Autor: diogo.almeida1979

  • Caso receba proposta por Vitinho, Flamengo pode negociá-lo

    Atacante foi uma das maiores contratações da história do Flamengo em valor financeiro

    Para o setor ofensivo, o Flamengo já acertou a contratação de Pedro Rocha e está próximo de fechar com Michael, do Goiás. O elenco que já conta com peças como Bruno Henrique, Everton Ribeiro, Arrascaeta e Gabigol (que tem situação indefinida, mas negocia a renovação), ainda pode ter Pedro. O cenário mostra que outros jogadores do setor podem ser negociados, caso de Vitinho.

    De acordo com o jornalista Mauro Cezar Pereira, da ESPN, o atleta que custou R$ 40 milhões em 2018 aos cofres rubro-negros, pode ser vendido, caso venha uma proposta que seja vantajosa ao clube da Gávea. Porém, a negociação seria difícil, pelo alto investimento que o Flamengo fez. No máximo, Marcos Braz iria querer recuperar boa parte do dinheiro investido ainda por Carlos Noval, na gestão do Bandeira.

    Leia também: Cantando música da torcida e emocionado, Pedro Rocha concede primeira entrevista pelo Flamengo

    Existe a expectativa que mesmo com a alta concorrência no ataque, Vitinho tenha espaço no elenco de Jorge Jesus. O Fla terá um calendário cheio, com as disputas da Supercopa do Brasil, Recopa Sul-americana, Libertadores, Carioca, Copa do Brasil e Brasileiro.

    Ainda tem a Copa América no meio da temporada, que irá prejudicar muito o planejamento do clube, já que o Brasileirão não irá parar durante a competição entre seleções. O Fla pode ter muitos jogadores convocados.

    No dia 27 de julho de 2018, Vitinho foi anunciado pelo Flamengo. O atleta foi apresentado no final de semana seguinte, no Maracanã, ao término do primeiro tempo da partida entre Flamengo x Sport.

    Nos seus primeiros seis meses não conseguiu empolgar os torcedores, e muitos questionamentos sobre sua vinda surgiram.

    Porém, mesmo não figurando entre os titulares em 2019, seu rendimento melhorou, e sempre que solicitado ajudou a equipe. Vitinho marcou o gol do título na final do Carioca contra o Vasco, deu duas assistências e fez um gol em uma partida complicada contra o Atlético-MG quando o Flamengo sofria com muitos desfalques e buscava disparar na liderança do Brasileiro, e terminou o ano com nove gols e cinco assistências.

  • Pinola: ‘Falhei quando não podia. Não voltei a ver o jogo porque me faz mal’

    Protagonista do lance que decidiu a final da Libertadores, o zagueiro do River Plate Javier Pinola falou sobre a jogada em uma entrevista ao jornak argentino “Olé”. E mostrou que mais de um mês depois, ainda não se recuperou psicologicamente do lance em que foi vencido por Gabigol, que marcou o gol da virada e do título rubro-negro aos 47 do segundo tempo, minutos após ter marcado o gol de empate.

    — Eu quase não falo da final. Já aconteceu. As coisas aconteceram assim, tenho que assumir a responsabilidade pelos erros que cometi e seguir em busca do próximo objetivo. Não voltei a ver a final. Tenho a partida na cabeça. E trato de não mentir a mim mesmo. Fiz uma grande partida, mas quando tive que ser frio, falhei — afirmou o zagueiro do River Plate.

    Pinola disse que ficou emocionado com a quantidade de mensagens de apoio que recebeu após a derrota, que destacavam a grande partida que ele fez antes da falha no lance do gol decisivo, mas admitiu que não consegue enxergar a situação desta maneira.

    — Antes do positivo, eu vejo sempre o negativo, e fiquei com isso. Sabia que no momento em que eu não podia falhar, falhei. E assumo a responsabilidade, dou a cara pra bater, tento virar a página.

    O zagueiro do River Plate explicou porque não teve coragem de rever a final ainda.

    — Porque não preciso. Porque não estou preparado para voltar a vê-la. Porque é uma dor. Porque em três minutos se mancha tudo de bom que tínhamos feito como um grupo. Sei no que errei e no que não errei. E tenho que continuar aprendendo com esses erros.

    Apesar da falha no momento crucial, Pinola, de 36 anos, foi eleito pelo tradicional prêmio do jornal uruguaio “El País” um dos melhores zagueiros do ano passado na América do Sul, ao lado de Rodrigo Caio. No River desde 2017, ele ganhou cinco títulos, inclusive o da Libertadores de 2018. Mas pode entrar para a história do clube como o zagueiro que perdeu a disputa para Gabigol.

  • Reedição da última final! Em jogo épico, Flamengo vence o Pinheiros e decide a Copa Super 8 contra o Franca

    Flamengo e Pinheiros disputaram uma partida acirradíssima na Arena Carioca 1, o Mais Querido levou a partida nos detalhes e conseguiu a tão sonhada classificação para a decisão da Copa Super 8.

