Autor: diogo.almeida1979

  • Na humildade: Flamengo supera próprios limites e conquista o tetra da Copa SP de Futebol

    Uma campanha surpreendente: oito vitórias e um empate em nove jogos; 21 gols marcados e três sofridos. Quebrando paradigmas e desafiando todos os limites, o Flamengo conquistou a Copa São Paulo de Futebol Júnior pela quarta vez. A bela história de superação terminou nesta quinta-feira (25), com a vitória de a 1 0 sobre o São Paulo, no Pacaembu.

    O Flamengo não chegou nesta edição da Copinha como favorito ao título, como em edições anteriores. Pelo contrário. Em entrevista ao site Globoesporte.com, após a goleada por 6 a 0 na estreia diante do Ji-Paraná (RO), o técnico Maurício Souza reconheceu que sua equipe “corria por fora”, embora tivesse chances de chegar ao título.

    + Raio-X dos Garotos do Ninho: conheça o grupo que representará o Flamengo na Copinha 2018

    A cautela do treinador ao fazer tal afirmação explica-se pela instabilidade do time. Quando chegou para comandar o juniores, após a saída de Gilmar Popoca, Maurício encontrou um cenário em fase de transição. Jogadores com o limite da idade para a categoria se despediam, ao passo que jovens promessas eram inseridas no elenco. Nesse processo o treinador ainda ‘perdeu’ peças-chave como o atacante Lincoln, o meio-campista Jean Lucas e o lateral-direito Klebinho.

    Foi em meio a esse processo que o time perdeu a vaga na final do Torneio OPG ao ser derrotado no último minuto em um clássico contra o Botafogo, onde a equipe precisava apenas de um empate para se classificar. Na Copa RS Internacional, os resultados (e desempenho) foram piores. Já contando com os meninos campeões com a equipe juvenil, o time não conseguiu se encaixar e sofreu quatro derrotas em quatro jogos. O time jogava de forma espaçada e as muitas alterações prejudicavam o rendimento.

    Com isso, obviamente, o Rubro-negro não poderia chegar em São Paulo como candidato a alguma coisa, apesar do talento de seus jogadores. E foi assim, na humildade, que os Garotos do Ninho iniciaram a competição. A estrondosa goleada sobre o Ji-Paraná ajudou a diminuir a pressão e dar confiança ao time. Na rodada seguinte, o empate em 1 a 1 contra o Aimoré (RS) não manchou a boa atuação dos meninos. O time já mostrava evolução em relação ao que foi apresentado no Rio Grande do Sul, com valorização da posse de bola, mas ainda com deficiência nas finalizações. O triunfo por 2 a 0 diante do Oeste, com dois gols de pênaltis, selou a passagem para a fase mata-mata.

    Cobrando pênalti, Lucas Silva e Pepê definiram vitória diante do Oeste (Foto: Staff Images/Flamengo)

    O primeiro desafio foi diante do modesto Elosport (SP), adversário sobre qual o Mais Querido teve a melhor atuação coletiva até aqui. Apoio dos laterais, movimentação no meio-campo, ataque envolvente e zaga segura. Nessa altura a equipe já estava desfalcada de seis titulares, que foram convocados pelo técnico Paulo César Carpegiani para servirem ao time profissional: Hugo Souza, Patrick, Michael, Pepê, Lucas Silva e Wendel. Com o desmanche, quatro atletas que foram inscritos na Copa São Paulo, mas estavam no Rio de Janeiro, foram chamados para completar o elenco: Pedro Caracoci (goleiro), Aderlan (zagueiro), Pablo (lateral-esquerdo) e Samuel (atacante).

    Com sete mudanças em relação ao time titular inicial, o Flamengo enfrentou o Coritiba em um duelo onde não havia favoritos. Assim como o próprio Rubro-Negro, o time juniores do Coxa, que foi vice-campeão Brasileiro na última temporada, passou por muitas reformulações. Sem encantar, mas jogando de forma bem consciente, os Garotos do Ninho venceram merecidamente o confronto por 1 a 0, com um gol contra marcado pelo zagueiro Henrique.

    + Atuações: confira os destaques de Flamengo 1 x 0 Coritiba, pela Copinha 2018

    Nas oitavas de final o adversário foi o Audax (SP), que na fase anterior havia eliminado o Atlético-MG, atual campeão da Copa do Brasil Sub-20. Os comandados de Maurício Souza repetiram a receita do sucesso em jogos anteriores: pressão desde o início, infiltração pelos lados do campo e solidez defensiva. Isso somado ao golaço de Bill após um lançamento primoroso de Matheus Dantas do campo de defesa, resultou em mais uma vitória pelo placar mínimo, porém consistente.

    + Atuações: confira os destaques de Flamengo 1 x 0 Audax, pela Copinha 2018

    Alguns atletas tiveram pouco tempo de comemorar o resultado. O professor Carpegiani fez mais uma convocação, desta vez com efeito de apenas 48h. Matheus Dantas, Bernardo, Hugo Moura, Luiz Henrique e Vitor Gabriel foram para o Volta Redonda e participaram da estreia do time no Campeonato Carioca. Os meninos voltaram para São Paulo logo após a partida e então se concentraram para o confronto contra o Avaí, pelas quartas de final.

    (Foto: Staff Images/Flamengo)

    O Flamengo travou um disputado duelo contra a equipe catarinense, que chegou com moral após ter eliminado o Corinthians na fase anterior. Foi uma batalha tensa, com poucos espaços e raras oportunidades. A partida acabou decidida com um golaço de Vitor Gabriel aos 28 minutos do primeiro tempo, arrancando 70 metros e chutando colocado na saída do goleiro.

     

    A equipe chegou à semifinal fortalecida, com confiança e sabendo que faltava pouco conquistar o tão sonhado objetivo. Diante da Portuguesa, surpresa da competição, os Garotos do Ninho saíram atrás do placar pela primeira vez. No entanto, com uma atuação perfeita do atacante Vitor Gabriel, o Flamengo virou a partida e conquistou uma difícil vitória: 3 a 2.

