Autor: diogo.almeida1979

  • Árbitro paulista apita Flamengo x Ceará

    O paulista Raphael Claus foi o escolhido pela CBF para apitar a partida entre Flamengo x Ceará, no próximo domingo, no Maracanã. O duelo, válido pela 22° rodada do Campeonato Brasileiro, acontece às 11h. O árbitro será auxiliado por Danilo Ricardo Simon Martins (FIFA) e Rogério Pablos Zanardo (CBF).

    O juiz paulista não tem um histórico positivo em partidas do Rubro-Negro. Em 2015, foi pivô de muita polêmica, junto com seu auxiliar, após validar um gol do Avaí no Campeonato Brasileiro, em lance onde a bola havia saído claramente na construção da jogada (confira o segundo gol da equipe catarinense abaixo).

    No ano seguinte, a diretoria do Flamengo se manifestou contra a escalação do apitador para uma partida contra o Grêmio, no Campeonato Brasileiro.

    – Esse próprio árbitro que vai apitar nosso próximo jogo teve dois episódios em que prejudicou o Flamengo. No Brasileiro do ano passado, todos se lembram que ele deu um gol para o Avaí em que todo mundo viu que a bola saiu quase meio metro. Mesmo sendo um lance do assistente, ele era o árbitro. Ainda bem que o erro dele não nos causou um prejuízo maior contra o Cruzeiro, que foi o gol do Cirino, um gol legal, e ele era o árbitro — reclamou Rodrigo Caetano em 2016, em entrevista ao globoesporte.com.

    A última partida do Flamengo apitada por Raphael Claus foi no empate com o Grêmio (1 a 1), pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil, em Porto Alegre. Na ocasião, ele teve atuação discreta.

     Flamengo em jogos apitados por Raphael Claus

    – 10 jogos

    – 4 vitórias do Fla, 1 empate e 5 derrotas;

    – 20 cartões amarelos para o Rubro-Negro e 18 para os adversários.


    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Divulgação

     

     

  • Flamengo divulga a parcial de vendas para a partida contra o Ceará

    O Flamengo divulgou a parcial de vendas para o jogo contra o Ceará, no próximo domingo, às 11h, no Maracanã. Mais de 47 mil ingressos foram vendidos de forma antecipada para o duelo válido pela 22° rodada do Campeonato Brasileiro.

    Os setores Norte, Sul e Leste Inferior estão esgotados. Restam pouco menos de 5 mil para a torcida do Flamengo.

    Confira os preços dos ingressos

    Norte
    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$15,00
    – Sócio-torcedor do plano Onde estiver (Tradição): R$30,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$60,00 (meia R$30,00)

    Leste Superior
    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$25,00
    – Sócio-torcedor do plano Onde estiver (Tradição): R$40,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$80,00 (meia R$40,00)

    Leste Inferior
    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$30,00
    – Sócio-torcedor do plano Onde estiver (Tradição): R$50,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$100,00 (meia R$50,00)

    Oeste Inferior
    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$30,00
    – Sócio-torcedor do plano Onde estiver (Tradição): R$50,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$100,00 (meia R$50,00)

    Maracanã Mais
    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$105,00
    – Sócio-torcedor do plano Onde estiver (Tradição): R$130,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$205,00 (meia R$130,00)

    Sul
    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$15,00
    – Sócio-torcedor do plano Onde estiver (Tradição): R$30,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$60,00 (meia R$30,00)


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  • Zagallo manda mensagem de força para os jogadores do Flamengo: “Nós temos que ganhar”

    Um dos nomes mais importantes da história do futebol mundial e com sua trajetória intimamente ligada ao Flamengo, o ex-ponta esquerda e técnico Mário Jorge Lobo Zagallo mandou uma mensagem de força para o elenco rubro-negro. Com o Manto número 13 em mãos, o “Velho Lobo”, aos 87 anos, pediu muita vontade aos jogadores no decisivo duelo pela Libertadores.

    — Vocês sabem que vão jogar contra o Cruzeiro. Estou aqui pedindo força e vontade. Nós temos que ganhar, temos que continuar! — declarou Zagallo (confira o vídeo abaixo).

    Zagallo tem, em sua história, grande ligação com o Flamengo. Quando jogador, ele fez parte do segundo tricampeonato carioca da história rubro-negra, em 1953-54-55. O ex-ponta esquerda era atleta do Mais Querido quando, em 1958, fez parte do primeiro título brasileiro em Copas do Mundo.

    Na função de técnico, o ‘Velho Lobo’ trabalhou no Flamengo em três oportunidades, conquistando quatro taças guanabara, uma Copa dos Campeões e dois Campeonatos Cariocas. Em 2001, no inesquecível gol de falta de Petkovic aos 43 minutos, em uma das maiores viradas da história do Rubro-Negro, Zagallo era o técnico da equipe.

