Autor: diogo.almeida1979

  • Explorando juntos o IVI – A criptomoeda do esporte

    A empresa Inoovi Ltd – https://infinivi.io, foi projetada para trazer realidade virtual VR360 e muitos novos recursos de alta tecnologia para o Esporte e Eventos por meio de sua nova e única criptomoeda IVI Token.

    Mas o que é uma criptomoeda? Em primeiro lugar, as criptomoedas foram feitas para serem negociadas em mercados e plataformas públicas. Mas, poucas delas, estão oferecendo um novo e moderno modelo de negócio.

    O IVI Token é um deles. Um entre as milhares de Cryptomoedas.

    O IVI Token tem um objetivo muito particular. O IVI Token, permitirá que você acesse novos recursos e, acima de tudo, a Realidade Virtual em 360 ° Live Streaming, com uma das principais empresas do mundo chamada “Insta360”. Para ter acesso a todos esses recursos, saiba mais no site- https://virtualivi.com – Você precisará de IVI Token.

    Se você é um amante de esportes e quer estar mais perto dos seus ídolos esportivos. Você pode ter acesso a alguns recursos do IVI Token como:

    – Participar de treinamentos privados;
    – Obter descontos em produtos nas lojas de merchandising e entradas nas arenas;
    – Participar de sorteios de produtos autografados após os jogos;
    – Encontrar com seus jogadores favoritos em eventos particulares, e muitos outros…

    Para ter acesso a todas as novas experiências todos os dias, você precisará em breve do IVI Token.

    Nossos parceiros brasileiros, o campeão de Boxe Sidney Rosa – https://www.instagram.com/thekingrosa – O Campeão Mundial de Frescobol, Marcelo Silva – https://www.instagram.com/marcelosilvaftw – e a brasileira Lola, especialista em Eventos de Samba e Dança – https://www.instagram.com/lola_brasil_brasil serão também uma parte da nossa Realidade Virtual.

    Você já se imaginou mais próximo dos seus ídolos esportivos enquanto eles estão jogando, treinando, dando conselhos, ouvindo seu fôlego, vendo-os suando a camisa, trabalhando duro, vendo todos os seus movimentos em detalhes enquanto jogam em uma sessão VR360 ° Live da Realidade Virtual? É simplesmente incrível!

    E que tal estar dentro do campo em uma partida de futebol, aos olhos do árbitro, tendo uma total visão do estádio cheio de torcedores. Ser capaz de correr entre os jogadores e ser seus olhos através de seus óculos de Realidade Virtual 360°? Isso é algo que você nunca imaginou fazer antes. Você será capaz de fazer isso apenas com o IVI Token.

    Além do Esporte, o IVI Token também está oferecendo a Realidade Virtual 360º para qualquer um que deseja ter sua própria apresentação como: eventos, shows de palco, hotéis, restaurantes, spas, semanas de moda, agencias Imobiliárias, viajantes e assim por diante.

    IVI Token só está no começo de uma grande evolução tecnológica.

    O VI Token começará a trazer para você o VR360 em casa em breve.

    Mergulhe de cabeça nessa nova realidade virtual VR360 da IVI Token que estará disponível em algumas semanas. Mas, somente para Esportes e Eventos parceiros do IVI Token.

    Participar de sessões de treino, jogos privados, encontrar com suas equipas e campeões favoritos, estará disponível em breve com o IVI Token.

    Por que você acha que o Corinthians e o Atlético Paranaense já estão sob contrato e tantos outros estão se juntando com o IVI Token?

    O IVI Token foi feito para ligar os fãs de esportes aos ídolos esportivos. Com o IVI Token, todos saem ganhando!

    O IVI Token está usando a mesma tecnologia do famoso Bitcoin e Ethereum. O IVI Token está usando o que é chamado de Tecnologia de cadeia de blocos. Uma tecnologia muito técnica e segura.

    O IVI Token não é apenas uma criptomoeda financeira. É oficialmente uma criptomoeda útil, chamada Utility Token. Você precisará do IVI Token para realizar novas experiências com seu esporte favorito.

    Para ter acesso a esta incrível experiência, que será lançada no final de setembro de 2018. Você primeiro precisará de óculos especiais, além do acesso privado de sua escolha disponível em Reais, Dólar e IVI Token no site https://virtualivi.com. Poucas semanas são necessárias para entregar o IVI Token para todos ao redor do mundo antes das primeiras sessões ao vivo. Você ficará muito surpreso.

    Esteja ciente de que, após um primeiro período de experiências gratuitas, você só poderá obter novos acessos com o Token da IVI.

    Se você tiver IVI Token, você poderá assistir a essas incríveis experiências durante toda a temporada.

    Se você ainda não possui IVI Token, é hora de comprar com a melhor taxa – mínimo de 10 IVI Token por apenas R$ 4,68 no site oficial do IVI.

    Não hesite em comprar os seus Tokens IVI agora, porque, por mais que você gaste seus IVI Token para participar de algumas sessões, você precisará comprar novamente para as próximas sessões. O Token da IVI também é um investimento a longo prazo, porque o preço aumentará dia após dia. Então, a melhor época para comprar o IVI Token é agora.

    Por que o melhor momento para comprar IVI Token é agora? Uma quantidade limitada de Token da IVI está disponível no mercado. Como os fãs vão sempre precisar de mais e mais IVI Token dia após dia em todo o mundo para todos os diferentes tipos de desportos e eventos, o preço do IVI Token só pode aumentar.

