Autor: diogo.almeida1979

  • No Rio para amistoso, Berrío se aproxima do Fla

    O atacante Orlando Berrío, do Atlético Nacional, não foi convocado na lista inicial, mas após um corte, está na delegação colombiana que veio ao Brasil para o amistoso contra o Brasil, na próxima quarta-feira, cuja arrecadação será revertida para os familiares das vítimas do acidente com o avião da Chapecoense. Mas não é só geograficamente que o campeão da última Libertadores está mais próximo do Flamengo: a imprensa colombiana garante que a chegada de Berrío ao Ninho do Urubu é questão de dias.

    O portal HSB Noticias disse que a saída de Berrío para o Flamengo está “quase confirmada”. Segundo o jornal, Berrío se reuniu ontem com dirigentes do Atlético Nacional para finalizar os detalhes de sua saída, “e todos os caminhos apontam a um novo adeus de Berrío ao Atlético Nacional”.

    O As Colombia, por sua vez, disse que a presença de Berrío no Rio “pode servir para que os dirigentes rubro-negros se reúnam com ele para acelar a negociação”. O jornal diz que desde a sexta-feira o empresário de Berrío vem mantendo reuniões com a diretoria do Nacional para convencê-los a aceitar a segunda proposta do Flamengo depois que a primeira, feita na semana passada, foi recusada.

    Companheiro de Berrío na seleção e jogador do Flamengo, o volante Gustavo Cuéllar disse à Fox Sports que, no que depender da vontade do atacante, o Ninho do Urubu será seu destino na temporada.

    – Berrío falou que tem muita vontade de vir para o Flamengo. Falei para ele que é um grande clube, que cresce cada vez mais. Mas ele falou que está complicado, pois está num grande clube da Colômbia também. Mas está com vontade de vir para o Flamengo.

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  • Sávio e Vizeu marcam em vitória do Brasil contra o Paraguai

    Após três rodadas, o Brasil marcou quatro gols no Sul-Americano sub-20. Todos tiveram participação de jogadores do Flamengo. Felipe Vizeu, artilheiro da seleção na competição, marcou duas vezes e deu uma assistência; Matheus Sávio fez o outro.

    Sávio, que não havia tido chance de atuar na competição disputada no Equador, desta vez começou jogando na vaga de outro rubro-negro: Lucas Paquetá, que sofreu uma dura entrada no jogo anterior, menos de 48 horas antes, e até por isso foi preservado pelo técnico Rogério Micale. E coube a ele abrir o placar, cobrando falta e contando com desvio na barreira, no fim do primeiro tempo.

    Na segunda etapa, o Brasil ampliou com o primeiro gol não marcado por um Garoto do Ninho na competição. Vizeu, porém, teve participação no lance: após chutão da defesa, ele ganhou a disputa de cabeça e ajeitou para Richarlison, do Fluminense, ampliar.

    O terceiro gol foi marcado pelo próprio Vizeu. Matheus Sávio iniciou a jogada, Leo Jabá disputou com o goleiro e a bola sobrou limpa para Vizeu, sozinho, empurrar para as redes.

    Após o gol, Vizeu foi substituído pelo palmeirense Artur. O Brasil passou a desperdiçar oportunidades de ampliar e mesmo jogando com um a menos, o Paraguai ainda diminuiu a desvantagem, com dois gols de Medina, um cobrando pênalti e o segundo encobrindo o goleiro Caíque. Final: Brasil 3×2 Paraguai.

    O Brasil chegou aos 7 pontos em 3 jogos e enfrenta na terça-feira a Colômbia em sua última partida da primeira fase, e pode entrar em campo já classificado para o hexagonal final, desde que o Equador vença o Chile.

    Veja os melhores momentos da partida:


     
     


  • O xadrez do contrato de TV do Carioca

    Relação com os patrocinadores, com a própria TV, o projeto da Primeira Liga, e principalmente dinheiro. O Mundo Bola tenta explicar o intrincado xadrez para entender por que, apesar das declarações de que só firmaria um contrato de televisionamento do Carioca caso todas as suas exigências fossem atendidas, não assinar nenhum acordo com a Globo simplesmente nunca foi uma opção factível para o Flamengo.

    Histórico

    A briga pelos direitos de TV tinha dois eixos principais: a busca pela valorização dos direitos do Campeonato Carioca, que apesar de ser transmitido em mais Estados e internacionalmente, rendia cotas bem inferiores às recebidas pelos grandes no Campeonato Paulista; e o direito de os clubes receberem o dinheiro diretamente da Globo, sem que ele passasse pela Ferj.

    Essa segunda exigência talvez fosse ainda mais importante do que a primeira, já que nos últimos anos a Ferj usou seu controle sobre os direitos de TV do contrato anterior com a Globo ao seu bel-prazer, sob argumento de que os clubes haviam decidido em arbitrais pelas mudanças — quando na realidade federação, pequenos, Botafogo e Vasco agiam de maneira mancomunada para subtrair dinheiro que contratualmente pertenceria ao Flamengo e ao Fluminense, e até ao Vasco, quando esse ainda era adversário político da federação, na gestão Roberto Dinamite.

    Foi o caso do campeonato de 2014, quando a Ferj retirou 10% da cota que seria dos grandes por direito automático e usou esse dinheiro para aumentar a premiação do campeonato — o Flamengo precisou ser campeão carioca para reaver um dinheiro que já seria seu contratualmente.

