Autor: diogo.almeida1979

  • O que nos une

    Toda semana eu tento entregar ao Diogo, editor e fundador deste espetacular Mundo Bola, um artigo para sair no domingo aqui no Ethos Flamengo. Combinamos este dia da semana por entender que seria mais afeito a reflexões, e independer de resultados no campo – se o jogo fosse sábado, não poderia ser mencionado, se for no domingo o leitor teria acesso antes.

    Infelizmente, a vida não deixa a gente acertar o planejamento das coisas. E quem tem filhos tem pressa. Imaginem vocês: dois jogos do Brasileirão já se passaram (e o terceiro isloading) e não atualizou o Ethos Flamengo. Pior: além de só atualizar nesta terça-feira, dia 24 de julho, ainda vou voltar uma semana no tempo para discutir uma questão flamenga que vejo ser da maior necessidade: como fazer oposição (algo fundamental) no Maior Clube do Universo.

    Leia também: O Flamengo nasceu do Fluminense? Saiba a resposta neste papo entre pai e filho

    Dois fatos me levaram a esta reflexão – e que coloca acima mais como pergunta do que como resposta. O primeiro fato, a incompreensível campanha contra um dirigente chamado Taves (a quem não conheço), que seria, segundo dizem, torcedor do Corinthians. O segundo fato, a derrota para o São Paulo e um comentário de uma torcedora de oposição – “Foram vender o Éverton, olhaí” – que dá a entender que a culpa do mau resultado foi, efetivamente, da venda de um dos nossos jogadores para o rival.

    Ambas as teses, o leitor que é iniciado em ciência política já percebeu, são meras narrativas. Ou seja, textos que elevam uns atributos e diminuem outros conforme a necessidade do criador – e volta e meia acrescenta-se meias-verdades.

    São as narrativas pós-modernas dos justiceiros sociais que nos fazem frequentemente perder as estribeiras com tuiteiros que postam piadas idiotas racistas e desejar prisão, cadeia, etc – quando meses antes estávamos pregando que determinado homicida, por ser menor de idade, deveria ser perdoado porque não teve escola ou família.

    É óbvio que o tal youtuber é um idiota contumaz, mas daí a colocar o mesmo numa prisão ao lado de traficantes e homicidas vai uma longa distância. Mais longe do que aquela que vai entre entender problemas sociais e achar que uma pessoa por ser pobre tem direito de cometer homicídio e permanecer em liberdade.

    No entanto, se você encaixar uma narrativa certa, pode fazer a Janela de Overton conduzir a opinião pública para um cenário em que se condene mais o youtuber do que o homicida.

    No Flamengo, por mais que eu tenha críticas à forma com que a administração conduziu o futebol (sem títulos até agora), me parece que há um esgotamento das narrativas anti-gestão azul. Exemplo claro disso são essas duas. Passemos por algumas linhas sobre o caso do Taves (não escrevo o primeiro nome porque neste momento nem lembro).

    1- Ao que parece, foi muito bem-sucedido na comunicação. Sincera e honestamente? Claro que ele deve ser competente. Mas ser bem-sucedido na comunicação de um clube com 40 milhões de torcedores é difícil e fácil ao mesmo tempo. É difícil porque a mensagem precisa ser perfeita. É fácil porque não falta gente para cumprir as metas de métricas.

    2- Ah, ele é Corinthians? Bom, eu passei alguns anos fazendo matérias críticas à Polícia Militar e um dia me tornei o assessor civil da corporação e lá fiquei cinco anos. Podem ter certeza: seria muito mais difícil para um policial aceitar a presença de um repórter outrora contestador do que para nós aceitar um dirigente que torce por outro clube.

    3- Como foi surgir essa campanha se justamente ao que parece o cara…cumpriu e até bateu as metas?

    Bom, passemos ao caso de Éverton, que é realmente um bom jogador e fez vários gols decisivos pra gente – embora não fosse nenhum Einstein dentro de campo. Mas sinceramente, no dia em que o Flamengo tiver que chorar saída de Éverton (como ficamos semana passada quase lacrimejando a saída de Jonas) é porque estaremos num nível abaixo até do Vasco.

    Acho que precisamos de compostura. Precisamos tanto de oposição quanto de compostura. E uma oposição forte, com atuação fiscalizadora, não pessoas que só querem falar “olhaí não falei?”. A compra, por exemplo, do tal Everton Fellipe (que me parece uma compensação pela saída do Éverton e do Felipe Vizeu), precisa ser investigada, cobrada, apurada, pois o sujeito ano passado estava operando os ligamentos. Aí sim.

