Autor: diogo.almeida1979

  • Flamengo divulga parcial de vendas para o clássico

    O Flamengo divulgou a parcial de vendas para o jogo contra o Fluminense. Segundo os novos números, mais de 40 mil torcedores já garantiram presença no clássico. A partida, válida pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro, acontece no próximo sábado (13), no Maracanã.

    O Setor Norte está esgotado. Para a torcida rubro-negra, restam menos de 700 ingressos nos setores Oeste e Maracanã Mais. A carga total para a partida é de 68.445 ingressos.

    Leia também: Flamengo x Fluminense: locais, datas e horários para compra e troca de ingressos

    Preços dos ingressos

    Norte
    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$10,00
    – Sócio-torcedor do plano Onde estiver (Tradição): R$20,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$40,00 (meia R$20,00)

    Leste Superior (Setor Misto)
    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$12,00
    – Sócio-torcedor do plano Onde estiver (Tradição): R$25,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$50,00 (meia R$25,00)

    Leste Inferior (Setor Misto)
    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$15,00
    – Sócio-torcedor do plano Onde estiver (Tradição): R$30,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$60,00 (meia R$30,00)

    Oeste Inferior (Setor Misto)
    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$15,00
    – Sócio-torcedor do plano Onde estiver (Tradição): R$30,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$60,00 (meia R$30,00)

    Maracanã Mais (Setor Misto)
    – Sócio-torcedor dos planos Raça e superiores: R$115,00
    – Sócio-torcedor do plano Onde estiver (Tradição): R$145,00
    – Sócio-torcedor do plano Nação Jr. e Público Geral: R$225,00 (meia R$145,00)


     

    Foto destacada: Gilvan de Souza/ Divulgação

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  • De onde menos se espera, é daí mesmo que não vem nada

    Saudações, Rubro-Negros!

    Após algumas boas semanas sem escrever, por falta de tempo, mas também por certa preguiça do nosso Flamengo, volto a este espaço para, como sempre, trazer verdades. Verdades essas que não são sequer novas, porém precisam ser reafirmadas, uma vez que temos a tendência natural e humana de nos deixar seduzir pelos encantos de uma vitória, ainda mais sendo essa fora de casa, contra time grande e por placar largo. Mas não se iludam, camaradas. Não há nada de novo.

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    O Flamengo que bateu um Corinthians despretensioso e desinteressado na sexta passada é o mesmo que foi eliminado pelo Corinthians real há duas semanas, que fez uma partida bisonha contra o Bahia na sequência e que não só não conseguiu vencer o horroroso Vasco em nenhuma das partidas contra eles no ano, como ainda conseguiu ser bem pior na última, a ponto de poder-se considerar que o empate foi muito melhor para nós. É o mesmo Flamengo que não sabe jogar com centroavante e que vê todos os 9 do seu elenco amargando um jejum vergonhoso e patético, que tem jogador de 10 milhões de euros que não rende patavina em campo e que depende de um garoto de 21 anos para dar um mínimo de qualidade ao seu jogo.

    Para não dizerem que estou sendo radical ou crítico demais, aponto aqui duas mudanças percebidas no jogo de sexta-feira, as quais, contudo, carecem de uma sequência mínima antes que as consideremos mudanças de fato. A primeira tem a ver com as bolas paradas ofensivas. Os dois gols do Paquetá saíram desse jeito. Se por um lado mostra que o time ainda tem dificuldades em achar o gol com a bola rolando, por outro mostra que ao menos pode chegar a ele numa jogada, a qual, como sabemos, tem se tornado cada vez mais importante e determinado resultados mundo afora. Houve um período dentro desta atual temporada em que o Flamengo ensaiou ter nesse recurso uma grande arma a seu favor, só que ela andava meio sumida, assim como todo o resto das alternativas ofensivas do time, e em partidas mais recentes até gols contra acabaram por nos ajudar mais.