    Ainda sonhando com a classificação, o Flamengo entra em campo nesta noite para o segundo duelo contra o Cruzeiro pelas oitavas de final da Libertadores. A partida, no Mineirão, acontece às 21h45.

    Após tropeçar em casa (2 a 0), o Rubro-Negro precisa fazer história para seguir vivo na principal competição de clubes do continente. Caso queira a classificação direta, a equipe do técnico Maurício Barbieri terá que vencer por 3 a 0 ou dois gols a partir de 3 a 1. Em caso de 2 a 0, a vaga será decidida nos pênaltis.

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  • Vencer, vencer, vencer: Flamengo encara o Cruzeiro pelo jogo de volta das oitavas da Libertadores

    Ainda sonhando com a classificação, o Flamengo entra em campo nesta noite para o segundo duelo contra o Cruzeiro pelas oitavas de final da Libertadores. A partida, no Mineirão, acontece às 21h45 (Globo e Sportv transmitem o confronto/ acompanhe o tempo real no Mundo Bola).

    Após tropeçar em casa (2 a 0), o Rubro-Negro precisa fazer história para seguir vivo na principal competição de clubes do continente. Caso queira a classificação direta, a equipe do técnico Maurício Barbieri terá que vencer por 3 a 0 ou dois gols a partir de 3 a 1. Em caso de 2 a 0, a vaga será decidida nos pênaltis.

    Na partida desta noite, o Flamengo contará com o reforço do meia Lucas Paquetá. Suspenso, o camisa 11 não participou do confronto de ida. Já o atacante Fernando Uribe, por opção do técnico, não viajou com o elenco e está fora do jogo.

    O comandante rubro-negro não revelou o time que vai a campo, mas é possível que haja uma surpresa no ataque. Na última atividade, no Ninho do Urubu, Vitinho treinou como falso 9 e pode fazer a função na partida. Caso opte por esta opção, Henrique Dourado dará lugar ao colombiano Marlos Moreno.

    Fala, professor

    “O Cruzeiro é uma equipe madura, faz um jogo bastante seguro e até pragmático. É uma equipe que joga bastante com o regulamento embaixo do braço. Tem um grande treinador e temos que estar preparados para eventuais surpresas. Equipe acostumada a jogar em função do resultado. Temos que tirá-los da zona de conforto, pra eles não terem mais esse resultado e a gente poder buscar a classificação”, declarou o técnico Maurício Barbieri em coletiva no Ninho do Urubu.

    Provável escalação

    Diego Alves, Renê, Réver, Léo Duarte e Rodinei; Cuéllar, Paquetá, Diego, Éverton Ribeiro, Vitinho e Henrique Dourado (Marlos).

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    Leia também: Por opção de Barbieri, Uribe não foi relacionado para partida contra o Cruzeiro

    Retrospecto

    O retrospecto geral entre as equipes é equilibrado. Em 93 jogos, o Rubro-Negro venceu 32 vezes, empatou 26 e foi derrotado em 35 oportunidades.

    Arbitragem

    O árbitro Andrés Cunha comandará o apito, auxiliado por Nicolás Taran e Mauricio Espinosa.


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  • Barbieri? O inimigo é outro…

    Confesso que em meu último artigo O CÉU INFERNAL RUBRO-NEGRO eu apontei timidamente que não acreditava em êxito na disputa pela Taça Libertadores da América deste ano. De maneira mais enfática eu apontava como prioridade o Campeonato Brasileiro. Hoje, entre as tocas do Coelho e da Raposa, o Flamengo permanece no dilema de agosto, mês em que nosso enxuto elenco passa por uma verdadeira maratona.

    Após o empate de 2×2 com o América Mineiro, as redes sociais elegeram os novos vilões. Dentre eles, o treinador Barbieri é apontado como o grande responsável pelos insucessos. Junta-se a irregularidade do futebol apresentado pelo time com o momento eleitoral do Clube e temos nitroglicerina pura!

    Não deixe de ler no Mundo Bola Blogs! Alfarrábios do Melo: Aos que merecem

    Como eu não tenho relações políticas com nenhum grupo do Flamengo, só me resta apontar que tudo que vivemos até agora tem responsabilidade acumulada dos dirigentes nos últimos anos, com ênfase nas gestões Bandeira de Melo. Então farei apenas breves considerações para pontuar o que penso.

    É inegável o sucesso financeiro da era Bandeira de Melo. Todavia esse mérito ainda não trouxe resultados relevantes no mundo do futebol e, pior, acumula fracassos na modalidade que dá origem ao nosso Clube, a regata (o remo). Isso poderia ser sintomático, mas como explicar o sucesso no basquete?