    Aconteça o que acontecer no mercado, 1 IVI Token valerá sempre 1 IVI Token. Com o IVI Token, você vai sair sempre ganhando.

    O preço de 1 token da IVI está custando 4, 68 reais. Porém, esse valor pode subir rapidamente em algumas semanas. Não perca essa grande chance, garanta ja seus IVI Token. Nesse jogo, você é quem sai ganhando!

    Não hesite em comprar seus IVI Token somente no site oficial da IVI https://infinivi.io

    Muitas surpresas incríveis estão chegando com o anúncio da IVI Token em nosso site – fla.mundobola.com, nas próximas semanas.

    Acredite, o IVI Token é o futuro do Esporte.

    Obrigado

    Notas

    Se você está interessado em uma parceria com o IVI Token ou qualquer informação, não hesite em entrar em contato conosco através do email: contact@infinivi.io ou pelo Whatsapp em +85268049937.

    Resumo de todos os sites e links introduzidos neste artigo:

    Sites

    Https://Infinivi.io
    Https://virtualivi.com

    Instagram:

    https://www.instagram.com/inoovi_ivi_token

    https://www.instagram.com/thekingrosa

    https://www.instagram.com/lola_brasil_brasil

    https://www.instagram.com/marcelosilvaftw

    Twitter e Telegram:

    @Inooviworld

    Canal do YouTube falando sobre IVI Token:

    https://youtu.be/SgYD7qOIYBs


    Este conteúdo é um informe publicitário e o Mundo Bola se exime de qualquer responsabilidade em relação aos dados expostos.

  • Diego Alves: 66,66% de aproveitamento nos pênaltis em 2018

    Na noite de ontem, o Flamengo foi derrotado pelo Grêmio, em solo gaúcho, pelo placar de 2 a 0, gols de Jael e Marinho. Apesar do resultado negativo, o goleiro Diego Alves contabilizou mais uma defesa em cobrança de penalidade máxima com a camisa do Mengão: já são três pênaltis defendidos em sete cobrados, o que lhe dá um aproveitamento de 42,85%. Nesta temporada, a marca é ainda melhor, com 66,66% de pênaltis defendidos.

    Números de Diego Alves pelo Flamengo

    55 jogos oficiais – 46 gols sofridos – 26 jogos sem sofrer gols – 6 cartões amarelos – 3 pênaltis defendidos. Em 2018: 31 jogos – 21 gols sofridos – 16 jogos sem sofrer gols – 4 cartões amarelos – 2 pênaltis defendidos.

    CONFIRA TAMBÉM: CHEGADA, ADAPTAÇÃO E ASCENSÃO EM 1 ANO DE DIEGO ALVES NO FLAMENGO

    Histórico das sete cobranças

    1 – NEÍLTON – Vitória-BA
    Campeonato Brasileiro 2017 – 19ª rodada

    O atacante do clube baiano deslocou o arqueiro do Flamengo. Cobrou o pênalti no lado direito, Diego Alves caiu para o lado esquerdo.

    Imagem: Reprodução

    2 – FABIO SANTOS – Atlético-MG
    Campeonato Brasileiro 2017 – 20ª rodada

    Mesmo roteiro do pênalti anterior: o lateral cobrou o pênalti no lado direito, Diego Alves caiu para o lado esquerdo.

    Imagem: Reprodução

    3 – LUCCA – Ponte Preta
    Campeonato Brasileiro 2017 – 26ª rodada

    O primeiro pênalti defendido pelo goleiro com o Manto Sagrado: Lucca cobrou no lado direito de Diego Alves, que executa a defesa.

    Imagem: UOL Esporte

    4 – MENDOZA – Bahia
    Campeonato Brasileiro 2017 – 29ª rodada

    Diego Alves caiu para o lado direito, Mendoza bateu forte, no canto esquerdo.

    Imagem: Reprodução

    5 – TIAGO AMARAL – Portuguesa
    Campeonato Carioca 2018

    Quando a partida ainda estava 0 a 0, Tiago Amaral teve chance de abrir o placar, cobrando o pênalti no meio do gol. Diego Alves, que havia caído para o lado direito, defendeu com a perna direita.

    Imagem: Reprodução

    6 – YAGO – Vitória
    Campeonato Brasileiro 2018 – 1ª rodada

    Após Everton Ribeiro defender com o rosto e o juiz errôneamente marcar a penalidade máxima e ainda expulsar o meia do Flamengo, Diego Alves acertou o lado da batida, mas Yago foi perfeito, batendo no ângulo direito.

    Imagem: Reprodução

    7 – JAEL – Grêmio
    Campeonato Brasileiro 2018 – 17ª rodada

    Novamente o camisa 1 do Flamengo acertou o lado (esquerdo), dessa vez em cobrança do atacante Jael, e espalmou a cobrança do atacante.

    Imagem: Reprodução

     

    Imagem destacada no site e redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

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  • É normal, mas não pode ser: Grêmio 2 x 0 Flamengo

    Por Mauro Beting

    Grêmio x Flamengo fizeram o melhor jogo pós-Copa em 2018. E creio que o melhor pré, também, na quarta-feira. No sábado, os times que melhor jogam no Brasil (ou mais bonito jogam, e mesmo assim têm as defesas menos vazadas do BR-18) não jogaram tanto. E ainda fizeram bem. Mesmo com o Grêmio com 11 reservas (e pelo menos alguns com potencial para serem titulares em muitos times). Mesmo com o Flamengo com a dupla de zaga reserva, e sem Diego. Mantendo a dinâmica é ótima movimentação dos quatro meias que tanto qualificam o jogo e confundem a marcação rival.