    Às vésperas do início do último Estadual outra ingerência da Ferj abalou ainda mais o já desgastado relacionamento entre a entidade e o Flamengo. A Ferj, em conjunto com Vasco, Botafogo e demais clubes pequenos, decidiu que a segunda parcela dos vencimentos da Globo referentes ao televisionamento não seria depositada nas contas de Flamengo e Fluminense. Cerca de 11 milhões de reais foram redistribuídos para todos os filiados. O motivo alegado foi, de novo, a participação da dupla na Copa da Primeira Liga. O prejuízo do Flamengo foi de mais de 6 milhões de reais já provisionados no orçamento anual. Um golpe duro desferido pela entidade em conluio com Botafogo e Vasco, afora os pequenos clubes, os mesmos que agora se sentem traídos pelo Flamengo, que se nega a participar do contrato coletivo de transmissão com a Ferj de procuradora legal de todos os clubes.

    Assim como em 2016, o Regulamento Geral de Competições da Ferj para 2017 mantém a multa equivalente ao valor integral da cota de televisão para times que disputarem outras competições — leia-se Primeira Liga — sem o aval da entidade. Como o Flamengo não tinha firmada ainda sua assinado no acordo da Ferj com a Globo, Rubens Lopes adicionou um outro dispositivo no RGC, estabelecendo cinco milhões de reais de multa para clubes sem direito à cota de televisão. A multa continua sendo um instrumento de chantagem da federação caso o Flamengo atravesse seus interesses.

    Não há dúvidas que o Flamengo, sob esse ponto de vista da análise, ao assinar o contrato diretamente com a Globo, elimina estas manobras recentes se repitam no futuro, concedendo desejada tranquilidade orçamentária.

    A Globo colocou sobre a mesa de negociação dois contratos de transmissão do Carioca. Em ambos o acordo é válido por 8 anos e a única e gigantesca diferença reza entre os valores: com o Flamengo, 120 milhões anuais; sem o Flamengo, 90 milhões. A Ferj reparte esse dinheiro assim: R$ 15 milhões para cada um dos quatro grandes, R$ 12 milhões para si própria e R$ 48 milhões para o restante dos clubes participantes e também para as premiações. No segundo contrato, os R$ 15 milhões do Flamengo sumiriam e a perda dos demais R$ 15 milhões seria socializada. Mas o que fez a Ferj para manter o apoio irrestrito de Vasco e Botafogo e atrair o Fluminense, sob nova direção, para o seu lado? Informou aos pequenos que somente suas cotas sofreriam diminuição, caso fosse assinado o segundo contrato, de 90 milhões. Parece que a corda vai roer para o lado mais fraco como sempre — a ironia é que o lado mais fraco nesse caso sempre fecha com a federação.

    Placas

    Apesar de o Mundo Bola não ter conseguido ainda apurar com 100% de segurança o valor oferecido pela Globo ao Flamengo, uma coisa é certa: ele não chega a esses R$ 30 milhões de diferença entre o contrato que a Globo oferecia pelo torneio com e sem a presença do clube. No momento que noticiamos a assinatura do contrato com a Globo, na última quinta-feira, apuramos que o valor era acima dos 15 milhões. Existem especulações que o valor de aumento é irrisório e até mesmo boatos de que o valor não aumentou em nada. Outras fontes nos disseram que a Globo estaria disposta a financiar uma parcela da obra no estádio que está sendo erguido na Portuguesa da Ilha, porém nada que possa causar grande otimismo entre os conselheiros da Gávea que terão que votar para aprovar – ou reprovar – o contrato na próxima quinta-feira.

    Aí é que entra na equação uma questão-chave que ficou fora do contrato: a das placas de publicidade. Embora a Globo não tenha dado ao Flamengo a garantia de que poderá explorá-las, por já ter cedido esse mesmo direito à Ferj em um contrato já assinado, e por entender que não se pode envolver numa disputa judicial, o Flamengo calcula ter boas perspectivas de manter o direito obtido em liminar de negociar as suas próprias placas, posto que a Lei Pelé é bem clara ao dar aos clubes essa possibilidade. Como o Mundo Bola tentou quantificar em uma série de reportagens sobre a disputa judicial entre a Ferj e a Sportplus, empresa contratada para negociar com os anunciantes o espaço publicitário, há um potencial milionário por trás desse direito. Só que sem o campeonato na TV ele não valeria nada, já que as placas são voltadas majoritariamente para o público que assiste ao jogo em casa, muito superior em quantidade do que aquele que vai aos estádios.

    Não soa irreal que o marketing já tenha engatilhado contratos de publicidade para as placas e planos para a Arena da Ilha. Como levar isso à cabo sem TV? É hora de falar especialmente dos patrocinadores aqui.

    Patrocinadores

    Na virada do ano, o Flamengo estendeu alguns patrocínios e fechou alguns outros. Ainda negocia a joia da coroa, que é o patrocínio master com a Caixa. Quando os patrocinadores fecham acordos com o Flamengo, o fazem para ter sua marca exposta o ano todo, principalmente na maior janela de exposição do nosso país: a TV Globo. Em 2016, o Flamengo teve sete dos seus jogos no Carioca transmitidos pela Globo. Foram os únicos jogos do clube com transmissão por TV aberta até o início do Campeonato Brasileiro. Esses sete jogos tiveram, juntos, uma audiência de quase 8 milhões de domicílios apenas no Rio de Janeiro — e muito mais do que isso no resto do país e fora dele. Isso além da repercussão em programas jornalísticos da TV Globo, alguns de audiência até maior.

