Autor: diogo.almeida1979

  • Ouça Flamengo 1 x 0 Cruzeiro na Fla TV

    Após três jogos, o Flamengo reencontrou o caminho da vitória e superou o Cruzeiro no último domingo, no Maracanã. O triunfo manteve o Mais Querido na vice-liderança, apenas um ponto atrás do líder São Paulo.

    Na Fla TV, sob o comando do do Zopilote Fla, o Rubro-Negro transmitiu a vitória sobre a equipe mineira. Acompanhe abaixo.

    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

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  • Flamengo 0 x 2 Cruzeiro: Planejamento posto à prova

    Em 8 de agosto de 2018, na primeira partida válida pelas oitavas-de-final da Libertadores, no estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, o planejamento do Departamento de Futebol é posto à prova frente ao Cruzeiro, em “revanche” contra o Campeão da Copa do Brasil 2017 sobre o próprio Flamengo. Só esse destaque já seria suficiente para alterar o ânimo e equilíbrio emocional das equipes e torcidas. Mas de forma ainda mais extraordinária, campo e arquibancada mantém um tom que perdura por quase todo os 90 minutos no lado rubro-negro: frieza e receio preenchem o Templo do Futebol, ocupado por uma Magnética mais atenta ao que acontece nas quatro linhas do que o vibrante de costume. E o que se vê em campo não é agradável.

    Há uma semana, a melhor atuação do ano em território hostil contra o Campeão da América. Agora, apatia frente a um já conhecido adversário: Fábio, Léo, Henrique, Robinho e Thiago Neves foram titulares na primeira partida da final de copa nacional no ano passado, nesse mesmo estádio. De Arrascaeta saiu do banco de reservas para igualar o placar em falha de Thiago. Diego, Cuéllar e Réver foram outros remanescentes daquela partida, pelo lado rubro-negro.

    Mas há de se entender os pequenos equívocos que conduziram ao desenrolar desse jogo. Sem Lucas Paquetá, suspenso, o Flamengo entra em campo com Jean Lucas como meia-volante e Marlos Moreno como ponta-esquerda do seu 4-1-4-1 funcional. Mas por que não Vitinho como titular, a maior contratação da temporada e esperança de muitos torcedores para suprir a ausência tão sentida de Vinicius Jr? Simples, a equipe precisava de profundidade. E Barbieri ainda não sabe extrai-lo do recém-chegado.

    Características de jogadores tendem a reorganizar propostas e padrões de jogo de uma equipe. Não é trocar “seis por meia-dúzia”. O Flamengo joga com três meias-armadores, o que naturalmente desacelera o ritmo das jogadas e torna um jogo muito mais pautado em tocar a bola de pé em pé até a meta adversária. Vinicius Jr era o ponto fora-da-curva: ágil, rápido e driblador, com poder de finalização e ótimo senso de desmarques e ataque de espaços vazios: aprofundava as linhas de passes do ataque rubro-negro e abria defesas através de vitórias individuais sobre marcadores, seja em diagonal ou buscando a linha de fundo.

    Vitinho é um jogador diferente. Mais forte, usa e abusa de sua proteção à bola para buscar jogo interior com os meias, tabelando e se apresentando para finalização, seu grande foco. Conduz mais do que abre opções para lançamentos. Constrói mais do que destrói linhas com movimentações às costas dos volantes e no espaço entre zagueiros e laterais. Para um time que se condicionou a ter um meia, mais adiantado, retornando até a intermediária para participar da saída (Diego) e um lateral que busque a diagonal para “cair pelo centro” e participar das construções alinhado à Cuéllar e até como meia (Renê), ter um ponta-esquerda que também busque o centro e participação no desenvolvimento do ataque e não apenas em sua conclusão, causa um congestionamento no setor que excede em “arcos” para uma única “flecha” (Uribe). Logo, Marlos é escolhido para iniciar a partida.