    O Jogo

    O primeiro quarto começou com o Flamengo mostrando para o que veio. Partindo pra cima e acertando boas jogadas ofensivas, o Pinheiros, por outro lado, tentava contra-atacar o time flamenguista, mas pouco conseguia. O quarto terminou com dez pontos de vantagem para o Flamengo. 23×13, isso se deveu ao fato da defesa ter ido muito bem. Mesmo com a derrota no quarto, a jogada do período foi do Pinheiros, na última posse Dawkins disparou da quadra de defesa e acertou uma cesta monumental na Arena Carioca 1.

    O segundo período começou com o Flamengo mantendo sua superioridade, Marquinhos já começou anotando dois pontos e dando uma assistência para cesta de três de Deryk. Caio Torres tentou responder na mesma moeda, mas o arremesso saiu torto. Os visitantes estavam perdidos em quadra. Caio Torres, do Pinheiros e Vargas, do Fla, se estranharam e levaram falta técnica.

    As jogadas do Flamengo começavam a fluir e o Pinheiros não conseguia agredir, Deryk deu uma assistência magistral passando a bola por cima da defesa para conclusão de Rafael Mineiro.

    Marquinhos, como de praxe, tomou conta da segunda metade do quarto. As ações ofensivas do Flamengo sempre passavam nas mãos do camisa 11, o time da capital paulista, porém, começou a responder com boas jogadas de infiltração, parando de tentar desesperadamente as bolas três pontos. Faltando um minuto para o fim do quarto, a vantagem era de nove dígitos: 38×29, coisa que poucos minutos antes eram de quase 20. O técnico Gustavo De Conti sinalizou uma parada para dar uma esfriada no ímpeto dos visitantes.

    Marquinhos anotou 17 pontos. Foto: Divulgação/Flamengo

    Ao fim do primeiro tempo, o Flamengo roubou a bola de Betinho e numa transição rápida, Deryk, da zona morta, matou uma linda cesta de três. Final: 41×29.

    Em entrevista no intervalo da partida, Marquinhos comentou sobre os erros do time: “Temos que prender a bola um pouquinho mais, parar de errar tanto passe bobo. Defensivamente não tem do que reclamar.”

    Segundo tempo

    O início do terceiro quarto foi de pressão total do Mais Querido. Jhonathan converteu uma bola de três que colocou a vantagem do Mengão para 16 pontos.

    Após isso, o Flamengo individualizou muito, e o Pinheiros cresceu no jogo acertando as jogadas ofensivas. Dawkins acertou uma bela cesta dentro do perímetro e o técnico Gustavinho rapidamente pediu tempo técnico.

    Mas a pausa não funcionou, e o Flamengo voltava a ser individualista, Marquinhos, destaque do time até então, falhava repetidamente. Enquanto isso o Pinheiros diminuía a vantagem flamenguista, sobrou para Franco Balbi realizar ótima jogada e sofrer a falta e convertendo os dois lances livres, dando um alívio ao Flamengo. Os visitantes venceram o quarto por 10×16. 51×45 para o Mengão.

    O último período começou à toda, festival de bola de três pontos. O Pinheiros converteu duas, o Flamengo uma.

    Olivinha tentou responder, mas amassou o aro. Dawkins, melhor jogador do Pinheiros no jogo, meteu cesta de três e o momento ficou crítico para o Flamengo. Pela primeira vez desde o primeiro quarto o Pinheiros estava a uma posse da virada. Mas, Franco Balbi, decidiu acertar duas bolas de três e a Arena Carioca 1 foi à loucura.

    Rapidamente o Flamengo recolocou a vantagem na casa dos dois dígitos: 66×56.

    Mas não durou por muito tempo, após falhas defensivas, a mais grave na saída de Rafael Mineiro e Deryk, Dawkins diminuiu a vantagem novamente para uma posse: 70×68. Isso faltando 1m31s.

    O Pinheiros teve a faca e o queijo na mão para, pelo menos, empatar a partida. Dawkins, mais uma vez, teve a bola, mas não conseguiu achar alguém livre e o tempo de posse acabou. Ótimo trabalho defensivo do Flamengo.

    A posse voltou a ser do Flamengo faltando 24.2 segundos para o fim da partida. Olivinha, com toda sua experiência, cavou falta e converteu os dois lances livres, abrindo quatro de vantagem. Mas, o Pinheiros não desistiu e ainda converteu mais uma cesta, porém, de dois pontos. Marquinhos, outro bem experiente, sofreu falta e acertou os dois pontos. Quatro pontos de vantagem faltando apenas 3.7 segundos.