    Quando a Carabao decide entrar pesado no mercado brasileiro e escolhe a camisa do Flamengo como veículo para essa entrada, ela espera aparecer com destaque no principal veículo de mídia brasileira. Quando a MRV e a Yes acertam seus contratos, têm o mesmo pensamento. Em escala menor, até a Uber conta com a exposição do técnico Zé Ricardo dando coletiva depois do jogo e sua marca aparecendo no microfone na Globo nas reportagens sobre jogos do Carioca — até porque a Libertadores impede esse tipo de exposição de marca. E a Orthopride quer ter sua marca exibida nas camisas de treino nas reportagens do Globo Esporte ou do RJ TV.

    Mesmo sem ter informações de bastidores, é razoável supor que quando a equipe de marketing do Flamengo se sentou para fechar esses patrocínios, ouviu dos anunciantes dúvidas parecidas com as que a Sportplus recebeu dos potenciais interessados nas placas de publicidade: mas o Flamengo vai estar na TV no Carioca? E é razoável também supor que tenham dado algum tipo de garantia: sim, fiquem tranquilos, vamos chegar a um acordo, o Flamengo não estará fora da TV. Contratos assinados e aprovados no Conselho Deliberativo, é de se esperar que esses patrocinadores tenham cobrado uma rápida definição da questão do Carioca.

    Mas a questão não se esgota aí.

    Primeira Liga

    A passos de formiga, o Flamengo vem tentando nos últimos anos criar uma Liga independente de federações e confederações no Brasil. É uma batalha árdua , mas se algo poderia consolidar a Primeira Liga, seria um contrato de longo prazo com a TV. Esse contrato foi assinado na semana passada, com a perspectiva inclusive de que a final, desde que disputada por pelo menos um clube grande, seja transmitida em TV aberta — um grau de exposição muito superior ao que a Primeira Liga teve agora. Com o ex-vice de Marketing rubro-negro José Sabino como figura de proa da Primeira Liga que acertou o contrato com a Globo, é razoável supor que tenha havido algum tipo de relação com a assinatura do Flamengo no contrato do Carioca — e além da proximidade dos dois acordos, que inclusive serão votados pelo CoDe na mesma sessão, outro bom indício é a duração igual: três anos, sendo que a proposta original da Globo de contrato para o Carioca era de oito anos.

    Sem a competição ser incluída no calendário oficial da CBF, e com a extensão da Libertadores para o ano inteiro, não fechar o contrato com a Globo seria neste momento praticamente uma pá de cal na Primeira Liga e nos esforços do Flamengo para criar essa estrutura independente das federações, ainda mais num momento em que os outros grandes da competição (Atlético-MG, Cruzeiro, Inter, Grêmio e o próprio Fluminense) fecharam contratos para televisionamento do Estadual que aumentam em muito seus ganhos anteriores e dão uma sobrevida a esses torneios. Nesse sentido, aceitar assinar o contrato do Carioca mesmo sem ter todas as suas demandas atingidas pode ser o famoso “passo atrás” que precede “dois passos à frente” na consolidação da liga.

    Ainda não acabou.

    Pay per view

    No novo contrato de televisionamento do Brasileiro, que entra em vigor em 2019, a metodologia de cálculo do número de assinantes por clube no pay-per-view pode mudar para ser definida pelo cadastro voluntário preenchido pelos assinantes. Mas por enquanto, e esse ano ainda, o método usado para averiguar a porcentagem de torcedores de cada clube entre os assinantes são duas pesquisas anuais feitas pelo Ibope, uma no primeiro e outra no segundo semestre.

    A ausência do Flamengo no Campeonato Carioca poderia significar uma saída em massa dos seus torcedores da base de assinantes do pay-per-view, e esse movimento poderia coincidir com a pesquisa, significando uma perda milionária para o Flamengo — além do risco potencial de pela primeira vez não aparecer como líder desse ranking, o que afetaria a imagem do clube. Em 2016, o Flamengo já perdeu dinheiro depois que a Globo eliminou algumas cidades de ampla maioria rubro-negra da sua base de pesquisa, e a debandadada de torcedores do clube poderia distorcer ainda mais a pesquisa de maneira negativa.

    Apesar de as finanças do Flamengo estarem em gradual e constante melhora e de novas fontes de receita virem surgindo, o clube simplesmente ainda não pode se dar ao luxo de abrir mão de R$ 15 milhões anuais — ou potencialmente até o dobro disso, se incluirmos na conta as luvas divididas pela duração do contrato, a possibilidade de explorar as placas e os efeitos na cota de pay per view. Uma demonstração disso é o fato de o Flamengo nesse momento simplesmente não ter dinheiro em caixa para reforçar o ataque carente e ter que recorrer a empréstimos para pagar a montagem do estádio na Ilha.

    Uma frase do filósofo americano Kin Hubbard se aplica muito a esta situação: “Quando alguém lhe disser «Não é uma questão de dinheiro, mas de princípios», pode ter certeza: trata-se de uma questão de dinheiro.”

    Vitória parcial

    Num mundo ideal, o Flamengo poderia manter sua posição firme até o final, o clube chegaria à final do Carioca e o campeonato não seria transmitido na Globo, valorizando tremendamente o nosso passe. Ou então, escalaria um time alternativo, boicotaria abertamente o campeonato, e iria gradualmente asfixiando o Carioca, até que ele morresse por inanição e o Flamengo não precisasse mais enfrentar clubes semiamadores em plena segunda década do século XXI. Não estamos num mundo ideal, e diante de uma guerra impossível de ser vencida sozinho, é preciso ao menos sair vencedor da batalha.