    Já na decisão, contra o favorito São Paulo, um gol no início e três defesas espetaculares do goleiro Yago Darub foram suficientes para a confirmação do título: 1 a o e festa da torcida.

    Mesmo diante de tantas mudanças, os meninos mantiveram o ritmo, mostrando sempre muita raça e disposição. O time que entrou na competição com muitas incertezas, saíra maduro e pronto para alçar vôos maiores. Além do bom futebol apresentado, com toque de bola e sempre procurando o ataque, a equipe forneceu jogadores para o time profissional, cumprindo o seu principal papel.

    Foto: Staff Images/ Flamengo 


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  • Anderson Varejão: O Flamengo é maior que tudo

    Anderson Varejão foi apresentado nesta quinta (18), no Salão Nobre da Gávea. Uma das maiores contratações da história do basquete Rubro-Negro, o pivô volta ao seu país de origem como um dos gigantes que já representaram o Brasil na NBA. Após atuar 13 anos na maior liga de basquete do mundo, o capixaba chega no Mais Querido para levantar taças e trazer mais uma época de conquistas com a bola laranja.

    Varejão comentou sobre diversos assuntos em sua primeira coletiva como integrante do FlaBasquete, como período de contrato, além de jogar pelo time de coração, estar junto de Marcelinho na sua última temporada, o reencontro com amigos de seleção brasileira, e toda a sua experiência na NBA.

    Apresentado ao lado do atual Presidente, Eduardo Bandeira de Mello, além do Vice-Presidente de Esportes Olímpicos, Alexandre Póvoa, o CEO, Fred Luz, e o Diretor Executivo dos Esportes Olímpicos, Marcelo Vido, o pivô da Seleção afirmou que está chegando com muita motivação e vontade de jogar pelo Mais Querido.

    “Gostaria de dizer que estou chegando motivado e com muita vontade de jogar. Não vejo a hora de entrar em quadra e vestir o manto sagrado. Eu, que sou torcedor do Flamengo, estou realizando um sonho. Não tenho como mensurar essa ansiedade que estou de integrar o grupo e somar. O Flamengo é maior que tudo. Então, dentro da quadra, vocês vão ver o mesmo Varejão de outros clubes e da Seleção Brasileira, com muita raça e sem bola perdida. Nada é garantido, as vitórias acontecem, e as derrotas também. Mas o grande objetivo é de chegar e continuar essa jornada de conquistas. É isso que eu quero, começando pelo NBB.” , afirmou o atleta

    https://www.instagram.com/p/BeG7dWjgkC5/?taken-by=andersonvarejao18

    O novo jogador do Flamengo comemorou muito o desfecho positivo com seu clube de coração, adorando o carinho da Nação em suas redes sociais, e dando mais um motivo para sua família torcer por ele.

    “Desde o início das conversas, meu telefone e minhas redes sociais bombaram. Quando me disseram que os sócios estariam me esperando no aeroporto, fiquei feliz. Esse carinho é muito legal e isso acaba me deixando mais empolgado para defender o manto sagrado. Minha família é do Espírito Santo e a maioria é flamenguista. Eu falei para eles que esse era o motivo que precisavam para torcer ainda mais pelo Flamengo. E quem não torce, passou a ter uma razão para torcer.”

    O pivô acredita que o Mais Querido tenha um ótimo plantel, e que sua chegada é pra acrescentar ainda mais o elenco Rubro-Negro. Ainda comentou que poder estar junto de Marcelinho Machado em seu último ano foi um dos fatores que o fizeram vestir o Manto Sagrado.

    “A gente ainda não se encontrou, mas a partir do momento que tomei minha decisão, entrei em contato. Temos uma passagem pela Seleção de 10 a 15 anos, e o Marcelinho sempre foi um mentor pra mim, um cara centrado que conquistou títulos na carreira. Então, vai ser um orgulho grande fazer parte do time com ele… Sobre o meu contrato, é de 20 meses. Meu foco é total no Flamengo, vou jogar até o fim do NBB. É nisso que estou pensando. Estou pensando em chegar para somar. Eu sei do potencial da equipe e como todos meus companheiros estão jogando ultimamente. Conheço a maioria. Vou sentir um pouco nesse começo por causa da minha situação, mas estou motivado e feliz. Como disse antes, não vejo a hora de entrar em quadra.” comentou o pivô.

    Por último, Varejão afirmou que está extremamente ansioso para encontrar com a Nação na Arena de basquete.

    “Sobre a torcida, não estou esperando nada de diferente da torcida do Mengão. Espero que lote a Arena, ou onde for o jogo, e ajude a gente, como sempre foi. Gritando nos momentos de dificuldade e incentivando. Não tenho como esperar outra coisa. A torcida do Flamengo é única e vou ter a oportunidade de experimentar dentro de quadra.” concluiu, o capixaba.

    Anjo Varejão não possui data de estreia, mas poderá estar disponível para a sequencia do Rubro-Negro no Novo Basquete Brasil. Nesta sexta, o Mais Querido enfrenta o Botafogo, às 20h, na Arena Carioca 1 e apresentará o jogador à

    Foto: (Gilvan de Souza/Flamengo)

     

  • Flamengo enfrenta o Botafogo em clássico de opostos

    O Orgulho da Nação entre em quadra mais um vez nesta sexta (19). O Flamengo vai para o seu segundo clássico carioca na temporada, dessa vez diante do Botafogo, às 20h, na Arena Carioca 1, com torcida única da Nação. O Mais Querido é o atual líder do Novo Basquete Brasil, vindo de seis vitórias, tentando abrir ainda mais vantagem na ponta. A partida terá a apresentação do pivô Anderson Varejão diante da Nação, além da provável estreia do ala-armador Wesley Mogi.