    Nós temos a compulsão – nós, humanos – de nos organizar em grupos de preferências, simpatias e preconceitos (sim, preconceito é uma palavra feia mas pode salvar sua vida numa selva). E ser “anti” é uma compulsão que nos atrapalha o raciocínio – vide o caso dos anti-rubro-negros. No livro (magistral) A Descoberta do Outro, do pensador Gustavo Corção (1896-1978) há uma sublime passagem sobre, por exemplo, o anticomunismo. Que reproduzo abaixo:

    Outro exemplo impressionante e um pouco mais atual é o do anticomunismo militante praticado por alguns católicos, como oposição essencialmente definidora de um autêntico cristianismo. O comunismo pode ser definido ao longo de dois vetores antinômicos: de um lado é uma racionalização do mal, atribuindo todo sofrimento humano ao desequilíbrio econômico. Do lado oposto, nos processos de retificação, contém um voluntarismo revolucionário irracionalista.

    Ora, o anticomunismo cai exatamente na mesma antinomia, porque de um lado racionaliza o Mal vendo-o totalizado no comunismo, e de outro lado adota, para a supressão daquele mal, a mística de uma ordem contrarrevolucionária, igualmente irracionalista. Entram na dialética para combater os dialetas.

    Meu xará, frequentemente associado ao conservadorismo (uma leitura do livro mostra que ele é conservador sim, mas vai mais longe do que esse rótulo) acertou na mosca: “de um lado racionaliza o Mal vendo-o totalizado no comunismo, e de outro lado adota, para a supressão daquele mal, a mística de uma ordem contrarrevolucionária”.

    Não estou comparando, evidentemente, a Gestão Azul com nenhuma forma de marxismo – mas com certeza vejo certo tipo de oposição fundada em narrativas como a entidade denunciada por Corção neste artigo, com a “mística de uma ordem contrarrevolucionária”. Criaram-se memes como o “contrata, Flamengo”, construíram-se narrativas de que estamos parados no tempo, quando na verdade o clube segue, como todos os clubes brasileiros, com alguns erros de planejamento. Mas diferentemente de todos os outros brasileiros, em condições de repatriar jogadores de 24 anos de clubes estrangeiros.

    O amigo de oposição que me leu até aqui e acha que eu estou querendo ensiná-lo a criticar os Azuis, já peço desculpas de antemão. De forma alguma. A minha proposta aqui é a de buscar os motivos verdadeiros para críticas, mas, diferentemente de outros clubes, criar uma oposição eclesiástica – já que estamos tratando do clube mais importante do universo.

    Digo “eclesiástica” na falta de uma expressão melhor, pois quero citar exatamente o exemplo da Igreja Católica. No Concílio Vaticano que terminou em 1965, diante de filosofias materialistas e antropocêntricas cada vez mais dividindo a Igreja, o Papa Paulo VI sacramentou em tom definitivo: “O que nos une é muito maior do que o que nos separa”.

    É basicamente como eu vejo o Flamengo. Uma família indissociável – e que há alguns anos atingiu um estágio superior a todos os outros clubes brasileiros no quesito orçamento familiar. Falta, claro, restabelecermos supremacias e hegemonias dentro de campo, mas eu creio que será questão de tempo. Vamos precisar de todos, situação, passadores de pano, oposição e, não, não vamos precisar de gente que cria estado de insegurança contra profissionais, se é que me entendem.

    Esta união, esta transformação do Flamengo em rocha sólida e inquebrável, é urgente e necessária para enfrentar o que vem por aí. Fomos descobertos. Agora eles sabem que o Flamengo está vivo e com instinto predatório – vão nos caçar por todos os lados, vão colocar arbitragens, vão promover tumulto, vão usar jornalistas, tudo para conter o retorno brutal do Flamengaço ao papel de Senhor Supremo e organizador de big-bangs que dão origem a universos.

    Eles estão e estarão desesperados. Caberá a nós estarmos unidos. Criticando, reclamando, mas entendo o momento histórico e agindo com a serenidade dos grandes líderes que sabem estar dando passos decisivos.

    Rumo às vitórias!