    Outro ponto que vale destacar tem a ver com a postura mais ligada dos jogadores. Pareciam mais concentrados e até relaxados — no bom sentido — do que o de costume. Até o mosca morta do Vitinho aparentava estar ali não só de corpo presente.

    Tudo isso posto, reitero minha absoluta não confiança nesse time e, portanto, na sua capacidade de brigar pelo título Brasileiro. Acredito, entretanto, numa melhora razoável, a qual nos levará a uma posição menos ridícula do que um 4o ou 5o lugar. Mas nada que sirva para nos animar, muito menos para tirar da boca o gosto amargo de ver mais uma temporada promissora jogada às favas graças a um misto de mau planejamento, arrogância e uma dose cavalar de bundamolice. De positivo, mesmo, só o fato de agora estarmos a pouco mais de dois meses do fim do ano.

    SRN
     

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    Fabiano Torres, o Tatu, é nascido e criado em Paracambi, onde deu os primeiros passos rumo ao rubronegrismo que o acompanha desde então. É professor de idiomas há mais de 25 anos e já esteve à frente de vários projetos de futebol na Internet, TV e rádio, como a série de documentários Energia das Torcidas, de 2010, o Canal dos Fominhas e o programa Torcedor Esporte Clube, na Rádio UOL. Também escreve no blog Happy Hour da Depressão.
     

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  • Os sinais surgem onde e quando menos se espera

    A cabeça dói.

    Lateja pulsando em ondas que dardejam o mais recôndito âmago da minha existência, ensaiando estilhaçar minha testa em minúsculos fragmentos de dor. Uma sensação insuportável, que faz rebentarem laivos de angustiante e surdo desespero.

    Estou de ressaca.

    Recorro aos comprimidos de praxe, ingiro corredeiras de água e resolvo sair, colocar-me em movimento, a despeito da ofuscante saudação de um sol que denuncia o adiantado de uma manhã que já se encaminha para a habitual e protocolar saída de cena. É o que se chama de “espairecer”.

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    Vou andando e tentando pôr alguns pensamentos em ordem. Soube que o Flamengo enfiou 3-0, o que, evidentemente, estampou-me não tão leve sorriso de canto de boca. Não vi a escovada, pois deliberadamente resolvi me afastar um pouco da depressiva tormenta de frustrações que tem permeado a vida do rubro-negro desde que uma “junta de notáveis” arrogou-se a prerrogativa de “salvar” o clube e colocá-lo na rota dos “anos mágicos” que, seis anos depois, resumem-se a dois Estaduais, uma Copa do Brasil e um festival de taças e ilusões perdidas. Depois da última decepção, resolvi dar um tempo. Não me arrependi. O Flamengo melhorou e eu também.

    Começo a transpirar. A dor passa. Os remédios parecem ter dado resultado. Tenho sede, afogo-me com mais litros de água. Sigo pensando. Já me afastei do Mengão antes. Ironicamente, dessa vez o time não é ruim. Mas, para usar jargão em voga, “não representa”. E isso é pior do que contar com uma choldra de caneludos. Talvez esteja sendo exigente demais. Ou não. Não, definitivamente não.

    Eu sei, vivemos tempos estranhos.

    Tempos de recortes extremistas que pontuam cada elemento que compõe nossa realidade, nosso contexto. Tempos em que soa proibido ponderar, racionalizar ou mesmo relativizar. Tempos em que somos instados a entoar cânticos de seitas e a embotar nossa visão crítica com o cabresto e a focinheira da beligerância. A reivindicar o monopólio da virtude e a marginalizar quem não dele comunga.