    E neste contexto se insere o maior equivoco da noite. No dia 23 de maio de 2018, Flamengo e River Plate empatam em jogo sem gols no Monumental de Núñez. Lucas Paquetá recebe o terceiro cartão amarelo e está fora do primeiro jogo da fase seguinte. 77 dias de preparação para a ausência do segundo melhor jogador da temporada. E seja por falta de contratações da diretoria ou alternativas por Maurício Barbieri, o fato foi que sua ausência foi muito sentida. Paquetá, que já jogou em todas as posições do meio para frente, vem cada vez mais sendo recuado para possibilitar a presença de três camisas 10 no meio-campo titular. Inibe-se suas aptidões ofensivas, atuando na organização, ritmo e distribuição do jogo ao lado de Cuéllar. Mas o que ele agrega coletivamente para equipe, nenhum outro jogador no elenco consegue repetir. Desarma, marca, compensa as subidas de Rodinei; intenso e agressivo no pós-perda da bola; abre linhas de passe se projetando para frente para posições que lhe permita atrair as linhas de marcação e agredi-las, seja com dribles ou passes mais verticais; a opção de desmarque e presença na área para a conclusão da jogada ao se infiltrar. Erra como qualquer jogador erraria, e ainda é imaturo para reconhecer quando o risco pode custar caro, principalmente por ter uma mentalidade de meia-atacante e não de volante, que é onde está e é obrigado, para que tal 4-1-4-1 exista.

    Ter Jean Lucas na equipe não é o suficiente. E tê-lo em campo para emular qualquer um de seus veteranos é erro crasso e imperdoável aos deuses do futebol. O garoto do Ninho é um segundo volante físico, de condução e infiltração. Não é seu forte organizar, atuar mais adiantado entrelinhas, dando opção para passes que rompam a marcação. Diego tampouco. O 10 rubro-negro nunca foi na carreira esse meia-armador cerebral, que lê a marcação e com um passe e drible abra espaços para os companheiros progredirem no lance. Sempre foi um meia-atacante com menores obrigações defensivas, de condução de bola aliada à boa finalização, que ao longo de sua carreira, para se manter no futebol europeu cada vez mais físico dos tempos atuais, se “redescobriu” mais à beirada como meia-direita, com maior espaço para desempenhar seu futebol.

    Mas desde sua chegada ao Flamengo voltou ao centro do meio-campo. Teve boa fase em sua chegada, atuando livre para cair nos espaços que quisesse, livre para conduzir o quanto quisesse, para atuar próximo ao centroavante. Mas em 2017 teve crise de identidade e se posicionou cada vez mais como esse meia-armador recuado que rege à saída. Mostrou certas aptidões, é verdade, como seu bom controle de bola e proteção, desacelerando o jogo para manter a posse a favor da equipe, pausando quando o jogo se tornava acelerado demais, beneficiando as equipes reativas que confrontava. Mas, para um time que já possui um excesso de jogadores passadores e ditadores de ritmo, cadenciar ainda mais não é a chave. Não possui a vitalidade, físico ou inventividade nos dribles de Paquetá; não possui a criatividade nos passes verticais e nos giros que produzem situações favoráveis para o avanço dos laterais ou nas diagonais finalizadas com preciso chute de fora-da-área, tão característicos de Everton Ribeiro. Porém, ainda é o epicentro do momento ofensivo da equipe. A bola tem que passar pelos pés do 10.

