Autor: diogo.almeida1979

  • Yin / Yang

    YIN

    Evoluir sempre

    As perspectivas para o Flamengo em 2017 são as melhores possíveis. A começar pelo time, que não perdeu nenhum titular e está contratando reforços para as posições carentes. Contratações qualificadas, nada desses jogadores de expressão menor que eram, até pouco tempo atrás, usados para inundar o elenco, com pouco ou nenhum resultado esportivo.

    Com efeito, estão chegando o Trauco, lateral de seleção, jogador jovem e em ascensão, eleito o melhor da temporada passada no Peru. Junto a ele, ninguém menos que Conca, Darío Conca, jogador altamente capacitado, de técnica indiscutível, capaz de subir, por si só, o nível de uma equipe. Conca deverá ser importantíssimo para o Brasileiro e as fases decisivas da Libertadores.

    Também está praticamente fechado o Rômulo, jogador que se destacou no Vasco em 2011, com passagem pela Seleção e que desenvolveu boas temporadas no futebol russo. Rômulo, a se confirmarem as expectativas, deverá formar a dupla de volantes com Willian Arão, encerrando assim a controversa experiência de Márcio Araújo como titular. Aliás, Márcio Araújo poderá, enfim, exercer um papel de reserva útil, minimizando o injusto desgaste em sua tormentosa relação com a torcida rubro-negra.

    Vai ficar faltando o ataque, para completar as quatro contratações anunciadas pela Diretoria. Sabendo-se como o Rodrigo Caetano (cujo forte é sua desenvoltura no mercado de jogadores) trabalha, e tendo em vista o excesso de “balões de ensaio” jogados ao ar, não se surpreenderia se o Flamengo inflamasse sua torcida com uma contratação totalmente inesperada e de alto nível para o setor, até porque, até aqui, não se gastou um centavo com reforços.

    Saíram Emerson Sheik, Fernandinho, Alan Patrick e Chiquinho. Os dois últimos já foram repostos. Mesmo rumo deverá tomar o Cirino e talvez o Adryan. É possível que essas lacunas sejam supridas pelo tal “quarto reforço” e pela base (ou mesmo pelo próprio Fernandinho, de quem o Flamengo ainda não desistiu). Sem falar no Ederson que, estando em forma, também entra pra brigar pela vaga.

    Muralha, Pará, Rever, Vaz, Jorge; Arão, Rômulo, Diego; <atacante>, Guerrero, Conca.

    Tá ficando bonito.

    Há ainda a questão do estádio, que muito atrapalhou o Flamengo ano passado. Dessa vez a Diretoria agiu rápido e tomou a Ilha do Botafogo. Teremos um recanto rubro-negro para atender ao time na maioria dos jogos da temporada. Além de reduzir as viagens e aumentar o tempo de treinamento, haverá ganho esportivo, uma vez que o Flamengo disporá de um caldeirão infernal para aterrorizar seus adversários.

    Também temos um Centro de Treinamento novinho em folha, de alto padrão, capaz de atender às mais variadas demandas do Departamento de Futebol. O exuberante trabalho de 2016, que reduziu ao mínimo a perda de jogadores por lesão, deverá ter continuidade, concedendo ao treinador a prerrogativa de contar com todos o elenco para qualquer partida.

    Como gancho, chega-se ao treinador. Não bastasse contarmos com o melhor elenco dos últimos 20 anos, dispomos de um profissional extremamente qualificado, apto a moldar um esquema moderno, funcional, flexível e capaz de aproveitar as peças do plantel, que em 2016, em um trabalho fantástico, logrou recuperar nomes como Gabriel, Rafael Vaz e Everton. Uma vez que o elenco está, em sua maior parte, mantido, Zé Ricardo não sairá “do zero”, mas já desfrutará de uma espinha dorsal, uma base, para aprimorar o esquema que levou o Flamengo à Libertadores e quase redundou no Hepta Brasileiro. O próprio treinador já admite ter peças interessantes e subutilizadas à sua disposição, e pensa em aproveitar mais e melhor os jogadores das divisões de base. Dessa forma, tudo indica que, com seu esforço e sua capacidade, Zé Ricardo poderá sofisticar a forma de jogo do Flamengo, montando uma máquina capaz de enfrentar qualquer equipe, em qualquer solo.

    Finalizando, as divisões de base. Ao contrário do quadro de penúria de uns quatro, cinco anos atrás, o Flamengo já reúne uma safra de jovens nos quais se enxerga, de forma indiscutível, talento. É o caso de Ronaldo, Léo Duarte, Lucas Paquetá, Felipe Vizeu, Matheus Sávio e Thiago Santos, jogadores que, na pior das hipóteses, podem exercer um papel útil no complemento do elenco.

    Enfim, todos os elementos estão convergindo para o sucesso. O trabalho está sendo feito. Com um elenco qualificado, um estádio para uso próprio, um CT de ponta, um treinador atualizado e jovens da base prontos para subir. Sem falar, naturalmente, na mística de sua camisa e na força sobrenatural de sua Nação. Não há o que dar errado. O Flamengo de 2017 vem forte e vai brigar por tudo o que aparecer pela frente. Brasileiro, Copa do Brasil, Libertadores, Mundial. A ideia é disputar e vencer tudo.

    O ano mágico chegou. Apertem os cintos.

    YANG

    Mais do mesmo

    As perspectivas do Flamengo para 2017 são as mais opacas possíveis. A começar pelo time, que praticamente é o mesmo do ano passado, repleto de jogadores meia-boca.

    Com efeito, as contratações, até aqui, resumem-se a um peruano desconhecido, provavelmente pereba (lateral peruano faz lembrar o Jorge Soto, “craque” dos anos 2000) e ao Conca, que vem bichado, está velho e vai se esbarra com o Diego. Ou seja, nada.

    Também é provável que chegue o Rômulo, que jogou seis meses de bola no Vasco e depois sumiu na Rússia, exílio clássico de jogador meia-perna. Para piorar, ainda se machucou. Mesmo já tendo voltado da lesão, normalmente esses caras nunca vêm jogando a mesma coisa. Não é à toa que vinha esquentando banco por lá. Vai chegar aqui tocando bola pro lado e em cinco jogos perde a posição pro Márcio Araújo, o indestrutível.

    Dizem que vem alguém pro ataque. Pra quem tentou luminares como Keno e Marinho (e nem esses conseguiu trazer), não se espante que os reforços pro setor sejam Fernandinho (o retorno) e Marcos Guilherme (quem?), uma espécie de “marcioaraujo” lá do Paraná, que a torcida já botou no OLX a 1 real. Até porque essa diretoria não gastou nenhum centavo com reforços, e seguirá sem gastar.

    Saíram Emerson Sheik, Fernandinho (será mesmo?), Alan Patrick e Chiquinho. Boa barca. Poderiam ir junto o Cirino, o Gabriel, o Márcio Araújo, o Adryan, o Pará, o Rodinei, o Paulo Victor, o Ederson e o Damião, pra começar a conversa.