    Gustavo de Almeida é jornalista desde 1993. Passou pela revista ISTOÉ, pelo jornal esportivo LANCE! e também pelos diários populares O DIA, A Notícia e EXTRA. Atualmente é escritor e roteirista.

  • Apresentação de Vitinho e liderança no Brasileirão: um domingo de emoções no Maracanã

    Flamengo e Sport se enfrentam no Maracanã, nesse domingo (29), às 16h, em partida válida pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Mais Querido entra em campo para defender a liderança do torneio diante de cerca de 60 mil pessoas, já que todos os ingressos destinados à Nação foram vendidos.

    Além da partida, outra atração que vai chamará atenção é a apresentação de Vitinho aos torcedores, programada para o intervalo. O atacante de 24 anos, foi anunciado como novo reforço na última sexta feira (27). Repatriado ao futebol brasileiro por € 10 milhões, o atleta se tornou o jogador mais caro da história do Flamengo. Rubro-Negro apaixonado, Vitinho teve papel fundamental na negociação, convencendo os russos de que o seu sonho era representar o Mais Querido.

    A expectativa é de vitória, já que o Sport está na 12° localização e perdeu as últimas três partidas. Já o Flamengo somou quatro pontos dos últimos nove possíveis e conta com o triunfo de logo mais para se manter no topo da tabela.

    O Maracanã contará também com uma homenagem a Fernandinho, primeiro goleiro profissional do Flamengo, que faleceu neste sábado (28). Para as devidas honrarias, todos os goleiros estarão estampando o nome de Fernandinho em suas camisas.

    Prováveis escalações:

    O Flamengo deve ir a campo com a mesma formação que enfrentou o Santos, exceto pela entrada de Marlos Moreno no time titular, que recuperado de uma lesão muscular, pode ser titular no lugar de Matheus Sávio.

    Claudinei, técnico do Leão, não poderá contar com o atacante Rogério, que está machucado. Carlos Henrique aparece como principal candidato a substituto.

    Imagem destacada no site e redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

  • BFA 2018: Flamengo Imperadores enfrentará a Portuguesa FA

    O Flamengo Imperadores enfrentará a Portuguesa FA no próximo domingo (29). A partida será válida pela primeira rodada da BFA 2018, o Brasileirão do futebol americano.

    O jogo acontecerá em São Paulo, no Estádio do Canindé (Rua Comendador Nestor Pereira, 33 – Canindé), casa da Portuguesa, com início às 14h. O valor do ingresso é R$20,00.

    Desempenho em 2018

    Ambas as equipes chegam à BFA após ganharem títulos estaduais. O Flamengo Imperadores foi campeão do primeiro campeonato carioca de futebol americano. Na final, venceu o rival Vasco da Gama Patriotas por 09 x 06. Já a Portuguesa foi campeã do Sampa Bowl, a final da SPFL. Venceu o Rio Preto Weilers por 27 x 21.

    Retrospecto de confrontos

    As equipes se enfrentaram apenas uma vez na história, quando a Portuguesa ainda se chamava Lusa Lions. Em partida válida pelos playoffs do Torneio Touchdown de 2015, o Flamengo venceu por 40 a 0. Confira o compacto da partida abaixo.

    https://www.youtube.com/watch?v=C2ZYIQ5lses
     

    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza/Flamengo


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  • Dois nomes desistem da candidatura à presidência do Flamengo

    Com o pleito que decidirá o presidente do Flamengo para o próximo triênio cada vez mais próximo (marcado para dezembro), os bastidores da eleição já começam a ferver. Enquanto o atual vice-presidente de Futebol confirmou recentemente que será o candidato da situação, dois outros nomes desistiram de suas respectivas candidaturas: o vice-presidente geral Maurício Gomes de Mattos e o presidente do Conselho Deliberativo do Flamengo, Rodrigo Dunshee.

    Embora ainda não haja uma confirmação, a tendência é que ambos apoiem um dos nomes mais fortes para o pleito deste ano, o empresário Rodolfo Landim, como destaca Túlio Rodrigues, no Blog Ser Flamengo (assista o vídeo abaixo e saiba mais detalhes sobre a política do Flamengo).