    E nesse panorama o Cruzeiro, em atuação correta, se aproveita para tomar as rédeas da partida, mesmo desconhecendo qualquer soberania na posse da bola. Controla e ritma o jogo sem ela. Entende as fraquezas do adversário e a expõe para todos. Deflagra toda a dependência da equipe rubro-negra a seus garotos. Um, já suspenso. O outro, já na Europa. Obriga o Flamengo, tão conhecido por seu jogo interior, pela qualidade de seus meias, a buscar exaustivamente as beiradas, na tentativa de encontrar a referência de Uribe. Pressiona intensamente a posse de Cuéllar e Diego, fecha espaço nas laterais com triângulos de marcação pela direita (Robinho, Edilson e Henrique) e esquerda (De Arrascaeta, Egídio e Lucas Silva). Com Thiago Neves como referência para o desafogo por baixo, na busca de um momento ofensivo mais articulado. Com Barcos para a vitória na primeira bola, seja por chutões ou lançamentos ao mesmo, não importa. Se posiciona de forma inteligente, fugindo do gigante Réver e do vigor de Léo Duarte, ora caindo mais às costas de Cuéllar, ora buscando se impor sobre os laterais. Há vários jeitos de ser a referência de uma equipe: no pivô e retenção da bola até a aproximação dos companheiros em blocos compactos; no 1 toque para atração da marcação e ataque nos espaços vazios; e a referência que atua na quebra da primeira bola, para manter o ataque com presença no campo adversário. Com a vantagem no placar logo aos 10’, com De Arrascaeta, a situação é cada vez mais favorável aos visitantes.

    Jean, inócuo e perdido para jogo de tal magnitude, é incapaz de manter forte pressão no portador ou oferecer desmarques entrelinhas para seus companheiros. Marlos, ainda que mais insinuante, conseguindo certas vitórias individuais por meio de seus dribles, não consegue manter bom rendimento nas suas tomadas de decisão. Chutes e passes finais na última escolha prejudicam seu desempenho final. Diego, sobre a pressão de ritmar e conduzir a equipe à frente, se vê consumido pelo seu papel e torna a saída burocrática e previsível, com poucos momentos de êxito em abrir as linhas cruzeirenses. Everton Ribeiro, sem conseguir receber a bola mais à frente onde rende mais, recua em demasia, reduzindo a quantidade de opções para passe no terço final de campo, e muito longe para passes mais incisivos e chutes mais perigosos. Lhe resta apenas buscar a amplitude com Rodinei e em alguns momentos com Jean Lucas. Cuéllar é o único do meio-campo que continua lúcido em meio ao desequilíbrio emocional da equipe, com seus costumeiros 71 passes certos (91% de aproveitamento nos passes) e 7 de 8 bolas longas bem-sucedidas.

    E Barbieri, que tinha que buscar alternativas para reverter o placar, mostra imaturidade ao não reconhecer que o placar de 1 a 0 o manteria vivo na competição. Tira Jean Lucas para entrada de Vitinho. No meio-campo Diego e Everton Ribeiro, mesma dupla que estava na desclassificação no Campeonato Carioca para o Botafogo, quando Carpegiani ainda era o técnico, tornam o meio frágil, sem força para marcação e sem recursos parar abrir fortes retrancas. Previsibilidade. Nos gestos, no desespero de alçar bolas para área em profusão e verem todas serem rechaçadas por ótimas versões de Dedé e Léo, na entrada de um jovem centroavante que sem ser acionado com qualidade, pouco pode fazer. E em um Cuéllar, cansado por correr o campo todo de ala a ala cobrindo as costas dos laterais e meias. Assim como no claro segundo gol que viria, para dar um banho de água fria em qualquer interesse de conquistar a América. Aos 78’, Thiago Neves devia chute para o fundo das redes de Diego Alves, que ainda que tenha salvado outros lances, nada pode fazer para impedir os gols cruzeirenses. No que vale ressaltar a pífia desatenção da defesa rubro-negra em continuar constantemente levando gols pela esquerda, povoada por jogadores pouco agressivos na marcação, denotada em Robinho dominando a bola quase livre de marcação dentro da área, aproveitando da sonolência da última linha para aplicar lindo passe de ruptura para o gol de abertura.