    Não veio nenhum reforço indiscutível. Os que saíram vão ser repostos por garotos ou apostas. Há problemas nas pontas, no meio e provavelmente na zaga. Porque o Vaz já começou a virar abóbora, o Juan não aguenta jogar duas partidas fortes seguidas e o Rever vai embora no meio do ano. Vai sobrar o bonde Donatti, aquele que caiu sentado. Para piorar, o Muralha vai ser convocado direto e a opção continua sendo o frangueiro Paulo Victor. O Jorge tá doido pra ir embora e vai vazar. Ou seja, poderemos ter que escalar esse time aqui, nos dias de jogos de Eliminatórias:

    Paulo Victor, Pará, Donatti, Vaz, Trauco; Arão, Márcio Araújo, Diego; Gabriel, Damião, Everton.

    É com isso aí que quer passar de fase na Libertadores?

    Há o estádio. Depois de entenderem que ficar brincando de “arena teatrinho” e querer ficar de “mãozinha dada” com bandido de TO adversária, finalmente a diretoria entendeu que estádio é praça de guerra, palco de luta, de combate, e, depois da boa experiência com Cariacica, resolveu fazer, com um ano de atraso, uma “arena” própria. Mesmo assim, fazem errado. O campo, além de feio e pequeno, não tem alambrado. Não tem alambrado! Primeiro resultado ruim, primeiro passe errado do Márcio Araújo e a torcida vai descer pra baixar a porrada. Já fez no passado, por que não faria agora? Desce a madeira, aí o estádio vai ser interditado (não se espere complacência) e retornaremos a 2016, tendo que jogar em outras praças.

    Centro de Treinamento… Perfumaria. Frescura. Flamengo foi campeão do mundo treinando na Gávea. Esse papo de tecnologias, penduricalhos é conversa mole pra desviar o assunto e paparicar jogador mimado. De fato, as lesões diminuíram, mas o que adianta se um dos jogadores que ganham mais, o Ederson, tem dois anos que não joga? Que não desempena nunca?

    Não dá para se esquecer do treinador. Estão encantados com esse Zé Ricardo, que nada mais fez do que exercer, de forma bastante competente (reconheça-se), o papel do auxiliar-que-assume-na-crise-fecha-panela-faz-time-correr-pra-ele. Limitado, retranqueiro e paneleiro, encostou os gringos, colocou o Bonde da Stella pra jogar e assim deixou a panela feliz. Jogador feliz corre mais, e jogador que corre dá resultado. Problema é que depois não se sustenta, aliás já vimos isso em 2013-14. Não dá para imaginar que “cinderelas” como Gabriel, Everton e Rafael Vaz vão jogar por muito mais tempo o futebol que não sabem. E nem se mencione Márcio Araújo, caneludo pavoroso que parece desfrutar de imunidade titular com o elenco, a diretoria e o técnico.

    Com a base, não há muito o que se estender. Dos dez que sobem, vão colocar um nos profissionais, no elenco, e vender a preço de banana. O resto vai rechear os elencos das luverdenses da vida. E vamos seguir reclamando que o Flamengo não revela jogador. Assim foi, assim é e assim será.

    Enfim, o cenário é sombrio. Esse Zé Ricardo vai se embolar e na primeira sequência ruim, vai querer mexer na panela. Vai perder o grupo e rodar. A diretoria vai meter os pés pelas mãos, trazer algum “jovem promissor” pro lugar, vai empilhar derrotas, e aí, no final do ano, para se livrar do rebaixamento, contratará algum desses medalhões “salva-vidas”, que ganhará um cacho de jogos e o emprego pro ano que vem. E todos ficaremos satisfeitos e felizes com o décimo lugar e cantando que nunca fomos rebaixados.

    E, quem sabe, esperar o ano mágico. Que é sempre o ano que vem.

     
    Adriano Melo escreve seus Alfarrábios todas as quartas-feiras aqui no Mundo Bola e também no Buteco do Flamengo.
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  • Primeiro dia do ano

    Fala mulambada mais bem vestida do planeta Terra e outros, todos estão bem? Vim aqui soltar o textinho de início de ano, até porque se o ano para o brasileiro comum só inicia depois do carnaval, o nosso se iniciou nesse dia 11/01.

    E essa época do ano é complicada né, a expectativa por contratações é grande, ainda mais em um ano que vamos disputar a maior competição das Américas, o nosso sonho dourado. A questão é que essa expectativa foi alimentada pelos próprios dirigentes, parte daí o famoso “ano mágico”.

    Se teremos o “ano mágico” eu não sei, não tivemos grandes contratações e na reapresentação vimos as mesmas caras de sempre, com exceção de Conca e Trauco. A grande novidade desse ano se deu pelo nosso CT novinho, onde pela primeira vez o elenco rubro-negro poderá fazer uma pré-temporada completa e em alto nível.

    E, para complementar, nós ainda teremos uma Arena novinha, que se tudo der certo, estreará na Libertadores junto com o Mengão. Tá certo que ela ainda ficará aquém do que nós podemos, mas em um ano onde não sabemos qual será o destino do Maracanã, a Arena cairá como uma luva. Esse ano nós temos TUDO para fazer diferente.

    É por isso que a falta de reforços no elenco irrita o torcedor. O ano de 2016 deu uma clara lição de que time se monta no início do ano, e aos poucos as deficiências vão aparecendo para então serem corrigidas no meio do ano. Mas sei lá, a diretoria parece operar no calendário europeu. Não sei se eles esqueceram da última vez que jogamos a Libertadores, com um elenco totalmente abaixo do necessário para sobreviver na competição.

    Fora de campo estamos caminhando muito bem, com um baita novo patrocínio master, arena nova, ST subindo e o clube mostrando sua força perante aqueles que sempre enriqueceram às nossas custas. Mal posso esperar para que isso se traduza em títulos, até porque a paciência que foi pedida no início, e foi prontamente atendida, já esgotou!

    Mas vamos nessa que o ano só começou, temos um ano inteirinho para amar e apoiar o Flamengo novamente. Azar de quem escolheu não passar o ano assim 🙂

    E só mais uma coisa: NÃO ASSINA FLAMENGO!!!

    SRN.

