Autor: diogo.almeida1979

  • Paulo Victor continua em 2017, diz empresário

    O goleiro Paulo Victor continuará no Flamengo em 2017, segundo declarou o empresário do atleta, Reinaldo Pitta, à Rádio Brasil.

    Titular desde meados de 2014 até o início do Campeonato Brasileiro de 2016, Paulo Victor sofreu uma lesão e acabou perdendo a vaga para Alex Muralha, que com grandes atuações chegou até a seleção brasileira. O goleiro ganhou uma oportunidade na Copa Sul-Americana e teve uma atuação desastrosa contra o Figueirense. Depois, foi bem contra Santa Cruz e América-MG quando Muralha estava na seleção. Em entrevistas, Paulo Victor mais de uma vez expôs a insatisfação com a reserva. Apesar disso, segundo Pitta, ele seguirá no elenco para 2017.

    O goleiro tem contrato com o Flamengo até janeiro de 2019, e chegou a ser visto como uma moeda de troca para o Flamengo se reforçar para a próxima temporada, mas com a declaração de Pitta, a permanência é o cenário mais provável.

    Outro jogador empresariado pelo atleta, porém, não deve continuar no clube em 2017. Segundo Pitta, o meia Adryan, que teve pouquíssimas oportunidades desde que retornou de empréstimo do Nantes no meio do ano, não deve continuar no Flamengo.

  • Fred Luz: sonho de estádio na Gávea continua vivo

    O CEO Fred Luz falou à rádio CBN sobre as perspectivas de estádio para o Flamengo. Ele disse que o clube aguarda para esta semana uma definição sobre o Maracanã.

    – Sem querer ser pernóstico, o Flamengo sabe muito bem o que quer. Entre saber o que quer e conseguir o que quer vai uma diferença, porque existem os outros players do mercado que a gente têm que respeitar. O objetivo número um do Flamengo para um estádio de grande porte sempre foi o Maracanã. É complexa a solução, faltam ainda definições por parte do governo. Parece que o governo tá agora adotando o caminho de levar esse processo da venda ao final, não é o modelo ideal na opinião do Flamengo. O Flamengo sempre achou melhor uma soluçao mais limpa, mais juridicamente sustentável, que se fizesse uma nova licitação, permitindo que os clubes pudessem licitar e eventualmente serem protagonistas da administração do Maracanã. Não acontecendo a licitação e indo para o modelo de venda, o Flamengo não será o protagonista,porque é vedado pelo edital de licitação atual. Mas diante da incerteza temos uma perspectiva, uma possibilidade de acontecer alguma coisa neste ano de 2016, o governo do Estado pelo menos está sinalizando, criou uma comissão para analisar.

    Caso a indefinição sobre o Maracanã permaneça, a Ilha é um plano B para suprir a possível ausência do estádio.

    – O Flamengo tem um acordo com um dos grupos que estão pleiteando o controle do Maracanã, mas teve também que construir um plano B, para evitar que novamente no ano de 2017 acontecesse o que aconteceu em 2016. Se nós não tivermos uma solução pro Maracanã que permita que o Flamengo jogue lá, que seja interessante para o Flamengo jogar lá, nós vamos ter o estádio da Portuguesa, o plano B que foi planejado, foi viabilizado.

    O CEO garantiu que os planos de construir um estádio pequeno na Gávea persistem.

    – Nós temos sim o sonho de ter o estádio na Gávea de médio porte, para cerca de 20 mil presentes. A gente acredita que é viável aprovar, que não vai ter tanto impacto para a vizinhança, nós já temos três estações de metrô naquela região, a mobilidade urbana no Rio de Janeiro está melhorando muito, então é um sonho que continua vivo no Flamengo. Mas que não conflita e não supre a necessidade que o Flamengo sempre vai ter de um estádio de grande porte.

  • Emerson Sheik confirma que está de saída

    O atacante Emerson Sheik, de 38 anos, confirmou que não terá o seu contrato com o Flamengo renovado e disse que já acertou com um “clube grande que vai brigar por título” em 2017. O jogador deu as declarações após participar de um jogo beneficente na noite desta segunda-feira.