    Com isso, o jogo de volta toma ares apocalípticos e de difícil reversão. Exaltando a falta de competência não só dos jogadores em reverter resultados, feito quase extraordinário para esse elenco, mas também da comissão técnica e diretoria de não reconhecer as falhas em seu elenco e encontrar alternativas, seja elas quais fossem, para atenua-las.
     


    Matheus Miranda analisa os jogos do Mengão no Mundo Bola. Siga-o no Twitter: @Nicenerd04

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    ANÁLISES

    > Grêmio 1 x 1 Flamengo: um gigante com sua tradição do jogo bonito em território hostil> Santos 1 x 1 Flamengo: 45 minutos de futebol à brasileira
    > Flamengo 2 x 0 Botafogo: quebra do roteiro linear
    > Flamengo 0 x 1 São Paulo: desilusões de um excesso de confiança precoce
    > Palmeiras 1 x 1 Flamengo: a manutenção de um estilo
    > Flamengo 2 x 0 Paraná: Barbieri mostra poder de leitura
    > Fluminense 0 x 2 Flamengo: Calma, passes, inversões e craques
    > Flamengo 1 x 0 Corinthians: vitória da genética rubro-negra
    > Flamengo 2 x 0 Bahia: consolidação de ideias e aplicação de conceitos
    > Atlético-MG 0 x 1 Flamengo: com as novas forças que se ostentam
    > River Plate 0 x 0 Flamengo: ousadia no papel e burocracia em campo
    > Análise Flamengo 1 x 1 Vasco: quando o ápice da performance individual e coletiva nunca chega
    > Flamengo x Emelec: Para valer a tradição flamenga
    > Chapecoense 3 x 2 Flamengo: ainda que se entendam os porquês
    > Flamengo 0 X 0 Ponte Preta: entre equívocos e excessos
    > Flamengo 2 x 0 Internacional | Um time em nítida evolução
    > Ponte Preta 0 x 1 Flamengo | Um time tentando se entender
    > Ceará 0 x 3 Flamengo | Na tática e na técnica: um time com cara de Flamengo

  • Podcast Conexão Mundo Bola – A bipolaridade do time do Flamengo

    Gravado em 06/08/2018, a pauta do programa girou em torno das mudanças de comportamento e performance do time do Flamengo nos dois confrontos contra o Grêmio no último final de semana.

    No novo episódio do Conexão Mundo Bola, Fabiano Tatu media o debate com os comentários de Diogo Almeida e Téo Benjamin. 

    Baixe o podcast e compartilhe nas suas redes sociais.

    Música de abertura: Lithium – Nirvana
    Edição: Lucas Tinoco

    Textos citados:

    Grêmio 1×1 Flamengo – Futebol e justiça

    O Flamengo quer fazer um favor ao Brasil, mas terá que brigar muito para conseguir

     

    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo
    Banner do Conexão Mundo Bola: Bruno De Laurentis

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  • Criptomoeda e Esporte

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    O que é? Como funciona o esporte e a criptomoeda IVI?

    O esporte funciona graças aos fãs de todo o mundo. Apoiando suas equipes e jogadores, eles compram ingressos, camisetas e merchandising, pagam alguns jogos de TV e, estão gerando bilhões em vendas a cada ano. Mas, também lucrando bilhões de dólares.

    Os fãs recebem uma parte desses lucros? Na verdade, não.

    As Criptomoedas funcionam graças a investidores em todo o mundo. Os investidores permitem que as Criptomoedas invistam em desenvolvimentos, serviços e produtos. Com elas, é possivel lucrar bilhões, e a maioria desses bilhões lucrados é devolvido aos investidores como royalties.

    Então, por que a indústria do esporte não retorna os lucros para os fãs como as Criptomoedas fazem?

    Porque um link está faltando ou “estava” faltando.

    Este link foi criado há alguns meses pela Inoovi. Este link chama-se “IVI Token”.