    Jael teve o pênalti que ele tanto treina para bater, aos 26. Mas meio que recuou para Diego Alves defender o terceiro em sete cobrados contra ele no Flamengo. Justo. Eu não teria marcado a bola no braço de Rodinei. Mais um pênalti discutível daqueles muitos que se marcam no Brasil.

    Foi a maior chance de um bom primeiro tempo. Mas sem tantas oportunidades até o gol de Jael, aos 46, em cabeçada dele na bola e também raspada na cabeça de Marinho. Para arrancar sangue de quem a torcida queria o mesmo depois do pênalti perdido.

    Aos 3, Juan errou um bote, Jael acertou o passe, e Marinho deslocou Diego Alves. O Flamengo chegou a ter 65% da bola. Mas mais perigoso era o Grêmio com Jael finalizando é construindo, Marinho e Pepê bem pelos lados, Douglas pifando as bolas, e o Flamengo pifando atrás em outro sentido, criando pouco mesmo com Geuvânio e Marlos entrando depois (ou também por isso). Nem com Lincoln ao lado de Uribe deu jeito e jogo. Também porque Jailson entrou bem como zagueiro depois da lesão de Bressan ainda no primeiro tempo, com o promissor Matheus Henrique fechando bem os espaços.

    Derrota normal para o Flamengo que não vence o Grêmio em Brasileiros no Sul desde 1994. Mas anormal por aquilo que fizera na quarta contra um Grêmio que se mantém firme e forte independente do time e dos jogadores. Ou melhor: dependente do time que joga mesmo como equipe.

    Imagem destacada no site e redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

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  • Juan e Thuler jogam juntos pela primeira vez

    [one_fourth_last]O passado e o presente em campo. Neste sábado, na partida contra o Grêmio, a zaga do Flamengo será formada por dois autênticos representes da base rubro-negra, Juan e Matheus Thuler. Esta é a primeira vez que os dois são escalados juntos para um jogo oficial.

    No treino da última sexta-feira, o técnico Maurício Barbieri já havia escalado Juan e Thuler no time titular, dando claros sinais que utilizaria os dois na partida. Eles substituem os titulares Réver e Léo Duarte, poupados por apresentarem desgaste físico. A outra mudança em relação a equipe que jogou no meio de semana fica por conta da entrada do atacante Vitinho e do meia Jean Lucas, substituindo respectivamente Marlos Moreno e Diego.

    Filho de uma das últimas grandes gerações reveladas na Gávea, o Juan, aos 39 anos – e com 339 partidas pelo Flamengo-, está vivendo seu último ano como jogador profissional antes da aposentadoria, em dezembro.

    Ao contrário, o jovem Matheus Thuler, de 19 anos, cria do Ninho do Urubu e tido como uma das grandes revelações da equipe no setor, está em sua primeira temporada no time principal. E não precisou de muito tempo para mostrar seu potencial para a torcida, no Brasileirão, após as lesões de Rhodolfo, Réver e Juan, o garoto assumiu a responsabilidade no time titular ao lado de Léo Duarte e deu conta do recado.

    O Flamengo enfrenta o Grêmio neste sábado, às 19h, em parida válida pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro O Flamengo é o líder do Campeonato Brasileiro, com 34 pontos, dois a mais que o segundo colocado São Paulo. Já o Grêmio está na quinta colocação, com 27 pontos.


    Imagem destacada no post e redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

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  • Flamengo divulga parcial de vendas para a partida contra o Cruzeiro – 04/08/18

    O Flamengo divulgou a parcial de vendas para o jogo contra o Cruzeiro, na próxima quarta-feira, no Maracanã. Até o momento, 34 mil ingressos foram vendidos para o duelo válido pelas oitavas de final da Libertadores. O Setor Norte é o único esgotado.

    Leia também: Na busca pelo hepta, Flamengo enfrenta o Grêmio em Porto Alegre

    Por causa de uma determinação da Polícia Militar, os sócios-torcedores não poderão utilizar seus cartões-ingresso nesta partida. Assim como aconteceu no jogo contra o Emelec, será montado um esquema especial de segurança nos arredores do Maracanã.

    O Rubro-Negro está disponibilizando pontos de troca espalhados por toda região metropolitana do Rio de Janeiro. Haverá, ainda, atendimento itinerante em cidades do interior e em Minas Gerais.

    Preços

    Norte
    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$60,00
    – Sócio-torcedor do plano Tradição: R$90,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$180,00 (meia R$90,00)

    Leste Superior
    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$60,00
    – Sócio-torcedor do plano Tradição: R$100,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$200,00 (meia R$100,00)

    Leste Inferior
    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$80,00
    – Sócio-torcedor do plano Tradição: R$120,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$240,00 (meia R$120,00)

    Oeste Inferior
    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$70,00
    – Sócio-torcedor do plano Tradição: R$110,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$220,00 (meia R$110,00)

    Maracanã Mais
    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$225,00
    – Sócio-torcedor do plano Tradição: R$305,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$555,00 (meia R$305,00)

    Sul
    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$60,00
    – Sócio-torcedor do plano Tradição: R$90,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$180,00 (meia R$90,00)

    Confira mais informações em: flamengo.com.br/ingressos


    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza/ Flamengo

  • Na busca pelo hepta, Flamengo enfrenta o Grêmio em Porto Alegre

    Após o emocionante empate nos últimos segundos no meio de semana, o Flamengo volta a campo contra o mesmo Grêmio, neste sábado, às 19h, em Porto Alegre. Desta vez, a partida será válida pelo Campeonato Brasileiro, onde ambas as equipes brigam na parte de cima da tabela (o Premiere FC transmite o duelo com exclusividade).

