Autor: diogo.almeida1979

  • Placar Moral 1 x 1

    O jogo contribui com pouco para uma projeção do futuro do implacável Flamengo Master Destruidor de Sonhos e Derrubador de Prognósticos

    Desde
    o tempo de Otelo Caçador que muito não há para se falar de nenhum jogo de estreia
    do Campeonato Carioca. São eventos festivos, tipo primeiro dia de aula, onde as
    exigências de desempenho esportivo são geralmente moderadas.  Os times grandes treinaram pouco e a
    rapaziada ainda está longe do seu ápice atlético. Ainda por cima a literatura
    médica recomenda que sob as calcinantes temperaturas médias dos janeiros
    cariocas haja redobrada atenção à hidratação adequada e que se evite a correria
    e os esforços desnecessários. São motivos mais do que razoáveis para que o
    torcedor que deseje praticar ilegalmente o comentarismo esportivo não se afobe
    no manejo da navalha da análise.

     Jane Birkin
    Jane Birkin. Foto: S. E. Orchard/Express / Getty Images


    está convencionado que antes das semifinais da Taça Guanabara (quiçá depois
    também) o Carioca é, essencialmente, café com leite. Todo mundo sabe que o
    bicho só pega na Liberta e que o Carioca hoje em dia só serve de desculpa pra
    demitir treinador no 1º semestre. Outra convenção arraigada entre os fãs do
    futebol é que o Flamengo tem que ganhar do Bangu sob quaisquer circunstâncias,
    em qualquer terreno, época ou competição, faça chuva ou faça sol. É natural que
    o Bangu não compartilhe publicamente desse ponto de vista, mas a real é que até
    os banguenses mais cascudos sabem que é mais fácil um rico com as amizades
    certas entrar no reino do céu do que o Bangu dar uma pernada no Flamengo.

    Por
    isso o resultado do jogo de ontem no Maraca contribui com pouco para uma
    projeção do futuro do implacável Flamengo Master Destruidor de Sonhos e
    Derrubador de Prognósticos ao longo da temporada. A impressão mais forte que
    ficou é que o Flamengo de 2019 até agora parece demais com o Flamengo de 2018
    sem Paquetá e Rever. O que parece ser natural. Falta entrar as estrelas recém
    contratadas, falta entrosar esses milionários todos em campo, falta um monte de
    coisa. Inclusive falta uma motivação maior para os jogadores do que acabar logo
    essa pelada pra tomar uma chuveirada porque tá um calor infernal. Mas é o que o
    Carioca tem para nos oferecer.

    O
    Flamengo ganhou, fez mais gols que o adversário, mas é possível que se diga que
    o placar não fez justiça ao que aconteceu no gramado. Ninguém deixa de ser
    Flamengo só porque viu a olho nu que o primeiro pênalti marcado a favor do
    rubro-negro foi um escandaloso erro da arbitragem. Nem vira corrupto só porque
    comemorou o pênalti maroto, que como dizem os simpáticos é uma prova de que o
    Flamengo recuperou sua força junto à proba Comissão de Arbitragem da não menos
    ínclita FERJ. Pênalti muito roubado, mas dane-se, Diego foi lá e empatou. Na
    hora o medo de alguns era que Rodrigo Caio fosse dar uma de honesto, mas
    felizmente ele soube refrear seus instintos legalistas. Talvez tenha optado por
    ficar no sapatinho por ter sido avisado que sua participação no gol banguense tinha
    sido mais proativa do que o manual de etiqueta dos zagueiros recomenda.

    No
    segundo tempo viramos o jogo com gol de Rhodholpho em jogada de Everton
    Ribeiro, mais uma vez o melhor em campo. E teve um pênalti pênalti mesmo
    desperdiçado pelo Diego, que já mostrou inúmeras vezes que não possui as
    qualidades necessárias para exercer o papel de cobrador oficial do Flamengo.
    Essa insistência dele em ser o macho-alfa do time enche o saco. Volta,
    Douradão!