    Os fãs estão se tornando investidores com o IVI Token. Eles também podem obter muitos novos recursos acessíveis dentro do esporte com esses investimentos. Mas, ao mesmo tempo, estão gerando lucros ao “segurar” o IVI Token.

    IVI Token e Realidade Virtual

    IVI Token está investindo em alta tecnologia dedicada ao Esporte. Os fãs vão usar em breve todos esses novos recursos de alta tecnologia graças a esses IVI Tokens.

    Os fãs estarão acessando a eventos e momentos agradáveis perto de seus ídolos dentro do esporte.

    Quando um torcedor quer assistir a um jogo importante no estádio, ele não tem outra opçao além de comprar um ingresso, Correto? O mesmo acontece com o IVI Token. Os fãs terão de comprar o IVI Token para ter acesso a esses benefícios! Não existe outra opção.

    Leia também: Explorando juntos o IVI – A criptomoeda do esporte

    Mas, por que entrar nessas novas tecnologias de ponta?

    Porque a alta tecnologia está em toda parte. Na TV, no telefone, na cozinha, no seu carro e assim por diante.

    Agora, chegou a hora da Alta tecnologia penetrar no mundo do esporte.

    Essa alta tecnologia estará disponível em setembro de 2018 com as primeiras sessões ao vivo de Realidade Virtual 360°.

    O IVI Token fornecerá programas de alta qualidade graças à sua parceria com a Insta360, empresa chinesa.

    O IVI Token permitirá que todos acessem esses programas, sem nenhuma restrição.

    Os fãs precisarão seguir alguns passos para acessar essa nova Tecnologia. Você poderá encontrar no site virtualivi.com.

    Você poderá assistir aos treinamentos do seu time ou jogadores favoritos, participando da transmissão ao vivo de jogos particulares e muitos outros benefícios. Ilimitado!

    Imagine todas as viagens de realidade virtual que você pode participar. Visitar um museu, checar um quarto de hotel antes de reservar, assistir ao chefe do seu próprio restaurante cozinhar. Tudo isso estará disponível com o IVI Token.

    Muitos outros tipos de sessões estarão disponíveis diariamente, em qualquer lugar do mundo.

    A Realidade Virtual 360° da IVI token não tem limites ou restrições.

    E começa em setembro de 2018.

    O IVI Token está começando com o esporte, aproximando fãs e ídolos esportivos. Mas, também estará entrando em diferentes modalidades como: entretenimento, mídia, shows, viagens, restaurantes, hotéis, e muito mais.

    O IVI Token veio pra ficar.

    Não espere mais para comprar seus IVI Token. Por enquanto está custando apenas R$ 4,68. Porém, esse valor pode mudar a qualquer momento, dependendo do mercado.

    Esse valor pode chagar a custar 10 vezes mais em apenas 1 ano. Pois, o mundo inteiro vai está usando IVI muito em breve.

    Esteja ciente de que o IVI Token foi emitido em quantidade limitada. É por isso que seu valor só vai poder aumentar.

    Não perca essa grande oportunidade de adquirir seus IVI Tokens.

    Acredite, o IVI Token é o futuro do Esporte.

    Obrigado

    Notas

    Se você está interessado em uma parceria com o IVI Token ou qualquer informação, não hesite em entrar em contato conosco através do email: contact@infinivi.io ou pelo Whatsapp em +85268049937.

    Resumo de todos os sites e links introduzidos neste artigo:

    Sites

    Infinivi.io

    virtualivi.com

    Instagram:

    https://www.instagram.com/inoovi_ivi_token

    https://www.instagram.com/thekingrosa

    https://www.instagram.com/lola_brasil_brasil

    https://www.instagram.com/marcelosilvaftw

    Twitter e Telegram:

    @Inooviworld

    Canal do YouTube falando sobre IVI Token:

    https://youtu.be/SgYD7qOIYBs


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  • Zico apresenta sua coleção de camisas

    Nesta sexta-feira, o Galinho de Quintino iniciou uma nova série em seu canal no Youtube, na qual apresentará sua vasta coleção de camisas. No primeiro episódio, o ídolo máximo da Nação falou sobre a camisa usada no Brasil 1 x 0 Peru, jogo que classificou a seleção para a Olimpíada de 72, e o Manto do primeiro gol como profissional no Maracanã, no clássico Flamengo 2 x 2 Vasco pelo Brasileiro de 73.