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    + Flamengo tem retrospecto positivo contra o Fluminense no Campeonato Brasileiro

    Tenho fome. Chego perto de um desses restaurantes de “prato do dia”, resolvo entrar. Há duas opções. Moela e dobradinha. A moela já conheço e não gosto. A dobradinha sei que me fará mal. Cresci asfixiado pelo fedor sufocante e nauseabundo de uma panela de dobradinha, e sua simples recordação me faz emergirem ímpetos de vômito. Olho pra moela, que já comi várias vezes. Está lá, com a mesma cara, o mesmo aspecto que me suscita a entediante repulsa própria das gororobas. A dobradinha parece seduzir o público, que por ela faz fila. Incomoda-me a perspectiva de escolher um dos pratos. Transtorna-me a ideia de pautar meu almoço pelo exercício agônico de meramente repelir uma das opções. Desnorteia-me o simples pensamento de que, afinal de contas, se estou em um restaurante, forçosamente terei que consumir um dos pratos. A fugidia enxaqueca ameaça voltar.

    Resolvo que a fome, afinal, não é premente. Pode esperar um pouco. E, com ela, a decisão.

    Saio do restaurante tentando pensar em coisas agradáveis. Por algum motivo, um episódio agora me vem à mente. Transporto-me a vinte anos atrás, em específico às bordas do Natal de 1998. Maracanãzinho completamente lotado. Gente pendurada no teto, para a Final do Campeonato Estadual de Basquete, entre Flamengo e Vasco. Um jogo que não tem absolutamente nada de prosaico. Que vale, mais do que uma taça, a honra e o orgulho de uma instituição.

    Vou recordando que 1998 terá sido um ano difícil. O rival no auge, Campeão da Libertadores, Vice das Américas e Vice Mundial. Que dispara um plano de estabelecer insuperável hegemonia no cenário olímpico brasileiro, através de maciços investimentos do seu patrocinador (e que, lembro, viverá seu auge dali a dois anos, com a “chuva de prata” nas Olimpíadas de Sydney, recorde absoluto de vice-campeonatos olímpicos do Brasil, marca aliás ainda não igualada até hoje). Projeto que ostenta em um de seus vértices um forte time de basquete. Equipe que chega à final com uma campanha lisinha, branquinha, invicta, irretocável. E que, por isso mesmo, é vestida com um favoritismo quase incontestável.

    O Flamengo, enquanto isso, rememoro, vive um momento complicadíssimo. Dois anos sem título algum, naufrágio no Estadual, um Brasileiro em que chegou a conviver com a ameaça do rebaixamento, recuperou-se, ensaiou arrancada e que viu uma amarga eliminação ser recebida com indiferentes batucadas e pagodes comandados por alguns jogadores no jogo de volta. Aliás, alguns dos dirigentes da época andam hoje em dia querendo o “verdadeiro Flamengo” de volta. Estranho, penso. Mas volto ao caso. O torcedor flamengo espezinhado com a péssima fase do time e com os títulos e vices do rival, uma falta de ânimo, de tesão, de vontade, e súbito aparece essa final do basquete, os caras do Vasco falando em fechar o play-off em três jogos, em desfilar na frente da Gávea, essas coisas. Até porque o Flamengo vem de campanha acidentada, três derrotas, time bem menos badalado e tal.

    E o Flamengo resiste. Perde a primeira apertado. Ganha a segunda e quebra a invencibilidade do adversário. Perde a terceira, também placar duro. No que seria o “jogo do título”, passa por cima do Vasco. E empata a série em 2-2. Agora, é só um jogo. Sem delongas. Perdeu, rua. Ganhou, taça.

    As duas torcidas superlotam o enorme ginásio. Trazem pra dentro da quadra o clima do Maracanã. Para o Vasco, a chance de coroar o ano com a chance de derrotar o maior rival (o que, ironicamente, não conseguiu no gramado). Para o Flamengo, um meio de resgatar a dignidade. A camisa. A honra.

