o posicionamento de Arão que mais prejudica que ajuda o time. Recentemente é possível ver alguns jornalistas esportivos chamando a atenção para o mesmo fato, além de comentários da torcida como este que destaco abaixo:

    IMG_20160506_122618

    “A imagem é o momento do gol do Guerrero. Mancuello é o jogador mais adiantado, 5 jogadores na linha de ataque e apenas 2 para o rebote, Cuellar é o único que dá opção de passe para o Jorge! SE alguém do Fortaleza ganha no alto, o rebote é deles e em 4 toques estão na nossa área. Isso acontece em TODOS os jogos!  Muricy treina isso?” por  @lannaNstor

    A torcida está apontando os erros, os jornalistas apontam os erros, os treinadores adversários jogam em cima dos erros do Flamengo, como Jorginho faz com o pé nas costas, quando é que Muricy identificará estes erros e se mexerá para corrigir? Até quando a diretoria de futebol, bem como o presidente e vice-presidente de futebol irão ignorar os problemas e dizer que está tudo bem e o tempo resolverá?

    Muricy nunca armou time ofensivo, os dez dias em que passou no Barcelona conhecendo a estrutura do clube (não do futebol do time principal) não podem ser considerados reciclagem, pois isto demanda estudo aprofundado de conceitos que ultrapassam e muito o período de dez dias. É nítido que o Muricy não tem ideia de como jogar fora do Muricybol, não tem ideia de como armar um 4-3-3 eficiente e, quando o treinador está perdido, não adianta ter os melhores do mundo que não dá jeito, como vimos recentemente com o Real Madrid de Cristiano Ronaldo e várias outras estrelas “treinado” pelo Benítez.

    Em tempo, para não dizer que só aponto problemas e nunca soluções, abaixo seguem minhas sugestões de time baseadas no esquema do sub-20 campeão da Copinha:

    Def

    Atacando

    Saudações Rubro-Negras

  • Angelim participa de lançamento do novo Manto e promove “#omantoehmeu” em vídeo emocionante

     

    Ídolo grava comercial  convocando a torcida para participar da promoção #omantoehmeu. Envie um recado para os jogadores e você pode ser escolhido como um dos torcedores que vão autografar o Manto que será usado pelo jogador ao qual você direcionou sua mensagem de apoio.

    Seu autógrafo ficará marcado para sempre!

    Para participar basta escrever um tuíte com a hashtg #omantoehmeu e aguardar! Como diz o Angelim no vídeo:

    “Quem faz o gol é a torcida. A gente só empurra a bola para dentro!”

    Vamos continuar acreditando que apenas a Nação é capaz de levar esse time ao topo da tabela.

     

    Sempre Emocionante, Angelim!

     

  • [ Série Política Política Rubro-Negra #2 ] Deputado Otavio Leite fala sobre Profut, Maracanã e Flamengo

    PoliticaRN

     

    Formado em Direito pela UERJ, Otavio Leite é professor universitário e especialista em políticas públicas pela UFRJ.

    Otavio já foi Vereador, Deputado Estadual e hoje, após ter recebido mais de cem mil votos na última eleição, está no exercício de seu terceiro mandato como Deputado Federal pelo PSDB-RJ.

    Foi do Deputado Otavio Leite o Projeto de Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte (substitutivo ao Proforte), que freou uma anistia descompromissada e propôs um parcelamento da dívida fiscal mediante uma série de contrapartidas que exigiriam transparência e responsabilidade dos clubes.

    O Deputado foi também o relator da Comissão Mista Parlamentar que analisou a MP 671 (Profut), da qual derivou a Lei 13.155 de 2015.

    Para tratar do assunto, conversamos com o parlamentar (rubro-negro, inclusive) em entrevista que você passa a acompanhar.

    José Peralta – @CRFlamenguismo


     

    O seu Projeto de Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte surgiu como um substitutivo ao Proforte, que praticamente anistiava os clubes sem nenhuma contrapartida. Como viu essa necessidade?

    É verdade. Havia uma ideia inicial que intencionava cuidar apenas da questão financeira dos clubes, mas é evidente que isso a sociedade jamais poderia aceitar. Daí eu ter proposto, através da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte, um conjunto de medidas sólidas que, uma vez aplicadas, pudessem mexer realmente com a estrutura administrativa dos clubes, com boas práticas de ação administrativa. Ao lado disso, sim, também mexer com a questão da dívida dos clubes. Foi isso que aconteceu.