    Leia também: Mundo Bola entrevista o ex-VP de Marketing Luiz Eduardo Baptista: eleições, futebol e a luta contra os detratores continua

    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: divulgação


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  • Santos 1 x 1 Flamengo: 45 minutos de futebol à brasileira

    45 minutos de futebol à brasileira. É o destaque da partida válida pela 15° rodada do Campeonato Brasileiro 2018, no estádio Vila Belmiro. Em um jogo bem disputado entre equipes em situações distintas no campeonato, mas que ainda assim não se privam de serem ofensivas, termina em um empate justo, ainda que amargo para o lado rubro-negro, que teve o controle do jogo e de seu ritmo ao longo do 2° Tempo, mas incapaz de tornar tal superioridade em vantagem no placar (um fato nada surpreendente, já conhecido o histórico desse elenco). Peca-se na falta de agudez no terço final, peca-se no preciosismo de certos lances, e porque não dizer, excesso de vontade de decidir?

    Novamente os imponderáveis do futebol norteiam e alteram estratégias de uma partida. E nesse caso, mais cedo do que muitos esperariam. Barbieri comanda um Flamengo que entra em campo em seu usual 4-1-4-1 com uma peculiar linha de 4 meias: E. Ribeiro-L. Paquetá-Diego-M. Sávio. Que começa em alta rotação, com Guerrero indo à beirada esquerda dialogar com Sávio enquanto E. Ribeiro centraliza entre zagueiros, Diego mais à meia-direita e Paquetá na base da jogada encostando em Sávio e Guerrero. Movimentação, ocupação de espaços e de um meio propositalmente vazio, sem uma figura central pelo lado da equipe santista.

    Serginho Chulapa arma a equipe sem meia-central armador, na figura de um 4-2-4 que tem seus volantes postados como fiel proteção à última linha, e que busca a velocidade seu quarteto da frente de jogadores agressivos e de velocidade, com Sasha mais fixo como referência. Acelerar ao menor sinal de oportunidade, com Dodô mais reservado e V. Ferraz constantemente avançando, as vezes como lateral-interior – caindo para a meia para ser uma referência armadora auxiliando recuos de G Barbosa – e outras como exterior, buscando oferecer jogo pelas pontas ao lado de Rodrygo.
    Pena que esse primeiro panorama resiste apenas até 2’ do 1°Tempo. Escanteio cedido de forma meio bizarra por Alison que tenta estourar a bola sobre Guerrero, mas acaba por ceder o tiro de canto ao rubro-negro. Diego, bola alçada no primeiro-pau, corte de cabeça questionável do beque santista que estoura a bola para trás que perto de entrar entre as balizas, é sutilmente empurrado por E. Ribeiro em dividida para o fundo das redes. GOL. E tudo que o jogo poderia e vinha se desenhando a ser, é desconstruído.

    A equipe que exigiria o controle, agora o cede e espera. Aqueles que queriam o espaço, agora são obrigados a tomar as rédeas do ritmo do jogo e achar meios de infiltrar a defesa adversária. E a solução, se pensada ou não, reside em tornar Rodrygo o epicentro de todas as suas grandes ações ofensivas ao longo do 1°Tempo (para referência, B. Henrique na ala inversa trocou apenas 6 passes ao longo da primeira etapa, enquanto Rodrygo trocou 24).

    Rápido, de refino técnico presente em seus menores gestos, deita e rola nos menores espaços cedidos pelos flamenguistas, seja criados por si ou por seus companheiros, deixando Renê de mãos no chão em três duelos seguidos, com direito à meia-lua na entrada da área. Uma joia que tem a capacidade de desequilibrar jogos desfavoráveis. Já Flamengo, ocupa espaços em seu campo em um 4-4-2 em linha, mas sem grande agressão ao portador por parte de seus dois atacantes e meias-exteriores. Possibilitou que a saída na intermediária fornecida por Pituca e Ferraz saísse limpa para aceleração de Rodrygo, que em movimento tem natural vantagem sobre seus marcadores.