    O Flamengo é o líder do Campeonato Brasileiro, com 34 pontos, dois a menos que o segundo colocado São Paulo. Já o Grêmio está na quinta colocação, com 27 pontos. Entretanto, por causa da massante maratona de jogos no mês de agosto, os dois times irão para a partida com equipes modificadas.

    Antes da atividade da última sexta-feira, os jogadores passaram por avaliações médicas e fisiológicas que mostram o nível de fadiga individualizado. Os resultados foram determinantes na escolha dos onze que entraram em campo, na Arena Grêmio. A dupla de zaga titular, formada por Réver e Léo Duarte, será poupada do jogo, assim como o camisa 10 do Rubro-Negro, Diego. Outro que não começará jogando é o colombiano Marlos Moreno, abrindo espaço para Vitinho.

    Do lado do Tricolor Gaúcho, as mudanças serão mais drásticas. O técnico Renato Gaúcho irá para campo com uma equipe totalmente reserva. Proporcionando uma chance de ouro para Rubro-Negro somar importantes pontos na briga pelo hepta, jogando fora de casa.

    Sem Piris

    O Flamengo deu entrada no registo do novo atleta rubro-negro na Confederação Brasileira de futebol, mas o nome dele ainda não apareceu no BID. Sendo assim, não poderá jogar neste sábado.

    Arbitragem

    A CBF escalou um trio de arbitragem paranaense: Rafael Traci comandará o apito, auxiliado por Ivan Carlos Bohn e Rafael Trombeta.

    Provável escalação

    Diego Alves; Renê, Thuler, Réver, Rodinei; Cuéllar, Paquetá, Vitinho, Éverton Ribeiro, Matheus Sávio (Jean Lucas) e Uribe.

    Pendurados

    Cuéllar, Henrique Dourado, Geuvânio, Renê e Rodinei.

    Números do Flamengo no ano

    • 41 jogos: 24 vitórias; 12 empates e 05 derrotas;

    • 63 gols pró e 24 gols sofridos.


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  • Substituto ideal! Credenciais fazem de Piris a reposição perfeita de Cuéllar

    Anunciado na última quinta-feira (02), o volante Robert Piris da Motta, de 24 anos, chegou para ser alternativa a Cuéllar. Substituir um dos maiores “xodós” da Nação e um dos líderes defensivos do Flamengo, no entanto, não será uma tarefa fácil. O paraguaio, contudo, tem credenciais que fazem dele o nome ideal para a missão.

    Com a ajuda do jornalista e comentarista Mauro Cezar Pereira, mapas de calor com dados tanto do colombiano quanto da nova contratação mostram diversas semelhanças no estilo de jogo dos principais nomes da volância rubro-negra.
     

    À esquerda mapas de Piris da Motta, à direita mapas de Cuéllar. Imagem melhor visualizada em computadores. (Crédito: TruMedia/ESPN)

    A primeira delas diz respeito aos desarmes. Em 23 jogos pelo San Lorenzo, Piris teve uma média de 2,2 desarmes por jogo, enquanto Cuéllar tem média de 4 desarmes nos 19 jogos que disputou na temporada (sem contar o Campeonato Carioca). Ambos equilibram bem o quesito tanto na direita quando na esquerda, mostrando não terem dificuldades para cobrirem seja qual for o lado.

    Vale ressaltar também as áreas onde normalmente recebem e preferem passar a pelota. Como é possível perceber, Piris saía com a bola mais atrás e preferia o passe na direita. Cuéllar recebe os passes um pouco mais a frente – muito por conta da construção de ataque que tem Paquetá ou Diego mais recuado para sair a bola –  e começa as jogadas, na maioria das vezes, tocando na esquerda. Essa diferença de lados tem uma interferência mínima e percebe-se que ambos se movimentam e passam a bola para pontos bem semelhantes.

    Os dois jogadores também são parecidos fisicamente. Cuéllar tem 25 anos, 76kg e 1,76m, enquanto Piris tem 24 anos, 72kg e 1,78m. As médias comprovam as grandes semelhanças, com o atual titular superando com grandes sobras apenas no quesito precisão nos passes (92% x 80%).
     


    *Créditos da imagem destacada: Gilvan de Souza/Flamengo

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  • Conheça todas as jogadores do novo time de vôlei do Flamengo

    O Flamengo apresentou no Ginásio Togo Kanela Renan o seu mais novo elenco de vôlei feminino. O time participará do Campeonato Carioca, Superliga C e disputará em janeiro a Superliga B almejando o acesso para a elite do vôlei nacional do próximo ano. Apesar do passado glorioso que o clube tem na modalidade, essas atletas terão a missão de recomeçar do zero e trazer de volta os bons tempos. Alexandre Dantas, técnico rubro-negro, foi cauteloso e escolheu a dedo as 14 jogadoras que defenderão o FlaVôlei na temporada 18/19.