     

    Seu Projeto de Lei tramitava normalmente quando o Governo Federal surgiu com a MP 671/15, cujo texto era bem similar ao seu PL. Por que isso se deu?

    O Projeto tramitava e estava pronto para ser votado, no entanto, o Governo o freou, ainda no final de 2014. Eis que, já em 2015, no início do segundo mandato do Governo Dilma, foi apresentada a MP 671, que se baseava essencialmente no conteúdo do meu substitutivo anterior.

     

    Como relator da comissão que analisou a MP 671, o senhor teve a oportunidade de realizar audiências públicas com todos os seguimentos envolvidos com o esporte. Algo em especial lhe chamou a atenção?

    Não foi fácil ser relator, mas procurei fazer valer aos parlamentares e ao próprio Governo que era uma questão de coerência, afinal eu já vinha trabalhando no tema há muito tempo. Fizemos mais outras rodadas de debates – é sempre bom que haja discussão – e procuramos aperfeiçoar, no entanto resgatando muito do que havíamos proposto anteriormente.

    Foto: Alexssandro Loyola
    Foto: Alexssandro Loyola

    Foram apresentadas 181 emendas ao seu texto original. Muitas delas fugiam do tema central, como uma que tratava de isenção de IOF em transações feitas por estudantes. Quão árduo foi o trabalho para votar tudo dentro do prazo?

    Havia emendas de toda natureza e eu blindei o Projeto para que nada de “jabuti”, como se chama as matérias que não fazem sentido, pudesse entrar a fim de evitar problemas com o Projeto, que tinha que nascer com um objetivo específico.

     

    Além disso, a presidente ainda vetou alguns artigos do texto final, como aquele que alterava o piso mínimo da multa rescisória – esse por pressão do Bom Senso, dizem. O senhor lamenta a presença ou ausência de algo no dispositivo? O que?

    Na verdade nós procuramos compor várias sugestões. A questão da Lei Pelé e questões de natureza trabalhista não foram adiante porque acabaram por receber vetos, mas eram temas mais polêmicos. O importante era aprovar e depois ver o que iria dar. Eu acho que esse tema está sendo retomado ao debate porque, de fato, é preciso reorganizar a parte trabalhista no futebol.

     

    Houve notícia de que alguns parlamentares da chamada “Bancada da Bola” fizeram lobby para que fossem retirados itens relevantes, como exigência de CNDs e a inelegibilidade de dirigentes que praticarem gestão temerária. Procede?

    Houve muita pressão para que a exigência de CND fosse abolida, mas eu coloquei esse ponto como uma espécie de cláusula pétrea. De nada adianta o país oferecer uma saída para o atoleiro financeiro sem exigir a contrapartida de que os clubes andem na linha e paguem seus salários e impostos e, portanto, apresentem sempre as CNDs.

     

    Qual será o maior legado que o Profut deixará para o esporte brasileiro e por que o prazo para a adesão foi dilatado?

    Eu tenho certeza que essa Lei ainda será reconhecida como um marco fundamental para o soerguimento do futebol brasileiro. Há muitas outras medidas que têm que ser adotadas, mas, sem tirar os clubes do drama financeiro em que se encontravam, nós iríamos perpetuar e agravar cada vez mais uma situação de insolvência. São mais de 500 clubes no Brasil e, até o momento, cerca de 110 já aderiram ao Profut. A prorrogação do prazo foi necessária – e eu assim advoguei – para que os pequenos e médios clubes pudessem aproveitar uma oportunidade que será histórica. Também, ao lado disso tudo, um ajuste nas organizações, para que os estatutos dos clubes sejam transparentes, democráticos e tenham responsabilidade fiscal, é um legado fundamental para o futuro do futebol.

     

    O senhor deve ter visto que ano passado o Flamengo aprovou uma alteração em seu próprio estatuto para, entre outras coisas, evitar práticas de gestão temerária e punir os dirigentes que colocarem o patrimônio do clube em risco. Dá para dizer que, nesse sentido, o Flamengo é hoje um exemplo para os outros clubes? Qual a sua impressão sobre o presidente Eduardo Bandeira de Mello?

    O Flamengo foi fundamental em todo processo. O peso da instituição ajudou muito a chamar a atenção no Congresso para a discussão de um projeto muito complicado, muito difícil de ser aprovado. Foram dezenas as vezes que o Presidente Eduardo Bandeira de Mello veio a Brasília, debateu com os mais variados Deputados e Senadores e ajudou. Óbvio, outros dirigentes também apareceram, mas, de longe, o Flamengo, verdade seja dita e justiça seja feita, foi o clube que mais se empenhou – sem demérito dos demais, mas essa é uma verdade.