    Como leigo que sou do cotidiano administrativo e político do Clube, eu pergunto: o que nos falta? Como somos perdedores no remo diante de um Botafogo nos últimos anos? Por que mesmo tendo dinheiro como nunca, o resultado do futebol profissional não aparece nem como um caminho certo? Temos um elenco caro e sem peças de reposição para as perdas naturais diante das diversas competições.

    É duro ter que admitir, mas os profissionais que passaram pelo Departamento de Futebol do Clube deixaram a desejar em uma série de situações, como em algumas contratações e nas carências cíclicas do elenco. O aspecto positivo está na base voltando a revelar jogadores para o profissional. Não obstante, mesmo na base identificamos incongruências como, por exemplo, no caso do volante Ronaldo, sem explicações para seu não aproveitamento.

    A agonia na Libertadores

    O problema do Flamengo no gargalo da Taça Libertadores da América não se esgota diante do desafio de reverter um placar negativo no primeiro jogo. Mesmo que consigamos a façanha de eliminar a equipe celeste no Mineirão, o cobertor continuará curto para o mês de setembro. Para termos uma idéia do tamanho do problema eu proponho buscar na memória qual foi a última vez que vencemos uma equipe grande brasileira por diferença de dois gols na casa do adversário.

    Só que temos algumas coisas favoráveis. Primeira: é o momento ideal para o treinador promover mudanças na equipe. Chega a ser assustadora a convergência de opiniões no seio da Magnética nas redes sociais. Confira se a equipe pensada por você se assemelha a essa: Diego Alves, Pará, Léo Duarte, Rever, Trauco, Piris, Cuellar, Paquetá, Everton Ribeiro, Diego e Vitinho.

    A minha justificativa para essa formação se baseia no desgaste (em todos os sentidos) de nossos laterais e na ineficácia dos nossos atacantes. Essa equipe pode confrontar o Cruzeiro impondo grande dificuldade na marcação diante da mobilidade de nossos meias revezando no ataque. A ausência de um centroavante fixo tende a levar dificuldades para uma zaga em que Dedé reina pelo alto, mas acusa instabilidades por baixo.

    O que temos a perder? Sou sincero, não acredito nem em Flamengo tampouco no Cruzeiro para evoluir na competição. A logística é terrível. O Flamengo por não ter elenco em condições de disputar três competições, o Cruzeiro por tendências a ter dificuldades no Campeonato Brasileiro, aonde se distancia do primeiro pelotão e periga de flertar com a turma de baixo.

    O que temos em nosso favor? O Cruzeiro faz um Campeonato Brasileiro desanimador, o time tem um aproveitamento em torno dos 47% e faz poucos gols, 18 com saldo zero. Aqui em Belo Horizonte hoje ouvi muitos cruzeirenses desconfiados com o jogo dessa quarta-feira. Por outro lado, muitos rubro-negros, mesmo com as cornetas a plenos pulmões buscam na mística a possibilidade de uma virada épica.

    Estou muito tranquilo. E espero que nosso treinador saiba aproveitar da experiência de Diego Alves, Réver e Diego para fazermos um grande jogo. Tenho a convicção de que se Everton Ribeiro repetir suas últimas atuações, sem saber que era impossível, nos levar a um dia inesquecível.

    Cordiais Saudações Rubro-Negras!
     


    Ricardo Martins é corretor de seguros, carioca radicado em Belo Horizonte. Blogueiro de longa data, comanda no Mundo Bola o blog Mulambeiros – Mulambos Mineiros. Siga-o no Twitter: @Rick_Martins_BH
     

    Imagem destacada no post e redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

     

  • Aos que merecem

    Ataca o Sport.

    Bola com o meia pernambucano, que atende pelo curioso nome de Francisco Alex. O rapaz consegue manobrar no meio de quatro contrários e, sem ser incomodado, desfere da intermediária um tiro fraco, rasteiro. O goleiro Bruno se posiciona e já ajeita o corpo para fazer uma defesa que não parece reunir maior dificuldade. Mas a bola, caprichosa, quica momentos antes de se encontrar com o corpo do arqueiro e marotamente o encobre, indo pousar mansamente às redes rubro-negras.

    Está empatada a partida. 1-1.

    O Flamengo chega à sétima rodada do Campeonato Brasileiro com 16 pontos, dividindo a liderança com Cruzeiro e Grêmio. No entanto, enquanto mineiros e gaúchos jogam em seus estádios recebendo São Paulo e Internacional, respectivamente, o Flamengo vai a Recife enfrentar o Sport. Significa que, provavelmente, apenas uma vitória manterá o rubro-negro na liderança da competição. Sabendo disso, o time adota postura ofensiva e desde o início da partida faz um jogo franco. Após uma primeira etapa com várias oportunidades desperdiçadas por ambas as equipes, o placar finalmente é aberto aos 9’ do segundo tempo, quando Obina aproveita um cruzamento de Juan e escora para o gol. A vantagem faz bem para o Flamengo, que mantém a partida sob controle, buscando fustigar o adversário em busca do segundo e definitivo tento, que acaba por não surgir. E então, como que para castigar a falta de eficiência dos cariocas, surge, num lance fortuito, o gol de empate dos pernambucanos.