    George Castro é colaborador do Mundo Bola desde os primeiros dias. Já escreveu matérias no Mundo Bola Informação e agora desfila suas opiniões aqui no blog Resenha Rubro-Negra
    Siga-o no Twitter: @George_CRF e @RESENHA_Mundo Bola

     
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  • Tabet festeja 4 milhões de seguidores no Twitter: “Céu é o limite”

    O vice-presidente de Comunicação, Antonio Tabet, falou ao programa Bate-Bola da ESPN Brasil sobre o enorme potencial de exploração da imagem do Flamengo nas redes sociais. Ele celebrou a marca de 4 milhões de seguidores no Twitter, alcançada nesta quinta-feira, e disse que “o céu é o limite. Ele também defendeu o direito de os dirigentes, a começar por ele próprio, exporem sua opinião nas redes. Veja os principais trechos da entrevista:

    Diferença entre as redes sociais

    A comunicação do Flamengo visa sempre estreitar o laço entre o clube e sua torcida, fazendo que esse tipo de conteúdo seja adequado e simpático ao meio que se propõe. O Twitter, que é uma rede social mais bem-humorada, você fala de um jeito mais bem-humorado. O Facebook que busca um engajamento maior, você busca esse engajamento maior. Mas é claro que o Flamengo é esporte, dentro dos esportes o mais popular é o futebol e a gente quer sim um futebol vitorioso. Então a ideia é fazer todo mundo trabalhar junto, o Flamengo como uma força única, e fazer que a comunicação ajude não só na mobilização da torcida, mas também eventualmente passar uma mensagem para os jogadores, receber uma mensagem dos jogadores. Comunicação é isso, é ida e vinda, e pode sim ajudar o clube de um modo geral. As expectativas são as melhores. Como você mesmo disse, no início do ano passado que torcedor do Flamengo imaginaria que o clube iria fazer a campanha que fez no Brasileirão? Agora o time está aí, mais motivado, com mais personalidade, mais reforçado, vem mais reforços por aí. O Flamengo teve um campeonato completamente atípico no ano passado porque viajou bastante, agora tá investindo um dinheiro pesado para adaptação da arena da Ilha, para o Flamengo viajar menos, ficar mais forte, então as expectativas são muito boas, isso também ajuda o trabalho da comunicação porque você tem um público empolgado e com as expectativas lá em cima.

    Crescimento nas redes sociais

    Hoje a gente chegou a marca de 4 milhões de seguidores no Twitter, e sem seguidores fantasmas, o que é muito interessante. Somos o perfil do Instagram mais seguido entre clubes de futebol das Américas, e a tendência é que esses números cresçam conforme o time vá melhorando, o desempenho vá melhorando, as competições fiquem mais importantes. O céu é o limite para o Flamengo. O canal no Youtube da Fla TV, no ritmo de crescimento, ano passado chegou a ficar em terceiro no mundo atrás apenas do Barcelona e do Manchester City, que tava vindo naquela onda do Guardiola. A gente ficou à frente do Real Madrid, do Bayern de Munique e a ideia é que continue crescendo. Isso pode ser capitalizado pelo clube de várias maneiras. A primeira dela, a mais óbvia, é que quando você vai atrás de um patrocinador, esse patrocinador é estampado não só na camisa do clube, mas também nas redes sociais do clube, e esses números ficam cada vez mais expressivos e mais importantes para a área de marketing desses patrocinadores, esses valores aumentam. Segundo, que o clube tem uma ferramenta para se comunicar, não fica dependente da imprensa, de modo geral. Você pode ir a público e falar o que você quiser, do jeito que você quiser, e sem passar por interpretações ou edições que modificam aquilo que você fala. E a terceira é comercial mesmo, no fim das contas você pode num segundo momento vender produtos do clube, e é o caminho que a gente está percorrendo no Flamengo também.

    Liberdade de opinião

    Para mim são duas coisas completamente diferentes. No perfil do clube, no perfil do Flamengo, você tem que lembrar que está falando pela instituição. Você tem uma bandeira, um símbolo, um poder muito maior e quando você fala pelo Flamengo você tem que se dar ao respeito e você precisa, sim, responder quando necessário. O Flamengo brinca nas redes sociais, mas nunca canta vitória. Responde quando precisa ser respondido, com firmeza, com bom humor. Agora, em relação as contas dos dirigentes, eu tenho outra opinião. Já vi muito comentarista falando: o dirigente precisa se dar ao respeito, ele tem isso, tem aquilo. Todos são indivíduos. Eu sou um defensor ferrenho da liberdade dos indivíduos. Cada um tem direito de falar o que quiser. Se posicionar da maneira que quiser. E eventualmente responder por isso quando for o caso. No meu caso, às vezes eu falo uma coisa e interpretam errado. Eu fiz um comentário sobre quando às vezes a pessoa diz que te ama e cobra o dobro por isso, fizeram uma ligação direta a uma negociação com o Felipe Melo, que foi pro Palmeiras, e não tem nada a ver, nada a ver. Eu nunca falei com o Felipe Melo na minha vida, não tenho nem dados suficientes para saber se ele cobrou mais ou menos. Não tem nada a ver, e puxaram pra isso. A mesma coisa em relação ao Paulo Nobre. Hoje em dia tem muito disso. A liberdade acaba sendo cerceada porque a interpretação também prejudica. Mas eu acredito sim que as pessoas têm o direito de falar o que quiserem. Eu como torcedor sempre gostei de dirigentes com uma personalidade mais forte, como o Kalil, no Atlético-MG, agora tem gente que prefere outro tipo. Isso é gosto, e gosto cada um tem o seu.

    Imagem dos jogadores

    Existem entre os jogadores do Flamengo aqueles que são mais populares, alguns que falam melhor, mas a torcida gosta de ídolos mesmo, entao você ter, por exemplo a contratação do Conca, o Diego…. Tem jogadores ali no Flamengo que a gente na comunicação percebe que a torcida gosta muito. É o caso do Mancuello, que nem jogou tanto ano passado, mas a torcida espera muito dele, a gente também espera muito dele a partir desse ano. Mas o grupo do Flamengo é tão bom de trabalhar, e esse trabalho é tão bem conduzido não só pelo presidente, mas pelo Flávio Godinho, Rodrigo Caetano, que o trabalho da comunicação com o futebol tem sido cada vez mais suave e tem funcionado. O grupo é muito bom de trabalhar. Quem acompanha as redes sociais do Flamengo, a Fla TV, os vídeos no Twitter, no Instagram, percebe que os jogadores estão bem, o clima no Flamengo é muito bom e estamos felizes. Tudo que atrapalha ou atrapalharia o Flamengo hoje são coisas de fora, por exemplo, essa coisa do Maracanã, que pra gente é muito chato, eu como cidadão fico muito triste com isso, de ver essas reportagens que tem sobre o descaso do Maracanã, o abandono, e o Flamengo poderia estar aproveitando melhor o Maracanã. Mas tudo que depende do Flamengo hoje em dia acontece, acontece bem, é bem feito e faz com que a gente fique feliz. Muita gente quando me perguntou há pouco mais de um ano o que eu estava fazendo indo pro Flamengo, eu já tinha minha carreira, e eu acreditava nessa diretoria, e agora, depois de um ano, eu só ratifico essa minha posição. Eu acredito no clube, acredito na diretoria, estou muito feliz lá, e se deixar o Flamengo trabalhar, ninguém vai segurar.