     

    Como o senhor enxerga as Federações Estaduais? A do Estado do Rio de Janeiro fica com 10% da renda bruta de todas as partidas e não oferece nenhuma contrapartida, pelo contrário, age como se fosse dona dos clubes e pune quem não lhe beija a mão.

    Incluímos as Federações nesses benefícios porque todas também devem. Agora, esse foi o único ponto em que eu lutei, mas a bancada da bola inviabilizou. Eu gostaria de ter avançado muito mais no fair play das Federações, mas essa luta prossegue e um dia nós vamos chegar lá.

     

    E o que dizer sobre o momento atual da CBF? Um ex-presidente está preso e o atual, investigado, chegou a se afastar, deixando um que não parecia entender muito de futebol.

    A CBF vive um momento difícil, produto ainda dos vínculos que a instituição possui com o ex-Presidente Marin, que está preso, o outro (Marco Polo Del Nero), que chegou a se afastar, e um substituto (Coronel Nunes) que nada sabe sobre futebol. Embora, é preciso reconhecer que o ex Deputado Walter Feldman procura adotar práticas de mais diálogo, mas a estrutura ainda é muito antiquada. Eu espero que na próxima eleição já se possa oxigenar a CBF. Aliás, esse foi um ponto importante que nós conseguimos aprovar no meu relatório. O colégio eleitoral que vai escolher o presidente da CBF incluirá também os clubes da Série B e, pela primeira vez, os clubes vão estar em número maior que as Federações. Isso é muito importante.

    kkmk

    O Maracanã se tornou um estádio com custo operacional elevadíssimo e há diversas suspeitas de irregularidades em sua concessão. O senhor vê alguma solução para o estádio? Acha que o Flamengo deveria usá-lo?

    É uma pena o Flamengo ainda não ter um estádio apesar de muitas ideias já terem sido apresentadas. Eu acho que nesse instante é preciso pensar grande e o Maracanã é uma meta. Por outro lado, talvez o único caminho seja fazer um consórcio de clubes para que haja um rateio em seu custeio, visto que 5 milhões de Reais por mês – segundo consta, é o custo para manter o Maracanã funcionando – fica muito pesado, é quase uma folha de futebol.

     

    Para finalizar, a pergunta mais importante: Deputado, como o Senhor montaria o Flamengo para a disputa do Brasileiro de 2016?

    (Risos)

    Eu acho que a gente tem que procurar um novo goleiro, um back central, tem que dar ainda mais uma oportunidade, pelo menos até julho, pro Guerrero… Eu acho que tem que treinar mais o Jorge, que é um talento formidável… Alan Patrick é titular no meu time. O Cirino tem que sempre jogar, pelo menos, meia partida, entrando no segundo tempo… No mais eu acho que esse time aí está sendo construído, mas eu apostaria mais nos garotos da Base, assim, pra dar mais oportunidade. Isso aí é o que dá certo no Flamengo. Ah, e o Mancuello, que começou muito bem e se machucou. Eu acho que em linhas gerais a parte física tem que ser mais trabalhada ainda. Tem que ir ao extremo nisso para que o time fique mais em forma. É isso, vamos em frente e torcer para que o nosso goleador acerte mais a bola. Um abraço!

     

  • Em partida equilibrada, Flamengo garante vitória e empata a série

    Após ser derrotado por 86 a 81 na primeira partida da série de 5 jogos da semifinal do NBB, o basquete do Flamengo voltou a quadra na noite dessa sexta (6) no Ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro. Jogando em casa, o Flamengo garantiu a vitória no segundo jogo da série e volta a jogar em casa na próxima segunda (9), em jogo que pode garantir a vantagem nos playoffs para a equipe rubro-negra.

    O jogo começou truncado, as duas equipes conseguiram impor forte marcação e os ataques não funcionavam bem. O primeiro ponto rubro-negro só saiu na metade do primeiro quarto, que terminou com o baixo placar de 10 x 11, com vantagem para o Mogi.

    No segundo quarto da partida o Flamengo jogou melhor e conseguiu passar à frente no placar. Destaque para a enterrada de Mineiro que levantou a torcida no TTC, assim como a bola de 3 de Olivinha em um momento importante da partida, quando o Flamengo conseguiu colocar 7 pontos de frente. No fim do quarto, o Flamengo conseguiu administrar a vantagem imposta e aumentar a frente para 10 pontos, encerrando o quarto com o placar de 38 a 28.

