O Flamengo será o representante do Brasil no Mundialito de Clubes de Beach Soccer, que será realizado na Rússia.
O Rubro-negro está no Grupo A, ao lado de Spartak Moscow/RUS, Sporting/POR e BATE Borisov/BLR. A estreia do Mengão será diante do Spartak, no dia 27. No dia 28 encara o BATE, e no dia seguinte termina a fase de grupos contra os portugueses do Sporting. Os dois melhores colocados passam para a fase semifinal, e encararam o primeiro e segundo colocado do Grupo B, que é formado por Catania/ITA, Levante/ESP, Lokomotiv Moscow/RUS e Braga/POR. O ala Paulinho falou sobre sua terceira participação no Mundialito e das expectativas do Flamengo na competição.
Foto: Alysson Rodrigues
“Já tive a oportunidade de jogar a competição três vezes, mas com a camisa do Flamengo é diferente por ter que representar essa nação. Eu e meus companheiros estamos buscando nos doar o máximo tanto fora quanto dentro de campo, pois quando se trata te Flamengo sempre se briga pelo título. Contamos com o apoio da torcida, o trabalho da diretoria e também com aqueles que acompanham e torcem pelo nosso trabalho nas redes sociais”, disse o camisa 7.
O Flamengo viaja para a Rússia no próximo dia 23, e enquanto isso segue se preparando no CT da Praia de Copacabana. A competição começa em 27 de fevereiro, e a final será no dia 3 de março.
Sou torcedor do Flamengo. Evidentemente, isso forma um viés de se posicionar ao lado dos “meus”. Flamengo Uber Alles, pregava Bastos Padilha.
Uma tarde qualquer no Centro do Rio.
Arandir caminha apressadamente em direção a uma agência bancária, onde irá penhorar uma joia. Subitamente, presencia o atropelamento de um desconhecido. Corre em direção à vítima, que agoniza. Tenta socorrer o moribundo, que somente encontra forças para sussurrar um derradeiro pedido.
E, atendendo à última vontade do morto, Arandir o beija.
Divulgação
A cena é presenciada por Amado Pinheiro, repórter policial de um desses jornais popularescos e sensacionalistas, que vê no incidente uma oportunidade. Amado convence o Delegado Cunha, velho parceiro, a interrogar Arandir. A seguir, conta em letras garrafais a história do beijo, enfatizando que ambos se conheciam. “Não foi o primeiro beijo. Não foi a primeira vez”. Pontua o aspecto lascivo do ato, afirmando que ambos mantinham uma relação homossexual.
Tem início um massacre. A notícia se alastra por toda a cidade. Arandir é achincalhado por todos, sendo defendido apenas por sua crédula e apaixonada esposa, com quem mantém um feliz casamento (em TODOS os aspectos) há menos de um ano. Ao lhe contar sobre os impropérios que escutou, Arandir ouve da esposa: “Por favor, quebre a cara de seus detratores. Vá lá e lhes dê na cara”.
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As paredes de sua casa e o vidro de seu carro são pichados com letras garrafais: “VIADO”. Percebendo que o caso está rendendo, Amado Pinheiro prepara novos desdobramentos. Descobre que a viúva do atropelado tinha um amante, e a chantageia. Arranca dela um depoimento incriminando Arandir (“Eles estiveram lá em casa e tomaram banho juntos”). O sogro de Arandir, que lhe nutre um ódio irracional, afirma ter visto a cena, e carrega no suposto erotismo do ato.
No dia seguinte, o jornal “noticia” em sua primeira página: “Foi um crime passional. Arandir brigou com o amante e o empurrou em direção ao ônibus. Temos um pederasta assassino que deve ser justiçado.”