    Quando decidiu comprar a briga contra a Ferj e conseguir um contrato melhor para o Campeonato Carioca, o Flamengo contava com um aliado de peso — o Fluminense. Quando o tricolor deu para trás e firmou o contrato, o Flamengo se viu isolado. Com uma posição de força, por ser o trem pagador do futebol carioca, mas isolado. E uma só andorinha não faz verão — por mais que essa andorinha tenha o peso de um urubu-rei.

    Se terá que seguir batalhando na Justiça por algumas demandas que fazia para assinar, e outras nem assim serão atendidas — notadamente a exigência para que a Ferj diminuísse a taxa que cobra da renda dos jogos de 10% para 5% — é preciso saudar a grande vitória de ter conseguido um contrato independente da Ferj, o que permite ao Flamengo trabalhar com a previsibilidade de que terá a quantia X de dinheiro por conta do vínculo com a TV nos próximos três anos. Resta saber agora se essas ponderações e esse pragmatismo serão suficientes para convencer os conselheiros a aprovar o contrato. A resposta deve começar a surgir amanhã, quando o acordo estará disponível para consulta dos conselheiros na secretaria e seu teor deve acabar sendo conhecido pelo grande público. Como dizia uma antiga dirigente que voltou ao noticiário nos últimos dias em um outro contexto, “a semana promete”.

    (Diogo Almeida e Rodrigo Rötzsch)

     
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  • Zé Ricardo muda esquema, mas Fla perde para o Vila Nova

    Em seu primeiro desafio da temporada, o Flamengo foi superado pelo Vila Nova (GO) pelo placar de 2 a 1, na noite deste sábado, no estádio Serra Dourada. Em caráter amistoso, a partida foi a oportunidade que o técnico Zé Ricardo teve para observar os jogadores que estão desde o dia 11 de janeiro em pré-temporada.

    A próxima partida do Flamengo, agora oficial, será no sábado (28), diante do Boavista pelo Campeonato Carioca. O jogo acontecerá na Arena das Dunas, em Natal (RN). Antes, o Mais Querido enfrenta o Serra Macaense na quarta (25), em jogo-treino no Ninho do Urubu. O treinador Zé Ricardo confirmou que o volante Rômulo deve participar da atividade.

    O JOGO

    Zé Ricardo mandou a campo um time bastante conhecido da torcida.  A única novidade foi Mancuello no lugar de Gabriel, que começou a partida no banco de reservas. Segundo o próprio treinador, o objetivo da entrada no argentino era ajudar o Diego na criação das jogadas no meio-campo.

    Com isso, o Fla jogou no esquema 4-4-2, numa evidente preparação para o time receber Conca, que ainda se recupera de uma cirurgia no joelho e não tem previsão para estrear. Mas em certos momentos da partida, Mancuello jogou pela ponta direita, onde descolou cruzamentos e fez invertidas de bola para Jorge no lado esquerdo.

    À rigor, o Flamengo não criou uma oportunidade sequer de gol na primeira etapa. O Rubro-Negro dominou os primeiros 45 minutos da partida, teve uma boa movimentação segurando o Vila Nova em seu campo de defesa, mas de fato não ameaçou o gol do time goiano.

    Ruim tecnicamente, o jogo se arrastava numa monotonia até que Moisés deu um bom passe para Walysson, aos 38 minutos. De fora da área, o atacante viu o espaço e chutou forte marcando um golaço no Serra Dourada. Aproveitando o bom momento, dois minutos depois, o autor do primeiro tento da partida acertou a trave de Alex Muralha.

    Principal nome do Flamengo, o meia Diego deixou o campo lamentando a falta de eficiência da equipe. “Nós sabíamos que teríamos dificuldades. Sabíamos que ia exigir muito, e as pernas não responderiam como de costume. Eles tem o mérito, mas talvez nos faltou efetividade”.

    O Flamengo voltou do intervalo completamente modificado. Foi a chance de Thiago; Rodinei, Juan, Rafael e Miguel Trauco; Ronaldo, Cuéllar e Adryan; Gabriel, Marcelo Cirino e Leandro Damião mostrarem serviço.

    Sem alterações, o Vila Nova se preocupou apenas em defender o resultado no início da segunda etapa. O time goiano não atacava, mas também não era agredido pelo Flamengo. O Rubro-Negro teve um pênalti a seu favor ignorado pelo árbitro. Leandro Damião foi agarrado dentro da área mas Bruno Rezende não assinalou.

    Aos vinte minutos, mesmo sem jogar bem, o Flamengo chegou ao empate. Adryan recebeu de Trauco e, em jogada de velocidade, deu um belo passe para Leandro Damião que tocou na saída do goleiro Wendell. Foi o terceiro gol do atacante com o Manto Sagrado, o primeiro com bola rolando.

    O camisa 18 poderia ter virado o placar aos 32 minutos quando recebeu um cruzamento do estreante Trauco, mas atrapalhado, furou a bola de cara com o goleiro. A oportunidade perdida custou caro ao Flamengo que no lance seguinte viu o adversário ficar novamente à frente do marcador.

    Mateus Anderson fez boa jogada pelo lado esquerdo envolvendo a zaga do Fla, deu uma bela assistência para Wallyson que, de primeira, acertou o chute indefensável no gol defendido por Thiago. Como medida imediata, o volante Ronaldo saiu para a entrada do meia-atacante Cafu. O Fla tentou pressionar, mas o Vila segurou bem o resultado.