    Com
    vantagem no placar, um homem a mais que o adversário e o Bangu com meio palmo
    de língua pra fora o que poderia ameaçar o Flamengo além do desafio da
    salubridade? Mesmo assim Abel foi fiel aos seus princípios e terminamos o jogo
    com 3 volantes de fé no gramado. Pode não significar nada, mas esse final de
    feira à Bangu é exatamente o Flamengo que a torcida não quer mais ver.

    Torcida que mais uma vez foi o destaque absoluto da partida. Estão de parabéns. Se houvesse alguma compostura nesta terra incandescente o governador corintiano jamais se prestaria ao constrangedor papel de aparecer em público fantasiado de torcedor pra ficar na aba do Flamengo. E se houvesse por aqui alguma justiça os mais de 43 mil verdadeiros rubro-negros que foram ao Maracanã teriam recebido um cachê.

    Mengão Sempre


  • Flamengo 2×1 Bangu – sofrimento como entretenimento

    O que trouxe preocupação foi a maneira como o time jogou na parte final, as substituições e as convicções de trabalho que começam a ganhar corpo.

    Por Téo Benjamin – Twitter: @teofb

    Homens adultos pagando dinheiro para xingar outros homens adultos por noventa minutos. Foi isso que marcou o escritor Nick Hornby em sua primeira visita a um estádio de futebol, ainda criança.

    Os torcedores pareciam não se deliciar com o espetáculo. A cada passe errado, uma série de xingamentos. A cada cruzamento mal feito, uma procissão de vaias. Foi o que ele chamou de sofrimento como entretenimento.

    Um fenômeno complexo, porém real. De fato, todo torcedor tem um prazer irracional e nada secreto em sofrer pelo seu time.

    Nick Hornby imortalizou suas experiências como torcedor do Arsenal no excelente livro “Febre de Bola”. Os torcedores que ele descreve têm tudo a ver com aqueles que optam por vaiar o jogador mais caro do time no primeiro jogo do ano.

    O Flamengo iniciou a temporada 2019 contra o Bangu debaixo de um calor infernal. Com o time ainda entrando no ritmo, era um jogo para se tirar poucas conclusões. A vitória foi magra, mas o que trouxe preocupação foi a maneira como o time jogou na parte final, as substituições feitas e as convicções de trabalho que começaram a ganhar corpo.

    Nem vamos falar de Leo Duarte no banco. O garoto merece começar jogando, mas consideremos que esse início ainda é uma fase de testes.

    Quando Vitor Gabriel entrou no lugar de Diego, parecia que Abel testaria um novo esquema com duas linhas de quatro e dois atacantes à frente. Ledo engano. O centro-avante da base virou pontinha e Éverton Ribeiro foi centralizado. O 4-2-3-1 parece ser regra.

    Mas o pior estava por vir. Éverton Ribeiro deu lugar a Piris e Arão foi adiantado para jogar como meia. O camisa 5 tem as suas qualidades, mas nunca, em tempo algum, pode jogar como meia de ligação num 4-2-3-1 do Flamengo, mesmo que apenas por dez minutos contra o Bangu. Invenção pura ou recado: precisamos nos preparar para ver o time com três volantes.

    O Flamengo não é obrigado a golear o Bangu. Quem exige isso está totalmente equivocado. Afinal, tem dia que a bola não entra por azar ou por grande atuação do goleiro dos caras.

    Mas o Flamengo tem a obrigação de pressionar o Bangu, de atacar, amassar, insistir o tempo todo.

    O que se viu por quarenta minutos foi um jogo morno, lento e irritante. Nos últimos quinze minutos, o Flamengo deixava o tempo passar e se limitava a defender, como se enfrentasse uma potência do continente, não o Bangu com dez homens.

    Cair de produção no fim do jogo é absolutamente normal. Parar de jogar – a partir de substituições desenhadas para fazer o time parar de jogar – não é normal.

    Partir para cima do adversário – dando certo ou não – seria o mínimo para demonstrar respeito às mais de 46 mil pessoas que compareceram ao Maracanã em um domingo de sol para um jogo que não valia efetivamente nada.

    Queremos ver o Flamengo vencer, mas também queremos ver o Flamengo se impor.

    O ano começou. Ainda é muito cedo para tirar conclusões, mas algum alerta já foi aceso. Não pelo jogo de hoje, claro, mas pelo que essas decisões podem sinalizar para o restante da temporada. O problema não é a vitória magra contra o Bangu. O problema é sinalizar que é viável colocar três volantes e se fechar na casinha dentro de um jogo desses.