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A barbárie se mostra conveniente a muitos. A Cunha, que vê a chance de desviar o foco de um recente escândalo em que teria maltratado tanto uma testemunha que a teria feito abortar. Amado vê a tiragem do jornal explodir (“claro que tenho provas. Digo, não tenho. Mas isso não importa.”). O sogro, que dá vazão a sua aversão por Arandir. E ao público, que encontra um bode em quem expiar suas frustrações. Catarse. (“o povo não quer perguntas. O povo quer um culpado”).
A história termina quando Arandir, após perder o emprego, a reputação, a credibilidade e a esposa, enfim perde a vida, depois de uma desconcertante reviravolta no enredo.
Essa é, em linhas gerais (abstraindo detalhes que, aqui, são irrelevantes), a história da peça “O Beijo no Asfalto”, escrita por Nelson Rodrigues em 1960.
Há certas obras que são atemporais.
* * *
Já vi vários desastres envolvendo o CR Flamengo. Assustado, vi o Plantão da Globo anunciar, num final de tarde, a morte de Coutinho. Ouvi de meu pai, tom grave, as notícias das mortes de Bosco e Figueiredo. Presenciei a cobertura da mais triste das Finais de Brasileiro, com torcedores despencando da marquise do Maracanã. Mas nenhuma, absolutamente nenhuma tragédia foi mais devastadora e mais cruel do que esse incêndio no Ninho do Urubu. Crianças.
Sou torcedor do Flamengo. A paixão pelo clube me ferve o sangue. Evidentemente, isso forma um viés de se posicionar ao lado dos “meus” em alguma lide. Flamengo Uber Alles, pregava Bastos Padilha. Eu juro que vou te apoiar no pior momento, canta nossa gente. Então, desde já me declaro privado de todo e qualquer átimo de isenção em qualquer assunto que diga respeito ao Flamengo. Como se fosse alguém da família.
Porém, a solidariedade não deve ser confundida com fanatismo. É preciso, diante de uma desgraça de tamanha amplitude, enxugar as lágrimas e buscar serenidade. Auto-crítica. Capacidade de entender, absorver, assimilar e, principalmente, aprender com os tombos e as quedas que se interpõem em nosso caminho.
É natural temos orgulho de nossas conquistas. No entanto, seja pelo nossa índole fanfa, seja pela grandiloquência que é afeta às coisas flamengas, gostamos de aumentar. De apregoar. De papagaiar. Treinávamos em um barrão, de repente temos o “melhor CT das Américas”. Que, dois anos depois, descobriu-se que não servia. E lá se vai erguer o “CT melhor que o do Chelsea”. Lá atrás, foi a “melhor piscina do Brasil”. Outro dia, a “academia mais moderna”. E coisa e tal, e tal e coisa.
Outro dia, o Ginásio Cláudio Coutinho pegou fogo. A Ilha do Urubu teve duas torres derrubadas. E agora, os garotos.
Atingimos mesmo esse tal nível de excelência?
* * *
Muita gente muito boa já tratou do assunto. Levantou, com seriedade, hipóteses e caminhos possíveis, linhas de investigação coerentes e afetas ao caso, com o qual se lidou com o cuidado e a sensibilidade requeridas em uma tragédia que suscitou, e ainda traz, tanta dor. Gente da imprensa e mesmo nas redes sociais. Não é difícil encontrar referências positivas na cobertura e na discussão desse desastre.
No entanto, é nas situações extremas que se depara com o que as pessoas têm a oferecer de pior. Mostrando que o espírito de Amado Pinheiro permeia, cada vez mais forte, nas almas de muitas redações, tem-se deparado com as mais estapafúrdias, delirantes e inverossímeis demonstrações de ódio, rancor, busca pelo caminho fácil do linchamento e do sensacionalismo que, ao nivelar por baixo, cobre com o véu da hipocrisia e da covardia a incompetência, o despreparo, a falta de aptidão para o exercício da profissão de informar.