    Ainda deu tempo para o time da capital paulista acertar uma cesta de três com Betinho, colocando o coração de todos os flamenguistas da Arena Carioca 1 na boca. A bola voltaria a ser do Flamengo, Jhonathan sofreu falta na saída do jogo e converteu ambos os lances livres, dando a vitória ao Mais Querido.

    Placar final: 78×75.

    Destaques do time

    Franco Balbi – 22 pontos e 6 assistências
    Marquinhos – 17 pontos, 7 rebotes e 5 assistências
    Deryk – 11 pontos
    Jhonatan – 9 pontos e 5 rebotes


  • Coritiba confirma mais um ano de empréstimo de Muralha

    O goleiro Alex Muralha voltou a ser emprestado para o Coritiba, onde foi destaque na disputa da última Série B, ajudando a equipe a se classificar para a Série A, segundo informou a equipe paranaense em suas redes sociais.

    — Eu estou muito feliz de ter renovado mais um ano de empréstimo aqui no Coritiba. A gente teve uma boa temporada ano passado e a gente espera que esse ano seja muito melhor do que no ano passado, fazendo excelentes campeonatos. Vamos trabalhar por que estamos no início do ano e temos grandes expectativas para ele — disse Muralha ao site do Coritiba.

    Contratado pelo Flamengo em 2016, Muralha se destacou naquele ano e chegou à seleção brasileira. Porém caiu em desgraça em 2017 com seguidas falhas, o que levou o clube a contratar Diego Alves para substituí-lo e resultou em seu empréstimo para o Albirex Niigata, da segunda divisão japonesa, em 2018.

    Após o clube japonês decidir não permanecer com ele, Muralha voltou a ser emprestado no ano passado para o Coritiba com o Flamengo pagando a maior parte do salário. Não está claro em quais condições Muralha foi reemprestado. O contrato do goleiro originalmente venceria no final deste ano, mas foi informado que o Flamengo poderia estender o vínculo por mais um ano antes de voltar a emprestá-lo, na esperança de que o Coritiba decida adquirir os direitos federativos do jogador no fim da temporada, para que o Flamengo possa recuperar parte do investimento feito no goleiro. O Flamengo pagou R$ 4 milhões ao Figueirense para contratar o goleiro no início de 2016 e investiu mais R$ 2,7 milhões para estender o contrato do jogador no fim daquele ano.

  • Oito atletas despedem-se do Flamengo/Marinha

    2020 começou movimentado no CEFAN. Durante a reapresentação das atletas do Flamengo/Marinha, nesta semana, foram confirmadas as saídas de oito atletas da equipe, que solicitaram baixas da Marinha para acertarem com novos clubes.

    Despedem-se da equipe a zagueira Day, a lateral Fernanda Palermo, as meias Gaby e Bia Menezes, e a atacante Larissa, todas acertadas com o Santos. Além destas, a zagueira Andressa Pereira, a meia Sâmia Pryscila e a atacante Dany Helena completam a lista das atletas que não fazem mais parte do Flamengo/Marinha em 2020.

    Estatísticas das atletas

    DAY: 60 jogos – 9 gols – 8 cartões amarelos e 1 vermelho (2015-2019) – ANDRESSA PEREIRA: 34 jogos – 1 gol – 7 cartões amarelos e 1 vermelho (2018-2019) / FERNANDA PALERMO: 53 jogos – 8 gols – 5 cartões amarelos (2017-2019) / BIA MENEZES: 32 jogos – 7 cartões amarelos e 1 vermelho (2018-2019) / SÂMIA PRYSCILA: 11 jogos e 1 cartão amarelo (2019) / GABY: 73 jogos – 22 gols – 5 cartões amarelos / LARISSA: 83 jogos – 44 gols (2015-2019) / DANY HELENA: 27 jogos – 22 gols – 2 cartões amarelos (2018-2019).

    CONFIRA TAMBÉM: números do Futebol Feminino do Flamengo em 2019

    Vale lembrar que a parceria entre Flamengo e Marinha do Brasil ocorre desde 2015. Porém, o clube não envolve-se nas contratações, que são realizadas através de processos seletivos da própria Marinha. A única vez que o Flamengo contratou “por conta própria” foi no final do ano passado, já que a maior parte do elenco foi disputar os Jogos Mundiais Militares, e ao mesmo tempo, disputou o Campeonato Carioca Feminino.

    Das oito atletas, seis foram titulares na temporada 2019. Enquanto o clube não investir na modalidade, essa infelizmente será a realidade da sua equipe: perdendo suas principais jogadoras para rivais diretos e não conseguindo repor à altura. Nos próximos dias, o Flamengo promete anunciar novidades para a sequência da temporada.

  • Ferj adota discurso apaziguador sobre Fla com sub-20 e sem TV no Carioca

    Afirmando que tem uma relação “excelente” com o Flamengo, o presidente da Ferj, Rubens Lopes, adotou, em entrevista à Fox Sports, um discurso apaziguador sobre duas decisões do clube que diminuem o já reduzido interesse na competição: a de disputar a Taça Guanabara com um time formado por jovens oriundos da base e que ainda fazem parte do sub-20 e de não assinar um novo contrato com a Globo para o televisionamento da competição.