    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
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  • “Hoje o Flamengo está trabalhando em cima de princípios”, diz técnico campeão com Sub-15

    A base rubro-negra começou a temporada 2017 com o pé direito. Depois da boa campanha na Copa São Paulo de Juniores, o Rubro conquistou pela segunda vez a  Copa Brasil Infantil, neste domingo em Votorantim, ao vencer o Palmeiras por 1 a 0. O Flamengo foi campeão invicto e teve o melhor ataque, a melhor defesa e o artilheiro da competição, Vitor Hugo com quatro gols.

    Foi o primeiro título do Mais Querido na temporada, que segue com o bom aproveitamento de 2016, quando conquistou 17 títulos dos 34 torneios que disputou do sub-11 aos juniores. A garotada  ainda foi vice-campeã seis vezes e chegou em terceiro lugar em seis oportunidades.

    Após a vitória sobre o Palmeiras, Mario Jorge, treinador da equipe, repercutiu o resultado da partida.

    Estratégia

    – Sabíamos que o jogo seria difícil porque o time do Palmeiras tem um perfil físico bacana. É um time bem alto e muito forte na transição, então nós tentamos neutralizar essa força deles. Conseguimos achar um contra-ataque, que foi um desequilíbrio. Por jogar em casa eles ficaram ansiosos e tentaram o gol a qualquer custo.

    Filosofia

    – Hoje o Flamengo está trabalhando em cima de princípios e que a gente tenha sempre jogadores técnicos, competitivos e que entendam as circunstâncias dos jogos. Essa equipe veio para a Copa Votorantim com uma passagem pela Copa Dadazinho, em Minas Gerais, competição de nível nacional com grandes equipes e que nós fomos campeões. Os jogadores se comportaram da mesma forma.

    Futuro

    -É uma geração que pode dar muitos frutos para o Flamengo, assim como Lincoln, Vinícius Júnior e outros mais que chegaram no Sub-20. Essa equipe ainda tem muita coisa para aprender.

    Foto: Marcos Ferreira/Secom

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  • Tabet: “Felipe Melo não é o tipo de Flamengo que eu quero”

    Em participação no programa “Enquanto a Bola Não Rola”, da Rádio Globo, o vice-presidente de Comunicação, Antonio Tabet, respondeu longamente às críticas feitas e ele pelo volante Felipe Melo em sua coletiva de apresentação no Palmeiras, na terça-feira. Leia a íntegra do que Tabet disse, dividida em tópicos para facilitar a leitura:

    Fechando portas

    Para começar, eu não sou vice-presidente de Marketing, sou vice-presidente de Comunicação. Segundo, ele fala que não entende como o Flamengo tem um profissional como eu trabalhando no clube. Ele tem razão no seguinte: eu não sou profissional do Flamengo. Meu cargo é estatutário. Eu não ganho um real do Flamengo para estar no Flamengo. Então profissional eu não sou. Quem é profissional do futebol é ele. Ele é que está no Palmeiras, ganhando dinheiro e amanhã poderia estar no Flamengo, no Botafogo, no Vasco, no Coritiba, no Mirassol, em qualquer lugar. Então quando ele faz esse tipo de coisa ele fecha portas, o que para um profissional pra mim é um negócio meio estranho, não deveria fazer.

    Jogando pra torcida

    Terceiro: eu nunca fiz uma crítica ao Felipe Melo. O que eu fiz foi usar minha conta pessoal do Twitter para fazer um comentário sobre pessoas que utilizam-se das redes sociais para fazer pressão… A torcida faz pressão na gente. A imprensa faz pressão na gente. O que acontece muito é o seguinte: chega essa época de intertemporada, ou pré-temporada, e aparece um bando de jogador beijando o escudo da camisa, vestindo camisa, falando que quer jogar no Flamengo, quer jogar no Vasco, quer jogar sei lá aonde…A torcida faz uma pressão danada: o cara quer ir. Se o cara quer ir, o que falta? É só ir lá e contratar, é só ir lá e pegar o cara, como se fosse uma maçã numa feira. E não é assim. Para você contratar um jogador tem que negociar, tem salário… E muitos deles fazem esse tipo de pressão para a torcida pressionar dirigente e para o dirigente, na hora que for consultar o jogador, ele coloca a faca no pescoço do dirigente e diz: mas a torcida me quer, e aí? E isso aconteceu. Não foi o caso do Felipe Melo. Inclusive eu já falei isso ao vivo, na televisão, antes da entrevista do Felipe Melo. Mas de outros jogadores já aconteceu sim. E se fosse o Felipe Melo eu falaria: foi o Felipe Melo. Não foi. Aí ele fez esse carnaval todo. Eu acho que ou ele não viu, ou não leram pra ele, ou até ele se usou disso para aparecer.

    Pedida de 1 milhão

    Ele diz assim: não sei de onde surgiu essa história de 1 milhão quando o Flamengo o procurou. Quando o Flamengo o procurou, eu não era vice-presidente de Comunicação do Flamengo ainda. Mas se ele não sabe de onde saiu essa história de 1 milhão, por que ele não diz o quanto ele pediu? Por que ele não diz: eu não pedi 1 milhão, pedi tanto? Ele poderia falar. Porque eu acho que esse tipo de coisa não surge assim do nada, é a impressão que eu tenho.