    E não dá outra. Endemoninhado pelo mesmo élan de 1923, aquele punhado de jogadores revive o jogo das pás de remo e faz misérias dentro da quadra. Há um baixinho chamado Ratto. Esse camarada passa pelo lado, por fora, por dentro e por baixo dos vascaínos, fazendo sumir a bola com seus malabarismos e peripécias. É o dono da partida. O veterano Pipoka parece um adolescente brigando por um prato de sopa. Tem uns americanos que resolvem jogar o que não jogaram ainda no ano. O Vasco até começa na frente, mas depois o Flamengo vira o placar, abre dois, três, seis, dez pontos. E sua torcida canta, dança, grita a alegria de ser rubro-negro, às palmas, enquanto jogadores vascaínos saem na porrada, a organizada dos caras joga morteiro na quadra, o treinador Bial berra, urra e dá cambalhota, mas não consegue fazer seu time funcionar. O Flamengo ganha de 93-80. A massa invade e festeja a imposição, a superação, a força e a glória de um Flamengo que, esse sim, sem dúvidas foi Flamengo. Mais do que uma simples vitória, é um jogo que sinaliza um presságio. Traz um aviso. A alvorada da reviravolta.

    Às vezes, os sinais surgem onde e quando menos se espera.

    Chego em casa. Revigorado, vou curtir com a família o resto do dia.

     


    Adriano Melo escreve seus Alfarrábios todas as quartas-feiras aqui no Mundo Bola e também no Buteco do Flamengo. Siga-o no Twitter: @Adrianomelo72
     

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  • Corinthians e Flamengo/Marinha decidem vaga na final do Brasileiro Feminino

    90 minutos. Esse tempo separa o Flamengo da grande decisão do Campeonato Brasileiro Feminino A1 2018. Nesta quinta-feira (11), o Mengão enfrentará o Corinthians, no estádio Parque São Jorge (Fazendinha), às 20h30. O duelo é válido pelas semifinais da competição, sendo esse o jogo de volta. Na partida de ida, vitória Rubro-Negra, por 2 a 1. A entrada ao estádio é gratuita, porém, por infeliz determinação, somente a torcida mandante terá acesso ao jogo. O jogo também será transmitido no CorinthiansTV.

    O time titular para esse confronto ainda não foi divulgado pelo técnico Ricardo Abrantes para esse confronto. O XI inicial no jogo de ida, foi composto por: Kaka; Rayanne, Day, Andressa e Fernanda Palermo; Ju, Jane e Bárbara; Flávia, Pâmela e Dany Helena. Será a terceira partida entre as equipes em São Paulo: as duas anteriores vencidas pelas paulistas, em 2016.

    Arbitragem – Corinthians x Flamengo

    O duelo será conduzido pela árbitra Fernanda S. Ignacio de Souza, que já apitou um jogo do Flamengo na competição: na goleada de 6 a 0 diante da Portuguesa. A mesma será auxiliada por Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo e Patricia Carla de Oliveira.

    Regulamento

    O Flamengo está no grupo 2, juntamente de Vitória-PE, Foz Cataratas/Coritiba-PR, Rio Preto-SP, Santos-SP, Portuguesa-SP, Audax-SP e Ponte Preta-SP. Na primeira fase da competição, as equipes do mesmo grupo enfrentam-se em turno e returno. As quatro melhores, avançam às quartas de finais, após isso, mata-mata com jogos de ida e volta. O campeão, além do troféu, garante vaga na Libertadores da América Feminina 2019.

    Créditos imagem destacada: Staff Images/Flamengo

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  • Histórica frase de Petkovic na campanha do hexa completa nove anos

    O sérvio Dejan Petkovic dispensa maiores apresentações. Especialista nas jogadas de bola parada e dono de uma qualidade técnica invejável, o ex-meia marcou época no futebol brasileiro e entrou no seleto grupo de ídolos históricos do Flamengo. Mas não é só pela qualidade com a bola nos pés que o agora comentarista é relembrado. Irreverente e sempre sincero, o jogador é autor de algumas frases inesquecíveis. Uma delas, certamente a que mais viralizou na internet, está completando nove anos nesta quarta-feira (10).

    O episódio aconteceu na 29ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2009, na vitória rubro-negra sobre o São Paulo (2 a 1). Após o jogo, o repórter Victorino Chermont questionou o sérvio sobre sua frieza na partida. Quando o Flamengo ainda perdia por 1 a 0, o árbitro Wilton Pereira Sampaio marcou pênalti para a equipe da casa. Prontamente, Pet se apresentou para bater. Na primeira tentativa, Rogério Ceni defendeu, mas o árbitro mandou repetir. Na segunda, porém, o camisa 43 converteu com classe (reveja o lance).