     

    Foto: Mônica Alvernaz
    Foto: Mônica Alvernaz

     

    O terceiro quarto da partida mostrou uma nova queda de rendimento da equipe rubro-negra e o Mogi se aproveitou no melhor momento no jogo. O Flamengo, que havia construído uma vantagem de 10 pontos no final do segundo quarto, errou muito no ataque, não conseguiu aproveitar os rebotes nos erros de ataque do Mogi e acabou cedendo o empate na partida, terminando o terceiro quarto com 59 pontos no placar para cada lado.

    No último quarto do jogo, o Flamengo voltou a jogar melhor e conseguiu abrir, logo no início da última parte do jogo, uma boa vantagem. A defesa, que encontrava dificuldade em parar o ataque do Mogi, passou a funcionar melhor, com destaque para o toco de JP Batista quando a partida estava 68 x 60. Olivinha continuou a se destacar na partida e foi determinante para administrar a vantagem conquistada novamente no último quarto, conseguindo 100% de aproveitamento nos arremessos de 3 pontos. O ala rubro-negro conseguiu a segunda melhor marca da partida e converteu 17 pontos no jogo, ficando atrás apenas de Marquinhos, que foi o cestinha do jogo com 18 pontos.

     

    Mogi x Flamengo fim de jogo
    Foto: Mônica Alvernaz

     

    A próxima partida dos playoffs será na próxima segunda (9), também no TTC, às 21h. Caso confirme novamente a vitória em casa, o Flamengo vai para Mogi podendo fechar a série no 4º jogo. Dependendo dos resultados das próximas duas partidas, pode haver necessidade de realização do 5º jogo da série. Caso essa necessidade se confirme, a partida ocorrerá no Rio de Janeiro, no Ginásio do Tijuca Tênis Clube, em dia e horário ainda não definidos.

     

    Maiores pontuadores da partida
    Flamengo 
    Marquinhos – 18 pontos
    Olivinha – 17 pontos
    JP Batista – 12 pontos

    Mogi
    Shamell – 14 pontos
    Jimmy – 14 pontos
    Tyrone – 13 pontos

    Rebotes
    Flamengo
    Mineiro – 7 rebotes
    JP Batista – 6 rebotes
    Olivinha – 5 rebotes

    Mogi
    Jimmy – 8 rebotes
    Shamell – 6 rebotes
    Tyrone – 5 rebotes

    Assistências
    Flamengo – Marcelinho – 7 assistências
    Mogi – Tyrone e Lersch – 3 assistências cada

     

     

  • Em busca da primeira vitória na série, Flamengo encara Mogi no TTC

    Nesta sexta-feira (6), o Flamengo volta a encontrar seu torcedor em mais um grande desafio. Após perder o primeiro jogo fora de casa por 86 a 81, o Fla quer empatar a série e garantir o resultado dentro do Tijuca Tênis Clube. Depois de um confronto emocionante e definido apenas nos minutos finais, o duelo promete seguir nesse ritmo até o final. A partida começa às 21 horas (horário de Brasília) e tem transmissão ao vivo do SporTV, além de tempo real no twitter do Mundo Bola direto do ginásio.

    Com o Hugo Ramos lotado, Mogi dominou os três primeiros quartos e chegou a estar vencendo por 15 pontos de diferença. No final, o FlaBasquete entrou bem e conseguiu reagir, mas os mogianos foram mais eficientes para segurar o resultado. Os destaques do lado rubro-negro foram o ala Marquinhos, que terminou com 21 pontos, cinco rebotes e quatro assistências, e Marcelinho Machado, que somou 14 pontos, pegou seis rebotes e deu quatro assistências. Do outro lado, Tyrone foi dominante e marcou 24 pontos, além de cinco rebotes.

    O grande trunfo do Orgulho da Nação para este jogo é justamente a torcida, que esgotou todos os ingressos disponíveis e promete fazer mais uma grande festa no TTC. A boa notícia também é que José Neto não terá problemas para esta partida. Marquinhos, que sofreu uma entorse no tornozelo no fim do primeiro confronto, já está recuperado. O ala/pivô Olivinha teve uma inflamação no joelho direito, mas confirmou que estará apto a jogar.

    Rafael Mineiro e Jerome Meyinsse falaram sobre suas expectativas e o papel da torcida no duelo:

    O lado bom é que vamos jogar em casa agora, nos classificamos em primeiro lugar para ter essa vantagem e a tranquilidade de decidir em casa. Agora é a nossa hora de fazer o trabalho de casa. Vamos pensar em um jogo de cada vez, o outro jogo já passou, vamos pegar tudo de ruim e o que fizemos de bom nos últimos minutos e aproveitar isso. Vamos trazer essa energia boa que tem a Nação Rubro-Negra pro nosso lado“, disse Mineiro.