    Jogador violento

    Ele me elogiou como comediante, eu gostei disso, fiquei bastante lisonjeado porque ele falou que eu o faço rir. Eu infelizmente não tenho esse tipo de reação quando assisto aos vídeos do Felipe Melo. Ele diz que não é um jogador violento, e para mim ele é um jogador violento sim. É um jogador que se você procurar os melhores momentos dele em quaisquer compilações que existam por aí você vai ver que tem muito mais carrinhos do que passes precisos, do que gols, do que jogadas legais. É um cara que põe esse espírito de violência em campo. O cara que fala o meu tipo de futebol é o que tem tapa na cara não é esse tipo de cara que eu quero ver no Flamengo. O Flamengo do meu imaginário é o Flamengo do Zico, do Leandro, do Adílio, do Pet, do Ronaldo Angelim, jogadores que sabiam jogar e que tinham espírito esportivo. O nome disso é espírito esportivo. Imagine você se o Flamengo contratasse um jogador que na primeira entrevista coletiva dele dissesse que se for preciso dará sim tapa na cara de uruguaios com um jogo contra o Peñarol pela frente na Libertadores. É o caso do Palmeiras. O Palmeiras vai jogar contra o Peñarol na Libertadores. A notícia já repercutiu lá no Uruguai. Como você acha que os uruguaios estão enxergando esse tipo de declaração dele, que ele vai dar tapa na cara de uruguaio? Como você acha que o Lugano, que joga no São Paulo, que é arquirrival do Palmeiras lá vai enfrentar o Felipe Melo em campo? Isso para mim não é o tipo de Flamengo que eu quero.

    ‘Não é um grande jogador’

    A lembrança que eu tenho do Felipe Melo como jogador do Flamengo é uma lembrança feliz e triste ao mesmo tempo. Feliz por causa do gol que ele fez contra o Palmeiras lá quando a gente estava fugindo contra o rebaixamento em 2001 (na realidade o gol que Felipe fez foi contra o Internacional). Ou seja, não o considero um grande jogador, pode ser que ele surpreenda, pode ser que ele faça diferença no Brasil. Lá fora fez a carreira dele, ganhou muito dinheiro, imagina quanto dinheiro teria o Dé se jogasse nos dias de hoje. Ou o Zico, ou o Leandro, ou o Adílio, ou todos os outros. Porque hoje no futebol o dinheiro vai crescendo em progressão geométrica.

    Falta de consideração com os colegas

    E eu acho que o Felipe Melo deveria ter com os outros a mesma consideração que ele quer que tenham com ele. Ninguém lembra dessa história direito, mas quando ele reclama que as pessoas o tratam de uma certa maneira, disso ou daquilo etc, é porque esse comportamento dele de violência também não pensa na família dos colegas. Ele quando dá uma entrada dessa, quando pisa num cara em campo, ele pensa na família do jogador que vai ficar parado sei lá quantos meses, pode até encerrar a carreira numa entrada dessas? O Fágner que deu uma entrada no Ederson no ano passado deu outra entrada idêntica no lateral do São Paulo, poderia ter acontecido a mesma coisa com o lateral do São Paulo, e o que acontece com o Fágner? Vai pra seleção brasileira, tá na seleção brasileira. Esse não é o futebol que eu gosto de ver. Futebol é esporte, futebol é pra ser jogado. E o senhor Felipe Melo, antes de ir embora do Brasil, eu não sei como é que terminou essa história, taí no Google, qualquer um pode procurar, ele foi acusado de esfaquear um cara aqui no Rio de Janeiro. Isso também contribui para a maneira como você enxerga o atleta. E aí?

     
     
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  • Sub-15 conquista segundo “Brasileiro” em três anos

    Dois anos depois de a geração comandada por Vinícius Júnior e Lincoln, agora no sub-20, conquistar o inédito título da Copa Brasil Infantil Votorantim – principal torneio da categoria sub-15, disputado desde 1991 -, o Flamengo repetiu o feito e se sagrou bicampeão da competição ao derrotar o Palmeiras por 1×0 nesta manhã.

    O gol da vitória foi marcado por Lázaro, tido como grande promessa da geração nascida em 2002.

    O JOGO

    Como em todo clássico decisivo, Flamengo e Palmeiras fizeram uma partida bastante equilibrada no primeiro tempo. Os times pouco arriscaram nos minutos iniciais, mas o Palmeiras levou uma ligeira vantagem por conseguir segurar o Flamengo em seu campo de defesa. O Rubro-Negro chegava com perigo toda vez que conseguia encaixar o contra-ataque, mas pecava no passe final.

    Depois de quase sofrer o primeiro gol da partida, o Flamengo acordou. Aos 24 minutos, Samuel teve a primeira chance real do Mais Querido. O jogador recebeu a bola no meio campo, limpou a marcação e chutou rasteiro, rente à trave. A outra chegada perigosa foi aos 28 minutos, quando  Vitor Hugo obrigou o goleiro Mateus a espalmar a bola.

    As equipes voltaram sem alterações para a etapa final. O Palmeiras seguiu pressionando o Rubro-Negro. Em menos de nove minutos foram quatro oportunidades criadas. O goleiro Nathan era o nome do Flamengo na partida.

    Mas na primeira chegada do Fla ao ataque no segundo tempo, a história mudou. Lázaro arrancou pela esquerda, avançou sobre os adversários e chutou no contrapé do goleiro Mateus. Fla 1 a 0. O Palmeiras não teve outra alternativa, foi pra cima, pressionou, mas não assustou. O time rubro-negro segurou o resultado e conquistou de forma invicta o bicampeonato da Copa Brasil Infantil.

    Campanha: Fla 4×0 Votorantim, Fla 2×0 Bahia, Fla 1×1 Coritiba, Fla 2×1 Goiás, Fla 2×0 São Paulo. e Fla 1×0 Palmeiras. Melhor ataque com 12 gols e melhor defesa com apenas dois gols sofridos. O atacante Vitor Hugo foi o artilheiro da competição com 4 gols anotados.