    Leia também: > A fé e a nossa identidade

    O estádio incendeia, incandescente. Enlouquecidos com o empate, os da casa se atiram em insana fúria, procurando a catártica virada. Instantes após o gol, o experiente Leandro Machado tem a chance do segundo tento, mas erra uma cabeçada às portas da meta de Bruno. Logo a seguir, mais um arremate perigoso. A Ilha do Retiro está em chamas e os pernambucanos, em transe. Preocupado, o treinador do Flamengo vê-se roçando a ríspida superfície do fracasso. Já está convencido de que precisa agir, diante do naufrágio iminente. Em que pese sua inexperiência e certa falta de traquejo ao lidar com determinadas circunstâncias inerentes à rotina de um clube de tamanho porte (o que, meses mais tarde, cobrará seu preço), tem a seu favor a impetuosidade e a inquietude típicas dos jovens. E, mais do que o temor do revés, arde-lhe o incômodo, o inconformismo, a falta de capacidade em aceitar passivamente uma derrota que há poucos minutos caminhava para uma vitória razoavelmente tranquila. E, por conseguinte, a perda da liderança.

    Não interessa que o Sport está há 22 jogos invicto na Ilha do Retiro.

    Não interessa que o Sport acaba de ganhar a Copa do Brasil, o maior título de sua história (único de âmbito nacional).

    Não interessa que o Estádio está lotado com quase 30 mil almas berrando por seu time.

    Não interessa que o gramado encontra-se literalmente um pasto, mais adequado para a prática de vaquejada ou outros folguedos rurais.

    Não interessa que o adversário, em busca de uma rivalidade artificialmente criada, sempre tenta crescer quando enfrenta o Flamengo

    Não interessa… Não interessa… Não interessa.

    O treinador trabalha no Flamengo. Sua obrigação é entregar o Flamengo na liderança. Na ponta. Na vanguarda. Sempre e sempre. Vencer, vencer, vencer. Está no hino.

    Manda o meia-atacante Maxi Biancucchi aquecer. Sai o volante Cristian.

    O Flamengo vai para os minutos finais com apenas um volante de contenção, três meias e dois atacantes.

    A entrada de Maxi, argentino atarracado e abusado, embora limitado tecnicamente, transforma o panorama do jogo. O Flamengo passa a protagonizar as ações da partida. A reter a bola. A propor e a impor. Porque a mensagem transmitida por seu banco de reservas, por seu comando, por sua liderança, é clara. O empate, independente das circunstâncias, não é aceitável. O Sport está invicto em casa? É porque não enfrentou o Flamengo. O Sport tem um bom time? O do Flamengo é melhor. O estádio está lotado? O Flamengo está acostumado, talhado para os grandes eventos. O gramado não presta? É obrigação vencer, assim mesmo. Porque, quando se busca a glória, a vitória, o triunfo, o protagonismo, o topo, não há obstáculos, não há subterfúgios, não há fatores a se consumarem em um futuro que nunca chega. Os acomodados, os dotados de bovina resignação rendem-se às circunstâncias imersos na expectativa de um eterno porvir. Os inquietos vão lá e resolvem. Em vez de praguejar contra o frio, deitam na varanda.

    Restam oito segundos para o término do tempo. O Flamengo perambula pela intermediária adversária. Kleberson enxerga a projeção de Juan e acerta passe açucarado. O Marrentinho avança e cruza rasteiro para Obina, novamente Obina, o picaresco Anjo Negro da Gávea que, ao melhor estilo de Eto’O, ou talvez de Obina mesmo, dá um jeito de acertar uma letra e vencer a meta defendida por Magrão. O Flamengo faz 2-1. Congelada, a Ilha do Retiro se recolhe a um subjugado silêncio. Assim como é. Assim como tem que ser.

    Como é natural, os flamengos comemoram a vitória arrancada no terreno hostil. É inebriante exercer a imposição. Abater a presa. Deleitar-se com o prêmio que logo se revela, já que os adversários tropeçam com empates “normais” em seus jogos e ficam pra trás. A ousadia do treinador é premiada. Com a vitória, o Flamengo é o líder absoluto e isolado do Brasileiro.

    Dizem que a bola pune. Mas ela também gosta de dar carinho.

    Aos que merecem.