    O FlaBasquete vive grande semana dentro e fora de quadra, com a chegada do pivô da Seleção para reforçar o garrafão do Rubro-Negro, junto ao jovem Mogi. O time da Gávea segue brilhando dentro das quatro linhas, com uma sequência de seis vitórias seguidas no NBB e a liderança isolada da competição, com 11 vitórias em 13 partidas. Seus dois últimos confrontos foram viajando no nordeste, onde acumulou as vitórias em cima de: Basquete Cearense, por 92 a 75, e depois, por 76 a 68, contra o Vitória. O Mais Querido continua invicto jogando como mandante na temporada.

    O Botafogo vive momento completamente oposto do rival, com apenas duas vitórias no Novo Basquete Brasil, o alvinegro é o penúltimo colocado da competição, com quatro derrotas consecutivas. Na última partida, o time de General Severiano saiu derrotado em partida muito equilibrada com o vice-líder, Franca, por 67 a 63. Jamaal Smith é o destaque do time, com a média de 12 pontos por jogo.

    Apesar de serem rivais no campo, Flamengo e Botafogo nunca se enfrentaram no NBB. O alvinegro está disputando a competição pela primeira vez, após conquistar o acesso através da Liga Ouro. Esta será a primeira partida entre as equipes pelo torneio. O clássico foi disputado em outras competições, como o Campeonato Carioca, e o torneio de pré-temporada, Copa Avianca, onde ocorreu o último confronto. O Mais Querido saiu com a vitória por 86 a 76, o ala Marquinhos foi o cestinha com 19 pontos.

    Ingressos á venda no site do Guichê Web, custando 20 reais a inteira, ou 10 reais com a camisa do Flamengo. O estacionamento será gratuito no Parque Olímpico. Os portões abrem às 18h30. A partida contará com a transmissão do twitter do NBB.

    Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

     

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  • O primeiro de muitos

    Enfim temos o nosso amor de volta aos campos, e que saudades eu senti. Tem jeito não, a gente apanha, mas não vive sem o Flamengo.

    Confesso que só mesmo a base do clube para me manter empolgado. Começamos o ano numa lentidão sem precedentes do departamento de futebol do clube, ainda não sanaram nenhuma deficiência do elenco do ano passado. Zeca, Pablo e Wallace são bons nomes, mas sem dinheiro na mão fica difícil trazer qualquer um deles. E o que foi aquilo do Rodrigo Caetano “comemorar” que os jogadores se apresentaram sem atrasos? Esse cara é fraco demais para estar onde está.

    Sei que a nossa base tem soluções para o elenco e já faz um tempo que peço a valorização da base antes de buscar a solução fora de casa, mas nesse momento temos áreas carentes no elenco que precisam de experiência. Laterais e ataque principalmente. Com uns quatro bons jogadores nós fechamos esse elenco.

    No blog: 2017 e suas lições para o Flamengo

    E só pra falar mais da base, vamos falar do primeiro jogo do ano, contra o Volta Redonda.

    Foi sensacional ver a garotada em campo, jogando pra cima, com vontade, sem medo. Um time sub20 dominou um time profissional que vinha treinando há mais de um mês. Vou segurar o oba-oba por aqui, foi só o primeiro jogo e o carioquinha é fraco, mas gostei muito do que vi. Os garotos tiveram muita personalidade, foi a estreia da maioria deles no time profissional. Palmas ao Carpegiani pela montagem do time.

    Nosso meio campo foi impecável com Jonas, Ronaldo e Jean Lucas, que pegou o terno com o Juan pra jogar ontem. Apesar de o Jonas não ser da nossa base, foi bom ver que ele está mais maduro do que na primeira vez que passou por aqui. Ele é muito melhor que o Márcio Araújo e pode ser muito útil nesse elenco. E o Ronaldo em campo? Cheio de passes entre as linhas e viradas de jogo precisas, acabou com a vaga de uns 15 volantes perebas no futuro do Flamengo.

    Leia também: Aspectos a serem considerados de uma temporada envolta em incertezas

    E finalmente houve mudanças na comissão técnica, tímidas, mas aconteceram. Uma mudança, mesmo que pequena, é melhor do que mudança nenhuma.

    Trocamos o (des)treinador de goleiros por um bom profissional, alguém com bons trabalhos no mercado. Fernando Gonçalves saiu, mas não saiu, não é mais o psicólogo do time, mas continua na comissão. E trouxeram um bom auxiliar técnico para atuar junto do Carpegiani, que trouxe seu filho a tira colo. A cobrança da torcida surtiu efeito mais uma vez.

    As duas coisas que me empolgam pra 2018 são a base e a mudança de atitude da torcida do Flamengo. A cobrança da torcida é fundamental para manter a excelência em todas as áreas do clube. E a base é fundamental para uma nova era de títulos.

    O ano só começou então vamos pegar leve. Espero ver muito mais jogos com a garotada em campo em 2018.

    SRN.
     


    Colaborador do Mundo Bola desde os primeiros dias. Já publicou matérias no Mundo Bola Informação e agora traça suas opiniões no Blog Resenha Rubro Negra. Siga no Twitter: @George_CRF e @RESENHA_Mundo Bola


    Imagem destacada no post e redes sociais: Staff Images/ Flamengo
     

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  • Aspectos a serem considerados de uma temporada envolta em incertezas

    Saudações flamengas a todos,

    Se inicia a temporada 2018, com a estreia do Flamengo no Campeonato Estadual, outrora “charmoso”, hoje controverso. Desde a fatídica decisão da Sul-Americana, muito já se foi falado, marretado, lamentado, cornetado. Ergueu-se uma espécie de consenso, ou se comum senso, de que o Flamengo irrompe o novo ano vestido do mais baixo nível de expectativa externado por sua gente em muito tempo.

    Há quem enxergue bom augúrio nisso de “baixar a bola”, ou quem, recorrendo a laivos de memória cada vez mais rarefeitos na massa comum, recorde-se de momentos em que o clube logrou erguer taças após prelúdios pouco altaneiros (embora também exista farta “jurisprudência” que igualmente narre enredos de final distinto, ou seja, não saiu nada de onde nada se esperava mesmo). Para cada 2009 há um 2005 invocando a contradança. Destarte, não vejo ser prudente fundar-se nesse terreno.