    O elenco ainda não está completo. As opções no banco ainda eram reduzidas. Portanto, nada de apedrejamento. Nada de pressa. Apenas primeiras impressões.

    Mas ontem tivemos mais sofrimento do que entretenimento.


    *Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Alexandre Vidal / Flamengo

  • Primeiro encontro: Arrascaeta e Gabigol são apresentados a torcida; confira a galeria

    Para ver as fotos na galeria do Flamengo, clique aqui.


    *Créditos da imagem destacada no post, nas redes sociais e de toda a galeria: Alexandre Vidal/Flamengo

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  • Diego evita falar sobre renovação: “Tenho vivido jogo a jogo”

    O Flamengo venceu ontem (20) o Bangu na estreia do Campeonato
    Carioca por 2×1 no Maracanã. Autor do primeiro gol do Rubro-Negro na competição
    o meia Diego exaltou a vitória, mas disse que vê margem para melhora e
    agradeceu a torcida que compareceu.

    “Feliz pela vitória, por ter participado com o gol. A partida nós podemos melhorar, não se desenhou como gostaríamos. Em uma parte, conseguimos impor o que queríamos e em outra não. Devemos evoluir o quanto antes. As dificuldades serão cada vez maiores, a margem de erro vai ser pequena”, analisou o camisa 10.

    “A torcida compareceu mais uma vez, bateu um recorde se não me engano. Um público que demonstra que mais uma vez confia na equipe, e isso deve servir como motivação para que a gente realmente dê tudo e faça tudo que estiver no nosso alcance para buscar nossos objetivos”, completou.

    Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

    Pivô de uma renovação, o camisa 10 do Flamengo tem contrato até o
    fim de julho com o Rubro-Negro. Apesar de ter recusado a primeira proposta de
    renovação, Diego e seu pai, que é seu agente, se mantém otimistas quanto a
    possibilidade do atleta ficar no clube. Na zona mista, o meia disse pensar jogo
    a jogo.

    “Eu tenho vivido jogo a jogo com essa camisa e esse é meu objetivo. Nesse momento o que eu quero é vencer o próximo jogo. Participar, ser efetivo com meus companheiros e quando chegar o momento vamos tomar a decisão correta. Não vai mudar em nada o meu comportamento, a minha entrega. Sempre com o Flamengo, acima de tudo. Isso é o que devo fazer e estou me sentindo muito bem, concentrado e entregue”, disse o meia.

    Rapidamente, Diego também comentou sobre a decisão de bater o
    segundo pênalti – defendido por Jefferson Paulino -, e caracterizou o calor
    durante o primeiro tempo como “insuportável”.

    “Nos comunicamos no olhar. Ele pegou a bola, mas eu acabei batendo e o goleiro foi feliz, foi bem. O importante é que o primeiro entrou e nós acabamos conseguindo a vitória”.

    “Estamos bem, mas existe esse fator do calor que nós temos que superar. Primeiro tempo hoje, que eu me lembre, foi o jogo mais quente que joguei no Brasil. Estava insuportável, mas é o que tem e temos que encarar isso. Jamais será uma desculpa”.


    *Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais:
    Alexandre Vidal/Flamengo

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  • Também é obrigação…

    Por Ricardo Moura – Twitter: @MouraPalopoli

    Certa vez, no alto da montanha, durante um longo inverno, um senhor me chamou de canto e falou “Só uma grande felicidade é maior do que uma pequena felicidade”. Toma essa Rubro-Negro. Sabe o que isso significa? Que a gente precisa comemorar todas as conquistas, pois nunca saberemos se haverá algo maior ou não. Então, se o barato da vez é o Carioca, que venha.

    Entendo que vencer Bangu num Maracanã com sol à pino, como na tarde deste último domingo, pode não te empolgar. Mas querido amigo, a gente precisa vencer tudo que vier pela frente. O medo precisa ser instalado agora. Eles precisam entender que o Flamengo voltou!