    — Isso é uma consequência do calendário, que não permite outra história. O Flamengo entrou de férias no dia 22, tem que cumprir 30 dias de férias, depois uma pré-temporada, não há alternativa. Ele tem que jogar com o que tem. Mas é um elenco forte. Todos esses atletas têm condições de jogar no time titular do Flamengo, alguns deles já deram demonstrações disso. Eu não vejo nenhum problema, e nenhum risco para o Flamengo, nenhum risco para o campeonato — afirmou Rubinho sobre o grupo com o qual o rubro-negro iniciará o campeonato.

    Em campeonatos recentes, porém, a Ferj chegou a incluir no regulamento limites para a inscrição de atletas sub-20 para impedir que o Flamengo escalasse times reservas no campeonato.

    Sobre a não renovação do Flamengo com a Globo para a transmissão do campeonato, Rubinho afirmou que os demais clubes devem estar preparados, já que esse era um cenário possível desde 2017, quando o Flamengo assinou um contrato de duração menor do que o dos demais clubes.

    — O que é tratado tá certo. Isso é uma situação que foi prevista de acontecer desde 2016. Todos quando assinaram o contrato, e o Flamengo assinou a posteriori, sabiam que em determinado momento isso poderia acontecer. Não é surpresa pra ninguém e todos têm que ter se preparado para esse tipo de acontecimento. Em relação a Fluminense, Botafogo e Vasco, não há alteração nenhuma, porque isso não altera nas cotas que eles vão receber, com Flamengo ou sem Flamengo. Os demais evidentemente vão sofrer uma redução das suas cotas, mas mesmo com essa redução o que resta vai ser muito mais do que o dobro do que eles recebiam antes desse contrato — afirmou o presidente da Ferj.

    O Flamengo é o único clube que assinou contrato individualmente com a Globo para o triênio 2017-2019, enquanto as demais equipes delegaram à Ferj o acerto que vai até 2024. O contrato da Ferj com a Globo prevê a perda de R$ 18 milhões no pagamento. A Ferj decidiu não mexer nas cotas dos outros três grandes, aumentando a redução das cotas de televisionamento dos pequenos.

    Rubinho, disse, porém, ter a expectativa de que Globo e Flamengo chegarão a um acordo.

    — A expectativa que nós temos é que esse assunto Flamengo e televisão se resolva. Evidentemente que vai se resolver. Ambas as partes têm sua razão. A televisão querendo manter um resultado com menor custo, é claro, e o Flamengo com toda justiça e eu acho que lógica querendo receber pela importância que ele tem e pelo que ele significa para aquela competição nesse momento. Os dois têm sua razão, mas eu acredito que isso venha a se resolver. Em não se resolvendo, eu não vejo grande problema para o campeonato. O Maracanã vai encher.

    Rompidos na era Eduardo Bandeira de Mello depois de um episódio em que houve uma ríspida discussão entre o então presidente do Flamengo e o presidente da Ferj em uma reunião durante o Carioca de 2015, Flamengo e Ferj se enfrentaram em várias batalhas jurídicas nos últimos anos, como a disputa pela exploração dos direitos das placas comerciais nos estádios nos jogos do Carioca. Com a eleição de Rodolfo Landim, porém, o Flamengo decidiu se reaproximar institucionalmente da Ferj. Em setembro, o presidente da Ferj foi convidado pelo clube para ser chefe da delegação na viagem para enfrentar o Grêmio em Porto Alegre pelas semifinais da Libertadores.

  • Bap diz na Fox que não teve ‘nada a ver’ com a saída de Pelaipe

    Apontado como pivô da demissão do gerente de futebol, Paulo Pelaipe, do Flamengo e da crise detonada nos bastidores do clube após a saída do dirigente, o vice-presidente de Relações Externas, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, falou à Fox Sports sobre o caso. Ele garantiu que não teve nada a ver com a decisão e o que definiu a saída de Pelaipe foi “o que aconteceu em Doha” – uma referência à discussão sobre a divisão dos prêmios pelas conquistas do Brasileiro e da Libertadores, tornada pública no dia da final do Mundial contra o Liverpool.Leia os principais trechos da entrevista:

    “Decisão foi do presidente Landim”

    Não existiu uma influência minha na saída do Paulo Pelaipe do Flamengo. Eu sabia do problema que nós estávamos vivendo, da razão, mas a decisão final foi do presidente Rodolfo Landim. Ele tomou a decisão, ele chamou para si a responsabilidade, a ele que coube cuidar de todo o processo. Ele já tinha um desconforto de algum tempo em relação à estrutura do futebol do Flamengo, ele achava que eventualmente ela estaria pesada e carregada com a chegada do Jorge e das pessoas que trabalhavam com ele. Ele achava que poderia estar havendo uma duplicidade de papéis durante um determinado momento. Isso foi uma coisa que foi sendo contornada com o tempo, mas no final do ano agora, ele entendeu que por uma ocorrência específica que aconteceu não fazia sentido a renovação do contrato do Paulo Pelaipe. Então voltando na sua pergunta, ainda que eu tenha concordado com o presidente, eu não tive nada a ver com a saída do Paulo Pelaipe.

