Autor: diogo.almeida1979

  • Fla TV: Garotas da Gávea visitam a Embaixada Fla Recife

    Na última quarta-feira (11), o Flamengo/Marinha foi até Pernambuco enfrentar o Vitória de Santo Antão, em jogo válido pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro Feminino 2018. Jogando no estádio Barbosão, em Chã Grande, as Rubro-Negras venceram pelo placar de 4 a 1, com gols de Dany Helena (2x), Bárbara e Jane.

    Durante a estadia das Garotas da Gávea em Pernambuco, elas visitaram a Embaixada do Flamengo em Recife.

    Confira o vídeo divulgado pela Fla TV.

    O Projeto das Embaixadas

    Criado em 2008, o Projeto das Embaixadas passou por algumas reformulações nos últimos anos, principalmente após a criação dos Consulados, e está crescendo cada vez mais. As diversas sedes, no Brasil e no exterior, trabalham de forma ativa no desenvolvimento de ações sociais, de eventos e na captação de novos sócios-torcedores para o clube. Atualmente, entre Consulados e Embaixadas, existem 250 representes do Flamengo.

    Para fundar um Consulado, é preciso reunir um grupo com cinco sócios-torcedores e entrar em contato com o clube (por este link). Após a oficialização, a sede poderá almejar o título de Embaixada. Para isso, é preciso reunir, no mínimo, 30 st’s e realizar uma série de ações sociais (campanhas do agasalho, arrecadação de brinquedos para crianças carentes etc) estipuladas pelo Flamengo em um calendário anual.


    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

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  • Radar dos emprestados: Thiago Ennes tenta recuperar espaço no Náutico

    Campeão da Copinha em 2016, ao lado de Paquetá e Felipe Vizeu, o lateral-direito Thiago Ennes segue buscando seu espaço no futebol brasileiro. Sem chances no Flamengo, ele foi constantemente emprestado nos últimos anos, passando por União da Madeira (POR) e Cuiabá. No ano passado, transferiu-se para o Náutico, onde viveu seus melhores momentos como atleta profissional, até a lesão que lhe custou a vaga no time titular.

    Na equipe pernambucana, que atualmente disputa a Série C, Ennes teve o início dos sonhos. Foi titular no Alvirubro desde o momento da sua estreia, inclusive na campanha que culminou no título Estadual (que tirou o Timbu da fila de 13 anos), e conseguiu uma marca inédita na carreira: 21 jogos em sequência.

    Com os bons resultados, não demorou para conquistar a torcida. “Confesso que no começo eu não gostava muito de Ennes, mas depois ele ganhou a confiança da torcida”, declara a alvirubra Lorena Valença.

    https://www.youtube.com/watch?v=t_paDeElaGc

    Entretanto, em abril deste ano, uma lesão na coxa esquerda interrompeu a boa fase do Garoto do Ninho. Ele acabou ficando longe dos gramados por um mês, tempo mais que suficiente para perder o posto de titular absoluto da equipe.

    Enquanto Thiago Ennes se recurava, o Naútico, que não vivia boa fase na Série C do Brasileirão, trocou de treinador. Com a chegada de Marcio Goiano, o lateral Bryan recebeu oportunidade e correspondeu, conquistando a confiança do novo técnico.

    “No começo, toda a torcida questionou a opção por Bryan, que foi muito mal no primeiro semestre. Até foi colocado numa lista de dispensa. Mas mudou muito com Marcio. O Ennes é muito querido pela torcida por sua entrega dentro de campo. Jogador com algumas limitações, porém muito promissor. Joga com muita raça. Caso ele volte ao time titular, não será nenhuma surpresa e estaremos bem servidos”, destaca Carlos Filho, torcedor do Náutico.

    O empréstimo de Thiago Ennes com o Náutico vai até o final desta temporada e seu vínculo com o Flamengo até fevereiro de 2019. Ele foi promovido aos profissionais no mesmo ano que conquistou a Copinha, mas não disputou nenhuma partida pelo Rubro-Negro, para onde ele sonha voltar e fazer história, como disse em entrevista para o Mundo Bola.


    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Náutico/ Divulgação

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  • E quando franceses e croatas enfrentaram o Flamengo?

    Neste domingo o planeta vai parar para assistir a final da Copa do Mundo na Rússia. Franceses e croatas prometem fazer um grande jogo, uma disputa inédita que colocará grandes craques como Mbappé, Pogba, Griezmann de um lado, contra Modric, Rakitic e Mandzukic, de outro.

    Entretanto, a história desses dois países possui pontos de interseção com uma outra nação, a Rubro-Negra. E o Mundo Bola não poderia deixar de lembrar essas fotografias do passado do Flamengo e inserir um pouco destas lembranças neste dia especial para o maior esporte da humanidade.

    Leia também: Há exatos 58 anos, o Flamengo goleava o Dínamo Zagreb

    A verdade é que o Flamengo e uma equipe croata se enfrentaram apenas uma vez, foi com o tradicional Dinamo Zagreb, no Torneio Internacional do Morumbi de 1957, torneio organizado pelo São Paulo para arrecadar dinheiro para a construção do Morumbi, e que foi interrompido com o Fla na liderança. O jogo foi no Maracanã e o Fla venceu pelo placar de 4 x 1.