    O Campeonato Carioca será a porta de entrada para um 2019 cheio de conquistas. Temos por obrigação, técnica e orçamentária, fazer um Estadual tranquilo e com ótimas apresentações.

    Crédito: Alexandre Vidal / Flamengo

    Se vamos de time titular ou não, isso não importa. Quem entrar tem que entender que aquilo ali é a bola da vez.

    Acredito que Abel Braga vai de time misto na maioria dos jogos. Entendendo que o ataque titular deve ter Vitinho, Arrascaeta, Everton Ribeiro e Gabigol, ter um ataque secundário com o restante é algo muito superior aos adversários, tanto os grandes quanto os pequenos, afinal estamos falando de um quarteto que pode ser Diego, Berrío, Uribe e Dourado. Não pra pensar em algo que não seja o título.

    Vinicius Júnior – Podem me cobrar um dia, nosso menino será eleito melhor do Mundo primeiro que Neymar.

    Lucas Paquetá – A Itália fará muito bem para o meia. A questão é, quando que o Tite vai abrir o olho e ver que ele é muito mais jogador do que os “chineses” que ele teima em colocar no meio campo da nossa Seleção.

    Itair Machado – Meu querido amigo, vá cuidar do seu time e pare de falar o nome do Flamengo!

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    *Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Alexandre Vidal / Flamengo 

  • Reta final: Bruno Henrique e Fla se aproximam e atacante não se reapresenta no Santos

    O Flamengo está em negociações avançadas para finalizar a contratação do atacante Bruno Henrique. Com o iminente acerto, o atleta não se reapresentou na manhã deste sábado (19) no CT Rei Pele e pegou o técnico Jorge Sampaoli de surpresa. O departamento de futebol do clube paulista não teria sido avisado do avanço na negociação com o rubro-negro.

    O empresário de Bruno Henrique, Denis Ricardo, alinha os últimos detalhes da operação e o atacante só aguarda o ”ok” para embarcar rumo ao Rio de Janeiro, realizar os exames médicos e assinar com o Flamengo. O contrato seria de 3 anos.

    O Mengo deve pagar R$ 23 milhões, mais o empréstimo do volante Ronaldo até dezembro (sem passe fixado) por 90% dos direitos de Bruno Henrique. O montante seria parcelado em três vezes.

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    Entenda a novela

    Quinta-feira (17) pela manhã o Mundo Bola foi o primeiro veículo a publicar que as partes sentariam novamente para negociar, a pedido do presidente do Santos, que enfrenta graves problemas financeiros, a pressão do atleta para ser transferido e tem em mãos a melhor proposta pelo jogador, um dos maiores destaques do futebol brasileiro em 2017, mas que sofreu com problemas físicos em 2018.

    Após o rubro-negro ter comunicado pelo vice de Futebol Marcos Braz a desistência na negociação, o alvinegro praiano voltou atrás e aceitou vender para o Flamengo.

    O presidente do Santos, José Carlos Peres, queria todo o montante a vista. Peres atravessa uma grave crise financeira, que se agrava nos primeiros meses do ano. O fluxo de caixa comprometido com muitas saídas desde dezembro e uma queda de recebíveis: bilheteria, patrocínio (o Santos também perdeu o patrocínio com a Caixa). A primeira parcela da venda do atacante Rodrygo (€ 20 milhões) já foi totalmente comprometida com gastos comuns e dívidas do segundo semestre de 2018. Uma destas dívidas incluiu justamente a última parcela da compra de Bruno Henrique ao Holfsburg, de cerca de R$ 9 milhões.

    Em relação ao dinheiro de direitos de transmissão do Brasileiro, o Santos teve que antecipar receitas. Da Globo, do contrato de TV aberta, já usou R$ 18 milhões referentes ao segundo semestre de 2018 no início do mesmo ano, além das próprias luvas de celebração do acordo, de R$ 20 milhões. É bom lembrar que para 2019 o sistema de cotas da TV aberta mudou e apenas 40% são provisões fixas, pagas somente em maio. Os outros 60% são variáveis (dependendo da colocação no Brasileirão ao final do campeonato e da aferição de audiência).