    Mas a chave tática que iguala o placar vai além da qualidade individual de Rodrygo. Mas com quem ele duelaria. Rodinei nos últimos jogos vem em decrescente, com falta de imposição defensiva, além de ineficácia no ataque – não conseguindo ir à linha de fundo com suas próprias forças, seja em corrida ou vencendo duelos individuais sobre Dodô, sempre recuando a bola para o jogador que esteja na base do tripé de interação, assim como total falta de precisão nos cruzamentos, ao errar os 4 que tentou. Porém, tem pelo seu setor Paquetá e E. Ribeiro, meias voluntariosos que compensam suas ultrapassagens, recompõe, desarmam, ou seja, participam ativamente do balanço defensivo – 3 interceptações e 2 desarmes para o primeiro; 2 desarmes e 13 de 19 duelos vencidos para o segundo. Mas o mesmo não pode ser dito de Sávio e Diego. Menos agressivos no pressionar, com ausência de leitura de jogo defensiva e ferramentas necessárias para o desarme, sobrecarregam Renê e o deixam constantemente em duelo com Rodrygo, já que os outros três atacantes santistas se espremem ao centro retendo os outros defensores e Cuellar à área, ocasionando situações 2×3 entre Ferraz-Rodrygo contra Sávio-Diego-Renê.

    E foi um baile até os 33’, onde enfim a defesa rubro-negra cede. E as tentativas seguidas de infiltração enfim dão resultado.Falta de agressividade no primeiro combate por Guerrero e Diego no meio-campo permite que a jogada se desenvolva sem desvios e que a bola cheguenaturalmente à Rodrygo, que invade a área em bela jogada individual e cruza rasteiro rente à pequena área para Gabriel que se atira em um carrinho que Diego Alves nada poderia fazer. GOL. E novamente, o desenho do que seria o restante do jogo se altera. Ou seria o jogo voltando à seu curso natural e propostas iniciais de ambos os técnicos?

    Vale ressaltar que esses 33 minutos não foram de domínio santista. Enquanto tinha bola nos pés, Flamengo não se privava de atacar. Pelo contrário. A movimentação de Paquetá e Everton Ribeiro eram fundamentais para abrir espaços. Ambos organizam na base da jogada e se projetam no entrelinhas. Já Diego atuou mais adiantado, ocupando todos os setores da intermediária de ataque., seja a meia-direita ou meia-esquerda, buscando acionar Sávio pela ponta-esquerda e Guerrero entre os zagueiros. Enquanto Paquetá e E. Ribeiro buscavam no drible e giros na intermediária para abrir espaço no entrelinhas, Diego mais à frente tinha no drible a ferramenta para clarear a jogada e buscar a melhor jogada. Entretanto, o último passe continua sendo um problema. Muitas oportunidades perdidas por tomadas de decisões precipitadas. E mesmo quando a melhor jogada se desenhava, esbarrava na má atuação tanto de Guerrero quanto de Sávio, ambos com 6 perdas de posse ao longa da partida.

    Comparativo entre o quarteto de ataque santista e o rubro-negro:Domínio de meio-campo para o rubro-negro, enquanto os donos da casaabusaram das beiradas e de infiltrações à área através de jogadas individuais. (Fonte: Whoscored)

    Contra-ataque ausente de jogadores agudos e de vitória individual: pausa, atração de marcação da marcação, aceleração, pausa, aproximação.

    O carrinho de Diego logo na saída de bola santista aos 34’ mostra com clareza que a postura dali em diante seria outra (até mesmo Guerrero voltou para auxiliar à Renê na marcação de Rodrygo pela lateral aos 37’). Segundo Footstats, o rubro-negro é a 3° equipe do campeonato que mais finaliza nos 15 min anteriores e posteriores aos gols sofridos. E não deveria ser diferente. Volta a agredir o portador já na intermediária ofensiva, fecha espaços, inibindo saída santista por baixo, que se limita a chutar para frente para domínio do seu quarteto de ataque, sem muito sucesso.

    Construção de jogo a partir da alta rotação e interação entre os 4 meias: má noite técnica de Guerrero (terceira seguida) e Sávio, queda de desempenho de Paquetá e Diego inibem vitória fora de casa. Destaque aos constantes E. Ribeiro e Cuellar.

    O que nos traz novamente ao trabalho dos meias. Diego, Paquetá, Sávio, E. Ribeiro e Cuellar agregam ao time quase tudo que se pode desejar um meio-campo: base, entrelinhas, flutuação, circulação, compensações, coberturas…mas é difícil exigir que mantenham o mesmo desempenho ao longo de toda a partida. Há desgastes físicos e mentais que alteram gestos corporais (tornando movimentos mais acelerados ou lentos, logo, imprecisos) e tomadas de decisões (passes arriscados em zonas perigosas, condução além da conta, leitura de jogo equivocada), além claro da natural queda dos princípios do jogo (passe, finalização, drible, etc). Os dois primeiros sentiram muito o desgaste, o que fez gerar erros que em outras condições não ocorreriam. Claro que os erros daqueles que mais se espera tem mais impacto do que os acertos quando o resultado desejado não é alcançado, mas tudo em uma partida de futebol possui contexto, ainda que seja difícil de enxergar.
     