    Como o Torneio não despertou interesse dos torcedores e os jogos no Maracanã e Pacaembu permaneciam vazios, os clubes desistiram (cômico) no meio do quadrangular final. Parece que o São Paulo já tinha uma tendência a querer apoderar-se de troféus que não foram ganhos no campo. Declarou-se campeão do torneio e até hoje expõe a taça em sua sala de troféus.

    Não encontramos nenhum registro fotográfico da vitória larga do Fla sobre o time croata. Mas o blog Soberano conseguiu a escalação do Flamengo e a relação dos goleadores. Fato curioso, dois tentos foram marcados contra. Então podemos dizer que além do “croata” Eduardo da Silva, Rasek e Horvat são os dois outros jogadores do país a marcarem gols pro Mais Querido!

    Ficha Técnica:
    PRIMEIRA FASE
    Flamengo 4 x 1 Dinamo de Zagreb IUG
    Competição: Torneio Internacional do Morumbi
    Data: 16/06/1957
    Estádio: Maracanã
    Flamengo: Ari, Joubert, Pavão, Milton Copolilo, Dequinha, Jordan, Milton Bororó, Duca, Henrique (Luís Carlos), Dida (Julinho) e Zagallo.
    Gols do Flamengo: Dida, Rasek(contra), Julinho e Horvat(contra).
    (Fonte: Blog Soberano)

    Contra clubes franceses os confrontos são inúmeros. O mais recente deles, no entanto, aconteceu há 27 anos, em 10/07/91, e foi contra o hoje poderoso Paris Saint-Germain onde jogam os craques Neymar, Cavani, entre outros que defenderam suas seleções na Rússia este mês, e onde joga o próprio atacante francês Mbappé, cotado para ser eleito o melhor jogador da Copa, com apenas 19 anos.

    O jogo contra o PSG valia pelo tradicional Torneio de Paris e foi realizado no estádio Parc des Princes, onde a Seleção Brasileira foi derrotada pela França na final da Copa de 1998. Péssimas lembranças. Porém o Manto Sagrado não decepcionou. Após empate de 1 a 1 no tempo regulamentar, com gol de Zinho, atualmente comentarista dos canais Fox Sports cobrindo justamente a copa deste ano, os comandados do saudoso Carlinhos Violino venceram nos penais e garantiram a classificação para a grande final, que foi vencida pelo Olympique de Marseille por 1×0. Uma curiosidade: o goleiro do PSG era Joel Bats, que pegou a cobrança de Zico na Copa do México. Gilmar “vingou” o Galinho defendendo duas cobranças dos Les Rouge-et-Bleu.

    O time base na ocasião era: Gilmar, Fabinho, Junior Baiano, Rogério, Piá, Zé Ricardo, Júnior, Marquinhos (Luiz Antonio), Zinho, Marcelinho, Nélio (Paulo Nunes). Veja abaixo o gol da vitória do Olympique, o único registro que encontramos da campanha no torneio.

    O primeiro confronto contra franceses data de 1951. Foi um amistoso contra o Racing Paris, à época o clube mais forte da capital francesa e que hoje concentra-se no rúgbi. No mesmo Parc des Princes uma sonora goleada foi aplicada pelos homens de vermelho e preto: 5 a 1 pra cima dos donos da casa. O Fla contava com o seguinte escrete: Garcia, Biguá, Pavão, Valter, Dequinha, Bigode, Nestor, Hermes, Adãozinho, Índio e Esquerdinha.

    Outros encontros devem ser lembrados. Como o 6 a 1 aplicado no Nantes, jogo realizado na cidade de Nantes em 4/6/58, quando o futebol de Fernando, Joubert, Milton Copolillo, Tomires, Dequinha, Jordan, Babá, Luís Carlos, Henrique, Manuelzinho e Alfredinho causou pesadelos ao adversário.

    Em 1963, nova excursão em solo francês e a oportunidade de registrar na história mais um grande momento que liga o Flamengo às Copas do Mundo. Em junho daquele ano o Fla enfrentaria o fortíssimo Stade de Reims, na própria cidade de Reims. Hoje um tanto quanto esquecido, o clube é um dos maiores campeões franceses. Foi um dos grandes protagonistas do futebol francês na década de 50 e primeira metade da década seguinte. Seu estádio, o Auguste-Delune, viu uma geração de craques vestir a camisa do clube que se tornou base do selecionado do país na Copa da Suécia. Entre eles estão Raymond Kopa, Dominique Colonna, Robert Jonquet, Jean Vincent, Roger Piantoni e o monstro sagrado Just Fontaine, que até hoje é o maior artilheiro em uma única Copa do Mundo, com 13 gols assinalados em 1958 – a França inclusive, foi eliminada pelo Brasil de Pelé e Garrincha. O Flamengo perdeu por 3 x 1 este jogo amistoso.
     