    – O Flamengo passou, né. Foi um 2016 para mim difícil. Treinei muito, joguei pouco. Mas 2017 promete, projeto novo, coisa boa pela frente, galera não sabe ainda, mas já estou agradecendo, certamente vou dar o melhor. É um clube grande, que certamente vai brigar por título. Meu contrato termina dia 31, não teve uma renovação, fica também meu agradecimento ao clube, ao torcedor flamenguista que tem um carinho todo especial comigo, mas vida que segue -disse o jogador.

    Em 2016, Sheik disputou 28 jogos e marcou 5 gols. No total de sua segunda passagem pelo Flamengo, foram 53 jogos e 10 gols. O jogador é a segunda baixa confirmada no elenco do técnico Zé Ricardo, depois do meia Alan Patrick, que voltou para o Shakhtar Donetsk, da Ucrânia. O lateral-esquerdo Chiquinho é outro que não deve ficar, mas ainda não teve a saída oficialmente confirmada.

  • A batalha do Flamengo pelos direitos de TV

    Esta terça-feira marca os 40 anos de uma importante data na história do Flamengo: a da primeira eleição de Marcio Braga, que viria a se tornar o presidente mais vitorioso da história do clube, e de seu grupo da FAF (Frente Ampla pelo Flamengo).

    Antes que as taças começassem a chegar, a partir do Carioca de 1978, o clube passou por um processo de restruturação muito parecido com o que vive desde 2013: pagamento de dívidas e criação de novas receitas.

    Leia também: O Flamengo nasceu do Fluminense? Saiba a resposta neste papo entre pai e filho

    Nesse processo, uma batalha em especial foi importantíssima, e também ecoa outra que acontece nos tempos atuais: a luta para que os direitos de televisionamento fossem para os cofres do clube, e não para outras entidades que só viviam de explorar o futebol sem dar nada em troca.

    Se a adversária da vez é a Ferj, em 1977 Marcio Braga e a FAF enfrentaram a CBD (Confederação Brasileira de Desportos), antecessora da CBF. Na época, os clubes não recebiam um centavo pelo televisionamento das partidas.

    A CBD incluía no regulamento do Campeonato Brasileiro uma cláusula que lhe permitia negociar o direito de exibição dos jogos e não repassava nada aos clubes, ao arrepio da lei – como a Ferj faz atualmente com a questão das placas de publicidade. Ao receber o regulamento, o Flamengo se insurgiu e entrou na Justiça para ter o direito de receber pelos seus jogos.

    Flamengo direitos de tv

    Como a Ferj e seus aliados fazem em 2016, a CBD usou a imprensa para tentar pintar o Flamengo como um clube egoísta que só pensava em si mesmo e prejudicava os demais ao exigir os seus direitos.

    Direitos de TV

    Outro ponto em comum com a atual disputa é a posição subserviente ao poder que o Botafogo adotou, em vez de se aliar ao Flamengo numa briga que acabou beneficiando todos.

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    Apesar de toda a resistência, o Flamengo conseguiu uma grande vitória judicial que impediu as TVs de exibirem o Fla-Flu, jogo isolado da rodada em 15 de novembro de 1977, trazendo grande prejuízo às emissoras.

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    Após aquele dia, Globo e CBD tiveram de se dobrar e começaram a negociar com o Flamengo uma saída para que os jogos do clube mais popular do Brasil voltassem a ser transmitidos. Nos anos seguintes, os demais clubes se beneficiaram da luta rubro-negra e passaram a receber também por suas partidas.

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    Nas palavras do protagonista

    O presidente Marcio Braga fala sobre o episódio em seu livro “Coração Rubro Negro” (Ponteio, 2013).

    “O esquema em vigor no final dos anos 1970 era o seguinte. A antiga TV Educativa, que era a emissora oficial, tinha o direito exclusivo de captar as imagens dos jogos e enviar o sinal para as emissoras privadas. Ou seja, a Globo, que comercializava aquele sinal gratuito da TV Educativa, ganhava dinheiro, e os clubes não recebiam nada.

    Quando assumi a presidência do Flamengo, a participação dos clubes e dos jogadores já era regulamentada, embora de forma talvez incipiente, pela Lei 5.988, de 1973, que introduziu o conceito de direito de arena no Brasil.

    Segundo o texto do dispositivo legal, pertencia às entidades de prática desportiva o direito de negociar, autorizar e proibir a fixação, a transmissão de imagem de espetáculo ou eventos desportivos que participem. Acontecia, porém, que essa lei nunca havia sido cumprida.