    Sem pensar duas vezes, Petkovic citou, sem cortes, as palavras de encorajamento de um herói improvável.

    — O Everton Silva (lateral) veio perto de mim e falou: “Ô, pai, você é nosso ídolo. Não vai um pênalti tirar isso de você. F…-se o pênalti”. Aí me deu uma moral. Fiquei tranquilo — respondeu sem nem imaginar que suas palavras ficariam eternizadas.


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  • Com saída de Lucas Paquetá, Flamengo corre risco de repetir “geração perdida”

    O ano é 1990. Dez anos após a geração mais vitoriosa do Flamengo encantar o mundo, a esperança de mais uma década de muitos títulos estava depositada nos pés dos jovens jogadores que venceram a Copa São Paulo de Juniores daquele ano. A esperança, porém, virou decepção. Por causa de uma conjunção de erros de planejamento dos dirigentes rubro-negros, numa época onde o amadorismo falava mais alto, os principais nomes do time, pouco a pouco, alçaram voo para outras praças.

    Aquele time, de Júnior Baiano, Marcelinho Carioca, Paulo Nunes, Djalminha e cia., ficou conhecido na Gávea como a “geração perdida”. Como era esperado, os jogadores fizeram muito sucesso no futebol e conquistaram grandes títulos. Todavia, longe do Flamengo.

    Agora, mesmo que em contexto diferente, já que naquela época os dirigentes se desfizeram dos atletas a “preço de banana”, a história volta a se repetir. Sem conquistar títulos importantes desde 2013, o Rubro-Negro vê mais uma grande geração partindo para fazer sucesso fora do clube.

     

    Time campeão da Copinha de 1990

     

    Nesta quarta-feira (10), após realizar exames médicos, o jovem Lucas Paquetá, um dos grandes destaques do Flamengo na temporada, acertou sua transferência para o Milan (ITA). Assim como aconteceu com Vinicius Junior, Felipe Vizeu e Jorge, o meia pode deixar o Rubro-Negro sem conquistar nenhum título expressivo – a última oportunidade está na conquista do Campeonato Brasileiro.

    A equipe da Gávea, que ficou por anos sem revelar grandes safras de bons jogadores, voltou a fazer jus a famosa expressão “craque o Flamengo faz em casa”. Mas não usufrui da qualidade técnica destes jovens por muito tempo – principalmente por causa da desleal disputa contra os europeus e da necessidade de fazer fluxo de caixa. Como uma barriga de aluguel remunerada, o Rubro-Negro forma seus jogadores para o mercado da bola.

    Seguindo o mesmo roteiro de seus companheiros que foram negociados, outros pratas da casa já estão no radar dos europeus e dificilmente não seguirão o mesmo destino. São os casos do zagueiro Léo Duarte, do meia Reinier, que ainda está na equipe sub-20 e do atacante Lincoln.

     


    Foto destacada: Gilvan de Souza/ Divulgação

     

     

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  • Mauro Cézar Pereira comenta venda de Paquetá: ‘Prioridade do Fla de Bandeira não é ser campeão’

    A torcida do Flamengo foi surpreendida na noite da última terça-feira (09), quando a imprensa esportiva começou a noticiar a venda de Lucas Paquetá para o Milan. Na manhã desta quarta (10), mais informações – quanto ao contrato e valor do transferência – foram sendo veiculadas.

    O negócio ainda diverge opiniões. Para Mauro Cézar Pereira, comentarista da ESPN, a venda da revelação rubro-negra mostra qual é a verdadeira prioridade da gestão de Eduardo Bandeira de Mello, que termina o seu mandato no final do ano.