    Foto: Marcos Ferreira/Secom

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  • Boa estreia de pivô norte-americano não ajudou o Fla contra Franca

    Equilíbrio! Essa foi a palavra do jogão entre Flamengo e Franca, neste sábado (21), no Tijuca Tênis Clube. Com um bom aproveitamento ofensivo no primeiro tempo e na prorrogação, o time paulista levou a melhor por 83 a 80, e voltou a comemorar um triunfo sobre o Rubro-Negro após quatro temporadas.

    O jogo marcou a estreia do pivô norte-americano Hakeem Rollins, que teve uma boa atuação com 10 pontos, 8 rebotes e 1 toco. Mesmo com a derrota, o Orgulho da Nação segue líder do Novo Basquete Brasil 9, e volta a jogar na próxima terça (24), às 19h30, diante do Bauru, no Tijuca Tênis Clube.

    O jogo

    Em um jogo de muitas alternâncias, foi o Flamengo quem saiu na frente com arremesso de dois pontos de Olivinha. Na sequência o ala-pivô ainda sofreu a falta e converteu o lance livre. O Franca, porém, não se intimidou com o bom início dos donos da casa. Com uma boa marcação encaixada e as mãos calibradas de seus jogadores, o time paulista passou a frente do Mais Querido com cestas de três pontos.

    Hakeem Rollins entrou na partida ainda no primeiro quarto. Nos seus primeiros toques na bola marcou quatro pontos e reduziu a vantagem dos adversários. Mas apesar do bom momento dos anfitriões, a equipe francana garantiu a vitória no primeiro período: 19 a 14.

    Aproveitando os rebotes defensivos, o Franca chegou a abrir dez pontos de vantagem. O Flamengo apresentava dificuldades nas finalizações, mas correu atrás do prejuízo e encurtou a diferença para os francanos, fechando o primeiro tempo em 36 a 32.

    O Flamengo voltou com uma postura diferente no segundo tempo. Se de perto estava complicado, o time comandado por José Neto passou a arriscar as cestas de três pontos e obteve resultado. Com bastante apoio da torcida no ginásio do TTC, Olivinha comandou a virada. Diante do ímpeto rubro-negro, o Franca não conseguiu progredir e viu pela primeira vez o oponente fechar um período na frente do marcador: 57 a 47.

    No último quarto o confronto seguiu equilibrado com uma pequena vantagem para o time do técnico Helinho, que reduziu a diferença e, no nos últimos segundos do período, com uma cesta de três pontos de Coelho empatou o jogo, levando à prorrogação (70 a 70). O Franca começou bem o tempo extra e esteve à frente do placar durante todo o período. Valente, o Flamengo não se entregou. Faltando cinco segundos para o fim, Olivinha colocou igualdade no marcador (80 a 80). Mas no lance seguinte, Pedro, acertando um chute de três pontos, deu números finais à partida.

    Destaques do Flamengo: Marquinhos – 21 pontos; Olivinha – 19 pontos e 12 rebotes e JP Batista – 13 pontos.

     

    Foto: Staff / Images
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  • Paulo Victor recebe proposta do Gaziantepspor-TUR

    Depois de sofrer uma lesão e perder a posição para Alex Muralha após a chegada de Zé Ricardo ao comando do time, Paulo Victor nunca mais se sentiu à vontade no clube que aprendeu a torcer desde que chegou, no longínquo ano de 2004.

    E após muitas tentativas de encontrar um novo rumo para sua carreira, parece que as fronteiras da Turquia que se abriram para o goleiro de 30 anos. De acordo com o GloboEsporte.com, o Gaziantepspor – mesmo clube que recentemente contratou o ex-rubro-negro Wallace – será o novo destino de PV após 173 partidas como goleiro do Fla.

    O empresário do jogador, porém, ainda não confirma o acordo, que seria por empréstimo de um ano e meio:

    – Existe uma proposta. Cabe ao jogador resolver se vai ou não – disse o empresário de PV, Reinaldo Pitta, ao GE.

    O título mais marcante com a camisa do Fla foi o de campeão brasileiro ainda como terceiro goleiro, em 2009. Paulo Victor também foi campeão carioca em 2009, 2011 e 2014, e também da Copa do Brasil de 2013 – sempre na reserva, mesmo entrando em jogos importantes, como as duas partidas da semifinal da Copa do Brasil. O jogador não está nem mais relacionado para a partida amistosa diante do Vila Nova, neste sábado, às 18h30.

    Não é a primeira vez que o goleiro recebe uma proposta do futebol turco. Em 2015, o Besiktas, um dos grandes do país, teria oferecido 3 milhões de euros ao Flamengo para contratar o então titular, mas PV recusou a possibilidade. Com Muralha em grande fase e mais uma vez convocado para a seleção brasileira, a situação mudou muito desde então, porém, e pode ser a hora de encerrar o ciclo do camisa 48 no Flamengo.
     
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  • O que esperar de Flamengo x Vila Nova? Anotações sobre o primeiro jogo da temporada 2017

    Treinador novato fortalecido, primeira pré-temporada nos módulos profissionais tão sonhados inaugurados com pompa e circunstância no final do ano passado, nenhuma saída de jogador titular, chegada de três dos quatro reforços pontuais pretendidos pelo Departamento de Futebol para o início desta temporada e cinco jogadores convocados para o simbólico Brasil x Colômbia do dia 24/01. Este pode ser até um resumo razoável do futebol rubro-negro pós-férias a poucas horas do primeiro compromisso em campo do ano.

    Porém, o que a torcida quer mesmo saber é qual o time que enfrentará o modesto Vila Nova, às 18h30, no Serra Dourada.