    Colaborou Emmanuel do Valle.

    Imagem destacada: Arte sobre Reprodução YouTube/Divulgação

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  • A roda do destino

    Finalmente o momento mágico do futebol mundial está chegando a seu termo. Croácia eliminou a Inglaterra e juntou-se à França para realizarem a grande decisão da Copa do Mundo da Rússia em 2018.

    Justo, injusto, argumentos variam, afinal, futebol não é só preparo, esforço, raça, objetividade, etc. Também é sorte. O imponderável também joga. Se chutes fossem direcionados pelo menos 10mm para o lado…Se a bola não batesse no pé do cara…enfim, n variantes que ocorrem em um jogo, que determinam o resultado final. Assim também não é a vida? Relacionamento de uma vida que ocorre porque no último momento você pegou aquele ônibus? E se não pegasse?

    Leia do mesmo autor:
    Idas, vindas e planejamento na pausa da Copa
    Os ciclos

    Enfim, a roda do destino gira para todos enquanto vivos. Para você, para uma sociedade, para um clube de futebol. E um clube de futebol deve se preparar sempre para este tipo de enfrentamento com o destino. Se antecipar, planejar para que a roda gire majoritariamente para seu lado.

    Tivemos um exemplo. Pegamos a seleção brasileira. Ela se preparou para a Copa? Em tese sim. Estavam lá a comissão técnica, todo o staff que cerca esta estrutura e, claro, os jogadores. Mas pergunto. Este conjunto de jogadores levados para a Copa do Mundo estavam adequados a características desta competição, considerando ser uma competição curta, de alta performance? Não. Tite privilegiou a equipe que foi montando ao longo de uma competição de pontos corridos longa, a chamada Eliminatórias, que, para piorar, ocorre em outro momento, afastado da Copa do Mundo em si.

    Competições de características e momentos diferentes. Assim, como um treinador leva para a Copa do Mundo praticamente o mesmo grupo de jogadores, alguns deles fora de ritmo, em má fase técnica e outros mesmos contundidos?

    O que foi isto senão dar um empurrão a roda do destino para prejudicar o Brasil?

    Mas, a CBF tem mil e um assessores. O próprio Tite esvaziou o Corinthians levando todo mundo que podia, inclusive jogadores sem qualificação técnica para a Copa. Mas isto o ajudou a tomar a melhor decisão? Não. Porque o foco do Tite era com o “grupo” e não com a seleção brasileira. Como isto já aconteceu outras vezes, com o próprio Dunga, por exemplo, vê-se que a CBF aceita este tipo de comportamento e, francamente, pouco está interessada em títulos. Seu objetivo é o faturamento fabuloso que adquire com o marketing da seleção brasileira. Sem auditoria, sem prestação de contas, um “negócio” fabuloso junto aos envolvidos. E uma confederação que entrega toda a sorte da seleção que é responsável à uma comissão técnica, sem realizar nenhuma análise crítica da atuação e escolhas da mesma para uma Copa do Mundo, que tipo de ajuda faz à roda do destino?

    E vamos pensar no Flamengo neste momento. Está fazendo sua parte na estrutura. Construindo um CT de ponta. Evidente que isto ajudará em muito, em que pese a necessidade de mais campos de treinamento, que ainda serão abertos no próprio Ninho e, se conseguir fazer negócio, também em um terreno vizinho. Mas será possível termos treinamento de qualidade de ponta tanto para a base como para os profissionais. Isto ganha pontos na roda do destino.

    Mas quanto ao ano de 2018. Competições grandes vindo. Flamengo vem mais fraco neste segundo semestre do que no primeiro. Ao menos em termos de elenco. As saídas de Vinicius Jr, Felipe Vizeu e Jonas, tiraram força de nosso ataque e a única alternativa viável ao Cuellar, para o esquema de volante-único.
    Certo que volta Guerrero até agosto, em que pese o sempre eminente julgamento que pode o suspender dos gramados novamente. Injusto. Mas possibilidade real.Também temos Uribe. O que, convenhamos, é uma incógnita. Barbieri treina então com Marlos mais avançado e, por enquanto, tenta Rômulo para substituição de Cuellar. São as armas que lhe restam. Que tipo de ajuda esta falta de reforços e esvaziamento de elenco traz à roda do destino ?

    Politicamente temos questões. A Ilha do Urubu está sendo questionada. Em que pese ter sido uma boa solução para os jogos em casa do Flamengo em 2017. Custou caro montar toda aquela estrutura. Mas não seria diferente para a qualidade que se espera do Flamengo de hoje, diferente do mambembe de ontem. Mas erros podem ter sido realizados em um projeto desta envergadura e, claro, serão aproveitados politicamente por “engenheiros da obra pronta”, que reclamam da solução “ilha do Urubu” mas esquecem que aprovaram o projeto na ocasião porque sabiam que o Flamengo simplesmente ficou sem chão, com Botafogo retendo Engenhão para si, e Maracanã sem condições. Fora o fato que a CBF proibiu o mando de campo fora do estado de origem.