    Então, sem delongas, o que esperar desse Flamengo?

    Em que pese a espessa nuvem de desconfiança e frustração que insiste em repousar em nosso firmamento desde o ainda inesquecido Gasômetro, há alguns aspectos que podem ser recepcionados de forma positiva.

    O Flamengo inicia a temporada retendo a espinha dorsal de um elenco qualificado. Jogadores de nível perfeitamente compatível com a expectativa de colher resultados de nível elevado dentro do verdadeiro pântano de mediocridade que se espraia no ambiente do futebol praticado na “terra brasilis”. Há vários jogadores que teriam espaço de protagonista em qualquer equipe nativa, dentro de uma perspectiva de análise individual e de currículo, em que pese o fraco, como um todo, desempenho individual e coletivo demonstrado por vários deles ao longo da temporada passada.

    Também há os jovens. A breve consultoria do fujão Reinaldo Rueda deixou um legado que, aos ouvidos mais sensíveis, até hoje ainda grita e reverbera. O Flamengo precisa ser mais assertivo no uso das suas divisões de base. Se o clube conseguiu encerrar sua temporada de forma ao menos digna, posto que frustrante (chegar a duas finais e encetar a classificação direta à Libertadores pode, sim, ser encarado com certa altivez, apesar de pantomimas desnecessárias como a tal foto do Barradão), isso muito se deve à guinada em direção à base promovida pelo alienígena colombiano. Com efeito, Paquetá, Vizeu e Vinícius Jr protagonizaram momentos decisivos na reta final, com gols, assistências e lances efetivamente decisivos. Estão prontos para participar da rodagem do elenco, embora ainda padeçam de certa instabilidade, que tende cada vez mais a ser mitigada. E, como os citados, certamente há mais garotos aptos a iniciarem esse processo. E os primeiros sinais iniciais emanados pela Gávea talvez apontem para uma certa receptividade à retomada desse caminho.

    Por fim, a tal “limpa”. Ou “barca”. Dessa vez, o clube aparenta, efetivamente, demonstrar um mínimo de senso crítico, ao promover a dispensa de alguns jogadores cujos serviços já não encontram compatibilidade com os anseios de uma instituição do porte do CR Flamengo. Com efeito, jogadores “úteis” e “de elenco”, incapazes de apresentar desempenho consistente de alto nível, começam a ser descartados, abrindo espaço para o aproveitamento de jogadores “da casa” e para a contratação de profissionais realmente capazes de agregar performance. Porque um Márcio Araújo, um Gabriel, um Rafael Vaz (jogadores cuja contribuição até foi necessária em outros contextos, mas que se tornaram, pelo futebol e/ou pela postura, um estorvo) podem perfeitamente serem garimpados dentro dos muros do Ninho do Urubu. E, além dos jogadores, alguns profissionais da comissão técnica também foram desligados ou esvaziados, o que pode indicar que, de fato, o clube foi capaz de identificar descontentamento com o funcionamento de seu Departamento de Futebol.

    Mas, porém, contudo, entretanto, todavia, e deixo aos amigos a opção de escolherem a conjunção adversativa que mais lhe convierem, há aspectos que não podem deixar de ser considerados.

    O primeiro desses elementos reside na própria política de contratações. Em que pese o CR Flamengo singrar em direção ao SEXTO ano da administração azul, celebrada, como se sabe, pelo êxito na reestruturação da instituição, ainda soa incompreensível que o rubro-negro ainda precise recorrer, de forma quase exclusiva, ao surrado expediente de forçar aquisições de jogadores sem despender um centavo. Com isso, muitas vezes chegam ao clube jogadores com histórico de lesões, em baixa ou mesmo decadentes. Ademais, determinadas negociações acabam por se arrastar por semanas ou meses, comprometendo a formação de um elenco homogêneo e com peças de reposição adequadamente preparadas.

    Ainda pousando no quesito “reforços”, a Diretoria parece reverberar, de forma pétrea, o dogma das “contratações de oportunidade”. Ou seja, se um jogador está disponível no mercado e a transação aparenta ser vantajosa, que venha. É um pensamento traiçoeiro, uma vez que enseja, à guisa de nocivo corolário, a conclusão de que, se não há “oportunidades” para determinada carência, esta não será suprida. Exemplos que ainda se estampam em nossas lembranças, como a falta de peças para a zaga no início do Brasileiro de 2016, a ausência de reposição para a lesão do Diego no primeiro semestre de 2017 (o clube confiou em Conca, que se apresentava como “aposta de oportunidade”), ou a falta de um reserva adequadamente preparado para o gol, quando Alex Muralha começou a demonstrar a falta de condições de seguir como titular. Agora, em 2018, a perspectiva de repetição dessas anomalias (que, nunca é demais pontuar, provavelmente terão sido decisivas para o fracasso nas principais competições das duas temporadas passadas) projeta sua sombra nas laterais (com a aparente desistência na contratação de Zeca, o Flamengo não acena com alternativas) e, principalmente, no comando do ataque. Com Guerrero suspenso e a negociação pela vinda de Vágner Love (o eleito pela Diretoria) dando sinais de que seguirá emperrada por um bom cacho de dias, há uma possibilidade real de que o Flamengo chegue, daqui a pouco mais de um mês, à Libertadores ostentando severas limitações em algumas posições de seu time titular. E, como o já citado Gasômetro nos mostrou, é o tipo de contexto que fatalmente cobrará seu preço.