    A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), exige que todos os clubes que pretendem disputar a Superliga C e B tenham, no mínimo, 2 jogadoras sub23 e 2 sub21 no plantel da equipe. Mas o Flamengo superou essa exigência e foi além: a equipe contará com 04 atletas sub21 anos e outras 04 jogadoras sub23. A média de idade da equipe e de, aproximadamente, 23 anos e das 14 jogadoras apresentadas, 9 nasceram no Rio de Janeiro.
    O Mundo Rubro-Negro traz, com exclusividade, um raio-x das mais novas jogadoras do Mais Querido.

    Levantadoras

    Thaís Oliveira
    1.72cm
    22 anos

    Das mais jovens, é a que tem um histórico maior com as seleções de base, já passou por todas as categorias e acumulou títulos em todas elas. Thais é uma das mais promissoras levantadoras brasileiras. Foi campeã e melhor levantadora sul-americana em 2014, e vice-campeã mundial sub21 em 2015. Precisa, fria e com uma ótima visão de jogo, Thais é um dos acertos para a temporada. A atleta ja tem experiência em Superliga B quando jogou pelo Cascavel em 2015, e vem de 2 temporadas consecutivas na Superliga A, defendendo o SESI/SP.

    Rafaela Lima
    1,74cm
    23 anos

    Rafaela já participou da Superliga B em 2017, defendendo o Brusque. Na temporada passada fez parte do elenco do Fluminense que disputou a superliga principal e constantemente entrava na inversão do 5×1. Tem um bom toque de bola e é uma levantadora ousada.

    Laura Canedo
    1.75cm
    18 anos

    Laura é carioca e cria da base do Tijuca, chegou no Flamengo no ano passado e desde então vem se destacando na base rubro-negra. Uma das mais promissoras e talentosas levantadoras dessa geração. Laura, recentemente, foi convocada para a Seleção Brasileira sub20 e já foi eleita a melhor levantadora da Taça Paraná de Voleibol 3 vezes (2014, 2015, 2017).

    Centrais

    Nandyala Gama
    1.86cm
    25 anos

    Nandyala é uma das crias da base rubro-negra. A atleta deixou o Brasil e foi para o EUA para estudar e jogar vôlei em uma das universidades mais renomadas do país: San Jose University. Nandyala se destacou e foi uma das melhores jogadoras da equipe. A central rubro-negra é conhecida pela velocidade no deslocamento lateral e da sua china. A comissão técnica aposta muito no potencial da sua prata da casa.

    Ju Mello
    1.87cm
    24 anos

    Das centrais, Ju Mello é a mais experiente. Nas últimas 3 temporadas, jogou em 3 clubes da Superliga A e foi titular quando defendeu o SESI/SP na temporada 16/17. Ju Mello é uma central com um ótimo saque e, assim como Nandyala, ótima na jogada china.

    Luiza Scher
    1.86cm
    23 anos

    Em 2017, Luiza participou da Superliga B e foi vice-campeã pela equipe do Curitibano. Na última temporada defendeu o Botafogo e foi titular na disputa do carioca adulto. É uma ótima central e que tem tudo pra se destacar nos próximos campeonatos pelo FlaVôlei.

    Ponteiras

    Nayara Félix
    1.75cm
    27 anos

    Nayara será a capitã do FlaVôlei nessa temporada. Regular no passe, defesa e ataque a capitã tem tudo pra ser a protagonista do time no Carioca e Superliga B. A atleta já jogou na Alemanha, Romênia, Bauru e na última temporada defendeu a equipe do Valinhos na Superliga A. A capitã rubro-negra não é uma das mais altas da equipe, mas assim como nos outros clubes, mostrará em quadra o potencial do seu vôlei e da sua ótima impulsão.

    Natasha Valente
    1.86cm
    28 anos

    A carioca, Natasha Valente, será a atleta mais experiente do grupo e também a mais velha. É conhecida por ser uma ponteira especialista no fundo de quadra, a passagem pelo vôlei de praia ajudou a ponteira rubro-negra a aperfeiçoar o fundamento. Natasha já defendeu clubes tradicionais como Osasco, Fluminense, Barueri e Valinhos.

    Thayna Soares
    1.80cm
    22 anos

    Thayna joga como ponteira e também como oposta. Apesar da pouca idade a atleta tem experiência na Superliga B, pelo Curitibano, e na Superliga A, pelo SESI/SP. Mais uma carioca na equipe que ajudará o Flamengo a subir para a elite nacional.

    Juliana Ribeiro
    1.76cm
    19 anos

    A atleta trocou o Pinheiros pelo Flamengo no começo do ano. É promissora e uma das apostas do Flamengo para essa temporada.

    Opostas

    Angélica Caboclo
    1.80cm
    27 anos

    É uma das mais experientes do grupo e terá a missão de conduzir as mais novas do elenco. Angélica é uma ótima oposta que se destacou no São Caetano e já jogou pelo Pinheiros e na última temporada defendeu o Kfar Saba, de Israel. Angélica é uma jogadora completa, joga como ponteira e efetua muito bem todos os fundamentos.

    Maria Barbara Biermann
    1.84cm
    20 anos

    Maria é um dos destaques da base há algum tempo. Alta, regular e muito técnica. A atleta possui passagens pela seleção brasileira juvenil e é bi-campeã sul-americana na categoria. Recentemente, disputou a Superliga B pela equipe de Lavras.

    Líberos

    Fernanda Oliveira
    1.72cm
    26 anos

    É uma libero experiente e com ótimas participações na Superliga A. Jogou 3 temporadas na elite nacional defendendo o Brasília e o Fluminense. Nesse último, teve grandes oportunidades de mostrar seu potencial substituindo a campeã olímpica Sassá em alguns jogos. Tem um ótimo passe e defesa, a contratação é um grande acerto da comissão técnica.