    Faz parte do esporte e do playoff. Sim, temos essa pressão para ganhar em casa, fizemos a melhor campanha na temporada regular para ganhar esse prêmio. Temos que aproveitar”, comentou Meyinsse. Com todos os ingressos vendidos, a torcida será essencial para o jogo: “Vai ter mais energia do que nunca, a torcida está pronta, a gente também. Vai ser um jogaço,” completou.

    Ficha técnica

    Flamengo x Mogi das Cruzes

    Local: Tijuca Tênis Clube.
    Horário: 21h (horário de Brasília).
    Transmissão: SporTV e tempo real no twitter do Mundo Bola.
    Provável escalação: Rafa Luz, Jason Robinson, Marquinhos, Olivinha e Meyinsse. Técnico: José Neto.

  • #VlogdoPoeta #16 Um dia no CT do Flamengo

    No #VlogdoPoeta 9, eu mostrei a vocês a ação do Flamengo da Nação com o Galinho que está ajudando na arrecadação de receitas para construção do campo sintético do CT. Nesse mesmo dia visitamos o CT e eu fotografei tudo por lá e também onde será construído o campo sintético.

    Assista ao vídeo e deixe seu comentário.!!!!!!!!!

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  • Sem Maurine, Fla/Marinha perde para Ferroviária

    Após a classificação para a semifinal do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, o Flamengo/Marinha voltou a campo nesta quinta-feira (5) para enfrentar a Ferroviária. Com o importante desfalque de Maurine, o Mais Querido teve problemas no meio e, apesar de abrir o placar, não conseguiu segurar o resultado e saiu derrotado de São Paulo.

    O Flamengo entrou em campo sabendo que o ideal seria sair do Estádio Fonte Luminosa com pelo menos um empate com gols. Por isso, a equipe comandada por Ricardo Abrantes procurou se organizar o mais rápido possível na partida. Entretanto, a ausência da meia Maurine, que fraturou o dedo durante um treino e ficará seis semanas fora, acabou deixando esse setor bagunçado, dificultando a criação de jogadas.

    A Ferroviária mostrou sua força desde o início. Atual campeã da Libertadores, a equipe utilizou o fator casa para buscar a vitória e, graças ao ótimo desempenho de Paula Ugarte, levou perigo ao gol de Luana algumas vezes. O grande problema do Flamengo foi que, enquanto a defesa deixava espaços e sofria com as adversárias, o ataque não conseguia armar jogadas, errava o último passe e fazia finalizações ruins.

    Porém, tudo mudou quando, aos 34 minutos do primeiro tempo, o Flamengo conseguiu uma falta perto da área e a cobrança foi direto na cabeça de Tânia Maranhão, abrindo o placar para o rubro-negro. A alegria não durou muito já que, pouco tempo depois, Paula Ugarte chutou livre para empatar.

    No segundo tempo, o Fla voltou distraído e quase levou a virada logo no início. Entretanto, as meninas acordaram e partiram pra cima, conseguindo dominar a posse de bola e chegando mais ao ataque. O que mais atrapalhou o Flamengo foi a desatenção, que predominou no ataque com os diversos impedimentos e na defesa graças a marcação ruim. Aos 40 minutos da segunda etapa, Mariana, que havia acabado de entrar na partida, recebeu uma ótima bola de Patrícia e sozinha marcou o segundo da Ferroviária e a virada do time da casa.

    Com esse resultado, apesar de perder o jogo o Flamengo/Marinha não sai totalmente na desvantagem. Graças ao gol marcado fora de casa, a equipe rubro-negra precisa apenas de uma vitória simples no Rio de Janeiro para garantir a classificação. A partida ainda não tem local definido, mas onde quer que jogue o Mais Querido tem retrospecto positivo em casa.

    Na outra semifinal, as equipes não saíram do empate e a vaga será definida no segundo jogo. Com o 1×1 entre São José e Rio Preto, que fizeram a final do ano passado, é incerto quem poderá ser o adversário do Flamengo. O duelo de volta será na próxima quarta-feira.