    E há também a questão que reclamam que o Flamengo suspendeu o contrato com a Portuguesa. Na minha opinião, depois do novo contrato acordado com o Maracanã, não faria nenhum sentido econômico manter este uso de manutenção cara do estádio da Portuguesa. Enfim, é um assunto que promete ser quente e será debatido no Conselho na semana que vem, justamente na semana que reinicia o campeonato brasileiro. E instabilidade política, o que invariavelmente faz com a roda do destino?

    Enfim, a roda do destino gira, considerando, claro, o imponderável… Apesar de todos os erros, pode-se conseguir, pela sorte. Mas é melhor e mais seguro que se consiga pelo planejamento correto, eficácia e presteza nas ações. Que é ponderável, e o ponderável correto ajusta a roda do destino para ele.
     

    Imagem destacada: Gilvan de Souza/Flamengo

     


    Flávio H. de Souza escreve no Blog Pedrada Rubro-Negra. Conselheiro do Flamengo e politicamente livre. Siga-o no Twitter: @PedradaRN
     

     

  • Bem-vindos, todos… de volta ao Flamengo

    Durante a Copa do Mundo, esse período tão tenebrosamente sem-Flamengo, eu voltava sempre a pé depois de deixar meu filho na creche-escola dele. E sempre passava por um camelô (a cidade nunca teve tantos) que vendia os tais cavalinhos do Fantástico, aqueles que mostram a classificação do campeonato brasileiro. No entanto, os cavalinhos neste camelô estavam vestidos com a camisa da seleção brasileira, da Argentina, do Uruguai, até da França; e nessa hora eu sentia um profundo desalento, ao verificar a ausência do cavalo rubro-negro – e, pasmem, até mesmo os cavalos mais retardatários como os de Vasco, Botafogo e Fluminense.

    Há quem argumente, não sem ter alguma robustez, mínima que seja, que todos os anos em dezembro e janeiro vivemos este período sem Flamengo – na verdade, curiosamente, dados estatísticos da década passada indicavam que este sempre foi o período em que jornais esportivos como o diário Lance! mais circulava. Não há, portanto, esse deserto de Flamengo tão propalado por aí. Há na verdade uma profusão de reflexões e ideias – tal como as que permaneceram sendo propagadas nas redes sociais, principalmente no que tange a contratações (tema ao qual voltarei em outro artigo). Mas nessas férias de Copa, no entanto, há futebol e de razoável qualidade. Ou seja, não é como em dezembro e janeiro. O futebol, ainda que não o nosso, permanece.

    Mal comparando, é como se o nosso dezembro e janeiro fossem um acampamento, onde nos afastamos das emoções da civilização, do conforto urbano, e ficamos debatendo na escuridão, na selva, mas ainda com o Flamengo a ocupar nossos corações e mentes. Já passar um mês inteiro vendo um evento de menor importância (digo em relação ao Flamengo, não em termos absolutos) como a Copa é, numa comparação extrema, uma espécie de exílio: vemos a mesma paisagem, prédios, carros e ônibus até parecidos. Mas esta não é a nossa terra, a nossa gente, o nosso sangue. Apesar de em muitos jogos eu ter realmente me divertido (como no Argentina x França, o único jogo épico da Copa – e escrevo antes da final, na qual não levo muita fé, mas espero estar errado), na maior parte das vezes eu me senti indiferente. Não que estivesse, como alguns por aí, “defecando para a Copa” (mas recebendo resultados em tempo real via grupos do whatsapp), mas na maior parte do tempo me revestia da apatia de Mersault, personagem de Camus em O Estrangeiro, pouco preocupado com o próprio destino depois de matar um árabe e muito envolvido no velório da própria mãe. Mersault, como sabemos, é condenado à morte – mas mesmo assim, continua exaltando sua indiferença mútua com o resto da humanidade.

    Tal como Mersault, eu simplesmente não conseguia me importar. Mesmo quando a seleção corint…ops, brasileira foi eliminada, meu dia se resumiu a ir passear com meu filho na festa junina perto de casa e comprar-lhe estalinhos, atirados com alegria ao chão.

    Sim: de alguma maneira, quando o Corin…ops, o Brasil foi eliminado, tive a sensação de que o exílio começava a acabar. Calma: não fiquei alegre nem torci contra o Brasil. Mas tal e qual o árabe morto por Mersault, não foi um fato que aconteceu dentro do meu coração – apenas no meu cérebro.

    Fiquei triste, sim, por todas as crianças. Sei bem o que é uma seleção brasileira, por mais corint…por pior que seja, na cabeça e no coração de uma criança. Mas o que morria ali não era parte de mim. “Thislandisyourland”, poderia ter cantado, com razão, Woody Guthrie, cheio de ironias, naquele momento.