     


    Adriano Melo escreve seus Alfarrábios todas as quartas-feiras aqui no Mundo Bola e também no Buteco do Flamengo. Siga-o no Twitter: @Adrianomelo72
     

    Imagem destacada no post e redes sociais: Reprodução/em>

     

  • A fé e a nossa identidade

    O título deste post – mais uma vez rompendo um atraso terrível – pode levar o leitor ao engano de achar que este é um texto religioso. Na verdade, todo texto sobre o Flamengo é necessária e obrigatoriamente religioso – haja visto que o papel que o Flamengo exerce em nossas vidas é muito parecido com o que as religiões exercem (nas vidas de alguns de nós e de grande parte da população). E a fé não precisa, não tem o compromisso de ser racional, seus ditames e postulados não têm necessidade de comprovação empírica. O contrato da fé é muito claro – significa a adesão incondicional a algo que o fiel considera verdade, mesmo que não haja provas ou verificações. E aqui não cabe falar de “provas” no sentido jurídico do termo, e sim à submissão de toda opinião aos fatos. Muitas vezes os fatos esmagam a opinião – mas com ela permanecemos, até o fim.

    Este é um grande mistério humano.

    Não há em sã consciência por que acreditar que o Flamengo nesta quarta-feira vai conseguir se classificar para as quartas-de-final da Libertadores. Mas, no entanto, às 21h50, todos os rubro-negros, sem exceção, estarão acompanhando – seja no estádio ou na TV – a partida com a expectativa de uma grande virada, de algo a mais, de um lance divino do Flamengo, a favor do Flamengo. E esta expectativa, esta fé, tem muito mais de nossa identidade do que qualquer outra coisa. É esta parte de nossa identidade que atravessa gestões, técnicos, jogadores, roupeiros, essas coisas efêmeras como todas as coisas o são diante do Flamengo. Não importam Bandeira, Barbieri, Diego, Trauco, Landim, Lomba, a PQP, nada disso importa, tudo isso se desmancha no ar – mas o sólido é a nossa fé. É o que nos faz permanecer. A nossa identidade é algo que nenhuma gestão conseguirá jamais mudar – seja colocando camisa laranja, escudo alterado, short cinza ou meião amarelo. Achar que é possível – e é – virar nesta quarta contra o Cruzeiro é algo que simplesmente traduz o Flamengo com uma perfeição comparável ade Barbara Heliodora com Shakespeare.

    Leia também: > O dia mais feliz da minha vida

    Há quem defina a fé dizendo que é impossível ter fé e duvidar ao mesmo tempo. Santo Agostinho dizia “se não podes entender, crê para que entendas. A fé precede, o intelecto segue”. Uma virada rubro-negra é obviamente algo incompreensível. Creia, então, para ter a possibilidade de entender. “Ah, mas é irracional”. Ora, é claro que é, dado que o Flamengo não é uma entidade para ser entendida ou compreendida, de forma alguma. Há, claro, os profetas flamengos, que duvidam de nossas possibilidades na Taça Libertadores – e com eles eu até concordo que esse ano não entramos pela porta da frente (que é conquistar a vaga sendo campeão brasileiro). Eles usam certa lógica – mas meu ponto é que o Flamengo jamais se alimentou exclusivamente de lógica. Mas isso não importa – Santo Agostinho (mais uma vez) sempre disse que na essência somos todos iguais, e nas diferenças nos respeitamos. Aliás, neste dia em que escrevo, 28 de agosto, se celebra o dia dele, Santo Agostinho de Hipona (cidade em que ele foi bispo)

    A meu ver, a grande dificuldade de nossa congregação é realmente enxergar a identidade Flamengo em um período tão cheio de altos e baixos, principalmente nestes dias que se seguiram ao fim da Copa do Mundo (notadamente um torneio menor que interrompeu o Campeonato Brasileiro). É difícil mesmo lidar com um Flamengo que só fez entregar a rapadura em agosto, um Flamengo que saiu da liderança com quatro pontos de vantagem para o terceiro lugar quatro pontos atrás. Não há como não se irritar. Não há como aceitar a derrota de 2 a 0 para um time de segunda linha como o Cruzeiro, com um técnico abaixo do mediano como Mano Menezes. Querer exigir isso de alguém é chapa-branquismo demais, é passar pano com a voracidade de uma faxineira de filme pornô (me recordo de um filme em que a Amber Lynn fazia esse papel, mas não vem ao caso).

    A nossa identidade é, ao mesmo tempo, fé e ao mesmo tempo megalomania. Não nascemos para entender essas coisas de sexto lugar, não faz parte da nossa identidade comemorar que “fomos longe dessa vez”. No auge da formação de nosso ethos (1978-1992) nós não admitíamos ouvir falar em “dificuldade” ou em “respeito ao adversário”. E é preciso que se entenda: tanto a fé quanto a megalomania, a confiança excessiva, a marra, estão interligadas, num tecido diáfano, constante, e quem não souber entender isso está fadado a ir procurar times menores como todos os outros 19 do Campeonato Brasileiro. Esse mindset que pode e deve ser implantado em todos os jogadores do Flamengo, de não ter respeito algum a adversários, é uma espécie de atalho para uma excelência, uma renúncia total à mediocridade. Andei lendo esses dias o novo livro do Capitão Paulo Storani, que sairá em breve pela Editora Record – e ele, meu amigo, me permitiu a leitura prévia. O nome (ainda não definitivo, mas pode ser esse) da obra é VÁ E VENÇA.