    “Quem trouxe o Pelaipe de volta fui eu”

    Eu concordei, porque era irrefutável o argumento dele, era inquestionável. Eu acho importante que se diga que eu trouxe o Pelaipe pro Flamengo em 2012, e trouxe de volta em 2019. Foi um processo de convencimento do presidente Rodolfo Landim de que o Pelaipe deveria voltar ainda que num papel um pouco diferente do que ele tinha em 2013. Em que pese nós termos assuntos que a gente precisa discutir no dia a dia e que a gente pode discordar no Flamengo, eu não tive influência na decisão da demissão do Paulo Pelaipe. Isso posto, eu concordo com a decisão do presidente Landim pelas razões que ele colocou e que eu entendo que ele tinha razão. Então, eu não tive nada a ver com a saída do Paulo Pelaipe.

    “O que decidiu essa situação foi o que aconteceu em Doha”

    O que eu sei, de dentro do Flamengo, e do que eu pude acompanhar, o que decidiu essa situação foi o que aconteceu em Doha. O que aconteceu em Doha foi fartamente discutido pela imprensa e não me cabe discutir assuntos internos do Flamengo. Eu vou ter que me desculpar com vocês, mas a gente não pode discutir isso abertamente. O que se caracterizou foi em Doha. Eu não vou entrar no mérito do detalhe, isso é um trabalho de vocês aí. O que aconteceu foi um entendimento de que no papel que ele tinha ele não podia ter conduzido uma determinada situação como ele conduziu. É uma decisão do presidente. O presidente entendeu que ali tinha um problema e tomou a decisão que tomou.

    Surpresa que Braz não soubesse de demissão

    O que aconteceu em Doha internamente foi razoavelmente intenso e importante. Então talvez o que o Marcos esteja querendo dizer é que ele não sabia especificamente que isso aconteceria naquele momento. Mas que tinha havido um grandessíssimo desconforto ficou muito claro e eu não tenho a menor dúvida. Inclusive, o Marcos participou de uma reunião que eu não participei. Estavam numa reunião algumas pessoas do núcleo do futebol, o presidente Landim. Eu não participei dessa reunião, fiquei sabendo o resultado duas ou três horas depois. Surpreende que quem tivesse naquela reunião não tivesse percebido o desconforto que a situação tinha causado. Eu acho muito improvável que quem estivesse lá, o alto comando do Flamengo e do futebol, não tivesse percebido o desconforto que foi gerado. Agora, eu não posso falar pelos outros.

    Jantar de Pelaipe com Jesus

    Eu não sei se alguém do Flamengo tinha [conhecimento de que Pelaipe ia a Portugal jantar com Jorge Jesus], mas eu acho que esse é um detalhe nas férias dos profissionais do futebol que como você tem essas peladas que jogadores se encontram, eventualmente profissionais que trabalham no meio possam se encontrar. Talvez alguém no Flamengo soubesse. Eu não tinha conhecimento disso, como não tenho conhecimento do dia a dia, dos detalhes, da vida de A ou de B no departamento do futebol. Eu não sabia disso, estou ouvindo isso agora.

    Relação com Marcos Braz

    Eu tenho uma ótima relação com o Marcos Braz. Ela não é uma relação de concordar em absolutamente todas as coisas, mas eu acho importante que se diga uma coisa. Ao longo do processo de conhecimento de Flamengo que eu me coloquei nos últimos 7, 8 anos é que o Flamengo é muito grande pra que ele seja exclusivo, você tem que ser inclusivo em algumas coisas. E eu advoguei a aproximação junto ao Marcos Braz e tive um papel importante para que o Marcos estivesse na posição em que ele está hoje. Quem está dentro da política do Flamengo sabe disso. Eu fui muito criticado à época por velhas raposas rubro-negras que diziam: “olha, não apoie o Marcos Braz”. E eu entendia que o Marcos Braz era uma possibilidade de se juntar com o nosso conhecimento na matemática da boa gestão, no popular, pra fazer 1+1 dar 3. Nós temos qualidades que o Marcos talvez não tivesse de forma tão pronunciada e vice-versa. Se nós pudéssemos arranjar uma forma de operar conjuntamente, 1+1 podia dar 3. E eu entendo que o conceito estava correto. Em que pese você não necessariamente concordar com tudo, o Flamengo teve um ano histórico, o seu melhor ano em 38 anos. Então em que pese uma aresta aqui ou acolá, uma outra discordância… Dentro da sua casa, você não precisa concordar com a sua mulher, com os seus filhos o tempo inteiro. É natural discordar. O que não pode ter é discórdia. E eu acho que discórdia não tem no Flamengo.