    Ferroviária x Fla

    FICHA TÉCNICA

    Ferroviária 2×1 Flamengo

    Jogo de ida da semifinal do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino

    Data: 05/05/2016

    Horário: 19h

    Local: Fonte Luminosa, Araraquara (SP)

    Árbitro: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP/CBF-2)

    Assistentes: Fabio Rogerio Baesteiro (SP/CBF-1) e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP/CBF-1)

    Cartões amarelos: Ju

     

    FLAMENGO: Luana, Danielle, Karen, Tania Maranhão, Flavinha (Patricia), Roberta, Gaby (Jane), Bia Vaz (Rayane), Larissa, Ju e Barbara

  • O dramático flamengo que quer o seu Flamengo de volta

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    Não sou afeito a palanques meramente críticos. Prefiro identificar problemas e sugerir novos processos, fotografar novos cenários e ajudar na construção de um novo pensamento. Por isso estou aqui, como louco, no meio da praça, falando aos quatro ventos.

    O Flamengo de hoje é um clube em busca de sua identidade, isso me parece claro. Portanto, é época boa de grande ebulição. Quem é atento às biografias de instituições e pessoas, não pode deixar de notar que nenhuma mudança é tranquila. Limar a velha camada de vícios encruada é grande dor. Pessoas e organizações – possuem essências inerentes e a coragem de se mudar conscientemente deve ser um norte percorrido com fé inabalável.

    – É apenas futebol, cara. Que viagem é essa? – Um cara branco, de terno, com trejeitos típicos de um funcionário medianamente bem-sucedido me interpela. Escutava meu discurso em voz alta com olhar curioso e riso de canto. Uma dúzia de pessoas me rodeava. Eu mantive o olhar altivo e com voz densa e sonoramente grave retomei.

    O Flamengo, senhores, não é apenas futebol. Ele é uma realidade sociológica, parte inconfundível da personalidade brasileira. O Flamengo inventou a torcida. O Flamengo inventou a paixão futebolística nesse país. Ele retirou as amarras aristocráticas do esporte bretão, quando seus ancestrais jogadores, personificaram uma gentileza que, somente meio século depois, Sérgio Buarque de Holanda descreveria como uma das características do Homem Cordial Brasileiro.

    – Esse cara é maluco! – De forma discreta, porém audível, com um gesto ascendente com o braço esquerdo cortando o ar e a palma da mão em facão, o homem medianamente bem-sucedido se virou e foi embora. Olhei para os lados. A platéia formara uma meia-lua, como uma barreira mal enfileirada para a cobrança de um tiro indireto dentro da área. Minha voz dessa vez soou mais aguda, como o petardo de um exímio cobrador de bola parada.

    O Flamengo de hoje não sabe bem o que quer. Ele quer ser bom ou mal? Não é uma questão fácil de resolver. Thoreau disse que é preferível cultivar o respeito do bem que o respeito pela lei. O que é ser bom ou mal no futebol? Pergunto aos amigos que aqui estão, apenas de passagem, sob o sol de linda manhã carioca em seu Largo mais popular. Vocês andam reconhecendo o Flamengo?

    Achei um cara vestido com uma fantasiosa camisa pirata, Adriano nas costas, holandesa da Batavo no peito e um punhado de detalhes que a coloriam humoristicamente.  Perguntei-lhe o que representava o Flamengo em sua vida. Coerentemente disse que o Flamengo é carnaval.

    José Lins do Rego, do alto de um degrau de arquibancada, feito de púlpito, sentenciou: “Há no Flamengo esta predestinação para ser, em certos momentos, uma válvula de escape às nossas tristezas. Quando nos apertam as dificuldades, lá vem o Flamengo e agita nas massas sofridas um pedaço de ânimo que tem a força de um remédio heróico. Ele não nos enche a barriga, mas nos inunda a alma de um vigor de prodígio”.

    Quando eu disse esse versículo de Zelins, um jovem, moleque de uns 18 anos com cara de  funqueiro e favelado gritou Mengo alto. “É essa porra merrmo. Flamengo é só alegria” e saiu saindo com a pressa. Nesse momento mais de 50 pessoas me rodeavam. Era como se eu fosse a marca inicial no centro do gramado.

    Enchi meus pulmões.

    Ouçam vocês e levem este teor adiante. O Flamengo precisa ser um novo Flamengo? Precisa se reinventar? Não. O Flamengo é perfeito em essência e forma. Ele apenas está adormecido.