O Flamengo é um culpado útil. Desvia o assunto. Tira a luz de outras questões potencialmente inquietantes. Enquanto se aponta o dedo para o Flamengo, que, por sua grandeza, naturalmente muitos amam odiar, alguns elementos e atores dessa e de outras tragédias vão sendo convenientemente ignorados.
E se segue desinformando. Deformando. Transformando a realidade ao bel-prazer de hienas, abutres e chacais que se banham no sangue, nas lágrimas e nos despojos das vítimas, aplacando a sanha de uma sociedade doente. Que pede mais e mais.
Antes de sair apontando o dedo ao sabor de preferências, amores e ódios, é necessário entender, apurar, buscar o que aconteceu. E isso dá trabalho. Requer esforço. Caráter. Espírito investigativo e ético. Respeito.
O que se quer de uma apuração, de uma investigação séria, é a resposta a uma e uma só pergunta. Respondida, emitamos os juízos de valor que se fizerem pertinentes. Sanada, que se puna e se responsabilize a quem de direito. Mas, enquanto essa pergunta chave não é superada, que retenhamos nossas ilações ao nosso íntimo. Por respeito às crianças que se foram.
Por que e como um incêndio em um alojamento no Ninho do Urubu matou dez pessoas?
Boa semana a todos,
PS – Não podia deixar de externar uma reação de gratidão às manifestações de solidariedade de clubes de todo o País e do Mundo. Em especial, a Vasco, Fluminense e Botafogo. É certo que, voltando a rolar a bola, tornarão as brincadeiras, as ofensas, o recalque, tudo de bom e ruim que nos move há décadas. Mas essa tragédia nos mostrou que, diante de algo maior, existe o respeito e o reconhecimento de que, acima de tudo, estamos irmanados dentro desse troço maluco que é o jogo de bola. Mostraram-se grandes. Como sempre foram em essência.
Flamengo e AEK duelam frente a frente às 18h, na Arena Carioca 1 pelo Campeonato Mundial de Basquete. O Rubro-Negro tenta repetir o feito de 2014 e se sagrar campeão do mundo.
Na semifinal, o Flamengo atropelou por 90 a 58 o time de desenvolvimento do San Antonio Spurs, Austin Spurs o que dá moral ao rubro-negro nesta grande decisão.
Já o time grego também passou por cima do adversário, quem pagou o pato foi o San Lorenzo da Argentina, vitória dos gregos por 86 a 64. A equipe europeia foi embalada pela pequena, mas barulhenta torcida que incentivou o time do início ao fim e promete mais uma vez fazer uma grande festa na Arena Carioca 1.
O técnico do time do AEK, o italiano Luca Banchi comentou sobre a torcida.
– Onde vamos, nossa torcida está. Não importa onde é. Bélgica, Jerusalém, Lituânia, você vai ver pessoas de amarelo apoiando nosso time. Eles são o nosso povo. Alguns deles vieram da Europa, outros moram na América do Sul. É algo normal para eles se deslocarem. São imigrantes. E quando veem o AEK jogando, não importa o esporte, eles dão um jeito de vir assistir. – explicou o técnico.
“Lembrar você: sou campeão mundial!”
Em um domingo ensolarado em 2014, a história foi feita. Cinco anos depois, relembramos detalhes daquele dia inesquecível em uma crônica no site oficial do Mais Querido.
Em 2014, quando o Flamengo se sagrou campeão mundial, o adversário foi o Maccabi Tel Aviv de Israel, o adversário desta noite também usa a cor amarela predominante em seu uniforme. No que depender do time comandado pelo técnico Gustavo De Conti, o favoritismo do campeão da Champions League fica só no lado de fora da quadra.
– Temos uma estrutura de jogo que não podemos mudar radicalmente. O Balbi foi um destaque, tem sido assim nos últimos jogos. Mas outros jogadores já foram bem em outras partidas. Não dependemos de só um jogador. Se um não estiver em uma noite boa, outro tentará repor. Junto com isso, encontro uma equipe sem vaidade. A bola vai em quem está bem na noite. – afirmou.
*Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: André Durão/Globoesporte.com
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Após grande gesto do rival, Rubro-Negro opta por colocar camisa do Vasco em museu.
Homenagem como a do Vasco, colocar o escudo do maior rival em sua camisa, em um gesto que ultrapassa as barreiras da rivalidade, do que já foi vivido e obviamente do futebol, representa uma grandeza inexplicável, uma grandeza que coloca a vida acima de qualquer outra coisa – de forma justa, é assim que tem que ser feito.
Na partida contra o Resende, a equipe de São Januário entrou em camisa com a frase “em frente juntos” com a bandeira do Flamengo ao lado de sua bandeira em forma de homenagem por conta da tragédia do último dia 8 no Ninho do Urubu, que infelizmente tirou a vida de 10 jovens.
O Flamengo vem, ao longo dos últimos três anos, buscando uma identidade e, aos trancos e barrancos, com erros e acertos, encontrando uma.
O jogo de ontem foi um jogo de ideias. A partida em si foi horrorosa. Nenhum dos dois times jogou especialmente bem. O empate sem gols poderia ter acontecido, assim como a vitória magra para qualquer um dos lados. Não houve domínio de ninguém.
Mas vale a pena olhar para o plano de jogo de cada equipe.
O plano do Fluminense
Fenando Diniz tem uma obsessão: controlar o jogo pela posse de bola.
Seu time usa a posse por longos períodos sem fazer nada. Não atacam. Esperam. Muitas vezes se colocam em situação de risco. Por quê?
Há dois motivos:
Gabriel não fez bom jogo e foi substituído por Uribe no segundo tempo. Foto: Alexandre Vidal / Flamengo.
Primeiro, a defesa não é boa e ainda não é entrosada. Fernando Diniz sabe que se o Fluminense tomar muita pressão, vai morrer. Melhor do que “saber sofrer” é ser inteligente. Usam então a posse de bola defensiva: quem tem a bola não toma gol.
Em segundo lugar, o elenco conta com jogadores de frente que são rápidos e habilidosos, mas deixam a desejar jogando no espaço curto. Para atacar, o time precisa criar espaço pra esses atacantes. É necessário que eles joguem em campo aberto, avançando na velocidade para cima dos defensores. Times de posse de bola costumam “amassar” os adversários, empurrá-los para trás, como nos acostumamos a ver o Flamengo fazendo nos últimos anos, mas o Flu faz exatamente o contrário.
A ideia é rodar, rodar, rodar, sem fazer nada especial, esperando um erro, uma brecha. Eventualmente o adversário perde a paciência e começa a “comprar a pressão”, saindo para tentar roubar a bola perto do gol tricolor. Essa é a armadilha. O Fluminense cria situações de risco perto do seu próprio gol com o objetivo de atrair o adversário e abrir campo lá na frente.
Se o time consegue sair da primeira onda de pressão, o meio-campo tricolor tem a chance de avançar para o campo de ataque com a bola dominada de frente, facilitando o passe. Os atacantes aceleram no mano-a-mano, com rotas pré-determinadas.
Se não conseguem sair da pressão, tentam virar de costas para o adversário, proteger a bola e cavar uma falta, reiniciando o ciclo.
Se perdem a bola em qualquer lugar do campo, fazem a falta imediatamente, sem pensar. Não podem oferecer campo aberto na defesa.
Quando o Flu não tem a bola, o comportamento também é muito bem definido. Fazem pressão forte na saída do adversário com dois (às vezes três) jogadores e o meio-campo marca por encaixe – cada um pega o seu. O objetivo não é roubar a bola, mas fechar as linhas de passe e forçar o chutão.
Se adversário sai da primeira pressão tocando a bola, isso normalmente ocorre pelos lados, e aí o meio-campo inteiro se agrupa do lado da bola, congestionando o setor. Se não conseguem congestionar, fazem a falta também.