    “O Flamengo tem que estar acima de todos”

    Eu entendo que não [houve abalo nas relações]. Nós temos desenvolvido no Flamengo a capacidade de concordar em discordar. O Flamengo está muito mais baseado em processos, papéis e perfis do que em pessoas. Todos nós temos opiniões. Por isso que nós tentamos implementar ali processos que façam que o Flamengo seja consistente independentemente de que se quem está comandando o Flamengo é João, Pedro ou Maria. Esse processo é um processo de aprendizagem constante que a gente tem no Flamengo. Faz parte da vida, é natural, e o Flamengo vai continuar sendo grande. Nós tivemos um ano sensacional e nós não temos nenhum motivo para mexer na fórmula que está sendo vencedora. Você pode ter um ajuste aqui ou acolá, pode ter uma decisão extemporânea como essa que a gente acabou experimentando agora. Não precisamos todos concordar, mas o Flamengo tem que estar acima de tudo ou de todos, o Flamengo está acima de tudo isso.

    Reação à campanha #ForaBap

    Vou repetir o que eu disse ontem para o meu filho, que é um pouco mais novo, ficou incomodado com isso. Eu disse: Filho, isso é Flamengo. Quem está na chuva é para se molhar. É natural, é natural, a temperatura sobe muito rapidamente com qualquer coisa. De alfinete a foguete, as coisas vão de 0 a mil graus no Flamengo muito rapidamente. As pessoas interpretaram esse desligamento do Paulo Pelaipe, que era gerente de futebol e era peça de uma engrenagem maior, como uma interferência indevida no futebol. Não é uma interferência indevida no futebol. O presidente tem o direito de mexer em qualquer peça que ele entenda na estrutura. A hora que o presidente entender que uma peça não está correspondendo com aquilo que se deseja para o Flamengo, as mudanças vão acontecer porque o Flamengo é maior do que todos nós. Para isso nós temos um presidente lá para tomar as decisões e decidir o que é melhor para o clube. Eu lido com isso com muita tranquilidade, e queria reiterar o orgulho com aquilo que a gente construiu esse ano.

    Contratação de Abel

    Nenhuma decisão no futebol do Flamengo esse ano foi tomada por uma pessoa só. Não se iludam. A do Abel não foi, a do Jorge Jesus não foi, a do Pelaipe não foi, a dos nove jogadores contratados não foi uma decisão isolada de ninguém. Isso foi um trabalho de votação, de conversa, de consenso entre as pessoas que fazem esses processos acontecerem como nós idealizamos. E graças a Deus 2019 foi um ano de muito sucesso, e a gente espera em 2020 ter ainda mais sucesso do que tivemos em 2019. O Flamengo, a nossa gestão, ela se caracteriza por você ter processos, papéis e perfis, depois disso é que você tem pessoas. Nós discutimos qual seria o perfil ideal dos técnicos do Clube de Regatas do Flamengo, na ocasião que nós ganhamos as eleições, e nós tínhamos três nomes, três possibilidades. Nada no Flamengo precisa ter unanimidade para ser aprovado. Então nós tínhamos um conselho estabelecido, o conselho estabelecido avaliou as possibilidades, e o conselho chegou à conclusão, conjuntamente e coletivamente, de que a opção que nós tínhamos à época era o Abel Braga, e assim foi feito. Então, dizer que o Marcos [Braz] era contra a escolha do Abel na ocasião, isso não corresponde à verdade.

    Contratação de Jesus

    Eu nunca fui contra técnico estrangeiro, tanto é que em 2015 eu e Wallim fomos ao Chile tentar contratar o Sampaoli para ser técnico do Flamengo caso nós ganhássemos as eleições, o que acabou não acontecendo. Então, nós sempre fomos entusiastas, em que pesem os desafios dos técnicos estrangeiros no Brasil. Se nós fomos olhar o track record dos últimos 20 técnicos estrangeiros que passaram no Brasil, a maioria esmagadora deles deu errado. Os dois que deram certo recentemente foram justamente Jesus e Sampaoli. Então nós éramos absolutamente favoráveis. Agora, você tem que achar o técnico certo, perfil certo, que não tenha o desafio do idioma, que é o caso do Sampaoli e é o caso do Jesus. Nós fomos absolutamente entusiastas da possibilidade de ter um técnico como o Jesus no Flamengo. Não corresponde à realidade que de alguma forma eu fui contra um técnico estrangeiro.