    A semana de treinos do Flamengo continuou priorizando o condicionamento físico dos atletas, mas Zé Ricardo começa a transmitir ao grupo suas ideias táticas para a temporada. Infelizmente, estas partes do treino são fechadas para a imprensa e é até por isso que jogo de logo mais será ganha importância fundamental. Não sabemos muito do que esperar do time. É a hora de identificar algum tipo de variação ao 4-3-3 que ficou batido na reta final do Brasileirão. Ao menos o rascunho na prancheta.

    A entrada de Mancuello no lugar de Gabriel pode sinalizar a oxigenação do esquema. Só que Mancuello não pode ser cobrado como um assistente fundista de lateral. O argentino sabe defender, trabalhou como segundo volante por diversas ocasiões na carreira. Entretanto nem de longe tem as características que fizeram do fraco Gabriel um titular de Zé Ricardo. Com Diego de ponta-de-lança clássico, trazendo do círculo central, armando na intermediária adversária e infiltrando sem pudores, Mancuello pode vir a fazer neste jogo o papel ao qual Conca possa estar destinado. Entretanto é mais fácil pensar que Zé Ricardo está mesmo tentando encontrar um meio de campo com Mancuello para o time do Flamengo sem pensar no conterrâneo que acabou de chegar da China.

    Da mesma forma que o canhoto Mancuello pode trabalhar na direita, como meia-direita acionando as passagens de Pará e as chegadas surpresas de Arão, e não como ponta-direita acionado pelos dois, Éverton pode também trabalhar por este lado, trocando com Mancuello e dando mais profundidade. Uma das características mais positivas de se ter Mancuello de um lado e Éverton de outro é justamente a troca repentina de lados entre os dois.

    A expectativa em torno de Jorge é muito grande. O Seis rubro-negro é visto por toda comissão técnica como postulante legítimo a titular da Seleção Brasileira. Sua primeira convocação, deixando o promissor Zeca de fora mostra que o crescimento técnico, físico e psicológico apresentado no segundo turno do Campeonato Brasileiro foi percebido também pelo insuspeitável Tite. ZR deve insistir portanto na dobradinha Jorge-Éverton. O clube precisa ver em campo o resultado desses primeiros dias de pré-temporada para apontar sem medo de errar sua mira para o segundo atacante a ser contratado.

    A manutenção de Márcio Araújo deve ser vista com naturalidade. O volante terminou como titular e n~]ao serão os últimos treinos que o levarão a condição de reserva. Pelo menos nos 45 minutos iniciais. O que a torcida espera do treinador é que Cuéllar ou até Ronaldo seja visto em campo.Amistoso serve pra isso, se o entendimento de que o colombiano é segundo volante ainda for uma convicção, Arão precisa ser o substituído para que uma dupla Ronaldo e Cuéllar seja testada contra o fraco Tigre da Vila Famosa. Apesar das brincadeiras da torcida em relação à titularidade de MA, é Arão no momento o jogador insubstituível. No futebol rezam regras imemoriais e uma delas é que jogadores de seleção brasileira são homens muito fortes em qualquer elenco de clube.

    E Cuéllar tem uma vantagem grande sobre MA com sua convocação. O nosso Ferrugem soube muito bem fazer seu marketing pessoal nas férias. Por diversas vezes invocou o nome de seu país e da expectativa do povo colombiano no seu futebol. Demostrou para seu treinador colombiano que sua condição de reserva aqui no Rio pode ser atribuída a fatores indiferentes ao seu rendimento nos treinos. Antes que pensemos que isso quer dizer falta de meritocracia da parte de Zé Ricardo é mais fácil trabalhar com a ideia do encaixe. O time encaixou com MA, o técnico precisava de estabilidade e mexer no que estava dando certo para tentar dar mais certo ainda pode ser um passo maior do que a perna, uma armadilha, aliás, que caem muitos treinadores jovens e afoitos pela alcunha de “O novo Guardiola”. Zé Ricardo escolheu a precaução, ganhou o grupo com esta simplicidade. Sem contar a simpatia do presidente Eduardo Bandeira de Mello, fã confesso do trabalhador Marcinho.

    Funcionários e dirigentes do clube estão impressionados com o clima positivo entre os jogadores nestes primeiros dez dias de concentração. Bons amigos, a cada dia a avaliação dos psicoterapeutas do Ninho é a melhor possível. E por outro lado a impressão de alguns jogadores é muito positiva em relação ao staff contratado por Rodrigo Caetano para atender a rotina do grupo dentro da concentração. Mozer transmite disciplina com uma postura sólida e discreta e seu pouquíssimo envolvimento com a mídia.

    Godinho não causa perturbações ao elenco próprias de um dirigente amador — em momentos de crise teve habilidade e nas fases “rumo a Tóquio” não se excedeu. Pela avaliação de alguns conselheiros e funcionários do clube, a forma como o Cheirinho de Hepta foi conduzido por todo o Departamento de Futebol, que soube trabalhar muito bem junto com a Comunicação, é vista internamente como uma verdadeira case de sucesso. O clube soube blindar o grupo ao mesmo tempo sem deixar de angariar as benesses midiáticas que só a torcida do Flamengo sabe produzir. Depois de décadas de ruído e no diálogo com a Nação finalmente a Comunicação encontrou um tom, dosando a genética megalomaníaca da Nação Rubro-Negra com o sensível mundo do futebol.

    Finalmente o extracampo é notícia positiva no Flamengo e pode vir a ser o maior reforço do Flamengo na temporada.
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