    “O fato é que o Flamengo poderia segurar o jogador se assim ele quisesse […] O Flamengo tem contrato com o Paquetá até o final de 2020 […] O negócio, do ponto de vista econômico, é muito bom, mas existe um outro aspecto que é o técnico e nesse aspecto o Flamengo poderia se esforçar para continuar com o jogador […] Então a prioridade é fechar o balanço no azul, não é técnica, não é ganhar taças, não é ganhar títulos”.

    O comentarista questionou, também, a postura do clube em acatar uma suposta posição do jogador que gostaria de deixar a equipe para um o clube italiano, e usou o exemplo do Palmeiras que tinha proposta alta por Dudu mas manteve o jogador.

    “Jogador tem contrato então tem que cumprir. O clube tem que ter postura, tem que saber se impor diante de empresário, diante de jogador de futebol. O Flamengo não pode se curvar a esse personagens […]  ‘Você vai cumprir contrato. Poderemos até vendê-lo, mas mais adiante. Queremos que você nos ajude a chegar a determinados objetivos técnicos’, essa poderia ser a postura”.

    Mauro levantou, ainda, uma dúvida quanto às finanças do Flamengo, que deveriam estar saudáveis principalmente após uma venda expressiva como foi a de Vinícius Júnior.

    “A atual gestão tentou recentemente a autorização de um empréstimo, inclusive usando a receita futura da venda de Felipe Vizeu como garantia para obter esse dinheiro porque foi eliminado da Copa do Brasil e deixou de ganhar R$ 20 milhões. Precisava dele para fechar as contas […] Aliás o Flamengo vendeu o Vinícius Jr. por 45 milhões de euros. Como é que o Flamengo pode chegar ao final do ano precisando vender jogador?”

    Ele também acrescentou que, para equilibrar o financeiro, o clube poderia se desfazer de jogadores que não têm dado retorno técnico.

    “Se o Flamengo não tinha condições de contratar o Vitinho, o Piris da Motta, não comprasse. Não contratasse o Geuvânio, que não dá retorno técnico nenhum desde que chegou no Flamengo e custa muito caro mensalmente. Porque que mantém o Rômulo, já que o jogador não é utilizado? Negocia, alivia a folha de pagamento. É muito dinheiro desperdiçado em jogadores que não retorno. Deixou de vender o Willian Arão, não conseguiu fazer negócio lá com os gregos… Então são negócios que não acontece, o Flamengo acaba gastando muito dinheiro com jogadores que não dão retorno e aí se vê no final do ano tendo que vender a sua principal revelação, principal jogador da base no atual elenco. Isso é terrível!”.

    O jornalista usou o fato da venda não ter sido pelo valor da multa para novamente tecer críticas à atual gestão, que para ele poderia ter deixado a transferência nas mãos do próximo presidente.

    “Eu acho que essa venda devia ser fechada pelo futuro presidente. Faltando pouco mais de 80 dias pro final do mandato do Bandeira [de Mello] ele não deveria fechar esse negócio. No começo de dezembro acontecerá a eleição no clube e o novo presidente já poderia negociar com o Milan pra fechar o acordo para janeiro, porque o cara só pode jogar lá em janeiro, a janela só abre no começo do ano que vem”.

    Confira o vídeo na íntegra:


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  • Milan se acerta com o Flamengo e aguarda exames para anunciar Paquetá

    Lucas Paquetá está acertado com o Milan. A informação, divulgada em primeira mão no canal “RaFla Mengo”, foi confirmada pelo globoesporte.com. Segundo o portal, o clube italiano desembolsará cerca de 35 milhões de euros para contar com o meia – o Flamengo fica com 70% do valor, que corresponde a sua parte em relação aos direitos econômicos -, e aguarda apenas os resultados dos exames médicos, que devem acontecer ainda nesta semana, para anunciar a nova contratação.

    Para acertar com o camisa 11, o Milan precisou superar dois fortes concorrentes: PSG e Barcelona. A equipe francesa, inclusive, ficou próxima de um desfecho positivo na negociação. Mas, aos 45 do segundo tempo, perdeu a disputa para os italianos, que seduziram o Garoto do Ninho, dentre outras coisas, com a promessa de que ele não ficara encostado no elenco.