    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

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  • Léo Duarte fala sobre a partida contra o Sport

    Apesar do empate contra o Santos, o Rubro-Negro segue na liderança do Campeonato Brasileiro de forma isolada e, na partida contra o Sport, neste domingo, às 16h, no Maracanã terá uma ótima oportunidade de ampliar esta vantagem em relação aos concorrentes. Após o treino da última sexta, no Campo 4, o zagueiro Léo Duarte concedeu entrevista coletiva e falou sobre o duelo contra a equipe pernambucana.

    “Vai ser um jogo difícil. Brasileiro é difícil, independente se joga em casa ou fora. Temos que entrar focados para sair com os três pontos.”, afirmou.

    Titular nas últimas onze partidas do Flamengo, o camisa 43 também falou sobre a sequência de jogos que está tendo e a concorrência pela vaga de titular.

    “Fico feliz pela confiança, pela sequência. É difícil falar quem é titular e reserva, pois o time tem muita qualidade. Quem entrar vai dar conta do recado. O Flamengo está bem servido de zagueiros. Quem toma as decisões é o Barbieri e comissão. Por mim eu quero jogar sempre. Estou me sentindo bem fisicamente.”, destacou.

    Leia também: No auge e realizando um sonho: o Vitinho que chega ao Fla 

    Cria da base do Flamengo, o zagueiro subiu para a equipe profissional em 2016, aos 19 anos,  no meio de uma crise no setor. Apesar da pouca idade, Léo Duarte mostrou personalidade, principalmente por entrar em um momento tão difícil, e ganhou a confiança da torcida. Parecia que teria muitas chances, mas não aconteceu. Após as chegadas de Réver, Donatti e Vaz, o jovem voltou para a última posição da fila, de onde só saiu neste ano. Com as lesões de Réver e Juan, o Garoto do Ninho voltou a ter oportunidades e, desde então, agarrou a vaga de titular.

    Confira a coletiva na Fla TV

    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza/Flamengo


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  • Flamengo muda a data de apresentação do Vitinho

    Inicialmente marcada para o próximo domingo, a apresentação do atacante Vitinho foi adiada para a segunda-feira, no Ninho do Urubu, às 10h. Um problema técnico no avião acabou atrasando o cronograma. (confira o vídeo abaixo) Entretanto, caso não haja nenhum imprevisto, o novo jogador rubro-negro irá ao Maracanã na partida contra o Spor, para saudar a torcida no intervalo do jogo.

    Principal investimento da diretoria rubro-negra para a metade final da temporada, o atacante Vitinho foi anunciado pelo Flamengo na última sexta-feira. Considerado o nome ideal para suprir a vaga deixada em aberto após a saída do jovem Vinicius Junior, o jogador foi contratado junto ao CSKA, da Rússia, por 10 milhões de euros – a quantia será paga de forma parcelada.

    Leia também: No auge e realizando um sonho: o Vitinho que chega ao Fla 

    Aos 24 anos, Vitinho chega ao Flamengo no auge de sua carreira. Com a mesma velocidade, habilidade e poder de finalização das passagens anteriores pelo Brasil, o atacante agora carrega em sua bagagem a experiência de um atleta que batalhou por seu espaço no futebol russo e que disputou algumas das principais competições do continente europeu.

    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: divulgação


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  • Flamengo divulga parcial de vendas para a partida contra o Sport (28/07/18)

    O Flamengo divulgou a parcial de venda de ingressos para o jogo contra o Sport, no próximo domingo, no Maracanã. Até o momento, 50 mil ingressos foram vendidos para o duelo válido pelo Campeonato Brasileiro. Restam poucos ingressos para o Setor Sul e Maracanã Mais. Leste Inferior também disponível.

    Leia também: Com folga, Flamengo lidera a média de público no Brasileirão

    A promessa é de mais um grande público no estádio. O jogo também marcará o primeiro contato do atacante Vitinho, novo reforço rubro-negro, com a Nação.