    Iniciativa “Paixão Cega”

    É uma ação que incentiva torcedores a se inscreverem e irem ao estádio levando deficientes visuais, como acompanhantes. É o tipo de gratuidade do bem, a gente que sempre reclamou das gratuidades meio mandrakes, meio fajutas nos estádios, que são aprovadas na calada da noite, que o cara apresenta uma carteirinha de qualquer coisa e entra no estádio de graça. Essa é uma gratuidade que vale a pena. Torcedores podem se inscrever e auxiliarem deficientes visuais a irem ao estádio curtir o futebol de uma maneira diferente, muito emocional, muito visceral, e é um trabalho que nos enche de orgulho, porque o Flamengo como clube democrático, clube do povo, não pode abrir mão de nenhum dos seus 40 milhões de torcedores, de quaisquer raças, quaisquer religiões e, nesse caso, com qualquer tipo de característica. Todo torcedor do Flamengo tem uma paixão pelo Flamengo, uma paixão cega, e nesse caso Paixão Cega é o nome do programa que incentiva que torcedores levem deficientes visuais ao estádio.

    Golaço em jogo festivo contra a imprensa

    Eu tenho só uma palavra pra vocês: Puskas. Isso não foi um gol, foi uma pintura, foi uma obra de arte. Esse lançamento que eu recebi foi de um cara que começou a jogar a pouco tempo, um tal de Adílio. Ele me deu esse passe, aí vi o goleiro, e com minha visão periférica, dei um drible curto. O zagueiro veio achando que eu ia ser óbvio, que eu ia dar um chute de esquerda, mas aí eu falei, vou ter que dar esse drible nesse garoto para ele aprender, dei o drible, ele está agora escorregando lá na Gávea. E eu podia ter entrado com bola e tudo, mas eu tive humildade em gol, como diria Jorge Benjor.

     
    O que você pensa sobre isso?


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  • A soma de todos os cheiros

    “Vivemos com os nossos defeitos como com os cheiros que temos: não os sentimos, eles só incomodam os outros.”

    Anne Lambert

     
    Eu tenho que agradecer ao treinador Cuca a compreensão do que se passou comigo na reta final do Campeonato Brasileiro de 2016. Confesso que cheguei a pensar que o problema de me ausentar da contínua e prazerosa escrita sobre o apaixonante tema Flamengo fosse devido exclusivamente ao excesso de trabalho de consultoria de vida que exerço.

    Além de Belo Horizonte, a partir do segundo semestre de 2016 passei a viajar com frequência, o que me trouxe novas situações, como por exemplo, andar pelas ruas de outras cidades, algumas inéditas em meu conhecimento, o que gerou situações inusitadas, pois, quem me vê olhando para o celular dificilmente imaginará que estou seguindo os trajetos gerados pelo Google Maps. Muitos pensarão que estou caçando Pokémon…

    Mas como eu citei o Cuca, cabe esclarecer que ele concedeu uma entrevista – clique aqui para ver – muito interessante após a conquista do Brasileirão com o Palmeiras, quando demonstrou sua preocupação com a importância do Flamengo não ultrapassá-lo, pois temia que com isso a equipe rubro-negra teria uma motivação difícil de ser quebrada.

    Na verdade, o nosso sonho, ou melhor, o cheiro de hepta foi sumindo diante da inobservância ou incapacidade em fazermos o que deveria ser executado. As mesmas forças que poderiam ter nos levado a superação e conquista do campeonato, nos impuseram barreiras intransponíveis. Vamos por partes…

    Parte de nossa Torcida, hoje percebo, se deu por satisfeita com a colocação final do Flamengo. E isso tem certo sentido diante da expectativa inicial do desempenho de nossa equipe. Todos sabemos que, no ano passado, o Flamengo mais uma vez montou o time durante a competição. Quando olhamos a temporada como um todo, 2016 foi um fracasso. Nesse contexto, a vaga da Libertadores consolidou-se como um prêmio.

    Nosso time teve a ausência de maiores protagonistas. E para não dizerem que persigo o pereba do Márcio Araújo (de quem nunca esperei absolutamente nada), eu prefiro criticar duramente um jogador que confesso gostar muito, Alan Patrick. Afinal, como ele detém qualidade técnica, obviamente temos que cobrar mais. Porém, em vários momentos que precisamos dele, o jogador sumiu, assim como Cirino e outros atletas de futebol intermitentes.

    Nosso treinador merece uma abordagem especial. Zé Ricardo inegavelmente teve o mérito de organizar a equipe, de fazer com que o Flamengo tivesse de fato um time em campo. Todavia, ele não percebeu que uma única tática é como um samba de uma nota só, não é possível tocar todas as composições musicais. E isso não ocorreu por falta de experimentação. Em um das melhores partidas em termos táticos, contra um adversário fechado, o Flamengo venceu o Figueirense no Pacaembu com um esquema menos previsível, coincidentemente “sem Márcio Araújo”.

    Os que defendem a permanência de Márcio como titular deveriam apreciar objetivamente o trabalho do Tulio Rodrigues no Vlog do Poeta, que no meu entender encerra qualquer debate em relação ao assunto. Veja o Vlog do Poeta.

    Não existe um único responsável pelos nossos fracassos em 2016, mas claramente Márcio Araújo é um ponto de fragilidade da equipe, com sérios problemas de posicionamento tanto defensiva, quanto ofensivamente. Especificamente no empate contra o Palmeiras em São Paulo, Zé Ricardo não teve a experiência e velocidade de ação necessária para sacar o volante logo após Araújo levar o seu primeiro cartão amarelo.

    E aí na ocasião Bandeira de melo foi reclamar do árbitro? Se fosse botafoguense nós diríamos que isso é o que? Perdemos o campeonato exatamente aonde o Palmeiras ganhou: nos detalhes. O time verde venceu de 1×0 as últimas sete partidas em seu estádio. 21 (vinte e um pontos)! Enquanto isso, na reta final, nós não tivemos o Maracanã como um divisor de águas. Só contra Corinthians e Coritiba perdemos quatro pontos.

    Para finalizar a nossa participação, uma partida melancólica contra o Atlético Paranaense fora de casa. Até hoje eu não compreendi por que nosso treinador não foi mais ousado. Não tínhamos Diego por conta de suspensão? Eu iria de “calça de veludo ou bumbum de fora”. E jamais, e enfatizo o “jamais”, Alan Patrick seria opção em minha escalação. Faltou apetite ao time, o que nos custou a bagatela de mais de três milhões de reais, por termos ficado em terceiro lugar na classificação final da competição.