    Negociação por Michael

    Quem negocia pelo Flamengo chama-se Bruno Spindel. O que eu posso dizer para vocês é que existe no Flamengo a vontade de ter um jogador com o Michael. Qual é o clube do Brasil, independente de dinheiro que não gostaria de contar com o Michael? Qualquer clube gostaria. Agora, entre você querer e você conseguir, tem uma distância. Eu espero que tenha um final feliz. Mas isso posto, o Flamengo tem processos, perfis, papéis e o Flamengo tem limites. O Flamengo não vai fazer nenhuma maluquice, nem pelo Michael nem por ninguém. Mas o Flamengo também não vai deixar de contratar um jogador como o Michael por causa de uma diferença ridícula. A discussão conceitual já foi feita no Flamengo, a financeira já foi feita, o Bruno sabe exatamente quais são os limites e as condições que ele pode alcançar pra contar com o concurso do Michael e eu, como 42 milhões de torcedores, cruzo os dedos para que dê certo e que o Michael esteja em breve vestindo a camisa do Flamengo, porque 2020 vai ser o ano mais difícil do calendário do futebol brasileiro para aqueles 5, 6 times que pretendem disputar tudo. Durante 20 ou 21 partidas quem tiver jogadores convocado para seleções vai ter muitos problemas no campeonato local. Nós temos que ter um elenco qualificado. O Michael cairia como uma luva nesse contexto.

    Papel de Braz nas negociações

    O Marcos Braz trabalha com ele, tem um papel fundamental na conversa com atletas, explicar como funciona o futebol do Flamengo, os princípios do clube. Uma negociação desse tipo engloba uma série de aspectos, profissionais, pessoais, psicológicos, financeiros. Do lado dos atletas também não é uma pessoa só que participa disso. Do lado do Flamengo você também tem mais de uma pessoa trabalhando. Quando eu falo que quem negocia é o Bruno é porque a pergunta que me foi feita foi do ponto de vista financeiro. Quem negocia números, condições de pagamento, salários, luvas, se você paga pra agente, se você paga diretamente pro clube, como você vai fazer essas operações, quem negocia isso é o Bruno Spindel. Mas o Marcos é uma parte importante para conversar com o atleta. Na hora da gente perguntar: o cara quer jogar no Flamengo? Ele tem espírito vencedor? Ele tem a faca nos dentes? Ele vai vir pra cá e entende que tá no hino da gente ” vencer, vencer, vencer”? Ou ele vem para cá botar o burro na sombra no Clube de Regatas do Flamengo? O Marcos tem um papel importante, tem uma rodagem nisso, a gente espera que ele diga para a gente depois: eu senti firmeza nesse atleta ou eu não senti firmeza nesse atleta. E já houve caso que ele conversou com o atleta e disse: “Olha, não vai funcionar pro que a gente espera aqui”. Então, é uma moeda que tem dois lados.

    Qualificação do elenco

    Nós montamos um time muito forte como time principal do Flamengo no primeiro ano de gestão. Neste segundo ano nós vamos qualificar melhor o banco da gente. O que nós pensamos o time do Flamengo é como um time de vôlei ou de basquete, um número maior de jogadores que você pode utilizar sem que o time caia de rendimento. O torcedor do Flamengo pode ter certeza que a gente trabalha todos os dias para fazer o Flamengo cada vez melhor.

  • Com colombiano e reforço, Flamengo indica time titular para Taça Guanabara

    O segundo dia de atividades após a reapresentação para a temporada 2020 foi de novidades no Flamengo. O técnico Maurício Souza, do Sub-20 e que vai comandar a equipe na Taça Guanabara, iniciou os trabalhos táticos e esboçou o time titular na estreia do Estadual.

    Nos poucos minutos em que a atividade foi aberta à imprensa, foi possível observar que o time titular tinha: Gabriel Batista, João Lucas, Matheus Dantas, Natan e Ítalo; Vinicius Souza, João Gomes e Richard Rios; Thiago Fernandes, Vitor Gabriel e Bill.

    Essa foi basicamente a mesma equipe do treino de terça-feira, que aconteceu sem goleiros. A novidade foi a troca da dupla de zaga, anteriormente escalada com Gustavo e Rafael Santos.

    A estreia do Flamengo na Taça Guanabara acontece no dia 18, às 16h (horário de Brasília), porém o adversário ainda não está definido. A equipe sairá da fase preliminar do Carioca. A definição será neste sábado (11) e o Americano depende só de si para se classificar.

    A maior parte da equipe titular do Flamengo irá se reapresentar apenas no dia 27 de janeiro, por conta das férias após o Mundial de Clubes. A tendência é que esse time atue na Supercopa do Brasil, no dia 16 de fevereiro, contra o Athletico Paranaense.

    Siga o autor: @matheusleal1

  • Jesualdo diz que Flamengo esteve “no mesmo nível” do Liverpool

    Novo técnico do Santos, o português Jesualdo Ferreira elogiou na sua entrevista de apresentação o desempenho do Flamengo, do seu compatriota e amigo Jorge Jesus, na final do Mundial contra o Liverpool. Segundo Jesualdo, o Flamengo esteve no mesmo nível do Liverpool.