    Mas hoje acaba. E me desloco da obra de Camus para os Primeiros Cantos, de Gonçalves Dias, obra em que foi publicada sua Canção do Exílio. Consta que o poeta (os estudiosos me corrijam, por favor, eu realmente não sei) na época em que escreveu isto estava estudando em alguma universidade em Portugal, e resolveu espinafrar nossos amigos lusitanos exaltando os valores da velha colônia:

    Minha terra tem palmeiras,
    Onde canta o Sabiá;
    As aves, que aqui gorjeiam,
    Não gorjeiam como lá.
    Nosso céu tem mais estrelas,
    Nossas várzeas têm mais flores,
    Nossos bosques têm mais vida,
    Nossa vida mais amores.
    Em cismar – sozinho – à noite –
    Mais prazer encontro eu lá;
    Minha terra tem palmeiras,
    Onde canta o Sabiá.
    Minha terra tem primores,
    Que tais não encontro eu cá;
    Em cismar – sozinho – à noite –
    Mais prazer encontro eu lá;
    Minha terra tem palmeiras,
    Onde canta o Sabiá.
    Não permita Deus que eu morra,
    Sem que eu volte para lá;
    Sem que eu desfrute os primores
    Que não encontro por cá;
    Sem qu’inda aviste as palmeiras,
    Onde canta o Sabiá.

    A influência deste poema, os senhores podem notar, chegou até a letra do Hino Nacional. Gonçalves Dias descreveu a sensação exata de um dia ter uma Nação e no outro perdê-la, ainda que temporariamente, num exílio que, creio, foi até voluntário.
    O que escreveria um rubro-negro ao se ver exilado do Flamengo? Tenho tremores (sem babar) só de pensar. “Na minha terra tem Flamengo/Onde joga o Paquetá”, talvez ele cantasse, numa versão meio cretina – mas plena de realidade. Nada tão real quanto o trecho que destaco abaixo:

    Minha terra tem primores,
    Que tais não encontro eu cá;
    Em cismar – sozinho – à noite –
    Mais prazer encontro eu lá;

    Por mais que seleções brasileiras sejam importantes para a infância, que Copas sejam uma brincadeira até interessante (tais como quermesses, festas de fim de ano no trabalho ou rodas de buraco e 21), não há nada, como os senhores sabem, como o Flamengo. É pelo Flamengo que dividimos nossas vidas e nosso tempo, é pelo Flamengo que nos formamos como cidadãos – é o Flamengo que nos ensina que de vez em quando é preciso entrar em campo e sentar a mão na cara de quem nos agride, é o Flamengo que nos ensina que no último minuto o inusitado pode acontecer a nosso favor, é o Flamengo que nos ensina que devemos gerir melhor nossas finanças, é o Flamengo que nos ensina a não usar camisa pirata nem se for de escola de samba. O Flamengo é a nossa terra, é lá onde encontramos mais prazer – o nosso maior prazer, vê-lo brilhar.

    Por isso, não contive minha emoção ao ver os cavalinhos de clube de volta ao camelô na sexta-feira passada, quando voltava da creche do meu filho. O Flamengo está voltando – ou melhor, nós estamos voltando ao Flamengo, a nossa terra, onde não tem mais Palmeiras (que não tem Mundial), mas tem coqueiros, praias, lagoas e ilhas (como a de Paquetá), onde tem o nosso sangue, onde nos reconhecemos no espelho d’água.
    Ver tanto futebol e não ver Flamengo é como caminhar por cidades enormes sem ver um boteco sequer, é tal como olhar para cima e não ver nem sombra do Redentor, é – como dizem os Rolling Stones – olhar para uma multidão sem rosto:

    Andwhen I search a facelesscrowd
    A swirlingmassofgrayand
    Black andwhite
    Theydon’t look real to me
    In fact, they look sostrange
    (Salt ofthe Earth, 1968)

    O Flamengo é aquilo que mais reconhecemos em nós mesmos. É bom voltar a nós. Sejamos, todos, bem-vindos.
     

    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Divulgação / FIFA

     


    Gustavo de Almeida é jornalista desde 1993, com atuação nas áreas de Política, Cidades, Segurança Pública e Esportes. É formado em jornalismo pela Universidade Federal Fluminense. Foi editor de Cidade do Jornal do Brasil, onde ganhou os prêmios Ibero-Americano de Imprensa Unicef/Agência EFE (2005) e Prêmio IGE da Fundação Lehmann (2006). Passou pela revista ISTOÉ, pelo jornal esportivo LANCE! e também pelos diários populares O DIA, A Notícia e EXTRA. Trabalhou como assessor de imprensa em campanhas de à Prefeitura do Rio e em duas campanhas para presidente de clubes de futebol. É pós-graduado (MBA) em Marketing e Comunicação Empresarial pela Universidade Veiga de Almeida. Atualmente, escreve livros como ghost-writer e faz consultorias da área de política, além de estar trabalhando em um roteiro de cinema.
     

     

  • Gavya, dezembro de 2048 (um conto do Flamengo do futuro)

    Acabou a confusa Liga Brasileira de Futebol de 2048. Após 76 rodadas, o Flamengo comemora a 18ª colocação, conquistada depois de um empate heroico em plena Trapiche Arena diante do CSA.