    Dito isso, conclamo a todos refletirmos sobre a avaliação do feito de nosso elenco no ano de 2016, aos limites de nosso treinador e, principalmente, aos exageros em relação aos elogios incondicionais a gestão Bandeira de Melo, que possui todos os méritos no âmbito administrativo-financeiro, mas que ainda deve muito no campo de resultados do futebol. Ou seja, ainda há um longo percurso a ser cumprido. Nas minhas projeções, nosso ano de conquistas começaria agora em 2017, porém inexistem garantias.

    Vamos a outros cheiros que começaram em 2016 e se adentram ao ano nascente.

    Cheiro de tragédia

    Não há muito que se dizer das perdas humanas, materiais e imateriais decorrentes da queda da aeronave que transportava equipe e outros profissionais que acompanhavam a Chapecoense. Algo terrível que, diante das apurações preliminares, tudo indica que poderia ter sido evitado.

    E diante da dor de familiares, dentre os quais destaco o zagueiro Marcelo, um dos jogadores que vestiram o Manto sagrado, que deixou uma criança de um ano de idade, eu faço questão de enaltecer o trabalho incansável e extremamente difícil de minha colega corretora de seguros Liciane, que desde os primeiros momentos se dedica ao atendimento dos dependentes dos profissionais que perderam suas vidas. Clique aqui para saber mais sobre a Liciane.

    Sei que o trabalho das companhias Porto Seguro e Itaú Seguros foram, até o presente momento, impecáveis. Mas o grande problema está ligado ao seguro da aeronave. Faço votos de que, na impossibilidade de reparar o dano emocional, que as indenizações atenuem esse triste momento de perdas.

    Cheiro de modelo errado de gestão

    Inegavelmente a queda do Internacional para a segunda divisão é uma responsabilidade direta de consecutivos erros da diretoria colorada. Ter quatro treinadores na temporada, sendo um deles a “solução Roth”, já é uma demonstração de como é tênue o resultado de um trabalho, mesmo com um bom elenco a disposição.

    O América Mineiro deveria seguir o exemplo da Chapecoense, que vem, exatamente como destaquei na prévia que escrevi sobre o campeonato, desde que chegou à primeira divisão, uma estratégia esportiva vitoriosa, amparada por uma boa gestão financeira.

    Cheirinho de Conca.

    Há uma enorme preocupação em relação aos aspectos táticos de como que Conca entrará na equipe, se poderá jogar junto com Diego. Isso definitivamente não me preocupa. A Copa de 70 nos deixou um grande ensinamento de que a solução está em reunir atleta que saiba jogar futebol. Aquela Seleção Brasileira, não apenas tinha “as feras do Saldanha”, como um banco de reservas de fazer inveja.

    Minha preocupação está em outro sentido. Mesmo que Conca se recupere da lesão, há que se dar um tempo para que se recondicione para competições que são muito mais duras que o Campeonato Chinês. Então eu IMPLORO para que tenhamos paciência com a questão. Vejo com bons olhos a contratação, principalmente diante de dois exemplos recentes. Rever, cuja lesão gerou a plena convicção do Atlético Mineiro de que ele não voltaria a jogar bola em alto nível, e a do Robinho, que chegou muito abaixo de um condicionamento físico ideal. Ambos tiveram atuações destacadas no Brasileirão 2016.

    Cheirinho da base

    Uma das coisas que mais me incomodava nos últimos tempos eram as críticas aos jogadores oriundos das categorias de base. O maior problema não era os atletas isoladamente, mas sim a defasagem na estrutura de formação fosse ao aspecto material, quanto profissional humano.

    E aproveito para enfatizar que esse trabalho foi retomado anteriormente a gestão Bandeira de melo, que possui todo o mérito em concluir ações que tiveram início desde Jorge Helal, até mesmo continuados na gestão Patrícia Amorim. E falo na Patrícia, para mais uma vez separarmos, a atleta, mulher, mãe, de todos e quaisquer equívocos do período em que esteve na presidência do Clube.

    Quero lembrar que, a FAF – Frente Ampla pelo Flamengo foi constituída por união, e não por ódio aos dirigentes anteriores. Aquele Flamengo vitorioso da década de 80 foi possível devido a mudanças significativas na direção do Clube. E antes, e até mesmo durante o período mágico da era Zico, nós tivemos derrotas pontuais. O que nos tornou fortes foi justamente saber como superar os momentos difíceis. Veja mais sobre a relação entre FAF e Chapa Azul.

    Estamos diante de diversas promessas. Nosso comportamento deve ser o de nos esforçarmos em eliminar a passionalidade que joga um menino do céu para o inferno de um jogo para o outro.  Patrick e Vinícius Junior ainda terão uma longa estrada pela frente, enquanto a fila dos titulares no futebol profissional anda lentamente. Nesse momento há outros meninos promissores não aproveitados, o que nos diferencia momentaneamente do Santos, que não cansa de lançar “meninos da Vila”, e isso me incomoda muito. Por que não fazemos o mesmo na Gávea?

    Cheiro de especulações

    Tenho acompanhado o desespero diante da ansiedade, até natural, pera contratação de reforços. Mas por qual motivo devemos fazer loucuras? Farei um exercício aqui com vocês. Por favor, os números que utilizarei são os divulgados na imprensa e nas redes sociais; caso não sejam precisos peço encarecidamente que não me hostilizem.

    Citando alguns jogadores que vi sendo pedidos por flamenguistas, eu apontarei salários que já foram pedidos ou pagos:

    • Marcelo Moreno – R$500.000,00
    • Montillo – R$400.000,00
    • Marinho – R$800.000,00
    • Robinho – R$1.000.000,00
    • Fernandinho – R$500.000,00
    • Tardeli – R$800.000,00

    Contratar é fácil. Contratar bem é outra história. Desses citados eu sou fã do Robinho e do Tardeli. Só que o Robinho de 2017 é muito diferente do Robinho de 2004. O atual já passou pelo seu auge, embora tenha a meu ver condições de jogar no Brasil ainda por mais uns três anos. Se eu quero ele no Flamengo? Claro! Mas o preço não é só o salário em si, mas também os impactos de uma política de supersalários sem garantias de resultados concretos.

    Tardeli? Pensem friamente, ele foi duramente criticado em boa parte de sua passagem pela Gávea. Saiu a preço de banana para o Atlético, e agora seria um mar de rosas? Ele deve valer os R$800.000,00, mas quero repetir a seguir uma história que já contei algumas vezes.

    Há uns cinco anos encontrei com o Dadá Maravilha aqui em Belo Horizonte. Ele é uma figura muito carismática, adorado por torcedores de diversos clubes, até mesmo pelos cruzeirenses. Ele foi profissional em dezoito clubes, incluindo o Flamengo. Eu perguntei para ele, naquela ocasião, quanto seria o salário dele se ele jogasse atualmente, o que me respondeu prontamente “-R$800.000,00”.

    – E o salário do Pelé, quanto seria? Perguntei.

    “- Para pagar o Pelé teriam que encher o Maracanã de ouro”.