    Outro incômodo brota da forma de atuação da Diretoria, especialmente de seu diretor-executivo, Rodrigo Caetano, que, com a emigração do “cafetero” para as terras andinas, aparentemente irrompe como o nome forte do departamento. Após a saída de Rueda (algo, aliás, anunciado desde dezembro para quem acompanhou atentamente a riqueza de detalhes na narrativa da imprensa chilena), o Flamengo “agiu rápido” e trouxe Paulo César Carpegiani, cujo currículo pós-Flamengo 81-82 chama a atenção pela inexpressividade, em que pese razoáveis trabalhos recentes em clubes de porte menor. Independente da discussão acerca da capacidade de Carpegiani, intriga buscar decifrar qual o critério seguido pelo clube para a escolha do profissional. O Flamengo, no espaço de doze meses, apostou em um jovem talentoso, mas inexperiente, depois recorreu a um estrangeiro rodado e de currículo robusto, e agora traz um “dinossauro” old-school, que jamais se firmou como treinador efetivamente de ponta no cenário nacional. A confusão, quase incredulidade, ganha contornos faiscantes quando se depara com as declarações exaradas na apresentação de “Carpa”, que permitem inferir, com razoável convicção, de que o rubro-negro inicia 2018 dirigido por um interino.

    Há mais. Se é verdade que a diretoria, ao substituir determinados profissionais da comissão técnica, demonstra aparente descontentamento com seu desempenho, também causa estranheza constatar que alguns deles “saíram sem ter saído”, ou simplesmente seguem no clube, apesar de esvaziados. A percepção (que pode ser procedente ou não) aponta para uma certa falta de convicção na execução de determinadas ações. Percepção que se fortalece quando se constata o evidente papel da “opinião pública” (ou redes sociais, como se queira) na contratação, ano passado, de nomes como Rueda e Diego Alves. É bom ouvir a “voz rouca” das ruas. Mas usá-la como bússola, per se, demonstra preocupante falta de certezas. E de rumo.

    Enfim, é um Flamengo envolto em incertezas este que hoje inicia sua caminhada na Temporada 2018. Um ano que se espera menos sofrido e frustrante, um ano em que se sonha com um clube que, enfim, abrace sua vocação de comprometimento com a índole de perseguição às vitórias, que encharque camisas e estenda a mão à sua gente. Que seja capaz de fazer brotar jogadores identificados e prontos a atrair admiração e idolatria. Que, enfim, torcer pelo Flamengo nos faça felizes, capazes de cantar a alegria de ser rubro-negro.

    Afinal, é nosso maior prazer vê-lo brilhar.
     


    Adriano Melo escreve seus Alfarrábios todas as quartas-feiras aqui no Mundo Bola e também no Buteco do Flamengo. Siga-o no Twitter: @Adrianomelo72.


     

    Fotos destacadas no post e nas redes sociais: Reprodução

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  • A Balança da História

    O que faz um presidente de clube de futebol ter um bom mandato? Qual é a medida, a régua, a base de avaliação para se discutir qualitativamente uma gestão?

     
    José Bastos Padilha, mandatário entre 1933 e 1938, é apontado até hoje como um dos maiores – senão o maior – da história rubro-negra. E não poderia ser de outro modo. Senão, vejamos: logo em seu primeiro ano na presidência, levou o clube a aderir ao profissionalismo, afastando velhos caciques com vícios do período amador e chacoalhando as estruturas administrativas. Arrebanhou novos sócios contribuintes, garantindo a saúde financeira rubro-negra num momento em que os clubes não lucravam nada com o uso de suas marcas e a regulamentação da publicidade ainda era algo distante em muitas décadas.

    Também arregaçou as mangas e construiu o estádio da Gávea – bairro então considerado longínquo – sobre um terreno no qual o Flamengo nunca havia mexido desde que recebeu sua cessão, em 1927, e onde hoje tem sua sede. Num passo ambicioso, trouxe da Europa o técnico Dori Kürschner para atualizar em termos táticos o futebol carioca e brasileiro. E, mais importante, abriu de vez as portas do Flamengo aos jogadores negros, contratando vários, com destaque para Leônidas da Silva, Domingos da Guia, Fausto dos Santos, Jarbas e Valdemar de Brito, numa medida que aproximou de vez o Rubro-Negro das camadas mais populares, consolidando-o como o fenômeno de massa que é hoje.

    Também expandiu essa popularidade por meio de ações de marketing, muito antes do termo se difundir por aqui: em parceria com Mario Filho, do Jornal dos Sports, criou concursos de slogans sobre o clube, de onde saíram frases famosas, como “Onde encontrares um flamengo, encontrarás um amigo” ou “O Flamengo ensina: amar o Brasil sobre todas as coisas”. Até filme, longa-metragem de cinema mesmo, com o Flamengo envolvendo o enredo foi feito durante sua gestão, estrelado pela nadadora Lygia Cordovil, um dos vários talentos dos chamados “esportes olímpicos” que defenderam o clube no período.

    No blog: O verniz do improvável

    Muito do que o Flamengo tem hoje – de material e imaterial – deve, portanto, a Padilha. Agora vejam que curioso: sabem quantos títulos de peso o Flamengo conquistou em seus seis anos de mandato? Zero. Nenhum. Nada. Em tempos mais recentes, talvez ele fosse tachado de “pé frio”, como o foi por um bom tempo George Helal nos anos 1980, e como vem sendo agora Eduardo Bandeira de Mello – ambos mandatários com erros e acertos, mas com ações importantes para o clube, cada qual ao seu modo.

    Padilha foi sucedido no cargo pelo ex-jogador Gustavo Adolpho de Carvalho, o Gustavinho nos tempos de atleta rubro-negro, que herdou toda uma estrutura já pronta para o sucesso. Ainda assim, o fato “administrativo”, por assim dizer, mais marcante do período de Gustavo na presidência foi a briga pública que manteve por meses a fio com Leônidas, o maior ídolo do time, e que culminou na venda do jogador ao São Paulo no início de 1942. O destino, entretanto, quis que fosse ele – em seu primeiro ano de gestão! – o presidente rubro-negro na conquista do Carioca de 1939, tirando o clube do maior jejum de sua história (12 anos), e também o do portentoso título de “campeão de terra e mar” em 1942.