    Desde o dia 1o de novembro, tentávamos negociar com a Globo uma fórmula que beneficiasse tanto o clube quanto a emissora. O fato é que, no final das contas, fracassamos na nossa negociação, não conseguimos comercializar a partida. Aí, só nos restava recorrer à justiça para fazer cumprir a lei.

    E foi o que fizemos. (…) Nossa reivindicação era a mais justa do mundo, e exatamente por isso não tivemos dificuldade de obter uma decisão favorável à nossa causa. Segundo o despacho do juiz, já que o produto não tinha sido comercializado, não podia ser transmitido. E assim nos concedeu o interdito proibitório que tínhamos solicitado, vetando o ingresso do equipamento da TV Educativa no Maracanã.

    Além dos dirigentes do clube, oficiais de justiça e policiais se postavam em torno do estádio para impedir a entrada dos funcionários da TV Educativa com seu maquinário. E a lei foi cumprida, eles não entraram mesmo! Reconheço que acabamos com a festa televisiva.

    Frustramos milhões de telespectadores em todo o país que queriam assistir ao Fla-Flu. E a imprensa também. Jornalistas brigando, me xingando, uma confusão danada. Mas ao mesmo tempo tínhamos consciência da importância daquele gesto histórico para os esportes no Brasil.

    O que posso dizer é que a terra tremeu naquele dia. Primeiro, porque estávamos mexendo com os donos do poder pois a TV Educativa era do governo. E depois, com o dono da TV Globo, que àquela altura era tão poderoso quanto os militares que mandavam no país.

    braga-marinho

    É claro que as consequências daquela grande ousadia não tardariam. E, de fato, chegaram naquela mesma noite…. Estava jantando tranquilamente (…) quando o garçom veio avisar que havia um telefonema para mim no barzinho do restaurante. Fui atender. Sabe quem era? O dr. Roberto Marinho, em pessoa, do outro lado da linha. Ele não queria saber de conversa, queria dar um esporro, um longo e demorado esporro, e foi o que fez.

    Eu dizia: “Doutor Roberto, pelo amor de Deus! Não fala isso! Vamos acertar!”E ele, do outro lado da linh: “Eu não falo com quem me aciona na Justiça! Não admito”. E eu repetindo: “Calma, dr. Roberto! Calma!”. Não houve jeito. Nunca mais me acertei com ele.

    O importante, contudo, é que depois daquele histórico 15 de novembro, a Globo começou a pagar pelos jogos que transmitia, e continua pagando até hoje. Resumindo a história. Até 1977, o Flamengo não recebia um tostão furado em direitos de imagem. E sabem quanto recebeu em 2013 pela transmissão das partidas? Cerca de 120 milhões de reais. A briga valeu a pena, não?”

    Pingos nos is

    Como se vê, o relato histórico serve para desmitificar alguns mitos perpetuados pela torcida arco-íris, como o de uma relação simbiótica entre Globo e Flamengo – se a Globo hoje gasta uma fortuna da ordem de dez dígitos para transmitir o futebol brasileiro, isso se deve à luta de Marcio Braga e do Flamengo há 40 anos.

    E os clubes que hoje choram por cotas iguais também só recebem alguma coisa porque algum dia o Flamengo teve coragem de lutar por todos eles. Como a História só ensina a quem quer aprender, cabe ao Flamengo repetir em 2016 o papel de Quixote enfrentando sozinho o sistema que aconteceu há quatro décadas. Só que, ao contrário da história de Cervantes, na nossa os gigantes somos nós, e não os moinhos que enfrentamos. #NãoAssinaFlamengo

  • Tabet responde a jornalistas que criticam gestão do clube

    Após mais uma crítica sem embasamento à gestão do clube, desta vez de Wagner Vilaron, no Seleção Sportv, o vice-presidente de Comunicação Antonio Tabet usou o Twitter para se posicionar.

    O último tweet é uma referência pouco velada aos quatro jornalistas que fizeram críticas à gestão do clube na última semana: os corintianos Vilaron e André Loffredo, o palmeirense Paulo Massini – todos do Sportv- e a vascaína Marluci Martins, do Extra.