    Storani era capitão do Batalhão de Operações Policiais Especiais quando coordenou o 9º Curso de Operações Especiais, aquele que é retratado no filme Tropa de Elite. É um dos que usaram, na vida real, o bordão NUNCA SERÃO. Pois o grande Storani alerta para um vício brasileiro: o de “estudar para passar e não para conhecer”. Eu mesmo, quando comentei essa passagem com ele, tive que admitir: por muitos anos, a minha maior preocupação era ser aprovado nos testes – e não exatamente ter domínio sobre um assunto.

    Acredito que esta mentalidade, caso se aproxime demais do Flamengo, é daninha. Não podemos achar bom nenhum resultado que não seja um título – ah, classificamos para a Libertadores? Que bom. Toma aqui um biscoito, agora vai lá e fala para a sua mãe que já pode servir a janta. Esta é uma seríssima questão de IDENTIDADE FLAMENGA.

    Se abrirmos mão disso, um dia poderemos ter a nossa fé insana seriamente abalada. E ela, senhores, é o que temos de melhor. Não fosse pela nossa fé insana e muitos de nós não estaríamos aqui.

    Que São Judas Tadeu nos acompanhe.
     


    Gustavo de Almeida é jornalista desde 1993, com atuação nas áreas de Política, Cidades, Segurança Pública e Esportes. É formado em jornalismo pela Universidade Federal Fluminense. Foi editor de Cidade do Jornal do Brasil, onde ganhou os prêmios Ibero-Americano de Imprensa Unicef/Agência EFE (2005) e Prêmio IGE da Fundação Lehmann (2006). Passou pela revista ISTOÉ, pelo jornal esportivo LANCE! e também pelos diários populares O DIA, A Notícia e EXTRA. Trabalhou como assessor de imprensa em campanhas de à Prefeitura do Rio e em duas campanhas para presidente de clubes de futebol. É pós-graduado (MBA) em Marketing e Comunicação Empresarial pela Universidade Veiga de Almeida. Atualmente, escreve livros como ghost-writer e faz consultorias da área de política, além de estar trabalhando em um roteiro de cinema.
     

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  • Com Lysias Itapicurú, do Fla+, TV Mundo Bola inicia série de entrevistas com representantes de grupos políticos do Flamengo

    Quem acompanha o Mundo Bola sabe que nossa missão é produzir conteúdo original e de qualidade. Seguindo esse objetivo, vamos levar a você, através da TV Mundo Bola, nosso canal oficial no YouTube, uma série de entrevistas com representantes de grupos políticos do Flamengo. O clube já vive um intenso clima eleitoral e queremos que o torcedor conheça mais os bastidores da política Rubro-Negra.

    Inscreva-se na TV Mundo Bola: Youtube.com/MundoRubroNegro

    E para inaugurar essa série, Diogo Almeida, editor do site e um dos apresentadores da TV Mundo Bola, foi recebido por um dos representantes do grupo Fla+, Lysias Itapicurú, conselheiro e ex-candidato a presidente do Flamengo. Agradecemos ao Lysias, assim como a todos os membros do Fla+ pela disponibilidade em atender o Mundo Bola. Abaixo o leitor encontra a transcrição de alguns momentos importantes da nossa entrevista e o vídeo na íntegra.

    Missão do Fla+

    A missão do Fla+ é representar os associados, os conselheiros do Flamengo e os membros da Nação Rubro-Negra, que por algum motivo não estão na vida institucional do Flamengo por que não são sócios. A gente dá oportunidade, porque no Fla+ quem não é sócio pode participar, de se sentir parte da instituição Flamengo.

    O tamanho do Fla+

    Já passamos da casa dos 100 membros. No site do Fla+ tem todos os nomes dos membros, entre não sócios, sócios torcedores, sócios e conselheiros do Flamengo.

    A organização

    Temos nossas reuniões mensais. Uma intranet. Não temos um presidente. Temos várias lideranças com perfis bem diferentes que contribuem muito e quando tem a necessidade de discutir um tema específico como, por exemplo, a reforma do Estatuto, um grupo se reúne, nesse caso liderado por juristas, e vai tratar daquela reforma. E daí que a gente vai votar, defender, articular para que aconteça ou não. Se não tivermos um especialista no tema dentro do grupo buscamos alguém de fora para trazer esse entendimento.