    Confira os valores

    Norte

    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$15,00
    – Sócio-torcedor do plano Tradição: R$25,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$50,00 (meia R$25,00)

    Leste Superior

    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$20,00
    – Sócio-torcedor do plano Tradição: R$35,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$70,00 (meia R$35,00)

    Leste Inferior

    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$25,00
    – Sócio-torcedor do plano Tradição: R$45,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$90,00 (meia R$45,00)

    Oeste Inferior

    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$20,00
    – Sócio-torcedor do plano Tradição: R$35,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$70,00 (meia R$35,00)

    Maracanã Mais

    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$95,00
    – Sócio-torcedor do plano Tradição: R$115,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$175,00 (meia R$115,00)

    Sul

    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$15,00
    – Sócio-torcedor do plano Tradição: R$25,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$50,00 (meia R$25,00)

    Confira mais informações em: flamengo.com.br/ingressos


    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza/ Flamengo

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  • Com folga, Flamengo lidera a média de público no Brasileirão

    Na liderança do Campeonato Brasileiro, e com apenas uma derrota em seus domínios, o Flamengo conta com a força do seu maior aliado para seguir superando os desafios na busca pelo hepta: a Nação. Nenhuma outra equipe na competição levou tantos torcedores aos estádios quanto o Mais Querido. A média da equipe é de 46.846 torcedores pagantes por jogo, 17 mil de diferença para o Corinthians, segundo colocado no levantamento.

    E os bons números não param por aí, o Fla tem nada menos do que oito dos 10 maiores públicos no Campeonato Brasileiro, e entre os cinco jogos com maior público, quatro são do Rubro-Negro. No total, 374.774 ingressos foram vendidos com o mando do time.

    E para um clube genuinamente nacional, estar ou não em casa é algo relativo. Como visitante, a torcida rubro-negra esgotou a carga de ingressos destinada para ela em todos os jogos no Campeonato Brasileiro.

    Curiosamente, a partida com a maior quantidade de torcedores pagantes não foi de mando do Flamengo, mas a Nação foi maioria no estádio. No Fla-Flu, o Tricolor das Laranjeiras vendeu seu mando de campo para a empresa do ex-jogador Rony, que levou o clássico para Brasília. No Mané Garrincha, quase 60 mil pessoas estiveram presentes, e destas mais de dois terços eram rubro-negros.

     

    Torcedores rubro-negros no Mané Garrincha

     

    No próximo domingo, o Flamengo volta a campo para mais um importante desafio na competição nacional, contra o Sport, no Maracanã. E a promessa é de mais um grande público. Até o momento, 45 mil ingressos foram vendidos para o jogo que marcará o primeiro contato do atacante Vitinho, novo reforço rubro-negro, com a Nação

    Ranking de público pagante no Brasileirão 2018

    1 – Fluminense 0 x 2 Flamengo – 59.987 pagantes
    2 – São Paulo 3 x 1 Corinthians – 58.624 pagantes
    3 – Flamengo 2 x 0 Inter – 55.283 pagantes
    4 – Flamengo 2 x 0 Paraná – 54.526 pagantes
    5 – Ceará 0 x 3 Flamengo – 51.952 pagantes
    6 – Flamengo 0 x 1 São Paulo – 51.777 pagantes
    7 – Flamengo x Bahia – 50.141 pagantes
    8 – Grêmio x Inter – 48.035 pagantes
    9 – Flamengo x América-MG – 47.175 pagantes
    10 – Flamengo x Corinthians – 44.075 pagantes

    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza/Flamengo


     

     

  • De olho na Fla TV: Flamengo inicia preparação para o jogo contra o Sport

    Nesta terça-fera, o Flamengo iniciou os trabalhos visando o jogo do próximo domingo, contra o Sport. Apesar do empate contra o Santos, o Rubro-Negro segue na liderança do Campeonato Brasileiro de forma isolada e, na partida contra a equipe pernambucana, terá uma ótima oportunidade de ampliar esta vantagem em relação aos concorrentes.

    Leia também: No auge e realizando um sonho: o Vitinho que chega ao Fla 

    Na atividade desta tarde, o técnico Maurício Barbieri contou com o retorno do colombiano Marlos Moreno, que havia sentido um desconforto após a partida contra o São Paulo. Outro que voltou aos trabalhos, após a negociação com o Olympiacos fracassar, foi o volante Willian Arão.

    Leia também: Flamengo divulga parcial de vendas para a partida contra o Sport

    Confira o vídeo divulgado pela Fla TV


    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza/ Flamengo

     

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