  • Fla “joga para a torcida” ao pôr responsabilidade fiscal em estatuto, diz comentarista do Sportv

    O comentarista do Sportv Wagner Vilaron disse no “Seleção Sportv” desta segunda-feira que colocar responsabilidade fiscal no estatuto, permitindo que dirigentes tenham que responder com o próprio patrimônio por irregularidades cometidas no exercício do mandato, como fez o Flamengo, é “jogar para a torcida”.

    – Para mim isso é jogar para a torcida. Já existia uma regulamentação que exigia essa responsabilidade, só que o sujeito assumia, pegava aquele monte de dívida, só que de repente para ele se eleger precisou do apoio do ex-presidente. Você tinha instrumentos legais que te possibilitavam responsabilizar o dirigente anterior, mas por uma série de convivências ali no clube nunca fez isso. Ter no estatuto é só mais um ali que se o cara não aplicar isso, não usar isso…

    Curiosamente, quem defendeu o Flamengo no debate foi o jornalista Paulo Massini, que na semana passada causou polêmica ao acusar o clube de “mamar nas tetas do governo” por ter patrocínios de estatais.

    – A forma como o Flamengo fez vai proporcionar um maior controle. O cara que sentar na cadeira ali, ele não vai colocar o patrimônio dele em discussão se ele for competente. Isso já é um grande, um enorme avanço.

    Dias depois, outro comentarista do mesmo programa, André Loffredo, questionou a origem do dinheiro do Flamengo diante da especulação de que o clube irá contratar o argentino Darío Conca. O comentário levou o vice-presidente de Finanças, Claudio Pracownik, a dar uma longa entrevista à ESPN, concorrente do Sportv, detalhando o panorama financeiro do clube.

  • Flamengo disputará Carioca para vencer, diz Zé Ricardo

    A indefinição do contrato com a Globo e o aumento de limite do número de jogadores sub-20 que podem ser inscritos no Carioca não deve fazer o Flamengo inscrever uma equipe alternativa na competição. O técnico Zé Ricardo declarou em entrevista ao jornal Lance! que voltar a ganhar o título estadual, que não vem desde 2014, é o primeiro objetivo da temporada. O Mundo Bola apurou que o objetivo do Flamengo é ganhar a Taça Guanabara, que se encerra antes do início da participação na Libertadores, e garantir a vaga nas semifinais do campeonato para eventualmente poder poupar o time no segundo turno do Carioca.

    – O Carioca é nosso primeiro objetivo do ano, que é recuperar nossa hegemonia no estado. Podem ser até seis clássicos pela frente e para sermos campeões, vamos ter que superar nossos rivais. Não vamos ter um tratamento especial só por conta de ser um clássico. Vamos jogo a jogo.

    Na entrevista ao Lance!, o técnico disse que o time vai buscar “conquistas” em 2017 e que a torcida “pode sonhar alto”.

    – Pode. Essa é nossa tarefa. Não vai faltar empenho e dedicação de todos.

  • César deve ir para a Ferroviária, e outros quatro formados na base têm contratos rescindidos

    Após emprestar Douglas Baggio e Trindade para o Ceará, o Flamengo definiu o destino de outros cinco jogadores formados na base que estavam emprestados durante 2016. O goleiro César, campeão da Copinha em 2011 e que passou o ano emprestado à Ponte Preta após não aproveitar a chance que teve de substituir Paulo Victor durante a recuperação do goleiro de uma grave lesão em 2015, deve ser cedido à Ferroviária de Araraquara para a disputa do Campeonato Paulista. César, de 24 anos, tem contrato com o Flamengo até o fim de 2018.

    Já quatro outros jogadores formados na base e cujos contratos se encerravam nos próximos dias ou meses tiveram o vínculo com o clube rescindido: o meia-atacante Thomás, outro campeão da Copinha em 2011, que estava no Joinville; o volante Recife, que estava no Tupi-MG, o meia Rodolfo, emprestado ao Grêmio Osasco, e o atacante Igor Sartori, que estava no RB Brasil. O meia-atacante Rafinha deve ter seu empréstimo ao tailandês Thai Honda estendido.