    Gustavo de Carvalho, por sua vez, foi sucedido por Dario de Mello Pinto para o biênio 1943-44, no qual o Fla completou seu primeiro tricampeonato carioca, no time liderado em campo por Zizinho. No fim daquela década, Dario retornaria à presidência, cometendo o ato de suprema irresponsabilidade ao qual seu nome ficaria eternamente atrelado: a venda de Mestre Ziza ao Bangu por um capricho, poucos meses antes da Copa do Mundo de 1950, na qual o meia seria apontado como o melhor jogador do mundo. E o resultado foi o aprofundamento da crise técnica a qual o clube já vinha enfrentando nos anos anteriores.

    Contar com craques e ídolos para lhes dar os títulos e depois vende-los sem cerimônia parece pródigo de alguns mandatários rubro-negros. O período mais vitorioso, para bem além das divisas estaduais, na história do Flamengo se deu durante a gestão de Antônio Augusto Dunshee de Abranches. Se o critério são os títulos (sobretudo os de grande relevância), então ele ocupa o primeiro posto entre os presidentes do clube em todos os tempos: venceu dois Brasileiros, a Taça Libertadores e o Mundial Interclubes.

     

    José Bastos Padilha

     

    Entretanto, pelo que a história conta, aquelas conquistas podem ser atribuídas de maneira muito mais precisa a diversos outros nomes que não o dele. Em primeiro lugar, a Zico, o Messias rubro-negro. Depois, a um elenco de craques com talento, identificação com o clube e fome de conquistas acima de qualquer discussão. Há ainda, em boa medida, que se fazer menção ao competente trabalho da comissão técnica, da preparação física e do saudoso supervisor Domingo Bosco.

    Dunshee, por seu lado, ajudou quando não atrapalhou. Em abril de 1981, contratou o técnico Dino Sani sem sequer conhecer seu trabalho, apenas por indicação do vice de finanças Joel Teppet. E depois, demitiu o treinador (que havia entrado em atrito com Raul, Adílio, Mozer e Leandro em seus turbulentos meses na Gávea) da mesa de um restaurante no Leblon, por meio de um telefonema para Kléber Leite, então repórter da Rádio Globo. Mas os momentos mais patéticos de sua passagem pelo cargo se deram dois anos depois.

    O primeiro foi a venda de Zico, no início de junho de 1983, dias depois da conquista do tricampeonato brasileiro – título este que reabilitou uma equipe que vinha sendo massacrada pela torcida. No dia do anúncio, na coletiva de imprensa, Dunshee se fez fotografar supostamente enxugando numa camisa 10 rubro-negra suas lágrimas de pesar pela saída do ídolo. Não contava com um impulso do fotógrafo do jornal O Globo, que registrou, logo no momento seguinte, um sorriso largo e satisfeito do mandatário.

    Leia mais: Pensando no futuro, Mengão revisita seu passado

    Pior viria depois: vendido Zico, nos três meses que se seguiram o Flamengo se arrastou, sem norte, perdido, acumulando revezes indesculpáveis. Mesmo Leandro, Adílio ou Junior pareciam incrivelmente mal. Em 14 de agosto, o time saiu de vez dos eixos com uma derrota acachapante de 3 a 0 para o Botafogo pela Taça Guanabara. Parecia o fundo do poço (só depois saberíamos que o poço tinha um fundo falso). E o que fez Dunshee nesta hora delicada? Renunciou à presidência ainda no vestiário do Maracanã, agravando a crise no time e no clube, e acarretando uma disputa eleitoral precipitada. Anos depois, durante a gestão Patrícia Amorim, ele seria homenageado como “o presidente campeão do mundo”. Sim, mas…

    Pela presidência do Flamengo ao longo da história passaram homens bem e mal-intencionados. Bem e mal assessorados. Ineptos e argutos. Sortudos e azarados. Discretos e fanfarrões. Apaixonados e covardes. Em sua maioria maus administradores, e que pecaram de diferentes modos. Num clube tão vitorioso como o Flamengo, aliás, chega a ser incongruente a quantidade de títulos na comparação com a de boas gestões. As taças vieram muito mais apesar dos dirigentes do que por causa deles: um bom exemplo é a do Brasileiro de 1992, conquistada mesmo com quatro meses de salários atrasados, e fundamentalmente a partir da liderança dos jogadores mais experientes e da união do elenco.

    A grandeza do Flamengo, contudo – e felizmente –, não se explica só pelos (muitos) títulos.
     

    Imagem destacada no post e redes sociais: Reprodução

     

     
    Emmanuel do Valle é jornalista e pesquisador sobre a história do futebol brasileiro e mundial, e entende que a do Flamengo é grandiosa demais para ficar esquecida na estante. Dono do blog Flamengo Alternativo, também colabora com o site Trivela, além de escrever toda sexta no Mundo Bola.

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  • [Especial Copinha] Flamengo 1 x 0 Audax: os ataques pelos lados impulsionam o time

    Flamengo passa pelo Audax e está nas quartas de final da Copinha. Confira a análise da partida

     
    Com boa atuação na maior parte do tempo, o Flamengo venceu o Audax (SP) na terça-feira (16) por 1 a 0 na Arena Barueri, em jogo válido pelas oitavas de final da Copa São Paulo. Na próxima fase, enfrenta o Avaí, em duelo pelas quartas de final.

    O técnico Maurício Souza, que já tinha várias baixas antes do início da competição, seja por lesão ou jogadores já fazendo parte da equipe profissional, teve ainda mais desfalques durante a competição. Contra os paulistas, o lateral-esquerdo Ramon, que começou entre os reservas na Copinha e virou titular com a chamada de Michael para o time profissional, também foi desfalque, após ser requisitado por Carpegiani, e foi a única mudança dos que iniciaram em relação ao confronto contra o Coritiba, na fase anterior. Com isso, Pablo assumiu a vaga.