    Desejo do jogador

    O Bruno Henrique quer jogar no Flamengo. Após receber propostas e sondagens de outros clubes, inclusive o Cruzeiro, o atacante ”bateu o pé” e está fazendo prevalecer sua vontade. O jogador entende que no Rio de Janeiro terá um bom salário, estabilidade, irá participar de um grande elenco que está sendo montando e que vai conquistar títulos.

    Se tudo o que está sendo acertado verbalmente for para o papel, a tendência é de que Bruno Henrique seja anunciado oficialmente pelo Flamengo ainda neste final de semana como o quarto reforço do Flamengo para 2019.

    Bruno Henrique tem 28 anos. O atacante de 1,84m e ambidestro, se destacou pelo Goiás em 2015. Após uma boa temporada no esmeraldino, o jogador se transferiu ao Wolfsburg, da Alemanha. Após 1 ano de Europa, o atleta foi vendido ao Santos em janeiro de 2017.


    *Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Santos/Divulgação

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  • Arrascaeta está livre para ser registrado pelo Flamengo no BID

    O entrave que bloqueava a inscrição de Arrascaeta pelo Flamengo acabou. A rescisão do meia com o seu ex-clube, Cruzeiro, foi publicada no BID ainda no fim da noite desta sexta-feira (18).

    Agora, o clube rubro-negro tem a liberdade de entrar com o processo de inscrição do atleta junto a CBF. A expectativa do Mengo é conseguir publicar o nome de Arrascaeta no BID até a próxima segunda-feira.

    O meia uruguaio é a maior contratação da história do Flamengo e do futebol brasileiro (R$ 63 milhões). Arrascaeta superou a vinda de Vitinho (R$ 45 milhões) e, também no cenário nacional e sem correção pela inflação, a chegada de Tévez no Corinthians (R$ 60 milhões).

    O ”baixinho” meia de 24 anos é ambidestro, e disputou a última Copa do Mundo com a Seleção Uruguaia. O jogador foi revelado pelo Defensor e está no futebol brasileiro desde 2015.


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    *Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Divulgação/Flamengo

  • Com direito a duplo-duplo de Varejão, Flamengo bate São José e se recupera no NBB

    Em noite de comemoração por um ano de Flamengo, Varejão anota 14 pontos e 10 rebotes

    O Flamengo reencontrou o caminho das vitórias após ter perdido para o Pinheiros na última rodada, e bateu o São José nesta sexta-feira (18), na Arena Carioca 1. Marquinhos com 24 pontos e Olivinha com 22 também foram os destaques do rubro-negro.

    O Jogo

    Os visitantes não representaram grandes ameaças ao Flamengo durante a partida, o time do técnico Gustavinho ditou o ritmo do jogo desde o início.

    O Rubro-Negro construiu uma bela vantagem no primeiro tempo de jogo, com um ótimo aproveitamento na parte ofensiva.

    O período mais complicado para o Flamengo, foi o terceiro, em que o São José diminuiu a vantagem de 17 pontos para apenas seis. A diferença construída nos períodos anteriores segurou a vantagem rubro-negra.

    Mas, no último quarto, o time foi embalado pela torcida e se reencontrou no jogo. Olivinha anotou nove pontos e ajudou com que a diferença fosse aumentada novamente.

    O Flamengo agora tem dois jogos fora de casa: Joinville e Mogi. A partida contra os catarinenses será na próxima quinta-feira.


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    *Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Alexandre Vidal/Flamengo

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  • Santos endividado, desejo do jogador e a melhor proposta: os três motivos que trazem Bruno Henrique para o Flamengo

    A negociação não é fácil e já envolveu algumas reviravoltas. No entanto, pouco a pouco Flamengo e Santos estão chegando a um denominador comum pelo atacante Bruno Henrique. Ontem pela manhã o Mundo Bola foi o primeiro veículo a publicar que as partes sentariam novamente para negociar, a pedido do presidente do Santos, que enfrenta graves problemas financeiros, a pressão do atleta para ser transferido e tem em mãos a melhor proposta pelo atleta, um dos maiores destaques do futebol brasileiro em 2017, mas que sofreu com problemas físicos em 2018.