    Na Gávea, Enzo Lucas D’Aubert, VP de Marketing do Flamengo Business & Sports não comemora. Está diante do ultimato recebido do presidente Dyda, um robô dotado de inteligência artificial programada com base nas interações com os partners-torcedores: voltar a ser o clube mais popular do país.

    Leia também: O parquinho de 40 milhões

    A liderança, perdida há sete anos, assombra a Gavya, sede recém-batizada após o levante de 2046, onde os temidos MulamBoss, grupo rebelde formado por anti-partners (cidadãos cariocas sem registro de retina, obviamente excluídos do programa partner-torcedor, e out-rios, especialmente norte-nordestinos), invadiu, roubaram os troféus do antigo clube e destruíram toda arquitetura fajuto-futurista, incluindo a piscina gelatinosa recém-adquirida das empresas de Elon Musk Jr, o presidente mundial da Terra.

    Como reverter o quadro? D’Aubert amplia o holoGráfico à sua frente e extrai os dados mais significativos, o início da década de 20. 2020: ali aparecem os primeiros números da derrocada. Olha pro teto em 6k que exibe imagens ininterruptas de antigos dirigentes e pergunta: “Por que vocês não fizeram nada? Nós éramos os maiores, de Norte a Sul!”

     

    D’Aubert, pela primeira vez em anos, tem razão. Quando as ultrapassadas pesquisas começaram a apontar uma estagnação no número de torcedores, os dirigentes do antigo Clube de Regatas riram: “Temos o maior contrato de TV, o maior patrocínio esportivo, somos os maiores nas redes sociais” – é o som da entrevista em áudio quantum-surround que invade a sala na Gavya.

    A miopia rei-solar impediu que os antigos maias rubro-negros, agora extintos (alguns pelas mãos vingativas dos MulamBoss), enxergassem a realidade que se desenhava: o “resto” do Brasil também tinha acesso às novas tecnologias, também produzia conteúdo, também consumia… hábitos e ferramentas característicos da época. E, ignorados pelo clube de futebol que lhes despertou amor, também ignoraram quando seus filhos e netos escolheram outros times pra torcer.

    Naquela pitoresca época, os então chamados “clubes locais” passaram a investir em marca, conteúdo e interação, algo que os clubes europeus dominavam há vários anos. A concorrência era dupla: a paixão local, inflamada pelos grupos neo-xenófobos, que abominavam tudo que não vinha de seus estados (especialmente nordestinos) e a paixão europeia, com distâncias encurtadas cada vez mais pela tecnologia.

    Não deixe de ler também: Essa gente que só reclama…

    Não foi preciso mais que uma década de bombardeio incessante dessas duas frentes para que os números começassem a preocupar o Flamengo. No final dos anos 30, com a implementação da leitura de retina nos cidadãos brasileiros, o horror, o horror… pesquisas de opinião foram substituídas por respostas em tempo real. Cada marca saberia na hora qual seu grau de interação com seu cliente.

    E a marca Flamengo foi duramente golpeada pelos números: estava empatada, pela primeira vez na história, com o extinto Corinthians, clube que simbolizou o fim de práticas escusas no futebol fechando suas portas em 2043. Dali para a perda de liderança e espaço para os locais e europeus, foi um salto quântico.

    ***

    Os holoGráficos dos últimos sete anos passeavam diante dos olhos de D’Aubert. Sabia a razão do fracasso, sabia que nem os saudosos Hepta de 2018, o Octa de 2020 e o Enea de 2021 conseguiriam alterar a dura realidade diante de si. Sabia que a bonança financeira que se seguiu com títulos, grandes jogadores e a histórica volta do então melhor jogador do mundo, Vinícius Jr, em 2023, não se sustentaria diante da perda da hegemonia de torcedores-clientes, como eram chamados na época.

    Há 7 anos sentava para negociar contratos desesperadamente, usando a expressão que seu bisavô lhe ensinara: “com o pires na mão”. Trazia consigo somente os números: a quinta maior torcida do país, a décima nona em partners-torcedores (a maioria exclusivamente por causa da incendiada piscina gelatinosa) e a ameaça constante de novos ataques dos MulamBoss. Desesperado, acionou o call que vinha evitando: o bot da Parallel Corp atendeu.

    No dia seguinte, o Flamengo Business & Sports amanheceu sem cloud-coins em seus registros. ZERO cloud-coins. O presidente Dyda, acionando os dados da noite anterior, imediatamente entendeu o que se passava. Sabia que era seu último dia no posto. A partir daí, com a realidade alterada que seu VP comprou com a Parallel Corp, na maior negociação da história das mudanças de realidade, tudo se modificaria. Curioso, quis conhecer a nova vida que sua não-existência não permitiria: “D’Aubert, pra que ano você voltou?”

    Do outro lado do call, esperando ser teletransportado a qualquer momento para um antigo boteco comemorando o Icosacampeonato do “novo” Clube de Regatas Flamengo que surgiria no dia seguinte, ele respondeu: “Pra 2013, Dyda. Conversei com a galera lá, os dirigentes. Mostrei o futuro. Pedi pra investirem no sócio-torcedor. No off-Rio. No povo. Na alma do Flamengo. É isso que nos fez maiores. E é isso que nos fará maiores eternamente”.