    – – Vocês viram na final do Flamengo com o Liverpool duas equipes que discutiram o jogo ao mesmo nível. Chegar ao fim do Mundial de Clubes em que uma equipe brasileira e uma equipe inglesa, que neste momento para mim é a equipe top do mundo, é a melhor equipe do mundo no mesmo tempo, até porque foi campeã, mas estas duas equipes jogarem ao mesmo nível, indica que o futebol brasileiro tem capacidade para chegar ao nível das melhores equipes do mundo.

    Após o Flamengo ser superado pelo Liverpool somente na prorrogação, o técnico Jorge Jesus exaltou o desempenho do seu time, dizendo que “fomos tão bons quanto eles”. A tese de que o Flamengo esteve no mesmo nível do Liverpool ganhou respaldo em grande parte da imprensa internacional, que ficou impressionada com o desempenho de um time sul-americano contra uma equipe dominante na Premier League e com orçamento muitas vezes maior, mas parte da imprensa brasileira preferiu ironizar uma suposta exaltação da derrota pelo Flamengo. Alguns jornalistas, como Raphael Rezende, do Sportv, e Menon, do UOL, se tornaram motivo de chacota entre a torcida rubro-negra nas redes sociais pela insistência com que tentaram provar a sua tese de que o Flamengo não competiu em condições de igualdade com o time inglês. Rezende insistiu que o Liverpool “controlou o ritmo” do jogo e se poupou para a disputa do Campeonato Inglês, embora a equipe tenha sido forçada a jogar 120 minutos em vez de 90 por não ter conseguido abrir o placar no tempo regulamentar.

    Apesar da longa rivalidade vinda do tempo em que os dois treinavam respectivamente Porto e Benfica, Jesualdo é amigo de Jesus e almoçou com o técnico do Flamengo dias antes de embarcar para o Brasil. Antes de assumir o Santos, ele vinha trabalhando como comentarista na imprensa portuguesa. O sucesso de Jesus no Brasil foi fundamental para a abertura de um novo mercado para Jesualdo e outros técnicos portugueses — o Avaí já contratou Augusto Inácio e o Red Bull Bragantino deve fechar com Carlos Carvalhal.

  • Cantando música da torcida e emocionado, Pedro Rocha concede primeira entrevista pelo Flamengo

    Atacante visitou o CT do Flamengo durante a reapresentação da equipe

    Anunciado ainda no dia 23 de dezembro como o primeiro reforço do Flamengo para 2020, o atacante Pedro Rocha de 25 anos foi pela primeira vez ao CT Ninho do Urubu na última terça (7), na reapresentação da equipe sub-20 que disputará a Taça Guanabara, junto com alguns atletas da equipe profissional.

    Após vestir a camisa do Flamengo de forma inédita, Pedro concedeu uma entrevista ao canal oficial do rubro-negro no YouTube, a FlaTV, e revelou ser torcedor do Mengo desde criança, com direito à cantar a música que mais fez sucesso entre os torcedores na última temporada: “Em dezembro de 81”.

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    CONFIRA OS PRINCIPAIS TRECHOS

    SONHO DE INFÂNCIA

    “Uma emoção muito grande. Eu, como minha família toda sou flamenguista, então quando começou o contato com o Flamengo já fiquei emocionado, porque é um sonho não só meu, como dos meus familiares”.

    MOMENTOS MARCANTES COMO TORCEDOR

    “O gol do Pet, contra o Vasco de falta. Também fui muito fã do Athirson, Léo Moura. Via sempre o Maraca lotado e torcia lá de casa com minha família”.

    VAGA NO TIME DO MISTER

    “O time está bem demais, acompanhamos ano passado o desempenho. São grandes jogadores, e agora fico muito feliz por estar fazendo parte disso tudo. Estou muito motivado para dar o meu melhor, e ajudar ainda mais o Flamengo”.

    SUAS CARACTERÍSTICAS

    “Sou mais um ponta-esquerda, mas também sei jogar centralizado ou se precisar, do outro lado também. Gosto sempre de estar jogando, independente de onde ali na frente”.

    Assista a íntegra da entrevista de Pedro Rocha, com o atacante cantando a música da torcida no final

    O atacante chegou emprestado pelo Spartak Moscou até o final do ano, e tem passe fixado com o valor não divulgado, que poderá ser exercido pelo rubro-negro ao final do contrato. Pedro é revelação do Grêmio, onde se tornou ídolo ao marcar dois gols na final da Copa do Brasil em 2016. Foi vendido ao Spartak por 12 milhões de euros, mas não conseguiu repetir o sucesso do clube gaúcho na Rússia. O atleta atuou na última temporada cedido pelos russos ao Cruzeiro.