    O clube ainda define os destinos do zagueiro Rafael Dumas, dos meias Jajá e Lucas Mugin, dos atacantes Nixon, Cafu e Paulinho, do lateral Léo e do volante Luiz Antônio. Nenhum deles deve ser aproveitado pelo técnico Zé Ricardo em 2017. O volante Jonas está praticamente acertado com o Coritiba.

  • Números da Nação Rubro-Negra nos estádios em 2016

    2016 não foi um ano de títulos para o time profissional do Flamengo. Mesmo assim, a sua gigantesca torcida fez valer o mantra de “Vou te apoiar até o final” e, como sempre, encheu os estádios por todo o Brasil. Numericamente, o público total e a média de público pagante deste ano foi menor do que em 2015 (relembre aqui). As informações foram obtidas através dos boletins financeiros da CBF, da FFERJ e do site Oficial da Primeira Liga.

    Temporada

    Em 2016, foram 33 jogos como mandante, com um total de mais de 660 mil torcedores presentes. Mais de 50 mil gratuidades foram distribuídas, uma baixa em relação à 2015, onde mais de 100 mil gratuidades foram disponibilizadas.

    2016

    Campeonato Carioca

    Jogando em estádios relativamente pequenos, o Flamengo não atingiu grandes públicos no Estadual. O maior, foi contabilizado no Pacaembu, no clássico Fla-Flu, onde mais de 30 mil torcedores estiveram presentes no estádio. Médias de público pagante e presente ultrapassaram a marca de 10 mil torcedores.

    carioca

    Primeira Liga, Copa do Brasil e Sul Americana

    Na 1ª edição da Primeira Liga, foram 3 jogos, nenhum no RJ, e média de público acima de 10 mil torcedores. Brasília, Espírito Santo e Minas Gerais foram “as casas” do Flamengo na competição.

    primeiraliga

    Na péssima campanha da Copa do Brasil, foram 2 jogos como mandante, ambos no Raulino de Oliveira.

    copadobrasil

    Na Sul Americana, também dois jogos como mandante, dessa vez em Cariacica. O time misto contra o Palestino, não mostrou entrosamento, e acabamos sendo eliminados precocemente na competição internacional.
    sula

    Campeonato Brasileiro

    6 estádios receberam os 19 jogos do Flamengo como mandante nesse Brasileirão. Raulino de Oliveira, Mané Garrincha, Kleber Andrade, Arena das Dunas, Pacaembu e, nas rodadas finais, o Maracanã. No total, registrou-se mais de 500 mil torcedores nessas 19 partidas. O Maracanã registou o maior público presente, e o Mané Garrincha, o maior público pagante.

    brasileiro

    Torcida – Setor Visitante

    Como sempre, a Nação Rubro-Negra não decepcionou e compareceu em peso aos jogos do Mengão nesse Brasileirão. Em dois jogos, devido à punição imposta pelo STJD, não tivemos ingressos disponibilizados.

    O ingresso mais caro foi detectado no duelo contra o Cruzeiro, no Mineirão: R$ 120 a Inteira. Já o mais barato, no valor de R$ 50 a Inteira, foi cobrado nos jogos contra Santa Cruz, Botafogo, Internacional e América-MG.

    visitante

     

    Adriano Skrzypa
    Twitter: @FlamengoNumeros

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  • Sem Flamengo, empresa de Kleber Leite processa Ferj por placas

    A insistência do Flamengo em não assinar o contrato de televisionamento do Campeonato Carioca com a Globo caso suas demandas não sejam atendidas e a liminar que dá ao clube o direito de negociar suas próprias placas de publicidade estática mesmo que o regulamento diga o contrário começam a provocar fissuras entre a Ferj e seus aliados.

    Segundo o colunista do Globo Ancelmo Gois, a Klefer, empresa do ex-presidente do Flamengo Kleber Leite, encarregada de vender as placas, não conseguiu um único comprador diante da situação de dupla indefinição. Com isso, a Klefer entrou na Justiça contra a Ferj para rever o contrato. A relação entre Klefer e Ferj para a negociação de placas de publicidade no Carioca tem 17 anos – o primeiro contrato entre a empresa e a federação foi fechado em 1999, logo após Kleber deixar a presidência do Flamengo, em 1998.

    O Flamengo acredita que o direito de negociar as placas é fundamental para a realização de uma das suas exigências para assinar o contrato com a Globo – que os clubes ganhem mais do que a federação.