    E é isso. Quantos jogadores como Leandro Damião ficarão sobrevalorizados? O futebol que Leandro Damião apresentou no Flamengo vale quanto de salário? Quanto seria o salário real de Marinho?

    Não posso acusar a diretoria do Flamengo de morosidade nas contratações. Jogadores desejados pelo Rubro-Negro sempre tiveram seus valores majorados. Nossas contratações devem ser pontuais e com as devidas promoções da base. Vejam o caso do Jorge, ele resolveu a lateral esquerda do Flamengo e já representa um patrimônio significativo. Com o Clube forte financeiramente, Jorge só sairá para o exterior mediante proposta robusta.

    Cheirinho de hepta e a Magnética

    Aproveito a oportunidade para mais uma vez questionar algo que virou um chavão, mas do qual discordo veementemente. A Torcida do Flamengo NÃO é patrimônio do Clube. É justamente o contrário. O Flamengo é o patrimônio da Magnética. Seja de seus sócios formalmente tidos como “Patrimoniais”, seja por qualquer Rubro-Negro que se julgue no direito em possuir um pedaço de Flamengo em seu coração.

    Nós já perdemos o antigo Maracanã, onde reiteradas vezes colocamos mais de 100.000 pessoas. Agora, após várias obras milionárias, com seus respectivos escândalos, temos a notícia de que o Estádio Mário Filho está abandonado? Entendo que a gestão do estádio deveria ser pública. Entenda-se pública, não estatal. Transparente e inovadora. Temos que colocar o dedo na ferida! Gratuidades? Só mediante contrapartida. Se existem leis que garantem isso, que se façam aditivos ou revogações. Se possível, quem tiver a gratuidade que pague com serviços voluntários.

    Se alguns políticos, incluindo algum com o qual eu possa simpatizar, se sentem no direito de interferir no preço dos ingressos dos jogos do Flamengo, por exemplo, então que comecem a apontar soluções práticas e objetivas, e não demagogias ou populismo. O Flamengo precisa do Maracanã. O Maracanã não existe sem o Flamengo.

    O Estádio da Ilha do Governador é uma solução para jogos de pequeno porte. Jogar Libertadores lá, assim como grandes clássicos é deixar de arrecadar muito dinheiro.

    E quero deixar registrado que escuto de torcedores de outros times o seguinte. Que eles acreditavam que o Flamengo pudesse superar o Palmeiras no campeonato de 2016, mas que o “Cheirinho de Hepta” atrapalhou. Nós rubro-negros sabemos que não foi isso que nos atrapalhou, muito pelo contrário. Nossa irreverência rompeu com a chatice do “politicamente correto”. Na prática, o Flamengo está colocando em cheque a estrutura arcaica do futebol brasileiro. E isso hoje está formalizado em nossos estatutos e práticas. E isso não é um patrimônio exclusivo de uma diretoria específica, mas sim de todos os flamenguistas.

    Cheiro forte de m….

    É impressionante como as federações estaduais e a Confederação Brasileira de Futebol permanecem na contramão da necessidade dos clubes. Para não gerar um aborrecimento maior, nem falarei da casa dos foragidos da CBF. Mas não consigo entender por qual motivo a FERJ não organiza um campeonato estadual decente. Recordo-me de uma edição em que todo final de semana havia um clássico. Foi um sucesso. Campeonato curto e rentável. Mas não, a Federação parece estar sob o domínio do mal. E todos sabem quem ele é…

    Eu espero que o Flamengo utilize o Carioca para escalar jogadores como Ronaldo, Donati, Mancuello, Adryan (esse infelizmente parece que não ficará), Cuellar e outros. Passou da hora de mantermos um banco de reservas de luxo, sem grandes oportunidades.

    Em 2017 precisaremos muito mais que um time. Mais do que nunca o elenco será decisivo. Com a Libertadores nos moldes propostos atuais, nenhuma equipe brasileira possui tantos jogadores de qualidade assim para responder ao conjunto de desafios estabelecidos por todas as competições da temporada.

    Com essa percepção, Jorge e Trauco não concorrem entre si necessariamente. Eles podem ser úteis juntos ou separados. Primeiro que o peruano joga em mais de uma posição habitualmente, segundo que haverá situações em que perderemos os dois para eventuais convocações de jogos com suas seleções. E aí mais uma vez entra o total descompromisso das entidades para com os clubes. Os campeonatos deveriam PARAR nas datas FIFA. Falo mais nada…

    Cordiais Saudações Rubro-Negras!

    Ricardo Martins é corretor de seguros de vida, carioca radicado em Belo Horizonte.
    Siga-o no Twitter: @Rick_Martins_BH

     
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  • Se Carabao vender 70 milhões de latas, Fla lucrará R$ 10 mi a mais por ano

    Um áudio do CEO Fred Luz que está circulando pelo Whatsapp mostra que o Flamengo pode arrecadar até R$ 10 milhões a mais por ano com o patrocínio da Carabao caso a empresa tailandesa de energético consiga atingir a marca de 70 milhões de latinhas vendidas. Uma conta simples permitiria supor que o Flamengo receberá R$ 0,14 por lata vendida, mas o vice de Marketing Daniel Orlean afirmou que o Flamengo só passaria a receber o bônus por lata vendida “a partir de um certo patamar”, então o valor por lata vendida acima desse limiar deve ser superior.

    – Esse contrato em 2018 vai valer pro Flamengo R$ 35 milhões. É o maior contrato de patrocínio de peito de camisa da história do futebol brasileiro. Mas, se em 2018 nós vendermos 70 milhões de latinhas, o Flamengo ao invés de ganhar 35 milhões, vai ganhar 45 milhões. E quanto mais latinhas forem vendidas, mais o Flamengo vai ganhar. Então nós vamos pela primeira vez ter um engajamento completo entre o Flamengo e uma marca que tá lançando um produto que se deseja distribuição ampla e maciça – diz Fred Luz no áudio.

    O CEO também indica qual será a estratégia de marketing buscada pela empresa junto com o Flamengo – estimular o consumo de Carabao durante o dia e vinculado à prática esportiva.

    – O negócio de energético é um negócio que tá crescendo muito. Porque tem um conceito errado em relação a energético. O energético foi lançado no Brasil de uma forma equivocada, como um produto da “night”. Na verdade, o energético é um produto do dia. Nos EUA, o energético já tá sendo amplamente consumido como substituto ao próprio café. Setenta e três por cento dos atletas olímpicos americanos consomem energético.

    O contrato com a Carabao foi aprovado na última segunda-feira pelo Code. A empresa pagará um mínimo de R$ 190 milhões para patrocinar o clube por seis anos, mas o gatilho de consumo de latinhas pode tornar esse valor muito superior. Caso a marca se torne líder de mercado na vigência do contrato, o Flamengo ganha um bônus de R$ 80 milhões.