    Paola Cascardo
    1.72cm
    17 anos

    Paola é a mais jovem do grupo e, provavelmente, a maior revelação da base rubro-negra nos últimos anos. A atleta é destaque na posição e acumula muitos títulos e premiações individuais como o prêmio de melhor libero da Taça Paraná de Voleibol 2017 e o prêmio Fla Olímpico do mesmo ano.

     


    Imagem destacada no post e redes sociais: Reproduções / Flamengo

     

     

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  • Verga e tesa

    Depois de morar em vários lugares por esse Brasil, aportei, no último ano, no cerrado brasiliense, afinal, “sou donde nasci, sou de outros lugares”, diria Guimarães Rosa e que, a rigor, se aplica as minhas caminhadas. Carrego comigo os amores, algumas ideias, o frio na barriga e o Flamengo. Nada mais me aquece a alma nesse asfalto frio da capital. Logo que cheguei fiz amigos e através deles fui apresentado a um lugarejo idílico que fica a poucos quilômetros da capital federal, onde se divide o bem e o mal.

    Alexandre Greco: Voltemos ao emplastro

    Alexânia, município de Goiás, abriga um pequeno distrito chamado Olhos D’ Água e lá tem um bar chamado “Bar Museu” que pertence a Dona Cecilia, ali, bem ali, passava o Tratado de Tordesilhas, que hoje resume-se a imaginarmos, bêbados, de que lado ficavam a Espanha e Portugal, bebe-se em ritmo de flamenco, sofre-se em ritmo de fado. O Bar Museu é uma espécie de bodega, porém, especializada em garrafadas à base de cachaça. Tem de toda flora: limão, tangerina, laranja, alecrim, camomila, canela, losna e a mais prestigiada de todas as infusões, a “Verga Tesa”, um elixir afrodisíaco do sertão.

    Cito a Verga Tesa porque ficou óbvio que o Flamengo ontem jogou sob os efeitos da magia de Dona Cecília, desde o primeiro minuto até os potentes acréscimos do segundo tempo. Dominou o jogo, teve poucos sustos, vacilou onde o vacilo é recorrente, mas enfrentou o touro sem medo, buscando o empate num jogo onde foi soberano. O Fla chegou sob desconfiança, apesar de líder no brasileirão faltava ao time os embates classificatórios e o universo fáustico que eles proporcionam, resumindo, é estar em outro panteão do qual o Flamengo tem que se acostumar a habitar; grandes jogos, adversários potentes, arquibancadas ensandecidas e nas quatro linhas um manancial de histórias.

    O Flamengo foi gigante na casa dos caras e por mais pertinente que seja o mantra do ainda tem o jogo de volta, o que se viu ontem foi um time que está encontrando outro patamar de jogo e se consolidará no alto mediante os títulos que, segundo fontes do além, virão esse ano. Não se espantem se for mais de um. Não é fácil dominar o Grêmio do Renato no Sul. Jogam cientes do tamanho que tem e do predomínio que exercem no jogo. As escapadas do Everton e o talento do Luan, aliado a precisão com que são executadas as ideias táticas, transformam seus adversários em vítimas facilmente.

    Flamengo soube colocar seus talentos para jogar e surpreendeu o Grêmio. Tomou o gol no momento onde esboçava uma reação geográfica no jogo, ocupando mais os espaços e entendendo que após aquele início de marcação muito alta viriam as brechas naturais da partida. Porém, mesmo com o gol de videogame do matusalém Léo Moura – mostrando que o Fla tem um chama pra lei o ex – o time não se abateu e após o intervalo assumiu a história que estava predestinado a contar. Dominou sem cerimonias o meio campo e deixou o estádio com um silêncio sepulcral até o golpe final do menino Lincoln.

    No mais é preciso exaltar a postura do Barbieri, não deixou se abater e nem procurou o Boston Medical Groups, assumiu a responsabilidade e colocou o Flamengo pra jogar da forma que todo rubro negro guarda na memória mesmo que em mitologia, afinal, aprendemos desde girinos que Flamengo joga pra frente, movidos pelo calor de sua torcida e envolvendo os adversários, tanto que a camisa certas vezes é “içada, desfraldada, por invisíveis mãos…” como eternizou o Nelson Rodrigues.

    Que venham as próximas rodadas do brasileirão, libertadores e copa do brasil. Os Rubro Negros, em geral, precisam de muito pouco pra sonhar e se esse elenco entender a importância do encontro entre o time e torcida, compreendendo minimamente a ideia Flamengo, nada nos segurará.

    Saudações Rubro Negras!
     


    Imagem destacada: Gilvan de Souza/Flamengo

     

    Alexandre Greco é jornalista, escrevinhador e rubro negro, especialista em nanohistórias e contação de mentiras. Saravá! Siga-o no Twitter: @alexandregrecco.

     

     

  • Grêmio 1 x 1 Flamengo: um gigante com sua tradição do jogo bonito em território hostil

    Foram 1027 passes, 50 passes longos, 43 dribles, 38 finalizações, com 12 no alvo. Alguns números que retratam esse jogo de ida válido pelas quartas-de-final da Copa do Brasil 2018, na Arena do Grêmio.