    Especial Copinha: O Jogo

    Os primeiros minutos foram de equilíbrio, com muita marcação na saída de bola. A primeira chegada com mais perigo foi do Rubro-Negro, aos 15 minutos. Em troca rápida de passes, o lateral-direito Wesley recebeu e chutou para fora, ao lado direito do gol do Audax. Aos poucos, os Garotos do Ninho assumiram o controle do jogo, quase sempre chegando pelo lado direito. Aos 27, o zagueiro Matheus Dantas fez um belo lançamento para Bill, que passou pela marcação, puxou para o meio e finalizou sem chances para o goleiro, marcando um golaço. Aos 32, Vitor Gabriel aproveitou chute travado e quase marcou de cabeça, mas Henrique Cucato fez grande defesa, evitando o segundo.

    Leia também: Reforçado com atletas que estavam no profissional, Flamengo encara Avaí nas quartas de final da Copinha

    O início do segundo tempo continuava como foi boa parte do primeiro. Com dois minutos, Bill tentou de fora da área, por cobertura, e o goleiro do Audax fez mais uma importante intervenção. O Mais Querido foi perdendo força na frente aos poucos e viu o Audax equilibrar novamente na segunda metade da segunda etapa. Ainda assim, aos 31, Patrick Valverde assustou em cobrança de falta, que foi defendida por Henrique Cucato. Três minutos depois, o Audax respondeu de fora da área, mas a finalização foi sem direção ao gol. Nos minutos seguintes, o time paulista tentava chegar, mas a boa marcação dos cariocas impediiuos ataques, e os cruzamentos na área não foram suficientes para o empate.

    Especial Copinha: Conclusões

    Mesmo com tantos desfalques, o Flamengo fez mais uma boa partida, sobretudo no primeiro tempo. Os ataques pelos lados do campo têm sido uma grande força na competição. Bill e Wesley desde os primeiros minutos incomodavam a defesa adversária pelo lado direito de ataque, com muita velocidade. A dupla teve a vida facilitada com o cartão amarelo que o lateral-esquerdo Kevin Kesley, do Audax, recebeu aos quatro minutos de jogo.

    Os paulistas colocaram certa dificuldade na saída de bola dos flamenguistas, que tiveram que dar alguns chutões. Mas, quando tinham mais liberdade, mostravam qualidade. O zagueiro Matheus Dantas, um dos destaques no mata-mata até aqui, fez lançamento primoroso no único gol da partida. Além disso, fez alguns cortes providenciais na partida. O sistema defensivo, aliás, soube conter os avanços dos adversários, que não tiveram chances claras e só chegavam em chutes de longa distância ou cruzamentos na área. Vale ressaltar que, em seis partidas, os Garotos do Ninho sofreram apenas um gol, ainda na fase de grupos, comprovando o bom rendimento na parte defensiva.

    Leia mais: Atuação de Jean Lucas deixa torcida deslumbrada nas redes sociais; veja repercussão

    As poucas opções no banco – apenas cinco jogadores, sendo que eram quatro de linha – em uma competição de muitas partidas em um curto período, não deixaram trocar jogadores cansados. Já nos minutos finais, o Flamengo não conseguia trabalhar em jogadas em velocidade, mesmo com o Audax tendo poucos jogadores na defesa.

    QUARTAS DE FINAL

    Na próxima fase, o Rubro-Negro encontra com um conhecido de uma fase decisiva de uma competição nacional. Avaí e Flamengo se enfrentaram nas semifinais da Copa do Brasil Sub-20 de 2017. Assim como na Copinha, os catarinenses já mostravam força. Porém, apenas Bernardo e Theo, pelo lado do Flamengo, e Leo e Wesley, pelo Avaí, deverão iniciar como titulares nesta sexta. A equipe catarinense se fortaleceu muito para a Copinha e deve ser o adversário mais duro para o Flamengo, pelo menos por enquanto.
     

    Imagem destacada no post e redes sociais: Staff Images / Flamengo


    Bernardo Medeiros é estudante de jornalismo na UFJF e acompanha a base rubro-negra. Siga-o no Twitter: @be_medeiros_

    Caio Alves é jornalista. Apaixonado por futebol, seja ele de onde for. Fanático por futebol de base. Escreve no alambrado.net. Siga-o no Twitter: @CaioalAlves.
     

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  • Reforçado com atletas que estavam no profissional, Flamengo encara Avaí nas quartas de final da Copinha

    Seguindo sua trajetória na busca pelo tetra, o invicto Flamengo volta a campo nesta sexta-feira (19) visando uma vaga nas semifinais da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Para isto, os Garotos do Ninho precisarão superar uma das grandes surpresas do campeonato, o Avaí. A partida acontece na Arena Barueri, às 21h30. (Acompanhe o Tempo Real no Twitter do Mundo Bola/ o SporTV transmite a partida).

    Para o duelo das quartas de final, o Flamengo contará com alguns atletas que haviam sido cedidos para a equipe profissional. Além dos cinco jogadores que deixaram a concentração após a vitória sobre o Audax (SP) na última terça-feira (Matheus Dantas, Bernardo, Hugo Moura, Luiz Henrique, Vitor Gabriel), o lateral-esquerdo Ramon, o zagueiro Patrick e o atacante Wendel retornarão para a disputa do maior torneio de base do país.

    A partida de hoje será a sétima seguida dos Garotos do Ninho na Arena Barueri – venceu cinco e empatou uma. Em uma campanha recheada de desfalques, uma das grandes forças da equipe comandada pelo técnico Mauricio Souza é a solidez defensiva – em seis jogos, o Flamengo levou apenas um gol. O artilheiro do Rubro-Negro segue sendo o atacante Lucas Silva, com 3 gols, mesmo tendo atuado apenas na fase de grupos.