    Confira o programa

    Lançado no ano passado, o canal do Galinho de Quintino conta com quadros variados, mostra o lado familiar do ídolo e recebe nomes do futebol e celebridades para bate papos descontraídos. Atualmente, o  Zico 10 está próximo da marca dos 800 mil inscritos.


    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Canal Zico 10/ Divulgação

     

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  • Árbitro paraense apita Flamengo x Cruzeiro

    Na busca pela retomada da liderança, o Flamengo enfrenta o Cruzeiro no próximo domingo, pela 18° rodada do Campeonato Brasileiro, no Maracanã. E para o duelo, a CBF escalou um trio de arbitragem paraense. Dewson Fernando Freitas da Silva comanda a apito, auxiliado por Hélcio Araujo Neves e Heronildo Freitas da Silva.

    O árbitro Dewson Freitas, de 37 anos, trabalhou em uma partida do Flamengo na atual edição do Campeonato Brasileiro. Foi no clássico contra o Fluminense, na décima rodada. Na ocasião, o Rubro-Negro venceu por 2 a 0. Embora não tenha comprometido, o árbitro distribuiu sete cartões ao longo do jogo. Inclusive, a predisposição para amarelar os jogadores é uma das principais características do paraense. No Brasileirão 2018, em média, ele aplicou o cartão seis vezes por jogo.

    Ao longo de sua carreira, o apitador foi escalado para nove partidas do Mais Querido, todas pela competição nacional. Em 2016, ele prejudicou o Flamengo no jogo contra o Santos, que terminou em 0 a 0 na Arena Pantanal, ao não marcar um pênalti claro pelo toque de mão do jogador santista, Caju.

    Scout do árbitro em jogos do Rubro-Negro

    Vitórias: 3
    Empates: 5
    Derrotas: 1

    Amarelos para o Flamengo: 18
    Amarelos para os adversários: 27


    Imagem destacada no site e redes sociais: divulgação

     

  • Flamengo divulga parcial de vendas para a partida contra o Cruzeiro 10/08/18

    O Flamengo divulgou a parcial de vendas para o jogo contra o Cruzeiro, no próximo domingo, no Maracanã. Até o momento, 43 mil ingressos foram vendidos de forma antecipada para o duelo válido pelo Campeonato Brasileiro.

    Confira os valores

    Norte

    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$15,00
    – Sócio-torcedor do plano Tradição: R$30,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$60,00 (meia R$30,00)

    Leste Superior

    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$25,00
    – Sócio-torcedor do plano Tradição: R$40,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$80,00 (meia R$40,00)

    Leste Inferior

    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$30,00
    – Sócio-torcedor do plano Tradição: R$50,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$100,00 (meia R$50,00)

    Oeste Inferior

    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$25,00
    – Sócio-torcedor do plano Tradição: R$40,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$80,00 (meia R$40,00)

    Maracanã Mais

    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$105,00
    – Sócio-torcedor do plano Tradição: R$130,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$205,00 (meia R$130,00)

    Sul

    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$15,00
    – Sócio-torcedor do plano Tradição: R$30,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$60,00 (meia R$30,00)

    Imagem destacada no site e redes sociais: Gilvan de Souza/ Flamengo

     

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  • Flamengo Imperadores enfrentará América Locomotiva pela segunda rodada da BFA

    O Flamengo Imperadores enfrentará o América Locomotiva pela segunda rodada da BFA 2018. As equipes se enfrentaram duas vezes na história, quando o América ainda se chamava Minas Locomotiva. Foram duas vitórias rubro-negras: em 2015, pelo Torneio Touchdown por 36×06 e em 2017, vencendo o amistoso por 14×00.