    Clube-cidadão, Clube-responsável, Clube-superavitário, Clube-politicamente-correto. Isso tudo virou bobagem verborrágica um segundo depois que o Conselho Deliberativo aprovou a Lei de Responsabilidade Financeira. Acabou esse papo de usar este posicionamento gerencial para acobertar falhas na comunicação do Clube com seu torcedor. Nós todos, nacionalistas rubro-negros já sabemos que o clube mudou. Agora as contas são pagas, o orçamento é respeitado, o clube fatura bem. É isso. Já sabemos. Isso sempre foi obrigação, parece que nunca foi muito bem colocado em prática no passado e agora é. Ponto final. Já deu. Obrigado por isso, mas já acabou. Vamos partir para outras problemáticas?

    A bandeira deve ser o seu torcedor. Vocês não querem o Flamengo cada vez mais junto de vocês? O que é preciso fazer para que todos se sintam parte do clube? Eu tenho muitas ideias e com certeza todos têm as suas. Sou da teoria de que quanto mais pitoresco, inacreditavelmente original e risível é algo, maiores são as chances de dar certo.

    Fala-se muito em marketing. É marketing pra lá, ação de marketing pra cá, ativação acolá…

    Está na hora de ser diferente, Flamengo. Está na hora de estabelecer uma conversa com seu torcedor. Como fazer? Oras… Eu posso dar dezenas de ideias aqui, como disse; cada um tem as suas. Porém, quero pensar na motivação dessas ideias: está errado pensar em primeiro lugar na grana. O último desejo deve ser lucrar.

    – Ô maluco, se liga aê pô. O Flamengo não é caridade não. – escuto o sotaque  de playboy. Quem passa pelo Largo da Carioca continua parando para me escutar. O meu monólogo por uns minutos vira debate. As pessoas estão conversando sobre o Flamengo. Ele é mais importante que tudo agora. Que o ponto biométrico do trabalho a acusar o atraso, o pão na chapa quentinho da padaria, o afastamento de Cunha em Brasília, o capítulo da novela da Globo, a morte no seriado da NetFlix, o lançamento do filme da Marvel no cinema, o beijo de despedida na namorada.

    Não adianta estabelecer paralelos com outras realidades. O torcedor do Flamengo, sua ampla maioria, é um cara que corre atrás de muita coisa. Ele é um empregado e não o empregador. Ele está cansado de ajudar o clube há mais de 30 anos. Ele é um cara que vê o Flamengo como time de futebol e com certeza se orgulha do clube ter basquete e outros esportes para torcer tipo um bônus.

    Quando disse isso, uma pausa se estabeleceu. Eu estava chegando ao fim da minha exposição de ideias. Resolvi fazer algumas perguntas ingenuamente simples dirigidas aos nossos mandatários.

    Os dirigentes do Flamengo esqueceram que precisam amar sua torcida?

    Os dirigentes do Flamengo enxergam torcedores ou clientes?

    Quando os dirigentes do Flamengo farão algo pela torcida que não seja apenas uma troca comercial?

    – Meu camarada, sua lógica é que o clube gaste grana promovendo uma aproximação com a torcida. Entendi. Porém não tem cabimento. Por exemplo, como abrir o Maracanã de graça? – disse um estudante com cara de presidente de grêmio.

    Sim. Não tem como abrir o Maracanã para jogos gratuitos. Não estou falando de se gastar dinheiro ou gastar muito dinheiro. Falo de se relacionar com a torcida retirando-se da obviedade comercial. E usar a criatividade para colocar isso em prática. O povo flamengo é explorado desde que acorda até o final do dia. Como disse Zelins, o Flamengo é a válvula desse povo. Estamos perdendo nossa paixão porque o Flamengo não consegue raciocinar fora da caixa monetária. Pelo amor de São Zico, compatriotas flamengos, não estou falando de sistema político ou financeiro. É comunicação. E se comunicar é de graça. Sobretudo para o Flamengo, que tem todas as portas abertas do mundo.

    O que vimos esta semana é um presidente perdido. Que não fala nada. Que não está preparado para ser o estadista de nossa Nação. Prometeu mundos e fundos tão simples de serem realizados, mas que por omissão, na pior hipótese, ou respeito burocrático/organizacional, na melhor das hipóteses, não são registrados em seu governo.

    O presidente do Flamengo, antes um homem moderado pelo respeito ao bem, sentou ao lado de Marco Polo Del Nero, jantou com Dunga, serviu sobremesa para Gilmar Rinaldi e por fim, brindou com Walter Feldman.