    O jogador seguirá no Flamengo até o final da temporada.


    Foto destacada: Gilvan de Souza/ Divulgação

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  • Willian Arão destaca mudança de intensidade do Flamengo

    Além dos três importantes pontos, a vitória do Flamengo sobre o Corinthians evidenciou uma nova postura da equipe rubro-negra. Os jogadores deixaram a fama de “arame liso” de lado, mesmo que momentaneamente, e mostraram um lado mais vibrante e agressivo, dando claros sinais de que, embora ainda no início, o trabalho do técnico Dorival Júnior já está surtindo efeito.

    Nesta terça-feira, após a atividade no Ninho do Urubu, o volante Willian Arão concedeu entrevista coletiva e foi questionado sobre esta “nova cara do Flamengo”.

    — As equipes que ele comanda sempre tem intensidade alta e é isso que estamos tendo, principalmente no mano a mano. O Dorival nos cobra de uma forma que temos que fazer ou fazer. Treinamos e acaba virando automático. Quando a bola sai, cada jogador sabe para onde correr. A jogada acontece naturalmente. Isso facilita o nosso trabalho e cria dificuldade para os adversários –, destacou Arão.

    O jogador, porém, acredita que o Rubro-Negro nunca saiu da briga pelo título, mesmo nos momento de baixa da equipe. Atual terceiro colocado, o Rubro-Negro está a apenas quatro pontos do líder Palmeiras – adversário que ainda enfrentará no segundo turno – e a um do vice-líder Internacional.

    — Na nossa cabeça, nunca deixamos de estar brigando pelo título. Claro que a vitória por 3 a 0 na Arena Corinthians e a chegada de um novo treinador dá um gás. Nunca deixamos de lutar. Nós ainda temos um confronto direto contra o Palmeiras –, afirmou Arão.

    O clássico contra o Fluminense, válido pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro, acontece no próximo sábado (13), às 17 horas, no Maracanã.

    Confira outros trechos da coletiva

    Perigos do Fluminense

    A gente teve uma conversa breve sobre o clássico. Sabemos que o ataque do Fluminense é leve e se movimenta muito. Esperamos jogar da mesma forma que sempre jogamos: empurrando o nosso adversário para o campo de defesa, para que eles tenham o mínimo de chances possíveis.

    Fla-Flu no Maracanã

    Não é tirando mérito de estados como Brasília, Natal e outros. O Fla-Flu tem que ser jogado no Maracanã, é um palco histórico. O lugar dele e lá, esperamos que seja com as arquibancadas lotadas e que a gente possa sair com vencedor.

    Dorival Júnior

    A primeira impressão é muito boa. Eu nunca tinha trabalhado com ele, apenas jogado contra.

    Momento no clube

    Estou muito feliz com a sequência. É tudo que o jogador precisa para pegar confiança. Quando você não joga, o time tem uma maneira diferente de atuar e você precisa se adequar. Estou me adaptando bem com o Everton, com o Pará, o Paquetá. Tenho crescido no dia a dia e quero chegar nas partidas para fazer o meu melhor.

    Jogar ao lado de Lucas Paquetá

    O Paquetá tem uma qualidade altíssima. Nos mostra isso a cada partida. Já jogou de atacante, ponto, primeiro volante meia também. Ele consegue se adaptar bem em todas as faixas do campo. Pedimos sempre para que ele pise mais na área, ali sabemos o quanto ele é perigoso. Ele chute bem, cabeceia bem e é muito importante para nós.


     

    Foto destacada: Gilvan de Souza/ Divulgação

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  • Flamengo tem retrospecto positivo contra o Fluminense no Campeonato Brasileiro

    Com moral após o grande triunfo sobre o Corinthians fora de casa , o Flamengo volta a campo no próximo final de semana para o clássico com o Fluminense. A vitória no Fla-Flu, que marcará o primeiro encontro de Dorival Júnior com o Maracanã desde seu retorno ao Rubro-Negro, é de fundamental importância para a equipe seguir crescendo na disputa pelo título. E se depender dos recentes resultados  no clássico, o Mais Querido terá meio caminho andado.