    Após o rubro-negro ter comunicado pelo vice de Futebol Marcos Braz a desistência na negociação, o alvinegro praiano voltou atrás e aceitou vender para o Flamengo. O clube da Gávea manteve a proposta de R$ 23 milhões, mais o empréstimo do volante Ronaldo até o fim da temporada.

    Crédito: Ivan Storti / Divulgação

    O presidente do Santos, José Carlos Peres, porém, ainda busca uma melhor forma de pagamento: todo o montante a vista. Peres atravessa uma grave crise financeira, que se agrava nos primeiros meses do ano. O fluxo de caixa comprometido com muitas saídas desde dezembro e uma queda de recebíveis: bilheteria, patrocínio (o Santos também perdeu o patrocínio com a Caixa). A primeira parcela da venda do atacante Rodrygo (€ 20 milhões) já foi totalmente comprometida com gastos comuns e dívidas do segundo semestre de 2018. Uma destas dívidas incluiu justamente a última parcela da compra de Bruno Henrique ao Holfsburg, de cerca de R$ 9 milhões.

    Em relação ao dinheiro de direitos de transmissão do Brasileiro, o Santos teve que antecipar receitas. Da Globo, do contrato de TV aberta, já usou R$ 18 milhões referentes ao segundo semestre de 2018 no início do mesmo ano, além das próprias luvas de celebração do acordo, de R$ 20 milhões. É bom lembrar que para 2019 o sistema de cotas da TV aberta mudou e apenas 40% são provisões fixas, pagas somente em maio. Os outros 60% são variáveis (dependendo da colocação no Brasileirão ao final do campeonato e da aferição de audiência).

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    O Flamengo mantém a mesma proposta e tem a postura de não aumentar nenhum centavo, e enxerga as conversas com o Santos com boas perspectivas, já que recebeu um sinal verde dos paulistas para parcelar em até três vezes. O que ainda está por ser acertado é justamente o valor da primeira cota. Peres faz jogo duro para aumentar seu combalido fluxo de caixa atual.

    Desejo do jogador

    O Bruno Henrique quer jogar no Flamengo. Após receber propostas e sondagens de outros clubes, inclusive o Cruzeiro, o atacante ”bateu o pé” e está fazendo prevalecer sua vontade. O jogador entende que no Rio de Janeiro terá um bom salário, estabilidade, irá participar de um grande elenco que está sendo montando e que vai conquistar títulos. O Santos não vai ficar com o atleta insatisfeito no elenco.

    Santos pressionado

    O Santos se vê de ”mãos atadas” na negociação e sabe que precisa vender. O técnico Jorge Sampaoli deu uma entrevista na manhã desta sexta (17), no CT Rei Pelé, criticando a diretoria paulista: ”Não estava sabendo da situação financeira do Santos. Pensava que estava vindo para um clube que me permitisse e me desse condições trabalhar com uma grande equipe, com potencial. Estamos esperando que as promessas sejam cumpridas”.

    Se tudo o que está sendo acertado verbalmente for para o papel, a tendência é de que Bruno Henrique seja anunciado oficialmente pelo Flamengo ainda neste final de semana como o quarto reforço do Flamengo para 2019.

    Com Diogo Almeida


    *Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Flamengo/Divulgação

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  • Rodrigo Caio deve ser titular na estreia oficial do Flamengo em 2019; confira o time

    O Flamengo começa a temporada de 2019 oficialmente contra o Bangu, neste domingo (20), às 17h (Brasília). O rubro-negro vai em busca de seu 35º título estadual, sendo o maior campeão do estado.

    Para a estreia, o técnico Abel Braga ainda não conta com Arrascaeta e Gabriel Barbosa, ambos ainda não têm condições de jogo. O uruguaio ainda não foi inscrito no Campeonato Carioca, enquanto o atacante foi, mas após o prazo para atuar neste domingo.

    Com isso, Abel deve fazer apenas uma mudança no time que empatou com o Ajax em 2 a 2: Rodrigo Caio entra no lugar de Léo Duarte.

    Provável time: Diego Alves, Pará, Rhodolfo, Rodrigo Caio e Renê; Cuellar, Willian Arão e Diego; Éverton Ribeiro, Vitinho e Uribe.


    BAIXE AGORA http://bit.ly/KROwD9

    *Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Alexandre Vidal/Flamengo

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