    O presidente Dyda desligou feliz. Como último feito, precisava registrar na história, mesmo alternativa, o ato de heroísmo de seu VP. Pediu que um funcionário colocasse um novo tijolinho no Muro das Lamentações Rubro-Negras, sítio arqueológico preservado após o ataque à sede. Sem entender, o funcionário encaixou o tijolinho onde se lia: homenagem a Enzo Lucas D’Aubert, rubro-negro anônimo. E no final daquele dezembro, a Nação comemorava então, mais feliz que nunca, o Ano-Novo de 2049.

    Por Graziella. Siga a autora no Twitter.

  • Futebol Masculino: veja as datas importantes para o Flamengo ainda neste mês de julho

    A Copa do Mundo está acabando e em breve as competições nacionais voltarão com tudo. Líder no Brasileiro e classificado para as fases de mata-mata da Copa do Brasil e da Libertadores, o Flamengo terá, caso vá adiante nas três competições, um restante de temporada bem agitado, com jogos em períodos curtos e pouco tempo de descanso. Com base nisso, o Mundo Bola decidiu dar início a um calendário mensal com as datas importantes para o Rubro-Negro com o devido destaque para algumas delas.

    Confira as datas de julho:

    15 de julho – Final da Copa do Mundo

    16 de julho – Início da janela de transferências internacionais
    O Flamengo corre contra o tempo para fechar a contratação, pelo menos, de um ponta esquerda, para a vaga deixada por Vinicius Jr. O clube, que já tentou o holandês Ryan Babel, negocia agora com Vitinho, ex-atacante do Botafogo e Internacional que hoje está no CSKA Moscou (RUS). Vale lembrar que nessa parada para a Copa além das perdas de Vinicius Jr e Vizeu, sacramentadas anteriormente, o Flamengo vendeu o volante Jonas para o Al-Ittihad (SAU) e contratou apenas Fernando Uribe, atacante ex-Toluca.

    18 de julho – Campeonato Brasileiro: Flamengo x São Paulo (Maracanã)
    Três dias após o término da Copa do Mundo, o Flamengo enfrenta o São Paulo no Maracanã com expectativa de casa cheia, e não é para menos. Os dois clubes brigam pela ponta da tabela do Campeonato Brasileiro. Em campo, o treinador Maurício Barbieri não poderá contar com Cuéllar e Dourado, suspensos por conta da confusão no jogo diante do Palmeiras. Ao que tudo indica a opção do treinador será por Rômulo no lugar de Cuéllar, Marlos Moreno na vaga deixada por Vinicius Jr e Guerrero no lugar de Dourado.

    21 de julho – Campeonato Brasileiro: Flamengo x Botafogo (Maracanã)

    25 de julho – Campeonato Brasileiro: Santos x Flamengo (Vila Belmiro)

    29 de julho – Campeonato Brasileiro: Flamengo x Sport (Maracanã)

    30 de julho – Prazo final para a inscrição de jogadores na Copa do Brasil
    A janela de transferências internacionais vai até o dia 15 de agosto, mas o regulamento da Copa do Brasil estipula o prazo final para a inscrição de jogadores até o final do mês de julho. Ou seja, caso o Flamengo contrate qualquer jogador após o dia 30 de julho, o atleta não poderá ser utilizado para a competição. Apesar de “perder” 15 dias da janela internacional, vale lembrar que o regulamento foi mudado para esse ano, e que até o ano passado a data limite era abril. Em 2017 Diego Alves e Everton Ribeiro, ambos contratados na janela de verão, ficaram de fora da Copa do Brasil.

    Foto destacada: Reprodução

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  • Em amistoso, Felipe Vizeu marca seu primeiro gol pela Udinese

    O sábado foi de estreia para o atacante Felipe Vizeu no futebol italiano. Em partida amistosa contra a pequena Rappresentativa FVG, o Garoto do Ninho marcou um gol e deu uma assistência, na vitória da Udinese por 10 x 0.

    Recém-chegado ao futebol italiano, o atacante começou a partida no banco de reservas. No segundo tempo, quando a Udine já vencia por 6 a 0, o técnico Julio Velázquez resolveu mudar todos os onze atletas em campo, para fazer alguns testes visando o início da temporada.

    Aos 24 minutos do segundo tempo, após boa tabela, o atacante deixou o meia senegalês Mamadou Coulibaly na cara do gol, fazendo o oitavo gol da equipe italiana. No minuto final da partida, foi a vez da estrela do Garoto do Ninho brilhar. Após boa jogada do também brasileiro Ewandro, Felipe Vizeu recebeu na cara do gol e não perdoou, fechando o placar na sonora goleada.

    O zagueiro Samir, cria da base Flamengo e titular absoluto da equipe italiana, também esteve em campo.