São ideias relativamente simples, mas muito bem definidas e o principal: consistentes ao longo dos 90 minutos.
É fácil entender essas armadilhas.
O Flamengo começou o jogo tentando sair da pressão tricolor, tocando por baixo. Fez isso algumas vezes, até que cometeu um erro (quando Rhodolfo se viu obrigado a tocar a bola pra fora) e a partir daí desistiu. Foram 17 lançamentos de Diego Alves e 7 de Rhodolfo, sendo apenas 8 certos.
Da mesma forma, nos primeiros 20-30 minutos o Flamengo não comprou a pressão lá na frente. Ficou esperando no próprio campo e a posse do Flu chegou a 65%. Depois da parada técnica, Abel perdeu a paciência e o time começou a pressionar desesperadamente, sem padrão nenhum.
Esse foi o plano de jogo do Fluminense. O time não fez grande partida, mas tinha um plano.
A postagem recebeu uma enxurrada de comentários criticando a suposta resposta do dirigente às manifestações de revolta da torcida, após a péssima atuação do time, que culminou em derrota diante do Fluminense.
Abel Braga vive enorme pressão da torcida rubro-negra após a eliminação da Taça Guanabara. Além de uma possível alusão ao treinador, o post pode ser uma alusão a alguma situação envolvendo o incêndio que matou 10 jogadores da base rubro-negra. O Ninho do Urubu está sob ameaça de ser fechado e a diretoria que recém assumiu o clube busca solucionar uma série de problemas de ordens técnicas e burocráticas.
O craque português Cristiano Ronaldo, mandou uma mensagem de apoio aos sobreviventes na tragédia no CT Ninho do Urubu.
Em entrevista ao DAZN (plataforma de transmissão de eventos esportivos em streaming) onde é embaixador, o astro disse: ”Uma mensagem de solidariedade, principalmente para as famílias, pelas perdas que tiveram, mas também dizer aos que ficaram vivos muita esperança, para continuarem a acreditar em seu futuro. A vida continua e há de ter muita força. Por isso, estamos todos com vocês e muita força”.
10 atletas morreram, mas dos três sobreviventes, o estado mais grave é de Jhonata Ventura, que teve 30% do seu corpo queimado e segue internado. Cauan Emanuel e Francisco Dyogo já receberam alta.
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*Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Juventus/Divulgação
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Na tarde desta sexta-feira (15), a promotora de Justiça, Ana Cristina Huth Macedo, concedeu uma entrevista coletiva na sede do Ministério Público do Rio de Janeiro, afirmando que após a vistoria durante a semana no Ninho do Urubu, foram encontradas novas irregularidades no CT do Flamengo, fazendo com que o local seja interditado para os profissionais.
”Nessa reunião prévia, a prefeitura disse que o CT está interditado. Bem como os Bombeiros disseram, diante das irregularidades apontadas. No mais, o que podemos dizer é que esses novos laudos que foram elaborados a partir das fiscalizações realizadas na terça-feira foram encaminhados para a secretaria de urbanismo, que provavelmente adotará alguma providência. Segundo o que a prefeitura informou aqui, o CT está interditado” – disse a promotora.
No entanto, o Flamengo treinou normalmente em seu Centro de Treinamento nesta tarde. As atividades foram abertas para a imprensa às 17h. O clube alega que não recebeu qualquer notificação para fechar as portas para a equipe principal.
Pronunciamento do Fla
O vice-presidente jurídico do Flamengo, Rodrigo Dunshee de Abranches, compareceu à entrevista coletiva no Ministério Público e falou sobre o caso.
”A reunião aqui foi excelente. Algumas medidas foram solicitadas. O Flamengo está voltando todo seu empenho nessas questões administrativas. E a gente entende que em um curto prazo tudo estará resolvido”.
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*Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Flamengo/Divulgação
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