    Debate através da diferença

    As pessoas criticam muito grupo político no Flamengo. Porque o Flamengo não é um só. O Flamengo é só! A gente tem que fazer um exercício que é concordar e discordar. Discordar a gente cresce. A gente não pode é brigar. Grupo político não pode ser rival. Não pode se odiar. Eu penso nessa linha, ele pensa naquela outra, ok. Vamos discutir ideias e ganhe as melhores propostas. O objetivo principal tem que ser o Flamengo. Na maioria das vezes não é. A formação de grupos políticos do Flamengo é muito rica e devia ser mais explorada.

    SóFLA

    Sempre acreditei na juventude. Tem o ar da audácia que faz toda diferencial. Só que nós temos que construir isso com mais compreensão. Dar as mãos. Essa rivalidade me preocupa um pouco. (…). As pessoas não se conhecem, rotulam e xingam. O Flamengo é uma máquina de moer o homem. Ali as pessoas denigrem o seu caráter. Então se criou uma divisão no Flamengo. O SóFLA e o resto. “Eu odeio o SóFLA!”. Senhores, no SóFLA tem muita gente boa. O comportamento de A, B ou C se criou uma rixa desnecessária. A gente ouviu de alguns membros do SóFLA que o que estava no Flamengo era a vanguarda do atraso. Que seja verdade. Que pensem assim. Não se diz, não se fala, não se coloca. Tem que parar com esse ódio. Que se você não é do SóFLA você não serve. Por quê?

    As ideias de fora

    O Conselho Deliberativo é muito rico. Pessoas extremamente capazes ali. Se essas pessoas capazes conseguirem ouvir as pessoas de fora, a gente vai fazer de fato esse Flamengo que a gente imagina: grande, robusto, plural. E o caminho pode ser o dos grupos políticos

    Responsabilidade política como brasileiros e rubro-negros

    Nós, como brasileiros, temos que ter responsabilidade política. Nós como rubro-negros, conselheiros e pessoas ativas na política rubro-negra, temos que ter responsabilidade política. Negar fazer política é muito ruim. Você faz política o dia inteiro. E o que nós fazemos no Conselho Deliberativo é discutir política com paixão. Não adianta reclamar quando perde. Venha participar. O Flamengo não tem dono. Mas tem representantes.

    Redes sociais

    Tem que ter responsabilidade. As ferramentas que nos permitem uma comunicação mais ampla e rápida. Você pode se perder e vai gerar um desgaste muito grande. E pode gerar um problema para a instituição muito grande. As redes sociais estão cheias de formadores de opiniões como também está cheia de fake news. Os grupos políticos se fazem importantes para você se representar. O grupo político nas redes sociais não só se manifesta da forma correta como esse grupo também tem uma capacidade maior de assumir as responsabilidades e as consequências.

    Apoio a Rodolfo Landim

    Apoiamos o Wallim Vasconcellos na última eleição. Decidimos apoiar Rodolfo Landim e concorrer ao Conselho Deliberativo. Por que resolvemos apoiar o Rodolfo? Primeiro pelo princípios que nos unem. O Rodolfo é uma pessoa pragmática, direta, com uma experiência de vida extraordinária, um preparo que está a altura daquilo que nós queremos para o Flamengo. Tem grande capacidade aglutinadora e de diálogo. É um sujeito apaixonado e que conhece futebol. Tem condições de opinar com propriedade sobre o futebol. E grupo que o cerca e o apoiam são de grande valor.

    Administração Bandeira

    O Flamengo vinha de gestões difíceis e temerárias. Vitoriosas em campo, o que essa não foi – e todo mundo sente falta de títulos – e gestões catastróficas financeiramente. O Flamengo ficou muito estragado. Essa administração de 2013-2018 tem um mérito muito grande mas não tem mágica. Porque quando você tem na sua casa o mínimo que é pagar suas contas você passou a fazer o mínimo da sua obrigação. Mas isso não é projeto de Flamengo. Faltaram títulos no futebol, nos esportes olímpicos. Estamos uma catástrofe no remo.

    Esportes Olímpicos

    Você pega um percentual do futebol tem como investimento social privado a formação olímpica brasileira. Então vamos supor que a gente consiga pegar do orçamento do Flamengo 20 milhões por ano para o esporte olímpico e ali você vai focar no basquete, no vôlei, na natação. A delegação olímpica brasileira era formada em sua maioria por atletas do Flamengo. E continuar a trabalhar a questão dos incentivos fiscais. O Flamengo pode ter as suas escolinhas. Tem como arrecadar com esporte olímpico também, no âmbito das escolinhas. Mantendo a parceria com as Forças Armadas.