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    No início desta temporada, Felipe Vizeu foi vendido pelo Rubro-Negro por 6,5 milhões de dólares para a Udinese, equipe na qual Zico fez história. Com a camisa rubro-negra, o atacante fez 75 jogos e marcou 20 gols.


    Foto de destaque: Divulgação/ Udinese

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  • Empate com o Foz Cataratas classificará o Flamengo/Marinha à próxima fase do Brasileiro Feminino

    Após quatro vitórias nos últimos quatro jogos, o Flamengo/Marinha terá compromisso importante na próxima terça-feira (17): a partida contra o Foz Cataratas/Coritiba, válida pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro Feminino A1 2018, poderá sacramentar a presença do Rubro-Negro nas quartas de final da competição. O jogo ocorrerá na Gávea, às 15h, com entrada gratuita aos torcedores.

    Vale lembrar que o desempenho do Mengão jogando na Gávea nesse Brasileiro Feminino é favorável: em 5 jogos, foram quatro vitórias e um empate, resultando em 86,66% de aproveitamento.

    Classificação

     

    Atualmente, o Flamengo está na segunda colocação do grupo 2, com 21 pontos conquistados e 7 pontos atrás do líder, o Santos. Os quatro primeiros colocados classificam-se para a próxima fase da competição. Porém, com um empate diante do Foz Cataratas, a equipe carioca garante vaga antecipada, sendo que não poderá ser alcançada pelo 5º colocado.

    Desfalques

    O técnico Ricardo Abrantes não poderá contar com seis atletas para essa partida. A goleira Kemelli e as zagueiras Andressa e Ingryd estão com a Seleção Brasileira Sub-20, enquanto a lateral Rayanne, a zagueira Ana Carol e a meia Ju estão com a Seleção principal. O XI titular da partida anterior foi composto por: Kaká; Rayanne, Andressa, Day e Fernanda Palermo; Ju, Jane e Bárbara; Flávia, Larissa e Dany Helena.

    O adversário

     

    Foz Cataratas empatou com o Rio Preto na rodada passada. Foto: Tim Foz

     

    O Foz Cataratas/Coritiba-PR está na quinta colocação do grupo 2, somando onze pontos em dez jogos disputados: duas vitórias, cinco empates e três derrotas, além de 8 gols marcados e 9 sofridos. No primeiro turno, jogando em Foz do Iguaçu, as equipes empataram sem gols. Nas últimas rodadas, a equipe paranaense empatou todas as partidas.

    Arbitragem – Flamengo/Marinha x Foz Cataratas

    O duelo será conduzido pela árbitra Beatriz Oliveira Dantas, auxiliada por Beatriz Geraldini de Sousa e Fabiana Nobrega Pitta.

    Regulamento

    O Flamengo está no grupo 2, juntamente de Vitória-PE, Foz Cataratas/Coritiba-PR, Rio Preto-SP, Santos-SP, Portuguesa-SP, Audax-SP e Ponte Preta-SP. Na primeira fase da competição, as equipes do mesmo grupo enfrentam-se em turno e returno. As quatro melhores, avançam às quartas de finais, após isso, mata-mata com jogos de ida e volta. O campeão, além do troféu, garante vaga na Libertadores da América Feminina 2019.

    Créditos imagem destacada: Caio Sertori / Mundo Bola

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    Scarlett e Lia reforçam o elenco do Flamengo/Marinha

  • Scarlett e Lia reforçam o elenco do Flamengo/Marinha

    No dia 8 de julho, quem acompanha o time feminino do Flamengo/Marinha, pode notar a presença de duas novidades na equipe. No aquecimento e no banco de reservas, mais duas atletas foram integradas ao elenco Rubro-Negro para a temporada: a meio-campista Scarlett e a goleira Lia Nogueira.

    O técnico da equipe, Tenente Ricardo Abrantes, comentou sobre a incorporação das jogadoras: ”A Scarlett é volante/meia, talentosa, estava no Audax e só foi inscrita na competição agora, pela demora na documentação, acabou de se formar em 3ª sargento na quinta-feira, dia 5. A Lia é ex-goleira do Vasco, estava parada, e foi uma indicação devido ao talento e capacidade de treinar e evoluir. As duas são universitárias, o que melhora muito o entendimento e compreensão tática”.

    Lia: mais uma opção para o gol do Flamengo/Marinha. (Foto: Cario Sertori/Mundo Bola)

    A meia Scarlett, 24 anos, possui passagens pela Portuguesa, São José, Foz Cataratas, 3B (do Amazonas), Audax, entre outras equipes. Enquanto a goleira Lia, de 23 anos, já vestiu a camisa do Botafogo, Vasco, Duque de Caxias,

    Scarlett já fez sua estreia com a camisa do Mengão. Entrou no segundo tempo do jogo contra o Audax, porém, saiu substituída após se lesionar numa forte dividida. Com Lia, agora o Flamengo possui 4 arqueiras: Kaká, Kemelli, Stefane e a própria Lia Nogueira.

    Créditos nas imagens: Caio Sertori/Mundo Bola

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