    Falta a Bandeira de Mello vergonha na cara, um pouco de favela, um pouco de brasilidade flamenga. Ele está totalmente por fora da índole rubro-negra. Seu segundo mandato é péssimo? Claro que não, são apenas cinco meses. Os cinco meses de Bandeira são exequíveis e vergonhosos pois sim. Ele e seu Conselho Diretor não ganharam nada em nada. Zero menos zero é zero na matemática de 2016. Em tudo que se intrometeu este ano o Flamengo perdeu. É um dos maiores desastres em termos de início de mandato que já acompanhei. Apoiadores como eu estão envergonhados. Quem é covarde está sumido. Ninguém quer ficar ao lado do executivo rubro-negro neste momento, pois ele é uma vergonha de cabo a rabo. E agora de rabo preso com a CBF também. Qual o próximo passo, Presida? Apertar a mão de Rubens Lopes? Abraço caloroso em Eurico Miranda?

    – Acho que você não tem visto o belo trabalho nas finanças, amigo – novamente o Playboy.

    Tenho visto. E já disse. Isso é passado. Já foi institucionalizado. Quero agora que o Flamengo vire Flamengo.

    Vou falar pra vocês agora um desabafo.

    Quantos milhares de flamengos estão aí querendo apenas uma piscadela do Clube para persegui-lo até o inferno?! Pisque pra gente Flamengo, reata o namoro, fale o que a gente quer ouvir, faça o que a gente quer fazer, seja forte, honroso, polido, raçudo, divertido, criativo, romântico, carnavalesco. E não confunda isso com oportunismo. Isso é ser boa-gente. Oportunismo é dizer que o time não é melhor porque eu não sou sócio-torcedor.

    Seja corneta de si, auto-avalie seu dia quando colocar a consciência no travesseiro, como cada um de nós faz. Não acredite que esteja fazendo a coisa certa o tempo todo, como um rei mimado. Venha brincar com a gente na rua, deixe de ser um almofadinha ridículo e volte ser nosso amigão de zoeira de sempre.

    Eu não estou te reconhecendo. Não reconheço seu time de futebol. Meu instinto também briga com a razão ao acreditar empiricamente na teoria da transferência de personalidade: nossos jogadores modulam os chefes.

     

    Esgotado.

    Queimado pelo sol que já arde na minha pele. Eu agacho, um pouco tonto pelo esforço de barítono. Apenas queria ser ouvido. Abaixo o rosto resoluto, resignado e sem maiores desígnios sobre o Fla, essa minha maior paixão.

    Nesse momento uma menininha se desgarra de sua mãe, corre para me abraçar e diz: “Tio, como eu faço para te ajudar?”

    Ajudar em quê amorzinho? – pergunto.

     

    A fazer o Flamengo feliz!

     

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  • Agora é semifinal: no jogo de ida, Fla/Marinha enfrenta Ferroviária

    Falta um passo para a final. Após a classificação em primeiro no Grupo 6, o Flamengo/Marinha chega à semifinal com apenas um objetivo em mente: disputar o título do Brasileirão pela primeira vez. Entretanto, antes da tão sonhada decisão existe uma equipe que não chega à toa. A Ferroviária também quer essa taça e tentará arrancar uma vantagem na partida desta quinta-feira (5), no Estádio Fonte Luminosa, em Araraquara, às 19h. A partida terá transmissão da TV Brasil e do SporTV e tempo real no @Mundo Bola_CRF.

    As meninas rubro-negras chegam ao jogo confiantes. Depois de conseguirem a liderança na segunda fase da competição, o Flamengo tem agora a chance de ir além. Com um time organizado e entrosado, o treinador Ricardo Abrantes não deve encontrar problemas para escalar as titulares. O Mais Querido vem de uma vitória no CFZ sobre o São José por 2×0 e esperam manter os bons resultados na competição.

    Já a Ferroviária, como falamos no último texto sobre a segunda fase, chega com grande desconfiança, já que não jogou bem nos últimos duelos e passou com muita sorte para a semifinal. A equipe deve tentar recuperar o desempenho das primeiras partidas para, quem sabe, surpreender o Flamengo nessa etapa do Brasileirão.

    Na outra semifinal, São José e Rio Preto não saíram do 1×1 e definem o classificado na semana que vem. A partida entre as últimas finalistas do campeonato foi disputada em São José dos Campos (SP).

    FICHA TÉCNICA

    Ferroviária x Flamengo

    Jogo de ida da semifinal do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino

    Data: 05/05/2016

    Horário: 19h

    Local: Fonte Luminosa, Araraquara (SP)

    Transmissão: TV Brasil e SporTV

    Árbitro: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP/CBF-2)

    Assistentes: Fabio Rogerio Baesteiro (SP/CBF-1) e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP/CBF-1)