    Informações gerais

    O jogo, que seria mandado pelo Imperadores, acontecerá em Belo Horizonte. O Flamengo vendeu o mando da partida.

    “Uma partida fora facilita muito a logística. Sem falar nos gastos que são diminuídos consideravelmente. Os eventos de FA em Minas estão num nível bem acima do nosso aqui do Rio. E é a chance de levar o nome do Imperadores e do nosso patrocinador além do nosso estado.” segundo assessoria do time.

    Será na Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO (Rua Paru, 762 – Nova Floresta, entrada pela Rua Botucatu, 207) no próximo sábado (11) às 14h. Os ingressos custam RS$10,00 (entrada franca para crianças menores de 10 anos) e podem ser adquiridos no site Eventbrite. A abertura dos portões será às 13h.

    No local haverá área kids gratuita, praça de alimentação, show do intervalo, sorteios e muitas surpresas, conforme divulgação do América.

    O adversário

    O América Locomotiva, assim como o Imperadores, vem de vitória na BFA. A equipe venceu o Botafogo Reptiles por 15-13, em Minas Gerais, com direito a Hail Mary faltando poucos segundos para o final da partida.

    “O sistema defensivo do Flamengo deverá se adaptar na expectativa de que o Locomotiva aumente sua variação de opções ofensivas e alterne ainda mais às variações possíveis de seu playbook. Em compensação, o elenco do Imperadores reforçará as fileiras com maior retorno de jogadores que estiveram indisponíveis.” declarou Ival Maziero, coordenador defensivo do Imperadores.

    Crédito da imagem destacada: Nilton Brito/NB Photopress

  • Flamengo 0 x 2 Cruzeiro – A importância de cada bola

    O Flamengo jogou mal. Muito mal. Coletivamente, uma bagunça. Individualmente, um desastre. O Cruzeiro fez uma partida apenas correta – simples até – e mereceu a vitória.

    Rodinei, Renê, Jean Lucas, Marlos e Uribe muito mal outra vez. Éverton Ribeiro, Diego e o incansável Cuellar estiveram irreconhecíveis.

    Mas a derrota e a má atuação não podem ser explicadas apenas por falta de raça ou por uma noite pouco inspirada. O plano de jogo do Cruzeiro era simples, claro e direto. Acabou dando muito certo porque souberam aproveitar a importância de dois momentos importantes de uma jogada.

    A primeira bola

    A única estratégia do Cruzeiro era a bola longa para Barcos. Para que o jogo funcionasse, o centro-avante precisava ganhar a famosa “primeira bola”. Como maximizar a chance de sucesso dessa jogada? Enfraquecendo o duelo.

    Assim que o Cruzeiro retomava a bola, recuava até os zagueiros e se reorganizava. Barcos então fugia de Rever, o zagueiro mais alto. Como quem não queria nada, saía para o lado e encostava em Rodinei ou recuava e encostava em Cuellar. A defesa do Flamengo achava que estava marcando Barcos. Na verdade era Barcos que estava escolhendo como seria marcado pela defesa do Flamengo.

    Barcos então impôs uma superioridade impressionante nessa bola esticada. Conseguia escorar para Thiago Neves, Arrascaeta ou Egídio e desmontar a defesa rubro-negra.

    Do outro lado, Uribe não ganhou rigorosamente nenhuma bola de costas para o gol.

    A segunda bola

    A principal mudança defensiva do Flamengo de Barbieri em relação ao Flamengo de Carpegianni é a movimentação de Cuéllar. No início do ano o colombiano tinha a missão de se postar à frente dos zagueiros e proteger a entrada da área. Com a mudança de treinador, o jogador passou a ter uma função de cobertura pelos dois lados. Funciona como um limpador de para-brisa, sempre no setor da bola, sempre fazendo pressão.