    Com duas vitórias e dois empates, o Flamengo não perde para o Fluminense no Campeonato Brasileiro há quatro jogos. A última derrota aconteceu na edição 2016. O Mundo Bola listou os cinco últimos confrontos entre as equipes na competição.

    Confira:

    Primeiro turno do Brasileirão 2016: Flamengo 1 x 2 Fluminense

    O volante Willian Arão e o zagueiro Rafael Vaz não devem ter grandes lembranças deste jogo. O primeiro, contra, abriu o placar para a equipe adversária na etapa final. O peruano Paolo Guerrero até chegou a igualar o marcador, mas uma nova falha, desta vez do zagueiro, deixou o caminho livre para Richarlison driblar Alex Muralha e garantir a vitória do Fluminense. No Campeonato Brasileiro, esta foi a última derrota do Flamengo em Fla-Flus.

    Segundo turno do Brasileirão 2016: Flamengo 2 x 1 Fluminense

    O clássico entre Flamengo x Fluminense no returno do Campeonato Brasileiro 2016 ficou marcado pelo duelo equilibrado entre as equipes, numa partida que foi decidida nos mínimos detalhes. Especificamente numa falha de Wellington Silva no gol da vitória rubro-negra, marcado por Fernandinho. O jogo, porém, acabou em polêmica. Os tricolores acusam o arbitro Sandro Meira Ricci de ter feito uso de informações das imagens da televisão para anular corretamente um gol do zagueiro Henrique, na etapa final (confira abaixo).

    Primeiro turno do Brasileirão 2017: Flamengo 2 x 2 Fluminense

    Ao melhor estilo “empate com sabor de vitória”, o Flamengo precisou lutar até os últimos segundos para igualar o placar naquele duelo contra o Fluminense. O Rubro-Negro ficou atrás do placar duas vezes: Wendel fez o primeiro, Diego Ribas empatou e Henrique Dourado, que na época pertencia ao rival, deixou os adversários mais uma vez em vantagem. Trauco, porém, aos 49 minutos do segundo tempo, igualou o marcador e deu números finais a partida.

    Segundo turno do Brasileirão 2017: Flamengo 1 x 1 Fluminense

    Em um jogo truncado no Maracanã, o Flamengo viu o Fluminense abrir o placar, no início do segundo tempo, com um gol contra bizarro de Pará (confira abaixo). Para a sorte do lateral, o zagueiro Réver empatou o duelo aos 24 e diminuiu o prejuízo dos rubro-negros. Assim como no primeiro turno, o clássico terminou empatado.

    https://www.youtube.com/watch?v=kwoLgnacjAY

    Primeiro turno do Brasileirão 2018: Flamengo 2 x 0 Fluminense

    O Flamengo não teve grandes dificuldades para superar o rival no primeiro turno. Com gols de Henrique Dourado e Felipe Vizeu, a equipe esbanjou organização e foi cirúrgica dentro da área na vitória por 2 a 0. Acoado e inofensivo ofensivamente, o Tricolor sofreu nas mãos da dupla Lucas Paquetá e Vinicius Júnior. Os Garotos do Ninho apresentaram um vasto repertório de dribles ao longo do jogo e levaram os jogadores adversários muito irritados (como é possível ver na celebre entrevista de Gum ao fim do primeiro tempo).

    https://www.youtube.com/watch?v=NFPRsD07EcE

    O clássico contra o Fluminense, válido pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro, acontece no próximo sábado (13), às 17 horas, no Maracanã. Após conquistar três importantes pontos fora de casa contra o Corinthians, o Rubro-Negro chega para o duelo vivo na disputa pelo título.
     


    Foto destacada: Divulgação

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