    Papel do Fla+ em caso de vitória de Landim

    Todos que estão apoiando têm a sua expectativa de participar e ter sua função na administração da UniFla liderada por Rodolfo Landim. Isso são pontos discutido cotidianamente com os representantes. O Fla+ vai disputar o Conselho Deliberativo. E eu sou o candidato. A candidatura do Fla+ quer levar um equilíbrio ao Flamengo e todo o apoio necessário à administração do Flamengo. E mais a frente vamos disputar o Conselho Fiscal.
     

    Para maiores informações sobre o Fla+: flamais.com.br

    VEJA O VÍDEO NA ÍNTEGRA


     

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    Edição de vídeo: Carlos Gusmão (Siga-o no Twitter: @crgusmao)

     

     

     

  • A última vez que o Flamengo venceu o Cruzeiro por três gols de diferença em Belo Horizonte

    Na busca por uma vaga nas quartas de final da Libertadores, o Flamengo precisa superar, e bem, o Cruzeiro em Belo Horizonte. Caso queira a classificação direta, a equipe do técnico Maurício Barbieri terá que vencer o adversário por três gols de diferença – o 3 a 1 também serve.

    Para se ter uma ideia da complexidade da missão, a última, e única, vez que o Flamengo venceu o Cruzeiro na capital mineira por esta diferença de gols foi em 1938, no antigo estádio da Alameda. Jayme Terra, Valido (2) e Waldemar de Brito fizeram os tentos rubro-negros.

    Na época, a equipe mineira ainda se chamava Palestra Itália. Desde então, passaram-se 80 anos.

    Leia também: Flamengo já superou o Cruzeiro em Belo Horizonte em partida válida por um torneio internacional

    Outra boa vitória do Flamengo em Belo Horizonte aconteceu em 1991. Em confronto válido pelo Campeonato Brasileiro, Nélio marcou os dois gols da vitória por 2 a 0, no Mineirão. Caso este resultado se repita na próxima quarta-feira, a vaga para a próxima fase da Libertadores será decidida nos pênaltis.

    Os últimos confrontos eliminatórios

    A última partida eliminatória entre as equipes aconteceu na temporada passada, na final da Copa do Brasil. Após dois empates (1 a 1, no Maracanã, e 0 a 0 no Mineirão), a equipe mineira venceu nos pênaltis.

    Em 2013, após o gol salvador de Elias no Maracanã, o Rubro-Negro despachou a Raposa e conquistou a classificação heroica para as quartas de final da Copa do Brasil. O fato, que culminou no tricampeonato da competição nacional, completou cinco anos nesta terça-feira (29.08).

    Retrospecto de Flamengo x Cruzeiro

    O retrospecto geral entre as equipes é equilibrado. Em 93 jogos, o Rubro-Negro venceu 32 vezes, empatou 26 e foi derrotado em 35 oportunidades.

    O duelo entre Flamengo x Cruzeiro pelo jogo de volta das oitavas de final da Libertadores acontece nesta quarta-feira, às 21h45.


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  • Em torneio continental, o Flamengo superou o Cruzeiro na capital mineira

    Ainda sonhando com a classificação para as quartas de final da Libertadores, o Flamengo tem uma dura tarefa na próxima quarta-feira, na decisiva partida contra o Cruzeiro. Após tropeçar em casa (0 a 2), o Rubro-Negro precisa vencer a equipe mineira por três gols de diferença para seguir na competição – o 3 a 1 também serve para a classificação direta, em caso de vitória por 2 a 0, a vaga para a próxima fase será decidida nos pênaltis.

    Entretanto, a missão não é impossível. O Flamengo já superou o Cruzeiro em Belo Horizonte em partida válida por um torneio internacional. Em 1995, no ano do centenário, o Mais Querido venceu os dois jogos contra a Raposa na semifinal da extinta Supercopa Sul-Americana.

    A competição da Conmebol reunia todos os campeões da Libertadores. Após vencer o Vélez Sársfield (ARG), na primeira fase, e o Nacional (URU) nas quartas, o Flamengo teve o Cruzeiro como adversário.

    Em Belo Horizonte, Ronaldão foi o autor do gol da vitória por 1 a 0. Já no Maracanã, na partida de volta, Aloísio Chulapa, Marcio Costa e Rodrigo Mendes marcaram para o Flamengo e sacramentaram a classificação (confira abaixo).

    https://www.youtube.com/watch?v=U7A7OdAPzo8

    Leia também: Gol salvador de Elias completa cinco anos

    Na final, o Mais Querido foi superado pelo Independiente, batendo na trave pela segunda vez na busca pelo título da Supercopa – em 1993, perdeu para o São Paulo.

    Retrospecto de Flamengo x Cruzeiro

    O retrospecto geral entre Flamengo e Cruzeiro é equilibrado. Em 93 jogos, o Rubro-Negro venceu 32 vezes, empatou 26 e foi derrotado em 35 oportunidades.


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