    Mas ao contrário do que pensa a torcida do Flamengo, Cuéllar não é onipresente. Não consegue fazer a cobertura pelo lado e estar na área para afastar de cabeça na mesma jogada.

    O mérito do Cruzeiro foi atrair Cuéllar para fora da zona de perigo e atacar esse espaço. O volante era puxado para a disputa pelo alto contra Barcos ou, quando a jogada vinha por baixo, para fazer a dobra de marcação pelo lado.

    A “segunda bola”, decorrente de uma escorada de Barcos ou de uma construção paciente pelos lados, sempre encontrava alguém livre na entrada da área. Foi assim nos dois gols e no chute que Thiago Neves isolou da entrada da área.

    Quando Paquetá está de bom humor, consegue compensar alguns dos eventuais buracos deixados pelo colombiano. Sem ele, Jean Lucas não conseguiu dar esse equilíbrio. A coisa ainda piorou após a saída do garoto, com Éverton Ribeiro e Diego centralizados.

    Novo foco

    A Libertadores acabou. Voltaremos a torcer caso aconteça um milagre, mas convenhamos que é quase impossível. O foco total agora é no Brasileiro. Precisamos melhorar muito, voltar a jogar o bom futebol de algumas rodadas atrás.

    Não podemos ser traídos pela primeira bola. Nem pela segunda. É preciso ganhar toda e qualquer bola se quisermos alguma coisa em 2018.

     

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  • Rio Preto define na primeira etapa e Flamengo/Marinha perde a segunda no Brasileiro Feminino

    Na tarde dessa quarta-feira (08), o Flamengo/Marinha enfrentou o Rio Preto-SP, em jogo válido pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro Feminino A1 2018, no estádio Anísio Haddad. As Rubro-Negras foram derrotadas pelo placar de 3 a 1. Flávia foi a autora do gol rubro-negro.

    O Flamengo fica com os mesmos 24 pontos em 12 jogos na competição, mantendo-se na segunda colocação do grupo 2. Com o tropeço, a equipe não pode mais alcançar o Santos, líder disparado do grupo, com 31 pontos, além de ver o próprio Rio Preto encostar (dois pontos de diferença). Faltam duas partidas para o término da primeira fase e o Rubro-Negro já está garantido na próxima fase do Campeonato, restando apenas lutar por uma melhor colocação nessa primeira fase.

    O Rio Preto definiu o placar na primeira etapa, mais precisamente entre os minutos 20 e 30: nesse intervalo de tempo, as mandantes abriram 3-0 de vantagem no placar. As cariocas até descontaram com a atacante Flávia, logo no início do segundo tempo, mas a reação parou por aí.

    Escalação – Flamengo/Marinha

    FLAMENGO: Kaka; Rayanne, Day, Ana Carol e Fernanda Palermo; Ju, Jane e Bárbara; Flávia, Pâmela (Larissa) e Dany Helena. Técnico: Ricardo Abrantes.

    Gol: Flávia

    Próxima partida do Flamengo/Marinha

    O próximo compromisso do Mengão no Campeonato Brasileiro Feminino será no dia 15 de agosto, contra a Ponte Preta, às 15h. A partida será realizada no Estádio Nelo Bracalente (Vinhedo-SP).

    Regulamento

    O Flamengo está no grupo 2, juntamente de Vitória-PE, Foz Cataratas/Coritiba-PR, Rio Preto-SP, Santos-SP, Portuguesa-SP, Audax-SP e Ponte Preta-SP. Na primeira fase da competição, as equipes do mesmo grupo enfrentam-se em turno e returno. As quatro melhores, avançam às quartas de finais, após isso, mata-mata com jogos de ida e volta. O campeão, além do troféu, garante vaga na Libertadores da América Feminina 2019.

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