    Gigante pela própria natureza. Enfrentar seu adversário em território hostil com estratégias defensivas e reativas não só se tornaram regra para o futebol brasileiro, como motivo de exaltação pela imprensa esportiva. “Aprender a sofrer”. As máquinas futebolísticas são agora times fechados, compactos, que jogam mais sem a bola do que com ela, que priorizam chances diminutas que devem ser finalizadas com o máximo de precisão possível, porque outras oportunidades demoraram a aparecer (ou muitas vezes, só aparecerão nos jogos seguintes).

    Leia também: Grêmio 1×1 Flamengo – Futebol e justiça

    Mas o Flamengo possui uma história, uma tradição de futebol. Flamengo possui DNA de futebol-arte, ainda que esquecido por certos momentos. Mas está lá, entranhado em suas raízes. E esse time comandado por Maurício Barbieri não é perfeito, é frágil tecnicamente em suas laterais, mas sem dúvidas, respira futebol. Do goleiro ao ponta-esquerda. Todos participam e interagem em sua proposta de jogo de ser protagonista. Mesmo que do outro lado esteja o atual Campeão da América.

    O Flamengo entra em campo com o mesmo time que enfrentou o Sport. No seu 4-1-4-1 funcional que as vezes é 4-3-3, outras 4-4-2, tão volátil quanto a movimentação de seus jogadores.Paquetá avança por dentro, Diego pela esquerda dialogando com Marlos, recuando constantemente para a saída preenchida, e Éverton Ribeiro mantendo sua fase mágica com mais uma partida exuberante em todos os quesitos. Sobrou na sua técnica, e curiosamente no físico. E por último, Cuéllar. Talvez não a melhor partida no quesito defensivo (apenas 1 desarme, 1 interceptação e 1 chute bloqueado), mas de longe a que mais apareceu e se entregou ao ataque. 72 passes certos (98% de precisão), 1 passe decisivo, 1 ótima chance criada e êxito nos 4 passes longos tentados, assim como em 3 dribles. Partida monstruosa do volante que quando não tinha espaço para seus meias, criou por si mesmo, como no lance em que invade a área driblando e cruza com perfeição para Diego que cabeceia para fora. Craque.

    Grêmio entra em campo consciente que precisaria fazer o resultado em casa. Logo, tentativa de imposição natural nos primeiros minutos, na força e na técnica, demonstrada em forte chute de fora da área de Luan logo no primeiro minuto (que seria uma constante para os gremistas: 11 dos seus 14 ao longo dos 90 minutos). Em seu 4-2-3-1 em bloco, com 4, 5 jogadores interagindo no entrelinhas, que tem sua saída baseada num losango sustentado por Geromel-Kannemann-M. Oliveira-Cicero, busca a aceleração seja pela direita ou esquerda, com Everton ou L. Moura. Toca, passa, recua, lança, dribla, tabela, infiltra, finaliza. Perde a bola, pressiona, agride o portador. Converge seu jogo das beiradas para o centro, no controle que Maicon e Cícero fornecem na intermediária para que a bola chegue à feição para finalização ou passes verticais de Luan, que usa e abusa dos espaços gerados pelas movimentações de André que arrasta a marcação e gera pontos-cegos. Exemplo claro no lance do gol gremista, aos 38’.

    Saídas e momentos ofensivos de Grêmio e Flamengo: Do losango gremista na saída sustentada até seu ataque em bloco com constantes interações entrelinha e busca de jogo exterior com L. Moura. Para o rubro-negro, a saída sustentada em 2-3 com constante circulação e inversões de seu Lado Forte com investidas à linha de fundo por Rodinei.

    Mas Barbieri estava preparado para a proposta ofensiva gremista. E sua resposta foi…ser Flamengo. Pela qualidade de ambos os tripésdemeio-campo, com naturalidade o jogo seria resolvido no quão agudo as equipes conseguissem ser pelas beiradas. Mas Flamengo não queria ser o mais incisivo nos minutos iniciais. Flamengo queria o controle. Cadenciar, temporizar a partida, cansar e exaurir o adversário fisicamente e mentalmente. Obrigação da vitória é deles, estão em casa. Controle o jogo e seja agudo quando possível. Aos 10’, 58% da posse de bola a favor do rubro-negro. Aos 30’, 63% da posse. Grêmio finaliza mais ao longo do 1° tempo, mas em chutes de longa distância que muitas vezes terminam longe da meta de Diego Alves, que quando exigido, mostra-se completamente apto ao dever, assim como Grohe na outra meta.

    Do mesmo autor: Flamengo 4 x 1 Sport: o melhor desempenho tático do ano

    E tão natural quanto Flamengo buscar o controle da posse, seria Grêmio reivindica-lo. Pressão fortíssima por dentro, mordidas constantes na saída de bola, linhas altas sustentadas no alto poder de antecipação de Geromel pela direita (7 cortes, 6 interceptações e 1 desarme) e Cícero pela esquerda (4 interceptações), inibindo jogo interior com Paquetá e Diego e profundidade com Uribe, inócuo em toda a partida, anulado pelo correto Kannemann. Enquanto o primeiro tinha mais dificuldade de prosseguir com seus característicos giros e domínios sob pressão, que lhe fez perder 7 vezes a bola e ganhar 13 de 28 duelos, causando natural irritação de sua torcida, foi um exímio organizador e passador na base da jogada e saída (62 passes certos, que configuram um aproveitamento de 91%). Já o camisa 10 foi mais agudo, que contradiz as constantes críticas à seu jogo vertical. Em seus 53 passes certos, 6 foram decisivos, fora as 4 finalizações à gol que teve. Armou, caiu pela ponta, infiltrou, finalizou na área, serviu seus companheiros. Atuação à altura do jogo.