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  • Recomendado por técnico do Peru, Trauco é apresentado

    Primeiro reforço anunciado pelo Flamengo para a temporada 2017, o lateral-esquerdo peruano Miguel Trauco foi apresentado oficialmente pela diretoria rubro-negra hoje na sala de imprensa jornalista Victorino Chermont, no Ninho do Urubu. O clube realizou uma ação com sócios-torcedores, que puderam conhecer o Ninho e assistir à coletiva.

    Trauco esteve ontem na reapresentação do elenco na nova estrutura do futebol profissional no CT George Helal, onde conheceu seus novos companheiros de equipe e passou por exames médicos. O contrato do jogador de 24 anos com o Flamengo terá validade por três temporadas.

    – Sei do tamanho deste clube, é muito grande, por isso que eu decidi vir para cá. Porque é uma vitrine muito grande que eu pretendo aproveitar. No Peru sabemos que o Flamengo não é grande só no Brasil, é um grande da América do Sul – disse o jogador – É a primeira vez que jogo fora do meu país, é um desafio. A adaptaçao creio que vai ser rápida, porque tem vários sul-americanos aqui, e me entendo muito bem com o Paolo (Guerrero), e o idioma é parecido

    Presente à coletiva, o diretor de Futebol, Rodrigo Caetano, explicou como o clube chegou à contratação de Trauco:

    – Quando você busca um jogador para um determinado posto, você busca características e também a questão negocial. Ele teve propostas, inclusive do América do México, clubes com um potencial financeiro nesse momento maior do que o nosso. E desde que ele foi consultado a primeira vez ele disse que ia esperar a posição do Flamengo, porque o interesse dele era jogar no Flamengo. O Zé Ricardo falou duas vezes com o Gareca (técnico da seleção peruana), e o Gareca avalizou na hora. O Gareca passou no Palmeiras, tem uma noção de como é o futebol brasileiro. E aqui pro Paolo da mesma forma. Foi um conjunto, questão técnica, questão comportamental, questão negocial que fez que a gente entendesse que valia a pena trazer ele pra cá – afirmou Caetano.

    A Fla TV publicou onterm um vídeo com os primeiros treinamentos de Trauco Na coletiva, ele elogiou o Ninho do Urubu.


    -O CT é muito bom, dá uma tranquilidade ao jogador e isso facilita para que só pensemos em jogar – disse Trauco.

    Miguel Trauco foi o grande destaque do Universitario de Lima, terceiro colocado na Liga Peruana na última temporada e, inclusive, recebeu da federação de seu país e do jornal uruguaio “El País”, o prêmio de melhor jogador do Peru, fato extremamente raro para um lateral-esquerdo.

    Com um bom poder de marcação, Trauco encerrou a temporada jogando como volante. A volatilidade do atleta pode ajudá-lo a se adaptar rapidamente e conseguir uma vaga no time titular sem precisar barrar Jorge, melhor lateral-esquerdo do último Campeonato Brasileiro.

    Miguel Angel Trauco Saavedra é natural de Tarapoto e iniciou a carreira profissional em 2011 no Unión Comercio, antes já havia passado pelo Unión Tarapoto, clube de sua cidade natal. Em 2014 o lateral-esquerdo foi convocado pela seleção ou peruana pela primeira vez e já soma 12 partidas defendendo o seu país.

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  • Com Vinicius Jr. de “garçom”, Fla goleia e avança na Copinha

    Grande destaque e artilheiro do Flamengo na atual edição da Copinha, o atacante Vinícius Júnior, de 16 anos, foi decisivo mais uma vez, desta vez como garçom, e comandou a goleada de 6×0 do Flamengo contra o Nacional-SP, que classificou o time à terceira fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior.

    Vinicius, que havia começado como titular pela primeira vez na última partida num jogo em que o técnico Gilmar Popoca resolveu poupar alguns jogadores, desta vez ganhou a vaga no time titular. Popoca mudou o esquema das primeiras partidas e saiu jogando com três volantes – Hugo Moura foi a novidade no time titular. Com isso, Gabriel Silva e Lucas Silva perderam as vagas no time titular.

    Na terceira fase, o Flamengo volta a enfrentar o São Caetano, adversário na única partida em que o rubro-negro não venceu até aqui na competição – empatou em 1×1 na última rodada da primeira fase. O time paulista eliminou o Goiás.

    O JOGO

    Antes do jogo começar, o técnico Gilmar Popoca disse que seria preciso paciência para furar a retranca do Nacional. Dentro de campo, porém, a história foi outra: o Flamengo precisou de apenas três minutos para abrir o placar, em uma cabeçada do lateral-direito Kléber – o segundo gol de cabeça do baixinho na competição.

    A partir daí, começou o show de assistências de Vinícius Júnior. A primeira veio após uma jogada fenomenal na linha de fundo em que parecia que o campo tinha acabado. Vinicius driblou dois na linha de fundo e rolou para Moraes, num belo chute, fazer o segundo.

    – Aquele gol ali foi um “doce” pra mim, né? Mas graças a Deus eu consegui uma boa finalização e fazer o gol – disse Moraes ao fim do jogo.

    No terceiro gol, Vinicius encontrou Patrick, que não vinha bem no jogo, e o camisa 10, um dos remanescentes do time campeão do ano passado, marcou seu segundo gol na competição, o primeiro com a bola rolando. O gol recolocou Patrick no jogo, e ele fez um belo lançamento para Vinicius, que ganhou na corrida e rolou para Lincoln marcar o seu primeiro gol na competição. O jogador, que a exemplo de Vinicius tem 16 anos, costuma ser artilheiro nas competições que disputa mas não vinha conseguindo balançar as redes na Copinha.

    A bela atuação de Vinicius chamou atenção até fora do Brasil, como mostra esse tweet de um jornalista espanhol.

    Durante a transmissão na ESPN Brasil, o jornalista Mauro Cezar Pereira disse que o Barcelona já demonstrou interesse pelo jogador, cuja multa rescisória está na casa de 30 milhões de euros.

    No retorno para o segundo tempo, o time, com a perspectiva de voltar a campo na sexta-feira, parecia mais focado em se poupar e não forçava tanto as jogadas. Então o técnico rubro-negro, após mexer no intervalo, tirando Théo e colocando Vinicius Souza, entrou em ação mais uma vez e fez, aos quinze minutos, duas mexidas de uma vez. Colocou João Pedro e Lucas Silva nos lugares de Jean Lucas e Patrick, fazendo com que o time passasse a tentar mais jogadas no ataque.

    E foram eles os autores dos dois últimos gols do Flamengo no jogo, após o Nacional ficar com um jogador a menos. João Pedro, de cabeça, marcou o quinto. Lucas Silva, artilheiro do sub-20 em 2016, enfim desencantou na Copinha e fez o sexto.