     

    Adversário desta noite, o Leão da Ilha chega para o duelo com moral após despachar o atual campeão Corinthians, na fase anterior (2 a 0). Com uma defesa sólida e um bom ataque, o Avaí faz uma bela campanha na Copinha – venceu cinco partidas e empatou uma. Os atacantes Alisson (ex-Fla) e Santarém são os artilheiros da equipe, com dois gols cada.

    No ano passado, Flamengo e Avaí fizeram um duelo decisivo nas semifinais da Copa do Brasil Sub-20. Na ocasião, o Rubro-Negro acabou se classificando (2×0 e 2×2). Desde então, a equipe catarinense se fortaleceu muito e deve ser o adversário mais duro para os Garotos do Ninho.

    Quem passar no duelo de hoje encara o vencedor de Palmeiras x Portuguesa (SP), na semifinal.

    Provável escalação

    Yago; Wesley, Patrick, Dantas, Ramon; Hugo Moura, Théo, Luiz Henique, Yuri; Bill e Wendel.

    Campanha dos Garotos do Ninho

    Fase de Grupos

    Flamengo 6 x 0 Ji-Paraná (RO)

    Flamengo 1 x 1 Aimoré (RS)

    Flamengo 2 x 0 Oeste (SP)

    Segunda fase

    Flamengo 5 x 0 Elosport (SP)

    Terceira fase

    Flamengo 1 x 0 Coritiba (PR)

    Oitavas

    Flamengo 1 x 0 Audax (SP)

     

    Foto de Divulgação: Staff Images / Flamengo 

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  • Atuação de Jean Lucas deixa torcida deslumbrada nas redes sociais; veja repercussão

    Ele não marcou gols e também não deu assistências, no entanto Jean Lucas foi um dos jogadores com maior destaque na vitória do Flamengo sobre o Volta Redonda, por 2 a 0, na estreia do Campeonato Carioca. Por conta de sua primorosa atuação, o jogador chegou ao topo dos Trending Topics do Twitter, sendo citado em mais de 30 mil comentários.

    Jean Lucas é o famoso “volante moderno” (para alguns “volante à moda antiga”) tão citado nas crônicas e resenhas esportivas. Não limita-se a fazer apenas o que a sua função exige como primordial. Não raramente o jogador aparece com bastante liberdade pelo lado direito do campo criando boas oportunidades de gol para o Flamengo. Nesta quarta atuou mais adiantado, ajudando o camisa 10 Pepê na criação. Qualidade no passe, domínio de bola, velocidade, poder de marcação e imposição física são algumas de suas características.

    “Trabalhamos desde a base para chegar nesse momento e essa explosão no gol é inexplicável. Ver meus companheiros conseguindo marcar é muito bom. Antes da partida estávamos muito tranquilos e concentrados, apenas esperando a bola rolar. Dedico essa estreia aos meus pais, que sempre foram muito importantes”, disse o jogador.

    Leia mais: Balanço da Copa do Brasil Sub-20: Jean Lucas sobe, Loran desce

    “Obrigado por tudo meu Deus. “

    Uma publicação compartilhada por Jean Lucas (@jeanlucas8_) em


    A Nação Rubro-Negra comemorou entusiasmada a atuação do camisa 7.

    Além da bela apresentação em sua estreia no time profissional, o atleta recebeu elogios por conta de seu estilo. A camisa por dentro do calção agradou os torcedores.


    Jean Lucas protagonizou também um dos lances mais cômicos da partida. No momento do comemoração do gol de Pepê, o camisa 7 tentou pular para comemorar com seus companheiros, mas acabou passando direto e caindo no chão. Veja.

    Ainda com o time alternativo, enquanto o elenco principal realiza a pré-temporada, o Rubro-Negro volta a campo no próximo domingo (21), na Ilha do Urubu, às 20h15 (de Brasília), diante da Cabofriense, pela segunda rodada do Grupo B da Taça Guanabara. O Mais Queiro lidera a chave, com três pontos.

    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo


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  • Pepê comenta sobre estreia no time profissional com direito a golaço: “Dever cumprido”

    O Flamengo começou a temporada 2018 com vitória diante do Volta Redonda na estreia do Campeonato Carioca. Enquanto o elenco principal, que só se apresentou no último sábado (13), realiza a pré-temporada, o Mais Querido vai disputar os primeiros jogos com uma equipe alternativa, formada basicamente pelos Garotos do Ninho.

    Leia mais: DNA Rubro-Negro fala mais alto: Volta Redonda 0 x 2 Flamengo

    Um desses meninos é Pepê, de 20 anos, autor do segundo gol na vitória diante do Tricolor de Aço, nesta quarta. O meio-campista, que se despede da base nesta temporada, estava disputando a Copa São Paulo de Futebol Júnior quando foi chamado para integrar o time alternativo para os primeiros jogos do estadual. A convocação por si só já foi muito comemorada pelo atleta e sua família. No entanto, além de fazer parte do grupo, o menino ganhou a vaga de titular e vestiu nada menos que a camisa 10 da Gávea, imortalizada por Zico. O jogador comentou sobre sua estreia no profissional e o belo gol marcado no Raulino de Oliveira.

    “A sensação é de dever cumprido. Conseguimos uma bela vitória, mas precisamos seguir com os pés no chão e com humildade sempre. A caminhada é longa até chegarmos ao nosso objetivo. Consegui dar um belo chute e marquei um golaço, fico muito feliz. Estrear no profissional foi um sonho que realizamos. Sempre trabalhamos na base pensando em chegar aqui e creio que encaramos essa responsabilidade com unhas e dentes”, disse o meio-campista.

    Leia mais: Raio-X dos Garotos do Ninho: conheça o grupo que representará o Flamengo na Copinha 2018

    Ainda com o time alternativo, enquanto o elenco principal realiza a pré-temporada, o Rubro-Negro volta a campo no próximo domingo (21), na Ilha do Urubu, às 20h15 (de Brasília), diante da Cabofriense, pela segunda rodada do Grupo B da Taça Guanabara. O Mais Queiro lidera a chave, com três pontos.

    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo 


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