    O futebol tem suas peculiaridades que nunca devem ser subestimados. Flamengo tinha o controle, mas Grêmio era perigoso com constantes arrancadas de contra-ataque gremista (quem diria?) puxados por Luan e Everton. Rodinei, contestado, mantinha-se segura na defesa a seu corredor, inibindo infiltrações pelo setor (obviamente apoiado por Éverton Ribeiro). Em partida segura e acima das que fez no Pós-Copa, continua falhando no que não deveria e não poderia: cruzamentos. Rodinei existe para o time para alargar o campo com seus movimentos à linha de fundo. Gerar jogo exterior em um time repleto de arcos. Grêmio em sua movimentação compacta em bloco possui tudo que precisa para sua proposta: pressão imediata pós-perda, antecipação, compensação, muita profundidade e jogo exterior.

    O Flamengo é um animal diferente, ainda que similar em sua busca pelo jogo ofensivo. Interage em constância com Paquetá por dentro, na direita com Éverton Ribeiro puxando da beirada para o centro com dribles curtos sob forte marcação com auxílios constantes de Diego e Cuéllar no passe de retorno até atrair a marcação o suficiente para uma triangulação mais incisiva ou inversão buscando vitórias individuais do ponteiro ou infiltrador à esquerda. Gera jogo interior para buscar o fundo. E Rodinei consegue exercer sua função, mas nos metros finais, a desperdiça. 4 cruzamentos, 0 certos. E como o futebol pune, L. Moura para o outro lado não desperdiça. Se aproveita da fraqueza defensiva de Marlos para drible desconcertante, invade a área, tabela com Ramiro (falha de Renê em atrai-lo para o fundo, mas não o acompanha com a devida velocidade) e encontra Luan totalmente lúcido em seu posicionamento, aproveitando da marcação de Leo Duarte atraída por André. Chute de primeira, forte, indefensável no canto oposto de onde Diego Alves estava. GOL. Grêmio na frente.

    O Flamengo sente o golpe e se torna vacilante. Passes equivocados, gestos a mais, pausa em demasia. Um pouco de tudo. Grêmio tenta explorar, tenta agredir mais, mas o placar permanece o mesmo. 14 à 7 em finalizações com vantagem para a equipe gremista, assim como em 9 de 16 desarmes ganhos enquanto Flamengo foi apenas 6 de 9 desarmes. 12 interceptações contra 4. Representam o volume de imposição física dos anfitriõesnesse 1° tempo de ótimas versões de Geromel, Luan e Cicero.

    Agora só o controle da partida não era suficiente. Tinha que chutar, tinha ser agudo. E com essa mentalidade Flamengo entra em 2° tempo quase irretocável, principalmente após a entrada de Vitinho. Grêmio vem para a segunda etapa com estratégia mais cautelosa, buscando o jogo acelerado com Everton, e quase consegue boas oportunidades ao longo dos primeiros 5 minutos, com Flamengo ainda vacilante. Mas qualquer time que pregue uma marcação alta tão intensa sofrerá o preço. E vieram nas substituições de Everton e Léo Moura e no cansaço do tripé de meio-campo gremista. Renato Gaúcho em uma cartada final para alterar o panorama, tenta no pivô de Jael reter a bola e atenuar a pressão Rubro-negra. Em vão. No melhor desempenho de uma etapa da temporada, Diego, Paquetá e Éverton Ribeiro atuam em alta rotação, cadenciando, circulando e acelerando para envolver a defesa gremista. A entrada de Vitinho traz um jogador mais coletivo que Marlos, buscando a aproximação dos meias e a finalização como prioridade. Mesmo sem ritmo de jogo ideal, se mostrou muito lúcido nos minutos que esteve em campo.

    17 chutes a gol, 4 no alvo, 4 para fora, 9 bloqueados, 4 escanteios. Nos anfitriões, todos os quesitos zerados. Massacre de imposição física e técnica. Iniciado em uma marcação mais firme, produzindo erros dos donos da casa. 9 de 14 desarmes sucedidos, 5 interceptações, 8 cortes. Para o time que tanto queria o controle, enfim encontrou a supremacia. No chute de Paquetá, no quase gol olímpico de Diego, assim como em sua cabeçada, as chances de empatar e até mesmo virar se reproduziram. Mas precisava ser na emoção máxima que uma partida de futebol pode entregar. Último minuto, garoto de 17, centroavante. “Muito novo para jogo de tal tamanho”, diriam. Mas naquele exato minuto, foi tão gigante quanto o tamanho do clube que defende. Em jogada que novamente nos pés de Diego Alves, passa por Cuéllar, Rodinei, Paquetá, Éverton Ribeiro, Renê, Éverton Ribeiro, e em linda jogada de um camisa 7 endiabrado, atrai toda a marcação para passe sutil e devastador para Renê que se projeta muito bem nas costas de Maicon e cruza pra trás, rasteiro, na medida para o garoto que foi mais soberano que qualquer naquela área: antecipa Kannemann e Geromel e finaliza rasteiro, ligeiro, para o fundo das redes. Euforia, camisa arrancada balançando sobre a cabeça, e enfim um jogo digno de futebol brasileiro em seus 90 minutos.
     


    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

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    Matheus Miranda analisa os jogos do Mengão no Mundo Bola. Siga-o no Twitter: @Nicenerd04
     

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