     
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  • Documentos demonstram prejuízo milionário que Ferj causa ao Flamengo

    Documentos anexos ao processo movido pela Sportplus contra a Ferj para rever o valor pago pelo direito de explorar as placas publicitárias do Campeonato Carioca – por conta da dificuldade de negociar os espaços após o Flamengo obter liminar lhe dando o direito de vender sua própria publicidade – revelam o tamanho do prejuízo causado pela ação da federação, contrária à Lei Pelé, de negociar sozinha as placas à revelia dos clubes.

    (Leia aqui: Ação expõe interesse nulo de anunciantes em Carioca sem Flamengo)

    Um contrato para o Campeonato Carioca de 2016 entre a Sportplus e o supermercado Guanabara, anexado ao processo, permite estimar o valor que o Flamengo poderia arrecadar caso pudesse exercer seu direito legal de negociar suas próprias placas. O Guanabara pagou R$ 1,5 milhão para explorar 2 dos 25 espaços publicitários disponíveis, além do painel central de LED no qual as marcas são expostas de maneira rotativa. Uma regra de três simples permite estimar que a Sportplus e a Klefer – a quem a empresa cedeu 50% dos direitos de venda de placas em 2016 – arrecadaram R$ 18,75 milhões com a venda de placas no ano passado.

    Como o Mundo Bola mostrou na reportagem de ontem, o Flamengo é o grande chamariz para anunciantes no Campeonato Carioca. A Sportplus alega que a impossibilidade de expor suas marcas nos jogos do clube, devido à vigência da liminar, fez que nenhuma empresa se interessasse por comprar as placas publicitárias para o campeonato deste ano. O processo inclui a cópia de uma correspondência eletrônica com a empresa Papelex afirmando não ter interesse em anunciar se não puder ter a marca exposta nos jogos do clube. A Sportplus também anexou ao processo acordo com a Subway, feito no final de 2015, que invalidava o contrato para a exposição da marca caso Flamengo e Fluminense se retirassem do Campeonato de 2016, como ameaçavam fazer na época.

    Esses dados permitem supor que o Flamengo poderia conseguir sozinho um valor próximo aos prováveis R$ 18,75 milhões obtidos pela Sportplus e pela Klefer em 2016. Para se ter uma ideia, a Globo pagava R$ 9 milhões até o ano passado e ofereceu R$ 15 milhões anuais até 2024. Isso ajuda a explicar porque o direito de explorar as próprias placas é uma exigência-chave do Flamengo para renovar o contrato com a TV. Apesar disso e da liminar judicial a favor do clube, a Ferj manteve no regulamento de 2017 a exclusividade sobre o direito de explorar as placas.

    Os contratos com a Sportplus anexos ao processo ajudam a explicar essa insistência da federação. No contrato assinado em 2017, e com cláusula não modificada desde então, a Ferj diz que se reserva ao direito de ficar com 10% do valor pago pela empresa para explorar as placas e repartir os 90% restantes entre os seus filiados de acordo com seus próprios critérios.

    Se em 2008 esses 10% representaram somente R$ 275 mil, em 2017 o valor chegaria a R$ 900 mil limpos para os cofres da entidade. Descontando o valor ainda não pago deste ano, a federação recebeu R$ 4,65 milhões e pôde distribuir a seu bel-prazer outros R$ 41,85 milhões aos filiados em nove anos de contrato. A ação do Flamengo na Justiça e a recusa do clube assinar com a Globo, por enquanto, encerraram a possibilidade de lucro fácil para a entidade às custas do clube.

     
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  • Flamengo deixa destino de Fernandinho nas mãos do Grêmio

    O diretor-executivo de Futebol, Rodrigo Caetano, deixou claro que o Flamengo gostaria de renovar o empréstimo de Fernandinho, mas afirmou que a decisão sobre o destino do jogador caberá ao Grêmio. Como o contrato de empréstimo se encerrou no fim de dezembro, Fernandinho não esteve presente na reapresentação do elenco nesta quarta-feira. Mas a informação que chega do Sul é que ele também não deve se reapresentar junto com os jogadores do Grêmio amanhã.

    – O Fernandinho deu resultado esportivo para o Flamengo, todas as vezes que foi acionado superou as expectativas do próprio Zé (Ricardo). É um jogador muito querido pelo elenco. Agora, ele pertence ao Grêmio. Qualquer outra coisa que eu vier falar aqui não tem validade. O Grêmio vai definir junto com o atleta, e o Flamengo observa. Da mesma forma que não está descartado, eu não estou aqui para confirmar que tenhamos uma negociação em curso. Vamos esperar o tempo – afirmou o dirigente.

    Além de Fernandinho, o Flamengo perdeu Emerson Sheik como opção para o ataque nessas férias, já que o contrato do jogador não foi renovado. Na reapresentação, outra opção para a posição, Thiago Santos, apareceu com o ligamento cruzado do joelho rompido e terá de ser operado. Marcelo Cirino interessa ao Internacional e pode sair se o Flamengo conseguir se desfazer ou diminuir a dívida que tem com a Doyen pela contratação. Com isso, a permanência de Fernandinho é considerada importante pelo técnico Zé Ricardo.

    Contratado na metade do ano, Fernandinho marcou três gols e deu três assistências no Campeonato Brasileiro. Ele fez ainda o gol que classificou o Flamengo às oitavas de final da Copa Sul-Americana.

     
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  • Bandeira: Por enquanto, Carioca “só no radinho”

    O presidente Eduardo Bandeira de Mello confirmou que, a 18 dias do início do Campeonato Carioca, o Flamengo ainda não chegou a um acordo para ter seus jogos televisionados. O Flamengo faz uma série de exigências para assinar com a Globo, que diminuam o poder e aumentem a transparência da Ferj. Ontem, dirigentes de clubes pequenos acusaram o Flamengo de egoísmo ao não assinar o contrato, o que acabou reduzindo as cotas dos outros integrantes.

    – Não é o ideal, é claro que o Flamengo espera que todas essas negociações sejam concluídas da melhor maneira possível. Mas é nossa obrigaç ao defender os interesses do Flamengo, dos seus sócios e seus torcedores. Se não houver acordo, vocês vão ter que fazer como eu fazia antigamente, e ouvir pelo radinho de pilha.
    Vamos torcer para que a gente consiga chegar num acordo em condições que sejam boas para os dois lados – disse Bandeira na coletiva após o primeiro dia de treinamentos do elenco profissional no ano, no Ninho do Urubu.

    Bandeira confirmou que a estreia no Carioca deve acontecer em Natal:

    – No inicio da temporada nem o Maracanã nem a Ilha estarão prontos. A gente espera que a Ilha esteja concluída na segunda quinzena de fevereiro, e o Maracanã só Deus sabe. Tudo indica que a estreia do Flamengo no Carioca contra o Boavista será em Natal, e tudo indica que a estreia do Flamengo na Primeira Liga será efetivamente em Brasilia, mas estamos trabalhando para confirmar isso.

     
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